PRINCIP AIS DOMÍNIOS MET ALOGENÉTICOS DO OURO: REPRESENT ATIVIDADE NO TEMPO GEOLÓGICO, SUA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E IMPORTÂNCIA ECONÔMICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRINCIP AIS DOMÍNIOS MET ALOGENÉTICOS DO OURO: REPRESENT ATIVIDADE NO TEMPO GEOLÓGICO, SUA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E IMPORTÂNCIA ECONÔMICA"

Transcrição

1 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez PRINCIP AIS DOMÍNIOS MET ALOGENÉTICOS DO OURO: REPRESENT ATIVIDADE NO TEMPO GEOLÓGICO, SUA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E IMPORTÂNCIA ECONÔMICA RESUMO' Rbert Perez XA VIER * A distribuiçã ds depósits de ur a lng da cluna gelógica d Arquean a Recente nã é unifrme mas marcadamente assimétrica. Das épcas gelógicas da Terra, Arquean se cnstitui n períd mais favrável às mineralizações auríferas que se cncentraram devid à cmbinaçã de events tectnmetamórfics e ígnes que deram rigem as greenstne belts, pdend ser encntradas em praticamente tdas as áreas d planeta. Exempls na Prvíncia Estrutural Superir e Slave n Canadá incluem s distrits aurífers de Prcupine, Kirkland-Larder Lake, Nranda Cadillac Malartic-Val d'or, Lng Lac, Red Lake e Yellwknife, a pass que ns escasss terrens pré-cambrians ds U.S.A. a mina de Hmestake figura cm depósit de ur mais expressiv. Ns Crátns de Kaapvaal e da Rdésia da África Meridinal destacam-se s distrits de Barbertn, Síeynsdrp e Murchisn e diverss utrs depósits n Zimbabwe. Na Austrália Ocidental, encntram-se cncentrads preferencialmente ns greenstne belts d Crátn d Yilgarn. Finalmente, na Índia sã famss s distrits aurífers de Klar que se -situam ns greenstne belts d sistema Dharwar. As mineralizações auríferas d Prterzóic sã de pequen prte e de puca expressividade ecnômica (excet W j(watersrand), reaparecend de frma cnspícua apenas a partir d Meszóic, cm s depósits mais jvens mstrand um ter mais alt em prata. Exempls imprtantes cmpreendem Mther Lde em rchas jurássicas de Sierra Nevada na Califórnia (U.S.A.) e s depósits terciáris assciads a cbre prfirític (pr exempl Bingham, Utah e váris depósits a lng da cadeia Andina), a rchas carbnáticas (pr exempl Carlin, Nevada) e a veis plimetálics (pr exempl Butte, Mntana). O Brasil, de frma análga a utras áreas arqueanas, tem ns greenstnes belts as mais imprtantes fntes de ur, quer seja diretamente na sua frma primária (pr exempl Mrr Velh, Rapss, Crixás e Andrinhas), u indiretamente assciad as plácéres atuais (garimps riunds da Amazônia Oriental). O Prterzóic brasileir, em terms de mineralizações auríferas imprtantes, caracteriza-se principalmente pels cnglmerads d Grup Jacbina, Frmaçã Meda e Chapada Diamantina, pela Mina de Passagem n Supergrup Minas, Serra Pelada na Frmaçã Ri Fresc e a Faixa Weber n Greenstne Belt d Ri Itapicuru (BA). Em qualquer análise metalgenética de uma prvíncia aurífera nde se pretende cmpreender as leis que regem suas mineralizações n espaç e temp, deve-se levar em cnta a existência de uma multitude de metaltects reveladres, suas diversas cmbinações e intensidade ds,prcesss, especialmente n cas ds depósits de ur em greenstne belts arqueans. ABSTRACT The distributin f gld depsits in rcks f the gelgical clumn frm Archaean t Recent is nt unifrm but is markedly asymmetrical. During the Earth's histrya, the Archaean was the mst favurable perid fr the cncentratin f gld, due mainly t the multiple cmbinatin f tectn-metamrphic and igneus events which gave rise d greenstne belts. Imprtant gld depsits in Archaean greenstne belts are fund in almst ali cratnic areas f the planet. Examples in the Superir and Slave Structural Prvinces f Canada include the Prcupine, Kirkland-Larder Lake, Nranda Cadillac Malartic-Vald'Or, Lng Lac, Red Lake districts and the Yellwknife district in the Nrth West Territries. The Hmestake mine is an imprtant early Precambrian depsit in the United States. The Kaapvaal and Rhdesian Cratns f Suthern Africa cn- * Institut de Geciências - UNICAMP - Caixa Pstal Campinas - SP, Brasil. 69

2 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez tain the depsits f the Barbertn, Steynsdrp and Murchisn districts as well as many districts in Zimbabwe. The imprtant Kalgrlie and numerus ther gld districts f Western Austrália ccur in Archaean greenstne beits f the Yilgarn Blck. Finally, the famus Klar gldfields f lndia ccur in Archaean greenstnes f the Dharwar system. ln the Prterzic, gld mineralizatin are rare, f small size and f lw grade (except Witwatersrand), whereas in the Phanerzic they again becme ecnmically imprtant, ntably frm the Meszic nward, with the yunger depsits ften cntaining significant silver. An imprtant Mewzic example is the Mther Lde in Jurassic rcks f Sierra Nevada in Califrnia (U.S.A.), where as Tertiary depsits are mainly assciated whith prphyry cppers (e.g. Bingham, Utah and several depsits alng the Andean Crdilleran), carbnatic rcks (e.g. Carlin, Nevada) and plymetailic veins (e.g. Butte, Mntana). ln Brazil, similarly t ther Archaean terranes, the greenstne belts are the mst imprtant surce f either primary (e.g. Mrr Velh, Rapss, Crixás and Andrinhas) r secndary (e.g. placer depsits f the Eastern Amazn) gld depsits. The Brazilian Prterzic is represented in terms f auriferus mineralizatin by the cnglmerates f the Jacbina Grup, Meda Frmatin and Chapada Diamantina as well as by Serra Pelada f the Ri Fresc Frmatin and the Weber Belt f the Ri Itapicuru Greenstne Belt (BA). ln any metallgenic analysis f an auriferus prvince whase aim is the understanding af the laws which gaverned the mineralizatians either in time r space, ane must take int accaunt the existence f a multitude f metalitects, their relatinship and intensity f the prcesses, ntably in the case f gld depsits in Archaean greenstne beits. 1 INTRODUÇÃO ur é membr d Grup IB da Tabela Periódica, juntamente cm cbre e prata, apresentand-se sb dis estads principais de xidaçã, + 1 (aurs) e + 3 (áuric), que em sluções hidrtermais frmam váris tips de cmplexs cm espécies químicas tais cm: CO, CI-, Br-, NH3, HS-, S-2, COS, HCN, CNS- etc. Nas mineralizações auríferas, metal natív cnstitui principal mineral de minéri, embra pssa também crrer freqüentemente sb a. frma de telurets cm Ag (silvanita, calaverita, petzita, krennerita e nagvagita) e de frma mens cnstante cm antimniet (aurestibita, AuSb2), seleniet (fischesserita - Ag3AuSez), sulfet (uytenbgaardtita - Ag3AuS2) e um bismutet (maldnita - Au2Bi). A abundância deste metal nas partes superires da litsfera é de aprximadamente ppm send a razã Au/ Ag = 0.1 (BOYLE, 1980a), crrend em tds s tips de rchas, na água d mar e mesm em animais e plantas (BOYLE, 1980b). Estima-se que ttal de ur explrad n planeta até 1975 fi de t, send 2% prduzid anterirmente a 1492, 8% durante ,250/0 n interval de e 65% de **.. Estes valres já ns frnecem um quadr aprximad da imprtância que este element vem adquirind na indústria mundial devid às suas múltiplas prpriedades: dureza, facilidade de frmar ligas cm Ag, Cu e Pt, ductibilidade, maleabilidade, cndutividade termelétrica e sua resistência à crrsã na açã de xigêni, enxfre e ácids cmuns (BOYLE, 1980a). Ns dias de hje, principalmente cm a sua cnstante valrizaçã n mercad e suas aplicabilidades na indústria eletrônica (cm "bm" da infrmática), nuclear, elétrica e espacial, a imprtância d ur atinge níveis ainda mais alts, impelind cnseqüentemente as empresas de mineraçã a darem uma ênfase mair à pesquisa e explraçã deste metal. O Brasil é atualmente 3. mair prdutr mundial de ur (em tm de 55 tlan) send superad apenas pela África d Sul (700 t/an) e U.R.S.S. (300 ti an) estand na frente d Canadá, Austrália, Estads Unids, Filipinas, Papua e Nva Guiné (Fnte: Minéris: Extraçã e Prcessament, 1985). ** Os valres apresentads sã apenas aprximações. 70

3 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez Dessa frma, é bjetiv deste trabalh, baseand-se n vlume de dads acumulads através d estud de inúmers depósits de ur, abrdar a sua representatividade n temp gelógic, a distribuiçã areal ds principais dmínis deste metal e finalmente avaliá-l s em terms ecnômics. 2 A DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E ESPACIAL DOS PRINCIP AIS DOMÍNIOS MET ALOGENÉTICOS DO OURO 2.1 Pré-Cambrian Arquean Das épcas gelógicas que cmpõem a história gelógica da Terra, Arquean se cnstituiu n períd mais favrável às cncentrações de ur, embra tenha também havid um aument significativ na acumulaçã deste metal n Cambrian, especialmente a partir d Meszóic (fig. 1) (WOODALL, 1979). Apesar de s terrens arqueans aflrantes cmpreenderem uma pequena prçã da superfície d planeta, têm cntribuíd cm aprximadamente a metade da prduçã mundial de ur, da qual 200/0sã prvenientes de seqüência vulcan-sedimentares tne belt. d tip greens Estes terrens arqueans desenvlveram-se nas brdas de áreas cratônicas e caracterizaram-se pr um estil defrmacinal cmplex, acmpanhad de um metamrfism geralmente de fácies xist verde e plutnism granític de escala reginal. Os greenstne belts apresentam relações estratigráficas de difícil esclareciment, embra classicamente cnsiderase que da base para tp sejam cmpsts pr uma ampla diversidade de rchas vulcânicas, variand em cmpsiçã de ultramáficas a félsicas e rchás sedimentares de rigem vulcanclástica, clástica e química (ANHAEUSSER, 1980; HUTCHINSON & BURLING TON,1982). Embra apareçam mais freqüentemente assciads às seqüências de rchas vulcânicas máficas (mesm de diferentes cicls na seqüência estratigráfica), as mineralizações auríferas pdem crrer cmumente a lng de td perfil destes terrens vulcan-sedimentares (A NHAEUSSER, 1980; HUTCHINSON & BURLINGTON, 1982). Cncentram-se, geralmente após as intrusões graníticas, events defrmacinais e metamrfism, sb a frma de veis, stckwrks u a lng de znas de rupturas, sugerind assim uma rigem epigenética para estes tips de depósits, u seja, a rembilizaçã d metal de sua fnte primária para se aljar em sítis estruturais favráveis. Secundariamente, mineralizações auríferas em terrens vulcansedimentares arqueans assciam-se singeneticamente às fácies sulfet u carbnat de frmações ferríferas bandadas, que sã cnsideradas cm representativas de precipitads químics subaquss de rigem exalativa. Finalmente, ur ainda dentr d cntext ds greenstne belts arqueans pde ser muitas vezes extraíd em quantidades ecnômicas cm ds depósits de sulfets subprdut maciçs de metais-base (Pb, Zn, Cu) (prex. Depósit de Crbet n Distrit de Nranda, Canadá, nde ter de ur alcança 0.93 g/t) (KNUCKEY & WATKINS, 1982). Em distrits nde ambs s tips de depósits crrem junts, apesar de alguma superpsiçã, as cncentrações auríferas situam-se em níveis estratigráfics mais inferires e assciadas às rchas vulcânicas ultramáficas e máficas, a pass que s sulfets de metais-bases aparecem em níveis mais superires e cm rchas vulcânicas félsicas (HUT CHINSON & BURLINGTON, 1982). Depósits de ur em terrens vulcan-sedimentares arqueans sã encntrads em praticamente tdas as áreas cratônicas d planeta (fig. 2) embra n Fanerzóic ainda se bservam sucessões eugessinclinais cmparáveis, prtadras de tais mineralizações (pr ex. Mther Lde, U.S.A.) (HUTCHIN SON & BURLINGTON, 1982): América d Nrte - A Prvíncia Superir d Escud Canadense figura cm a mair área prdutra de ur prveniente de terrens granitgreenstne d mund, cm uma prdu- 71

4 - «-D ::c; a1« l " "' "" c: " õ~ a, ppi ta.... 'Ú "-. u rll :" I "-...J z Vl «t- (.) «IJJ IJJ O IJJ ~ CJ O O > ~ 40J - a«a u I N 9C ::> rll. FIGURA 1 - A distribuiçã d ur através d temp gelógic (WOODALL, 1979).

5 Ol ;; " < Mther Lde Clítrnl Districh Crlin Cmsíck~,"' Freesnll Cl (fj O" - Ol c Õ 9:: "~ 'D -b ". " N 'D 00 u, 1400w 1200w 1000w I 600E I 80 E r.j U ~ lel ROCHAS DE COBERTURA CINTURÓES MÓVEIS MESOZÓICO E CENOZÓ1CO GINTURÕES MÓVEIS PALEOZÓICO TERRENOS PRECAMBRIANOS Barbertn (Steynsdrp. Sheba. Cnsrt ) Pietersburg Sutherland ~ Witwatersrand: Klnrss Dlstrict Eastrand Rand 400S Westrand WestwIts Iine 5000 km KlerKsderp Orngetreestate PLÁCERES E PALEO-PLÁCERES., VEiOS DE QUARTZO AURIFEROS CONCENTRAOOES AUR íferas DISSEMINADAS, DEPÓSITOS DE COBRE PORFIRíTICO COM OURO ASSOCIADO SULFETOS MACiÇOS DE METAIS BASES ~ () ) Ballarat ~ \ii Bendi~ é!'ev' J (Adaptad de DIXON, 1984) ~ FIGURA 2 - Distribuiçã mundial ds principais depósits de ur.

6 -.I.j::>. r--tl;! ~"'::'~'''.~''O -- - i /',\ ". 111 I.' ONTARiO\ ~ \ QL'EHI --.0; I:, I.. l.,,] i -{ I Il GR ABITlBI~ I Abitibi Greenstne Bclt ;,., < VJ, O 'ü c O _ /,.r~elt. ' r. EENSTONE / _"- r/ ~' ~t(.---'~ S/: ,,.M. U. / )- ( ~ ' S~ V\) ~ I O~Ol.~ I 0":"-> v.:~\...-- 'v.'v U.~..,- 5lê.... t' 00 ' -b ,., N ' 00 v. _,<-'v \.) \0 100 K 20 < 60 M. ~~ Middle Precambflan -~- sedlments I,. ~ i Ultramafic rcks I! Vlcanics 'I, Mafic intrusins [<I Early Precambrian sediments ~ Munr Grup L..---.J \ GdwlR,n 'R,'ir FIGURA 3 - Gelgia simplificada dgreenstne belt d Abitibi e lcalizaçã ds seus principais distrits mineirs (WATSON & KERRICH, 1983).

7 VOLCANIC- SEDIMENTARY ROCK-HOSTED f "" v.... ~TtAf PORPKYfiY \ v v " INTRUSIVE - HOSTED lamaque MINE ;; O> < C/J p, '1l p c Õ 9C " N :lrju.rtj:i ::--==-=-:=- -Ou~-:-et~d~nts-::===: "."".,.,.0,bO<O ",CA,-"N",A",O",I~A~N,--!!M~,A~L~A.!:'.R-,-T!!I C'-.!!:MIlI~E " ",~.--:-.., ~ ra 11, levei ptan.',--...~ ~ + ~ ~ UI:~n';'~C..~.... "../ f=-=_==-=_=-==_-_-_-_-_-_-~~~s~~i!1t v~.~ = prphyf, ~,~p}l=~=~~~~~~~~~i~~~ _ ~ 01 V v I CAMFlO MINE -, -b.0 p ::> ".. O> N 00 U> 14U'l l... ItOn 100mahn ~j~ t KIRKlAND LAKE VEIN SYSTEM \.1l'a'I f'qft\ato"l SCAl.E:~ ;;;..!, -~ hm ~~~~~:~:~~~~:~~~F~~~~~:::::::::~E~~~~~~~~~:... FIGURA 4 - Mapas gelógics simplificads de alguns depósits' de ur da Prvíncia Superir d Canadá: Dme Mine, Blattie Mine, Canadian Malartic Mine, Lamaque Mine, sistemas de ~ veis de Kirkland Lake e Camfl Mine lhodgson & MEGEEHAN, 1980). m

8 Ifõ,. ~ '\.~ p." Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan.ldez IH A ~. ~~~(~. -t-.;4.. +/ \ r , ~ y / ". +\ / \..... t.. J/t' ;.+, M"".1ha"Q '(!;ik )t' WI1Un.,.~". ""+'1.('... ',"..... ~ ~ " ~\... ~ / ;I"(~.. ".... f ;..;Jt. '..." I!MVRCHIOON" p~\,.~cé ~t;1." ' +\ ; 'r. f>..... ~.{ +!.... /....6';.. B.II~~r;~;I>t.....::..~.~i.\...1. ~...\ "7 ".. Mt Magnel".. "'..,+. \ N+..t+.,.... t 1.' \,., ;+(t.!- \; '..... ~. S.M'ln"~'... r,, ) '\ ' t v \,..," ~. f...,...! t..... t. Lc-"nt.... ~... ~, 1:) '% "..... '. ~J\ f.... "'\ t,.. ~ r' t.'. \.. >1/. SOUThEHN.. l'.... ' i'.,+... PROVI/'Cf ~ \...., I ,. t- ~ '.... \~ ~. EAS rern..l.../+.-:-:-:</'.':- \.,... ;.... ~'f:~:;:-:- t...-:-:-:~.~~~~m~n':~. t "... K anwna u -.: '(:j<':-:-:-:':.,. \ OOlOFIELOS t-.. t.. ~ \:. t...,..... Bullf:nch. COlUrHdle ii.... +\+/ \\t:j"" )(1)1(,100( t. ~..:.:.:..: + :. : :. : : S. Qut".:n. C r.a: \\..~...d : t :..., t t, Nevria..} ",.. ~,.1... ~ PROVINCE..,- ~\... t t '~ t., \.. + x, NrSfunan... ', \+ +~+.+ + \., +. '.. ' +f.\.t- ". " ,.~ t..\;. WESTERN \..... ~ , +.. \ t t-\.. -. ~ GNCISIO:'.... t.." ~.... \'\ TEARAlN.,,,,.. " ~.... '~...., -t i'., ARCHAEAN GOlO DEPOSITS. Vin ta " 200 km ~ B.J ltlc/dl.ralc tlal A<:ld laneu h.' Olh, ti, OII mln,id 1r" lrm.t!n h~' A Olh., hoi' FIGURA 5 - (A) Os terrens de alt grau e s terrens granit-greenstne d Crátn d Yilgarn, Austrália Ocidental, juntamente cm s principais depósits aurífers (GROVES et alli., 1982). 76

9 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan.ldez B Pilbara Telfer Olher Yilgarn depsíts mainly in mafic hsts Big Bell Meckatharra Day Dawn Hill 50 Wiluna Nrseman Mt Charllte (B) Cntribuiçã em terms de prduçã ds principais depósits de urdcrátn d Yilgarn em relaçã as d Crátn d Pilbara e ds terrens Prterzóics (Telfer) (GROVES et aui., 1982). 77

10 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2);69-90, jan./dez ~m '-----' Majr gld-quart.t vein ~ BIF and chert CD Black shales and sillslnes O Ultramalic cnglmerate ~ rs'ji. Undil1erentiated vlcanlcs Fclsic vlcanclastic rcks [i]] Felsic prphyry O Diffcrenllaled dlerile sill Melabasall (+dlerite ln Fig.A) UUltramallc rcks ffifflhl Wlf.B:j Pr)ected 5ulphide re Fe-Ni-Cu GSIJ Prjected gld míneralizatln / Fault zne,. ~y Shear zne X Reginal lld hingeline FIGURA 6 - Mapas esquemátics d arcabuç gelógic de váris depósits de ur da Austrália Ocidental (GROVES et alli, 1982): (A) Kalgrlie cm as minas de Charltte e Glden Mile; (B) Kambalda cm a mina de Hunt; (C) Área de Kanwna cm as minas de Red Hill e Kanwna Main Reef; (D) Mina de Water Tank Hill; (E) Mt. Magnet; (F) Mrning Star. 78

11 Rcy. IG, Sã Paul, 6(112):69-90, jan./dez GAEENSTONE IlEl Ta 1 <;lojotj, ~ipfll OAf1WIN SHAI,OVA <;AIISRlIRY 4 ~\(H;O!AKX '~OS MWANfSl Wl07A e [J1t\[lfll [",1 Ali t{l Ffll.'I;F\l.lllG 11 UIIVII",A I, Slllll<wr \;WFIIl n UA'itlAHA I' IOfll VK'IOHlA 1~ 8IIINI;WI 16 BI.ICHW A Mwr ZA " GltOl<:tl 18 SHANCAN[ AW A 'O RURI io I. ABU<;I 71 GWANi'A n LOWIR 7J IA I[? 1(110Mf i5 "'AI<;I\AMA ;>fj [;WANOA SU 1H[ RLAND 27 PlfTERS1'Uf1G 78 ~\ InCHISON «l RAnBERION 30 MUIIlfRS[)A[1 31 AMAliA SOI,JTH AFRICA km I FIGURA 7 - i Sl!dunenl8ry EXI'I Ar,/>. I IClN Yunger cver Gflnl Dvkfl r fjl!'ll( nhll!e V.alic ph,ue Bu'h",ld 19neus CmpH!x Alcheln grlnil grtetsse, mlgm,!11e5 Matl" ljllram.hc mlnr unit uni1 10 fel!'jlcijflil M/>..J(IR IIlHOlOC;ICAL linits 01 GREfNSIN[ SEI15 (;nh~j<:',ic\t-jl RFll LlTHr,":'I()(.ilCAl Uf~IIS IIMRARV.f B'11SWI\NA SOlJlH Arnw./'l (;v,a71i.mjr~ St'\amvltL8n BuLawayarl 8.bakw~n Onv.rwlchl Mapa de lcalizaçã ds Crátns de Kaapvaal e Rdésia na África Meridinal juntamente cm seus principais greenstne belts arqueans (VILJOEN, 1982b). 79

12 Rev. lg, Sã Paul, 6(12):69-90, jan.ldez SYNGENETIC KOMATIITE- RELATED DEPOSITS IFutmahrdl,c e y erma n._~.,. ~, '., / /1 Ecnmic exhallte Sub eenmie Syngenetie depesit syngenetic depsits " l-;,f/ I ~ athnd I "/{5:- - r-i' -~-~~7'-="-:="'. dlseharge :LL "',--r.-lj.,.- //.L"L_.L.l/'...Ij- - -t'--~-'-- --~ Chert Kmatllhc Bl,f In.._. _ 0,L' 2 EPIGENETIC KOMATIITE RELATED DEPOSITS.-<7 / POHll1 Struc\ur~~:~'lQllabl. / Lati s\ag. c1rculallng f1u1ds g~~ Vlcanlcs ' lw.r r,pn.~ fuult 011 PiI,!",', M,n.rnl,z.d gld/quartz I<hilt Q(I.' Pr li 'ti \ UpPlr, --...f-:-r I 0 rar'9fl //r---;'. ':... ~VlllS V" und sheur v in grrnschlsl \..~,. y" ".~ -~.,., a(iu ( /..~ ;<::-./. /It). /'\ /"'-.....>'<' -ti,, v ( Mvtn\hllltn I _ Amp'''blrt!.-/ ~j" i' ~~..I '.'./ / v v 1(1(1" + "<-L_ // " /;-~'wl fi.. v. --"'. + ~«/ ''''_''-----.LV (f~d/.' - " / I '." -Shear Mbillzatin nd migratin f -t ~)' /,~l ~. Structural cncntrntin A A Fe A S (O d Tr",I,\" - 1V<//,~ t trr pcnm;{depsl! vlttleelements U. 5,. g" away z allfrm. ~',,,. gnol5o \(~~~".' ~ heat 50uree.~) ~ Kmt,ilí{ vlcar"" 3 DIGESTED KOMATIITE-RELATED DEPOSIT 4 CARBONAlED KOMATIITE-RELATED DEPOSITS 5 GENERAL EPIGENETIC DEPOSITS MIJI rrjtl1ed (Ofllpptl"nt ~Ol Sh r v / ~..-" v \ r v "''h-., ~~ ~ V fels.de bllfldpu.tcrrn~fr-(rlahn. Ofte/l 10 ~.... V V J ~ V strunural Sde Mlfleralized vein, fults nd I v ~_,' v\ \ shears in empetent re ks / V 1+ + ''\ ~...:-- Faull ~tarnrp I( aureoa away frm metamrphlc f I \ \~ M h' I t V V :l' ure e v I I ( + I ' (nl(1 \ ' YulIg.r granit. r(ks FIGURA 8 - Principais mds de crrência ds depósits aurifers assciads à rchas ultramáficas, ntadamente Kmatiits, em greenstne belts arqueans da África Meridinal (VILJOEN, 1982b). 80

13 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez A -- ~ ~-:0;~... :'~:~==- ~ -- // Hmeslake type re Irem.bilized Irm f, lmj B GREAT VALLEY SEDIMENTS C:]'PLUTONICS LOWER ['i3:i.~ SERPENTIN ITES t,] MESOZOIC 1=---1 PALEOZOIC CRETACEOUS 1:2:1 MOTHER LODE PLUTONS FIGURA 9 - (A) Md de crrência esquemátic de váris tips de depósits de ur d Pré Cambrian e Fanerzóic (LEWIS, 1982); (B) Mapa gelógic da Califórnia Central mstrand arcabuç gelógic de Mther Lde (LEWIS, 1982); (C) Esquema gelógic d depósit de Cu-Au de Panguna, Nva Guiné (EASTOE, 1978). 81

14 00 N :> < C/l "" "O c Õ 9C '- ~ a -:? ::l ' O- N 00 v. ',',,tl+l ++ [Eill AROUEANO SUPERIOR D MÉDIO D PROTEROZOICO PROTEROZÓICO V'X ti IPASSAGEM - p Sequência INFERIOR INDIFERENCIADO greenstne vulcan- belt lliill [{?] ~ Esc. 1: FIGURA IO - Lcalizaçã aprximada ds principais depósits de ur em áreas Arqueanas e Prterzóicas d Brasil. Incluem também depósits nde metal crre cm subprdut (SCHOBBENHAUS,1984).

15 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez çã ttal acima de t (BERTONI, 1983). Os terrens d tip greenstne nesta prvíncia variam de pequenas faixas isladas a grandes camps cm várias centenas de quilômetrs de cmpriment, tds caracteristicamente cm um "trend" direcinal E-SE (GOODWIN, 1982). Os depósits de ur mais expressivs da Prvíncia Superir situam-se n greenstne belt d Abitibi, cm 660 km de cmpriment e 250 km de largura, englband s distrits mineirs de Prcupine (Timmins), Kirkland Lake - Larder Lake, Malartic, VaI D'Or e Duparquet, embra utrs depósits também imprtantes apareçam assciads a diferentes greenstne belts desta prvíncia (pr ex. Lng Lac, Pickle Crw, Red Lake e Yellwknife) SON & McGEEHAN, (fig. 3) (HODG 1980). Estes principais distrits mineirs sã caracterizads pela predminância de rchas vulcânicas máficas (tleiits: calcalcalinas -- 60:40) e rchas sedimentares, cm ultramáficas (ntadamente Kmatiits) subrdinadas. As cncentrações auríferas encntram-se espacialmente lcalizadas a lng das znas de cntat entre seqüências vulcânicas e sedimentares (pr ex. Prcupine, Red Lake, Malartic, Heml etc.) e a lng de falhas reginais (pr ex. sistema de veis de Kirkland Lake, VaI D'Or etc.) (fig. 4) (HODGSON & McGEEHAN, 1980). Nas limitadas áreas pré-cambrianas que se encntram expstas ns Estads Unids, pde-se citar cm exempl imprtante depósit de utr de Hmestake situad na regiã de Black Hills em Suth Dakta, nde minéri crre principalmente em cists e cuja prduçã até 1979 quase atingiu a cifra dê 1 milhã de t de minéri (DERRY, 1980). Austrália - Os Crátns d Yilgarn e d Pilbara sã as duas áreas arqueanas mais imprtantes e situam-se na parte cidental d cntinente australian (fig. 5). Praticamente tda a prduçã de ur (aprximadamente 2.17 milhões de t, WOODALL, 1979) tem sid prveniente de greenstne belts lcalizads principalmente n interir d Crátn d Yilgarn, a pass que a prduçã ds terrens granit-greenstne d Crátn d Pilbara e terrens de alt grau tem-se mstrad inexpressiva (fig. 5) (GROVES et alii, 1982). A mairia ds depósits aurífers arqueans d Crátn d Yilgarn sã d tip "stratabund" e crrem em veis de quartz discrdantes u nas suas znas de alteraçã adjacentes que se aljam predminantemente em metabasalts tleiítics e metadlerits (GROVES et alii, 1982). Dentre s depósits mais imprtantes dv-austrália Ocidental destaca-se da área de kalgrlie, cuja prduçã mair (talvez 80%) é prveniente de veis de quartz discrdantes em um dlerit intrusiv e diferenciad denminad Glden Mile (fig. 6). África - A mair cncentraçã de ur em terrens arqueans da África encntra-se centralizada ns greenstne belts ds Crátns d Zimbabwe, Rdésia e Kaapvaal (Barbertn, Sutherland e Pietersburg) que sã separads pel cinturã móvel d Limpp (fig. 7) (VIL JOEN, 1982a). Tem-se ntad ns greenstne belts da África Meridinal que ur crre mais intimamente assciad às rchas ultramáficas, ntadamente às de afinidade kmatiítica, e que vlume destas rchas é significativamente mair d que em terrens similares d Canadá u Austrália (ANHAEUSSER, 1980). Suas cncentrações auríferas singenéticas, geralmente de baix ter, situam-se em sediments depsitads em períd de quiescência d vulcanism ultramáfic de ambiente subaqus, ist é, flhelhs carbnss, hrizntes de frmações ferríferas; chert, tufs etc, (pr ex. hriznte tufáce da área de Steynsdrp e a Mina de Cnsrt n Greenstne Belt de Barbertn) (fig. 8) (VILJOEN, 1982b). Nestes cass, VILJOEN (1982b) acredita que a fnte primrdial d ur tenha sid as próprias lavas ultramáficas prvenientes d mant superir e que seu transprte, cncentraçã e depsiçã ns sediments tenha-se dad a partir de prcesss hidrtermal-exalativs. Na categria de depósits de ur epigenétics pdem-se incrprar s 83

16 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan.ldez veis de quartz e znas cisalhadas que crrem próximas a acumulações vulcânicas de afinidade Kmatiítica, tais cm em Steinsdrp (Barbertn) e inúmers depósits ns Greenstne Belts de Shangani, Filabusi e Gwanda n Zimbabwe (fig. 8) (VILJOEN, 1982b). Muits depósits de ur em terrens arqueans da África Meridinal também pdem estar assciads a xenólits de Kmatiits n interir de crps granitgnaisses, cm n cas d crp granitgnáissic de Rhdesdale n greenstne belt de Midlands. Para a frmaçã destes depósits, sugere-se que a fnte principal d ur tenha sid as ultramáficas e as rchas graníticas, cm metamrfism e a granitizaçã lcal se incumbind de liberá 10 e cncentrá-l psterirmente em sítis estruturais favráveis n interir ds própris xenólits ultramáfics (fig. 8) (VILJOEN, 1982b). Finalmente, têm-se trnad ntóris s depósits de ur e ur-antimôni em znas lineares de Kmatiits altamente alterads (carbnatizads) e cisalhads, cm pr exempl a mina de Cnslidated n Greenstne belt de Murchisn e a mina de Sheba em Barbertn (fig. 8) (VILJOEN, 1982b). Ásia - Os depósits de ur mais expressivs e digns de nta se encntram ns famss distrits aurífers de Klar em greenstne belts arqueans d sistema Dharwar na Índia (BICHAN, 1947) Prterzóic Em terms cmparativs glbais, as cncentrações de ur n Prterzóic fram praticamente inexpressivas em relaçã às das seqüências vulcansedimentares arqueanas d tip greenstne belt e ds depósits mais jvens n Fanerzóic (fig. 1). Dentre as mineralizações auríferas deste períd, as mais significativas se encntram em depósits de pláceres que frmam cncentrações em bacias intracratônicas a partir da ersã ds greenstne belts, cm é cas típic ds cnglmerads aurífers (cm U assciad) de Witwatersrand na África d Sul, cuja prduçã atingiu valr de t de ur (MINTER, 1979). N SE da África, a seqüência Transvall (arenits, calcáris dlmítics e frmaçã ferrífera) mstra que as principais crrências de ur encntram-se em veis de quartz, send s depósits de Pilgrim's Rest-Sabie s que têm sid extensivamente mais explrads (BIL JON, 1980). Na Austrália, apesar das extensas áreas de idade Prterzóica, apenas 160 t de ur têm sid prduzidas, send prvenientes principalmente de Tennant Creek, embra a descberta ds depósits de Telfer pssam ainda mudar este quadr n futur (WOODALL, O minéri de Tennant 1979). Creek encntra-se adjacente a uma frmaçã ferrífera, à hematita, clrita, jasper e calcita e cmpõe-se de crps rics em magnetita cm teres anômals em Au, W, Bi, M e Ge, send hspedads pr uma seqüência turbidítica defrmada. intensamente Os depósits de Telfer, cm reservas atingind 30 t de ur, crrem assciads a sediments de platafrma puc defrmads, ist é, siltits e flhelhs rics em pirita e arenits. 2.2 Fanerzóic Cm base na natureza das rchas encaixantes e n cntext tectnestrutural da área, BACHE (1981) prpõe uma classificaçã tip lógica para s depósits de ur a partir da qual s mais representativs d Fanerzóic se encntram n seguinte esquema (Tabela 1): 1. Depósits de cbre prfirítics; 2. Depósits d tip "skarn"; 3. Depósits filnares assciads a crps intrusivs; 4. Depósits filnares encaixads em vulcânicas terciárias; 5. Depósits aluvinares recentes. Embra alguns depósits aurífers tenham-se frmad durante Palezóic, fi ntadamente n Meszóic e Terciári que ur (juntamente cm a Ag) passa a mstrar uma acumulaçã significativa, principalmente através de depósits assciads direta u indiretamente a intrusões subvulcânicas. Um exempl imprtante n Meszóic inclui s veis de quartz aurífers de Mther Lde na Califórnia (U.S.A.) que 84

17 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan.ldez se encntram hspedads em seqüências vulcan-sedimentares metamrfizadas na fácies xist verde (fig.9) 1982). (LEWIS, N cnjunt ds crps ígnes, mineralizads à Cu-M-Au, de natureza prfirítica, pdem-se distinguir s relacinads às margens cntinentais ativas e s de arcs insulares (BACHE, 1981). Os primeirs pssuem cncentrações imprtantes de M e Au e mstram uma relaçã genética estreita cm intrusões ácidas (granit a mnznit), tend cm representantes mais típics a Mina de Bingham em Utah, U.S.A., e depósits similares a lng da cadeia andina (pqr ex. Andacll, Chile). Os depósits de cbre prfirítics de arcs insulares pssuem quantidades subrdinadas de ur e estã geneticamente relacinads cm intrusões mais básicas (quartz-dirit a dirit), send representads pela mina de Panguna na Nva Guiné(fig. 9). As cncentrações auríferas disseminadas em rchas carbnáticas cm n cas da mina de Carlin, em Nevada (U.S.A.), e s depósits filnares plimetálics encaixads em um crp batlític de cmpsiçã grandirítica d Distrit de Butte, Mntana (U.S.A.), também merecem destaque pr se cnstituírem em cass típics e demnstrarem a diversidade de frma de crrências das cncentrações auríferas no Fanerzóic (fig. 9). 3 OS DEPÓSITOS DE OURO NO BRASIL: SUA DISTRIBUIÇÃO NO TEMPO E ESPAÇO O Brasil, de frma análga às áreas arqueanas anterirmente mencinadas, tem ns greenstne belts as mais imprtantes fntes de ur, quer seja diretamente na frma primária u indiretamente assciad a pláceres atuais u subatuais (fig. 10). N Supergrup Ri das Velhas, dentr da Prvíncia Estrutural d Sã Francisc em Minas Gerais, a mina de Mrr Velh e depósits crreia ts (Faria, Bicalh e Rapss) têm prduzid mais de 250 t de ur durante a sua história (LA DEIRA, 1985). Os crps de minéri sã tipicamente d tip "stratabund" e se encntram intimamente assciads à fácies carbnat de uma frmaçã-ferrífera, cujas rchas encaixantes sã clrita-xists, sericita-xists, filits e rchas quartzcarbnáticas.. N Brasil Central, principalmente em Giás, dentr ds dmínis da Prvíncia Estrutural d Tcantins, s depósits de ur de Crixás, Mara Rsa, Pilar, Cavalcante, Nva Rma e utrs, também relacinam-se cm seqüências vulcan-sedimentares d tip greenstne belt, nde metal crre em veis de quartz u em itabirits, quartzits, clrita-quartz-xists e grafita-xists (DAMASCENO, 1982). Seqüências vulcan-sedimentares que crrem em cntats difuss, frmand extensas manchas sbre rchas d Cmplex Xingu, na Prvíncia Estrutural de Tapajós, também pssuem crrências de ur, cm é cas da Serra das Andrinhas e Gradaús n sul d Pará. Nestes depósits, ur hspeda-se tant em meta-cherts cm em siltits e greywackes rics em pirita (CORDEIRO & SAUERESSIG, 1983). Ocrrências de ur sã também dignas de nta ns depósits de Salb, na regiã da Serra d Carajás (SE d Pará), nde este metal crre cm subprdut d minéri de cbre. N Prterzóic Inferir, pláceres prtadres de ur e urâni em cnglmerads d tip Witwatersrand encntram representantes n Brasil n Grup Jacbina (BA), na Frmaçã Meda d Supergrup Minas (MG) u ainda ns cnglmerads aurífers da cidade de Giás (GO) (fig. 10) (SCHOBBE NHAUS, 1984). Merecem também destaque n Prterzóic Inferir d Brasil as mineralizações auríferas em xists grafitss e dlmits da mina de Passagem d Supergrup Minas, s crps aurífers (cm Ag e Pd assciads) de Serra Pelada hspedads em clrita-xists, arenits carbnátics e siltits da Frmaçã Ri Fresc n sul d Pará e a Faixa Weber d Greenstne Belt d Ri Itapicuru (BA), embra esteja apenas prvisriamente psicinada neste períd devid 85

18 Rev. IG, Sã Paul, 6( I/2):69-90, jan.ldez à falta de evidências gecrnlógicas (SCHOBBENHAUS, 1984). N Prterzóic Médi e Superir, as cncentrações de ur sã escassas, aparecend agra apenas cm subprdut de utrs depósits. Cm exempls representativs pdem-se citar (fig. 10): (a) Os metacnglmerads diamantífers (cm Au) da Frmaçã Rraima na Prvíncia Estrutural d Ri Branc e d Supergrup Minas representads pela Chapada Diamantina na Prvíncia Estrutural d Sã Francisc. (b) As mineralizações de Pb em Panelas (SP) na Faixa de Dbrament Ribeira. As mineralizações auríferas trnam a sfrer cncentrações de prte ecnômic apenas n Cenzóic, a partir da frma~ çã ds depósits de pláceres representads ns extenss aluviões espalhads nas Prvíncias Estruturais d Ri Branc e Tapajós. Em terms de reservas e prduçã alcançada entre s ans de 1979 e 1984, alguns pnts devem ser enfatizads (LESTRA & NARDI, 1982, e Minéris: Extraçã e Prcessament, 1985): (a) Durante a história da prduçã de ur n Brasil, a grande cntribuiçã tem sid invariavelmente riunda ds garimps da Amazônia Oriental, nde se destacam as áreas d Amapá-Guiana (pr ex. Lurenç - 8 t), Gurupi Maranhã (pr ex. Piaba - 7 t), Tapajós (pr ex. Grta Rica - 5,5 te Prquinh 5 t), Sudeste d Pará (pr ex. Serra Pelada 9 t), Paru-Jari, Trmbetas, Altamira-Tcantins, Azeved e Alta Flresta-Peixt; (b) A cntribuiçã ds garimps na prduçã ttal de ur em períds anterires a 1979 era menr que 25 0/0; (c) Sua imprtância ganha grandes prprções cm a descberta de Serra Pelada que acusa um aument de aprximadamente 9 vezes em relaçã à prduçã anterir (cerca de 1,1 t em 1979 para 9,5 tem 1980); (d) Ns períds psterires, esta prduçã de ur ds garimps praticamente dbra a cada an, a pass que a prduçã prveniente de depósits primáris permanece aprximadamente cnstante u sfre auments inexpressi- vs, send a mina de Mrr Velh a mair cntribuinte; (e) Dentre s grandes prdutres tem-se pr rdem de imprtância Pará, Mat Grss, Minas Gerais, Rndôniae Amapá; (f) N entant, as maires reservas de minéri cntid, cm base ns Decrets de Lavras aprvads ficialmente pel DNPM, se encntram em Minas Gerais, Bahia, Giás, Rndônia, Pará e Santa Catarina. 4 CONCLUSÕES Os depósits de ur nã se acumularam de frma hmgênea através de td temp gelógic, pis alcançaram um pic máxim durante Arquean. Fram inexpressivs n Prterzóic Inferir, ausentes n Prterzóic Médi e reassumiram nvamente a sua imprtância apenas a partir d Meszóic, persistind até Plicen nas Filipinas (pr ex. depósit de ur de Panguna na Oceania). Ns greenstne belts arqueans, as mineralizações auríferas mstram uma diversidade ntável em terms de md de crrência e tips de depósits, refletind assim a existência de uma multitude de metaltects reveladres envlvids na sua frmaçã. Alguns metaltects reveladres de caráter reginal se apresentam evidentes n estud de grandes depósits em greenstne belts arqueans: (a) crrem em dmínis metamórfics de fácies xist verde a anfiblit, refletind de antemã ampl interval de temperatura (300 a 450 C) n qual ur pde sfrer transprte e depsiçã que, pr sua vez, é induzida pela interaçã fluids-rcha hspedeira; (b) nrmalmente aparecem a lng de sítis estruturais favráveis (falhas, znas de stckwrk, znas de anticlinais etc.); (c) encntram-se intimamente assciads a znas de carbnatizaçã intensa; (d) cntrle da natureza das rchas hspedeiras, ntadamente as de cmpsiçã máficaultramáfica. A idade ds greenstne belts também pde caracterizar-se, embra de frma indireta, cm um tip de cntrle da abundância e tip das mineralizações auríferas. 86

19 Rev. IG, Sã Paul, 6(1/2):69-90, jan./dez As rchas de cmpsiçã máfica (tleiítics principalmente) sã as predminantes e as mais favráveis à cncentraçã de ur em terrens arqueans mais jvens (2.8 b.a.), a pass que depósits aurífers disseminads em frmações ferríferas bandadas estã geralmente em terrens arqueans mais antigs (2.9 3,0 b.a.) (GROVES et alii, 1982 e PHIL LIPS &GROVES, 1983). As pssíveis causas da menr abundância de ur em greenstne belts mais antigs parecem estar relacinadas cm a presença de rchas fntes empbrecidas neste element, remçã pr silicificaçã em estágis iniciais de sua evluçã, ausência de cmpnentes prpícis n transprte d ur (C02, H2S, HCl etc.) em fluids mineralizantes e uma seqüência de events tectnmetamórfics nã favráveis à frmaçã de cncentrações anômalas de ur (GROVES et alli, 1982 e PHILIPS & GROVES, 1983). Estatística~ relacinadas cm a prduçã de Au pr unidade de área em terrens vulcan-sedimentares arqueans indicam que SE da África cupa 1. lugar. Os greenstne belts d SE da África pssuem um vlume mair de rchas máficas/ultramáficas d que s d Canadá, Zimbabwe e Austrália, sugerind assim uma certa relaçã genética entre a abundância relativa de Au e a predminância de certs tips litlógics, particularmente s de natureza máfica/ultramáfica (ANHAUSSER, 1980). Ainda nã se dispõe de dads suficientes que indiquem as razões pelas quais as utras eras gelógicas fram mens ricas em ur. PHILLIPS & GROVES (1983) sugerem pel mens 3 diferenças marcantes na tentativa de explicar esta discrepância: (a) cnteúd riginal de ur (mair ns greenstne belts); (b) estils de alteraçã (carbnatizaçã intensa n Arquean); e (c) temp da açã ds prcesss tectônics e metamórfics. Mesm send Arquean períd mais favrável à prliferaçã de depósits aurífers, a sua prduçã nas principais áreas cratônicas d planeta é cnspicuamente superada pr Witwatersrand (África d Sul), que isladamente cntribui cm mais de da prduçã de ur n Prterzóic. Suá imprtância trna-se mais evidente quand se cmpara a cntribuiçã de utrs tips de depósits (Tabelé:)s2 e 3): (a) praticamente da prduçã mundial de ur é prveniente de pláceres antigs se incluirms Witwatersrand; (b) cas haja a exclusã de 'Witwatersrand, s terrens vulcan-sedimentares (greenstne belts) e s pláceres recentes assumem psições imprtantes na classificaçã, cntribuind cm cerca de 550/0 da prduçã mundial de ur; (c) s pláceres antigs trnam-se insignificantes em terms de prduçã cas nã se cnsidere Witwatersrand. A natureza das rchas hspedeiras (principalmente rchas intrusivas u mesm rchas carbnáticas), tip de magmatism, que se encntra diretamente ligad às cndições pelas quais a placa litsférica em subducçã u mesm mant sbrejacente sfrem fusã parcial (mais ácid em margens cntinentais ativas e mais máfic em arcs insulares) e cntext tectn-estrutural reginal (grandes estruturas) e lcal (grau de fraturament das rchas) cnstituem-se, de uma maneira geral, ns principais metaltects reveladres das mineralizações auríferas n Fanerzóic, ntadamente n Meszóic e Cenzóic. N Cenzóic, a instalaçã de um sistema fluvial prpíci, cmbinad cm utras cndições gelógicas, cntribuíram para a frmaçã de cnglmerads e cncentraçã de ur detrític, que caracterizarã a grande imprtância ecnômica ds aluviões u pláceres. 5 AG RADECIMENTOS Este trabalh fi resultad de uma pesquisa realizada na disciplina de Metalgênese Glbal d curs de Pós Graduaçã em Geciências d IG/UNI CAMP, send revisad criticamente pels Prfessres Dutres Bernardin R. Figueired e Asit Chudhuri, as quais deix express s meus agradeciments. Agradeç também excelente api datilgráfic dad pr Rberta Geraldina Silva, também d IG/UNICAMP. 87

20 00 00 TABELA I - Classificaçã tiplógica quantitativa ds depósits de ur n mund (U.R.S.S e China nã estã incluíds) (BACHE, 1981 ). GRUPO DOMÍNIO ESTRUTURAL SUBGRUPO l. Depósits d tip vulcan-sedimentar 2. Depósits d tip plutn-vulcânic 3. Depósits d tip detrític. Essencialmente cratônic excet Mther Lde - Kurk Essencialmente de znas Alpinas: margens cntinentais ativas arcs insulares Crátn Znas Alpinas A. Depósits de sulfelos plimetálics: A.1. Assciad a vulcanism calc-alcalin A.2. Assciad a vulcanism básic de caráter filitic; A.3. Encaixad em sediments B. Depósits d tip Itabirit C Depósits assciads a sitis estruturais favráveis A. Depósits de Cbre Prfirític A.I.aMeAu A.2. a Au B. Depósits de Skarns em rchas carbnáticas C Depósits filnares em crps intrusivs CI. a Cu dminante C2. a Pb-Zn dminantes C3. Au-Ag dminantes D. Depósits filnares em vulcânicas terciárias ricas em Ag A. Pláceres antigs A.I. níveis cnglmerátics cntínus A.2. níveis cnglmerátics descntínus B. Pláceres recentes B.I. aluvial - eluvial B.2. aluvial PRODUÇÃO + RESERVA(t) TOTAL = DEPÓSITO- Hrne (Canadá) Limni (Chipre) Cbar (Austrália) Hmestake (U.S.A.) Kalgrlie (Austrália) Andacll (Chile) Bingham (U.S.A.) TIPO Panguna (Nva Guiné) Tintic (U.S.A.) Hedlei (Canadá) Carlin (U.S.A.) Butte (U.S.A.) Idah Spring (Canadá) Rssland (Canadá) Sunnyside Mine (U.S.A.) Witwatersrand (África d Sul) Tarkwa - Ghana Bendig - Ballarat (Austrália) Ri Cauca (Clômbia) ;>::l (1) < C/l "" v c Õ ~ --- N - -b ::l --- (1) N 00 V>

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos 3 Fundaments d Cmprtament ds Hidrcarbnets Fluids 3.1. Reservatóris de Petróle O petróle é uma mistura de hidrcarbnets, que pde ser encntrada ns estads: sólid, líquid, u ass, dependend das cndições de pressã

Leia mais

PRINCÍPIOS DE ALTERAÇÃO DAS ROCHAS

PRINCÍPIOS DE ALTERAÇÃO DAS ROCHAS Elsa Sampai PRINCÍPIOS DE ALTERAÇÃO DAS ROCHAS Elsa Sampai ems@uevra.pt Departament de Geciências Universidade de Évra 2006 Elsa P. M. Sampai ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. ALTERAÇÃO DAS ROCHAS 2.1 PRINCIPAIS

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre / 2º semestre A - Intrduçã Neste semestre, sua

Leia mais

Questão 13. Questão 14. alternativa C

Questão 13. Questão 14. alternativa C Questã 13 O suc de laranja cncentrad da marca M cntém 20 mg de vitamina C pr 50 ml de suc cncentrad. Para ser cnsumid, deve ser diluíd cm água até que seu vlume seja 4 vezes mair que inicial. Pr utr lad,

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações. Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

Estruturas de Concreto

Estruturas de Concreto Estruturas de Cncret ISSN 1519-4086 Númer 4 MODELOS DE PREVISÃO DA FLUÊNCIA E DA RETRAÇÃO DO CONCRETO JOSÉ MILTON DE ARAÚJO Editra DUNAS Estruturas de Cncret é uma publicaçã seriada cm bjetiv de abrdar

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Profa. Dra. Silvia M de Paula

Profa. Dra. Silvia M de Paula Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de

Leia mais

Composição química dos seres vivos I

Composição química dos seres vivos I a a a a ã Cmpsi química ds seres vivs I ã a a a ã ã a a a a ã Milhões de espécies cm frmas e tamanhs variads habitam s mais diverss ambientes d nss planeta e tdas elas, ds mais simples micrrganisms até

Leia mais

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL INFORME EPIDEMIOLÓGICO Nº 05/2015 SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 50 (13 A 19/12/2015) MONITORAMENTO DOS CASOS DE MICROCEFALIAS NO BRASIL Este infrme d COES Micrcefalias visa dcumentar e divulgar infrmações atualizadas

Leia mais

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada Questã Um veícul se deslca em trajetória retilínea e sua velcidade em funçã d temp é apresentada na fiura. a) Identifique tip de mviment d veícul ns intervals de temp de 0 a 0 s,de 0 a 30 s e de 30 a 0

Leia mais

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01. Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras

Leia mais

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NAS USINAS HIDRELÉTRICAS ILHA SOLTEIRA E ENGENHEIRO SOUZA DIAS (JUPIÁ)

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NAS USINAS HIDRELÉTRICAS ILHA SOLTEIRA E ENGENHEIRO SOUZA DIAS (JUPIÁ) APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NAS USINAS HIDRELÉTRICAS ILHA SOLTEIRA E ENGENHEIRO SOUZA DIAS (JUPIÁ) Este case apresenta a aplicaçã da sluçã Elipse E3 para aprimrar mnitrament da temperatura encntrada

Leia mais

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

ELETRICIDADE E MAGNETISMO PONIFÍCIA UNIVERSIDADE CAÓLICA DE GOIÁS DEPARAMENO DE MAEMÁICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELERICIDADE E MAGNEISMO NOA DE AULA II Giânia 2014 1 ENERGIA POENCIAL ELÉRICA E POENCIAL ELÉRICO

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever resultad final: é necessári mstrar s cálculs u racicíni utilizad. Questã Uma pessa pssui a quantia de R$7.560,00

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta Instruções: Indique claramente as respstas ds itens de cada questã, frnecend as unidades, cas existam Apresente de frma clara e rdenada s passs utilizads na resluçã das questões Expressões incmpreensíveis,

Leia mais

Lista de Exercício COMPLEMENTAR de Termoquímica e Termodinâmica

Lista de Exercício COMPLEMENTAR de Termoquímica e Termodinâmica Lista de Exercíci COMPLEMENTAR de Termquímica e Termdinâmica 1) A água expande-se quand cngela. Quant trabalh realiza uma amstra de 100g de água quand cngela a 0 C e estura um can de água quand a pressã

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado ATENÇÃO: Escreva a resluçã COM- PLETA de cada questã n espaç reservad para a mesma. Nã basta escrever apenas resultad final: é necessári mstrar s cálculs racicíni utilizad. Questã Caminhand sempre cm a

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

Lugar Geométrico das Raízes. Lugar Geométrico das Raízes. Lugar Geométrico das Raízes

Lugar Geométrico das Raízes. Lugar Geométrico das Raízes. Lugar Geométrico das Raízes Cnstruíd dretamente a partr ds póls e zers da funçã de transferênca de malha aberta H(. Os póls de malha fechada sã sluçã da equaçã + H( = 0, u: arg( H( ) = ± 80 (k+), k = 0,,,... H( = Para cada pnt s

Leia mais

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo Prspet Infrmativ Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Prdut Financeir Cmplex Designaçã Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Classificaçã Prdut Financeir Cmplex Depósit Indexad O depósit Mntepi Cnsumer Brands -

Leia mais

Processos de desumidificação visam manter a Umidade Relativa do Ar em níveis abaixo de 50%.

Processos de desumidificação visam manter a Umidade Relativa do Ar em níveis abaixo de 50%. 1. TEORIA Para prcesss específics de utilizaçã, é necessári manter cndições de temperatura e umidade relativa d ar em cndições específicas para prduçã e u trabalh. Prcesss de desumidificaçã visam manter

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

TECNOLOGIAS DE MICRO-GERAÇÃO E SISTEMAS PERIFÉRICOS. 6 Painéis Solares Fotovoltaicos

TECNOLOGIAS DE MICRO-GERAÇÃO E SISTEMAS PERIFÉRICOS. 6 Painéis Solares Fotovoltaicos 6 Painéis Slares Ftvltaics 48 6.1 Descriçã da tecnlgia A funçã de uma célula slar cnsiste em cnverter directamente a energia slar em electricidade. A frma mais cmum das células slares fazerem é através

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

o que se entende por lente.

o que se entende por lente. 1062.0041 As lentes esféricas e suas principais características. 1. Habilidades e cmpetências. 3. Mntagem. B ::; A términ desta atividade alun deverá ter Cas necessári cnsulte a instruçã ]992.021. cmpetência

Leia mais

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R.

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R. ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GAFICOS DE E. Vims cm cnstruir e utilizar s gráfics de cntrle. Agra vams estudar sua capacidade de detectar perturbações n prcess. GÁFICO de Em um julgament, veredict final será

Leia mais

QUEDAS EM CRIANÇAS E JOVENS: UM ESTUDO RETROSPETIVO (2000-2013) Reedição, revista e adaptada

QUEDAS EM CRIANÇAS E JOVENS: UM ESTUDO RETROSPETIVO (2000-2013) Reedição, revista e adaptada Reediçã, revista e adaptada RELATÓRIO FINAL Nvembr de 04 I Enquadrament e bjetivs Na Eurpa tds s ans mrrem 500 crianças e jvens entre s 0 e s 9 ans na sequência de uma queda. Apesar de nã ser a mair causa

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS Sã Paul 2013 1 1 INTRODUÇÃO Este Manual tem a finalidade de servir à nrmalizaçã da elabraçã de Trabalhs de Cnclusã de Curs TCC pr mei de artigs científics,

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B Questã 1 Uma pesquisa de mercad sbre determinad eletrdméstic mstru que 7% ds entrevistads preferem a marca X, 40% preferem a marca Y, 0% preferem a marca Z, 5% preferem X e Y, 8% preferem Y e Z, % preferem

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.

Leia mais

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS A SUPERINFLAÇÃ BRASILEIRA EM 1989: NTAS E MENTÁRIS Gentil Crazza* "A inflaçã é uma frma de distribuir s ganhs e as perdas através das frças impessais d mercad." Charles Kindieberger Intrduçã A ecnmia e

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 2.0) A - Intrduçã Neste an, sua nta fi inferir a 60 pnts e vcê nã assimilu s cnteúds

Leia mais

Volume II Isolamento Térmico

Volume II Isolamento Térmico INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR TRANSFERÊNCIA DE CALOR (TCL) Vlume II Islament Térmic Curs Técnic Módul 2 Prf. Carls Babaid Net,

Leia mais

SISTEMA ELETRÔNICO ANTI-INCRUSTAÇÃO. sua alternativa ecológica para tratamento de águas calcárias

SISTEMA ELETRÔNICO ANTI-INCRUSTAÇÃO. sua alternativa ecológica para tratamento de águas calcárias SISTEMA ELETRÔNICO ANTI-INCRUSTAÇÃO sua alternativa eclógica para tratament de águas calcárias A ÁGUA DURA E O PROBLEMA DA INCRUSTAÇÃO O QUE É A ÁGUA DURA OU ÁGUA CALCÁRIA? A dureza da água é predminantemente

Leia mais

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento Aliança Estratégica cm a Delta Dezembr, 2011 Uma Cnsistente História de Investiment 1 Agenda Resum da Operaçã 1 Benefícis da Operaçã 2 2 Disclaimer O material a seguir é uma apresentaçã cnfidencial cntend

Leia mais

1. Conceituação Percentual de crianças imunizadas com vacinas específicas, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

1. Conceituação Percentual de crianças imunizadas com vacinas específicas, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. INDICADOR: F.13 COBERTURA VACINAL 1. Cnceituaçã Percentual de crianças imunizadas cm vacinas específicas, em determinad espaç gegráfic, n an cnsiderad. 2. Interpretaçã Estima nível de prteçã da ppulaçã

Leia mais

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos Manual de Prcediments Prcediments para Submissã de Prjets de MDL à Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Secretaria Executiva Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Prcediments para

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica XVIII Seminári Nacinal de Distribuiçã de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de utubr 7.2 Olinda - Pernambuc - Brasil Autmaçã na Distribuiçã: O Prcess de autmaçã ds equipaments de linha na rede CELPE.

Leia mais

Questão 13. Questão 14. Resposta

Questão 13. Questão 14. Resposta Questã Uma empresa imprime cerca de.000 páginas de relatóris pr mês, usand uma impressra jat de tinta clrida. Excluind a amrtizaçã d valr da impressra, cust de impressã depende d preç d papel e ds cartuchs

Leia mais

Principais Pontos do Relatório Anual 2007. 1. O que é a Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes - JIFE

Principais Pontos do Relatório Anual 2007. 1. O que é a Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes - JIFE Relatóri Anual da Junta Internacinal de Fiscalizaçã de Entrpecentes - JIFE Principais Pnts d Relatóri Anual 2007 1. O que é a Junta Internacinal de Fiscalizaçã de Entrpecentes - JIFE 1.1 Funções da JIFE:

Leia mais

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,

Leia mais

Escla Superir Agrária de Cimbra Prcessament Geral de Aliments LEAL 2009/2010 Aqueciment Óhmic Brenda Mel, nº 20803030 Inês Ricard, nº 20090157 Nádia Faria, nº 20803060 O que é? Prcess nde a crrente eléctrica

Leia mais

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

Estratégias de Conservação da Biodiversidade

Estratégias de Conservação da Biodiversidade Estratégias de Cnservaçã da Bidiversidade Estratégia Glbal De entre tds esses prcesss internacinais desenvlvids será de destacar decrrid após a Cnferência de Estclm, de 1972, que daria lugar à criaçã d

Leia mais

2. A programação completa e mais informações estarão disponíveis no site www.gar.esp.br.

2. A programação completa e mais informações estarão disponíveis no site www.gar.esp.br. REGULAMENTO 1. Sbre Event 1. A Gramad Adventure Running é uma prva de revezament junt à natureza que será realizada n dia 09/05/2015 (Sábad) em Gramad, n Estad d Ri Grande d Sul, cm participaçã de ambs

Leia mais

1. Introdução. Hélio Monteiro Penha

1. Introdução. Hélio Monteiro Penha CAPÍTULO 2 PROCESSOS ENDOGENÉTICOS NA FORMAÇÃO DO RELEVO Héli Mnteir Penha 1. Intrduçã N planeta Terra, as frças gedinâmicas externas e internas interagem para prduzir distintas tpgrafias. A interaçã da

Leia mais

Versão 14.0 Junho 2015 www.psr-inc.com Contato: sddp@psr-inc.com. Representação mais detalhada da operação em cada estágio: 21 blocos

Versão 14.0 Junho 2015 www.psr-inc.com Contato: sddp@psr-inc.com. Representação mais detalhada da operação em cada estágio: 21 blocos Versã 14.0 Junh 2015 www.psr-inc.cm Cntat: sddp@psr-inc.cm SDDP VERSÃO 14.0 Nvidades Representaçã mais detalhada da peraçã em cada estági: 21 blcs Tradicinalmente, a peraçã de cada estági (semana u mês)

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs)

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs) MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE Técnics de Instalaçã e Manutençã de Edifícis e Sistemas (TIMs) NO SISTEMA INFORMÁTICO DO SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS (SCE) 17/07/2014

Leia mais

Proposta de Projeto PIBIC

Proposta de Projeto PIBIC Prpsta de Prjet PIBIC Revisã e simulaçã de sistemas de cicls de cgeraçã cm diferentes alternativas de mtres térmics primáris integrads à Birrefinaria Virtual de Cana-de-açúcar (BVC) d Labratóri Nacinal

Leia mais

Informática II INFORMÁTICA II

Informática II INFORMÁTICA II Jrge Alexandre jureir@di.estv.ipv.pt - gab. 30 Artur Susa ajas@di.estv.ipv.pt - gab. 27 1 INFORMÁTICA II Plan Parte I - Cmplementar cnheciment d Excel cm ferramenta de análise bases de dads tabelas dinâmicas

Leia mais

ASPECTOS ESTATÍSTICOS DA PRECIPITAÇÃO NA BACIA DO ITAJAÍ - SANTA CATARINA Maria Cleide Baldo (1); Jonas Teixeira Nery; Maria de Lourdes Orsini

ASPECTOS ESTATÍSTICOS DA PRECIPITAÇÃO NA BACIA DO ITAJAÍ - SANTA CATARINA Maria Cleide Baldo (1); Jonas Teixeira Nery; Maria de Lourdes Orsini ASPECTOS ESTATÍSTICOS DA PRECIPITAÇÃO NA BACIA DO ITAJAÍ - SANTA CATARINA Maria Cleide Bald (1); Jnas Teixeira Nery; Maria de Lurdes Orsini Fernandes Martins (1) Universidade Estadual de Maringá DGE, Av

Leia mais

1. No final da década de 1950 e início da década de 1960, qual foi a medida para povoar a Região Centro Oeste?

1. No final da década de 1950 e início da década de 1960, qual foi a medida para povoar a Região Centro Oeste? 1. "O Crist Redentr é uma estátua art déc que retrata Jesus Crist, lcalizada n bairr Santa Teresa, na cidade d Ri de Janeir, Brasil. Em 2007 fi eleit uma das nvas sete maravilhas d mund." Verdade u fals?

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis Manutençã Vensis Manutençã É módul que permite gerenciament da manutençã de máquinas e equipaments. Prgramaçã de manutenções preventivas u registr de manutenções crretivas pdem ser feits de frma

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

Vantagens do Sistema Trifásico

Vantagens do Sistema Trifásico Vantagens d Sistema Trifásic Original: 6-06-03 Hmer Sette Revisã: 30-06-03 Agra que sistema trifásic chegu as amplificadres, cm advent d TRI 6000 S da Etelj, interesse pel assunt na cmunidade de áudi aumentu

Leia mais

Direção do deslocamento

Direção do deslocamento Referência: Sears e Zemansky Física I Mecânica Capítul 6: TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA Resum: Prfas. Bárbara e Márcia. INTRODUÇÃO A imprtância d cnceit de energia se baseia n princípi da cnservaçã da energia:

Leia mais

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013.

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013. Serviç de Acess as Móduls d Sistema HK (SAR e SCF) Desenvlvems uma nva ferramenta cm bjetiv de direcinar acess ds usuáris apenas as Móduls que devem ser de direit, levand em cnsideraçã departament de cada

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL REGULAMENTO OFICIAL

1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL REGULAMENTO OFICIAL 1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL A 1 Crrida Nturna Unimed Cascavel é uma nva prpsta de lazer, diversã, prmçã da saúde e da qualidade de vida ds mradres de Cascavel e Regiã. O event é cmpst pr crrida,

Leia mais

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic 1 Simuland uma Cadeia e planejand seus estques Lcal: em sala de aula Material

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)...

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)... Questã 46 A partir de um bjet real de altura H, dispst verticalmente diante de um instrument óptic, um artista plástic necessita bter uma imagemcnjugadadealturaigualah.nesse cas, dependend das cndições

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia Pntifícia Universidade Católica d S Faculdade de Engenharia LABOATÓO DE ELETÔNCA DE POTÊNCA EXPEÊNCA 4: ETFCADO TFÁSCO COM PONTO MÉDO ( PULSOS) OBJETO erificar qualitativa e quantitativamente cmprtament

Leia mais

Capacitância e Capacitores

Capacitância e Capacitores Nessa prática, farems um estud sbre capacitres. erá intrduzid cnceit de capacitância e estudarems as leis de carga e descarga de capacitres, bem cm as regras de assciaçã desses elements de circuit. empre

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

NO NORDESTE DO BRASIL (PERIODO 1977-81) Maria Marle Bandeira 1 Juan Carlos Ceballos;'~ e Bernardo Barbosa da Silva 2

NO NORDESTE DO BRASIL (PERIODO 1977-81) Maria Marle Bandeira 1 Juan Carlos Ceballos;'~ e Bernardo Barbosa da Silva 2 598 REGINALIZACA D REGIME DE ENERGIA ELICA N NRDESTE D BRASIL (PERID 1977-81) Maria Marle Bandeira 1 Juan Carls Ceballs;' e Bernard Barbsa da Silva 2 Departament de Ciências Atmsféricas Universidade Federal

Leia mais

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização Bletim Técnic CAGED Prtaria 1129/2014 MTE Prdut : TOTVS 11 Flha de Pagament (MFP) Chamad : TPRQRW Data da criaçã : 26/08/2014 Data da revisã : 12/11/2014 País : Brasil Bancs de Dads : Prgress, Oracle e

Leia mais

CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL

CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL CURSO DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL Carga Hrária: 16 hras/atividade Hrári: 8h30 às 18h (cm interval para almç) Brasília, 26 e 27 de nvembr de 2015

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 20 05 3 PLD (Preç de Liquidaçã das Diferenças) PLD - 4ª Semana de Mai de 203 (8.05.203 a 24.05.203) PLD médi PLD médi 2 R$/MWh Sudeste Sul Nrdeste Nrte Sudeste 34,58 344,32 Pesada 360,7 360,7 360,7 360,7

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador Unidade 1: Fundaments 1 - Intrduçã a Cmputadr Cnceits básics e Terminlgias O cmputadr é uma máquina eletrônica capaz de realizar uma grande variedade de tarefas cm alta velcidade e precisã, desde que receba

Leia mais

PVC Não dá para imaginar a vida moderna sem ele

PVC Não dá para imaginar a vida moderna sem ele PVC Nã dá para imaginar a vida mderna sem ele Sã Paul, 26 de nvembr de 2012 A GBC Brasil Ref.: Cmentáris sbre item Materiais e Recurss, crédit 4 Cntrle de Materiais Cntaminantes Referencial GBC Brasil

Leia mais

Terremotos e Ressonância

Terremotos e Ressonância Ntas d Prfessr Terremts e Ressnância Pergunta em fc Cm mviment d sl causad pr um terremt afeta a estabilidade de edifícis de diferentes alturas? Ferramentas e materiais Dis pedaçs quadrads de madeira,

Leia mais

SEMINARIO PARA ODESENVOLVIMENTO DE TOMADA DE DECISÃO. o o < UJ. o I- o... o (/) > z. o:::... o::: o::: ... o::: ... ::> :I: (/) (/) UJ

SEMINARIO PARA ODESENVOLVIMENTO DE TOMADA DE DECISÃO. o o < UJ. o I- o... o (/) > z. o:::... o::: o::: ... o::: ... ::> :I: (/) (/) UJ :::... UJ ::: (.!) UJ...J < I- ::: CL SEMINARIO PARA ODESENVOLVIMENTO DE EXECUTIVOS: TOMADA DE DECISÃO z :I: UJ... < :::... ::> ::: U - UJ I- :::... > UJ I- UJ Z > UJ UJ ~ Z... >...J I- > z Z

Leia mais

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto.

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto. TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentaçã / Apresentaçã d Prjet. 9.1 Técnicas de apresentaçã Cm apresentar cm sucess? A qualidade d prdut u d u d serviç quase sempre é cnfundida cm a qualidade da apresentaçã.

Leia mais

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt Versã 1.1.1.3 Descriçã d prdut, 2009 www.graycell.pt 1 ENQUADRAMENTO A platafrma ask-it! é uma aplicaçã web-based que permite criar inquérits dinâmics e efectuar a sua dispnibilizaçã n-line. A facilidade

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO DOS CORPOS DE ÁGUA PARA A DISPOSIÇÃO FINAL DOS EFLUENTES DOMÉSTICOS E INDUSTRIAIS

DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO DOS CORPOS DE ÁGUA PARA A DISPOSIÇÃO FINAL DOS EFLUENTES DOMÉSTICOS E INDUSTRIAIS DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO DOS CORPOS DE ÁGUA PARA A DISPOSIÇÃO FINAL DOS EFLUENTES DOMÉSTICOS E INDUSTRIAIS Rbsn Sarment (1) Engenheir Espec., M.Sc., Ph.D - Prfessr d Departament de Hidráulica

Leia mais

Principais Informações

Principais Informações Principais Infrmações Quem é Benefix Sistemas? Frmada pr ex-executivs e equipe de tecnlgia da Xerx d Brasil, que desenvlvem e suprtam sluções e estratégias invadras para setr públic, especializada dcuments

Leia mais

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA APOSTILA ELÉTRIA PARA AULA 11 MÓDULO - 1 ORRENTE ONTÍNUA E ALTERNADA Induçã Eletrmagnética Geraçã de crrente cntínua e alternada Frmas de nda - icl - Períd - Frequência lts de pic e pic-a-pic Tensã eficaz

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada

DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex,

Leia mais

Instruções para as apresentações científicas

Instruções para as apresentações científicas Instruções para as apresentações científicas As apresentações pderã ser realizadas na frma de PÔSTER u ORAL, dentr das especialidades dntlógicas: Ciências Básicas, Estmatlgia/Radilgia/Patlgia, Cirurgia,

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

De acordo com estes critérios, uma sugestão de formato para nomes de tablespaces no banco de dados Oracle é a seguinte: S_O_T, onde:

De acordo com estes critérios, uma sugestão de formato para nomes de tablespaces no banco de dados Oracle é a seguinte: S_O_T, onde: Pedr F. Carvalh cntat@pedrfcarvalh.cm.br Tablespaces: Organizaçã e Nmenclatura Definir critéris para a divisã de um banc de dads Oracle em tablespaces é sempre uma questã imprtante para s DBAs na rganizaçã

Leia mais

GT-ATER: Aceleração do Transporte de Dados com o Emprego de Redes de Circuitos Dinâmicos. RT3 - Avaliação dos resultados do protótipo

GT-ATER: Aceleração do Transporte de Dados com o Emprego de Redes de Circuitos Dinâmicos. RT3 - Avaliação dos resultados do protótipo GT-ATER: Aceleraçã d Transprte de Dads cm Empreg de Redes de Circuits Dinâmics RT3 - Avaliaçã ds resultads d prtótip Sand Luz Crrêa Kleber Vieira Cards 03/08/2013 1. Apresentaçã d prtótip desenvlvid Nesta

Leia mais

3 MINERALIZAÇÕES AURÍFERAS NO GREENSTONE BELT RIO DAS VELHAS

3 MINERALIZAÇÕES AURÍFERAS NO GREENSTONE BELT RIO DAS VELHAS 3 MINERALIZAÇÕES AURÍFERAS NO GREENSTONE BELT RIO DAS VELHAS Depósito de ouro orogênico (Groves et al. 1998) é o termo utilizado para definir depósitos de ouro associados a orógenos, ou seja, a zonas de

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS CONTEÚDO 1. Intrduçã... 3 2. Requisits de Sftware e Hardware:... 3 3. Usuári e Grups:... 3 3.1. Cnfigurand cm Micrsft AD:... 3 3.2. Cnfigurand s Grups e Usuáris:...

Leia mais

Lista de exercícios de resistência ao cisalhamento dos solos

Lista de exercícios de resistência ao cisalhamento dos solos UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Departament de Engenharia Civil Setr de Getecnia Paul Sérgi de Almeida Barbsa Lista de exercícis de resistência a cisalhament ds sls 1.ª ) Uma amstra de uma argila nrmalmente

Leia mais

METAS DE COMPREENSÃO:

METAS DE COMPREENSÃO: 1. TÓPICO GERADOR: Vivend n sécul XXI e pensand n futur. 2. METAS DE COMPREENSÃO: Essa atividade deverá ter cm meta que s aluns cmpreendam: cm se cnstrói saber científic; cm as áreas d saber estã inter-relacinadas

Leia mais

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas Perguntas frequentes sbre Prgrama Banda Larga nas Esclas 1. Qual bjetiv d Prgrama Banda Larga nas Esclas? O Prgrama Banda Larga nas Esclas tem cm bjetiv cnectar tdas as esclas públicas à internet, rede

Leia mais

III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC)

III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC) 1 III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC) III.3.1. DEFINIÇÃO A tecnlgia HFC refere-se a qualquer cnfiguraçã de fibra ótica e cab caxial que é usada para distribuiçã lcal de serviçs de cmunicaçã faixa

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011. Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais