Responsabilidade Social

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1 Informativo Capal Edição 49 11/dezembro/201 Responsabilidade Social Em 201 a Capal realizou diversas ações sociais e apoiou causas importantes nas cidades onde atua. Entre as mais recentes está a doação de R$ 8.000,00 para a AASCA Associação de Assistência Social Cristã de Arapoti. A AASCA é coordenada por membros da Igreja Evangélica Reformada de Arapoti e vem há vários anos atuando junto às comunidades carentes. O trabalho é dividido em quatro frentes: Raio de Luz, Sementinha Calógeras, Sementinha Humaitá e Sementinha Futebol. Sr. Martinus Kool, presidente da AASCA e o presidente da Capal, Erik Bosch. Atividades - Os projetos Sementinha são voltados para crianças e adolescentes, oferecendo atividades no contra turno escolar, que envolvem projetos de artesanato, esportes, dança, coordenação motora e desenvolvimento, além de reforço às disciplinas escolares. No Raio de Luz, são as mães de crianças carentes que são atendidas, tendo aulas de corte e costura para artesanato. As aulas oferecem aprendizado para que possam produzir peças artesanais e comercializá-las, aumentando assim a renda familiar. Em todos os momentos há uma preocupação constante em oferecer boa alimentação e ambientes seguros para as atividades. Informações - Os interessados em fazer doação para a AASCA podem obter mais informações sobre como ajudar pelo telefone (43) Doação 43 Expoleite Na Expoleite também temos ações de responsabilidade social. Na praça de alimentação os espaços são cedidos às entidades do município, onde podem comercializar seus produtos, sendo os lucros totalmente revertidos em seu próprio benefício. Além disso, 40% do valor da venda do leite produzido na feira é doado a instituições da cidade. Em 201 o valor foi de R$ 4.300,00, totalmente oferecido ao Recanto Lar do Idoso, de Arapoti. Representantes da diretoria do Lar com Nicholaas Bronkhorst, da Comissão Pecuária Capal. Ação Dia C Dia de Cooperar Ainda neste âmbito, dois projetos ganharam destaque em 201. A ação de restauração e limpeza na Ong PACAA, em parceria com a Sicredi e Ceral, e o apoio à equipe de atletas com deficiência da cidade de Taquarituba. Atletas de Taquarituba, com a encarregada da Unidade, Joana Rocha, e o diretor da Capal, Itavico Dognani. 1

2 Balança comercial de lácteos: importações de leite em pó caem 0% em novembro A balança comercial de produtos lácteos teve um déficit de 371 toneladas em novembro, volume 2 vezes menor que o apresentado em outubro. Em valores, a balança de lácteos voltou a ter saldo positivo: enquanto em outubro houve um saldo negativo de US$12,6 milhões, em novembro houve um superávit de US$14,3 milhões. Tabela 1 - Exportações e importações por categoria de produto Novamente, o maior volume das exportações foi de leite em pó integral, com pouco mais de.800 toneladas exportadas a um preço médio de US$.417/ton, com grande parte do volume destinado ao mercado venezuelano. As importações de leite em pó, tanto integral quanto desnatado, tiveram origem majoritariamente da Argentina (48,8%), seguido por Uruguai (46,8%) e Estados Unidos (4,4%). Desde julho deste ano, Uruguai e Argentina tem mantido praticamente as mesmas participações nas importações brasileiras de leite em pó. Analisando as quantidades em equivalente-leite (a quantidade de leite utilizada para a fabricação de cada produto), a quantidade importada foi de 81,6 milhões de litros em novembro, baixa de 41,8% em relação a outubro. Por outro lado, as exportações em equivalente-leite tiveram alta de 1%, totalizando 66,7 milhões de litros. De janeiro a novembro deste ano, o déficit acumulado da balança comercial de lácteos em equivalente-leite é de cerca de 496 milhões de litros, mais do que o triplo do déficit apresentado ao longo do ano inteiro de 2014, que foi de 19 milhões de litros. O gráfico 2 a seguir apresenta este cenário, mostrando o histórico mensal do saldo da balança de lácteos 2014 x 201. Fonte: Milkpoint 2

3 Palestra para pecuaristas em Carlópolis Palestra para pecuaristas, realizada em Carlópolis esta semana, abordou diversos assuntos, entre eles a prevenção de doenças reprodutivas como brucelose, IBR, BVD e leptospirose. O objetivo principal era de conscientizar o produtor sobre os prejuízos financeiros trazidos por estes problemas, além dos perigos que algumas destas doenças podem significar para a saúde humana. Acima de tudo pensamos na saúde e bem estar do produtor, sem falar no retorno financeiro e na produção de alimentos seguros para o consumidor, afirma Marcelo Giordano Nunes, veterinário da Capal. CLASSIFICADOS Vacas Jersolandas, primeiro parto, prenhas (com controle leiteiro). Tratar: Stieven H. Elgersma (43) ou (43) Colheitadeira MF 34 ano Tratar Joana - Feno de tifton e pré-secado. Tratar com Pieter Vogelaar Fiat Strada CE, modelo 2012, branca. R$24.000,00 Tratar com Albert Salomons Caminhão Volvo 380, ano R$ ,00. Tratar com Rubens Claudino EXPEDIENTE CAPAL NOS FERIADOS DE DEZEMBRO 18/12 (SEXTA-FEIRA) FERIADO EM ARAPOTI -NÃO HAVERÁ EXPEDIENTE ADMINISTRATIVO, POSTO E LOJA 24/12 (QUINTA-FEIRA) VÉSPERA DE NATAL EXPEDIENTE ATÉ 11H30 EM TODAS AS UNIDADES, INCLUSIVE POSTO 2/12 (SEXTA-FEIRA) FERIADO NATAL 31/12 (QUINTA-FEIRA) CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL EXPEDIENTE ATÉ 11H30 EM TODAS AS UNIDADES, INCLUSIVE POSTO 01/01 (SEXTA-FEIRA) - CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL ENTREGA DE RAÇÃO VER PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA NA SUA UNIDADE 3

4 Informações do mercado agropecuário FUTURO CIF Guarujá entrega novembro/201 e pagamento dezembro/201 CIF Paranaguá entrega fevereiro/março 2016 e pagamento abril/2016 CIF Guarujá entrega setembro/2016 e pagamento outubro/2016 Comprador: R$ 36,00 Vendedor: sem indicação Comprador: R$ 32,00 Vendedor: sem indicação Comprador: R$ 36,70 Vendedor: sem indicação SOJA TRIGO Arapoti-Pr W.Braz-Pr Disponível CIF Ponta Grossa Comprador: R$ 32,0 Vendedor: R$ 34,00 Comprador: R$ 32,00 Vendedor: R$ sem indicação R$ 76,00 Entrega abril/2016 e pagamento R$ 72,00 maio/ CIF Ponta Grossa/PR Superior Intermediário R$ 70,00 FOB R$ 680,00 (T-1) R$ 80,00 (T-2) SOJA TRIGO Comprador: R$ 32,00 Itararé-Sp Vendedor: R$ sem indicação Comprador: R$ 33,20 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Vendedor: R$ sem indicação Disponível CIF Santos R$ 79,00 Entrega março/2016 pagamento R$ 7,40 abril/2016 CIF Guarujá Entrega abril/2016 pagamento R$ 76,00 maio/2016 CIF Guarujá Superior R$ 730,00 FOB SP (falling number mínimo de 20) R$ 670,00 (T-1) Intermediário R$ 80,00 (T-2) R$ 0,00 (T-3) R$ 0,00 (T-3) FEIJÃO PREÇOS NA BOLSINHA SÃO PAULO 07/12/1 Variedade Carioca 08/12/1 09/12/1 10/12/1 11/12/1 Min. Máx. Min. Máx. Min. Máx. Min. Máx. Min. Máx. Bola Cheia/Dama 8, 9 S/Cot 228,00 S/Cot 228,00 S/Cot 228,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Bola Cheia/Dama 8 9 S/Cot 20,00 S/Cot 20,00 S/Cot 20,00 200,00 20,00 200,00 20,00 Bola Cheia/Pérola 7, 8 S/Cot 19,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Bola Cheia/Pérola 7 7 S/Cot 180,00 S/Cot 180,00 S/Cot 180,00 S/Cot 180,00 S/Cot 180,00 Pérola/ Bola Cheia 6, 7 S/Cot 17,00 S/Cot 17,00 S/Cot 17,00 S/Cot 17,00 S/Cot S/Cot INDICADORES FINANCEIROS DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP R$ 3,80 10/12 0,6679 % a.m. - 09/12 14,2 %,00 % a.a. DÓLAR - O dólar fechou com forte alta frente ao real, voltando a R$3,80 nesta quinta-feira, reagindo à decisão da Moody's de ameaçar tirar o selo de bom pagador internacional do Brasil. Todavia, operadores ressaltaram que a pressão não deve se estender porque muitos já trabalham com o cenário de perda do grau de investimento nos próximos meses. Na véspera, a Moody's colocou o rating "Baa3" do Brasil em revisão para rebaixamento, o que significa que uma ação sobre a nota pode acontecer em até 90 dias. Se o corte na classificação se concretizar, o país perderia o grau de investimento por duas importantes agências, obrigando muitos fundos a vender os ativos brasileiros que detêm. Porém, o dólar pode até sofrer algum estresse no curto prazo, mas não deve voltar a R$ 4,00 em reação ao rebaixamento. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que a decisão da Moody's reflete a atual situação do país e defendeu que é preciso ter união para fazer reformas. Operadores ressaltaram ainda que a atuação do Banco Central tende a suavizar os movimentos do câmbio. 4

5 INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO SUÍNOS Mercado brasileiro volta a apresentar preços acomodados tanto para o quilo do animal vivo como para os cortes do atacado no decorrer desta semana. O movimento de queda visto neste início de dezembro foi bastante atípico, considerando que o apelo ao consumo tradicionalmente tende a ser maior neste período do ano, levando em conta o aumento da renda da população, devido a recebimento de salários e do décimo terceiro. Contudo ainda há uma possibilidade de reajustes nos próximos dias, mesmo que de maneira mais comedida. O fluxo alto de exportação segue fundamental ao setor nos próximos meses para que haja maior equilíbrio de preços no mercado interno. As exportações devem continuar mantendo o bom ritmo no decorrer de 2016, favorecido principalmente pela valorização do dólar ante o real, o que torna a carne suína brasileira muito competitiva no mercado externo. O mercado norte-americano abriu suas portas para a carne suína brasileira e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reconheceu a equivalência do serviço brasileiro de inspeção de carne suína e autorizou a habilitação de frigoríficos de Santa Catarina para exportação de carne suína in natura para o país.para os estados livres de febre aftosa com vacinação, o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar dos Estados Unidos autorizou a habilitação de unidades para exportação de carne suína cozida e processada, desde que a industrialização ocorra em estabelecimentos registrados no SIF (Serviço de Inspeção Federal) e habilitados como produtores de matéria-prima. Apesar de importarem grande quantidade de carne suína, os Estados Unidos também exportam, o que pode dificultar aos produtores brasileiros conseguir exportar grandes volumes para o país. No entanto, o reconhecimento norte-americano pode ajudar a derrubar barreiras nas negociações, que já duram anos, com dois dos maiores importadores mundiais de carne suína: o Japão e a Coréia, mercados de mais de US$ 1 bilhão em importações do produto. Os valores dos contratos futuros encerraram a sessão desta quinta-feira com ganhos em Chicago, com coberturas de vendidos e vendas semanais dos EUA. O mercado do cereal foi sustentado pelo melhor desempenho das vendas de milho para exportação nos EUA. Os agentes também seguem de olho no andamento da safra de milho na América do Sul. No Brasil, o clima adverso reviveu os temores com o potencial produtivo da safra de verão e especulações com a segunda safra de milho devido ao atraso na semeadura da soja, sobretudo no Centro-Oeste. Na Argentina, o que pesa são os possíveis rumos da política agrícola no país com a redução da taxa de exportação e restrição de vendas ao exterior. Há relatos de que a área de milho na Argentina poderá crescer, mesmo assim o clima irregular ainda deverá gerar algum impacto. Os valores dos contratos futuros negociados na BMF&Bovespa encerraram a sessão desta quintafeira com ganhos, impulsionados pela junção positiva orquestrada pela retomada do dólar e firmeza dos preços internacionais do cereal. O vencimento janeiro/201, que encerrou o dia cotado a R$36,02/saca, teve ganho diário de 0,6% em relação ao fechamento da sessão anterior, ao passo que a posição maio/16, registrou alta de 0,42%, cotado a R$3,6/saca. No Brasil, a retomada do dólar associada à firmeza dos preços internacionais estimulou o aumento das cotações nos portos, uma vez que também sustenta a paridade de exportação e garante boas margens de venda para tradings, tanto que vendedores quanto importadores estão aproveitando para fechar novos contratos de exportação para janeiro. Com isso, diminui a oferta no spot, favorecendo o aumento das cotações no mercado doméstico. A expectativa é que os embarques continuem em patamares elevados nas próximas semanas, uma vez que o line-up sinaliza muitos navios a serem carregados. O aquecimento dos embarques é realmente necessário para que as exportações do ano-safra 2014/1 alcancem o que o mercado espera, ou seja, volumes acima de 29 milhões de toneladas. Considerando-se que agentes negociaram antecipadamente até para o segundo semestre de 2016, envolvendo o produto da próxima temporada, também não será surpresa se os embarques continuarem em bons volumes nos primeiros meses do próximo ano, concorrendo inclusive com a soja. Neste contexto, os preços do cereal estão em alta no mercado interno diante da retomada dos compradores internos que passaram a se preocupar com recompor estoques. 6

6 INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO SOJA Os contratos futuros negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta nesta quinta-feira, com suporte de sinais de retomada da demanda pelo produto dos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reportou vendas semanais de soja muito superiores às expectativas do mercado. Outro sinal de recuperação da demanda é demonstrado pelo maior apetite comprador das indústrias processadoras de soja nos EUA, as quais estão consumindo mais grão em função da necessidade de atender a produção de biodiesel. De qualquer forma, os modestos ajustes ainda refletem a cautela dos agentes em serem mais ativos nos negócios, visto que o relatório de dezembro do USDA frustrou as expectativas do mercado em função de sua neutralidade. Com as festas de final de ano e os recessos, as oscilações ainda deverão ser pontuais pela necessidade de se aguardar novidades, as quais ficarão para o próximo relatório, onde se poderá ter uma melhor definição da safra sul-americana, com os agentes atentos ao andamento da nova safra na América do Sul, sobretudo no Brasil, onde o clima está irregular e já se fala em queda no potencial produtivo. No Brasil, os preços da soja voltaram a esboçar firmeza na maioria das praças nacionais. As indicações de compra foram estimuladas pela junção positiva ocasionada pela retomada do dólar e firmeza dos preços em Chicago. De certa forma, os produtores seguem preocupados com o desenvolvimento das lavouras e aguardam uma melhor definição do potencial produtivo para pensar em retornar aos negócios. O cenário é marcado por incertezas em algumas regiões produtoras em função das condições climáticas adversas. Ao mesmo tempo, tradings e processadoras também evitam participar ativamente do mercado preocupados com o comportamento das principais variações (dólar, Chicago, prêmios, fretes, etc.) num momento de crise político-econômica que vive o Brasil. Neste contexto, os preços futuros continuam em sua maioria nominais diante da ausência de negócios em volumes mais significativos. Em relação às vendas no spot, os negócios são raros e esparsos, visto que a dinâmica de compra e venda depende de particularidades entre as regiões. Os valores para lotes disponíveis continuam descolados da paridade de exportação. TRIGO A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerrou as operações desta quinta-feira com preços mais altos. Mesmo com o resultado negativo das exportações semanais americanas, o mercado encontrou força técnica para atingir os melhores níveis em duas semanas. As vendas líquidas norteamericanas de trigo, referentes à temporada comercial 201/16, que tem início em 1 de junho, ficaram toneladas na semana encerrada em 3 de dezembro. Houve uma queda de 43% na comparação com a semana anterior e de 4% na média de quatro semanas. A expectativa do mercado oscilava entre 20 mil e 00 mil toneladas. Apesar do relatório baixista divulgado quarta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o mercado ainda não sofreu impacto da ampla oferta mundial. O mercado brasileiro nesta quinta-feira permaneceu em ritmo lento de final de ano. A colheita brasileira foi encerrada enquanto a Argentina apresenta 40,9% de sua área estimada colhida, o que representa pouco mais de 1,429 milhão de hectares, já o volume colhido representa 3,4 milhões de toneladas. A oferta de trigo de boa qualidade no Brasil é baixa, e os produtores que possuem este cereal buscam valorizar seu produto. Por outro lado a indústria permanece com uma demanda fraca pela farinha, alongando seus estoques, e assim, reduzindo seu apetite comprador. A expectativa é de elevação no volume de negócios somente nos primeiros meses do próximo ano. Vale ressaltar que a entrada da safra de verão encarece os fretes e dificulta as negociações, no entanto, alguns produtores necessitarão vender o cereal para abrir espaço nos estoques para a nova safra, podendo negociar a preços mais atrativos para a indústria. 6 6

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