HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO NO BRASIL"

Transcrição

1 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO NO BRASIL 1ª reunião em 10/12/ Laboratório Fleury INÍCIO 2ª reunião em 18/03/ Laboratório Sergio Franco 3ª reunião em 05/08/ Fundação Maria Cecília Souto Vidigal 4ª reunião em 09/02/ Hemocentro de Botucatu HC Faculdade de Medicina UNESP 5ª reunião em 30 e 31/08/ Hospital Israelita Albert Einstein 6ª reunião em 19/06/ Hotel Casa Grande no Guarujá, I Congresso Ibero-Latino Americano de Citometria de Fluxo 7ª reunião em 24/03/2002 II Simpósio Internacional de Citometria de Fluxo- Hospital Israelita Albert Einstein 8ª reunião em 16 a 18/04/2009 III Simpósio Internacional de Citometria de Fluxo- Hospital Israelita Albert Einstein

2 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO NO BRASIL HEMO ª reunião do GBCFLUX : 24/abril/ DASA 2ª reunião do GBCFLUX : 19/junho/ Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - SP 3ª reunião do GBCFLUX : Laboratório Fleury

3 HC-UFPR CITOMETRIA DE FLUXO HISTÓRICO E PRINCÍPIOS CITOMETRIA DE FLUXO PARA CLÍNICOS PROGRAMA EDUCACIONAL HEMO 2010 Mariester Malvezzi Universidade Federal do Paraná

4 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO Inicia com a Microscopia no século XVII - Loewenhoek Século XIX Corantes Erlich 1880-Fluoresceína 1934 Moldavan sugere um aparelho que conte células com um fotodetector que registra a passagem da célula. Anos Microscopia de fluorescência em lâmina # - corantes para ácidos nucleicos de células neoplásicas # - ligação de anticorpos a marcadores de fluorescência 1956 Coulter desenvolve um sistema que conta as células sanguíneas através de sinais elétricos, enquanto elas passam por um fluxo contínuo.

5 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO 1965 Fulwyler Lab Nac de Los Alamos desenvolve um aparelho que separa eritrócitos, combinando a tecnologia Coulter com a tecnologia do jato de tinta usada em impressoras - vibração Kamenstsky e Melamed colocam a célula em um tubo capilar e a separam em fluxo Wolfgang Gohde Un. Munster+Partec Impulszytophotometrie 1969 Van Dilla utiliza em um mesmo aparelho a fluorescência + princípio de focalização hemodinâmica + iluminação a laser.

6 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO 1972 Herzenberg usou Anticorpos ligados à fluoresceína, BD e cunhou o termo FACS Fluorescence Activated Cell Sorter 1975 Kohler e Milstein criam os primeiros anticorpos monoclonais, através da fusão de material genético de células B antígenoespecíficas com células de mieloma múltiplo. Após houve uma colaboração frenética entre cientistas e indústria citômetros para pesquisa facilidade no uso citômetros mais acessíveis para o laboratório clínico a partir de Conferência de Engenharia da Fundação Americana muda o nome de Impulszytophotometrie para Citometria de Fluxo

7 CITÔMETROS

8 CITÔMETROS EPICS 1977/78 FACSCan

9 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO SHAPIRO, M.H. Practical Flow Cytometry, 3ed, New York, Wiley-Liss, Dr. Álvaro Luiz Bertho, PhD

10 ÁREAS DO CONHECIMENTO LIGADAS À CITOMETRIA DE FLUXO SISTEMA DE FLUXO COULTER LASER SEPARAÇÃO CELULAR ANTICORPO MONOCLONAL FLUOROCROMO CITOQUÍMICA PROGRAMAS ANÁLISE COMPUTAÇÃO

11 IMUNOFENOTIPAGEM COMPARAÇÃO ENTRE IMUNOFLUORESCÊNCIA POR MICROSCOPIA E CITOMETRIA DE FLUXO MICROSCOPIA CITOMETRIA * CÉLS/ EXAME * > 1 MILHÃO CÉLS/ EXAME * 5 MINUTOS / TESTE * 1 MINUTO / TESTE * SUBJETIVO * OBJETIVO * POSITIVO/NEGATIVO * MULTIPARAMÉTRICO * BAIXA REPRODUTIBILIDADE * ALTA REPRODUTIBILIDADE * TRABALHOSO * AUTOMATIZADO

12 O QUE É? Método de análise citológica através de instrumento equipado com laser, que permite a identificação, a caracterização, a contagem e a separação física de células em suspensão.

13 PROPRIEDADES Permite avaliar um grande número de células Em curto período de tempo Com grande sensibilidade e especificidade Proporcionando informação multiparamétrica

14 FLUXO 1- Preparo da amostra em bancada - Paineis 2- Passagem da amostra no citômetro 3- Análise dos gráficos

15 FLUXO 1- Preparo da amostra em bancada -Paineis 2- Passagem da amostra no citômetro 3- Análise dos gráficos

16 É PRECISO SABER O QUE É CD? NÃO É COMPACT DISK. É CLUSTER OF DIFFERENTIATION. PADRONIZA AS VÁRIAS ORIGENS DE CLONES DE ANTICORPOS MONOCLONAIS UTILIZADOS PELAS DIVERSAS EMPRESAS, AGRUPANDO-OS NUM SÓ NÚMERO, SEGUIDO OU NÃO DE LETRAS MINÚSCULAS. O MESMO NOME DO CD DEFINE O ANTÍGENO. Cada CD é ligado a um fluorocromo específico-id Paineis Morfologia?

17 FLUXO 1- Preparo da amostra em bancada - Paineis 2- Passagem da amostra no citômetro 3- Análise dos gráficos

18 FUNDAMENTOS ANALISA PARTÍCULAS em SUSPENSÃO. PARTÍCULAS + AcMo LIGADO ao FLUOROCROMO. ALINHAMENTO das CÉLULAS umas ATRÁS das OUTRAS em uma CORRENTE FLUÍDICA. PASSAGEM por uma FONTE LUMINOSA - LASER. GERAÇÃO de DISPERSÃO de LUZ ao ENCONTRAR a CÉLULA. EMISSÃO de NOVAS CORES PRODUZIDAS pelos DIFERENTES FLUOROCROMOS, LIGADOS aos AcMo ESPECÍFICOS. DETECÇÃO dos SINAIS LUMINOSOS. TRANSFORMAÇÃO em IMPULSOS ELETRÔNICOS. AMPLIFICAÇÃO dos SINAIS ELETRÔNICOS. CONVERSÃO DESTES em SINAIS DIGITAIS. ANÁLISE em PROGRAMA de COMPUTADOR.

19 É PRECISO SABER *Parâmetros de dispersão de luz FSC tamanho celular - viabilidade e conteúdo de DNA SSC composição interna - grânulos, organelas e núcleo *Parâmetros de fluorescência # FL1 FITC = Fluoresceína # FL2 PE = Ficoeritrina # FL3 PECy5=Cianina, PerCP=Peridinina, ECD # FL4 APC = Alocianina

20 Dispersão de Luz Laser Sensor FSC 5º Sensor SSC 90 0

21 Dispersão de Fluorescência Fluorescência

22 Dispersão de Luz + Fluorescência Laser.FSC. Detectores de Fluorescência (PMT1, PMT2, etc.). SSC

23 INTERIOR DE UM CITÔMETRO DE 04 CORES C É L U L A S P A S S A N D O

24 FLUXO 1- Preparo da amostra em bancada - Paineis 2- Passagem da amostra no citômetro 3- Análise dos gráficos- Programas de Análise

25 Tipos de diagramas 1 parâmetro Histograma 2 parâmetros Dot Plot

26 CÉLULAS CD34+

27 SSC CD45 EM MO NORMAL CD45 EM MO NORMAL A UNGATED BM EVENTS Eosinophils HPC Basophils pdc CD34 + B-cell precursors Monocytic cells NRBC Mature Lymphocytes CD45-PerCP CD34 - B-cell precursors Orfao,A. 2009

28 EVOLUÇÃO

29 CITÔMETROS FACSCalibur FC-500 FACSCanto II

30 CITÔMETROS FACS-ARIA EPICS-ALTRA

31 NOVOS LASER/FLUOROCROMOS 1-Laser azul 488nm: FITC 519nm, Alexa Fluor nm, PE- 578nm, PE-Texas Red- 615nm, PE-Cy5-667nm, PerCP- 678nm, PerCP-Cy nm, PE-Cy7-785nm. 2- Laser vermelho 640nm: APC- 660nm, Alexa Fluor nm, Alexa Fluor nm, APC-Cy7-785nm, APC-H7-785nm. 3- Laser violeta 405nm: Horizon V nm, Pacific Blue- 452nm, Am Cyan- 491nm, Horizon V nm. 4- Laser verde 532/561nm: PE- 578nm, PE-Texas Red- 615nm, PE-Cy5-667nm, PE-Cy7-785nm.

32 O que mais podemos analisar por Citometria de Fluxo? Tamanho Complexidade Antígenos celulares Metabolismo Receptores DNA Citocinas Enzimas

33 FUTURO

34 FUTURO? TUDO É POSSÍVEL

35 HOSPITAL DE CLÍNICAS DA - UFPR UFPR OBRIGADA EQUIPE DE IMUNOFENOTIPAGEM Ana Paula de Azambuja Edna Martins Eliana L Lima Elisa Novello Juli Pimentel Maria Tadeu L Rocha Miriam P Beltrame Noeli T Silva

36

37

38

39 CITÔMETROS Wolfgang Gohde-Citometria de fluxo baseada em fluorescência- IMPULSZYTOPHOTOMETRIE-Un de Munster+Partec 1971-Cytofluorograph-Ortho diagnostics 1973-PAS 8000-Partec 1974-FACS-BD 1975-ICP22-Partec EPICS- Coulter

40 Dispersão de Luz Laser FSC SSC

41 CD8 CD7 LINFÓCITOS T MADUROS CD4 CD2

42 CITÔMETROS CyAn Partec

43 Tamanho - FSC X Complexidade - SSC FSC X SSC FSC X SSC FSC X SSC PLAQUETAS NORMAIS PLAQUETAS DIÂMETRO AUMENTADO PLAQUETAS GIGANTES

44 Gráfico de Fluorescência R2

45 O que é necessário para a imunofenotipagem celular? Citômetro de fluxo: compensação, calibração e controles negativos Anticorpos monoclonais Fluorocromos Paineis Programas de Análise

46 CITÔMETROS

47 HISTÓRICO DA CITOMETRIA DE FLUXO NO BRASIL Curitiba-antes de 1985-Ac trazidos da Itália pelo Dr.Eurípedes permitiam fazer diagnóstico de leucemias com E-roseta, Zimosan e a citotoxicidade. Em 1985 Dr. Raul Ribeiro trouxe dos EUA Ac e a reação em placa, que colocada em lâminas eram lidas em microscópio de imunofluorescência. FMUSP-1993-Beatriz Beutler Em 1993-citometria de fluxo 1997 FACSVantage EPM imunofenotipagem por imunofluorescência APPAP-imunocitoquímica 1997-Citômetro FACSCalibur Maria do Socorro Pombo de Oliveira-INCA, Valéria Buccheri-Fundação maria Cecília Vidigal, Neusa Melo -USP=Dr. Catovski Lab Fleury-Dra.Maria Hsu 1994=1ª reunião de Citometria de Fluxo, HAEinstein-Dra. Nydia Bacal

IMUNOFENOTIPAGEM NAS LEUCEMIAS AGUDAS

IMUNOFENOTIPAGEM NAS LEUCEMIAS AGUDAS IMUNOFENOTIPAGEM NAS LEUCEMIAS AGUDAS Curso Pré-Congresso: IMUNOFENOTIPAGEM NAS DOENÇAS HEMATOLÓGICAS Mariester Malvezzi Hospital de Clínicas Universidade Federal do Paraná LEUCEMIA AGUDA Definição É uma

Leia mais

Plataforma de Citometria de Fluxo Núcleo de Purificação Celular (Sorting) Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ

Plataforma de Citometria de Fluxo Núcleo de Purificação Celular (Sorting) Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Plataforma de Citometria de Fluxo (Sorting) Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Citometria de Fluxo Cell Sorting fundamentos e aplicações AUTOR RAQUEL FERRAZ: Bacharel em Biomedicina pela Universidade Severino

Leia mais

ATA DA 9ª REUNIÃO GBCFLUX ( 24/03/2012 ) CURITIBA (PR)

ATA DA 9ª REUNIÃO GBCFLUX ( 24/03/2012 ) CURITIBA (PR) ATA DA 9ª REUNIÃO GBCFLUX ( 24/03/2012 ) CURITIBA (PR) PERÍODO DA MANHÃ: aulas 1) Utilização das Células Tronco Mesenquimais no Transplante Cardíaco e na doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH). Dra

Leia mais

PADRÕES DE DIFERENCIAÇÃO CELULAR EM MEDULA ÓSSEA NORMAL

PADRÕES DE DIFERENCIAÇÃO CELULAR EM MEDULA ÓSSEA NORMAL PADRÕES DE DIFERENCIAÇÃO CELULAR EM MEDULA ÓSSEA NORMAL CARACTERIZAÇÃO IMUNOFENOTÍPICA POR CITOMETRIA DE FLUXO DRA MAURA R VALERIO IKOMA SERVIÇO DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA IMUNOFENOTIPAGEM DE MO A

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÉCNICAS Citologia Histologia Imunohistoquímica Citometria Biologia molecular

Leia mais

IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS

IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS REAÇÕES USANDO REAGENTES MARCADOS Conjugado: molécula constituída por duas substâncias ligadas covalentemente e que mantêm as propriedades funcionais de ambas Ex: globulina

Leia mais

ST3395. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Citometria de fluxo

ST3395. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Citometria de fluxo Citometria de fluxo Tecnologista em Saúde Pública Prova Objetiva e Discursiva Conhecimentos Específicos na Área de Atuação 01. A resposta imune adquirida a parasitas que possuem a capacidade de infectar

Leia mais

Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal

Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal Imunofenotipagem nas Doenças Hematológicas: Pré analítico Nydia Strachman Bacal Hematologista e Patologista Clínica Fase pré - analítica Recepção e cadastro - Nome do Exame Indicação do exame papel do

Leia mais

Tecnologia com Avançada Precisão, Especificidade e Produtividade

Tecnologia com Avançada Precisão, Especificidade e Produtividade Tecnologia com Avançada Precisão, Especificidade e Produtividade Novos corantes fluorescentes com melhor especificidade celular: A precisão e exatidão que você espera da Sysmex: - Quantificação dos eritroblastos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM 95591764000105 Termo de Referência. 358 / 2014 Data da Emissão: 13/10/2014

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM 95591764000105 Termo de Referência. 358 / 2014 Data da Emissão: 13/10/2014 Processo..: 23081.014681/2014-40 Pregão SRP 358 / 2014 Data da Emissão: 13/10/2014 Abertura: Dia: 06/11/2014 Hora: 09:00:00 Objeto Resumido: Modalidade de Julgamento : Menor Preço 1 ANTICORPO MONOCLONAL

Leia mais

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula

Leia mais

PROTOCOLO CITOMETRO DE FLUXO

PROTOCOLO CITOMETRO DE FLUXO PROTOCOLO CITOMETRO DE FLUXO Prof. Enrique R. Argañaraz Lab Virologia Molecular Faculdade de Ciências da Saúde Universidade de Brasília FLUXOGRAMA Iniciar Sistema Controle de Qualidade Ajustar Parâmetros

Leia mais

Aplicações da Citometria de Fluxo no diagnóstico oncohematológico

Aplicações da Citometria de Fluxo no diagnóstico oncohematológico Aplicações da Citometria de Fluxo no diagnóstico oncohematológico Dra. Nydia Strachman Bacal Hematologista e Patologista Clínica Aplicações da Citometria de Fluxo no diagnóstico oncohematológico Dra. Nydia

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional Procedimento Operacional QUANTIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES LINFOCITÁRIAS CD4/CD8/CD3/CD45 PATRICIA VIANNA BONINI PALMA Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto Centro de Terapia Celular, CRH-HCFMRP-USP Objetivo

Leia mais

SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS

SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS PIOS Cristiane Kioko Shimabukuro Dias Pós-doutorado - FAPESP E-mail: crisdias@ibb.unesp.br Laboratório de Biologia e Genética de Peixes - Departamento

Leia mais

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa Reação Ag-Ac in vitro Testes sorológicos Uso de soro ou outros fluidos biológicos de paciente p/ diagnóstico laboratorial Demonstração de anticorpos específicos

Leia mais

Citologia, Histologia e Embriologia

Citologia, Histologia e Embriologia FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Citologia, Histologia e Embriologia Educação Física 1º P Prof. Msc Ana Paula de Souza Paixão O que significa

Leia mais

Imunologia do câncer. Aarestrup, F.M.

Imunologia do câncer. Aarestrup, F.M. Imunologia do câncer Impacto da imunologia na cancerologia Biologia tumoral Diagnóstico : imuno-histoquímica Tratamento : imunoterapia Mecanismos da resposta imunológica contra o câncer Quais as células

Leia mais

Técnicas de Biologia Celular e Molecular. Prof a. DSc. Patricia Castelo Branco do Vale

Técnicas de Biologia Celular e Molecular. Prof a. DSc. Patricia Castelo Branco do Vale Técnicas de Biologia Celular e Molecular Prof a. DSc. Patricia Castelo Branco do Vale Dimensões em Biologia As células podem ser classificadas como: Macroscópicas: visíveis ao olho humano Microscópicas:

Leia mais

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS Prof.Dr. Paulo Cesar Naoum Diretor da Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP Sob este título o leitor poderá ter duas interpretações

Leia mais

Dosímetros de Fibras Ópticas Florbela Rêgo Luís Peralta Mafalda Gomes Jornadas do L I P 2010 LABORATÓRIO DE INSTRUMENTAÇÃO E FÍSICA EXPERIMENTAL DE PARTÍCULAS Protótipo de Dosímetro de Fibra Óptica Cintilante

Leia mais

ANEXO 1 - PROPOSTA DE PREÇOS

ANEXO 1 - PROPOSTA DE PREÇOS LOTE 01 (ITENS 1 a 9) - ENTREGA NO HEMORIO - Rio de Janeiro/RJ 1 resma 20 2 01267 - Envelope pardo (Medida: 240 mm x 340 mm). 3 08744 - Etiqueta branca, redonda, auto-adesiva para Ink Jet e 4 Laser - Medida:

Leia mais

Caracterização da Resposta Imune Celular em Mulheres com Câncer de Ovário

Caracterização da Resposta Imune Celular em Mulheres com Câncer de Ovário Sálua Oliveira Calil de Paula Caracterização da Resposta Imune Celular em Mulheres com Câncer de Ovário Dissertação apresentada ao Curso de Pós- Graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia área

Leia mais

BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN

BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN O Bentley NexGen representa o resultado de mais de 20 anos de trabalho conjunto com nossos clientes. O Bentley NexGen representa a última palavra em tecnologia de ponta para análise

Leia mais

Sequenciamento de DNA

Sequenciamento de DNA Sequenciamento de DNA Figure 8-50a Molecular Biology of the Cell ( Garland Science 2008) Método de Sanger Reação de síntese de DNA por uma DNA polimerase A incorporação de um dideoxinucleotídeo interrompe

Leia mais

Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas. Elizabeth Xisto Souto

Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas. Elizabeth Xisto Souto Estabelecendo a linhagem das leucemias agudas Elizabeth Xisto Souto Médica hematologista do Hospital Brigadeiro Responsável médica pelo setor de Citometria de Fluxo São Paulo Laboratório DASA Foco de atuação:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM CITÔMETRO DE FLUXO BIPARAMÉTRICO. Henrique Thadeu Baltar de Medeiros Cabral Moraes

DESENVOLVIMENTO DE UM CITÔMETRO DE FLUXO BIPARAMÉTRICO. Henrique Thadeu Baltar de Medeiros Cabral Moraes DESENVOLVIMENTO DE UM CITÔMETRO DE FLUXO BIPARAMÉTRICO Henrique Thadeu Baltar de Medeiros Cabral Moraes DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA

Leia mais

LEUCEMIAS. Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com

LEUCEMIAS. Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com LEUCEMIAS Profª Ms. Priscila Ferreira Silva prifs@hotmail.com HEMATOPOESE LEUCEMIAS Alteração genética monoclonal Classificadas em: Agudas Crônicas Mielóides Linfóides LEUCEMIAS Leucemias agudas: Leucemia

Leia mais

Descrição do esfregaço

Descrição do esfregaço Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades

Leia mais

DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA EM LEUCEMIAS AGUDAS

DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA EM LEUCEMIAS AGUDAS DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA EM LEUCEMIAS AGUDAS Estratégias Atuais e Importância no Contexto do TMO JAÚ 02/07/2011 Mariester Malvezzi Hospital de Clínicas Universidade Federal do Paraná DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA

Leia mais

Coffee Break 10:30hs às 11:30hs Biologia Molecular do Processo de Apoptose Prof. Dr. Roberto César Pereira Lima Júnior Departamento de Fisiologia e

Coffee Break 10:30hs às 11:30hs Biologia Molecular do Processo de Apoptose Prof. Dr. Roberto César Pereira Lima Júnior Departamento de Fisiologia e II Curso Avançado em Citogenômica do Câncer - realizado pelo Laboratório de Citogenômica do Câncer da Universidade Federal do Ceará. 20 a 23 de novembro no Seara Praia Hotel em Fortaleza - Ceará. Carga

Leia mais

Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP. Elenice Deffune www.hemocentro.fmb.unesp.br

Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP. Elenice Deffune www.hemocentro.fmb.unesp.br Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP. Elenice Deffune www.hemocentro.fmb.unesp.br ÁREA DE ABRANGÊNCIA Atendimento Direto: 31 municípios; Referência para HIV: CD4/8:

Leia mais

SOFTWARE PARA IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CÉLULAS DO ENDOTÉLIO CORNEANO DESENVOLVIDO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

SOFTWARE PARA IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CÉLULAS DO ENDOTÉLIO CORNEANO DESENVOLVIDO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS 221 SOFTWARE PARA IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CÉLULAS DO ENDOTÉLIO CORNEANO DESENVOLVIDO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Jean-Jacques S. De Groote - Prof. Dr. do Centro Universitário Uniseb de Ribeirão Preto.

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Casa da Medicina Unidade Gávea Coordenação Central de Extensão EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR Rachel Siqueira de Queiroz

Leia mais

I Curso de Verão em Oncologia Experimental Cursos Práticos

I Curso de Verão em Oncologia Experimental Cursos Práticos I Curso de Verão em Oncologia Experimental Cursos Práticos 1. Técnicas Experimentais para o Estudo da Expressão Gênica O curso terá como base o estudo da expressão gênica utilizando um fator de transcrição.

Leia mais

TRILLIUM DIAGNOSTICS. Leuko64 Ensaio para deteção de Respostas Inflamatórias Sistémicas Agudas

TRILLIUM DIAGNOSTICS. Leuko64 Ensaio para deteção de Respostas Inflamatórias Sistémicas Agudas Leuko64 Ensaio para deteção de Respostas Inflamatórias Sistémicas Agudas i Informação do Produto h LK-064-75 (75 testes) ; LK-064-250 (250 testes) V Para Utilização de Diagnóstico in vitro RESUMO E PRINCÍPIO

Leia mais

XE-5000 Sistema Automatizado para Hematologia. Sua escolha completa

XE-5000 Sistema Automatizado para Hematologia. Sua escolha completa XE-5000 Sistema Automatizado para Hematologia Sua escolha completa Soluções tecnológicas avançadas para as necessidades do seu laboratório Mesmo com todas as nuanças do mercado econômico, a demanda por

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente

Leia mais

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Células e Membranas As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Organelas são compartimentos celulares limitados por membranas A membrana plasmática é por si só uma organela.

Leia mais

Operacionalização e Controle de Qualidade Point of Care Testing (POCT)

Operacionalização e Controle de Qualidade Point of Care Testing (POCT) Operacionalização e Controle de Qualidade Point of Care Testing (POCT) Sobre o curso Com foco em controle de qualidade laboratorial, o curso irá discutir processos que garantam a qualidade pré-analítica,

Leia mais

Microscopia. I. Conhecendo o microscópio

Microscopia. I. Conhecendo o microscópio Organização: Eliana Maria Beluzzo Dessen e Jorge Oyakawa Diagramação: Regina de Siqueira Bueno Microscopia I. Conhecendo o microscópio A vista humana não é capaz de perceber objetos com diâmetros inferiores

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS UnB/CESPE INCA O microscópio óptico é um instrumento indispensável aos trabalhos Julgue os itens a seguir, relativos à microscopia confocal. laboratoriais, fornece imagens ampliadas

Leia mais

Denominação geral dos tumores

Denominação geral dos tumores Imunologia dos tumores Denominação geral dos tumores Carcinomas - derivados de células epiteliais (rim, fígado, epitélio gastro-intestinal) Sarcomas - originários de fibroblastos, células musculares e

Leia mais

PUBLICIDADE & PROPAGANDA PRODUÇÃO GRÁFICA

PUBLICIDADE & PROPAGANDA PRODUÇÃO GRÁFICA PRODUÇÃO GRÁFICA PUBLICIDADE & PROPAGANDA Prova Semestral --> 50% da nota final. Sistema de avaliação Atividades em laboratório --> 25% da nota final Exercícios de práticos feitos nos Laboratórios de informática.

Leia mais

Avaliação do conteúdo de ADN nos Linfomas Não-Hodgkin de células B

Avaliação do conteúdo de ADN nos Linfomas Não-Hodgkin de células B Neuza Filipa da Silva Ribeiro Avaliação do conteúdo de ADN nos Linfomas Não-Hodgkin de células B Universidade Fernando Pessoa Faculdade Ciências da Saúde Porto, 2008 Neuza Filipa da Silva Ribeiro Avaliação

Leia mais

INTRODUÇÃO. RBAC, vol. 34(2): 95-101, 2002

INTRODUÇÃO. RBAC, vol. 34(2): 95-101, 2002 Estudo comparativo entre duas técnicas de contagem de subpopulação de células T em indivíduos infectados e não infectados pelo vírus da imunodeficiência humana * Comparative study between two technical

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

Materiais e Métodos. 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística

Materiais e Métodos. 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística Foram selecionadas dos arquivos da Seção de Anatomia Patológica do Instituto Lauro de Souza Lima, pertencente à Coordenadoria dos Institutos de Pesquisa da Secretaria

Leia mais

Curso AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA. Nydia Strachman Bacal. Médica Hematologista Patologista Clínica

Curso AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA. Nydia Strachman Bacal. Médica Hematologista Patologista Clínica Curso AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA Nydia Strachman Bacal Médica Hematologista Patologista Clínica Morfologia plaquetária Hemostasia primária ria Métodos laboratoriais: diagnóstico classificação de disfunções

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM CITOMETRIA DE FLUXO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM CITOMETRIA DE FLUXO RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM CITOMETRIA DE FLUXO NEUZA FILIPA DA SILVA RIBEIRO Dissertação de Mestrado em Oncologia 2010 NEUZA FILIPA DA SILVA RIBEIRO RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM CITOMETRIA DE FLUXO Dissertação

Leia mais

MANUAL DE COLETA DIA GNÓSTICOS AVANÇADOS

MANUAL DE COLETA DIA GNÓSTICOS AVANÇADOS MANUAL DE COLETA DIA GNÓSTICOS AVANÇADOS PRESTEZA, PRECISÃO E PROXIMIDADE índice 1. 2. MORFOLOGIA... 5 3. CITOGENÉTICA... 5 4. IMUNOFENOTIPAGEM POR CITOMETRIA DE FLUXO... 2 IMUNOGENÉTICA E HISTOCOMPATIBILIDADE...

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA: BIOQUÍMICA

PROGRAMA DE DISCIPLINA: BIOQUÍMICA PROGRAMA DE DISCIPLINA: BIOQUÍMICA Departamento de Ciências Fisiológicas Carga horária total: 188h Ano letivo: 2012 - Série: 1º ano - Curso de Medicina Coordenador: Professor Doutor Wagner Ricardo Montor

Leia mais

7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit

7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit 7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit 1 UTILIZAÇÃO Para diagnóstico In Vitro O CELLSEARCH Circulating Tumor Cell Control Kit destina-se a ser utilizado como um controlo de ensaio para garantir

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa 2010/2011. Módulo V.I. Medicina Laboratorial

Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa 2010/2011. Módulo V.I. Medicina Laboratorial 2010/2011 Módulo V.I. Medicina Laboratorial Tema da Aula: Docente: Dr. Manuel Garrido Data: 08/11/2010 Número da Aula Previsto: 5ª aula Desgravador: Adriana Vasconcelos Oliveira Corrector: Micaela Caixeiro

Leia mais

Aulas passadas. Células, tecidos e orgãos Reinos filogenéticos. Compartimentalização em sistemas biológicos - rompimento e fracionamento celular

Aulas passadas. Células, tecidos e orgãos Reinos filogenéticos. Compartimentalização em sistemas biológicos - rompimento e fracionamento celular Aulas passadas Células 1: Procariotos e eucariotos Células, tecidos e orgãos Reinos filogenéticos Compartimentalização em sistemas biológicos - rompimento e fracionamento celular QBQ2451-2013 Célula 2:

Leia mais

Tipos de Transplantes

Tipos de Transplantes TRANSPLANTADOS Tipos de Transplantes Doador Vivo Um dos Rins Parte dos Pulmões Parte do Fígado Medula Óssea Doador Falecido Diagnóstico de Morte Encefálica Rins, Pulmões, Coração, Valvas Cardíacas, Fígado

Leia mais

Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte. Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia

Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte. Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia Estabelecendo a linhagem em leucemias agudas 2 ª Parte Alex Freire Sandes Assessor Médico em Hematologia Caso clínico Paciente de 22 anos, sexo masculino Quadro de astenia há 2 semanas Exame Físico REG,

Leia mais

Avaliação laboratorial do paciente com pancitopenia. Dr. Edgar Gil Rizzatti Fleury Medicina e Saúde

Avaliação laboratorial do paciente com pancitopenia. Dr. Edgar Gil Rizzatti Fleury Medicina e Saúde Avaliação laboratorial do paciente com pancitopenia Dr. Edgar Gil Rizzatti Fleury Medicina e Saúde Pancitopenia: definição Pancitopenia Anemia Leucopenia Plaquetopenia Pancitopenia: abordagem clínica Pancitopenia:

Leia mais

Painéis Do Organismo ao Genoma

Painéis Do Organismo ao Genoma Painéis Do Organismo ao Genoma A série de 5 painéis do organismo ao genoma tem por objetivo mostrar que os organismos vivos são formados por células que funcionam de acordo com instruções contidas no DNA,

Leia mais

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Métodos para detecção de alérgenos em alimentos Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Antigenos vs Alérgenos Antigeno Imunógeno Qualquer substância capaz de estimular

Leia mais

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE Ronaldo do Espírito Santo Rodrigues e-mail: ronaldo.nho@terra.com.br Artigo elaborado a partir da dissertação apresentada para obtenção do título

Leia mais

GUIA DO USUÁRIOE. Detector de Temperatura do Ponto de Condensação com Indicador a Laser MODELO IRT600

GUIA DO USUÁRIOE. Detector de Temperatura do Ponto de Condensação com Indicador a Laser MODELO IRT600 GUIA DO USUÁRIOE Detector de Temperatura do Ponto de Condensação com Indicador a Laser MODELO IRT600 Introdução Parabéns pela sua compra do Detector de Temperatura do Ponto de Condensação Modelo IRT600!

Leia mais

Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8

Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria Executiva Coordenação Nacional de DST e Aids Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8 Série C. Projetos, Programas e Relatórios

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE Credenciada pela Portaria/MEC nº 206/2002 D.O.U. 29/01/2002 ORGANIZAÇÃO SETE DE SETEMBRO DE CULTURA E ENSINO LTDA CNPJ: 03.866.544/0001-29 e Inscrição Municipal nº 005.312-3

Leia mais

Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração. Aspectos Laboratoriais

Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração. Aspectos Laboratoriais Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração Aspectos Laboratoriais Eduardo Pinheiro Guerra Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde

Leia mais

Imunidade Adaptativa Humoral

Imunidade Adaptativa Humoral Imunidade Adaptativa Humoral Daiani Cristina Ciliao Alves Taise Natali Landgraf Imunidade Adaptativa Humoral 1) Anticorpos: Estrutura Localização 2) Maturação de célula B: Interação dependente de célula

Leia mais

CATÁLOGO DE MATERIAIS DE LABORATÓRIO - HEMATOLOGIA

CATÁLOGO DE MATERIAIS DE LABORATÓRIO - HEMATOLOGIA CATÁLOGO DE MATERIAIS DE LABORATÓRIO - HEMATOLOGIA Descrição Simplificada Azul de cresil brilhante em solução Câmara de Fuchs-Rosenthal Câmara de Neubauer Conjunto de mangueiras para o equipamento Hematek

Leia mais

Material e Métodos Perspectivas e avanços da qualidade do leite no Brasil

Material e Métodos Perspectivas e avanços da qualidade do leite no Brasil 1 SITUAÇÃO ATUAL DA QUALIDADE DO LEITE EM SANTA CATARINA Laboratório Estadual Da Qualidade do Leite De Santa Catarina Companhia Integrada De Desenvolvimento Agrícola De Santa Catarina CIDASC/ Universidade

Leia mais

INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014

INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014 INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014 Imuno-Hematologia Conceito: é o estudo relacionado com imunologia de grupos sanguíneos presentes nas hemácias, e imunologia de plaquetas e leucócitos. É

Leia mais

Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais colocam o País na vanguarda da medicina mundial

Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais colocam o País na vanguarda da medicina mundial ISTOÉ - Independente Imprimir Especial BRASIL POTÊNCIA Edição: 2095 30.Dez.09-15:00 Atualizado em 06.Fev.13-12:48 Na Dianteira Do Conhecimento Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais

Leia mais

MICROSCOPIA. MICROSCÓPIO - noções gerais

MICROSCOPIA. MICROSCÓPIO - noções gerais MICROSCÓPIO - noções gerais MICROSCOPIA O olho humano tem poder de resolução de aproximadamente 0,1 mm ou 100 µm. Isto significa que se você olhar dois pontos separados por uma distância menor que 100

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE ENSAIO DE PCR EM TEMPO REAL EM FORMATO MULTIPLEX APLICADO AO DIAGNÓSTICO DE INFECÇÕES POR HTLV-1 E HTLV-2

PADRONIZAÇÃO DE ENSAIO DE PCR EM TEMPO REAL EM FORMATO MULTIPLEX APLICADO AO DIAGNÓSTICO DE INFECÇÕES POR HTLV-1 E HTLV-2 PADRONIZAÇÃO DE ENSAIO DE PCR EM TEMPO REAL EM FORMATO MULTIPLEX APLICADO AO DIAGNÓSTICO DE INFECÇÕES POR HTLV-1 E HTLV-2 Gonçalves MG 1, Fukasawa LO 1, Alencar WK 2, Caterino-de-Araujo A 1 1 Instituto

Leia mais

Capítulo 2. Janice Reis Ciacci Zanella Nelson Morés Rejane Schaefer Paulo Augusto Esteves Liana Brentano

Capítulo 2. Janice Reis Ciacci Zanella Nelson Morés Rejane Schaefer Paulo Augusto Esteves Liana Brentano Capítulo 2 Clonagem, expressão de antígenos recombinantes do vírus da Doença de Aujeszky dos suínos: desenvolvimento e validação de teste de diagnóstico diferencial para monitoria em área livre Janice

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

CellaVision TM DM96. Sistema Automatizado Digital para Morfologia Celular

CellaVision TM DM96. Sistema Automatizado Digital para Morfologia Celular CellaVision TM DM96 Sistema Automatizado Digital para Morfologia Celular Eficiência, Proficiência, Conectividade e Colaboração Localização e pré-classificação automáticas de células que melhoram a utilização

Leia mais

MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL. Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades.

MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL. Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades. MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades. Porque o Microscópio Especular da Eyetec chama-se Vorocell? Vorocell é uma homenagem ao pesquisador

Leia mais

AULA PRÁTICA 11: SANGUE E HEMATOPOIESE

AULA PRÁTICA 11: SANGUE E HEMATOPOIESE AULA PRÁTICA 11: SANGUE E HEMATOPOIESE O sangue é um tecido conectivo especializado constituído por diferentes tipos celulares em suspensão em um meio líquido denominado de plasma. Funciona primordialmente

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2013. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2013. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2013. www.tioronni.com A TEORIA CELULAR As células foram descobertas em 1663 pelo inglês Robert Hooke. Ao examinar em um microscópio rudimentar,

Leia mais

A DESCOBERTA DA CÉLULA VIVA

A DESCOBERTA DA CÉLULA VIVA A DESCOBERTA DA CÉLULA VIVA O mundo microscópico A quase 400 anos... No início, o instrumento era considerado um brinquedo, que possibilitava a observação de pequenos objetos. Zacharias Jansen e um microscópio

Leia mais

Imuno-hematologia Exames de qualificação de doadores de sangue

Imuno-hematologia Exames de qualificação de doadores de sangue MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA COORDENAÇÃO GERAL DE SANGUE E HEMODERIVADOS Exames de qualificação de doadores de sangue Ana Paula R. Diniz Zanelli

Leia mais

Microscópio de Robert Hooke Cortes de cortiça. A lente possibilitava um aumento de 200 vezes

Microscópio de Robert Hooke Cortes de cortiça. A lente possibilitava um aumento de 200 vezes CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula é a Citologia (do grego: cito = célula; logos = estudo). A invenção do microscópio no final do século XVI revolucionou a Biologia. Esse instrumento possibilitou

Leia mais

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito Verifique se este caderno contém: INSTRUÇÕES AO CANDIDATO

Leia mais

HEMATOLOGIA. 2010-11 3ºAno. 10ª Aula. Prof. Leonor Correia

HEMATOLOGIA. 2010-11 3ºAno. 10ª Aula. Prof. Leonor Correia HEMATOLOGIA 2010-11 3ºAno Prof. Leonor Correia 10ª Aula Hematologia 2010/2011 Tumores dos tecidos hematopoiético e linfático Classificação OMS 2008: Interesse e objectivos da classificação Neoplasias mieloproliferativas

Leia mais

HEMOTERAPIA BRASILEIRA

HEMOTERAPIA BRASILEIRA FAZENDO HISTÓRIA NA HEMOTERAPIA BRASILEIRA COLSAN - ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE COLETA DE SANGUE fazendo história na hemoterapia brasileira A Colsan Associação Beneficente de Coleta de Sangue é uma entidade

Leia mais

AUTOMATION. Soluções em sensoriamento industrial. Sensores fotoelétricos e laser, digitais e analógicos

AUTOMATION. Soluções em sensoriamento industrial. Sensores fotoelétricos e laser, digitais e analógicos Sensores fotoelétricos e laser, digitais e analógicos Sensores Indutivos, capacitivos e ultrassônicos Sistemas de medição laser e visão industrial Cabos e conectores de campo AUTOMATION. Soluções em sensoriamento

Leia mais

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR)

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) 1 Universidade Federal Fluminense Instituto Biomédico Departamento de Microbiologia e Parasitologia Disciplina: Virologia Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) A técnica de reação

Leia mais

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES. CONTEÚDO ESPECÍFICO Biologia: visão geral e origem da vida

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES. CONTEÚDO ESPECÍFICO Biologia: visão geral e origem da vida Colégio Estadual Antônio M. Ceretta Ensino Fundamental, Médio e Profissional Plano de Trabalho Docente - Ano 2015 Disciplina: Biologia Professora: Katia Lazaretti Série: 1ª Série Período: 1 trimestre ESTRUTURANTES

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

Diagnóstico Microbiológico

Diagnóstico Microbiológico Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação

Leia mais

Dayse M Lourenço. Avaliação laboratorial da coagulação: indicação e orientação terapêutica. Do coagulograma convencional a. tromboelastometria

Dayse M Lourenço. Avaliação laboratorial da coagulação: indicação e orientação terapêutica. Do coagulograma convencional a. tromboelastometria Dayse M Lourenço Avaliação laboratorial da coagulação: indicação e orientação terapêutica Do coagulograma convencional a tromboelastometria Consultoria científica: Bayer Glaxo Smith Kline UNIFESP Escola

Leia mais

Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz Instituto Carlos Chagas - ICC- Fiocruz - PR

Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz Instituto Carlos Chagas - ICC- Fiocruz - PR Itamar Crispim Simpósio Temático - 01/07 e 02/07 Local: Auditório do TECPAR das 8:00 às 18:00 horas 01 de Julho Abertura e Apresentação Institucional Dr. Samuel Goldenberg Doença de Chagas: realidade e

Leia mais

Leucemias Crônicas HEMATOLOGIA II 5/6/2010. Curso de Farmácia Prof. Christian LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS LINFÓIDES MIELÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC

Leucemias Crônicas HEMATOLOGIA II 5/6/2010. Curso de Farmácia Prof. Christian LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS LINFÓIDES MIELÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC HEMATOLOGIA II Curso de Farmácia Prof. Christian Leucemias Crônicas LEUCEMIAS AGUDAS CRÔNICAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LMA LLA LMC LLC M0 A M7 L1, L2, L3 1 LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA (LLC)

Leia mais

PROCESSO DE ANÁLISE DO DNA: PROJETO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PARA PROFESSORES DE ENSINO MÉDIO

PROCESSO DE ANÁLISE DO DNA: PROJETO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PARA PROFESSORES DE ENSINO MÉDIO PROCESSO DE ANÁLISE DO DNA: PROJETO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PARA PROFESSORES DE ENSINO MÉDIO Cynthia Germoglio Farias de Melo cynthia_fariasm@hotmail.com Rayner Anderson Ferreira do Nascimento raynerbiomedicina@gmail.com

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Leucemia Linfóide Crônica

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Leucemia Linfóide Crônica O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Leucemia Linfóide Crônica Manual de Leucemia (LLC) Desenvolvimento ABRALE e Colaboradores Você está lutando contra algum câncer do sangue? Existe ajuda gratuita. A ABRALE -

Leia mais

POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo

POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo Material Necessário Seringa 5ml com agulha 25x7 Alcool 70% (iodado) Garrote Tubo vacuun EDTA ( tampa roxa ) microscópio lâminas para microscopia

Leia mais

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos Rio de Janeiro, 21-25 setembro de 2009 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Construções Mais Comuns

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh.

A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh. 1/7 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh. 2. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS Grupo Sanguíneo,

Leia mais