Métricas de Inovação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Métricas de Inovação"

Transcrição

1 Métricas de Inovação Apresentação CRI - FDC ( ) T. Canova

2 Por que medir a Inovação? Inovação : design, invention, development and/or implementation of new or altered products, services, processes, systems, organizational structures or business models for the purpose of creating new value for customers and financial returns for the firm Criação de valor Ruptura ou incremental Captura de valor Fonte: The Advisory Committee on Measuring Innovation in the 21st CenturyEconomy (2008)

3 Por que medir a Inovação? Métricas representam um processo sistemático de coleta de dados relacionados a fatores considerados relevantes e indicativo do curso das práticas em diversas facetas da dinâmica empresarial relacionadas aos alvos preestabelecidos pela empresa ou ações de benchmarking Clark (2001) Análise crítica Escolha Priorização Entradas e saídas Continuidade Ciclo Objetivos Metas Estratégia

4 Inovação A Inovação está entre as 3 primeiras prioridades para 65% dos executivos Fonte: McKinsey Global Survey 2008 Assessing Innovation Metrics Existe um gap entre a necessidade de inovar e a mensuração da inovação (indicadores)

5 Inovação Em um contexto no qual a inovação é cada vez mais estratégica para as organizações: - seus executivos estão cada vez mais insatisfeitos com os resultados - apenas 1/3 destes, acreditam que os indicadores de inovação estejam adequados Fonte: BCG Senior Survey 2008 Measuring Innovation 2208

6 Benefícios da adoção de indicadores de inovação Natureza do objetivo objetiva subjetiva Estabelecimento de metas Alocação de recursos Diagnóstico Comunicação Comparação (benchmark) Dimensão mais intangível, ligada à motivação das pessoas e à marca / imagem da organização Dimensão mais interna e evidente na organização, voltada ao plano tático / operacional Dimensão mais estratégica na qual a inteligência competitiva alimenta o processo de inovação interna externa Dimensão na Organização

7 Tipos de Inovação entrada processo saída intensidade Descrevem o fluxo de recursos que alimenta o processo de inovação na organização processo Descrevem a gestão do pipeline de projetos (funil de inovação) resultado Descrevem o fluxo de resultados obtidos pela organização através do processo de inovação Investimento em P&D (operacional, pessoal, ativos físicos) Porcentual do faturamento investido em P&D Porcentagem de pesquisadores na organização Porcentagem de mestres ou doutores na P&D Valor do funil (VPL, etc..) Taxa de sucesso de projetos Time to market médio Número de idéias geradas por unidade de tempo Numero de implantadas por unidade de tempo Faturamento com novos produtos (2, 3 ou 5 anos) Margem (de contribuição ou bruta) obtida a partir de novos produtos Satisfação dos clientes Ganhos de competitividade (redução de custos) em projetos de inovação Número de patentes geradas Tempo para atingir a previsão de volume

8 eficácia e eficiência entrada processo saída intensidade Descrevem o fluxo de recursos que alimenta o processo de inovação na organização processo Descrevem a gestão do pipeline de projetos (funil de inovação) resultado Descrevem o fluxo de resultados obtidos pela organização através do processo de inovação P R I Ex: Faturamento novos produtos / no projetos geridos R Ex: MC novos produtos / custo P&D Eficiência Eficácia

9 inovação mais utilizados I P P R P P P R P indicadores de processo são objetivos e de fácil rastreabilidade (interna), sendo os mais comumente utilizados Fonte: BCG Senior Survey 2008 Measuring Innovation 2208

10 intensidade de inovação intensidade Descrevem o fluxo de recursos que alimenta o processo de inovação na organização processo Descrevem a gestão do pipeline de projetos (funil de inovação) resultado Descrevem o fluxo de resultados obtidos pela organização através do processo de inovação vantagens Fáceis de obter no seio da organização De alta previsibilidade, integrando planos de longo prazo De baixa especificidade, são facilmente extensíveis a toda organização De fácil comparação intra e inter organizações De fácil comunicação interna e externa (baixa complexidade) desvantagens Trazem pouca informação sobre o potencial inovador da organização e sim, de sua disponibilidade de recursos De difícil contabilização rigorosa (Inovação é muito mais que P&D) De pouca utilidade se tomados isoladamente Temporalmente muito distantes dos indicadores de resultado Pouco utilizados para fins decisórios armadilhas Altos índices podem denotar eficácia com baixa eficiência Longos ciclos de projeto (elevado time-to-market) dificultam correlações Podem sofrer grandes variações pontuais, em função do contexto da empresa que não predefinem resultados Indicadores subestimando o investimento em inovação (dependendo da natureza do negócio)

11 processo de inovação intensidade Descrevem o fluxo de recursos que alimenta o processo de inovação na organização processo Descrevem a gestão do pipeline de projetos (funil de inovação) resultado Descrevem o fluxo de resultados obtidos pela organização através do processo de inovação vantagens Fáceis de gerenciar (dimensão interna) Permitem a integração da sustentabilidade no processo de inovação Estão na base da excelência operacional, repercutindo comumente em outras áreas De fácil e efetiva comunicação interna desvantagens De difícil comparação entre organizações (benchmarking) Comumente táticos (pouco estratégicos) Muito dependentes da qualidade das análises críticas armadilhas Processos eficientes baseados em premissas pouco sólidas Processos eficientes sem alinhamento suficiente com a estratégia da empresa Formalização excessiva e pesada Profusão de indicadores irrelevantes

12 sustentabilidade no processo de inovação Phase 0 Phase 1 Phase 2 Phase 3 Phase 4 Phase 5 A B D E F Indicadores sustentabilidade visam manter o equilíbrio do processo e não sua intensidade C V f = 4 x 5% = 0,2MR$ V f = 8 x 10% = 0,8 MR$ V f = 4 x 30% = 1,2 MR$ V f = 4 x 60% = 2,4 MR$ V f = 4 x 80% = 3,2 MR$ V f = 7,8 MR$ f a se do f unil

13 resultado de inovação intensidade Descrevem o fluxo de recursos que alimenta o processo de inovação na organização processo Descrevem a gestão do pipeline de projetos (funil de inovação) resultado Descrevem o fluxo de resultados obtidos pela organização através do processo de inovação vantagens Representam a base de valor da Inovação (resultado) eficácia Validadores do processo de Inovação De fácil comparação externa De fácil e efetiva comunicação interna e externa desvantagens Muito afetados pelo contexto da inovação (e não apenas pelo processo de inovação) De difícil contabilização rigorosa (como separar a quota-parte da inovação?) armadilhas Inovação totalmente diluída no contexto, levando a irrelevância do indicador Falta de análise crítica, levando a decisões errôneas (falta de análise de eficiência) Ilusão do resultado rápido (maximização dos indicadores de eficiência) precedendo o colapso da inovação Longos ciclos de projeto (elevado time-tomarket) dificultam correlações Profusão de indicadores irrelevantes

14 Desvios temporais nos indicadores de resultado despesas ganhos Longos ciclos de projeto tornam difícil a correlação dos indicadores de resultado com o processo de inovação

15 A armadilha das métricas financeiras Métricas financeiras tendem a aproximar projetos de inovação de projetos de estruturação (mais tangíveis e previsíveis), levando à distorções de análise Fonte: Innovation Killers How financial tools destroy your capacity to do new things; Christensen, C et al (2008)

16 Missão da Organização: tipo de inovação Qual é a missão da inovação? lançar produtos/serviços derivados de existentes? lançar produtos/serviços novos para a organização? lançar produtos/serviços novos para o mundo? Se sim: Inovação incremental (produtos derivados) Inovação imitativa Inovação ruptura preço Valor capturável A inovação na organização preferencialmente: custo impacto sobre o preço do produto ou serviço? ou impacto sobre o custo do produto ou serviço? ideação, customer innovation, etc.. eficiência de processo, alocação de recursos P&D, etc..

17 Intensidade de inovação Fonte: Global Innovation Excellence Study 2005 Arthur D. Little

18 Road map para o estabelecimento do bons indicadores de inovação 1) Entender qual é a missão da inovação na organização Criar rupturas? Manter o portfólio atualizado? Crescer ou defender posição? 2) Quais são os pontos que precisam ser reforçados na organização? Intensidade da Inovação? Processo de inovação? Resultados de Inovação? Análise do processo interno? Benchmarking? Comunicação? 3) Escolher um conjunto de indicadores que permita responder as duas primeiras perguntas pelo menos um indicador de intensidade, processo e resultado pelo menos um indicador voltado para a eficiência pelo menos um indicador voltado para a sustentabilidade 4) Coletar dados com rigor (mesmo que isso tome tempo) 5) Realizar um benchmarking cuidadoso 6) Estabelecer metas coerentes

19 Road map para o estabelecimento do bons indicadores de inovação 7) Alinhar as metas com a estratégia da organização 8) Formar e engajar a equipe nos indicadores, fazendo preferencialmente com que ela reconheça e valide as metas 9) Estabelecer fóruns para discussão e criação de uma cultura de indicadores de inovação 10) Embasar decisões com base nos indicadores (legitimização) 11) Comunicar internamente os indicadores 12) Estabelecer uma frequencia de análise crítica avaliar a pertinência dos indicadores criar novos indicadores mais adaptados à atividade da organização deixar de utilizar os indicadores que não trazem respostas à organização

20 Inovação Muito obrigado!

Métricas de Inovação

Métricas de Inovação Métricas de Inovação Apresentação CRI - FDC (14.12.2010) T. Canova Inovação A Inovação está entre as 3 principais prioridades para 65% dos executivos Fonte: McKinsey Global Survey 2008 Assessing Innovation

Leia mais

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos 1 Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Sátiro Santiago Junior 1. Introdução A estruturação de processos voltados para a medição e monitoramentos das

Leia mais

Gestão de Valor e VMO. Cyrus Associados Apoio em Projetos

Gestão de Valor e VMO. Cyrus Associados Apoio em Projetos Gestão de Valor e VMO Cyrus Associados Como definimos sucesso de uma iniciativa temporária (projetos ou programas)? Agenda Cyrus Associados 1. VALOR como elo entre estratégia, portfolio de programas e

Leia mais

A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa

A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa Luiz Rogério S. Santos Empreendedor de Negócios e Marketing Corporativo Sábia Experience www.sabiax.com.br

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Processos de Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos. Daniel F. Arcoverde

Processos de Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos. Daniel F. Arcoverde Processos de Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos Daniel F. Arcoverde Agenda Definição de inovação Motivação Processos de Desenvolvimento de Novos Produtos (NPD) Classes de Modelos de NPD Problemas

Leia mais

MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS. 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc.

MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS. 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc. MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc. PRINCÍPIOS ANÁLISE ESTRATÉGICA (FOfA) BALANCED SCORECARD (BSC) EVOLUÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. ESCOLAS DE PENSAMENTO

Leia mais

Da ideia ao mercado Um caminho de percalços

Da ideia ao mercado Um caminho de percalços Da ideia ao mercado Um caminho de percalços CONTEXTO REGULATÓRIO % da ROL a ser investido em P&D Investimento Recolhimento SEGMENTO P&D Light FNDCT MME Light SESA 0,2% 0,2% 0,1% Light Energia 0,4% 0,4%

Leia mais

Gerenciamento de Portfólio. A validação financeira de seu portfolio e análises de impacto Siemens PLM João Vassallo

Gerenciamento de Portfólio. A validação financeira de seu portfolio e análises de impacto Siemens PLM João Vassallo Gerenciamento de Portfólio A validação financeira de seu portfolio e análises de impacto Siemens PLM João Vassallo Realize innovation. Gerenciamento de Portfólio O dilema da gestão Investimento? (Pay back

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

O Desenvolvimento de Novos Produtos Importância, abordagens e metodologias. Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI

O Desenvolvimento de Novos Produtos Importância, abordagens e metodologias. Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. INOVAÇÃO DE PRODUTO 2. RISCOS NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS 3. DETERMINANTES DE SUCESSO DE DNP 4. O CICLO DE DNP 2 01. INOVAÇÃO DE PRODUTO 3 01.

Leia mais

Tema: Big Data, Analytics...a Tecnologia a Favor do RH Palestrante: Alberto Roitman

Tema: Big Data, Analytics...a Tecnologia a Favor do RH Palestrante: Alberto Roitman Tema: Big Data, Analytics...a Tecnologia a Favor do RH Palestrante: Alberto Roitman Em que consiste o BIG DATA Tratamento de grande conjuntos de dados cuja coleta, gestão e processamento que supera a

Leia mais

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br COBIT Governança de TI Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br Sobre mim Juvenal Santana Gerente de Projetos PMP; Cobit Certified; ITIL Certified; OOAD Certified; 9+ anos de experiência em TI; Especialista

Leia mais

Balanced Scorecard - BSC Indicadores de. Prof. Douglas Rocha, M.Eng.

Balanced Scorecard - BSC Indicadores de. Prof. Douglas Rocha, M.Eng. Balanced Scorecard - BSC Indicadores de Desempenho Prof. Douglas Rocha, M.Eng. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estratégica 2. Definições de Visão Estratégica 3. Vantagem competitiva 4. Posicionamento Estratégico

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos. Dezembro de 2011. Introdução

Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos. Dezembro de 2011. Introdução Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos Dezembro de 2011 Introdução Este relatório foi elaborado com o objetivo de apresentar as atividades relacionadas à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência

Leia mais

C.R.M. Prof. Fulvio Cristofoli. Customer Relationship Management. Parte 2. fulviocristofoli@uol.com.br www.fulviocristofoli.com.br

C.R.M. Prof. Fulvio Cristofoli. Customer Relationship Management. Parte 2. fulviocristofoli@uol.com.br www.fulviocristofoli.com.br C.R.M. Customer Relationship Management Parte 2 Prof. Fulvio Cristofoli fulviocristofoli@uol.com.br www.fulviocristofoli.com.br Mudança a Organizacional Mudança na cultura organizacional. Todas as áreas

Leia mais

Consultoria Estratégica. PMSolution Consultoria

Consultoria Estratégica. PMSolution Consultoria PMSolution Consultoria Nossa Atuação Cliente Governança Corporativa Governança de TI Áreas de Conhecimento Consultoria Estratégica Gerenciamento de Projetos e Portfólio Tecnologia Capacitação Confidencial

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Agenda Apresentação Planejamento Estratégico Stratec Perguntas Agenda David Azevedo davidazevedo@hotmail.com (019) 99764-4664 Clientes dos Segmentos Eletrodomésticos Home Appliances

Leia mais

Como é possível desenvolver os novos produtos certos na primeira vez e sempre?

Como é possível desenvolver os novos produtos certos na primeira vez e sempre? RESUMO DA SOLUÇÃO CA Clarity e Nova for PPM da Kalypso Como é possível desenvolver os novos produtos certos na primeira vez e sempre? agility made possible Obtenha as ferramentas e informações necessárias

Leia mais

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO Março/2010 A empresa A Empresa nasceu em março de 1977, como uma farmácia de manipulação, no centro de Curitiba. Durante seus 32 anos, evoluiu por diferentes cenários,

Leia mais

Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI

Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI COBIT Processos de TI Aplicativos Informações Infraestrutura Pessoas O que é o CObIT? CObIT = Control Objectives for Information and Related

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE

COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 COMECE CERTO QUESTÕES FUNDAMENTAIS PARA O PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE NOVOS NEGÓCIOS OBJETIVO DO DEBATE Apresentar

Leia mais

Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR

Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR 2 CHECKLIST Sim Não Construindo o futuro Tenho um Plano de Vida que consulto com frequência. Tenho uma visão clara a respeito de para

Leia mais

Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos

Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos A importância da aplicação de um processo de desenvolvimento de produtos André L. C. Silveira, PMP Não importa o segmento em que sua empresa atue,

Leia mais

SAD orientado a MODELO

SAD orientado a MODELO Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry SAD orientado a MODELO DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão SAD Orientado a Modelo De acordo com ALTER

Leia mais

WebAnalytics. presença digital

WebAnalytics. presença digital WebAnalytics presença digital 1. WebAnalytics O que é WA Monitoramento e reporte sobre o uso das mídias digitais para que se possa ter melhor entendimento entre as interações dos visitantes e as ações

Leia mais

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI INTRODUÇÃO Aumento da Importância do Software Software está em tudo: Elemento crítico

Leia mais

Multiplicando Resultados com a Evolução dos Processos de Software Ernani Ferrari Chief-consultant ernani.ferrari@mondostrategies.

Multiplicando Resultados com a Evolução dos Processos de Software Ernani Ferrari Chief-consultant ernani.ferrari@mondostrategies. Multiplicando Resultados com a Evolução dos Processos de Software Ernani Ferrari Chief-consultant ernani.ferrari@mondostrategies.com AGENDA Importância dos Processos Atenção à Qualidade e Produtividade

Leia mais

João Telles Corrêa Filho Março de 2010

João Telles Corrêa Filho Março de 2010 Administrar é medir. Esta frase dá bem a medida da importância de contarmos com bons indicadores. Mas, afinal, o que são e porque usar medidas de desempenho? Estas medidas, também chamadas de indicadores

Leia mais

Gestão do Valor Tecnológico

Gestão do Valor Tecnológico Maison do Conhecimento Grupo ECC Gestão do Valor Tecnológico A Tecnologia Gerenciada como Ativo CONFIDENCIAL Sobre o Grupo ECC www.grupoecc.com.br O grupo é formado por empresas de consultoria, tecnologia,

Leia mais

Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso

Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso Maicon G. Oliveira a (maicongdo@gmail.com); Henrique Rozenfeld b (roz@sc.usp.br) a,

Leia mais

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Margareth Carneiro, PMP, MSc PMI GovSIG past-chair PMA Diretora Executiva Wander Cleber da Silva, PhD Fundação Funiversa 1 O Guia do PMBoK O Guia

Leia mais

Os 10 Mandamentos da Gestão do Conhecimento

Os 10 Mandamentos da Gestão do Conhecimento 1 Os 10 Mandamentos da Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento é o tipo de tema que apaixona. Isso mesmo. Muitos se apaixonam, mas poucos casam. Só que deveriam. Parte da culpa desse estigma está

Leia mais

Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de geração de valor. Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa

Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de geração de valor. Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de geração de valor Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de

Leia mais

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios Governança de TI Parte 3 Modelo de Governança v2 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR Modelo de Governança de TI Modelo adaptação para qualquer tipo de organização Componentes do modelo construídos/adaptados

Leia mais

Agenda. Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI

Agenda. Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI Governança de TI Agenda Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI Modelo de Governança de TI Uso do modelo

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia. Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP

4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia. Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP 4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP Agenda Introdução ao Gerenciamento de Portfólio Identificar e Categorizar

Leia mais

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation.

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. O SoftExpert PPM Suite é a solução mais robusta, funcional e fácil para priorizar, planejar, gerenciar e executar projetos, portfólios

Leia mais

Introdução. Este roteiro tem a pretensão de servir como facilitador na construção de um plano de negócios compreensível e realista

Introdução. Este roteiro tem a pretensão de servir como facilitador na construção de um plano de negócios compreensível e realista 1 Introdução Empreender significa determinar um caminho para perseguir, ou qualquer caminho servirá. Uma vez no caminho, o sucesso dáse pela combinação entre visão, paixão e disciplina na execução. Já

Leia mais

MBA CONTROLES INTERNOS (COMPLIANCE)

MBA CONTROLES INTERNOS (COMPLIANCE) MBA CONTROLES INTERNOS (COMPLIANCE) Disciplinas Carga horária Gestão de Pessoas 12 Ética Empresarial 15 Cálculos Financeiros 18 Estatística 30 Contabilidade Societária e para Instituições Financeiras (com

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

PROPOSTA DE VALOR Apresentação Institucional

PROPOSTA DE VALOR Apresentação Institucional Logo da empresa cliente PROPOSTA DE VALOR Apresentação Institucional Data Nome dos Executivos CONFIDENCIAL Todos os direitos reservados Século XXI Crises, IPO e Oportunidades Consolidação de Mercado Novos

Leia mais

TRANSFORMANDO O DIÁLOGO ENTRE VENDAS E OPERAÇÕES PARA AUMENTAR AS VENDAS

TRANSFORMANDO O DIÁLOGO ENTRE VENDAS E OPERAÇÕES PARA AUMENTAR AS VENDAS TRANSFORMANDO O DIÁLOGO ENTRE VENDAS E OPERAÇÕES PARA AUMENTAR AS VENDAS UMA MELHOR COLABORAÇÃO E ALOCAÇÃO DE RESPONSABILIDADES RESULTANTE DA COORDENAÇÃO ENTRE VENDAS E OPERAÇÕES AUMENTA A COMPETITIVIDADE

Leia mais

Directores Comerciais

Directores Comerciais Produzido e desenvolvido pelo Sociser empresa 100% Angolana, partner do iir Cursos para Gestão Competitiva 1 e Inovadora Como planificar, controlar e tirar o máximo rendimento da sua EQUIPA de VENDAS 2

Leia mais

Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva

Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva Tempos de Mudança Mercados Tecnologia Pessoas Papel do Estado Escassez de Recursos Úteis no Longo Prazo Desdobramento dos Recursos 1 Missão Porque é que

Leia mais

Bunge. Gestão da Inovação

Bunge. Gestão da Inovação Bunge Gestão da Inovação Panorama da Empresa 2 Bunge Brasil 4 Bunge Brasil Principais Números - 2009: Faturamento bruto de US$ 15,4 bilhões. Exportações US$ 7,3 bilhões Volume de exportações 15,4 milhões

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: As Atividades de Manutenção devem ser pensadas estrategicamente de maneira a contribui para resultado da empresa rumo a Excelência

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Sistema de informações gerenciais Sistema de informações gerencial => conjunto de subsistemas de informações que processam dados e informações para fornecer

Leia mais

Planejamento Estratégico Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração

Planejamento Estratégico Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br )

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Agenda Conceitos básicos Necessidade de usar Lean IT Ambiente Benefícios para melhoria

Leia mais

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA XII Encontro da Rede Mineira de Propriedade Intelectual VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA Engª LOURENÇA F. DA SILVA Belo Horizonte - 05/11/2010 Lourença F. Silva - 05-11-2010 1 VALORAÇÃO DA TECNOLOGIA PARA VALORAR

Leia mais

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS SÉRIE ESPECIAL PCSS A GOVERNANÇA EM TI, SEU DIFERENCIAL E APOIO AO CRESCIMENTO Prof. Acrisio Tavares G GOVERNANÇA EM

Leia mais

Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto

Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto BALANCED SCORECARD Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto Por que a Implementação da Estratégia torna-se cada vez mais importante? Você conhece a Estratégia de sua Empresa? Muitos líderes

Leia mais

Construção da Arquitetura de Processos

Construção da Arquitetura de Processos Webinar: Construção da Arquitetura de Processos Foco na Proposta de Valor, Governança e Agilidade Maurício Bitencourt, CBPP Business Transformation Expert 03 de março de 2015 linkedin.com/in/mbitencourt

Leia mais

Movimento Brasil Competitivo

Movimento Brasil Competitivo Movimento Brasil Competitivo O NOVO CONPI Conselho das Partes Interessadas Irani Carlos Varella Presidente do CONPI Assessor do Presidente da Petrobras Belém, 25 de setembro de 2007 Revisão das Atribuições

Leia mais

PMO DE SUCESSO PRECISA TER FOCO! Uma proposta de modelo para Escritórios de Projetos

PMO DE SUCESSO PRECISA TER FOCO! Uma proposta de modelo para Escritórios de Projetos PMO DE SUCESSO PRECISA TER FOCO! Uma proposta de modelo para Escritórios de Projetos por Mario Trentim em http://blog.mundopm.com.br/2013/01/21/pmo-de-sucesso-precisa-terfoco/ Caro amigo leitor, que tal

Leia mais

Como a TI pode criar e demonstrar o valor para a organização? Mesa Redonda. Realização:

Como a TI pode criar e demonstrar o valor para a organização? Mesa Redonda. Realização: Como a TI pode criar e demonstrar o valor para a organização? Mesa Redonda Apoio Realização: Introdução Como estamos acostumados a ouvir as promessas de alinhar estrategicamente TI e Negócio? Introdução

Leia mais

FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL. Osmar Saito

FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL. Osmar Saito FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL Professor Titular do CEA Centro de Estudos Automotivos Professor MBA em Gestão da Inovação FGV Professor de Pós Graduação

Leia mais

Missão, Visão e Valores da Techint Engenharia e Construção. Código: FR-MA-MNG-001-01 R02

Missão, Visão e Valores da Techint Engenharia e Construção. Código: FR-MA-MNG-001-01 R02 da Techint Engenharia e Construção Código: FR-MA-MNG-001-01 R02 15 de Julho de 2008 Missão Nossa missão é agregar valor aos nossos acionistas e clientes através da prestação de serviços de Engenharia,

Leia mais

Como estruturar uma área de Inteligência Competitiva

Como estruturar uma área de Inteligência Competitiva Como estruturar uma área de Inteligência Competitiva Elisabeth Gomes IV Congresso de Inteligência Competitiva SUCESSURJ 04/03/2006 Rio de Janeiro Só para relembrar Inteligência Competitiva (IC) é um processo

Leia mais

CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA. Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br

CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA. Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br Custos... afinal, o que é isto? São essencialmente medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que

Leia mais

Planejamento Estratégico e de Marketing

Planejamento Estratégico e de Marketing 1 Planejamento Estratégico e de Marketing Introdução Empreender significa determinar um caminho para perseguir, ou qualquer caminho servirá. Uma vez no caminho, o sucesso dáse pela combinação entre visão,

Leia mais

O FATOR HUMANO EM PROJETOS DE TI

O FATOR HUMANO EM PROJETOS DE TI 1 O FATOR HUMANO EM PROJETOS DE TI 2 INTRODUÇÃO O FATOR HUMANO E OS FATORES QUE IMPACTAM PROCESSOS EM PROJETOS DE TI Mudança de paradigma: humano é o ponto central fator humano Processos Normas Normas

Leia mais

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Eduardo Alves de Oliveira eduaopec@yahoo.com.br SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados Rua Pacheco Leão, 1235 - Fundos

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos Em conformidade com a metodologia PMI 1 Apresentações Paulo César Mei, MBA, PMP Especialista em planejamento, gestão e controle de projetos e portfólios, sempre aplicando as melhores

Leia mais

Modelo de Maturidade Organizacional de Gerência de Projetos. Organizational Project Management Maturity Model - OPM3

Modelo de Maturidade Organizacional de Gerência de Projetos. Organizational Project Management Maturity Model - OPM3 Modelo de Maturidade Organizacional de Gerência de Projetos Introdução Organizational Project Management Maturity Model - OPM3 Um trabalho voluntário A idéia de um modelo não é novidade, as organizações

Leia mais

Gestão Estratégica, Inovação e Competitividade Carlos Gustavo Fortes Caixeta www.carlosgustavocaixeta.com.br

Gestão Estratégica, Inovação e Competitividade Carlos Gustavo Fortes Caixeta www.carlosgustavocaixeta.com.br Gestão Estratégica, Inovação e Competitividade Carlos Gustavo Fortes Caixeta www.carlosgustavocaixeta.com.br GESTÃO ESRATÉGICA POR QUE E PARA QUE?? Gestão VAMO INO... Market Driven Management TQM QFD ISO9000

Leia mais

GTI Governança de TI. GTI como Ativo Estratégico. GTI - Um Ativo Estratégico 1

GTI Governança de TI. GTI como Ativo Estratégico. GTI - Um Ativo Estratégico 1 GTI Governança de TI GTI como Ativo Estratégico GTI - Um Ativo Estratégico 1 GTI Um Ativo Estratégico Para pensar: Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos pelo mesmo nível

Leia mais

Borland: Informatizando TI. João Carlos Bolonha jbolonha@borland.com

Borland: Informatizando TI. João Carlos Bolonha jbolonha@borland.com Borland: Informatizando TI João Carlos Bolonha jbolonha@borland.com Software Diferentes Níveis Extrair o Máximo Valor para o Negócio Eficiência Vantagem Competitiva Copyright 2007 Borland Software Corporation.

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Introdução Prof. Dr. Alexandre H. de Quadros Planejamento: processo desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de um modo mais eficiente, eficaz e efetivo, com a melhor

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Benchmarking da cadeia de suprimentos

Benchmarking da cadeia de suprimentos Benchmarking da cadeia de suprimentos Aline Ribeiro Introdução O quão eficiente é o supply chain da minha empresa? A estrutura de custos logísticos está adequada? Os indicadores de nível de serviço logístico

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTE: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São

Leia mais

IV Seminário Internacional. Maturidade em Gerenciamento de Projetos. Como Medir o Nível de Maturidade em GP de uma Empresa

IV Seminário Internacional. Maturidade em Gerenciamento de Projetos. Como Medir o Nível de Maturidade em GP de uma Empresa IV Seminário Internacional Maturidade em Gerenciamento de Projetos Como Medir o Nível de Maturidade em GP de uma Empresa Palestrante: Leon Herszon F.,MSc, PMP Leon Herszon F., MSc, PMP Diretor Executivo

Leia mais

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15%

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15% Através da CARTA TRIMESTRAL ATMOS esperamos ter uma comunicação simples e transparente com o objetivo de explicar, ao longo do tempo, como tomamos decisões de investimento. Nesta primeira carta vamos abordar

Leia mais

MBA em Gestão de Ativos.

MBA em Gestão de Ativos. /biinternational /biinternational MBA em Gestão de Ativos. Unidade WTC www.biinternational.com.br O B.I. International O B.I. International é uma escola de educação executiva que propõe um Modelo Único

Leia mais

Engenharia e Consultoria em Gestão. Buscando Soluções Criativas para a sua Empresa

Engenharia e Consultoria em Gestão. Buscando Soluções Criativas para a sua Empresa Buscando Soluções Criativas para a sua Empresa A Empresa A INFORGEL nasceu com o propósito de buscar soluções criativas para o seu negócio nas seguintes áreas de atuação: Gestão Geral de: Empresas / Negócios,

Leia mais

www.pwc.com.br Como melhorar a gestão da sua empresa?

www.pwc.com.br Como melhorar a gestão da sua empresa? www.pwc.com.br Como melhorar a gestão da sua empresa? Como melhorar a gestão da sua empresa? Melhorar a gestão significa aumentar a capacidade das empresas de solucionar problemas. Acreditamos que, para

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

A próxima grande ideia: integrando inovação e gerenciamento de portfólio Usando o software IBM Rational Focal Point e as soluções Brightidea

A próxima grande ideia: integrando inovação e gerenciamento de portfólio Usando o software IBM Rational Focal Point e as soluções Brightidea Software IBM Inovação e Gerenciamento de Portfólio A próxima grande ideia: integrando inovação e gerenciamento de portfólio Usando o software IBM Rational Focal Point e as soluções Brightidea 2 A próxima

Leia mais

Quanto vale FINANÇAS. Miguel A. Eiranova é diretor da área de corporate finance da Price Waterhouse, firma que integra a PricewaterhouseCoopers.

Quanto vale FINANÇAS. Miguel A. Eiranova é diretor da área de corporate finance da Price Waterhouse, firma que integra a PricewaterhouseCoopers. Quanto vale O preço de uma empresa, referência fundamental nas negociações de qualquer tentativa de fusão ou aquisição, nunca é aleatório. Ao contrário, sua determinação exige a combinação da análise estratégica

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

O marketing entre as organizações

O marketing entre as organizações O marketing entre as organizações Alex Carneiro Preparado especialmente para a Coppead/UFRJ Definições Marketing Industrial Marketing Empresarial Gestão de Mercado Business to Business Marketing B2B Business

Leia mais

Pimenta de Ávila: SAP Business One suporta crescimento da empresa

Pimenta de Ávila: SAP Business One suporta crescimento da empresa Picture Credit Customer Name, City, State/Country. Used with permission. Pimenta de Ávila: SAP Business One suporta crescimento da empresa Geral Executiva Nome da Pimenta de Ávila Consultoria Ltda. Indústria

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Workshop 2011 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Agência Nacional de Transportes Aquaviários O MAPA ESTRATÉGICO ANTAQ 2 Missão Assegurar à sociedade

Leia mais

Prêmio Nacional de Inovação. Caderno de Avaliação. Categoria. Gestão da Inovação

Prêmio Nacional de Inovação. Caderno de Avaliação. Categoria. Gestão da Inovação Prêmio Nacional de Inovação 2013 Caderno de Avaliação Categoria Gestão da Inovação Método: Esta dimensão visa facilitar o entendimento de como podem ser utilizados sistemas, métodos e ferramentas voltados

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES DESENHO DE SERVIÇO Este estágio do ciclo de vida tem como foco o desenho e a criação de serviços de TI cujo propósito será realizar a estratégia concebida anteriormente. Através do uso das práticas, processos

Leia mais

Lean e Data Science para levar o turismo brasileiro a outro patamar

Lean e Data Science para levar o turismo brasileiro a outro patamar Lean e Data Science para levar o turismo brasileiro a outro patamar Bruno Pereira CTO do HotelUrbano em 2014 Trabalha com métodos ágeis desde de 2007 Fundador e CEO da Rivendel Tecnologia Lean Startups/Innovation

Leia mais

Balanced Scorecard. Resumo Metodológico

Balanced Scorecard. Resumo Metodológico Balanced Scorecard Resumo Metodológico Estratégia nunca foi foi tão tão importante Business Week Week Entretanto... Menos de de 10% 10% das das estratégias efetivamente formuladas são são eficientemente

Leia mais

HKKMS-KMIRC Seminar by Professor Rivadavia C. de Avarenga Neto

HKKMS-KMIRC Seminar by Professor Rivadavia C. de Avarenga Neto MAKING INNOVATION WORK: Knowledge Creation at the intersection of technology and business models Rivadávia C. Drummond de Alvarenga Neto, Dr. HSM Executive Education - Brazil 1 Source: http://www.klatergoud.com/2011/02/the-unbearable-lightness-of-design-thinking/

Leia mais

Este material contém um resumo da avaliação realizada pela FDC e seus parceiros. A coleta de dados foi realizada durante julho e agosto de 2013.

Este material contém um resumo da avaliação realizada pela FDC e seus parceiros. A coleta de dados foi realizada durante julho e agosto de 2013. O que é o estudo? É uma avaliação bianual criada em 2012 pelo Núcleo de Sustentabilidade da FDC para observar o estado de arte da gestão sustentável nas empresas brasileiras. Na edição de 2014, contamos

Leia mais

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES?

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? Os indicadores permitem avaliação do desempenho da instituição, segundo três aspectos relevantes: controle, comunicação e melhoria. (MARTINS & MARINI, 2010,

Leia mais

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES Fábio S. de Oliveira 1 Daniel Murara Barcia 2 RESUMO Gerenciar informações tem um sido um grande desafio para as empresas diante da competitividade

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão. Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian

Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão. Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian A Experian No mundo líder de mercado Londres Nottingham Grupo de origem

Leia mais