Capítulo 3. Avaliação das capacidades internas de uma empresa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo 3. Avaliação das capacidades internas de uma empresa"

Transcrição

1 Capítulo 3 Avaliação das capacidades internas de uma empresa

2 O que uma análise interna nos diz? A análise interna nos permite ter um comparativo entre as capacidades da empresa Quais são as forças da empresa? Quais são as fraquezas da empresa? Como esses pontos fortes e fracos estão em relação aos concorrentes? 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-2

3 Por que a análise interna é importante? A análise interna ajuda uma empresa a: Determinar se seus recursos e capacidades são fontes de vantagem competitiva. Estabelecer estratégias que explorem fontes de vantagem competitiva Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-3

4 A teoria por trás da análise interna Visão baseada em recursos Desenvolvido para responder à pergunta: por que algumas empresas atingem desempenho econônomico melhor que outras? Usada para ajudar empresas a obter vantagem competitiva e desempenho econômico superior às outras. Assume que os recursos e capacidades de uma empresa são os fatores que levam à vantagem competitiva e ao desempenho econômico Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-4

5 Visão baseada em recursos Recursos e capacidades Recursos: Ativos tangíveis e intangíveis de uma empresa. - Tangíveis: fábricas, produtos Intangíveis: reputação Usada para conceber e implementar estratégias. Capacidades: Um subconjunto de recursos que permite à empresa um melhor aproveitamento dos outros recursos. - Conhecimento de mercado, relacionamento 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-5

6 Visão baseada em recursos Recursos e capacidades Ativos da empresa: Maquinário Design de produto Recrutamento Engenharia Depósitos de minério Recursos ou capacidades?????? 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-6

7 Visão baseada em recursos Quatro categorias de recursos Financeiros (dinheiro, lucro acumulado). Físicos (fábrica e equipamentos, prédios). Humanos (habilidades e capacidades individuais). Organizacionais (estrutura hierárquica, relacionamentos) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-7

8 Visão baseada em recursos Dois pontos críticos da VBR Recursos heterogêneos: - Empresas diferentes possivelmente terão recursos diferentes. Imobilidade de recursos: - Empresas sem certos recursos terão alto custo para adiquirir ou desenvolver esses recursos. - Alguns recursos podem ser difíceis de ser passados de uma empresa para outra Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-8

9 Visão baseada em recursos O que esse pontos significam? Se uma empresa tem recursos que são valiosos e outra não os possui, então Se outras empresas podem imitar esses recursos sem incorrerem em altos custos, logo A empresa que possuir os recursos mais valiosos ganharão e sustentarão a vantagem competitiva Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-9

10 Visão baseada em recursos Recursos heterogêneos Heterogeneidade de recursos surge como resultado da mistura de recursos e capacidades em uma empresa. Gestores de uma empresa podem misturar recursos homogêneos para obter combinações heterogêneas. Vantagem competitiva usualmente resulta do uso de vários recursos e capacidades diferentes usados em conjunto Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-10

11 Ferramenta de análise interna O sistema VRIO Quatro pontos importantes: Valor Raridade Imitabilidade Organização 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-11

12 O sistema VRIO Se uma empresa tem recursos que são: Valiosos, Raros e custosos de Imitar, e a empresa se Organiza para explorar esses recursos, então essa empresa poderá aproveitar uma vantagem competitiva sustentável Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-12

13 O sistema VRIO Aplicando a ferramenta Os recursos estão sujeitos a questões que determinarão sua implicação competitiva. Cada questão é considerada de forma comparativa (ambiente competitivo) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-13

14 Aplicando o sistema VRIO Valor Na teoria: o recurso permite à empresa explorar uma oportunidade ou neutralizar uma ameça externa? Na prática: o recurso resulta em um aumento das receitas, redução dos custos ou uma combinação desses dois fatores? (A força de marca X permite que ela cobre um preço premium pelo produto Y.) 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-14

15 Raridade Aplicando o sistema VRIO Se um recurso não é raro, então haverá uma dinâmica de perfeita competição (sem vantagem competitiva, sem margens altas). Um recurso deve ser raro o suficiente para que não exista uma dinâmica de competição perfeita. Assim, há raridade mesmo se outra firma possuir esse recurso, mas em pequena quantidade, mantendo assim a escassez (várias indústrias farmacêuticas vendem remédios para redução de colesterol, porém essas drogas continuam escassas os preços continuam altos) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-15

16 Aplicando o sistema VRIO Valiosos e Raros Se os recursos de uma empresa são: Sem Valor A empresa pode esperar: Desvantagem competitiva Valiosos, mas não Raros Valiosos e Raros Paridade competitiva Vantagem competitiva (ao menos temporária) 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-16

17 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade As vantagens competitivas temporárias de recursos raros e valiosos só podem ser sustentadas se os concorrentes enfrentarem desvantagens de custo ao tentarem imitar esse recurso. - Recursos intangíveis são usualmente mais custosos de imitar que recursos tangíveis (o estilo das motos Harley-Davidson pode ser imitado facilmente, já sua reputação, não) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-17

18 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade Se houver altos custos para a imitação de um recurso então a empresa detentora desse recurso desfrutará de um período de vantagem competitiva sustentada. - Uma vantagem desse tipo durará somente até um substituto surgir. Se uma empresa tem uma vantagem competitiva, outros tantarão imitar isso (as scooters foram um sucesso e logo imitadas) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-18

19 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade Custos da Imitação Condições históricas únicas Pioneirismo. Trajetória dependente Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-19

20 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade Custos da Imitação Ambigüidade (Southwest Airlines) Links entre recursos e vantagem competitiva podem não ser percebidos. Recursos usados em conjunto dificultam esse link entre recurso e vantagem competitiva Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-20

21 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade Custos da Imitação Complexidade social As relações sociais envolvidas nos recursos podem ser tão complexas que os gestores podem não conseguir replicá-los Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-21

22 Aplicando o sistema VRIO Imitabilidade Custos da Imitação Patentes Patentes podem ser uma faca de dois gumes. Oferece um período de proteção se a empresa é capaz de defender seu direito de patente. Quando a patente for aberta, isso diminuirá o custo e o tempo de imitação Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-22

23 Aplicando o sistema VRIO Valor, Raridade e Imitabilidade Se os recursos de uma empresa são: Valiosos, Raros, mas baratos de Imitar A empresa pode esperar: Vantagem competitiva temporária Valiosos, Raros e custoso de Imitar Vantagem competitiva sustentada 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-23

24 Organização Aplicando o sistema VRIO A estrutura e os mecanismos de controle de uma empresa devem estar alinhados para incentivar as pessoas a explorarem os recursos da empresa. Exemplo: estrutura de reporte formal ou informal, gerenciamento de controles, políticas de recompensa, relacionamentos etc. Essas estruturas e mecanismos de controle complementam os outros recursos da empresa juntos, esses recursos podem ajudar uma empresa a atingir vantagem competitiva sustentável (3M) Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-24

25 O sistema VRIO Valioso? Raro? Custoso de Imitar? Explorado pela Organização? Implicações competitivas Não Não Desvantagem Sim Não Paridade Sim Sim Não Vantagem temporária Sim Sim Sim Sim Vantagem sustentada 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-25

26 O sistema VRIO Valioso? Raro? Custoso de Imitar? Explorado pela Organização? Implicações competitivas Implicações econômicas Não Não Desvantagem Abaixo do normal Sim Não Paridade Normal Sim Sim Não Vantagem temporária Acima do normal Sim Sim Sim Sim Vantagem sustentada Acima do normal 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-26

27 Aplicação empresarial e internacional do sistema VRIO A lógica continua a mesma Empresas pequenas e iniciantes podem aplicar o sistema VRIO aos seus recursos e capacidades. - Vantagens competitivas em relação a empresas maiores. Compreender por que as grandes empresas enfrentam altos custos de imitação pode ser um fator de sucesso para empresas pequenas Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-27

28 Aplicação empresarial e internacional do sistema VRIO Contexto internacional Duas razões para a expansão internacional: 1) Explorar vantagens já existentes na empresa em um novo mercado. 2) Desenvolver novos recursos e capacidades em um mercado externo Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-28

29 Aplicação empresarial e internacional do sistema VRIO Contexto internacional Cuidado: Recursos e capacidades que geram vantagem em um mercado podem ou não gerar vantagem em um novo mercado. As empresas devem reaplicar a análise VRIO quando entrarem em um novo mercado 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-29

30 Aplicação empresarial e internacional do sistema VRIO Contexto internacional Assim que uma empresa entra em um novo mercado aprendizados são essenciais para o sucesso. - Quais recursos e capacidades seguem os critérios VRIO no novo mercado? - O que a empresa pode aprender com parceiros no novo mercado? (GM e Toyota na aliaça NUMMI) 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-30

31 Dinâmica competitiva da imitação de recursos Dinâmica competitiva As decisões estratégicas que as empresas tomam para combater as decisões estratégicas tomadas por outras empresas. Empresa B (respostas possíveis) Empresa A (decisões estratégicas que levam à vantagem competitiva) Sem ação Mudança de tática Mudança de estratégia 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-31

32 Dinâmica competitiva Resposta sem ação (Rolex Casio) Uma empresa pode optar por não entrar em ação porque: A outra empresa atua em um mercado diferente. Uma resposta pode prejudicar sua própria vantagem competitiva. A empresa não tem recursos nem capacidade para responder à altura. A empresa procura reduzir ou gerenciar a rivalidade por meio de conluio Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-32

33 Dinâmica competitiva Resposta mudança Tática Ações específicas - Mudança das características do produto Normalmente imitada tão rápida que não gera vantagem Estratégia Mudança conceitual grande Pode ser necessária se a estratégia atual se tornar obsoleta Uma mudança que não gere diferenciação pode atingir paridade, mas não vantagem 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-33

34 Dinâmica competitiva A imitação raramente gerará vantagem competititva As empresas devem usar seus recursos e capacidades para preencher espaços competitivos. Preço Qualidade Oferta da empresa-foco Oferta dos concorrentes Necessidade dos clientes 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-34

35 Dinâmica competitiva Estratégias similares podem levar à vantagem competitiva Algumas empresas podem chegar à vantagem competitiva mesmo se elas não forem as pioneiras. - Alta qualidade/ baixo custo pode gerar vantagem Preço Oferta da empresa-foco Oferta dos concorrentes Necessidade dos clientes Qualidade 2008 Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-35

36 Suposições Análise interna Determinação que o desempenho contábil é uma característica do nível da empresa (recursos e capacidades). - Empresas podem ter diferenças (heterogeneidade). - Diferenças podem ser duradouras (imobilidade). Vantagens competitivas precisam de recursos e capacidades que sigam os critérios VRIO Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-36

37 Visão baseada em recursos Recursos e capacidades Valiosos Raros Custosos de Imitar A Organização os explora Vantagens competitivas (VC) VCs serão sustentadas se: O custo de imitação das outras empresas não compensar. A empresa for voltada à exploração dessas vantagens Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-37

38 Nos diz: Gestão: Análise interna O que uma empresa deve fazer dadas as forças e fraquezas de seus recursos e capacidades. União de recursos e capacidades para atingir vantagem competitiva. O sistema VRIO ajuda os gerentes a reconhecer fontes de vantagem competitiva Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados. 3-38

10 Análise dos recursos internos

10 Análise dos recursos internos 177 10 Análise dos recursos internos Essa seção do trabalho tem como objetivo fazer a análise dos recursos internos das duas empresas pesquisadas, Globo e Vivo. Como referencial teórico será utilizado

Leia mais

2 Referencial Teórico

2 Referencial Teórico 20 2 Referencial Teórico Os principais objetivos do capítulo de referencial teórico, são fornecer, ao autor subsídios sólidos que facilitem a posterior fase de análise, e aos leitores a necessária contextualização

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

Prof. Marcopolo Marinho

Prof. Marcopolo Marinho Aula 05 Marketing Modelo E-C-D; Modelo de cinco forças de ameaças ambientais; Análise do Ambiente Externo; Ferramenta de mapeamento de processos e de planificação estratégica - 5w2h; O Plano Estratégico:

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Marketing Aula 04 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e

Leia mais

FATORES DETERMINANTES PARA ESCOLHA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM FACULDADES PRIVADAS DO PARANÁ: A VISÃO DISCENTE

FATORES DETERMINANTES PARA ESCOLHA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM FACULDADES PRIVADAS DO PARANÁ: A VISÃO DISCENTE XXVIENANGRAD FATORES DETERMINANTES PARA ESCOLHA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM FACULDADES PRIVADAS DO PARANÁ: A VISÃO DISCENTE Cléber da Silva Amado Marcos de Castro Luiz Fernando Lara Moisés Alexandre Lustosa

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

Vantagens Competitivas (de Michael Porter)

Vantagens Competitivas (de Michael Porter) Vantagens Competitivas (de Michael Porter) CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: SOARES, Claudio César. Introdução ao Comércio Exterior Fundamentos Teóricos do Comércio Internacional.

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Gestão dos Stakeholders Cap. 2 - A construção da Vantagem Competitiva

Gestão dos Stakeholders Cap. 2 - A construção da Vantagem Competitiva Gestão dos Stakeholders Cap. 2 - A construção da Vantagem Competitiva Profa. Dra. Thelma Rocha 1 Administração dos Públicos Estratégicos Vê a empresa como o centro de uma rede de públicos chamados de públicos

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS. 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc.

MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS. 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc. MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1 Prof. Martius v. Rodriguez y Rodriguez, pdsc. PRINCÍPIOS ANÁLISE ESTRATÉGICA (FOfA) BALANCED SCORECARD (BSC) EVOLUÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. ESCOLAS DE PENSAMENTO

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS COACHING EXECUTIVO O DESAFIO DOS EXECUTIVOS Os executivos das empresas estão sujeitos a pressões crescentes para entregarem mais e melhores resultados, liderando as suas organizações através de mudanças

Leia mais

A Análise DAFO. Toward a Theory of Library Administration Alan R. Samuels & Charles R. McClure.

A Análise DAFO. Toward a Theory of Library Administration Alan R. Samuels & Charles R. McClure. A Análise DAFO Nunca conseguiríamos atingir a plenitude sem a Teoria. Sobrepor-se-á sempre à prática, por uma simples razão: a prática é estática. Consegue fazer bem apenas o que sabe. Não tem, contudo,

Leia mais

Organização da Aula Empreendedorismo Aula 2 Competitividade: Século XXI Contextualização Vantagem Competitiva

Organização da Aula Empreendedorismo Aula 2 Competitividade: Século XXI Contextualização Vantagem Competitiva Empreendedorismo Aula 2 Prof. Me. Fabio Mello Fagundes Organização da Aula Competitividade Estratégia Ambiente das organizações Competitividade: Século XXI Hiperconcorrência Contextualização Economia globalizada

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI GUIA PARA MELHORAR O SEU Principais Práticas para a Proteção de PI PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI 2013 Centro para Empreendimento e Comércio Responsáveis TABELA DE CONTEÚDO CAPÍTULO 1: Introdução à Proteção

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

As Vantagens de um SAD

As Vantagens de um SAD Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry As Vantagens de um SAD DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão Tecnologia e Inovação Favorece no suporte à

Leia mais

ORGANIZATI ONAL AGILITY

ORGANIZATI ONAL AGILITY PMI PULSO DA PROFISSÃO RELATÓRIO DETALHADO A VANTAGEM COMPETITIVA DO GERENCIAMENTO EFICAZ DE TALENTOS ORGANIZATI ONAL ORGANIZATI ONAL AGILITY AGILITY MARÇO DE 2013 Estudo Detalhado Pulse of the Profession

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS EDUARDO COLOMBO PIUCCO

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS EDUARDO COLOMBO PIUCCO 1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS EDUARDO COLOMBO PIUCCO ESTUDO DE METODOS E PRÁTICAS PARA SE AVALIAR AS VARIÁVEIS

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção Gestão de Operações Introdução a Engenharia de Produção Operações e Produtividade Produção: criação de bens e serviços Gestão de operações: conjunto de atividades que criam os bens e serviços por meio

Leia mais

Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas

Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas 1º Simpósio Nacional de Auditoria de PPPs 15/05/2013 Roteiro da Apresentação 1. Motivação 2. Governo e Infraestrutura 3. Quando

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor?

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org): Sócio do Markestrat e coordenador do núcleo de estudos e projetos em gestão estratégica

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Existem três categorias básicas de processos empresariais:

Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Módulo 4.Estruturas Organizacionais

Módulo 4.Estruturas Organizacionais Módulo 4.Estruturas Organizacionais Como vimos anteriormente, a Abordagem Contingencial afirma que a forma de atuar da organização deve levar em conta o ambiente onde está inserida. Sua estrutura, igualmente,

Leia mais

Plano Aula 10 24/10/2011. - Exercício de Desenvolvimento Pessoal - Vantagem Competitiva Liderança em Custos

Plano Aula 10 24/10/2011. - Exercício de Desenvolvimento Pessoal - Vantagem Competitiva Liderança em Custos Plano Aula 10 24/10/2011 - Exercício de Desenvolvimento Pessoal - Vantagem Competitiva Liderança em Custos 1 Exercício de Desenvolvimento Pessoal O objetivo deste exercício é praticar os conceitos de Controle

Leia mais

Gerenciamento Estratégico

Gerenciamento Estratégico Gerenciamento Estratégico CREPÚSCULO DE UMA NOVA ERA O desafio mais importante de nossos dias é o encerramento de uma época de continuidade época em que cada passo fazia prever o passo seguinte e o advento

Leia mais

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 05 ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 26 à 30 1 AULA 05 DESAFIOS GERENCIAIS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Estudo das Cinco Forças de Porter para a Análise do Ambiente Competitivo ou Setorial. Aula - 5

Estudo das Cinco Forças de Porter para a Análise do Ambiente Competitivo ou Setorial. Aula - 5 Estudo das Cinco Forças de Porter para a Análise do Ambiente Competitivo ou Setorial Aula - 5 Modelo de Porter do Ambiente Competitivo 1- Ameaças de novos concorrentes que ingressam no setor Ameaças de

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Horton International Brasil Al. dos Maracatins, 992-A 11º andar, conj. 111 e 112 04089-001 São Paulo SP Tel: (+55 11) 5533-0322 www.horton.com.

Horton International Brasil Al. dos Maracatins, 992-A 11º andar, conj. 111 e 112 04089-001 São Paulo SP Tel: (+55 11) 5533-0322 www.horton.com. HORTON INTERNATIONAL EXECUTIVE SEARCH MANAGEMENT CONSULTANTS Horton International Brasil Al. dos Maracatins, 992-A 11º andar, conj. 111 e 112 04089-001 São Paulo SP Tel: (+55 11) 5533-0322 www.horton.com.br

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br 6C0N021 Contabilidade Gerencial Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br Programa da Disciplina Introdução e delimitações Importância da formação do preço de venda na gestão do lucro. Principais elementos

Leia mais

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade José Renato S. Santiago Júnior Para Pensar a Respeito... A Inovação tem se tornado um dos principais fatores de geração de riqueza e valor das organizações; Atualmente

Leia mais

Tipos de Sistemas de Informação

Tipos de Sistemas de Informação Tipos de Sistemas de Informação Parte 2 Aula 5 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr Classificação dos sistemas de informação? Cada sistema de informação é específico para desempenhar uma

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Formulário de Apresentação da Proposta Simplificada

Formulário de Apresentação da Proposta Simplificada Formulário de Apresentação da Proposta Simplificada A. Dados Cadastrais A.1. Informações para contato Endereço Completo: Bairro: Cidade: UF: CEP: Telefone: e-mail: Página na Internet: A.2. Caracterização

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL

ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL Curso de Capacitação de Agentes Gestores em APLs ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL Prof. Gustavo Martins Porto Alegre, abril 2012 Estudo Dirigido Estratégia Competitiva A partir dos conceitos e

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

Valorização das pessoas:

Valorização das pessoas: GEDUC - Valorização das pessoas: maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, do desenvolvimento e de espaços para empreender 1 Valorização das pessoas: maximizando seu desempenho por meio do

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais

Os Sistemas de Informação para as Operações das Empresas e o Comércio Eletrônico Simulado Verdadeiro ou Falso

Os Sistemas de Informação para as Operações das Empresas e o Comércio Eletrônico Simulado Verdadeiro ou Falso Os Sistemas de Informação para as Operações das Empresas e o Comércio Eletrônico Simulado Verdadeiro ou Falso 1. Muitas organizações estão utilizando tecnologia da informação para desenvolver sistemas

Leia mais

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011)

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) 1 ERA DOS TALENTOS SEGUNDO PETER DRUCKER, O PAI DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA, ESTAMOS NO INÍCIO DA ERA DOS TALENTOS. FORÇA FÍSICA,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

LinkedIn - Tendências globais em recrutamento para 2013 1

LinkedIn - Tendências globais em recrutamento para 2013 1 LinkedIn - Tendências globais em recrutamento para 2013 Visão Brasil As cinco principais tendências em atração de talentos que você precisa saber 2013 LinkedIn Corporation. Todos os direitos reservados.

Leia mais

Questões que afetam o Preço

Questões que afetam o Preço Questões que afetam o Preço Este artigo aborda uma variedade de fatores que devem ser considerados ao estabelecer o preço de seu produto ou serviço. Dentre eles, incluem-se o método de precificação, o

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

Gerentes de projetos e gerentes

Gerentes de projetos e gerentes Biblioteca Virtual PMI 2010 Jarno Marchetto O duplo papel do Gerente de Projeto/Gerente Funcional: Funciona? Por Jarno Marchetto, MSc, PMP Resumo Em uma ampla gama de organizações, uma pessoa pode ser

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COMÉRCIO EXTERIOR ADRIANA RONCHI MONTEIRO DA SILVA

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COMÉRCIO EXTERIOR ADRIANA RONCHI MONTEIRO DA SILVA UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COMÉRCIO EXTERIOR ADRIANA RONCHI MONTEIRO DA SILVA ESTUDO DOS RECURSOS ESTRATÉGICOS DA NATURA COSMÉTICOS S/A, COM APLICAÇÃO DO MODELO VRIO

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr Projetos na área de TI Prof. Hélio Engholm Jr Projetos de Software Ciclo de Vida do Projeto Concepção Iniciação Encerramento Planejamento Execução e Controle Revisão Ciclo de Vida do Produto Processos

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Summary in Portuguese Patentes, Inovação e Desempenho Econômico: Procedimentos da Assembléia da OCDE Sumário em Português As invenções

Leia mais

Lista de Exercícios: Vantagem Estratégica. Exercício 1

Lista de Exercícios: Vantagem Estratégica. Exercício 1 Lista de Exercícios: Vantagem Estratégica Exercício 1 Pedido: Escreva abaixo de cada definição o nome do termo correspondente, entre os citados abaixo: Termos Ação estratégica de diferenciação Ação estratégica

Leia mais

Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica

Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica Para se aplicar a Teoria dos Jogos em situações reais, é preciso em primeiro lugar saber como modelar esses processos e como analisá-los,

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo

Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo Aula 03 1 2 Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo Exemplos: Empresas; Associações; Órgãos governamentais,

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA O exame a ser aplicado na Certificação por Prova, na ênfase Recursos

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. (Principalmente para universitários, ESD e alunos sem MBA)

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. (Principalmente para universitários, ESD e alunos sem MBA) MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de esystems: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais (Principalmente para universitários, ESD e alunos sem

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo Mestrado em Gestão estratégicas de Organizações Disciplina: Sistemas de Informação e Novas Tecnologias Organizacionais Professor:

Leia mais

Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas

Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas AULA 3 Administração de Recursos Humanos O papel do gestor

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Para fazer uma descrição adequada dos preços e serviços em seu plano de negócio, diga quais são os serviços da sua empresa, porque ela é capaz de fornecê-los,

Leia mais

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências.

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências. 1 Programa Liderar O Grupo Solvi é um conglomerado de 30 empresas que atua nas áreas de saneamento, valorização energética e resíduos. Como alicerce primordial de seu crescimento encontrase o desenvolvimento

Leia mais

Modelo de Questões para Planejamento Digital Interativo

Modelo de Questões para Planejamento Digital Interativo Modelo de Questões para Planejamento Digital Interativo Algumas questões importantes sobre um projeto digital. Dependendo do cliente não é necessário levantar uma grande quantidade de dados. Utilize este

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

Exploring Corporate Strategy 7 th Edition

Exploring Corporate Strategy 7 th Edition Exploring Corporate Strategy 7 th Edition Parte III Opções estratégicas Opções estratégicas Opções estratégicas Estratégia competitiva ou de negócio (Cap. 5) Bases da estratégia competitiva Sustentabilidade

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

Capítulo 5 Sistemas de Informação para Vantagem Estratégica

Capítulo 5 Sistemas de Informação para Vantagem Estratégica Capítulo 5 Sistemas de Informação para Vantagem Estratégica SEÇÃO I: Fundamentos da Vantagem Estratégica Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que

Leia mais

Consciências de Desempenho Empresarial

Consciências de Desempenho Empresarial Quando o Design Thinking surgiu como uma alternativa para Solucionar Problemas, apresentando um novo perfil de raciocínio, considerando as partes interessadas como eixo de referência, ousando em pensar

Leia mais

NAGI PG. Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás. Polo: Petrobras

NAGI PG. Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás. Polo: Petrobras NAGI PG NÚCLEO DE APOIO À GESTÃO DA INOVAÇÃO NA CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás Polo: Petrobras Programa do Módulo I Módulo I: Planejamento Estratégico

Leia mais

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Rodrigo Arozo O processo de gestão de estoques pode ser decomposto em quatro aspectos básicos: as políticas e modelos quantitativos utilizados, as questões

Leia mais

CASO HONDA. Em 1975, a situação:

CASO HONDA. Em 1975, a situação: CASO HONDA Em 1975, a situação: O governo britânico contratou o Boston Consulting Group para ajudar a explicar por que as empresas japonesas, em especial a Honda, superavam de forma tão acentuada as britânicas

Leia mais

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo.

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. A Manutenção Produtiva Total (TPM) tem sido uma ferramenta muito importante para os setores de manufatura intensivos em equipamentos.

Leia mais

Estratégia de Marketing II

Estratégia de Marketing II Estratégia de Marketing II Quais São os Mercados Mais Atraentes? Questões: 1. Segmentos que oferecem bastante margem (??) (Estratégia de Marketing 1) 2. Mercados em que você tem maior poder (Marketing

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI

Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife - PE Visão Geral Desafios Empresariais Administração * Monitora

Leia mais

Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais. Marco A. Silveira

Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais. Marco A. Silveira Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais Marco A. Silveira Dezembro, 2011 SUMÁRIO Introdução à sustentabilidade Cooperação Capital intelectual Cooperação e

Leia mais

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos.

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. 2015 Manual de Parceiro de Educação Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. Prêmios Reais, a Partir de Agora Bem-vindo ao Intel Technology Provider O Intel Technology Provider é um programa

Leia mais