Boletim Econômico da Scot Consultoria

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boletim Econômico da Scot Consultoria"

Transcrição

1 Boletim Econômico da Scot Consultoria ano 1 edição 2 22 a 28 de abril de 2013 Destaque da semana Alta na taxa Selic O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa Selic para 7,50% ao ano, sem viés, por seis votos a favor e dois votos pela manutenção da taxa Selic em 7,25% aa Com esta alta de 0,25 ponto percentual, o Copom interrompeu a sequência de baixas na taxa de juros que perdurava desde agosto de 2011, quando estava definida em 12,5% aa Em outubro de 2012, a taxa chegou ao nível mais baixo da história (7,25% aa), que foi mantida até a última quarta feira (17/4) Impactos na economia A taxa de juros Selic é observada como o principal instrumento para controle da inflação no país De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação corresponde a 4,50% (centro da meta), com margem de tolerância de dois pontos percentuais, podendo variar entre 2,50% (piso da meta) e 6,50% (teto da meta) No dia 10 de abril, a inflação oficial, que é definida pelo IPCA, estourou o teto da meta que é de 6,50% Desta forma, o índice ficou em 6,59% no acumulado dos últimos doze meses O Comitê avaliou que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária Por outro lado, o Copom ponderou que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela Com a alta da Selic, o Banco Central busca controlar o excesso de demanda e as altas da inflação, uma vez que o aumento da taxa, que serve como referências para outras taxas internas da economia, encarece o crédito e estimula a poupança Além destes fatores, a elevação dos juros básicos da economia para 7,50% aa beneficiou quem guarda dinheiro na poupança Por causa da fórmula em vigor desde o ano passado, que atrelou a remuneração da caderneta aos juros básicos, o rendimento da aplicação subiu de 4,90% para 5,25% ao ano No entanto, como visto anteriormente, o rendimento ainda é menor que a inflação Consequentemente, o aumento da taxa básica de juros prejudica o reaquecimento da economia, que cresceu apenas 0,87% em 2012, e ainda colhe alguns estímulos do governo, como desonerações e crédito barato Assim, este movimento de alta da Selic, foi visto com maus olhos para o fluxo da economia interna, e pode prejudicar a taxa de crescimento do Brasil em

2 IPCA A expectativa para o IPCA de abril manteve, para a semana de 14 a 21 de abril, o crescimento de 0,02 ponto percentual verificado há duas semanas Assim, abril deve fechar com evolução de 0,44% A estimativa para o acumulado de 2013 reagiu da mesma forma, aumentou 0,02 ponto percentual e terminou os últimos sete dias em 5,70% Estas altas verificadas no IPCA entre o meses de setembro de 2012 a fevereiro de 2013, tiveram forte contribuição no IPCA acumulado dos últimos 12 meses, que estourou o teto da meta definido pelo CMN A alta na taxa Selic é um fator chave para a definição do IPCA nos próximos meses, uma vez que a economia deve desaquecer e o indice recuar A alta da taxa de juros deve contribuir para novas quedas no IPCA Dados mensais do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) 0,90% 0,80% 0,70% 0,60% 0,50% Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) Abril Acumulado ,40% 0,30% 0,20% acumulado IPCA (%) 0,42 0,44 q 5,68 5,70 q 0,10% 0,00% abr-12 mai-12 jun-12 jul-12 ago-12 set-12 out-12 nov-12 dez-12 jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 Fonte: IBGE / Elaboração Scot Consultoria - wwwscotconsutoriacombr 2

3 IGP-DI Ao contrário das semanas anteriores, o IGP-DI apresentou queda de 0,13 ponto percentual frente aos 0,40% de 7 a 13 de abril Quando comparado há um mês, a queda é de 32,50% no índice O IGP-DI acumulado do ano fechou em baixa, contrariando as últimas duas estimativas Para o final de 2013, a estimativa é que o índice fique em 4,80%, queda de 0,15 ponto percentual comparado à semana anterior (7 a 13) Com esta queda, o IGP-DI acumulado fica abaixo dos níveis de quatro semanas atrás, quando estava estimado em 4,87% Para o final de 2013, a estimativa é que o IGP-DI fique em 4,80% Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI) Abril Acumulado 2013 IGP-DI (%) 0,40 0,27 4,95 4,80 3

4 IGP-M IPC-Fipe O índice mantém a perspectiva baixista pela terceira semana de abril Na nova estimativa, a expectativa para o índice ficou em 0,32% para o mês, queda de 0,03 ponto percentual Assim, a estimativa para o IGP-M em abril acumula queda de 20,0% em quatro semanas O IPC-Fipe, que acumulava quatro semanas de estabilidade em 0,40%, registrou queda de 0,10 ponto percentual na nova estimativa, fechando em 0,30% No, a perspectiva ficou estável Para 2013, o índice deve fechar em 5,12%, mesma estimativa da semana de 7 a 13 de abril No, a estimativa dos últimos sete dias (14 a 20) registrou leve queda, de 0,02 pontos percentuais, e ainda se mantem abaixo dos 5,00% O índice acumulado, que registra queda de 4,10% nas últimas quatro semanas, ficou estimado em 4,91% para o fim de 2013 Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) Abril Acumulado 2013 IGP-M (%) 0,35 0,32 4,93 4,91 Índice de Preços ao Consumidor Fipe (IPC-Fipe) Abril Acumulado 2013 IPC-Fipe (%) 0,40 0,30 5,12 5,12 4

5 Taxa de Câmbio Taxa de câmbio, média do período 2,15 A taxa de câmbio apresentou estabilidade na última semana (14 a 20) A estimativa para o dólar ficou em R$/US$1,99 para abril A banda, estimada para o mês, ficou entre R$/ US$1,950 e R$/US$2,050 O dólar foi comercializado por R$/US$2,008 na última sexta- -feira, dia 19 de abril 2,10 2,05 2,00 1,95 Para o fim deste ano, as expectativas estão estáveis há oito semanas A estimativa, que vigora, é de que a taxa fique em R$/US$2,00 1,90 1,85 O aumento da taxa de juros também traz impactos para a taxa de câmbio No longo prazo, esta alta faz com que os títulos e investimentos brasileiros ofereçam maior remuneração abr-12 mai-12 jun-12 jul-12 ago-12 set-12 out-12 nov-12 Fonte: BCB / Scot Consultoria - wwwscotconsutoriacombr dez-12 jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 A partir daí, os investidores estrangeiros são atraídos e mudam seus investimentos para o Brasil Com essa maior oferta de dólares no mercado interno, o real tende a se valorizar Os produtos nacionais exportados perdem competitividade, pois se tornam mais caros e os produtos importados se tornam mais baratos no mercado interno, favorecendo alguns setores que necessitam de bens duráveis de maior valor Taxa de câmbio Abril Final de 2013 Taxa de 1,99 1,99 2,00 2,00 câmbio R$/US$ boletim econômico da scot consultoria Editor-chefe: Augusto Maia Equipe técnica: Alcides de M Torres Jr, Alex Lopes, Douglas Coelho, Francisco Woolf, Gustavo Aguiar, Hyberville Neto, Juliana Pila, Marco Silva, Paola Jurca, Priscila Montanheri, Rafael Ribeiro e Renato Bittencourt Equipe em treinamento: Antônio Guimarães - Maísa Vicentin - Mariana Queiroz Jornalista responsável: Isabel Torres - MTB Este relatório foi preparado pela Scot Consultoria para uso exclusivo de seus assinantes e colaboradores, não podendo ser reproduzido ou distribuído por estes a qualquer pessoa sem a expressa autorização (Artigo 184 do Código Penal) A Scot Consultoria não se responsabiliza por negócios realizados através do uso de informações contidas neste informativo 5

6 6

7 Meta Taxa Selic (taxa básica de juros) Dívida Líquida do Setor Público A taxa Selic, que manteve a cotação de 7,25% ao ano durante 25 semanas, sucumbiu a forte pressão de alta da inflação e fechou a semana em 7,50% Esta pressão acontece uma vez que os indicadores de inflação se distanciaram nos últimos meses do centro da meta (4,5%) A exemplo do IPCA, citado em destaque, alguns índices estão até estourando o teto permitido O aumento da taxa, teoricamente, contribui para retrair a demanda e o consumo, como um mecanismo de controle da inflação, no entanto, o governo usa a baixa taxa de juros como um dos pilares da economia A meta estimada para 2013, que estava estável há três semanas (24 de março a 13 de abril), caiu, fechando em 8,25% na última estimativa A expectativa é que até o final do ano, a taxa básica de juros aumente 10,00% A Dívida Líquida do Setor Público apresentou estabilidade, pela quarta semana Assim, para 2013, a DLSP seguiu cotada em 34,50% do PIB Para 2014, a expectativa, que vigora a uma semana, é que a DLSP encerre o ano 1,00 ponto percentual menor que em 2013 A queda no indicador anual é um bom sinal para economia A DLSP representa a capacidade de pagamento da economia brasileira, fator considerado essencial na avaliação dos investidores estrangeiros Uma vez que a relação dívida/pib cai, a capacidade de pagamento brasileira fica menos comprometida, garantindo maior estabilidade econômica para o país Taxa básica de juros (Selic) Abril Acumulado 2013 Selic 7,25 7,50 q 8,50 8,25 Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) Acumulado 2013 Acumulado 2014 DLSP (%) 34,50 34,50-33,50 33,50 7

8 Produto Interno Bruto (PIB) A expectativa da taxa de crescimento do PIB para este ano apresentou estabilidade, pela segunda semana seguida Espera-se que a soma dos valores produzidos pela economia brasileira cresça 3,00% em 2013 Espera-se que a soma dos valores produzidos pela economia brasileira cresça 3,00% em 2013 Para 2014, a estimativa se mantém há seis semanas Desta forma, é esperado que o Brasil cresça 3,50% Produto Interno Bruto, crescimento anual 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% Produto Interno Bruto (PIB) Acumulado 2013 Acumulado ,00% 1,00% 0,00% PIB (%) 3,00 3,00-3,50 3,50-1,00% * 2014* Fonte: BCB / Elaboração Scot Consultoria - wwwscotconsutoriacombr 8

9 Produção Industrial (PI) Na última semana, a estimativa de crescimento da produção industrial, para 2013 e 2014, voltou a cair O Banco Central acredita que em 2013, a PI deva crescer 2,86%, queda de 0,14 ponto percentual frente à semana anterior (7 a 13 de abril) Para 2014, a estimativa sofreu queda nas últimas três semanas, e está em 3,75% Em quatro semanas, a estimativa da PI para 2014 reduziu 5,06%, e deve impactar negativamente o crescimento do PIB no ano que vem Para 2014, a expectativa de crescimento da produção industrial ainda é 31,11% maior que para 2013 Produção Industrial (PI) Acumulado 2013 Acumulado 2014 PI (%) 3,00 2,86 3,80 3,75 9

10 Balança Comercial A estimativa da balança comercial para o final de 2013 foi revisada para baixo pela oitava semana seguida, com fechamento em US$10,60 bilhões Frente à segunda semana de março, quando a estimativa era de US$14,00 bilhões, a queda é de 24,28% para 2013 Em 2012, o Brasil apresentou saldo positivo de US$19,43 bilhões Desta forma, o resultado estimado para este ano está 45,44% menor em relação ao ano passado Para 2014, a estimativa da Balança também piorou na semana Acredita-se que o Brasil deva acumular US$11,30 bilhões, frente aos US$12,00 bilhões estimados na semana anterior (7 a 13) Quando comparado há quatro semanas, a queda é de 15,03% É a primeira vez no ano que estimativa para a Balança Comercial, em 2014, fica abaixo dos US$12,00 bilhões, valor muito abaixo do estimado no início do ano Balança Comercial Acumulado 2013 Acumulado 2014 Balança comercial 10,64 10,60 12,00 11,30 10

11 Investimento Estrangeiro Direto Pela décima nona semana consecutiva, a estimativa para o IED, que é o interesse duradouro de investimento estrangeiro na economia, é de manutenção Acredita-se que em 2013, sejam captados US$60,00 bilhões com investidores externos Para 2014, a estimativa perdura a trinta e seis semanas e o Investimento Estrangeiro Direto deve ficar igual a 2013, na casa dos US$60,00 bilhões Acredita-se que neste ano, sejam captados US$60,00 bilhões com investidores externos O SEU GUIA PARA BUSCA DE TERRAS E FAZENDAS Investimento Estrangeiro Direto Acumulado 2013 Acumulado 2014 Inv Estrangeiro Direto 60,00 60,00-60,00 60,00 (US$ bilhões) facebookcom/clubedaterrascot twittercom/clubedaterra WWWCLUBEDATERRACOMBR 11

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

Vendas de fertilizantes batem recorde e devem seguir crescendo em 2013. 4,7% frente ao resultado de 2012, no mesmo período.

Vendas de fertilizantes batem recorde e devem seguir crescendo em 2013. 4,7% frente ao resultado de 2012, no mesmo período. As melhores e mais fiéis informações de mercado Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.br maio de 2013 ano 6 edição 80 Vendas de fertilizantes batem recorde e devem seguir crescendo em 2013 O Brasil

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº59 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015 Supermercados mostram queda de -1,61% até novembro Desemprego e renda

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

para 2006 Everton Freire de Carvalho*

para 2006 Everton Freire de Carvalho* para 2006 Everton Freire de Carvalho* O ano de 2005 foi marcado por uma política econômica que alcançou bastante êxito, dentro dos objetivos traçados. Os principais índices de preços registraram altas

Leia mais

Investimento derrete e leva o PIB junto.

Investimento derrete e leva o PIB junto. Ibovespa 8-6-29:,54% Pontos: 53.63,39 Ibovespa 8-6-9 INTRADAY 545 54 535 53 525 52 515 Indicador Valor Var.% Data Dólar Comercial 1,936-1,63 1h45 Dólar Paralelo 2,3, 8/6 Dólar Turismo 2,9 +,97 8/6 Dólar/Euro

Leia mais

RELATÓRIO 2º TRIMESTRE

RELATÓRIO 2º TRIMESTRE RELATÓRIO 2º TRIMESTRE FPMSMS FUNDO DE PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS DO SUL 2º TRIMESTRE 2014 ÍNDICE CENÁRIO MACROECONÔMICO ------------------------------------------------------------------ 4

Leia mais

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/201 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis Com 4,27 no mes, Minas Gerais e Paraná registraram as maiores taxas de juros

Leia mais

CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FII (CXRI11) Informativo Mensal Janeiro/2015

CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FII (CXRI11) Informativo Mensal Janeiro/2015 Objetivo e Política do Fundo O fundo CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII tem como objetivo proporcionar retorno aos seus cotistas por meio de uma carteira diversificada de

Leia mais

Focus - Relatório de Mercado

Focus - Relatório de Mercado Inflação nos próximos 12 meses suavizada Mediana - agregado IPCA (%) 6,30 6,04 6,00 (1) IGP-DI (%) 5,80 5,66 5,61 (2) IGP-M (%) 5,79 5,79 5,68 (2) IPC-Fipe (%) 5,33 5,11 4,98 (2) * comportamento dos indicadores

Leia mais

Carta Mensal Iporanga Julho de 2015

Carta Mensal Iporanga Julho de 2015 O fundo Iporanga Macro FIC FIM apresentou rendimento mensal de 3.7% (318% do CDI) em Julho. O mês também marca os primeiros doze meses de atividades do fundo, que durante o período obteve um rendimento

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS - MAIO As taxas de juros das operações de crédito ficaram estáveis em maio/2013. Vale destacar que em maio o Banco Central voltou a elevar

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram bom desempenho em abril. A produção industrial

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº58 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Índice de Vendas acumula queda de -1,02% até outubro Vendas do setor

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 12/2013

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 12/2013 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 12/2013 Data: 25/07/2013. Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

Retornos % Dia % Mês % Ano PREFIXADO IDkA Pré 2A 3.117,66 0,2326 0,0484 2,2339 IPCA IDkA IPCA 2A 3.361,41 0,0303 1,1342 4,33

Retornos % Dia % Mês % Ano PREFIXADO IDkA Pré 2A 3.117,66 0,2326 0,0484 2,2339 IPCA IDkA IPCA 2A 3.361,41 0,0303 1,1342 4,33 RENDA VARÍAVEL O Ibovespa principal indicador da bolsa de valores brasileira fechou o mês de março em queda (-0,84%). A Bovespa segue bastante vulnerável em meio à desaceleração econômica e a mudança de

Leia mais

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junio 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Cenário Econômico. Alocação de Recursos

Cenário Econômico. Alocação de Recursos BB Gestão de Recursos DTVM S.A. Cenário Econômico UGP- Unidade de Gestão Previdenciária BB Gestão de Recursos DTVM S. A. Alocação de Recursos setembro/2015 Outubro/2015 Cenário Econômico Economia Internacional

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL RENDA FIXA TESOURO DIRETO

RELATÓRIO MENSAL RENDA FIXA TESOURO DIRETO RENDA FIXA TESOURO DIRETO CARTEIRA RECOMENDADA A nossa carteira para este mês continua estruturada com base no cenário de queda da taxa de juros no curto prazo. Acreditamos, no entanto, que esse cenário

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 Data: 29/04/2014 Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM Maio/2014 1. Extrato Sintético das Aplicações FUNDOS RENDA FIXA SALDO 30.04.14 APLICAÇÃO

Leia mais

CESTA BÁSICA DE CASCA REGISTRA AUMENTO DE 1,96% NO MÊS DE ABRIL

CESTA BÁSICA DE CASCA REGISTRA AUMENTO DE 1,96% NO MÊS DE ABRIL ANO 20 Nº 210 MAIO/2016 Publicação Mensal do Centro de Pesquisa e Extensão da Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis - CEPEAC Guilherme Mondin dos Santos (Estagiário CEPEAC/UPF);

Leia mais

Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas

Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas Amir Khair 1 Este trabalho avalia o impacto do crescimento do PIB sobre a dívida líquida do setor público (DLSP). Verifica como poderia estar hoje

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº57 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Setor de supermercados acumula queda de -0,96% Renda e inflação afetam

Leia mais

Preços. 2.1 Índices gerais

Preços. 2.1 Índices gerais Preços A inflação, considerada a evolução dos índices de preços ao consumidor e por atacado, apresentou contínua elevação ao longo do trimestre encerrado em maio. Esse movimento, embora tenha traduzido

Leia mais

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem.

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem. ANOTE Informativo Eletrônico do DIEESE Ano 4, N.º. 38 Maio de 2.003 1 CONJUNTURA Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história Calculada diariamente desde março de 1990, ou seja, a mais

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº56 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015 Ritmo de vendas do autosserviço diminui em agosto Resultado do mês

Leia mais

A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades. Britcham São Paulo. Rubens Sardenberg Economista-chefe. 25 de fevereiro de 2011

A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades. Britcham São Paulo. Rubens Sardenberg Economista-chefe. 25 de fevereiro de 2011 A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades Britcham São Paulo 25 de fevereiro de 2011 Rubens Sardenberg Economista-chefe Onde estamos? Indicadores de Conjuntura Inflação em alta

Leia mais

PIB Produto Interno Bruto

PIB Produto Interno Bruto CARTA ECONÔMICA Nº 11/2015 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, No atual momento econômico vem surgindo a dúvida se o Brasil está em recessão ou em depressão. Se por recessão

Leia mais

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho Outubro de 2009 Julho de 2012 Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho O Índice de Confiança da Indústria de Transformação de Pernambuco (ICI-PE) volta a recuar em julho

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA O Índice de Preços ao Consumidor da Classe Média de Curitiba - IPC-FAE, medido

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM Janeiro/2015 1. Extrato Sintético das Aplicações FUNDOS RENDA FIXA SALDO 31.12.14 APLICAÇÃO

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 24 de abril de 2015

INFORME ECONÔMICO 24 de abril de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Economia global não dá sinais de retomada da atividade. No Brasil, o relatório de crédito apresentou leve melhora em março. Nos EUA, os dados de atividade seguem compatíveis

Leia mais

Previsão da taxa de juros Selic e do câmbio nominal a partir de um modelo Var com restrição

Previsão da taxa de juros Selic e do câmbio nominal a partir de um modelo Var com restrição Previsão da taxa de juros Selic e do câmbio nominal a partir de um modelo Var com restrição Luciano D Agostin * José Luís da Costa Oreiro ** Os indicadores macroeconômicos de emprego, produto e inflação

Leia mais

Ministério da Fazenda. Junho 20041

Ministério da Fazenda. Junho 20041 Ministério da Fazenda Junho 20041 Roteiro Os avanços do Governo Lula O Brasil está crescendo Consolidando a agenda para o crescimento 2 Os avanços do Governo Lula 3 Consolidando a estabilidade macroeconômica

Leia mais

Programação Monetária

Programação Monetária Diretoria Colegiada Departamento Econômico DEPEC Programação Monetária Março Programação Monetária para o segundo trimestre e para o ano de A. A economia brasileira no primeiro trimestre de 1. O PIB, embora

Leia mais

Informativo Semanal de Economia Bancária

Informativo Semanal de Economia Bancária 1 Comentário Semanal A semana começa ainda sob impacto do debate acerca da evolução do quadro fiscal e seus possíveis efeitos sobre o crescimento da economia e, conseqüentemente, sobre os juros em 2010.

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

MOEDA E CRÉDITO. Estêvão Kopschitz Xavier Bastos 1

MOEDA E CRÉDITO. Estêvão Kopschitz Xavier Bastos 1 MOEDA E CRÉDITO Estêvão Kopschitz Xavier Bastos 1 SUMÁRIO Em sua reunião de 20 de janeiro último, o Copom manteve a meta para a Selic estável em 14,25%. A decisão parece ter surpreendido o mercado, como

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM OUTUBRO São Paulo, 04 de novembro de 2010. O mês de outubro foi marcado pela continuidade do processo de lenta recuperação das economias maduras, porém com bons resultados no setor

Leia mais

IPASSP-SM. Política de Investimentos

IPASSP-SM. Política de Investimentos INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SANTA MARIA CNPJ: 04.870.834/0001-09 IPASSP-SM Rua Venâncio Aires, 2.035, sala 106, Centro, CEP 97010-005, Santa Maria

Leia mais

INFORMA DIEESE agosto/2008

INFORMA DIEESE agosto/2008 INFORMA DIEESE Nº. 74 AGOSTO/2008 1 INFORMA DIEESE agosto/2008 A INFLAÇÃO RECENTE E AS CAMPANHAS SALARIAIS A inflação voltou? Como ficam as campanhas salariais dos trabalhadores? Com o objetivo de discutir

Leia mais

Santa Helena. jan/12 Aplicações Financeiro Inicial Aplicação Resgate Rendimento Total

Santa Helena. jan/12 Aplicações Financeiro Inicial Aplicação Resgate Rendimento Total Santa Helena Consultoria de Investimentos TC Consultoria de Investimentos Consultor Responsável: Diego Siqueira Santos Certificado pela CVM, Ato declaratório 11.187, de 23 de Julho de 2010 jan/12 Aplicações

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. Na pessoa física as taxas de juros tiveram uma pequena elevação sendo esta a décima quinta

Leia mais

Tendências importantes para o spread e inadimplência

Tendências importantes para o spread e inadimplência Tendências importantes para o spread e inadimplência A inadimplência confirma mínima histórica em 3,0% e o spread bancário volta a se elevar, alcançando 13,1%. Os dois movimentos são os principais destaques

Leia mais

BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE

BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE Nº 01 JANEIRO 2016 1 ÍNDICE SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO... 2 1 INDICADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL... 3 1.1 CUB PARÁ - DEZEMBRO

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DA TAXA DE CÂMBIO, TAXA DE JUROS, INFLAÇÃO, DÍVIDA PÚBLICA E DO CRESCIMENTO DO PIB ENTRE 1995 E 2015

REFLEXÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DA TAXA DE CÂMBIO, TAXA DE JUROS, INFLAÇÃO, DÍVIDA PÚBLICA E DO CRESCIMENTO DO PIB ENTRE 1995 E 2015 REFLEXÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DA TAXA DE CÂMBIO, TAXA DE JUROS, INFLAÇÃO, DÍVIDA PÚBLICA E DO CRESCIMENTO DO PIB ENTRE 1995 E 2015 Gabriela Bulhões Estudante do Curso de Jornalismo da Universidade Estadual

Leia mais

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%)

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%) set/03 fev/04 jul/04 mai/05 out/05 mar/06 ago/06 jan/07 nov/07 abr/08 fev/09 jul/09 mai/10 out/10 ago/11 jan/12 Crédito - junho 26/07/12 Diversos indicadores do crédito no Brasil em junho seguiram a trajetória

Leia mais

Conjuntura Dezembro. Boletim de

Conjuntura Dezembro. Boletim de Dezembro de 2014 PIB de serviços avança em 2014, mas crise industrial derruba taxa de crescimento econômico Mais um ano de crescimento fraco O crescimento do PIB brasileiro nos primeiros nove meses do

Leia mais

BOLETIM ECONÔMICO Agosto/2015

BOLETIM ECONÔMICO Agosto/2015 BOLETIM ECONÔMICO Agosto/2015 Minha Casa Minha Vida 3 será lançado dia 10 de Setembro. Nas duas primeiras edições do Minha Casa Minha Vida foram entregues 2,3 milhões de moradias para famílias de baixa

Leia mais

O reflexo do cenário políticoeconômico. de planos de saúde

O reflexo do cenário políticoeconômico. de planos de saúde O reflexo do cenário políticoeconômico nas operadoras de planos de saúde 16 anos 5ª maior operadora do Brasil (fonte: ANS) A Central Nacional Unimed comercializa planos de saúde para empresas: Em 3 ou

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação Nesta 17ª Carta de Conjuntura da Saúde Suplementar, constam os principais indicadores econômicos de 2011 e uma a n á l i s e d o i m p a c t o d o crescimento da renda e do emprego sobre o

Leia mais

Relatório Mensal - Novembro de 2013

Relatório Mensal - Novembro de 2013 Relatório Mensal - Relatório Mensal Carta do Gestor Depois de quatro meses consecutivos de alta, o Ibovespa terminou o mês de novembro com queda de 3,27%, aos 52.842 pontos. No cenário externo, os dados

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Junho de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Reunião do FOMC...Pág.3 Europa: Grécia...Pág.4 China: Condições

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic III Mercado Financeiro e de Capitais Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado A taxa Selic efetiva totalizou 8,2% em 213 e a taxa Selic real acumulada no ano, deflacionada pelo IPCA, atingiu 2,2%.

Leia mais

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43 3 INFLAÇÃO SUMÁRIO A inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vinha apresentando uma trajetória de aceleração desde o início de 2014, mas mantinha-se dentro

Leia mais

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em outubro/2013, sendo esta a sexta elevação no ano. Esta elevação pode ser atribuída à última elevação da Taxa de Juros

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Todas as linhas de crédito para pessoas jurídicas subiram. Para pessoas físicas, houve aumento nos juros do comércio,

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária

Boletim da Conjuntura Imobiliária MAIO DE 2015 Boletim da Conjuntura Imobiliária Brasília, junho de 2015 1 Boletim da Conjuntura Imobiliária Junho de 2015 2 Boletim da Conjuntura Imobiliária Maio de 2015 Descrição Capa: BRB - BANCO DE

Leia mais

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS Julho de RESULTADOS DOS INVESTIMENTOS Saldos Financeiros Saldos Segregados por Planos (em R$ mil) PGA PB TOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI

Leia mais

Edição 40 (Março/2014)

Edição 40 (Março/2014) Edição 40 (Março/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação oficial acelera por alimentos e transportes (Fonte: Terra) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,73% em março

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 15/2015

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 15/2015 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 15/2015 Data: 10/08/2015 Participantes Efetivos: Wagner de Jesus Soares Presidente, Mariana Machado de Azevedo Economista, Rosangela Pereira

Leia mais

Análise Mensal do Comércio Varejista de Belo Horizonte

Análise Mensal do Comércio Varejista de Belo Horizonte Abril/15 A mostra o desempenho dos negócios do comércio no mês de Março/2015 e identifica a percepção dos empresários para o mês de Abril/2015. O mês de março mostrou mais uma queda no faturamento dos

Leia mais

Cenário Econômico como Direcionador de Estratégias de Investimento no Brasil

Cenário Econômico como Direcionador de Estratégias de Investimento no Brasil Cenário Econômico como Direcionador de Estratégias de Investimento no Brasil VII Congresso Anbima de Fundos de Investimentos Rodrigo R. Azevedo Maio 2013 2 Principal direcionador macro de estratégias de

Leia mais

Programação Monetária para o segundo trimestre e para o ano de 2015

Programação Monetária para o segundo trimestre e para o ano de 2015 Março Programação Monetária para o segundo trimestre e para o ano de A. A economia brasileira no primeiro trimestre de 1. O PIB cresceu 0,1% no terceiro trimestre de, em relação ao anterior, após dois

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE DO SUL/RS FUNDO DE APOSENTADORIA DO SERVIDOR MUNICIPAL - FASEM POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2014

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE DO SUL/RS FUNDO DE APOSENTADORIA DO SERVIDOR MUNICIPAL - FASEM POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE DO SUL/RS FUNDO DE APOSENTADORIA DO SERVIDOR MUNICIPAL - FASEM POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2014 14 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Meta de Rentabilidade... 3 3. Modelo

Leia mais

O CÂMBIO E AS INCERTEZAS PARA 2016

O CÂMBIO E AS INCERTEZAS PARA 2016 O CÂMBIO E AS INCERTEZAS PARA 2016 Francisco José Gouveia de Castro* No início do primeiro semestre de 2015, o foco de atenção dos agentes tomadores de decisão, principalmente da iniciativa privada, é

Leia mais

Curso de Políticas Públicas e Desenvolvimento Econômico Aula 2 Política Macroeconômica

Curso de Políticas Públicas e Desenvolvimento Econômico Aula 2 Política Macroeconômica Escola Nacional de Administração Pública - ENAP Curso: Políticas Públicas e Desenvolvimento Econômico Professor: José Luiz Pagnussat Período: 11 a 13 de novembro de 2013 Curso de Políticas Públicas e Desenvolvimento

Leia mais

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX Objetivo Os investimentos dos Planos Básico e Suplementar, modalidade contribuição definida, tem por objetivo proporcionar rentabilidade no longo prazo através das oportunidades oferecidas pelos mercados

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda

Leia mais

Prefeitura Municipal de Castro

Prefeitura Municipal de Castro ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2015 (Art. 4º, 1º, inciso II do 2º da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) DEMONSTRATIVO I ANEXO DE METAS ANUAIS Em cumprimento ao disposto

Leia mais

SINCOR-SP 2015 NOVEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 NOVEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS NOVEMBRO 20 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, 1º Trimestre de 2016 CARTA ECONÔMICA Nº 03/2016

Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, 1º Trimestre de 2016 CARTA ECONÔMICA Nº 03/2016 CARTA ECONÔMICA Nº 03/2016 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, 1º Trimestre de 2016 1) PANORAMA POLÍTICO NO TRIMESTRE No início deste primeiro trimestre com a retomada

Leia mais

DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações

DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações FUNDO DE PENSÃO PRECIN 1 Semestre / 2006 DAIEA Demonstrativo Analítico de Investimentos e de Enquadramentos das Aplicações

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Setor de construção surpreende positivamente nos EUA. Cenário de atividade fraca no Brasil impacta o mercado de trabalho. Nos EUA, os indicadores do setor de construção registraram

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - ARROJADA MIX 40

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - ARROJADA MIX 40 BENCHMARK RF:60.00% ( 100.00%CDI ) + RV:40.00% ( 100.00%IBRX 100 ) Relatório Gerencial Consolidado - Período de 03/11/2015 Posição e Desempenho da Carteira - Resumo a 30/11/2015 pg. 1 Posição Sintética

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA. Duplo desafio para crescer mais

ECONOMIA BRASILEIRA. Duplo desafio para crescer mais Informativo CNI ECONOMIA BRASILEIRA Edição Especial do Informe Conjuntural Duplo desafio para crescer mais O BRASIL TEM UM DUPLO DESAFIO EM 2015: restaurar os fundamentos macroeconômicos e elevar a competitividade.

Leia mais

Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2016. DESTAQUES

Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2016. DESTAQUES DESTAQUES Bovespa cai ao menor nível desde março de 2009 "Pedaladas" podem virar crédito IPCA subiu 10,78% em 2015 ADRs da Gerdau fecham cotados a US$ 1 Queda pode levar Petrobras a rever preço da gasolina

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de juros reais e expectativas de mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de juros reais e expectativas de mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic III Mercado Financeiro e de Capitais Taxas de juros reais e expectativas de mercado O ciclo de flexibilização monetária iniciado em janeiro, quando a meta para a taxa básica de juros foi reduzida em p.b.,

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego Brasil Atinge mais de 2 milhões de Emprego em 2010 Setor de Serviços lidera com 35% dos empregos Gerados no período Em setembro foram gerados 246.875

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

FEVEREIRO DE 2013 1 1. SUMÁRIO EXECUTIVO

FEVEREIRO DE 2013 1 1. SUMÁRIO EXECUTIVO FEVEREIRO DE 2013 1 1. SUMÁRIO EXECUTIVO A economia norte-americana ficou praticamente estagnada no último trimestre de 2012. Parte significativa desse fraco desempenho da atividade econômica pode ser

Leia mais

Promessa: Controlar a Inflação

Promessa: Controlar a Inflação Promessa: Controlar a Inflação Entendimento O Conselho Monetário Nacional define uma meta de inflação anual e uma banda em torno da meta, equivalente a mais ou menos 02 pontos de percentagem. Atualmente

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 Indústria espera que as exportações cresçam no primeiro semestre de 2016 A Sondagem industrial, realizada junto a 154 indústrias catarinenses no mês de dezembro, mostrou

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO- DEZEMBRO -2011

RELATÓRIO DE GESTÃO- DEZEMBRO -2011 O ano de 11 terminou sem grandes surpresas. Na tentativa de manter aquecido o mercado consumidor brasileiro, a taxa básica de juros, que chegou a 1,5% ao longo do ano, encerrou o período em 11%. O crescimento

Leia mais

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0%

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0% Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 58 1 a 15 de setembro de 2010 PIB TRIMESTRAL Segundo os dados

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais