MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO"

Transcrição

1 MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO 1. INTRODUÇÃO 2. DEFINIÇÃO 3. OBJETO DE NEGOCIAÇÃO 4. PARTICIPANTES 4.1 Participantes Intermediadores 4.2 Participantes Compradores e Vendedores Bancos 5. OPERAÇÕES 5.1 Dias de Funcionamento 5.2 Horário de Pregão 5.3 Execução de Ordens 5.4 Registro das Operações Fechadas 5.5 Interrupção de Negócios 5.6 Leilões 5.7 Diretos 5.8 Identificação dos Bancos pelos Intermediadores 5.9 Confirmação de Operações pelos Bancos Identificados pelos Intermediadores 5.10 Rejeição de Operações pelos Bancos 6. APREGOAÇÕES 6.1 Obrigatoriedade de Fechamento dos Negócios 6.2 Volume Mínimo 6.3 Volume Máximo 6.4 Volumes Apregoados e Operações Fechadas 6.5 Patamares de Interferência 6.6 Oferta Firme 6.7 Apregoações Incorretas 6.8 Divergências Operacionais 7. OPERAÇÕES REJEITADAS 8. FLUXOS GERAIS DAS OPERAÇÕES NA RODA DE DÓLAR PRONTO 1

2 1. INTRODUÇÃO O mercado de câmbio é aquele no qual se negociam, contratam e liquidam operações de compra e venda de moedas estrangeiras entre agentes autorizados pelo Banco Central do Brasil, que também exerce a regulamentação e a fiscalização desse mercado, além da execução da política cambial do País. O mercado de câmbio pode ser dividido em dois: o mercado de câmbio primário e o mercado de câmbio secundário. O mercado de câmbio primário é formado pelas operações de natureza comercial e financeira negociadas, contratadas e liquidadas com bancos autorizados, de acordo com a legislação cambial em vigor. O mercado de câmbio secundário é formado pelas operações negociadas, contratadas e liquidadas entre bancos autorizados e, por isso, pode também ser chamado de mercado de câmbio interbancário. A partir da reestruturação do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), em 2002, o mercado de câmbio interbancário foi dotado de mecanismo de contratação e liquidação capaz de assegurar a finalização de todas as operações: a Câmara de Registro, Compensação e Liquidação de Operações de Câmbio da Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A. ( Câmara ou Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA ). Essa Câmara atua no contexto do SPB como contraparte central das operações do mercado de câmbio interbancário cursadas em seus sistemas, comprando dos bancos vendedores e vendendo aos bancos compradores, nos termos da legislação, e eliminando os riscos associados ao processo de liquidação das operações contratadas. Como mais um passo em direção do desenvolvimento do mercado de câmbio, a Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A.( BM&FBOVESPA ) criou a Roda de Dólar Pronto, que é um sistema centralizado de negociação para o mercado de câmbio interbancário estabelecido em seu pregão de viva voz e ligado à Câmara. Este Manual de Operações tem por finalidade definir e detalhar as características operacionais e a regulamentação a ser aplicada à Roda de Dólar Pronto. Cabe, porém, esclarecer que esta é um ambiente de negociação, regulamentado, controlado, fiscalizado e sujeito à autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em que atuam as instituições autorizadas, pela CVM e pelo Banco Central do Brasil (Bacen), a intermediar operações no mercado de câmbio interbancário, fechando negócios exclusivamente por conta e ordem de bancos autorizados pelo Bacen. 2

3 Figura 1 Representação Geral da Roda de Dólar Pronto 2. DEFINIÇÃO A Roda de Dólar Pronto é um ambiente de negociação, regulamentado, monitorado e fiscalizado, estabelecido no pregão de viva voz da BM&FBOVESPA, onde bancos autorizados a operar no mercado de câmbio e habilitados nos sistemas da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA podem, por intermédio de instituições autorizadas a prestar serviço de intermediação no mercado de câmbio, colocar ordens de compra e de venda de dólares dos Estados Unidos da América, bem como fechar negócios contra ordens colocadas, para contratação e liquidação pela Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. 3. OBJETO DE NEGOCIAÇÃO Na Roda de Dólar Pronto é negociado, em operações interbancárias de câmbio, o dólar dos Estados Unidos da América. 4. PARTICIPANTES Como regra geral, para participar da Roda de Dólar Pronto, as instituições deverão ser simultaneamente autorizadas a praticar operações no mercado de câmbio interbancário, nos termos da legislação em vigor, estar habilitadas na Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA e, 3

4 para os intermediadores, deter Direito de Negociação (DN) que lhes permitam cursar operações na Roda de Dólar Pronto. É da integral responsabilidade dos participantes o rigoroso cumprimento, em suas operações na Roda de Dólar Pronto, de toda a regulamentação cambial. Especial atenção deverá ser dada à documentação das operações e ao cadastramento de clientes, bem como à definição clara das responsabilidades de intermediadores e bancos, comprador e vendedor, na prestação de serviços de intermediação para os negócios conduzidos na Roda de Dólar Pronto. Os participantes da Roda de Dólar Pronto dividem-se em duas categorias: bancos e intermediadores. Os bancos, nos termos da legislação cambial, podem realizar todas as operações de câmbio, exceto os bancos de desenvolvimento e as caixas econômicas, os quais só podem praticar as operações especificamente autorizadas. Os intermediadores são as instituições autorizadas a intermediar operações de compra e de venda de câmbio no mercado interbancário. Considerando a legislação cambial vigente, as operações dessa Roda não poderão ser especificadas para a conta de intermediadores. Portanto, somente ordens recebidas dos compradores e dos vendedores (bancos) poderão ser nela colocadas pelos intermediadores. Os participantes, bancos e intermediadores, deverão ter conhecimento, aceitar, aderir e cumprir as determinações do Regulamento e dos Manuais da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, deste Manual de Operações e, também, no que couber, das regras gerais do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. A inobservância das características e condições operacionais da Roda de Dólar Pronto por seus participantes poderá resultar em erros e perdas financeiras, além da adoção de outras medidas pela BM&FBOVESPA. 4.1 Participantes Intermediadores Os intermediadores poderão executar ordens de compra e de venda de dólares dos Estados Unidos da América na Roda de Dólar Pronto apenas por conta dos bancos habilitados na Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. As condições de acesso dos intermediadores à Roda de Dólar Pronto, como número de operadores e auxiliares de pregão, serão divulgadas e atualizadas, sempre que necessário, pela BM&FBOVESPA. Para participar da Roda de Dólar Pronto, os intermediadores deverão estar habilitados na Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA e aderir a este Manual de Operações e às regras gerais do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. 4

5 A habilitação dos intermediadores na Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA e na Roda de Dólar Pronto implica o cumprimento de todos os processos de certificação exigidos pela BM&FBOVESPA e, quando cabível, o depósito das parcelas nos respectivos fundos que compõem o sistema de salvaguardas para as operações de câmbio pronto. Os intermediadores deverão, ainda, contar com equipe qualificada e estrutura técnica e operacional para dar andamento às intermediações feitas na Roda de Dólar Pronto. A BM&FBOVESPA poderá exigir dos intermediadores comprovação dos requisitos mínimos de qualificação profissional. Dentre outros aspectos, os intermediadores deverão contar com a estrutura básica discriminada a seguir Operadores de Mesa Os operadores de mesa são responsáveis pelas comunicações entre os intermediadores e os bancos. Recebem e colocam as ordens na Roda de Dólar Pronto e acompanham sua execução, mantendo todos os envolvidos constantemente informados sobre a situação de cada uma. Adicionalmente, os operadores de mesa, ou outros funcionários indicados pelos intermediadores, são responsáveis pela identificação dos bancos nas operações fechadas na Roda de Dólar Pronto por seu intermédio. A identificação dos bancos pelos intermediadores deve ser feita dentro do prazo-limite estabelecido pela BM&FBOVESPA, sendo de suma importância para o bom andamento dos negócios na Roda de Dólar Pronto. Falhas no processo de identificação de compradores e vendedores poderão acarretar perdas financeiras aos intermediadores, bem como a aplicação de outras medidas pela BM&FBOVESPA. Para cumprir eficientemente suas funções, os operadores de mesa deverão ter conhecimento das normas e dos procedimentos operacionais do mercado de câmbio interbancário, da Roda de Dólar Pronto e da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA Operadores de Pregão Os operadores de pregão são responsáveis pelo recebimento das ordens dos operadores de mesa e por sua execução mediante apregoação na Roda de Dólar Pronto, pelo preenchimento do cartão de registro de negócios e por seu processamento nos sistemas da BM&FBOVESPA. Este Manual de Operações estabelece regras para o funcionamento da Roda de Dólar Pronto. Entretanto, considerando-se que esta é parte do ambiente de pregão de viva voz da BM&FBOVESPA, aplicam-se, no que couberem, as regras gerais do pregão. Por esse motivo, os operadores deverão ter pleno conhecimento de todas as normas que regem o pregão de viva voz e a Roda de Dólar Pronto, sob pena de incorrerem em riscos operacionais, que poderão resultar em perdas financeiras aos intermediadores, além de outras medidas passíveis de adoção pela BM&FBOVESPA Auxiliares de Pregão 5

6 Os auxiliares de pregão são responsáveis pela assistência aos operadores de pregão na condução das operações na Roda de Dólar Pronto, como preenchimento do cartão de registro de negócios e providências para seu processamento nos sistemas da BM&FBOVESPA. Para cumprir eficientemente suas funções, os auxiliares de pregão deverão ter conhecimentos gerais sobre as normas e os procedimentos operacionais da Roda de Dólar Pronto e do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. 4.2 Participantes Compradores e Vendedores Bancos Para participar da Roda de Dólar Pronto comprando e vendendo, o participante deverá: a) ter autorização para comprar e vender câmbio no mercado de interbancário, nos termos da legislação em vigor; b) estar habilitado na Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA; e c) contar com os serviços de intermediadores, nos termos da regulamentação cambial. Como regra geral, os participantes colocarão suas ofertas de compra e de venda junto aos operadores de mesa dos intermediadores, que as transmitirão aos operadores de pregão para execução. Contudo, os Participantes com Liquidação Direta (PLDs), na forma estabelecida pela BM&FBOVESPA, poderão transmitir suas ordens diretamente aos operadores no pregão. As operações de compra e venda executadas na Roda de Dólar Pronto somente serão contratadas e liquidadas pela Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA mediante a confirmação do participante comprador ou vendedor identificado pelo intermediador, conforme o disposto nos Manuais e no Regulamento da Câmara de Câmbio. A observação dos prazos e dos meios de confirmação das operações pelos compradores e vendedores identificados pelos intermediadores, bem como das demais condições estabelecidas pela Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, é de extrema relevância para o bom andamento dos negócios na Roda de Dólar Pronto. Erros operacionais poderão resultar em perdas financeiras, dentre outros danos de natureza administrativa, aos participantes compradores e vendedores, consoante as disposições deste Manual de Operações e do Regulamento e dos Manuais da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. Para a boa condução dos negócios na Roda de Dólar Pronto, os participantes compradores e vendedores deverão ter pleno conhecimento de suas normas e procedimentos operacionais, bem como de todos os Manuais e Regulamentos da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, a todos aderindo prontamente. Todos os procedimentos operacionais e regulamentares da Câmara de Câmbio são aprovados nos termos da legislação vigente para o SPB. 5. OPERAÇÕES Este Manual de Operações, bem como as regras gerais do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA, determina as condições sob as quais as negociações na Roda de Dólar Pronto serão conduzidas. Os intermediadores e os bancos deverão atentar para todos os procedimentos operacionais definidos, uma vez que a violação de qualquer dessas regras poderá 6

7 resultar em perdas financeiras e outras medidas administrativas, além de poder gerar riscos para o sistema como um todo. Todos os parâmetros fixados neste Manual de Operações poderão ser revistos pela BM&FBOVESPA. 5.1 Dias de Funcionamento As negociações na Roda de Dólar Pronto ocorrerão nos dias de funcionamento do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. 5.2 Horário de Pregão As apregoações serão iniciadas às 09:00 e encerradas às 16:00, sem intervalos. Os registros de cartões de negócios terão início às 09:00 e término às 16:10. Não serão permitidos registros de cartões fora desse horário. 5.3 Execução de Ordens Os operadores de pregão executarão as ordens recebidas mediante sua apregoação. As regras para essas apregoações estão definidas na seção 6 deste Manual de Operações. 5.4 Registro das Operações Fechadas As operações deverão ser registradas nos sistemas da BM&FBOVESPA em até 10 (dez) minutos, contados dos respectivos fechamentos. Todos os controles serão efetuados tendo por base os sistemas tecnológicos e administrativos do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. Os registros dos negócios fechados serão realizados via preenchimento e processamento do cartão de registro de negócios nos sistemas da BM&FBOVESPA. Cada cartão de registro de negócios deverá estar assinado pelos intermediadores representantes do comprador e do vendedor. Cada negócio fechado na Roda deverá compor um único cartão de registro, assim como cada cartão de registro deverá conter um único negócio fechado na Roda. O processamento dos negócios nos sistemas da BM&FBOVESPA sensibilizará o sistema de gerenciamento de risco da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, bloqueando, proporcionalmente aos parâmetros fixados (volatilidade, taxa de câmbio etc.), os valores depositados em garantia pelos intermediadores no Fundo Garantidor, nos termos do Regulamento e dos Manuais da Câmara. É fundamental que os intermediadores acompanhem esse processo. O Fundo Garantidor é mútuo e constituído, nos termos do Regulamento e dos Manuais da Câmara, por depósitos da BM&FBOVESPA e dos participantes intermediadores, para cobrir os riscos da etapa de negociação das operações na Roda de Dólar Pronto, entre o fechamento do negócio e sua confirmação pelos bancos. A Câmara acompanhará a exposição total do Fundo Garantidor e de cada intermediador isoladamente, de acordo com os procedimentos estabelecidos em seu Manual de Gerenciamento de Risco. Porém, não serão definidos limites individuais para as exposições dos intermediadores. Estas poderão superar os respectivos depósitos no fundo, uma vez que este é mútuo. Todavia, a Câmara não permitirá que a exposição total do 7

8 Fundo Garantidor seja excedida, podendo, para isso, solicitar à BM&FBOVESPA e aos intermediadores depósitos adicionais ou tomar outras medidas de ordem prudencial. 5.5 Interrupção de Negócios A BM&FBOVESPA, para preservar o sistema de negociação e de liquidação, poderá interromper as negociações na Roda de Dólar Pronto sempre que a relação entre volatilidade e liquidez indicar essa necessidade. 5.6 Leilões A BM&FBOVESPA, a critério do Diretor de Pregão, poderá submeter a leilão qualquer operação que, em seu entendimento, esteja fora dos padrões de negociação da Roda de Dólar Pronto. 5.7 Diretos Negócios diretos são operações realizadas pelos bancos comprador e vendedor com o mesmo intermediador, o mesmo volume e a mesma taxa de câmbio. Esses negócios serão sempre levados a leilão pelo Diretor do Pregão da BM&FBOVESPA. 5.8 Identificação dos Bancos pelos Intermediadores As operações registradas nos cartões de negócios serão processadas pelos sistemas do pregão de viva voz e transmitidas, em tempo real, para os sistemas da Câmara de Câmbio e para as mesas dos intermediadores. O sistema de risco da Câmara de Câmbio, também em tempo real, promoverá o bloqueio de garantias depositadas no Fundo Garantidor, até que os participantes, comprador e vendedor, sejam identificados e confirmem a aceitação das respectivas operações. Os intermediadores deverão identificar os compradores e os vendedores nos prazos fixados para que estes possam, pelos sistemas da Câmara de Câmbio, confirmar as operações e, assim, permitir que esta proceda ao desbloqueio das garantias dos intermediadores no Fundo Garantidor, restabelecendo os respectivos limites operacionais, de acordo com este Manual de Operações e com os Manuais e o Regulamento da Câmara de Câmbio. Não obstante a necessidade de adoção dessa providência nos prazos fixados, a Câmara de Câmbio poderá, dependendo da situação do mercado, aguardar até 10 (dez) minutos, contados do processamento do negócio nos sistemas do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA. Os intermediadores deverão utilizar os meios de comunicação oferecidos pela BM&FBOVESPA. Em caso de problemas de ordem operacional que impossibilitem sua utilização, em regime de contingência, os intermediadores poderão identificar os compradores e os vendedores por contato telefônico com a mesa de operações da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. 5.9 Confirmação de Operações pelos Bancos Identificados pelos Intermediadores Os bancos, comprador e vendedor, deverão confirmar as operações indicadas pelos intermediadores nos prazos fixados para que possam ser processadas pelos sistemas da Câmara de Câmbio e formalizadas nos sistemas do Bacen (PCAM 383), nos termos e nos prazos fixados na regulamentação cambial, neste Manual de Operações e nos Manuais e no Regulamento da Câmara de Câmbio. Apesar da necessidade de confirmação da 8

9 operação nos prazos fixados, a Câmara poderá, dependendo das circunstâncias do mercado de câmbio, aguardar até 10 (dez) minutos, contados da emissão de sua comunicação aos bancos envolvidos. Todo o sistema de comunicação entre a Câmara de Câmbio e seus participantes, compradores e vendedores, para os efeitos das confirmações e das contratações de operações negociadas na Roda de Dólar Pronto, está baseado em mensagens específicas, desenhadas, aprovadas e incluídas no Catálogo de Mensagens do SPB ou, para aqueles participantes que não estejam integrados a esse sistema, nos sistemas de comunicação da Bolsa. Verificados problemas de ordem operacional que impeçam a utilização desses meios, os bancos poderão confirmar suas operações por contato telefônico com a Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, em regime de contingência. A confirmação das operações pelos bancos ratifica a sensibilização prévia do sistema de gerenciamento de risco da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA, relativamente ao comprador e ao vendedor, liberando os bloqueios de garantias dos respectivos intermediadores no Fundo Garantidor. Nesse momento, finda a responsabilidade dos intermediadores pelas operações confirmadas pelos participantes compradores e vendedores Rejeição de Operações pelos Bancos Os bancos, comprador e vendedor, poderão rejeitar as operações identificadas erroneamente como suas pelos intermediadores. Essa rejeição deverá ser feita nos prazos fixados para que os intermediadores solucionem a questão o mais rápido possível, evitando, com isso, grandes exposições ao risco de mercado que, nessa situação, acabam assumindo. Muito embora a importância dessas providências, a Câmara de Câmbio poderá, considerando as condições de mercado, aguardar até 10 (dez) minutos, contados da emissão da comunicação solicitando a confirmação. Essas situações terão o tratamento definido neste Manual de Operações e nos Manuais e no Regulamento da Câmara de Câmbio. 6. APREGOAÇÕES Conforme mencionado na subseção 5.3, os operadores de pregão executarão as ordens recebidas por meio de apregoação. Essas apregoações deverão obedecer às regras a seguir, além daquelas gerais do pregão de viva voz. 6.1 Obrigatoriedade de Fechamento dos Negócios Os negócios serão fechados pelos melhores preços praticados, tendo obrigatoriedade de fechamento as ofertas de compra pelo maior preço e as ofertas de venda pelo menor preço. 6.2 Volume Mínimo O volume mínimo de apregoação será de US$ ,00 (um milhão de dólares dos Estados Unidos da América). 9

10 6.3 Volume Máximo O volume máximo de apregoação será de US$ ,00 (cinquenta milhões de dólares dos Estados Unidos da América). 6.4 Volumes Apregoados e Operações Fechadas Os operadores de pregão apenas poderão apregoar e fechar operações de acordo com os volumes múltiplos da Tabela 1. Volumes Múltiplos De Até Volume mínimo Volume máximo US$ ,00 Tabela 1 Volumes de Apregoações e Fechamentos 6.5 Patamares de Interferência Os operadores de pregão poderão fechar negócios interferindo em ofertas que estejam dentro dos intervalos da Tabela 2. Ofertas De Até Interferências Volume mínimo US$ ,00 US$ ,00 US$ ,00 Volume máximo US$ ,00 Tabela 2 Volumes de Interferência 6.6 Oferta Firme As ofertas firmes poderão ser regulamentadas por Ofício Circular da BM&FBOVESPA. 6.7 Apregoações Incorretas Os operadores de pregão que não apregoarem corretamente, segundo este Manual de Operações e as regras gerais do pregão de viva voz, estarão sujeitos à aplicação dos critérios a seguir Apregoações sem Volume O operador de pregão será obrigado a aceitar US$ ,00 (um milhão de dólares) Apregoações sem Taxa Caso a oferta apregoada seja de compra, o operador de pregão será obrigado a aceitar a taxa de venda do momento. Caso a oferta apregoada seja de venda, o operador de pregão será obrigado a aceitar a taxa de compra do momento. Caso não haja ofertas de compra ou de venda consideradas justas no momento, a BM&FBOVESPA, por intermédio do Diretor do Pregão, poderá arbitrar uma taxa de câmbio para a operação Apregoações sem Volume e sem Taxa 10

11 Serão aplicados os critérios anteriores, além de outros considerados necessários pelo Diretor do Pregão. 6.8 Divergências Operacionais Para a solução de divergências operacionais na Roda de Dólar Pronto, valem as regras gerais do pregão de viva voz da BM&FBOVESPA, a critério do Diretor de Pregão. 7. OPERAÇÕES REJEITADAS Os bancos, comprador e vendedor, identificados pelos intermediadores poderão rejeitar as operações negociadas em desacordo com suas instruções. Nesses casos, as operações confirmadas pelos demais compradores e/ou vendedores estarão contratadas, considerando-se que a contraparte do negócio será sempre a Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. Os intermediadores que tiverem suas operações rejeitadas pelos compradores e/ou vendedores deverão solucionar a pendência no prazo determinado pela Câmara de Câmbio, que monitorará todo o processo. Esta dará conhecimento do fato ao Diretor do Pregão, a quem solicitará assistência para solução do problema, se for o caso. Nas situações de rejeição de operações por compradores e/ou vendedores, a BM&FBOVESPA adotará as seguintes providências: o intermediador responsável poderá, no prazo definido pela Câmara de Câmbio, identificar novo comprador ou vendedor ou, nos termos das instruções da Câmara de Câmbio, colocar nova oferta na Roda de Dólar Pronto para solucionar o negócio rejeitado. A Câmara de Câmbio poderá aguardar solução em até 10 (dez) minutos, contados da rejeição. Normalmente, a solução poderá ser obtida por uma das seguintes alternativas: a) o intermediador entra em contato com o comprador ou o vendedor que rejeitou a operação e soluciona a pendência. Nesse caso, o intermediador identificará novamente o comprador ou o vendedor que rejeitou a operação e aguardará sua confirmação; b) o intermediador poderá identificar novo comprador ou vendedor. Isso pode ocorrer em função de erro operacional na identificação. Nesse caso, o intermediador aguardará a confirmação do novo comprador ou vendedor identificado; ou c) o intermediador reverte a operação na Roda de Dólar Pronto. Isso pode acontecer por erro operacional que tenha levado ao fechamento indevido de uma operação na Roda de Dólar Pronto. Nesse caso, o intermediador entrará em contato com a Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA e tomará as devidas providências para a identificação e a confirmação da operação. A Câmara de Câmbio, com a assistência do Diretor do Pregão, monitorará todos os passos visando a solução do problema e, caso entenda necessário, diante de quaisquer circunstâncias, inclusive de risco de mercado, tomará as providências necessárias para resolvê-lo, as quais poderão envolver a execução de ordem contrária na Roda de Dólar Pronto ou a utilização de um de seus bancos correspondentes no mercado nacional. Todos os custos, se houver, serão transferidos para o intermediador responsável pelo problema. Havendo resultado positivo em função de mudanças da taxa de câmbio, este será agregado ao Fundo Garantidor, em subconta específica na cota da BM&FBOVESPA, permitindo o acompanhamento analítico da composição do Fundo Garantidor. 11

12 8. FLUXOS GERAIS DAS OPERAÇÕES NA RODA DE DÓLAR PRONTO As negociações na Roda de Dólar Pronto obedecem a fluxos operacionais definidos, desde a colocação da ordem pelo banco até a formalização da contratação da operação no Banco Central do Brasil, de acordo com a situação específica. Esses procedimentos operacionais são detalhados tanto neste Manual de Operações quanto no Regulamento e nos Manuais da Câmara de Câmbio da BM&FBOVESPA. Destacam-se neste Manual de Operações, com o objetivo de facilitar a compreensão da Roda de Dólar Pronto, 12 (doze) fluxos operacionais, conforme mostram as Figuras 2 a 13. Figura 2 Operação Confirmada pelos Bancos O fluxo operacional de uma operação confirmada pelos bancos segue a Figura 2 e pode ser descrito da seguinte maneira: 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 12

13 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio solicita aos bancos confirmação da operação (BMC0011); 6. bancos confirmam operação (BMC0012); 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediadores de que operação foi confirmada; 8. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 9. bancos registram operação no Bacen; 10. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 11. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. Figura 3 Operação Rejeitada por um Banco Solução pelo Intermediador O fluxo operacional de uma operação rejeitada por um banco e solucionada pelo intermediador segue a Figura 3 e pode ser descrito da seguinte maneira: 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 13

14 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio solicita aos bancos confirmação da operação (BMC0011); 6. banco vendedor confirma operação e banco comprador rejeita a operação (BMC0012); 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que a operação foi rejeitada, e intermediador do banco vendedor de que operação foi confirmada; 8. intermediador do banco comprador soluciona pendência indicando outro banco ou o mesmo banco novamente; 9. Câmara de Câmbio solicita ao banco comprador confirmação da operação (BMC0011); 10. Banco comprador confirma a operação (BMC0012); 11. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que operação foi confirmada; 12. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 13. bancos registram operação no Bacen; 14. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 15. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. Figura 4 Operação Rejeitada por um Banco Solução pela Câmara 14

15 O fluxo operacional de uma operação rejeitada por um banco e solucionada pela Câmara segue as Figuras 4, 5, 6 e 7. As etapas relacionadas à Figura 4 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio solicita aos bancos confirmação da operação (BMC0011); 6. banco vendedor confirma operação e banco comprador rejeita a operação (BMC0012); 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que a operação foi rejeitada, e intermediador do banco vendedor de que operação foi confirmada; 8. intermediador do banco comprador soluciona pendência indicando outro banco ou o mesmo banco novamente; 9. Câmara de Câmbio solicita ao banco comprador confirmação da operação (BMC0011); 10. banco comprador rejeita a operação (BMC0012); e 11. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que a operação foi rejeitada. 15

16 Figura 5 Operação Rejeitada por um Banco Solução pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 5 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita venda de moeda estrangeira a intermediador escolhido aleatoriamente; 2. operador da mesa do intermediador escolhido pela Câmara transmite ordem ao operador de pregão; 3. banco solicita compra de moeda estrangeira a outro intermediador; 4. operador da mesa do intermediador escolhido pelo banco comprador transmite ordem ao operador de pregão; 5. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão e enviada à Câmara de Câmbio; 6. operação é enviada aos intermediadores para indicação dos bancos; 7. intermediador escolhido pelo banco comprador indica esse banco; intermediador escolhido pela Câmara indica a própria Câmara, que vinculará essa operação à operação com rejeição que está sendo solucionada; 8. Câmara solicita confirmação da operação pelo banco comprador (BMC0011); 9. banco comprador confirma operação (BMC0012); e 10. Câmara informa pregão e intermediadores de que operação foi confirmada. O registro, no Bacen, de operação com rejeição solucionada pela Câmara pode acontecer de duas formas. Não havendo diferença de taxa de câmbio entre a operação com rejeição (Figura 4) e a solução pela Câmara (Figura 5), a operação será registrada de acordo com os procedimentos da Figura 6. Havendo diferença de taxa de câmbio entre a operação com rejeição (Figura 4) e a solução pela Câmara (Figura 5), a operação será registrada de acordo com os procedimentos da Figura 7. 16

17 Figura 6 Operação Rejeitada por um Banco Solução pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 6 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 2. bancos registram operação no Bacen; 3. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 4. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. 17

18 Figura 7 Operação Rejeitada por um Banco Solução pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 7 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita ao banco correspondente duas operações com moeda estrangeira, uma de compra e outra de venda, nas mesmas condições (taxa de câmbio, volume de moeda estrangeira e data de liquidação) da operação negociada entre os bancos comprador e vendedor; 2. Câmara solicita ao banco correspondente e aos bancos comprador e vendedor registro das operações no Bacen (BMC0010); 3. bancos registram operações no Bacen; 4. Câmara de Câmbio captura operações do Bacen; e 5. Câmara de Câmbio confirma operações no Bacen. 18

19 Figura 8 Operação Não-Aceita pela Câmara O fluxo operacional de uma operação rejeitada pela Câmara segue as Figuras 8, 9, 10, 11, 12 e 13. As etapas relacionadas à Figura 8 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio analisa a posição dos bancos, aceita a operação do banco vendedor e não aceita a operação do banco comprador; solicita ao banco vendedor confirmação da operação (BMC0011); e entra em contato com banco comprador para solucionar pendência (depósito de garantias); 6. banco comprador deposita garantias e confirma operação; banco vendedor confirma operação (BMC0012); 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediadores de que operação foi confirmada; 8. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 9. bancos registram operação no Bacen; 19

20 10. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 11. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. Figura 9 Operação Não-Aceita pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 9 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio analisa a posição dos bancos, aceita a operação do banco vendedor e não aceita a operação do banco comprador; solicita ao banco vendedor confirmação da operação (BMC0011); e entra em contato com o banco comprador para solucionar pendência (depósito de garantias). 6. banco comprador não deposita garantias e rejeita operação; banco vendedor confirma operação (BMC0012); 20

21 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que operação não foi aceita, e intermediador do banco vendedor de que operação foi confirmada; 8. intermediador do banco comprador soluciona pendência indicando outro banco ou o mesmo banco novamente; 9. banco comprador deposita garantias; Câmara de Câmbio analisa e aceita operação e solicita confirmação ao banco comprador (BMC0011); 10. banco comprador confirma a operação (BMC0012); 11. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que operação foi confirmada; 12. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 13. bancos registram operação no Bacen; 14. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 15. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. Figura 10 Operação Não-Aceita pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 10 podem ser descritas da seguinte maneira: 21

22 1. bancos comprador e vendedor colocam ordens nas mesas dos intermediadores, por ligações telefônicas; 2. operadores das mesas dos intermediadores transmitem ordens para operadores de pregão, por ligações telefônicas; 3. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão, por meio de cartão de leitura ótica, e enviada à Câmara de Câmbio e aos intermediadores, para identificação dos bancos comprador e vendedor; 4. intermediadores identificam bancos comprador e vendedor; 5. Câmara de Câmbio solicita aos bancos confirmação da operação (BMC0011); 6. banco vendedor confirma operação e banco comprador rejeita a operação (BMC0012); 7. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que operação não foi aceita, e intermediador do banco vendedor de que operação foi confirmada; 8. intermediador do banco comprador soluciona pendência indicando outro banco ou o mesmo banco novamente; 9. banco comprador não deposita garantias; Câmara de Câmbio analisa e não aceita operação; e 10. Câmara de Câmbio informa pregão e intermediador do banco comprador de que a operação não foi aceita. Figura 11 Operação Não-Aceita pela Câmara 22

23 As etapas relacionadas à Figura 11 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita venda de moeda estrangeira a intermediador escolhido aleatoriamente; 2. operador da mesa do intermediador escolhido pela Câmara transmite ordem ao operador de pregão; 3. banco solicita compra de moeda estrangeira a outro intermediador; 4. operador da mesa do intermediador escolhido pelo banco comprador transmite ordem ao operador de pregão; 5. operação fechada na Roda de Dólar Pronto é registrada no sistema do pregão e enviada à Câmara de Câmbio; 6. operação é enviada aos intermediadores para indicação dos bancos; 7. intermediador escolhido pelo banco comprador indica esse banco; intermediador escolhido pela Câmara indica a própria Câmara, que vinculará essa operação à operação com rejeição que está sendo solucionada; 8. Câmara solicita confirmação da operação pelo banco comprador (BMC0011); 9. banco comprador confirma operação (BMC0012); e 10. Câmara informa pregão e intermediadores e de que operação foi confirmada. O registro, no Bacen, de operação não-aceita pela Câmara e solucionada por esta ou pelo intermediador pode acontecer de duas formas. Não havendo diferença de taxa de câmbio entre a operação não-aceita (Figura 10) e a solução pela Câmara (Figura 11), a operação será registrada de acordo com os procedimentos da Figura 12. Havendo diferença de taxa de câmbio entre a operação não-aceita (Figura 10) e a solução pela Câmara (Figura 11), a operação será registrada de acordo com os procedimentos da Figura

24 Figura 12 Operação Não-Aceita pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 12 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita aos bancos registro da operação no Bacen (BMC0010); 2. bancos registram operação no Bacen; 3. Câmara de Câmbio captura operação do Bacen; e 4. Câmara de Câmbio confirma operação no Bacen. 24

25 Figura 13 Operação Não-Aceita pela Câmara As etapas relacionadas à Figura 13 podem ser descritas da seguinte maneira: 1. Câmara de Câmbio solicita ao banco correspondente duas operações com moeda estrangeira, uma de compra e outra de venda, nas mesmas condições (taxa de câmbio, volume de moeda estrangeira e data de liquidação) da operação negociada entre os bancos comprador e vendedor; 2. Câmara solicita ao banco correspondente e aos bancos comprador e vendedor registro das operações no Bacen (BMC0010); 3. bancos registram operações no Bacen; 4. Câmara de Câmbio captura operações do Bacen; e 5. Câmara de Câmbio confirma operações no Bacen. 25

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA CAPÍTULO III DOS PARTICIPANTES CAPÍTULO IV

Leia mais

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1 REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA Março 2014 Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES... 3 CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA... 6 CAPÍTULO

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) Março 2011 GLOSSÁRIO ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA Dezembro 2015 ÍNDICE Introdução 5 Funções e Notação 8 Capítulo 1 - Estrutura de Salvaguardas 9 1.1 Componentes da estrutura

Leia mais

No Mercado de Renda Variável, as Operações registradas no Megabolsa são passíveis de Aceitação pela CBLC.

No Mercado de Renda Variável, as Operações registradas no Megabolsa são passíveis de Aceitação pela CBLC. A N E X O I I - C R I T É R I O S D E A C E I T A Ç Ã O D E O P E R A Ç Õ E S Os critérios de Aceitação de Operações pela CBLC referem-se, direta ou indiretamente, às regras e parâmetros de fechamento

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA A CM Capital Markets Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA, em atenção ao disposto no art.

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Janeiro de 2007 GLOSSÁRIO... 9 CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES... 14 1. ASPECTOS GERAIS... 14 1.1 APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS... 14 2. CADASTRO DE PARTICIPANTES...

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A OLIVEIRA FRANCO SOCIEDADE CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA, em atenção ao quanto disposto na Instrução CVM n. 505, de 27/09/2011, define por este documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. A J.P. Morgan Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. (a Corretora ), em atenção ao disposto no art.

Leia mais

Merrill Lynch S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários

Merrill Lynch S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Merrill Lynch S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Av. Brigadeiro Faria Lima, 3400 6º andar 04538-32 São Paulo, SP - Brasil Tel. (55 ) 288-4000 Fax: (55 ) 288-4074 Merrill Lynch S.A. Corretora

Leia mais

TELEFONES: (0XX11) 3175 5351 Mesa de Operações FAX: (0XX11) 3283 5849

TELEFONES: (0XX11) 3175 5351 Mesa de Operações FAX: (0XX11) 3283 5849 REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO BM&F TELEFONES: (0XX11) 3175 5351 Mesa de Operações FAX: (0XX11) 3283 5849 ALFA CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. Nº 04, com sede no Município de São Paulo,

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 32.681.371/0001-72 NIRE: 32.300.029.612 (Companhia Aberta de Capital Autorizado)

VIX LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 32.681.371/0001-72 NIRE: 32.300.029.612 (Companhia Aberta de Capital Autorizado) POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA VIX LOGÍSTICA S.A. 1. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 1.1. O objetivo da presente Política de Negociação é esclarecer as regras que deverão ser observadas pelos

Leia mais

MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS

MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Este Manual dispõe sobre os procedimentos e regras a serem observados pelos Agentes Autônomos de Investimentos ( AAIs ) vinculados à ICAP do Brasil CTVM ( ICAP

Leia mais

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS VERSÃO 2012 ÍNDICE 1. Introdução 2. Das Obrigações dos Agentes Autônomos 3. Das Vedações 4. Do Termo de Recebimento, Ciência e Aceitação 1. Introdução

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais

O F Í C I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais 02 de maio de 2007 038/2007-DG O F Í C I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais Ref.: Certificação de Profissionais

Leia mais

FIEX HSBC PREMIER FUNDO DE INVESTIMENTO NO EXTERIOR HSBC PREMIER PROSPECTO. ADMINISTRAÇÃO e GESTÃO: HSBC BANK BRASIL S.A.

FIEX HSBC PREMIER FUNDO DE INVESTIMENTO NO EXTERIOR HSBC PREMIER PROSPECTO. ADMINISTRAÇÃO e GESTÃO: HSBC BANK BRASIL S.A. FIEX HSBC PREMIER FUNDO DE INVESTIMENTO NO EXTERIOR HSBC PREMIER PROSPECTO ADMINISTRAÇÃO e GESTÃO: HSBC BANK BRASIL S.A. BANCO MÚLTIPLO Atualizado em março de 2004 Fundo de Investimento no Exterior HSBC

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOLIDUS S.A. CCVM

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOLIDUS S.A. CCVM REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOLIDUS S.A. CCVM Esta Sociedade Corretora, em atenção à legislação vigente, define através deste documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento, registro,

Leia mais

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA ATUAÇÃO EM BOLSAS DA CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A.

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA ATUAÇÃO EM BOLSAS DA CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. As normas de procedimento descritas a partir desta página, são para conhecimento do cliente, não sendo obrigatório o envio para a Credit Suisse Hedging-Griffo. NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA ATUAÇÃO EM BOLSAS

Leia mais

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO VERSÃO: 01/7/2008 2/10 MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO TERCEIRO DO CREDENCIAMENTO

Leia mais

Nível 2. Governança Corporativa

Nível 2. Governança Corporativa Nível 2 Governança Corporativa Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela antiga Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. A J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. (a Corretora ), em atenção ao disposto no art.

Leia mais

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo Índice 1. Definições... 2 2. Objetivos e Princípios... 3 3. Definição de Ato ou Fato Relevante... 4 4. Deveres e Responsabilidade... 5 5. Exceção à Imediata Divulgação... 7 6. Dever de Guardar Sigilo...

Leia mais

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES (PESSOA JURÍDICA)

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES (PESSOA JURÍDICA) 1 (PESSOA JURÍDICA) FDR CORRETORA DE MERCADORIAS LTDA., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua São Bento, 470 11º andar, CEP: 01010-001, inscrita no CNPJ sob o nº: 03.249.263/0001-27,

Leia mais

GENERAL SHOPPING BRASIL S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado (Categoria A ) CNPJ/MF nº 08.764.621/0001-53 NIRE 35.300.340.

GENERAL SHOPPING BRASIL S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado (Categoria A ) CNPJ/MF nº 08.764.621/0001-53 NIRE 35.300.340. GENERAL SHOPPING BRASIL S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado (Categoria A ) CNPJ/MF nº 08.764.621/0001-53 NIRE 35.300.340.833 FATO RELEVANTE GENERAL SHOPPING BRASIL S.A. ( Companhia ), em atendimento

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO BM CENESP - FII

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO BM CENESP - FII DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS DO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO BM CENESP - FII FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO BM CENESP - FII MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA PARA A OFERTA ÍNDICE

Leia mais

BC FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

BC FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS DO BC FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII BC FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA PARA A OFERTA

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM e demais normas expedidas pela BM&F BOVESPA, define através deste documento, suas

Leia mais

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES (PESSOA FÍSICA)

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES (PESSOA FÍSICA) 1 (PESSOA FÍSICA) Os signatários assumem plena responsabilidade pelas informações ora prestadas, esclarecendo, ainda, que os documentos comprobatórios de sua veracidade se encontram em poder da CORRETORA.

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 2º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 1º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Ishares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Índice - Investimento no Exterior CNPJ nº 19.909.560/0001-91

Ishares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Índice - Investimento no Exterior CNPJ nº 19.909.560/0001-91 Ishares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Índice - CNPJ nº 19.909.560/0001-91 (Administrado pela Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.) (CNPJ nº 33.868.597/0001-40)

Leia mais

Regras e Parâmetros de Atuação

Regras e Parâmetros de Atuação Regras e Parâmetros de Atuação A Renascença Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda, ora designada Renascença, em atendimento ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03, de 28 de abril de

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO. Objeto O objeto do presente Contrato é a prestação, pela EMBRATEL, do Serviço Telefônico Fixo

Leia mais

CIRCULAR N 3015. Art. 6º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Daniel Luiz Gleizer Diretor

CIRCULAR N 3015. Art. 6º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Daniel Luiz Gleizer Diretor CIRCULAR N 3015 Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes para incluir título relativo a Transferências Postais. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014.

MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA Março 2014 Página 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1. Risco de Principal... 4 1.2. Risco

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012

CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012 CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012 Documento normativo revogado, a partir de 3/2/2014, pela Circular nº 3.691, de 16/12/2013. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais

Leia mais

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO BRB FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM RENDA FIXA DI LONGO PRAZO 500 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Competência: 19/01/2016 CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA

Leia mais

O Limite Operacional do Agente de Compensação corresponde ao valor da Garantia por ele depositada após a aplicação do deságio apropriado.

O Limite Operacional do Agente de Compensação corresponde ao valor da Garantia por ele depositada após a aplicação do deságio apropriado. C A P Í T U L O V - G E R E N C I A M E N T O D E R I S C O S 1. A SPECTOS G ERAIS O Gerenciamento de Riscos tem por finalidades, identificar, mensurar e prover cobertura ou transferência dos riscos, em

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS O Banco Modal S/A, ora designado Banco Modal, em atendimento ao disposto no art. 20, 4º e 31, caput, da Instrução nº 505, de 27 de Setembro

Leia mais

Derivativos de Balcão. Opções Flexíveis

Derivativos de Balcão. Opções Flexíveis Derivativos de Balcão Opções Flexíveis Opções Flexíveis Proteção contra a volatilidade de preços O produto Opção flexível é um contrato em que o titular tem direito, mas não obrigação, de comprar (ou vender)

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352. FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.186/0001-43 Mês de Referência: Novembro de 2015 CLASSIFICAÇÃO ANBIMA:

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 5 RISCO DE MERCADO... 8 6

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A.

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. 1 O participante indicado abaixo, objetivando atuar na qualidade de Intermediário,

Leia mais

CONTRATO DE ABERTURA DE CONTA RODOCRED BÁSICA

CONTRATO DE ABERTURA DE CONTA RODOCRED BÁSICA CONTRATO DE ABERTURA DE CONTA RODOCRED BÁSICA Por este instrumento, o Contratado do serviço de transporte qualificado no respectivo TERMO DE ADESÃO ao Sistema RODOCRED, o qual é parte integrante deste

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as Normas de Auditoria as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório; os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame. 2 CONCEITO

Leia mais

Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira

Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira Mês/Ano: 31 de março de 2016 Nome do Fundo: Alfa I - Fundo Mútuo de CNPJ: 03.919.892/0001-17 Administrador: Banco Alfa de Investimento S.A. CNPJ:

Leia mais

Mensagem da Administradora

Mensagem da Administradora Mensagem da Administradora Prezados Cotistas: Submetemos à apreciação de V.S.as. a demonstração da composição e diversificação das aplicações da CSN Invest Fundo de Investimento em Ações, em 31 de dezembro

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES AUXILIAR I CNPJ nº 54.070.966/0001-24. Mês de Referência: Março de 2016

FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES AUXILIAR I CNPJ nº 54.070.966/0001-24. Mês de Referência: Março de 2016 FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES AUXILIAR I CNPJ nº 54.070.966/0001-24 Mês de Referência: Março de 2016 Formulário de Informações Complementares O formulário contém um resumo das informações complementares

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução; RESOLUÇÃO Nº 2.689 Documento normativo revogado, a partir de 30/3/2015, pela Resolução nº 4.373, de 29/9/2014. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

Mercados Futuros (BM&F)

Mercados Futuros (BM&F) Neste segmento de mercado se negociam contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities. Ou seja, é a negociação de um produto que ainda não existe no mercado, por um preço predeterminado

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas em bolsas e mercados de balcão organizado por meio da rede mundial de computadores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004.

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004 Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS CONGLOMERADO FINANCEIRO PETRA 1º Tri 2014 gr

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS CONGLOMERADO FINANCEIRO PETRA 1º Tri 2014 gr 1. Introdução 2. Áreas de Atuação 3. Estrutura de Gerenciamento de Riscos 4. Apetite ao Risco 5. Informações Qualitativas 5.1 Risco de Crédito 5.2 Risco de Mercado 5.3 Risco de Liquidez 5.4 Risco Operacional

Leia mais

A CBLC atua como contraparte central nas Operações de Empréstimo de Ativos.

A CBLC atua como contraparte central nas Operações de Empréstimo de Ativos. C A P Í T U L O V I - S E R V I Ç O D E E M P R É S T I M O D E A T I V O S - B T C O Serviço de Empréstimo de Ativos da CBLC (BTC) permite: O registro de ofertas e o fechamento de Operações contra as

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES Instrução nº 505, de 27 de setembro de 2011 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários em mercados regulamentados de valores mobiliários. A PRESIDENTE

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DO SEGMENTO BOVESPA: AÇÕES, FUTUROS E DERIVATIVOS DE AÇÕES. Capítulo Revisão Data

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DO SEGMENTO BOVESPA: AÇÕES, FUTUROS E DERIVATIVOS DE AÇÕES. Capítulo Revisão Data 4 / 106 DEFINIÇÕES AFTER-MARKET período de negociação que ocorre fora do horário regular de Pregão. AGENTE DE COMPENSAÇÃO instituição habilitada pela CBLC a liquidar operações realizadas pelas Sociedades

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de maio de 2012 1. INTRODUÇÃO Esta Política de Negociação estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados

Leia mais

Regulatory Practice News

Regulatory Practice News kpmg SETOR DE APOIO REGULAMENTAR (SAR) Regulatory Practice News Outubro 2005 FINANCIAL SERVICES BACEN Custódia Resolução 3322, de 27.10.05 Custódia de numerário Faculta a custódia de numerário do Bacen

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3265. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de 01/07/2008.

RESOLUÇÃO Nº 3265. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de 01/07/2008. RESOLUÇÃO Nº 3265 01/07/2008. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de Dispõe sobre o Mercado de Câmbio e dá outras providências. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma

Leia mais

2. BASE LEGAL Disposto no artigo 34 da Instrução CVM n.º 505 de 27.09.2011 e nas demais normas expedidas pela BM&FBovespa.

2. BASE LEGAL Disposto no artigo 34 da Instrução CVM n.º 505 de 27.09.2011 e nas demais normas expedidas pela BM&FBovespa. REGRAS E PARÂMETROS DA INTERMEDIUM DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 1. OBJETIVO Estabelecer suas regras e parâmetros de atuação relativos ao recebimento, registro, recusa, prazo de validade,

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários

Leia mais

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da RESOLUCAO 3.506 Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do

Leia mais

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 40/2013-BNDES Rio de Janeiro, 06 de dezembro de 2013. Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Curso Profissional Técnicas de Secretariado. Ano Lectivo: 2009/10. Disciplina: Técnicas de Secretariado

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Curso Profissional Técnicas de Secretariado. Ano Lectivo: 2009/10. Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano Lectivo: 2009/10 Disciplina: Técnicas de Secretariado Professora: Adelina Silva Novembro de 2009 Trabalho realizado por: Sara Gonçalves n.º16 12ºS Financiamento á Exportação O produto baseia-se na

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS 1. INTRODUÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Em atendimento à Instrução CVM nº 497, de 03 de junho de 2011], o presente Manual dispõe sobre os procedimentos e regras

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO É propósito da ICAP do Brasil Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda (doravante denominada ICAP ) atuar sempre no melhor interesse de seus clientes, e na manutenção da integridade do mercado,

Leia mais

Atualizações da Versão... 3. Introdução às Opções Flexíveis... 5 Conhecendo o produto... 6 Ações dos botões das telas... 8. Lançamentos...

Atualizações da Versão... 3. Introdução às Opções Flexíveis... 5 Conhecendo o produto... 6 Ações dos botões das telas... 8. Lançamentos... Conteúdo Atualizações da Versão... 3 Introdução às Opções Flexíveis... 5 Conhecendo o produto... 6 Ações dos botões das telas... 8 Lançamentos... 9 Registro de Contrato... 10 Registro de Mercadoria...

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA AÇÕES ORDINÁRIAS DE EMISSÃO DA BRMALLS PARTICIPAÇÕES S.A. MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA OFERTA VAREJO Performance do Período ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

perfis de investimento

perfis de investimento perfis de investimento Índice 3 Apresentação 3 Como funciona a gestão de investimentos da ELETROS? 5 Quais são os principais riscos associados aos investimentos? 6 Como são os investimentos em renda fixa?

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

RESOLVEU: I - probidade na condução das atividades no melhor interesse de seus clientes e na integridade do mercado;

RESOLVEU: I - probidade na condução das atividades no melhor interesse de seus clientes e na integridade do mercado; Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações em bolsas de valores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em sessão

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A UMUARAMA S/A C.T.V.M, denominada simplesmente Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e

Leia mais

MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES

MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES 1. OBJETIVO MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES O objetivo deste manual é servir de referência para demonstrar o funcionamento operacional dos serviços da Orla DTVM, relativo à sua mesa de

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro SPB

Sistema de Pagamentos Brasileiro SPB Sistema de Pagamentos Brasileiro SPB CONCEITO: A função básica de um sistema de pagamentos é transferir recursos, bem como processar e liquidar pagamentos para pessoas, empresas, governo, Banco Central,

Leia mais

Versão: 01/07/2013 Atualizado em: 01/07/2013

Versão: 01/07/2013 Atualizado em: 01/07/2013 Versão: 01/07/2013 Atualizado em: 01/07/2013 Conteúdo Introdução ao Termo de Moedas... 1 Conhecendo o Produto... 2 Ações dos Botões das Telas... 4 Registros... 5 Registro de Contrato a Termo Simples -

Leia mais

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO Oferta de Vivo Internet Fixa"

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO Oferta de Vivo Internet Fixa REGULAMENTO DA PROMOÇÃO Oferta de Vivo Internet Fixa" Esta Promoção é realizada pela Telefônica Brasil S.A, doravante denominada Vivo, nas seguintes condições: A promoção decorre de oferta conjunta de

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA MAIO 2016 POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS 1 Objetivo Em conformidade com a IN-CVM 558/2015 esse documento

Leia mais

Contrato de Opção Flexível de Venda sobre. It Now ISE Fundo de Índice. - Especificações -

Contrato de Opção Flexível de Venda sobre. It Now ISE Fundo de Índice. - Especificações - Contrato de Opção Flexível de Venda sobre It Now ISE Fundo de Índice (ISUS11) - Especificações - 1. Definições Contrato (especificações): It Now ISE Fundo de Índice (ISUS11): Contrato negociado: Compra

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO "NOVO LEBLON"

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO NOVO LEBLON ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO "NOVO LEBLON" I - Denominação e Objetivo ARTIGO 1º - O Clube de Investimento Novo Leblon, doravante designado Clube é constituído por número limitado de membros

Leia mais

REGULAMENTO DO SANTANDER FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO INTELIGENTE RENDA FIXA CURTO PRAZO CNPJ/MF n.º 02.908.

REGULAMENTO DO SANTANDER FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO INTELIGENTE RENDA FIXA CURTO PRAZO CNPJ/MF n.º 02.908. O presente Regulamento é parte integrante da Ata de Assembleia Geral de Cotistas do Santander Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Inteligente Curto Prazo, realizada em 29 de abril

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre o gerenciamento de riscos, os requerimentos mínimos de patrimônio, a governança de instituições de pagamento, a preservação do valor e da liquidez

Leia mais

Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência. Capítulo II Definições

Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência. Capítulo II Definições Bradespar S.A. e de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência Art. 1 o ) As Políticas de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito, Mercado e Operacional

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito, Mercado e Operacional Crédito, Mercado e em: 30/12/2015 Política de Gerenciamento de Risco de Processos Página 2 de 9 SUMÁRIO 1- Definição... 3 2- Projeções de Perdas... 4 3- Classificação e Mitigação do Risco... 5 4- Estrutura...

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL 1. Introdução O Falcão Bauer Ecolabel é um programa de rotulagem ambiental voluntário que visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação da conformidade do produto com

Leia mais

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda.

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. 1. Aplicabilidade 2. Entrega 3. Preços e pagamentos 4. Inspeção 5. Garantia 6. Cancelamento 7. Subcontratação e Cessão 8. Código de conduta 9. Saúde

Leia mais