Associação de Futebol da Guarda

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1 Cronograma: Curso de Treinadores de Futsal 1º Nível Aulas Teóricas Dezembro/08 Janeiro/09 As Capacidades Motoras 17 / Janeiro 19 / Janeiro 21 / Janeiro Avaliação Teórica Avaliação Prática 04 / Fevereiro A definir 1 Objectivos da Aula Conceito e objectivos do Treino Desportivo Ciclo de Renovação (Curva de Folbort); Princípios Biológicos do Treino Desportivo; Periodização do Treino( Treino Integrado); Estrutura da Sessão de Treino; Componentes da Carga; Metabolismos Energéticos; Identificar as capacidades motoras mais relevantes para o rendimento desportivo no Futsal. ; ; Velocidade; Flexibilidade. 3 4 As 07 / Janeiro 14 / Janeiro 28 / Janeiro Recapitulando Aulas Práticas 05 / Janeiro Conceitos e definições Capacidades Motoras são pressupostos do rendimento: Para a aprendizagem e realização das acções motoras desportivas; Assim como para a manifestação de elevados níveis de prestação competitiva

2 CAPACIDADES MOTORAS DOMINANTES NO FUTSAL Velocidade 7 Destreza 8 ACÇÕES RELEVANTES NO FUTSAL Acções de grande intensidade e de curta duração R. Anaeróbia Aláctica Velocidade de Execução Explosiva 9 10 Classificação da em função da solicitação metabólica. (Adaptado de Castelo, 1998) Para Bompa(1994), é a capacidade do organismo em resistir à fadiga numa actividade motora prolongada. R. Anaeróbia Láctica R. Aeróbia Entendendo-se por fadiga a diminuição transitória e reversível da capacidade de trabalho do atleta. R. Anaeróbia Aláctica

3 R. Anaeróbia Aláctica Acção Relevantes R. Anaeróbia Láctica Manutenção de níveis elevados durante o jogo Treino Aeróbio Visa essencialmente suportar os 40 min. de jogo, sem perda de eficácia na realização das acções de jogo. Melhorar a capacidade do sistema cardiovascular no Aeróbia Recuperação Total transporte do oxigénio, melhorando a possibilidade de utilização de oxigénio em esforços de elevada Mista intensidade. Energia para todo o jogo Utilização do oxigénio e de oxidação de gorduras, durante prolongados períodos de exercício; Treino Anaeróbio Suportar os esforços de alta intensidade, que ocorrem Melhorar a capacidade de recuperação após um período de elevada intensidade, com o objectivo de estar capaz rapidamente para novos esforços de intensidades elevadas e durante muito tempo. de forma aleatória, intermitente e repetida, assegurando a qualidade das acções de jogo. Melhorar a capacidade para produzir energia continuamente pela via anaeróbica Então Melhorar a capacidade de agir de imediato e de produzir potência rapidamente, reduzindo o tempo Vamos construir um exercício!! Exercício: requerido para a reacção às acções do jogo; Capacidade Motora Inerente: Melhorar a capacidade de recuperar após um Intensidade: Duração: período de exercício de elevada intensidade. Volume: Frequência: Densidade: Método Predominante:

4 È toda e qualquer acção capaz de modificar o estado de repouso ou de movimento de um corpo; Existem muitas formas de manifestação e componentes da força, sendo que apenas abordaremos as mais relevantes para o treino de Futsal. 19 Rápida 20 Máxima Resistente Estática: È o valor máximo que o nosso sistema neuromuscular é capaz de produzir voluntariamente Estática Explosiva Dinâmica Reacção contra uma força inamovível. Dinâmica: È o valor máximo que o nosso sistema neuromuscular é capaz de produzir voluntariamente na execução de um movimento Explosiva Resistente È capacidade que o nosso sistema neuromuscular tem È capacidade que nos permite produzir esforços de de produzir o maior impulso possível num determinado força durante períodos de média e longa duração, período de tempo; resistindo à fadiga, mantendo o funcionamento muscular em níveis elevados. Remates Arranques Travagens Mudanças de direcção Mudanças de sentido

5 FORÇA FORÇA Que queremos com o trabalho da? Vencer inércia Superar resistência dos adversários Vencer inércia da bola 25 Específica Geral Geral Características do Treino em Circuito Explosiva Resistente Duração Rec. entre Estações Rec. entre Séries Treino em circuito; Velocidade de Execução Máxima Moderada Fácil aplicação. Observações Visa o desenvolvimento geral e multilateral do atleta, preparando-o desta forma para treinos mais específicos; 27 De estação para estação, deveremos alterar os grupos musculares solicitados. 28 Então 26 Especifica Vamos construir um exercício!! Exercício: Visa o desenvolvimento especifico do atleta, em Capacidade Motora Inerente: termos de força, num contexto mais próximo do jogo; Intensidade: Exercícios em espaço reduzido, com reduzido numero de jogadores e condicionado (nº de toques, tipo de bola, golos só de cabeça, etc. ) Duração: Volume: Frequência: Densidade: Método Predominante:

6 Velocidade È a capacidade de realizar determinada acção motora Velocidade no menor espaço de tempo possível; A velocidade, e apenas ela, determina em ultimo lugar o resultado desportivo. (Yuri Verchoshanski) Actuar no momento oportuno, de forma adequada é a finalidade do trabalho de velocidade. 31 Estímulo Aceleração 0 m 30 m Máxima 30 m 70 m Resistente 70 m 100 m VELOCIDADE DE REACÇÃO As mais relevantes no jogo de Futsal Reacção Simples Complexa Velocidade de Reacção Simples Velocidade de Aceleração Capacidade de aumentar rapidamente a velocidade, Estimulo conhecido ; partindo da posição de repouso. Conhecimento da resposta; 32 Numa prova de 100 metros Velocidade Velocidade de Reacção Complexa Depende em grande medida do grau de desenvolvimento da força explosiva. Estimulo desconhecido ; Desconhecimento da resposta a efectuar; Deve ser desenvolvida em conjunto com a de reacção

7 Velocidade Máxima VELOCIDADE NOS J.D.C. Capacidade do sistema neuromuscular vencer o maior espaço possível, através de um esforço máximo. VELOCIDADE TÉCNICO-TÁCTICA Velocidade de Resistente Capacidade de resistir à fadiga perante esforços de intensidade sub-máxima e máxima; INDIVIDUAL 37 Velocidade Máxima Nos JDC pode ser obtida uma maior exigência de velocidade no treino técnico-táctico: Reduzindo o espaço disponível; Aumentando o nº de jogadores envolvidos; Sempre no Inicio da Sessão Vamos construir um exercício!! Exercício: Capacidade Motora Inerente: Intensidade: Duração: Aumentando o nº de bolas; Volume: Reduzindo o nº de toques Frequência: Pressionando temporal e espacialmente o jogador no Densidade: processo de percepção, análise e tomada de decisão. Método Predominante: 38 Então COLECTIVA Flexibilidade É a capacidade de realizar movimentos de grande Flexibilidade amplitude angular em torno de uma articulação, por intermédio de uma contracção muscular voluntária ou por acção de forças externas

8 FLEXIBILIDADE FLEXIBILIDADE AMPLITUDE ARTICULAR NAS ACÇÕES TÉCNICAS EFEITO COMPENSATÓRIO DO TRABALHO DE FORÇA / TÓNUS MUSCULAR ESTÁTICA DINÂMICA ACTIVA PASSIVA 43 QUAL A ORIGEM DO MOVIMENTO? HÁ MOVIMENTO? 44 Método Dinâmico Activo Devem ser realizados com um aumento gradual da amplitude articular até à amplitude máxima. Método Estático Activo Devem ser realizados com um aumento progressivo do tempo de manutenção da posição de estiramento. 3 6 séries; 6 10 séries; rpt's; rpt's; Repouso activo entre séries (pequena massagem); Manutenção até aos 30 ; Diminuição da amplitude devido à fadiga deve levar à Repouso activo entre séries; interrupção

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