Política de investimento na Comunidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política de investimento na Comunidade"

Transcrição

1 Política de investimento na Comunidade Galp Energia in NR-006/2014

2 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu o compromisso de promover o desenvolvimento das comunidades onde exerce a sua atividade, através de ações de investimento social e de cariz filantrópico, por meio de donativos pecuniários, em tempo ou em espécie. Nos termos do Código de Ética, constitui compromisso da GALP ENERGIA contribuir para a promoção da qualidade de vida e desenvolvimento socioeconómico das comunidades onde opera. Tendo em consideração o contexto indicado, a GALP ENERGIA considera fundamental definir e aplicar uma política específica no âmbito do Investimento na Comunidade que estruture a sua atuação nesta matéria, de forma a garantir a justiça e o rigor na alocação de recursos, necessariamente escassos, e na avaliação dos benefícios gerados na comunidade. Esta necessidade nasce do reconhecimento da responsabilidade da Galp Energia para com as comunidades envolventes, por um lado, como forma de gerir os impactes da sua atividade e, por outro lado, como ator de promoção do desenvolvimento económico e social das mesmas. Assim, alinhada com a Missão, Visão e matriz de Valores que inspiram a sua atividade, com a sua Estratégia de Sustentabilidade e Política de Responsabilidade Corporativa e com os princípios e temas fundamentais constantes dos diversos referenciais nacionais e internacionais de Responsabilidade Social, a Galp Energia define a presente Política de Investimento na Comunidade. Page 2 of 6

3 2. OBJETIVO O objetivo da presente política consiste em dotar a GALP ENERGIA de uma Política de Investimento na Comunidade (IC) que estabeleça as diretrizes para uma atuação do grupo GALP ENERGIA nestas matérias e que defina critérios para a identificação de projetos, para a atribuição de contribuições e para a avaliação dos benefícios gerados por essas contribuições, libertando, sempre que possível, os recursos apropriados à satisfação das necessidades previamente identificadas. 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO A presente política aplica-se a todas as Unidades Orgânicas do Grupo GALP ENERGIA e às Sociedades Participadas em que a Galp Energia detenha 50% ou mais do capital social. Os membros dos órgãos de gestão das Sociedades Participadas devem assegurar a aplicação e implementação da presente Norma à respetiva sociedade. 4. PRINCÍPIOS DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO NA COMUNIDADE A GALP ENERGIA empenhar-se-á em contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde está inserida, de acordo com as seguintes linhas de orientação: a. Proceder à avaliação permanente e objetiva da realidade das comunidades onde está inserida de forma a conhecer as suas necessidades e a estruturar respostas adaptadas a cada uma dessas realidades e alinhadas com as atividades que desenvolve em cada uma das geografias onde está presente, de forma a promover a geração de resultados permanentes e transformadores, alinhados com as necessidades e as prioridades das comunidades em causa e integrados nas correspondentes estratégias e politicas locais e nacionais; Page 3 of 6

4 b. Colocar a energia como pilar principal da sua atuação, disponibilizando produtos, serviços, conhecimento e mão-de-obra neste domínio que alavanquem projetos estruturados susceptíveis de gerar benefícios duradouros e transformadores; c. Conceber e implementar projetos próprios e/ou apoiar projetos de entidades terceiras nas áreas do Ambiente e Eficiência Energética, na área da Saúde e Segurança e na área do Capital Humano; d. Maximizar o envolvimento nos projetos de partes interessadas de cada comunidade, do setor público, do setor empresarial e do setor da economia social, numa lógica de parceria, visando a maximização de sinergias entre as partes e promovendo a troca de experiências, recursos, conhecimentos, competências e esforços; e. Criar condições para a inovação social, promovendo negócios sociais e inclusivos, como forma de induzir oportunidades de crescimento e geração de riqueza na comunidade, evitando situações de dependência face aos contributos recebidos da Empresa; f. Monitorizar todas as contribuições relacionadas com a comunidade, avaliando os benefícios que as mesmas geraram para as entidades beneficiárias, para os seus beneficiários diretos, para o ambiente, e para a Empresa, de forma a garantir a alocação criteriosa e justa de recursos e a otimização dos resultados gerados por cada contribuição; Page 4 of 6

5 Por outro lado, a GALP ENERGIA compromete-se a avaliar regularmente o desempenho da organização ao nível do Investimento na Comunidade, definindo metas, objetivos e indicadores, que permitam rever, atualizar e melhorar continuamente esta política, assegurando que a mesma se mantém adequada à sua realidade e aos contextos onde ela opera e, bem assim, a divulgar esta política interna e externamente, a todas as suas Partes Interessadas, de forma responsável e transparente, comunicando o desempenho do Grupo ao nível do Investimento na Comunidade. Page 5 of 6

6 5. DISPOSIÇÕES FINAIS A presente Política não prejudica as políticas anteriormente aprovadas em domínios específicos, devendo ser assumida e implementada, na prática, por todos os níveis de gestão e hierárquicos da GALP ENERGIA, com o compromisso visível de todos e cada um dos Colaboradores que façam parte da Organização. Para qualquer questão relacionada com a Política de Compensação deverá ser utilizado o seguinte contacto: Correio eletrónico: Page 6 of 6

Política de direitos humanos

Política de direitos humanos Política de direitos humanos Galp Energia in NR-002/2014 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu os seguintes compromissos em matéria

Leia mais

Guia do Voluntário EDP

Guia do Voluntário EDP Apresentação O presente é uma das três partes distintas do Manual do Voluntariado EDP. O Manual do Voluntariado foi concebido desta forma, conforme o público-alvo a que se destina, para facilitar a sua

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta visa dar a conhecer de forma inequívoca aos colaboradores, clientes, entidades públicas, fornecedores e, de uma forma geral, a toda a comunidade os valores preconizados, vividos e exigidos pela empresa,

Leia mais

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em:

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em: O Grupo Galp Energia, através dos seus órgãos máximos de gestão, entende que uma organização responsável, para além de respeitar integralmente toda a legislação aplicável geral e/ou específica incorpora

Leia mais

ControlVet Segurança Alimentar, SA.

ControlVet Segurança Alimentar, SA. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A ControlVet Segurança Alimentar, S.A. é uma empresa de referência nacional na prestação de serviços de segurança alimentar, em franca expansão

Leia mais

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Dezembro de 2012 INTRODUÇÃO As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO GALP ENERGIA

POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO GALP ENERGIA POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO GALP ENERGIA A crescer com a exploração e produção 1. OBJECTIVO Dotar a Galp Energia de uma Política de Combate à Corrupção, assente num sistema de gestão de referência

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016-30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015-30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL APRESENTAÇÃO A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais do mundo, com operações em

Leia mais

Como primeiro passo, a celebração do Acordo de Parceria constitui a assunção clara e inequívoca de um conjunto de princípios, dos quais salientaria:

Como primeiro passo, a celebração do Acordo de Parceria constitui a assunção clara e inequívoca de um conjunto de princípios, dos quais salientaria: Exma. Senhora Diretora Regional da Qualificação Profissional, Exmo. Senhor Presidente do Instituto de Desenvolvimento Empresarial, Exmo. Senhor Presidente do Instituto de Emprego, Exmo. Senhor Presidente

Leia mais

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 O que é Inovação? Produção, assimilação e exploração com êxito da novidade, nos domínios económico e social. Livro Verde para a Inovação (Comissão Europeia, 1995) 2 Os territórios

Leia mais

Código de Ética. Âmbito de aplicação

Código de Ética. Âmbito de aplicação Código de Ética Âmbito de aplicação O Código de Ética agora publicado busca orientar as ações da Energias do Brasil S.A. e de suas Controladas ( Energias do Brasil ) cujo âmbito de aplicação considera

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Bruna Medeiros David de Souza Advogada. Pós-graduanda em Direito Civil pela Faculdade de Direito Milton Campos. A função social da

Leia mais

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim.

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. Empreendedorismo privado geração de riquezas Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. 1 Modelo de gestão com mais de 80 anos, originalmente relacionado

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DA ESEPF

POLÍTICA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DA ESEPF POLÍTICA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DA ESEPF 1. Política de investigação científica da ESEPF para 2015-2017: objetivo prioritário Compreendendo-se que a promoção da investigação científica orientada e

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA 1. Introdução A materialização da Missão, Visão e Valores de uma Empresa traduz-se na actuação quotidiana dos seus colaboradores, de acordo com práticas éticas consensuais

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático CI Competitividade e Internacionalização Prioridades de investimento: 11.2 Aprovado

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

O diretor da escola faz a diferença!

O diretor da escola faz a diferença! O diretor da escola faz a diferença! COMO ESTIMULAR A MOTIVAÇÃO? Encorajar a conduta ética. Incentivar o trabalho em equipe. Ser exemplo de orgulho por pertencer à escola. Relacionamentos genuínos criam

Leia mais

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 Senhor Presidente da Assembleia Legislativa Regional, Excelência Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira, Excelência Senhoras e Senhores Secretários Regionais Senhoras

Leia mais

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Mesa-Redonda: Responsabilidade Social Empresarial 23-24 de Novembro de 2006 Mário Páscoa (Wyeth/ Painel Febrafarma) E-mail: pascoam@hotmail.com

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

( Imagens a passar ) Entidade sediada no edifício da Tagus Valley / Tecnopolo Alferrarede

( Imagens a passar ) Entidade sediada no edifício da Tagus Valley / Tecnopolo Alferrarede ( Imagens a passar ) Entidade sediada no edifício da Tagus Valley / Tecnopolo Alferrarede EMPRESA A Nessundorma, criada em 15 de Julho de 2013 e certificada pela DGERT em Junho de 2014, insere-se no domínio

Leia mais

O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT?

O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT? Cosme 1 O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT? Neste EU Report abordamos, em particular, o COSME, o novo programa quadro europeu para a competitividade das Empresas e das PME (pequenas e médias

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS 1 I. COMPROMISSO ÉTICO Para além das normas legais aplicáveis, as relações que se estabelecem entre os membros do Conselho de Administração e

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas. 1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,

Leia mais

1. Âmbito. 2. Objetivo

1. Âmbito. 2. Objetivo Programa Tradições Locais e Regionais 2015 1. Âmbito 1.1. Este regulamento estabelece as normas de participação no Programa Tradições Locais e Regionais 2015, um programa anual promovido pela EDP Gestão

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS SISTEMA DE APOIO ÀS AÇÕES COLETIVAS INTERNACIONALIZAÇÃO Índice 1. Objetivo temático, prioridade de investimento e objetivo específico... 3 2. A área geográfica

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA Conteúdo 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. SGI-AMAZUL... 3 4. SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE... 3 5. QUALIDADE... 4 6. DOCUMENTAÇÃO... 5 6. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 6 7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA...

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 03/08/2010 Pág.01 POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 1. INTRODUÇÃO 1.1 A Política de Comunicação da CEMIG com a Comunidade explicita as diretrizes que

Leia mais

O PAPEL DO SECRETARIADO NA IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS. Cláudia Kniess e Maria do Carmo Todorov

O PAPEL DO SECRETARIADO NA IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS. Cláudia Kniess e Maria do Carmo Todorov O PAPEL DO SECRETARIADO NA IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS Cláudia Kniess e Maria do Carmo Todorov AGENDA INTRODUÇÃO Conceitos de Sustentabilidade x Desenvolvimento Sustentável Projetos Sustentáveis

Leia mais

Gestão da Inovação - CEMIG. Arlindo Porto Neto Diretor Vice-Presidente (DVP) Data:03/06/2011

Gestão da Inovação - CEMIG. Arlindo Porto Neto Diretor Vice-Presidente (DVP) Data:03/06/2011 Gestão da Inovação - CEMIG Arlindo Porto Neto Diretor Vice-Presidente (DVP) Data:03/06/2011 Sustentabilidade Mineirão Solar Cemig classificada no Índice Dow Jones de Sustentabilidade DJSI World nos últimos

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME

CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME NATUREZA DO PROGRAMA O Programa Formação-Acção PME consiste num itinerário de Formação e Consultoria Especializada (Formação-Acção Individualizada), inteiramente

Leia mais

Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Informação de Referência: EEA PT02 PA objetivo Bom Estado Ambiental nas águas marinhas e costeiras da Europa EEA PT02

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

FÓRMULA DE CRIAÇÃO DE VALOR

FÓRMULA DE CRIAÇÃO DE VALOR Por Rodrigo Cantusio Segurado A Cirrus Management Consulting criou a metodologia Fórmula de Criação de Valor para orientar as organizações a avaliar a aderência do modelo de gestão, atividades, investimento

Leia mais

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03 Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente Índice Página Índice 01 Introdução 02 Pressupostos 02 Dimensões da Avaliação 03 Domínios e Indicadores da Avaliação 03 Níveis de Desempenho da Avaliação

Leia mais

GUIA DE APOIO. Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013

GUIA DE APOIO. Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013 GUIA DE APOIO Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013 Gabinete de Qualificação Avenida António Augusto de Aguiar, 3D 1069-030 Lisboa

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO 21-4-2015 UNIÃO EUROPEIA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Fundos Europeus Estruturais e de Investimento Índice A. Madeira 14-20 Instrumentos de Apoio ao tecido empresarial.

Leia mais

Política de Gestão de Pessoas

Política de Gestão de Pessoas julho 2010 5 1. Política No Sistema Eletrobras, as pessoas são agentes e beneficiárias do fortalecimento organizacional, contribuindo para a competitividade, rentabilidade e sustentabilidade empresarial.

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS REGULAMENTO REGULAMENTO Artigo 1.º - Enquadramento O Concurso de Ideias para a Criação de Empresas Inovadoras é uma iniciativa do BICMINHO no âmbito da execução da operação n.º NORTE-07-0364-FEDER-000006 Apoio à Criação

Leia mais

ativos intangíveis 1 A Telefónica quer basear a sua liderança na vivência dos seus valores... Relatório Anual 2002 Com a sociedade

ativos intangíveis 1 A Telefónica quer basear a sua liderança na vivência dos seus valores... Relatório Anual 2002 Com a sociedade ativos intangíveis 1 A Telefónica quer basear a sua liderança na vivência dos seus valores... Com os nossos acionistas e investidores Transparência Rentabilidade Com os nossos clientes Qualidade Cumprimento

Leia mais

Relatório de Responsabilidade Social da SOLFUT

Relatório de Responsabilidade Social da SOLFUT 1 Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 Construir um mundo melhor começa num Sonho. Quem sonha, partilha o sonho e envolve os outros para agirem. E como diz o poeta a obra nasce! 2 Índice 1. Introdução

Leia mais

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11. Sistema de Incentivos Qualificação de PME

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11. Sistema de Incentivos Qualificação de PME AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11 Sistema de Incentivos Qualificação de PME CONTRATAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ALTAMENTE QUALIFICADOS DOMÍNIO DA COMPETITIVIDADE

Leia mais

Portugal Brasil Moçambique Polónia

Portugal Brasil Moçambique Polónia www.promover.pt www.greatteam.pt Portugal Brasil Moçambique Polónia QUEM SOMOS - Prestamos serviços técnicos de consultoria de gestão e formação nos diversos setores da economia. - Presentes em Lisboa,

Leia mais

Lançamento. 25/agosto/2009

Lançamento. 25/agosto/2009 Lançamento Programa de Voluntariado Empresarial Sabesp 25/agosto/2009 Cenário externo Modelo de desenvolvimento insustentável; Desequilíbrio ambiental e escassez de recursos naturais; Aumento da pobreza,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento ético

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

COMISSÃO DE VENCIMENTOS DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA

COMISSÃO DE VENCIMENTOS DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA COMISSÃO DE VENCIMENTOS DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA Exmo. Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sonae Indústria, SGPS, S.A., Lugar do Espido, Via Norte 4470-177 Maia Ponto nº 6 PROPOSTA A Comissão

Leia mais

(18) Capitalização de bonificações de juros, contribuições para prémios de garantias (se for caso disso)

(18) Capitalização de bonificações de juros, contribuições para prémios de garantias (se for caso disso) L 271/20 ANEXO I Índice anotado de um acordo de financiamento entre uma autoridade de gestão e um intermediário financeiro Índice: (1) Preâmbulo (2) Definições (3) Âmbito e objeto (4) Objetivos políticos

Leia mais

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado Business Case 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL CLARA, RIGOROSA E TRANSPARENTE COM O MERCADO ENQUADRAMENTO Na economia

Leia mais

Acordo de Acionistas. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Diretrizes da CPFL de Energia Governança S.A. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário I Introdução 3 II Estrutura Corporativa

Leia mais

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1 Incentivos à CONTRATAÇÃO Abril 2015 I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Introdução... 4 1.1. Enquadramento... 4 1.2. Objetivos

Leia mais

MECENATO DESPORTIVO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO

MECENATO DESPORTIVO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO O QUE É? Mecenas são as pessoas singulares ou colectivas que apoiam, através da concessão de donativos, entidades públicas ou privadas que exerçam acções relevantes para

Leia mais

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável jump4innovation Plataforma Web de apoio à Gestão Melhoria, Inovação & Empreendedorismo Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável Conteúdo Gestao da Inovacao, Melhoria e Empreendedorismo

Leia mais

Consolidação de Contas

Consolidação de Contas A Valorgest soluções de gestão Consolidação de Contas especialização Serviços / Produtos produtividade Quem somos Missão Valores Abordagem DADIT-M Objetivos da consolidação Consolidação de Grupos Municipais

Leia mais

Copa do Mundo da FIFA 2014. Estratégia de Sustentabilidade - Conceito

Copa do Mundo da FIFA 2014. Estratégia de Sustentabilidade - Conceito Copa do Mundo da FIFA 2014 Estratégia de Sustentabilidade - Conceito Versão 2 maio de 2012 PREFÁCIO A Copa do Mundo da FIFA é a maior competição esportiva de uma única modalidade do planeta e o impacto

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

Os Princípios Éticos e o Código de Conduta compõem o Código de Ética do IRB-Brasil Re.

Os Princípios Éticos e o Código de Conduta compõem o Código de Ética do IRB-Brasil Re. 1. Código de Ética 1.1. Introdução Os Princípios Éticos e o Código de Conduta compõem o Código de Ética do IRB-Brasil Re. O IRB-Brasil Re valoriza a reflexão ética como forma de aprimorar comportamentos

Leia mais

PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS DOCENTES

PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS DOCENTES PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS DOCENTES DEZEMBRO/2009 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONSENHOR MESSIAS Presidente : Adélio Araujo de Faria Vice- presidente : Dirceu José Rocha 1ª Secretário : Euza Mércia Araujo Drummond

Leia mais

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa Manual de Governança Corporativa Sumário 1. Definição.... Objetivo... 3. Da Contextualização da PREVIMINAS... 3.1. Arcabouço Legal e Regulatório... 3.. A Identidade da PREVIMINAS... A Filosofia Empresarial

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

Workshop Abertura de candidaturas SAMA2020 Francisco Nunes

Workshop Abertura de candidaturas SAMA2020 Francisco Nunes Workshop Abertura de candidaturas SAMA2020 Francisco Nunes Gestor de Eixo Lisboa 1 de julho de 2015 DOMÍNIOS TRASNVERSAIS DOMÍNIOS TEMÁTICOS Portugal 2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO INCLUSÃO

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 23 de julho de 2015 ÍNDICE Pág. Introdução... 3 Objetivos... 3 Princípios gerais de atuação... 4 Princípios específicos de atuação... 7 Mecanismos de desenvolvimento,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS

CÓDIGO DE CONDUTA VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS GOdesign VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS CÓDIGO DE CONDUTA SONAE INDÚSTRIA, SGPS,SA Lugar do Espido Via Norte Apartado 1096 4470-177 Maia Portugal T. +351 220 100 400 F. +351 220 100 436 sonaeindustria@sonaeindustria.com

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli Café com Responsabilidade Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro Vitor Seravalli Manaus, 11 de Abril de 2012 Desafios que o Mundo Enfrenta Hoje Crescimento Populacional Desafios que o Mundo

Leia mais

servicos ambiente ccambiente ISO50001

servicos ambiente ccambiente ISO50001 servicos ambiente ccambiente ISO50001 Principais benefícios na implementação de um sistema de gestão de energia Promoção da eficiência energética na organização; Redução dos impactes ambientais, nomeadamente

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia.

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia. Avaliação de Desempenho- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Alinhamento do desempenho humano ao organizacional Veremos agora o alinhamento do desempenho humano ao organizacional. Segundo Souza (2005),

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOMÍNIO COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO PORTUGAL 2020

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOMÍNIO COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO PORTUGAL 2020 DOMÍNIO COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO PORTUGAL 2020 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO SISTEMAS DE INCENTIVOS MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA AÇÕES COLETIVAS

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A CAIXA A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional

Leia mais

EQUASS European Quality Assurance for Social Services. Apresentação e Estratégia para Implementação em Portugal

EQUASS European Quality Assurance for Social Services. Apresentação e Estratégia para Implementação em Portugal European Quality Assurance for Social Services Apresentação e Estratégia para Implementação em Portugal Índice 1. Apresentação 2 2. Princípios da Qualidade 3 3. Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais

Leia mais

ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP

ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP EVENTO CARBONO ZERO CADERNO DE PATROCINADOR ÍNDICE 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 ENQUADRAMENTO A ENERGIA NA CPLP ESTRUTURA DO EVENTO LOCAL ALTO PATROCÍNIO

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE PETRÓLEOS, S.A.U. (CEPSA) E DO SEU GRUPO DE EMPRESAS

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE PETRÓLEOS, S.A.U. (CEPSA) E DO SEU GRUPO DE EMPRESAS CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE PETRÓLEOS, S.A.U. (CEPSA) E DO SEU GRUPO DE EMPRESAS ÍNDICE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE PETRÓLEOS, S.A.U. (CEPSA) E DO SEU GRUPO

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

PERSPETIVA APCER. www.apcergroup.com. André Ramos Diretor de Marketing andre.ramos@apcer.pt

PERSPETIVA APCER. www.apcergroup.com. André Ramos Diretor de Marketing andre.ramos@apcer.pt PERSPETIVA APCER André Ramos Diretor de Marketing andre.ramos@apcer.pt Tópicos Perspetiva APCER Avaliação Preliminar ISO DIS 9001:2014 Transição ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 - disposições IAF e APCER

Leia mais

II Fórum de Empreendedorismo Social AMP 2020 Inovação Social e a Criação de Emprego

II Fórum de Empreendedorismo Social AMP 2020 Inovação Social e a Criação de Emprego II Fórum de Empreendedorismo Social AMP 2020 Inovação Social e a Criação de Emprego Luís Sousa, GRACE em representação da BioRumo 30 de Junho, Fundação Doutor António Cupertino de Almeida, Porto Maio 2012

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

NÚCLEO SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

NÚCLEO SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NÚCLEO SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL Mapa Estratégico da Indústria (2007-2015) 2015) Objetivo Criar a cultura da Responsabilidade Social nas Empresas, incorporando as suas políticas às estratégias corporativas,

Leia mais

DESPACHO N.º XXX 2014

DESPACHO N.º XXX 2014 DESPACHO N.º XXX 2014 No âmbito do seu Programa e do Memorando de Entendimento celebrado entre o Estado Português, a União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, o XIX Governo

Leia mais

Código de Ética do Grupo Pirelli

Código de Ética do Grupo Pirelli Código de Ética do Grupo Pirelli A identidade do Grupo Pirelli fundamenta-se historicamente em um conjunto de valores sempre seguidos e apoiados por todos nós. Esses valores, ao longo dos anos, permitiram

Leia mais

MANUAL DE PESSOAL. REFERÊNCIA : 1. Art. 212, parágrafo 5º da Constituição Federal; 2. Decreto-Lei nº 1422, de 23 de outubro de 1975;

MANUAL DE PESSOAL. REFERÊNCIA : 1. Art. 212, parágrafo 5º da Constituição Federal; 2. Decreto-Lei nº 1422, de 23 de outubro de 1975; EMI: 07.03.91 10 ª ROD VIG: 27.03.91 MÓD : 27 CAP : 1 1 MÓDULO 27 : SALÁRIO-EDUCAÇÃO CAPÍTULO 1 : APRESENTAÇÃO REFERÊNCIA : 1. Art. 212, parágrafo 5º da Constituição Federal; 2. Decreto-Lei nº 1422, de

Leia mais

Questionário para Instituidoras

Questionário para Instituidoras Parte 1 - Identificação da Instituidora Base: Quando não houver orientação em contrário, a data-base é 31 de Dezembro, 2007. Dados Gerais Nome da instituidora: CNPJ: Endereço da sede: Cidade: Estado: Site:

Leia mais

COMPROMISSO DOS NOTÁRIOS DA EUROPA PARA

COMPROMISSO DOS NOTÁRIOS DA EUROPA PARA COMPROMISSO DOS NOTÁRIOS DA EUROPA PARA 2020 para uma política de justiça europeia à altura dos desafios socioeconómicos OS NOSSOS 5 COMPROMISSOS PARA 2020 NOTÁRIOS DA EUROPA 1 Na qualidade de consultores

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais