Juros longos sobem na semana com piora das contas fiscais no Brasil;

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1 02-dez-2013 Juros longos sobem na semana com piora das contas fiscais no Brasil; Dólar se aprecia frente ao real diante de sinais de fragilidade da política fiscal; Após quatro meses em alta, Ibovespa encerra novembro com sinal negativo. As taxas de juros do mercado futuro recuaram nos vencimentos mais curtos, mas registaram alta nos vértices mais longos na semana. A taxa do contrato DI-Jan15 recuou 21bps na semana, para 10,66% ao ano na 6ªfeira. Na ponta mais longa da curva de juros houve movimento contrário, tendo o vértice do DI-Jan21 subido 35 bps, para 12,84% ao ano. Motivou a abertura dos vértices mais longos dos juros futuros, o resultado fiscal pior que o previsto pelo mercado para outubro, divulgado na 6ªfeira. O recuo na parte curta da curva de juros na semana decorre da expectativa do mercado de que o Copom reduzirá o ritmo de aperto monetário a partir da próxima reunião. O dólar se apreciou 2,48% frente ao real na semana passada encerrado cotado a R$ 2,34 na 6ªfeira. A moeda americana se fortaleceu frente à moeda brasileira diante dos sinais de dificuldades fiscais no Brasil, o que aumenta os riscos de redução do rating do Brasil no futuro. O Ibovespa encerrou a semana com recuo de 0,60%, cotado a pontos. A queda na semana não foi maior porque na 6ªfeira os papeis da Petrobras subiram diante dos noticiários em relação ao reajuste nos preços dos combustíveis e ajudaram a sustentar o Ibovespa com sinal positivo no último pregão do mês. O resultado da Bolsa brasileira, entretanto, foi negativo em novembro (-3,27%), após quatro meses consecutivos de alta, indo em direção oposta das bolsas norte-americanas (o Dow Jones, S&P e Nasdaq subiram respectivamente, +3,48%, +2,80% e +3,58% no mês). A liquidez no final da semana foi reduzida devido ao feriado de Ação de Graças nos EUA.

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4 Por dentro do cenário O Copom elevou em 0,50 p.p. a taxa Selic, para 10,00% ao ano, em linha com o esperado por nós e pelo mercado. Após quatro reuniões de manutenção na comunicação pós-reunião, o Copom decide por poucas mudanças na declaração. A alteração sutil no tom do comunicado pode ser entendida como espaço aberto deixado pelo Copom para mudança no ritmo de alta dos juros na próxima reunião. Entendemos que a atual redação dá mais flexibilidade às decisões futuras de política monetária que devem ser mais pautadas na dinâmica dos próximos indicadores econômicos. Esperamos redução das pressões inflacionárias em um cenário de dados de atividade fracos. O RI do 4T13 deve trazer estimativas do BC melhores para o IPCA dos próximos trimestres. Mantemos projeção de mais um aumento na taxa Selic, de 0,25 p.p. para 10,25% ao ano, na reunião de 15 de janeiro. O principal risco para o cenário é uma maior depreciação da taxa de câmbio, implicando em deterioração adicional das expectativas de inflação, levando, assim, a necessidade de alta adicional no atual ciclo monetário em Aguardamos informações adicionais da ata da reunião do COPOM que tragam informações adicionais sobre a decisão. O superávit primário do setor público consolidado de outubro foi bem menor que o estimado pelos analistas (R$ 6,2 bilhões vs R$ 9,1 bilhões da mediana das estimativas). Trata-se do menor superávit registrado desde outubro de Com isso, o superávit primário do setor público acumulado em 12 meses recuou de 1,6% do PIB em setembro para 1,4% em outubro. Após dois meses de resultados fiscais bastante ruins, o desafio de o governo entregar um superávit primário de 1,8% do PIB no final de 2013 (nossa estimativa e de parte elevada do mercado) é muito maior. O PIB do 3T13, previsto para ser divulgado pelo IBGE na 3ªfeira, deve confirmar o desempenho fraco apontado pelos indicadores antecedentes. Estimamos retração de -0,3% QoQ AS, mesma expectativa da mediana do mercado. Na comparação com mesmo período de 2012 projetamos avanço de 2,3%. No ano estimamos alta de 2,5% para o PIB, que deve desacelerar para cerca de 2,2% no próximo ano. Agenda Semana 02 a 06/Dez: Na agenda doméstica, a semana será densa em termos de divulgações de indicadores e comunicação do Banco Central, com ata da reunião de 27 de novembro. Destaque para o PIB do 3T13 (3ªfeira), produção industrial de outubro (4ªfeira), ata do Copom (5ªfeira), IGP-DI e IPCA ambos de novembro (na 6ªfeira). Na agenda internacional, o PIB norte-americano do 3T13 (5ªfeira), mas, sobretudo os dados de mercado de trabalho de novembro (6ªfeira) são os eventos mais aguardados. Na Europa, os PMIs da indústria (2ªfeira) e do setor de serviços (3ªfeira) ambos de novembro são os dados mais aguardados. Além disso, terá reunião do banco central do Reino Unido e do BCE (5ªfeira).

5 Glossário Renda Fixa IRFM 1; IRFM 1+; IMA B5; IMA B5+; e IMA Ex-C são componentes do IMA. O IMA Índice de Mercado ANBIMA é uma família de índices que representa a evolução, a preços de mercado, da carteira de títulos públicos e serve como benchmark para o segmento. Com o objetivo de atender às necessidades dos diversos tipos de investidores e das suas respectivas carteiras, o IMA é atualmente subdividido em quatro subíndices, de acordo com os indexadores dos títulos prefixados (IRFM), indexados ao IPCA (IMA B), indexados ao IGP-M (IMA C) e pós-fixados (IMA S). Com exceção das carteiras teóricas de títulos indexados ao IGP-M e pós-fixados (IMA-S), para as demais carteiras, são calculados subíndices com base nos prazos dos seus componentes. Adicionalmente, em virtude da intenção explícita da STN de não mais emitir títulos indexados ao IGP-M (NTN-C) e, ainda, devido à baixa liquidez observada neste segmento, foi determinada a construção de um índice agregado aos mesmos moldes do IMA-Geral, mas sem a participação do IMA-C, denominado IMA-Geral Ex-C. IRFM 1 IRFM 1+ IMA B5 IMA B5+ LTN e NTN-F com prazo < 1 ano LTN e NTN-F com prazo >/= 1 ano NTN-B com prazo < 5 anos NTN-B com prazo >/= 5 anos Fonte: ANBIMA / Adaptação: Itaú Asset Management Prêmio de Risco Spread over treasury do CDS (Credit Default Swap) de 5 anos. Variação em bps. Commodities Índice de uma cesta de commodities em dólares. Ações - Brasil IDIV Índice Dividendos SMLL Índice Small Cap ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial Fonte: BM&FBOVESPA / Elaboração: Itaú Asset Management Disclaimer A Conjuntura Semanal é uma publicação da Itaú Asset Management. As informações contidas no informativo foram produzidas dentro das condições atuais de mercado e conjuntura. Todas as recomendações e estimativas aqui apresentadas derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. O Banco Itaú não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base nos dados aqui divulgados. Cotações às 17hs30min da 6ª feira.

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