Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração. Aspectos Laboratoriais

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1 Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração Aspectos Laboratoriais Eduardo Pinheiro Guerra Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública

2 SISLAB CGLAB - Rede de diagnóstico da Influenza REDES NACIONAIS DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE ASSISTÊNCIA Centros Colaboradores Laboratórios de Referência Nacional Laboratórios de Referência Regional Laboratórios de Referência Estadual Laboratórios de Referência Municipal Laboratórios de Fronteiras Laboratórios Locais

3 Laboratórios de Referência no Brasil para Influenza e Pneumococos RR AP Instituto Evandro Chagas SVS-MS Influenza: 27 LACEN Belém/PA - LRR 2 Centros Colaboradores UFES e UFPR 2 Laboratórios de Fronteiras Uruguaiana e Foz do Iguaçu AC AM RO PA TO MT DF GO MS SP PR SC RS MA MG PI RJ BA ES CE RN PB PE SE AL Instituto Adolfo Lutz SES/SP São Paulo/SP - LRR Instituto Oswado Cruz FIOCRUZ -MS Rio de Janeiro/RJ - LRN Pneumococos

4 Fluxo de encaminhamento da amostra Unidade sentinela: coleta da amostra LACEN: processamento e diagnóstico por IFI Digitação SIVEP-Gripe Todas as amostras coletadas semanalmente acondicionadas em isopor com gelox Digitação SIVEP-Gripe 100% das lâminas positvas ou inconclusivas, 10% das lâminas negativas e o sobrenadante das amostras. Enviados em gelo seco. Vigilância Sazonal: 4 amostras / semana / Unidade Sentinela Laboratórios de Referência

5 Controle da qualidade Laboratórios de Referência Culturas de células (MDCK) Cultivo em ovos embrionados TIPAGEM (A e B) SUBTIPAGEM H1, H3 e H5 BIOLOGIA MOLECULAR ( RT-PCR e Real Time PCR ) Envio de Informações e amostras dos isolados p/ (CDC-Atlanta/USA)

6 Fluxo de encaminhamento da amostra CDC Atlanta/USA OMS Genebra/Suíça Instituto Evandro Chagas - PA Fundação Oswaldo Cruz -RJ Instituto Adolfo Lutz -SP

7 CGLAB - Diagnóstico da Influenza Importância da Coleta para o diagnóstico: Coleta de espécime clínico na fase aguda da doença (5 primeiros dias) Procedimentos adequados na coleta, atendimento as normas pertinentes de acondicionamento e transporte do espécime ao laboratório O transporte adequado dos LACEN para os Lab. de Referência (gelo seco, embalagens especiais, transportadora) Ficha clínica / epidemiológica completa

8 CGLAB - Diagnóstico da Influenza Espécimes clínicos requeridos para o diagnóstico de Pneumonias Bacterianas e Virais Sangue hemocultura Aspirado da nasofaringe trato resp. alto Swab combinado (nasal + orofaringe) trato resp. alto Lavado broncoalveolar trato resp. baixo

9 Sangue Hemocultura - bacteriologia Sorologia Influenza Amostras pareadas de soro 15 dias de intervalo Dificuldade de obtenção da segunda amostra Disponibilidade de obtenção de soros específicos para a caracterização antigênica (fornecido pelo CDC anualmente)

10 Aspirado de Nasofaringe e Swab Combinado Diagnóstico viral Imunofluorescência Indireta Isolamento Caracterização antigênica Técnicas moleculares (RT-PCR, Real Time e Sequenciamento) Caracterização genética

11 Lavado Broncoalveolar Diagnóstico viral Imunofluorescência Indireta Isolamento Caracterização antigênica Técnicas moleculares (RT-PCR, Real Time e Sequenciamento) Caracterização genética Diagnóstico bacteriológico

12 Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Impactos Aumento da demanda Necessidade de estimativa de número de amostras Critério de definição de caso Capacitação profissionais do hospital Planejamento de aquisição de insumos Definição de responsabilidades (coleta, transporte ao LACEN, processamento, da informação...)

13 Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Impactos Aumento da demanda - efeito em cascata Capacidade laboratorial Insumos Recursos humanos Recursos financeiros

14 CGLAB / DEVEP / SVS Obrigado. Tel Fax e

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