Estratégias de Conservação da Biodiversidade

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1 Estratégias de Cnservaçã da Bidiversidade Estratégia Glbal De entre tds esses prcesss internacinais desenvlvids será de destacar decrrid após a Cnferência de Estclm, de 1972, que daria lugar à criaçã d Prgrama das Nações Unidas para Ambiente (PNUA), e da "Estratégia Mundial de Cnservaçã", apresentada em 1980 pela UICN (Uniã internacinal para a Cnservaçã da Natureza). O recnheciment da necessidade de uma acçã internacinal cncertada para fazer frente a grave fenómen da perda e reduçã da bidiversidade levu à criaçã da Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica (CDB), aberta para assinatura na chamada Cnferência d Ri u Cnferência das Nações Unidas sbre Ambiente e Desenvlviment, que teve lugar n Ri de Janeir, em A CDB assume três bjectivs fundamentais: A cnservaçã da diversidade bilógica; A utilizaçã sustentável ds seus cmpnentes; A partilha justa e equitativa ds benefícis prvenientes da utilizaçã ds recurss genétics. Para a prssecuçã destes bjectivs gerais a CDB precniza a existência de estratégias internacinais e nacinais que enquadrem a adpçã de medidas destinadas a prmver a cnservaçã da natureza e a utilizaçã sustentável da bidiversidade, cm pr exempl estabeleciment de áreas (prtegidas u nã) nde tenham de ser tmadas medidas especiais para a cnservaçã da bidiversidade. A Decisã nº 93/626/CEE d Cnselh, cnsidera imprtante que tds s estads Membrs da Uniã sejam partes cntratantes da Cnvençã e determina assim que a UE será também parte cntratante. Pr sua vez, Prtugal rectificu a CDB através d Decret Lei nº 21/93. A implementaçã da cnvençã ficu assegurada pela Resluçã de Ministrs nº 41/99 de 17 de Mai. A COP (Cnferência das Partes) e um órgã subsidiári fram criads pela CBD cm intuit de manter sb bservaçã a sua aplicaçã, n primeir cas, e de frnecer e meis tecnlógics prtuns para a implementaçã da presente Cnvençã, n segund cas. A mais recente COP (10ª) fi realizada n Japã a 27 de Outubr de 2010, send de destacar a aprvaçã de um mecanism de partilha de benefícis genétics (ABS) e estabeleciment de bjectivs de cnservaçã da bidiversidade, até a an de Estratégia Internacinal da FAO (Tratad Internacinal) Em 1983, Cmprmiss Internacinal sbre Recurss Genétics (IU), um instrument multilateral gerid pela Organizaçã Alimentar e Agrícla (FAO), declaru que s recurss genétics de plantas e as invações relacinadas cm plantas sã uma herança cmum da humanidade. A IU preserva princípi d acess a bancs internacinais de genes que guardam sementes para benefíci públic. Estes bancs de genes frnecem amstras das suas clecções para fins de investigaçã, mas impede s utilizadres de adquirirem direits de prpriedade intelectual sbre qualquer ds materiais distribuíds. A frte ênfase clcada ns direits de prpriedade intelectual para levar s países desenvlvids a estimular a investigaçã e a encrajar investiment privad, impediu que esses países assinassem IU. Em 2001, um nv tratad sbre recurss genétics de plantas fi criad: Tratad Internacinal sbre Recurss Genétics de Plantas Alimentares e Agríclas (IT). Este tratad, que é apiad pr muits países desenvlvids e em desenvlviment, estabelece um nv sistema de acess a sementes de plantas alimentares específicas que cnstituem a mairia da alimentaçã humana. Os seus bjectivs sã a cnservaçã e us sustentável ds recurss genétics de plantas para a alimentaçã e a agricultura. Também cbre a partilha justa e equitativa derivada d seu us, para uma agricultura

2 sustentável e segurança alimentar. O Tratad está em harmnia cm a Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica e entru ficialmente em vigr n dia 29 de Junh de Estratégias Eurpeias Estratégia Pan Eurpeia da Diversidade Bilógica e Paisagística A ideia de uma cperaçã internacinal, à escala reginal é na Eurpa anterir à Cnferência d Ri. Cm efeit, em Setembr de 1990, sb a égide d Cnselh da Eurpa, a 6ª Cnferência Ministerial Eurpeia sbre Ambiente aprvu uma Estratégia de Cnservaçã para a Eurpa, estratégia essa que enuncia bjectivs e princípis: Salvaguarda das espécies, ds ecssistemas e ds prcesss naturais; Prmçã d desenvlviment sustentável; C respnsabilizaçã de tds s sectres pela cnservaçã da natureza. A estratégia permitiu, ainda, desenvlviment de um fórum para a crdenaçã reginal na execuçã das decisões relevantes das Cnferências das Partes (COP) da Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica (CDB). Plíticas da Uniã Eurpeia i) Estratégia Eurpeia em Matéria de Diversidade Bilógica A cnservaçã da bidiversidade e as estratégias para a sua cnservaçã, sã tdavia precupações bastante anterires na Uniã. A Estratégia Eurpeia em matéria de Diversidade Bilógica, apresentada na cmunicaçã da Cmissã a Cnselh e a Parlament Eurpeu, de 4 de Fevereir de 1998, COM (98) 42 desenvlve se em trn de quatr temas centrais: cnservaçã e utilizaçã sustentável da diversidade bilógica; partilha ds benefícis resultantes da utilizaçã ds recurss genétics; investigaçã, identificaçã, mnitrizaçã e intercâmbi de infrmações; educaçã, frmaçã e sensibilizaçã d públic. N que se refere à cnservaçã e utilizaçã sustentável da diversidade bilógica, assumem se cm bjectivs a cnservaçã u recnstituiçã ds ecssistemas e espécies n seu mei natural, bem cm a cnservaçã ds ecssistemas nde as espécies, as variedades de culturas e as raças de animais dméstics desenvlveram características específicas. Precniza se, também, a utilizaçã sustentável ds recurss naturais, tend presente que a perda de bidiversidade afecta gravemente a sustentabilidade, na medida em que reduz capital de recurss naturais em que se baseia própri desenvlviment scial e ecnómic. A estratégia valriza a apsta na Rede Natura e a imprtância da agricultura na cnservaçã da bidiversidade, prpnd que a Plítica Agrícla Cmum assimile s nvs cnceits relativs à cnservaçã da diversidade bilógica. Em matéria de partilha ds benefícis resultantes da utilizaçã ds recurss genétics a Estratégia da Cmunidade Eurpeia, de harmnia cm dispst na CDB, apnta para princípi d acess as recurss genétics sem prejuíz ds direits sberans de cada Estad sbre s seus própris recurss, que nã incluem a faculdade de fixar restrições indevidas, bem cm para a distribuiçã ds benefícis da bitecnlgia, incluind pr via das assciações de investigaçã e cmérci entre frnecedres e utilizadres ds recurss genétics, a transferência de tecnlgia, a cperaçã

3 científica e técnica e a valrizaçã ds cnheciments, invações e práticas de cmunidades indígenas e lcais. N cas da investigaçã, identificaçã, mnitrizaçã e intercâmbi de infrmações, a Estratégia da Uniã Eurpeia entendeu dever ser fmentada a investigaçã, privilegiand se investiment na identificaçã, catalgaçã e mnitrizaçã das cmpnentes da bidiversidade, seu estad de cnservaçã e respectivas ameaças, bem cm n apurament ds métds adequads de salvaguarda da bidiversidade, sem descurar a investigaçã fundamental neste dmíni e a necessidade de desenvlver a cmpreensã d funcinament da bisfera. Pr utr lad, sublinha se a imprtância da cperaçã internacinal e da cnslidaçã d mecanism de intercâmbi (clearing huse mechanism) previst na Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica), cnstitui instrument para intercâmbi internacinal de infrmações sbre a bidiversidade, prmvend a cperaçã científica e técnica. O quart tema central da Estratégia da Cmunidade Eurpeia em matéria de Diversidade Bilógica é a educaçã, frmaçã e sensibilizaçã d públic, cnsideradas essenciais para sucess de muitas acções a favr da bidiversidade. ii) Directiva Aves A Directiva Cmunitária 79/409/CEE, mais cnhecida pr Directiva Aves é a legislaçã mais antiga da Uniã Eurpeia para a cnservaçã in situ da diversidade bilógica. Tend sid necessária uma abrdagem pan eurpeia para crdenar e apiar as iniciativas nacinais, em particular as relativas à migraçã transfrnteiriça de aves. A Directiva pretende que cada um ds Estads Membrs tme as medidas necessárias para garantir a prtecçã das ppulações selvagens das várias espécies de aves n seu territóri e impõe a necessidade de prteger áreas suficientemente vastas de cada um ds diferentes habitats utilizads pelas diversas espécies, alem diss: Restringe e regulamenta cmérci de aves selvagens; Limita a actividade da caça a um cnjunt de espécies; Príbe certs métds de captura e abate; Inclui uma lista cm espécies de aves que requerem medidas rigrsas de cnservaçã d seu habitat. Cada Estad Membr da Uniã Eurpeia classificu cm Znas de Prtecçã Especial (ZPE) as extensões e s habitats d seu territóri que se revelem de mair imprtância para essas espécies. As ZPE declaradas pr cada Estad Membr integram directamente a Rede Natura iii) Directiva Habitats A Directiva nº 92/43/CEE D Cnselh, estabeleceu um quadr cmum para a cnservaçã das espécies e habitats em perig na UE. Esta directiva briga s Estads Membrs a designar e gerir Znas de Cnservaçã Especial (ZCE) para a cnservaçã ds habitats. Um cnjunt de princípis de gestã, ajuda a estabelecer equilíbri entre cnservaçã e necessidades sóci ecnmicas, enquant medidas específicas de cnservaçã sã aplicáveis a espécies particularmente vulneráveis. Cada Estad Membr teve de elabrar uma Lista Nacinal de Sítis para apresentar à Cmissã cm base em critéris específics. Seguidamente, a partir das várias Listas Nacinais e através de um prcess de análise e discussã entre s Estads Membrs e a Cmissã, fram seleccinads s Sítis de Imprtância Cmunitária (SIC), pr Regiã Bigegráfica. Após seis ans, cada Estad Membr deverá designar estes Sítis cm Znas Especiais de Cnservaçã (ZEC) que serã psterirmente integradas na Rede Natura

4 iv) Rede Natura A sétima Cnferência das Partes COP7 realizada em Kuala Lumpur em 2004, adptu um Prgrama de Trabalh para estabelecer, até 2010 para as znas terrestres e até 2012 para as znas marítimas, sistemas nacinais e reginais de áreas prtegidas integradas numa rede glbal, eclgicamente representativs e gerids de frma eficaz. A cmpnente cmunitária desta rede glbal e que já existia antes da COP7 é a NATURA 2000, uma rede estabelecida pelas directivas Aves e Habitats, que frnece um quadr eclógic cerente para as áreas prtegidas, de md a garantir a cnservaçã a lng praz das espécies e habitats mais ameaçads da Eurpa. A Natura 2000 visa a incrpraçã ds principais pnts crítics de bidiversidade na Eurpa e a prtecçã ds serviçs ds ecssistemas vitais. Cmplementa utras áreas prtegidas da vida selvagem estabelecidas a nível nacinal, reginal e lcal. Os Estads Membrs estã brigads a cnservar exemplares ds habitats mais ameaçads da Eurpa (pr exempl, dunas csteiras d Mediterrâne, charnecas secas e turfeiras altas) cm sítis da rede Natura Em 2005, s 15 Estads Membrs iniciais da UE já tinham definid a quase ttalidade ds seus sítis da rede Natura 2000, que representavam cerca de 18% d territóri cnjunt. Cm alargament, em 2004, a área terrestre da UE fi aumentada em cerca de 58%, incrprand muitas nvas áreas cm diversidades bilógicas distintas e ricas. Estratégias Nacinais Estratégia Nacinal de Cnservaçã da Natureza e da Bidiversidade (ENCNB) A ENCNB fi publicada na RCM nº 152/2001, resulta da necessidade de cumpriment da brigaçã jurídica internacinalmente assumida pr Prtugal n cntext da Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica e na Estratégia da Uniã Eurpeia em matéria de Diversidade Bilógica e Directivas Aves e Habitats. A ENCNB, cm praz de execuçã até a an 2010, assume três bjectivs gerais: 1 Cnservar a Natureza e a diversidade bilógica, incluind s elements ntáveis da gelgia, gemrflgia e palentlgia; 2 Prmver a utilizaçã sustentável ds recurss bilógics; 3 Cntribuir para a prssecuçã ds bjectivs visads pels prcesss de cperaçã internacinal na área da cnservaçã da Natureza em que Prtugal está envlvid, em especial s bjectivs definids na Cnvençã sbre a Diversidade Bilógica, designadamente a cnservaçã da bidiversidade, a utilizaçã sustentável ds seus cmpnentes e a partilha justa e equitativa ds benefícis prvenientes da utilizaçã ds recurss genétics. A lcalizaçã gegráfica e as características gefísicas e edafclimáticas d territóri prtuguês, mdeladas pela intervençã humana cm intensidade e significad variáveis cnsante as regiões e as épcas, deram rigem a uma grande variedade de biótps, ecssistemas e paisagens, mais u mens humanizads, a qual prpicia a existência de um elevad númer de habitats, que albergam uma grande diversidade de espécies cm s seus múltipls genótips. A ENCNB frmula 10 pções estratégicas para a plítica de cnservaçã da natureza e da bidiversidade, de entre as quais é de destacar a pçã n.º 2, relativa à cnstituiçã da Rede Fundamental de Cnservaçã da Natureza (RFCN) e d Sistema Nacinal de Áreas Classificadas (SNAC), integrand neste a Rede Nacinal de Áreas Prtegidas (RNAP), criada pel Decret Lei n.º 19/93, de 23 de Janeir. Cncretizand a referida pçã, Decret lei nº 142/2008 cria a RFCN, a qual é cmpsta pelas áreas nucleares de cnservaçã da natureza e da bidiversidade integradas n SNAC e pelas áreas de reserva eclógica nacinal, de reserva agrícla nacinal e d dmíni públic hídric.

5 O Plan Estratégic Nacinal (PEN) define quais s mecanisms de api à cnservaçã da natureza e da bidiversidade (ver pnt 3.3). Znas de Prtecçã Especial e Lista Nacinal de Sítis Tal cm fi referid anterirmente, n espaç da Uniã, a primeira grande acçã cnjunta ds Estads Membrs para cnservaçã d patrimóni natural crreu em 1979, cm a publicaçã da Directiva n. 79/409/CEE, d Cnselh, de 2 de Abril, relativa à cnservaçã das aves selvagens (directiva aves) cm bjectiv de prtecçã, gestã e cntrl das espécies de aves que vivem n estad selvagem n territóri da Uniã Eurpeia. A mencinada prtecçã passa, nmeadamente, pela designaçã de Znas de Prtecçã Especial (ZPE), crrespndentes as habitats cuja salvaguarda é priritária para a cnservaçã das ppulações de aves. Prtugal transpôs esta directiva para a rdem jurídica interna através d Decret Lei n. 75/91, de 14 de Fevereir. Em 1993, s Estads membrs da Uniã Eurpeia publicam aquele que é cnsiderad principal act de direit cmunitári n dmíni da cnservaçã da Natureza: a Directiva n. 92/43/CEE, d Cnselh, de 21 de Mai, relativa à cnservaçã ds habitats naturais e da fauna e da flra selvagens (directiva habitats). Este diplma visa a cnservaçã da bidiversidade, através da cnservaçã ds habitats naturais e da fauna e da flra selvagens d territóri da Uniã Eurpeia, nmeadamente mediante a criaçã de um cnjunt de sítis de interesse cmunitári, designads cm znas especiais de cnservaçã (ZEC). Prtugal transpôs esta directiva para a rdem jurídica interna através d Decret Lei n. 226/97, de 27 de Agst. A Directiva n. 92/43/CEE prevê estabeleciment de uma rede eclógica eurpeia de znas especiais de cnservaçã, a Rede Natura 2000, que englbará as ZEC e as ZPE. Tend em cnta âmbit cmplementar das directivas aves e habitats, a regulamentaçã interna fi actualizada nmeadamente através da substituiçã ds Decrets Leis n. s 75/91, de 14 de Fevereir, e 226/97, de 27 de Agst, pel Decret Lei nº 140/99, de 24 de Abril, cm a redacçã que lhe fi dada pel Decret Lei nº 49/2005, que define s prcediments a adptar em Prtugal para sua aplicaçã. Em Prtugal cntinental, Madeira e Açres e n cas das Znas de Prtecçã Especial (Aves) fram declaradas 47 ZPE. Inicialmente fram delimitadas 28 ZPE criadas a abrig d Decret Lei n.º 384 B/99, de 23 de Setembr, psterirmente Decret Regulamentar n.º 6/2008 de 26 de Fevereir, aumentu significativamente númer de ZPE s tend em vista a cnservaçã das aves espepárias. Pr utr lad, a Lista Nacinal de Sítis (Habitats) fi aprvada em duas fases: a Resluçã d Cnselh de Ministrs nº 142/97, de 28 de Agst, publicu a 1ª fase da Lista cntend 31 Sítis, a Resluçã d Cnselh de Ministrs n.º 76/2000 aprvu a 2ª fase, que cntém 29 Sítis (DR n.º 153, série I B de 5/7/00). A Rede Natura 2000 cbre 21% d territóri nacinal e é cnstituída em 61% pr área agrícla e flrestal Bidiversidade dméstica animal e de espécies vegetais As estratégias glbais, eurpeias u a estratégia a nível da FAO admitiram desde inici a imprtância da diversidade bilógica e genética na agricultura cm factr insubstituível de desenvlviment sustentável da prduçã agrícla e d espaç rural. O Plan Estratégic Nacinal (PEN) define que será a Plítica de Desenvlviment Rural a assegurar a manutençã da diversidade dméstica na agricultura (pnt 3.3). Prtugal dispõe de um imprtante patrimóni genétic que imprta cnservar. Em terms de bidiversidade dméstica animal estã identificadas 33 raças autóctnes, algumas ameaçadas d pnt de vista de cnservaçã ds recurss genétics. N cas das espécies agríclas vegetais, encntram se

6 identificadas e caracterizadas 51 variedades de fruteiras e 5 variedades de espécies hrtíclas, tradicinais e reginais, cm ptencial para gerar mais valias, algumas ameaçadas de extinçã. N sentid de preservar este patrimóni é necessári actuar em duas vertentes: Cnservaçã: É imprtante incentivar a cnservaçã, ex situ e in situ, ds recurss genétics na agricultura (incluind a cnservaçã e desenvlviment ds recurss genétics in situ/na explraçã). Abrangend tds s recurss genétics, vegetais, micrbians u animais que sejam u pssam vir a ser úteis n dmíni da agricultura e d desenvlviment rural, incluind s recurss genétics flrestais, de acrd cm as necessidades da plítica agrícla cmum, cm vista à cnservaçã ds recurss genétics e a uma mair utilizaçã das raças e variedades subutilizadas na prduçã agrícla. Investigaçã: A inventariaçã descentralizada amplamente acessível das clecções ex situ (bancs de genes), ds meis in situ (recurss) e das bases de dads actualmente existentes, Caracterizaçã e avaliaçã de recurss genétics agríclas u animais, Desenvlviment de estratégias para prmver a utilizaçã ds recurss genétics vegetais e animais subtilizads, sã exempls de linhas de investigaçã que prmvem cnheciment e prmçã da bidiversidade agrícla e que sã apiadas pela Uniã. N cas cncret de Prtugal, a nível de cnservaçã e investigaçã de recurss genétics agríclas, será de destacar Banc de Germplasma Animal situad em Santarém, e Banc Prtuguês de Germplasma vegetal, lcalizad em Braga.

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