SOJA NEGOCIA POUCO EM NOVEMBRO POR DÓLAR E CHICAGO EM BAIXA

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1 Panorama Geral dos Mercados Agrícolas Ano IV n o de novembro de SOJA NEGOCIA POUCO EM NOVEMBRO POR DÓLAR E CHICAGO EM BAIXA O mercado brasileiro de soja teve uma comercialização lenta em novembro e os preços cederam nas principais praças do país. A desvalorização do dólar frente ao real e a queda dos contratos futuros em Chicago praticamente travaram as negociações no mercado doméstico. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 83,00 para R$ 79,00 no período. No Mato Grosso, em Rondonópolis, o preço caiu de R$ 73,50 para R$ 70,00. Em Dourados (MS), a cotação baixou de R$ 73,50 para R$ 70,00. Em algumas praças, houve valorização, mesmo com os poucos negócios. Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 76,00 para R$ 77,00, enquanto em Rio Verde (GO) a cotação passou de R$ 74,00 para R$ 78,00. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em janeiro acumularam desvalorização de 1,13%, encerrando o dia 25 a US$ 8,75 por bushel. A ampla oferta mundial do produto manteve o mercado sob pressão. Os Estados Unidos encerraram no mês a colheita da maior safra de sua história, conforme o mais recente levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na maior parte do período, o bom desenvolvimento das lavouras sul-americanas também colaboraram para a queda em Chicago. No final do mês, o mercado futuro esboçou uma EVOLUÇÃO DO PLANTIO DA SOJA - BRASIL - em % da área esperada - Estados Média 27/Nov 20/Nov 27/Nov Normal (x) RS PR MT MS GO SP MG BA SC OUT BRASIL (*) 78,7 65, obs: (x) Média histórica de 5 anos (*) Média ponderada Fonte: SAFRAS & Mercado recuperação. Primeiro pela boa demanda pela soja americana. Mas, principalmente, por certa preocupação com as lavouras no Brasil. A possível queda nos rendimentos finais americanos serviu de pretexto para uma recuperação técnica dos preços. O câmbio também contribuiu para a queda no ritmo dos negócios no Brasil. Algumas vitórias do governo no Congresso ajudaram o real a se valorizar 2,95% frente ao dólar. A moeda fechou o dia 26 a 3,747. Mas o sentimento se alterou no final de novembro, após a prisão do líder do governo no Senado, senador Delcídio Amaral. Dylan Della Pasqua / Agência SAFRAS SAFRAS InfoAgro é um boletim da Agência SAFRAS, Divisão de Jornalismo do Grupo SAFRAS. Av. Independência, 1299 Sala 403 CEP Porto Alegre RS Telefone: Editor Responsável: Dylan Della Pasqua Projeto Gráfico: Carlos Soares

2 Quebra na safra de SP faz feijão carioca subir 41% em novembro O mercado de feijão carioca encerra o mês de novembro com oferta escassa, impulsionando as cotações. As negociações se encontram em situação bastante delicada por causa das chuvas que atingem as regiões produtoras de São Paulo desde o começo deste mês. A avaliação é de SAFRAS & Mercado. "A origem do feijão carioca ofertado no momento é praticamente 100% de São Paulo. Os lotes continuam apresentando problemas de qualidade dos grãos causados pelas chuvas, alguns com menos defeitos e outros com mais, mas praticamente todos se encontram nesta situação", resume o analista da empresa, Mahal Ferreira. À espera da próxima safra, os principais estados produtores recorrem a São Paulo, que não consegue abastecer plenamente estes mercados. Os produtores e vendedores que ainda possuem feijão seguram a mercadoria à espera de cotações melhores. A estimativa de produção total da safra paulista é de 1,5 milhão de sacas sendo que metade já foi colhido e negociado. Na maior região produtora de São Paulo que fica em Itaí/ Paranapanema restam ainda de 200 a 250 mil sacas entre o feijão a colher e já colhido a ser comercializado. O feijão carioca extra 9 valorizou 41,5% ante o mês passado, o especial nota 8,5 observou suas cotações aumentarem em 35,6%, o feijão carioca comercial nota 8 é 25,5% mais caro em relação ao mês passado e o nota 7 elevou sua cotação de maneira mais moderada, 4,3%. Feijão preto segue sem variações nos preços O mercado de feijão preto permaneceu estável durante o mês de novembro. A pequena demanda permanece sendo atendida pela oferta escassa do feijão na bolsinha paulistana. A oferta vem em grande parte da Argentina. No Rio Grande do Sul, segundo a Emater/RS, na maioria das regiões, beneficiada pelo clima favorável, a lavoura do feijão apresenta bom desenvolvimento e potencial produtivo satisfatório. Dylan Della Pasqua / Agência SAFRAS Boi teve preços acomodados, sem excedente de oferta em novembro Os frigoríficos de uma maneira geral ainda operam com preços firmes em boa parte do país. As escalas de abate apresentaram considerável avanço no último mês, o que resulta em um comportamento menos agressivos dos frigoríficos, em geral, na compra de gado. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias,os preços de balcão apresentaram acomodação, até porque a oferta de animais terminados esteve adequada às necessidades dos frigoríficos, sem figurar excedente de oferta. Algumas unidades ainda operam com capacidade ociosa, o que torna o trabalho de prolongar as escalas de abate menos custoso. Os preços de uma maneira geral permanecem acomodados, em linha com a boa evolução das escalas de abate. Os frigoríficos não conseguem forçar a baixa no mercado interno, considerando que a oferta disponível de animais terminados preenche as necessidades de cada unidade, sem excedente de oferta. "De certa forma o mês de novembro não cumpriu com as expectativas mercadológicas, uma vez que era aguardando consistente movimento de alta, o que acabou não acontecendo", constatou Iglesias. As exportações de carne bovina "in natura" do Brasil renderam US$ 325,9 milhões em novembro (14 dias úteis), com média diária de US$ 23,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 74,4 mil toneladas, com média diária de 5,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.378,4. Entre outubro e novembro, houve uma alta de 8,6% no valor médio exportado, um avanço de 2,8% na quantidade e alta de

3 5,7% no preço médio. Na relação entre novembro de 2015 e o mesmo mês de 2014, houve avanço de 5,5% no valor total exportado, alta de 17,5% na quantidade total, e desvalorização de 10,3% no preço médio. A média mensal de preços em novembro, em São Paulo, foi de R$ 150,18 a arroba. Em Mato Grosso do Sul, o preço esteve a R$ 140,66. Em Minas Gerais, a arroba ficou em R$ 145,29. Em Goiás, a arroba esteve em R$ 140,52. Em Mato Grosso, o preço ficou em R$ 130,87. No atacado, a média mensal de preços nos cortes de traseiro foi de R$ 11,80 e nos cortes de dianteiro ficou em R$ 8,26. Carine Lopes / Agência Safras Milho esteve centrado no câmbio volátil e teve lentidão em novembro O mercado brasileiro de milho esteve centrado nas flutuações cambiais durante todo o mês de novembro. Aliás, esse movimento foi bastante claro durante todo o segundo semestre. Essa situação faz com que produtores e compradores busquem mecanismos para se proteger da intensa volatilidade cambial. Assim, os negócios fluem de acordo com a necessidade de ambas as partes; a lentidão domina o mercado brasileiro de milho nos últimos três meses, segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. A perspectiva de mudança desse cenário não é das mais animadoras, uma vez que os grandes produtores de milho do país permanecem capitalizados. Portanto, a estratégia de negociar apenas o necessário tende a predominar no mercado brasileiro também em dezembro. As exportações de milho do Brasil renderam US$ 544,8 milhões em novembro (14 dias úteis), com média diária de US$ 38,9 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país chegou a 3,272,9 milhões de t, com média diária de 233,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 166,4. DESTAQUES Principais notícias da AGÊNCIA SAFRAS na semana terminada em 27 de novembro Café & Soft Commodities 90% das cultivares de arábica no Brasil são desenvolvidas pelo IAC - Frases como "só saio de casa depois de tomar um café" ou "vamos marcar um cafezinho" fazem parte do cotidiano dos brasileiros. Puro, com leite ou em receitas mais elaboradas, ele está no dia a dia. Mas de onde vem o café que tanto se fala? A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas desenvolveu 90% dos cultivares de café arábica - aquele que gera uma bebida aromática e saborosa, conhecido popularmente como café de garrafa - plantadas comercialmente no Brasil. Uganda lidera mercado africano de café - O café de Uganda ainda é líder na África, uma indicação de que há um mercado internacional garantido para o produto de maior receita do país. Para manter o mercado, é necessário promover as cadeias de valor em café para estimular os jovens a entrar nessa cadeia de valor e exportar mais produtos de café. Consumo mundial de café deverá crescer 25 milhões de sacas na próxima década - Esta edição do Relatório Internacional de Tendências do Café (vol.4 n9), do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, com base nos números globais de consumo do café projetados para os próximos dez anos pela Organização Internacional do Café - OIC, aponta o desafio dos países produtores em atender à crescente demanda mundial. Seca atinge produção e pode prejudicar exportações de café da Etiópia - O fenômeno El Niño trouxe o clima seco para regiões produtoras da Etiópia, afetando a safra do país e podendo trazer prejuízos efetivos na produção e nas exportações. A indicação é de que o clima seco atinge 40% das áreas produtoras do país. As informações partem do Fewsnet - Instituição financiada pelos Estados Unidos de aviso prévio contra problemas relacionados à fome, segundo noticiou a Dow Jones. Adido do USDA prevê safra 2015/16 do Vietnã em 29,3 mi sacas de café - A produção de café total no Vietnã em 2015/16 (outubro/ setembro) deverá chegar a 29,3 milhões de sacas, com incremento de 6,9% no comparativo com 2014/15, que tem a safra indicada em 27,4 milhões de sacas. As estimativas são do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

4 Cotações dos Mercados Agrícolas

5 DESTAQUES Principais notícias da AGÊNCIA SAFRAS na semana terminada em 27 de novembro Boi & Carnes Reunião discute flexibilização na rastreabilidade bovina - Integrantes da Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), da Farsul e pecuaristas debateram, nesta segunda-feira (23/11) em Porto Alegre (RS), alternativas para flexibilizar o sistema de rastreabilidade do rebanho. O procedimento é fundamental para garantir as exportações de cortes brasileiros, especialmente para o mercado europeu. Vacinação contra febre aftosa ocorre até dia 30 no RS - Termina no próximo dia 30 a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul. Nessa fase, devem ser imunizados animais com até 24 meses de idade. Produtor de Minas Gerais deve vacinar gado contra aftosa até dia 30 - Produtores rurais de Minas Gerais têm prazo até o próximo domingo (30) para vacinar contra a febre aftosa bovinos e bubalinos com idade de 0 a 24 meses. A vacinação é obrigatória e é a única forma de se proteger os animais contra a doença. O produtor que não imunizar o rebanho poderá ser multado em R$ 68,07 por animal não vacinado. Esta é a segunda etapa da vacinação anual contra a doença. A primeira ocorreu em maio, época em que, em todos os anos, devem ser vacinados todos os bovinos e bubalinos do plantel mineiro, independente da idade. Forragem cresce e se nota bom rebrote no RS - No campo nativo do Rio Grande do Sul, o acúmulo de forragem está crescendo e se nota bom rebrote. Os produtores estão manejando os rebanhos que utilizam o campo nativo e realizando o ajuste da carga animal. As condições climáticas nesta primavera, ainda que com pouca luminosidade e excesso de umidade, vão permitindo o rebrote do campo nativo e das pastagens perenes de verão, melhorando a qualidade das forrageiras.

6 Entre outubro e novembro, houve uma baixa de 11,2% no valor médio exportado, uma desvalorização de 11,5% na quantidade e um acréscimo de 0,4% no preço médio. Na relação entre novembro de 2015 e o mesmo mês de 2014, houve alta de 48,4% no valor total exportado, avanço de 57% na quantidade total e desvalorização de 5,4% no preço médio. A média de preços mensal de novembro em Santos foi de R$ 27,12 a saca. Enquanto isso, em Paranaguá o preço médio ficou em R$ 35,03a saca. No Paraná, a cotação comprador/ vendedor em Cascavel ficou em R$ 30,53. Em São Paulo, o preço ficou em R$ 31,88, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou a R$ 35,47. No Rio Grande do Sul, preço ficou a R$ 36,44, em Erechim. Em Minas Gerais, preço em Uberlândia esteve a R$ 35,03. Em Goiás, preço a R$ 26,76, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço em R$ 21,12, em Rondonópolis. Carine Lopes / Agência Safras Embarques de carne suína em novembro podem ser recordes em 2015 O mercado brasileiro de carne suína mostrou enfraquecimento na demanda ao longo da semana. Com isso, a média de preços do suíno vivo em novembro no Centro-Sul chegou a R$ 3,73 nesta quinta-feira (26), aquém dos R$ 3,80 registrados no mesmo período de outubro. Por outro lado, de acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a boa notícia em novembro foi que as exportações de carne suína seguiram bem aquecidas. "Diante das 44,7 mil toneladas registradas nos primeiros 14 dias úteis, é possível que os embarques de novembro atinjam um volume recorde no ano, superando as 54,9 mil toneladas in natura embarcadas em julho", comenta. No atacado os preços da carne suína mostraram avanço ao longo de novembro frente ao mês anterior. "A média de preços da carcaça chegou a R$ 6,08 ontem, superando os R$ 6,05 registrados no final de outubro", avalia. Nos cortes de pernil com osso, o preço chegou a R$ 7,31, superando os R$ 7,07 praticados na mesma semana do mês passado. Apesar da procura mais acomodada por carne suína nesta semana, em meio ao alto comprometimento da renda da população, a expectativa dos frigoríficos é de que os estoques disponíveis possam ser absorvidos pelo mercado na virada de mês, especialmente com o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário. "É possível que o repique de demanda volte a contribuir para a melhora do preço", disse. A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 82,00, com avanço de 1,23% frente aos R$ 81,00 por arroba da última semana de outubro. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 3,10 para R$ 3,14, enquanto no interior a cotação retrocedeu de R$ 3,95 para R$ 3,93. Em Santa Catarina o preço do quilo passou de R$ 3,10 para R$ 3,12 na integração. No interior, a cotação caiu de R$ 3,87 para R$ 3,72. No Paraná o quilo vivo recuou de R$ 4,00 para R$ 3,82 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo teve baixa de R$ 4,10 para R$ 3,97. No Mato Grosso do Sul a cotação caiu de R$ 3,19 para R$ 3,14 na integração, enquanto em Campo Grande o preço recuou de R$ 3,54 para R$ 3,42. Em Goiânia, o preço teve queda de R$ 4,45 para R$ 4,32. No interior de Minas Gerais o quilo teve retração de R$ 4,43 para R$ 4,20. No mercado independente mineiro a cotação teve baixa de R$ 4,10 para R$ 3,95. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis passou de R$ 3,46 para R$ 3,44. Já na integração do estado a cotação retrocedeu de R$ 3,23 para R$ 3,15. Arno Baasch / Agência SAFRAS

7 Preço do arroz é firme, mas com comercialização lenta em novembro O mercado gaúcho de arroz, principal referencial nacional, se aproxima do encerramento do mês de novembro com preços firmes. A saca de 50 quilos era comercializada a uma média de R$ 41,27 no estado no dia 25, ante R$ 40,82 na semana anterior. Confrontada com igual período do mês passado - R$ 40,52 -, havia ganho de 1,85%. Na comparação com o mesmo momento de 2014, era verificada uma alta de 12%, quando o valor registrado era de R$ 36,86 a saca. As comercializações são lentas. "Sem conseguir um bom escoamento dos grãos e com o final do ano se aproximando, cada vez torna-se mais difícil a indústria repassar o produto ao consumidor final", explica o analista de SAFRAS & Mercado, Mahal Ferreira. "Há alguns meses as indústrias já haviam sinalizado que dificilmente comprariam grão em casca acima dos R$ 41,00", explica. No cenário internacional, destaque para a China, que importou 322,601 mil toneladas de arroz em outubro, com alta de 79,41% sobre o total adquirido em igual período de A informação é da Administração Geral de Portos e Alfândegas daquele país. Nos dez primeiros meses do ano, as compras chinesas somam 2,636 milhões de toneladas, com alta de 31,43% sobre igual período do ano anterior. O Vietnã foi o principal abastecedor do mercado chinês em outubro, com 199,3 mil toneladas e alta de 80,94% sobre igual período do ano anterior. No ano, os embarques vietnamitas para a China totalizam 1,596 milhão de toneladas, com avanço de 41,79% sobre o ano anterior. A Tailândia vendeu 90,789 mil toneladas no mês e 718,1 mil toneladas no ano, com aumentos de 47,2% e 32,78%, respectivamente. Rodrigo Ramos / Agência SAFRAS Copyright Grupo CMA DESTAQUES Principais notícias da AGÊNCIA SAFRAS na semana terminada em 27 de novembro Soja & Grãos Importações chinesas somam 5,531 milhões de toneladas em outubro - As importações de soja em grão da China totalizaram 5,531 milhões de toneladas em outubro, com ganho de 34,85%sobre igual mês de Os dados são da Administração Geral de Alfândegas e Portos da China. Em setembro, as importações somaram 7,26 milhões de toneladas. USDA troca venda de 251 mil t de destinos não revelados para China - Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a troca de destino de uma operação envolvendo 251 mil toneladas. Inspeção de exportação dos EUA atinge toneladas - As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a toneladas na semana encerrada no dia 19 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Plantio atinge entre 60% a 65% da área em Uberlândia (MG) - O plantio de soja da safra 2015/16 em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, segue avançando de forma lenta, atingindo entre 60% e 65% dos 55 mil hectares previstos, segundo levantamento da Emater local. Exportações pelo porto de Santos crescem 7,1% no ano - As exportações do grão e farelo de soja pelo Porto de Santos subiram 87,9% em outubro comparado ao mesmo mês do ano de Conforme informações da assessoria de comunicação social da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), os embarques de grão e farelo de soja no mês de outubro de 2015 totalizaram toneladas, contra toneladas no mesmo mês de SAFRAS InfoAgro é um boletim da Agência SAFRAS, Divisão de Jornalismo do Grupo SAFRAS. Av. Independência, 1299 Sala 403 CEP Porto Alegre RS Telefone: Editor Responsável: Dylan Della Pasqua Projeto Gráfico: Carlos Soares

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