INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
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- Caio Moreira Ribeiro
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1 INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-44 Cálculo Diferecial e Itegral II (Escola Politécica) Terceira Lista de Exercícios - Professor: Equipe de Professores 0.1. Vide Lista, Seção 4. BONS ESTUDOS! POLINÔMIOS DE TAYLOR 1. SUPERFÍCIES DE NÍVEL, PLANOS TANGENTES E DERIVADAS DIRECIONAIS 1.1. Em cada caso, esboce a superfície de ível c da fução F : R R: a. F(x, y, z) = x + y + z e c = 1 b. F(x, y, z) = x e y + z e c = 0 c. F(x, y, z) = x + y z e c = 0 d. F(x, y, z) = x + y z e c = 1 e. F(x, y, z) = x + y z e c = 1 f. F(x, y, z) = x y e c = 1 g. F(x, y, z) = x y + z e c = 1 Alguma dessas superfícies é o gráfico de uma fução f : D R R? 1.. Ache os potos do hiperbolóide x y + z = 1 os quais a reta ormal é paralela à reta que ue os potos (, 1, 0) e (,, 6). 1.. Seja a > 0 e cosidere o plao tagete à superfície xyz = a um poto do primeiro octate. Mostre que o tetraedro formado por este plao e os plaos coordeados tem volume idepedete do poto de tagêcia Mostre que o elipsóide x + y + z = 9 e a esfera x + y + z 8x 6y 8z + 4 = 0 se tageciam o poto (1, 1, ) (isto é, que elas têm o mesmo plao tagete este poto). 1.. Ache a reta tagete à iterseção do gráfico de f (x, y) = x + y + com o cilidro x + y = o poto (1, 1, 4) Sejam f : R R e γ : R R, difereciáveis com f (1, 0) = (, 1) e γ (t) = (0, 0, 0), para todo t R. Supoha que a imagem de γ esteja cotida a iterseção do gráfico de f com a superfície z + x + yz + xy = 0. Sabedo que (1, 0, 1) a imagem de γ, determie uma equação para a reta tagete a γ este poto Determie a equação da esfera que tagecia a superfície (x 1) + os potos (,, ) e (,, 0). (y ) 4 (z 1) = Supoha que sobre um certo aberto A R o potecial elétrico V : A R é dado por V(x, y, z) = x xy + xyz. a. Ache a taxa de variação do potecial em P = (, 4, ) a direção do vetor v = i + j k. b. Qual a direção e setido em que a taxa do potecial elétrico, em P, é a maior possível? E a meor possível? c. Qual o valor dessa taxa máxima?. CLASSIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM ABERTOS DE R.1. Determie os potos críticos das fuções abaixo e classifique-os: a. z = x + xy + y + 10x 9y + 11 b. z = x y c. z = l(x + 4y x + 7) d. z = x y e. z = (x x )(y y ) f. z = xye x y 1
2 .. Determie os valores de a para os quais a fução f (x, y) = ax 4 + y ax y a. teha exatamete um poto de sela e dois potos de míimo local; b. teha exatamete dois potos de sela e um míimo local. c. Existe a R para o qual a fução teha ao meos um máximo local? d. Existe a R para o qual a fução teha mais de potos críticos?. MÁXIMOS E MÍNIMOS EM CONJUNTOS COMPACTOS.1. Esboce a região D e determie o máximo e o míimo absolutos da fução f : D R quado a. f (x, y) = x + 4y e D é o triâgulo (com iterior e lados iclusos) cujos vértices são (0, 0), (4, 0) e (4, ); b. f (x, y) = xye x y e D = { (x, y) R : x + y, x 0, y 0 } ; c. f (x, y) = xy e D = { (x, y) R : x y = 1, x [1, ] } ; d. f (x, y) = x + y 4 e D = { (x, y) R : x + y = 1, x [0, 1 4 ], y 0}. Você pode usar multiplicadores de Lagrage (apeas) para resolver os ites (c) e (d)?.. Determie o valor máximo e o valor míimo da fução f sujeita às restrições explicitadas: a. f (x, y) = xy, sujeito a x + y + 6xy 64 = 0; b. f (x, y, z) = xyz, sujeito a x + y + z = 6; c. f (x, y, z) = x y z, sujeito a x + y + z = 1... Determie o valor máximo e o valor míimo de f a região R sedo a. f (x, y, z) = x x + y 4y + z 6z e R = { (x, y, z) R : x + y + z 6 } ; b. f (x, y, z) = x + y + z 4xy 4z + x e R = { (x, y, z) R : x + y + z 4 e x, y, z 0 }..4. Ecotre os potos de máximo e de míimo de f em C, sem parametrizar C, quado a. f (x, y) = x y e C = { (x, y) R : x + y = 1}; b. f (x, y, z) = x z e C = { (x, y, z) R : x + y = z e z = y } ; c. f (x, y, z) = x + y + z e C = { (x, y, z) R : x + y = 1 e 4x + 4y = z } ; d. f (x, y, z) = x + y + z e C = { (x, y, z) R : x + y + z = 1 e x + y + z = 1 }. Resolva também os ites a. e b. acima parametrizado C... Ecotre o máximo e o míimo de f (x, y, z) = x + y z o compacto C. a. C = { (x, y, z) R : 4x + y z + 1 = 0, z > 0 e z = x + y + 4 } ; b. C = { (x, y, z) R : 4x + y z + 1 = 0, z > 0 e z x + y + 4 } ;.6. Seja f (x, y, z) = x + y + z 4xy 4z. Determie o máximo e o míimo de f em: a. { (x, y, z) R : x + y + z = 4 } ; b. { (x, y, z) R : x + y + z 4 } ; c. { (x, y, z) R : x + y + z = 4 e z 1 } ; d. { (x, y, z) R : x + y + z 4 e z 1 } ; e. { (x, y, z) R : x + y + z = 4 e z x + y }. 4. MÁXIMOS E MÍNIMOS EM CONJUNTOS ARBITRÁRIOS CADA UM DOS PROBLEMAS ABAIXO TEM SOLUÇÃO. JUSTIFIQUE SUA A EXISTÊNCIA E, EM SEGUIDA, DETERMINE-A Ecotre os potos da elipse x + xy + y = mais próximos de (0, 0). 4.. Qual o poto do plao x + y z + 4 = 0 que está mais próximo do poto (1, 1, 1)? 4.. Determie o maior produto de úmeros reais positivos cuja soma é 100. Exiba tais úmeros Sedo α, β e γ os âgulos de um triâgulo, calcule o valor máximo de si α + si β + si γ. MAT 44 (017) de 6
3 4.. Determie as dimesões do paralelepípedo de volume máximo, com faces paralelas aos plaos coordeados, iscrito o elipsóide 9x + 6y + 4z = Determie as dimesões do paralelepípedo de volume máximo, com faces paralelas aos plaos coordeados, de modo que uma das faces está cotida o plao z = 0 e a correspodete face oposta tem os seus vértices o parabolóide z = 4 x y, z > Um petágoo com 1cm de perímetro é costruído colocado-se um triâgulo isósceles sobre um retâgulo. Detre esses petágoos, determie as medidas dos lados daquele que tem área máxima Determie a equação do plao que passa por (,, 1) e que delimita o primeiro octate o tetraedro de meor volume Detre todos os plaos que são tagetes à superfície xy z = 1 ecotre aqueles mais distates da origem Dê as dimesões da caixa retagular sem tampa de maior volume que pode ser costruída com 7cm de papelão Um quarto de armazeameto aquecido tem a forma de uma caixa retagular e tem o volume de 1000 pés cúbicos. Como o ar quete sobe, a perda de calor por uidade de área pelo teto é cico vezes maior que a perda de calor pelo chão. A perda de calor pelas quatro paredes é três vezes maior que a perda de calor pelo chão. Determie as dimesões do quarto que miimiza a perda de calor e, portato, miimiza o custo do aquecimeto.. MÁXIMOS E MÍNIMOS - CÁLCULO 1 CÁLCULO.1. É impossível para uma fução cotíua de R em R ter máximos locais e ehum míimo local. Por quê? O mesmo ão ocorre com uma fução f : R R. Verifique que f (x, y) = (x 1) (x y x 1) tem exatamete dois potos críticos, ambos máximos locais. Faça um esboço de uma superfície com tais características e tete compreeder como isso ocorre... Mostre que a fução f (x, y) = x + y (1 + x) possui um úico poto crítico, que este poto crítico é um míimo local, e que f ão possui poto de míimo global... Seja f : R R dada por f (x, y) = ax + by + cxy + dx + ey + l, ode a, b, c, d, e, l são costates ão todas ulas. Prove que se (x 0, y 0 ) for um extremate local de f, etão será um extremate global de f. Dica. Dados (h, k) R, observe que a fução g(t) = f (x 0 + th, y 0 + tk) é uma parábola. 6. COMPLEMENTARES E APLICAÇÕES (SÓ DEPOIS DE FAZER TUDO, OK?) 6.1. (Método dos Míimos Quadrados). Fixado N,, sejam P i = (x i, y i ) R, com 1 i, tais que x i = x j, se i = j. Estes potos represetam os resultados de algum experimeto, e gostaríamos de ecotrar uma fução liear afim f : R R, f (x) = ax + b para a, b R a serem determiados, tal que o gráfico de f coteha P i para 1 i. Nem sempre existe uma tal fução; com efeito, o sistema liear as variáveis a e b dado por ax i + b = y i, 1 i, é, em geral, impossível se. O objetivo deste exercício é verificar que é possível ecotrar uma solução aproximada deste sistema, o setido de miimizar o erro quadrático médio, dado por E(a, b) = [y i (ax i + b)]. MAT 44 (017) de 6
4 Mostre que E : R R assim defiida tem um úico poto de míimo global e ecotre tal poto. 6.. (Modelagem de Portfolios). Aqui daremos um roteiro para a solução de dois problemas relacioados a ivestimeto. Supoha que um ivestidor tem opções de ativos e pode escolher livremete um percetual de seu capital para aplicar em cada um deles. Tal escolha é chamada de um portfolio. O modelo assume que o ivestidor é averso a riscos, ou seja, etre dois ativos com um mesmo retoro médio ele vai preferir sempre o de meor risco. O valores de retoro médio (r i ) e risco/volatilidade/desvio padrão (σ i ) de cada ativo são tipicamete obtidos a partir de sua série histórica. Por comodidade escrevemos os vetores r = (r 1,..., r ) e σ = (σ 1,..., σ ). Se deotamos por ω = (ω 1,..., ω ) o vetor (de pesos) tal que ω i é o percetual de capital que o ivestidor aplica o i-ésimo ativo, temos que o retoro esperado desse portfolio é R p (ω) = ω, r. Além disso, se ρ = (ρ ij ) é matriz de correlação etre os retoros dos ativos, temos que a variâcia do retoro deste portfolio é σ p = ( ) 1 ω i ω j σ i σ j ρ ij. i,j=1 As pergutas aturais que surgem são: (i) Fixado um risco σ p determie ω tal que R p (ω) seja máximo. (ii) Fixado um retoro R p determie ω tal que σ p (ω) seja míimo. Ambas as pergutas podem ser reformuladas como problemas de máximos ou míimos codicioados, já que as coordeadas de ω devem satisfazer ω i = 1 (um hiperplao em R ) e temos que R p ou σ p é costate. Assim os problemas acima se reescrevem como (i) Dado um risco σ p > 0 arbitrário, (ii) Dado um retoro R p, maximize sujeito a miimize sujeito a R p (ω) ω i = 1 ω i 0, i = 1,..., ( ) 1 ω i ω j σ i σ j ρ ij = σ p. i,j=1 σ p (ω) ω i = 1 ω i 0, i = 1,..., ω, r = R p. Explicite as codições de Lagrage que um poto crítico deve satisfazer. O cojuto dos pares (σ p, R p ) para os quais o problema admite solução determia uma hipérbole, chamada Markowitz bullet. Você cosegue determiar uma expressão para essa hipérbole? 6.. Seja Q : R R uma forma quadrática, i.e. Q : x T x, x ode, é o produto itero usual de R e T : R R é um operador auto-adjuto. Seja g : R R dada por x x, x, de modo que a superfície de ível 1 de g coicide com a esfera uitária cetrada a origem de R, S 1. Mostre que: (i) Q tem potos de máximo e míimo em S 1 ; (ii) todos os potos de máximo e de míimo de Q em S 1 são auto-vetores de T; (iii) os valores máximo e míimo de Q em S 1 são, respectivamete, o maior e o meor auto-valor de T. MAT 44 (017) 4 de 6
5 Observação 6.1. Algumas aplicações deste exercício: (i) a Mecâica dos Meios Cotíuos, as chamadas tesões pricipais em um poto (i.e. os auto-valores do tesor das tesões) são tais que a maior tesão pricipal é a tesão ormal máxima e a meor tesão pricipal é a tesão ormal míima o poto em questão; (ii) aalogamete, os mometos pricipais de iércia de um corpo rígido (i.e. os auto-valores do tesor de iércia) com relação a um dado poto de referêcia são tais que o maior mometo pricipal correspode ao mometo de iércia máximo e o meor mometo pricipal correspode ao mometo de iércia míimo em relação a eixos que passam pelo poto em questão Use o exercício aterior para mostrar que todo operador auto-adjuto R R admite uma base ortoormal que o diagoaliza. 6.. Sejam x 0 R e f : R R dada por x x x 0, ode deota a orma euclidiaa. Mostre que f é derivável o complemetar de {x 0 } e que, x R \ {x 0 }, f (x) = x x 0 x x Sejam X R aberto, g : X R de classe C 1 e c R um valor regular de g, i.e. tal que o gradiete de g ão se aule a superfície de ível c de g, S c (g). Seja x 0 R um poto fora de S c (g) e f : R R dada por x x x 0. Aplique o exercício aterior e o teorema dos multiplicadores de Lagrage para cocluir que, se x 1 S c (g) for poto de máximo ou de míimo local da restrição de f a S c (g), etão o segmeto que liga x 1 a x 0 é ormal a S c (g) em x 1. Isso ocorre, em particular, se x 1 S c (g) realizar a distâcia de S c (g) a x 0, i.e se x 0 x 1 = mi{ x 0 x : x S c (g)} Sejam X R aberto, g : X R de classe C 1 e c R valor regular de g. Sejam x 0, x 1 R tais que x 0 = x 1, x 0 / S c (g) e x 1 / S c (g), e f : R R dada por x x x 0 + x x 1. (1) Mostre que f é derivável em R \ {x 0, x 1 } e calcule o seu campo gradiete. () Aplique o item aterior e o teorema dos multiplicadores de Lagrage para cocluir que, se x S c (g) for poto crítico da restrição de f a S c (g), etão o plao gerado pelos segmetos [x 0, x ] e [x 1, x ] cotém a reta ormal a S c (g) em x e que os âgulos formados por estes segmetos com a ormal são cogruetes. Isso prova, em particular, a propriedade reflexiva das elipses: se x 0 e x 1 forem os focos de uma elipse S, etão x x 0 + x x 1 é costate em S, logo todo poto de S é poto de míimo da restrição de f a S, o que implica que, para todo x S, os segmetos que ligam x aos focos da elipse formam com a ormal a S em x âgulos cogruetes; outras palavras, se um raio de luz for emitido por um dos focos e se refletir a elipse, o raio refletido passará pelo outro foco. Essa propriedade é explorada, por exemplo, a costrução de whisper chambers e de refletores elipsoidais, usados em teatros. RESPOSTAS 1.1 Apeas a superfície do item a.. 1. ±(,, ). 1. X = (1, 1, 4) + λ( 1, 1, 0), λ R. 1.6 X = (1, 0, 1) + λ(, 9, ), λ R. 1.7 (x ) + (y ) + (z 1) = 1.8 a. ; b. (8, 6, 1); c a. poto de mí: (, ); b. potos de mí: (0, λ) e (λ, 0) com λ R; c. poto de mí: ( 1, 0); d. potos de sela: (0, λ) e (λ, 0) com λ R; e. potos de sela: (0, 0), (, 0), (0, ), (, ), poto de máx:(1, 1); f. potos de mí: ±( 1, 1 ), poto de sela: (0, 0), potos de máx: ±( 1 1, ).. a. a > 0; b. a < 0; c. ão existe; d. a = 0..1 a. valor mí: f (4, 0) = 7, valor máx: f (4, ) = 1; b. valor mí: f ( 1, 1 ) = 1 e, valor máx: f (x, 0) = f (0, y) = 0, com x [, 0] e y [0, ]; c. valor mí: f (, ) =, valor máx: f (, ) = ; d. valor mí: f ( 1 4, 1 4 ) = 1 ( + 1, 16) valor máx: f(0,1)= 1.. a. valor mí: 16, valor máx: 4; b. valor mí:, valor máx: ; MAT 44 (017) de 6
6 1 c. valor mí: 0, valor máx: 7 ;. a. valor mí: 14, valor máx: 11; b. valor mí: 11 4, valor máx: 8..4 a. potos de mí: ±(, 1 ), potos de máx: ±(, 1 ); b. poto de mí: ( 1, 1 +, + 4 ), poto de máx: ( 1, 1, 4 ); c. potos de mí: (0, 1, ) e (1, 0, ), poto de máx: ( 1, 1, 4 ); d. potos de mí: (,, 1 ), (, 1, ) e ( 1,, ), potos de máx: (0, 0, 1), (0, 1, 0) e (1, 0, 0).. a. valor mí: , valor máx: ; b. valor mí: , valor máx: 1..6 a. potos de mí: ( 4, 4, ) e ( 4, 4, ), poto de máx: (0, 0, ); b. os mesmos que em a.; c. potos de mí: ( 4, 4, ) e ( 4, 4, ), potos de máx: ( 1, 1, 1 ) e ( 1, 1, 1 ); d. os mesmos que em c.; e. poto de mí: ( 4, 4, ), potos de máx: ( 1 ± 1, 1 1, ). 4.1 (1, 1) e ( 1, 1); 4. (0, 1, ) = = = Os vértices são. ( ±, ± 1, ± ). 4.6 Os vértices são (±1, ±1, 0) e (±1, ±1, ) ( ), ( ) e 4( ). 4.8 x + y + z 6 = / x + 9/10 y + 9/10 z = ; / x 9/10 y + 9/10 z = ; / x + 9/10 y 9/10 z = e / x 9/10 y 9/10 z = base: cm cm, altura 1, cm largura, profudidade e altura iguais a 10 pés. MAT 44 (017) 6 de 6
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1 Curvas no R n 1. Esboce a imagem das seguintes curvas para t R a) γ(t) = (1, t) b) γ(t) = (t, cos(t)) c) γ(t) = (t, t ) d) γ(t) = (cos(t), sen(t), 2t) e) γ(t) = (t, 2t, 3t) f) γ(t) = ( 2 cos(t), 2sen(t))
Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa C. alternativa B. alternativa D. alternativa A n 2 n! O valor de log 2. c) n. b) 2n.
Questão 4 6 O valor de log :! a). b). c). d) log. e) log. Para iteiro positivo, 4 6 = = ( ) ( ) ( 3) ( ) = = ( 3 ) =! Portato 4 6! log = log!! = = log =. Questão Num determiado local, o litro de combustível,
MATEMÁTICA II. 01. Uma função f, de R em R, tal. , então podemos afirmar que a, b e c são números reais, tais. que. D) c =
MATEMÁTCA 0. Uma fução f, de R em R, tal que f(x 5) f(x), f( x) f(x),f( ). Seja 9 a f( ), b f( ) e c f() f( 7), etão podemos afirmar que a, b e c são úmeros reais, tais que A) a b c B) b a c C) c a b ab
1. Revisão Matemática
Sequêcias de Escalares Uma sequêcia { } diz-se uma sequêcia de Cauchy se para qualquer (depedete de ε ) tal que : ε > 0 algum K m < ε para todo K e m K Uma sequêcia { } diz-se ser limitada superiormete
Solução Comentada Prova de Matemática
0 questões. Sejam a, b e c os três meores úmeros iteiros positivos, tais que 5a = 75b = 00c. Assiale com V (verdadeiro) ou F (falso) as opções abaixo. ( ) A soma a b c é igual a 9 ( ) A soma a b c é igual
Probabilidade II Aula 9
Coteúdo Probabilidade II Aula 9 Maio de 9 Môica Barros, D.Sc. Estatísticas de Ordem Distribuição do Máximo e Míimo de uma amostra Uiforme(,) Distribuição do Máximo e Míimo caso geral Distribuição das Estatísticas
INSTRUÇÕES. Esta prova é individual e sem consulta à qualquer material.
OPRM 016 Nível 3 Seguda Fase /09/16 Duração: Horas e 30 miutos Nome: Escola: Aplicador(a): INSTRUÇÕES Escreva seu ome, o ome da sua escola e ome do APLICADOR(A) os campos acima. Esta prova cotém 7 págias
INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL
1 Mat-15/ Cálculo Numérico/ Departameto de Matemática/Prof. Dirceu Melo LISTA DE EXERCÍCIOS INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL A aproximação de fuções por poliômios é uma das ideias mais atigas da aálise umérica,
1.4 Determinantes. determinante é igual ao produto dos elementos da diagonal principal menos o produto dos elementos da diagonal secundária.
1.4 Determiates A teoria dos determiates surgiu quase simultaeamete a Alemaha e o Japão. Ela foi desevolvida por dois matemáticos, Gottfried Wilhelm Leibiz (1642-1716) e Seki Shisuke Kowa (1642-1708),
Departamento de Matemática - Universidade de Coimbra. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Capítulo 1: Sucessões e séries
Departameto de Matemática - Uiversidade de Coimbra Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Exercícios Teórico-Práticos 200/20 Capítulo : Sucessões e séries. Liste os primeiros cico termos de cada uma das sucessões
01 Um triângulo isósceles tem os lados congruentes medindo 5 cm, a base medindo 8 cm. A distância entre o seu baricentro é, aproximadamente, igual a:
01 Um triâgulo isósceles tem os lados cogruetes medido 5 cm, a base medido 8 cm. A distâcia etre o seu baricetro é, aproximadamete, igual a: (A) 0,1cm (B) 0,3cm (C) 0,5cm (D) 0,7cm (E) 0,9cm 02 2 2 5 3
MATEMÁTICA. Determine o conjunto-solução da equação sen 3 x + cos 3 x =1 sen 2 x cos 2 x. Resolução: Fatorando a equação dada:
MATEMÁTICA 0000 Questão 0 Determie o cojuto-solução da equação se x + cos x = se x cos x Fatorado a equação dada: se x + cos x= se x cos x ( sex + cos x)( se x sexcos x+ cos x) = ( sexcos x) ( x x)( x
1. Revisão Matemática
Se x é um elemeto do cojuto Notação S: x S Especificação de um cojuto : S = xx satisfaz propriedadep Uião de dois cojutos S e T : S T Itersecção de dois cojutos S e T : S T existe ; para todo f : A B sigifica
Cap. 4 - Estimação por Intervalo
Cap. 4 - Estimação por Itervalo Amostragem e iferêcia estatística População: cosiste a totalidade das observações em que estamos iteressados. Nº de observações a população é deomiado tamaho=n. Amostra:
CAPÍTULO VI MOMENTOS ESTÁTICOS, BARICENTROS E MOMENTOS DE INÉRCIA
52 CPÍTULO VI MOMENTOS ESTÁTICOS, BRICENTROS E MOMENTOS DE INÉRCI I.MOMENTOS ESTÁTICOS Mometo Estático de um elemeto de superfície, em relação a um eio, situado o mesmo plao que a superfície cosiderada,
1- Resolução de Sistemas Lineares.
MÉTODOS NUMÉRICOS PR EQUÇÕES DIFERENCIIS PRCIIS 1- Resolução de Sistemas Lieares. 1.1- Matrizes e Vetores. 1.2- Resolução de Sistemas Lieares de Equações lgébricas por Métodos Exatos (Diretos). 1.3- Resolução
XXXIV OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO
XXXIV OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL (Esio Médio) GABARITO GABARITO NÍVEL ) E 6) C ) E 6) B ) D ) C 7) D ) C 7) A ) A ) B 8) B ) B 8) A ) B ) D 9) D ) A 9) B ) E 5) D 0) D 5) A
Ajuste de Curvas pelo Método dos Quadrados Mínimos
Notas de aula de Métodos Numéricos. c Departameto de Computação/ICEB/UFOP. Ajuste de Curvas pelo Método dos Quadrados Míimos Marcoe Jamilso Freitas Souza, Departameto de Computação, Istituto de Ciêcias
A letra x representa números reais, portanto
Aula 0 FUNÇÕES UFPA, 8 de março de 05 No ial desta aula, você seja capaz de: Saber dizer o domíio e a imagem das uções esseciais particularmete esta aula as uções potêcias; Fazer o esboço de gráico da
Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio
Colégio FAAT Esio Fudametal e Médio Coteúdo: Recuperação do 4 Bimestre Matemática Prof. Leadro Capítulos 0 e : Probabilidade. Adição e multiplicação de probabilidades. Biômio de Newto. Número Biomial.
3.4. Determine o(s) ponto(s) da curva x =cost, y =sent, z =sen(t/2) mais distante(s) da origem.
3.1. Locallize e classifiqueospontoscríticosdafunçãoz = f (x, y). Determine se a função tem máximo ou mínimo absoluto em seu domínio. (a) z = xy (b) z =ln(xy) 2x 3y (c) z = xy 2 + x 2 y xy (d) z = x 2
INSTITUTO FEDERAL DE BRASILIA LISTA DE REVISÃO. Nome: DATA: 05/12/2016. d) 4 3 a) 44 b) 22 c) 20 d) 15 e) 10. Se um saco
INSTITUTO FEDERAL DE BRASILIA LISTA DE REVISÃO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA Nome: DATA: 0//06 ) Se x+ y e x y, etão x + y é a) 66. b) 67. c) 68. d) 69. e) 70. ) Cosiderado-se que x 97, y 907 e z xy, o valor
FICHA DE TRABALHO 11º ANO. Sucessões
. Observe a sequêcia das seguites figuras: FICHA DE TRABALHO º ANO Sucessões Vão-se costruido, sucessivamete, triâgulos equiláteros os vértices dos triâgulos equiláteros já existetes, prologado-se os seus
Regressão linear simples
Regressão liear simples Maria Virgiia P Dutra Eloae G Ramos Vaia Matos Foseca Pós Graduação em Saúde da Mulher e da Criaça IFF FIOCRUZ Baseado as aulas de M. Pagao e Gravreau e Geraldo Marcelo da Cuha
MAT 2454 Cálculo II Resolução da Lista 3
MAT 2454 Cálculo II Resolução da Lista 3 por César Morad I. Superfícies de Nível, Planos Tangentes e Derivadas Direcionais 1.1. Em cada caso, esboce a superfície de nível c da função F: R 2 R: a. F(x,
g 4 Processo Seletivo EFOMM Exame de Conhecimentos MATEMÁTICA 1ª Questão
Processo Seletivo EFOMM 07 - Exame de Cohecimetos.... MATEMÁTICA ª Questão Cosidere a equação 4 x ax + 9ax 6ax + 9a = 0. Sabedo que a é raiz dupla dessa equação e ão é ulo, determie o valor de a. ( a )
Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos
Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos
CAPÍTULO 6 - ESTIMAÇÃO E TESTES DE HIPÓTESES
CAPÍTULO 6 - ESTIMAÇÃO E TESTES DE HIPÓTESES 6. INTRODUÇÃO INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Estimação por poto por itervalo Testes de Hipóteses População X θ =? Amostra θ Iferêcia Estatística X, X,..., X 6. ESTIMAÇÃO
1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1
Capítulo. Aritmética e Expressões Algébricas O estudo de cálculo exige muito mais que o cohecimeto de limite, derivada e itegral. Para que o apredizado seja satisfatório o domíio de tópicos de aritmética
Matemática A. Versão 1. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A.
Teste Itermédio de Matemática A Versão Teste Itermédio Matemática A Versão Duração do Teste: 90 miutos 6.05.0.º Ao de Escolaridade Decreto-Lei.º 74/004, de 6 de Março Na sua folha de respostas, idique
Matemática FUVEST ETAPA QUESTÃO 1. b) Como f(x) = = 0 + x = 1 e. Dados m e n inteiros, considere a função f definida por m
Mateática FUVEST QUESTÃO 1 Dados e iteiros, cosidere a fução f defiida por fx (), x para x. a) No caso e que, ostre que a igualdade f( ) se verifica. b) No caso e que, ache as iterseções do gráfico de
Séquências e Séries Infinitas de Termos Constantes
Capítulo Séquêcias e Séries Ifiitas de Termos Costates.. Itrodução Neste capítulo estamos iteressados em aalisar as séries ifiitas de termos costates. Etretato, para eteder as séries ifiitas devemos ates
Amostras Aleatórias e Distribuições Amostrais. Probabilidade e Estatística: afinal, qual é a diferença?
Amostras Aleatórias e Distribuições Amostrais Probabilidade e Estatística: afial, qual é a difereça? Até agora o que fizemos foi desevolver modelos probabilísticos que se adequavam a situações reais. Por
CAPÍTULO IV DESENVOLVIMENTOS EM SÉRIE
CAPÍTUO IV DESENVOVIMENTOS EM SÉRIE Série de Taylor e de Mac-auri Seja f ) uma fução real de variável real com domíio A e seja a um poto iterior desse domíio Supoha-se que a fução admite derivadas fiitas
UNICAMP - 2004. 2ª Fase MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR
UNICAMP - 004 ª Fase MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Em uma sala há uma lâmpada, uma televisão [TV] e um aparelho de ar codicioado [AC]. O cosumo da lâmpada equivale
Análise de Regressão Linear Múltipla I
Aálise de Regressão Liear Múltipla I Aula 04 Gujarati e Porter, 0 Capítulos 7 e 0 tradução da 5ª ed. Heij et al., 004 Capítulo 3 Wooldridge, 0 Capítulo 3 tradução da 4ª ed. Itrodução Como pode ser visto
Até que tamanho podemos brincar de esconde-esconde?
Até que tamaho podemos bricar de escode-escode? Carlos Shie Sejam K e L dois subcojutos covexos e compactos de R. Supoha que K sempre cosiga se escoder atrás de L. Em termos mais precisos, para todo vetor
ESTIMAÇÃO DA PROPORÇÃO POPULACIONAL p
ESTIMAÇÃO DA PROPORÇÃO POPULACIONAL p Objetivo Estimar uma proporção p (descohecida) de elemetos em uma população, apresetado certa característica de iteresse, a partir da iformação forecida por uma amostra.
2.2. Séries de potências
Capítulo 2 Séries de Potêcias 2.. Itrodução Série de potêcias é uma série ifiita de termos variáveis. Assim, a teoria desevolvida para séries ifiitas de termos costates pode ser estedida para a aálise
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto
, respectivamente, pode-se afirmar que 5 x
00 ITA "A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o mudo" Galileu Galilei NOTAÇÕES ` ^,,!` \ : cojuto dos úmeros reais > a, b @ ^ \; a d d b` > a, b> ^ \; a d b` @a, b> ^ \; a b` A\B ^ ; A e B` k
Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada
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Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
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Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
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Prova 3 Matemática. N ọ DE INSCRIÇÃO:
Prova QUESTÕES OBJETIIVAS N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: IINSTRUÇÕES PARA A REALIIZAÇÃO DA PROVA Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, coforme o que costa a etiqueta
Probabilidade II Aula 12
Coteúdo Probabilidade II Aula Juho de 009 Desigualdade de Marov Desigualdade de Jese Lei Fraca dos Grades Números Môica Barros, D.Sc. Itrodução A variâcia de uma variável aleatória mede a dispersão em
de uma PA é justamente o valor da DIFERENÇA entre qualquer termo e o anterior.
0. PROGRESSÃO ARITMÉTICA: É toda sequêcia em que é SEMPRE costate a DIFERENÇA etre um termo qualquer da sequêcia (a partir do segudo, claro!) e seu aterior, logo dada a sequêcia a a a a a a R. A razão
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA 4 PROBABILIDADE A (CE068) Prof. Benito Olivares Aguilera
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA 4 PROBABILIDADE A (CE068) Prof. Beito Olivares Aguilera 2 o Sem./09 1. Das variáveis abaixo descritas, assiale quais são
Exercícios de Cálculo III - CM043
Eercícios de Cálculo III - CM43 Prof. José Carlos Corrêa Eidam DMAT/UFPR Dispoível o sítio people.ufpr.br/ eidam/ide.htm o. semestre de 22 Lista Sequêcias e séries de úmeros reais. Decida se cada uma das
Lista de Exercícios de Cálculo 2 Módulo 1 - Primeira Lista - 01/2017
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Capítulo I Séries Numéricas
Capítulo I Séries Numéricas Capitulo I Séries. SÉRIES NÚMERICAS DEFINIÇÃO Sedo u, u,..., u,... uma sucessão umérica, chama-se série umérica de termo geral u à epressão que habitualmete se escreve u u...
Números Complexos. David zavaleta Villanueva 1
Material do miicurso a ser lecioado o III EREM-Mossoró-UERN UFRN - Uiversidade Federal do Rio Grade do Norte Edição N 0 outubro 011 Números Complexos David zavaleta Villaueva 1 1 CCET-UFRN, Natal, RN,
DESIGUALDADES, LEIS LIMITE E TEOREMA DO LIMITE CENTRAL. todas as repetições). Então, para todo o número positivo ξ, teremos:
48 DESIGUALDADES, LEIS LIMITE E TEOREMA DO LIMITE CENTRAL LEI DOS GRANDES NÚMEROS Pretede-se estudar o seguite problema: À medida que o úmero de repetições de uma experiêcia cresce, a frequêcia relativa
Universidade Federal de Ouro Preto Departamento de Matemática MTM123 - Cálculo Diferencial e Integral II Lista 3 - Tiago de Oliveira
Uiversidade Federal de Ouro Preto Departameto de Matemática MTM - Cálculo Diferecial e Itegral II Lista - Tiago de Oliveira. Ecotre uma fórmula para a -ésima soma parcial de cada série e use-a para ecotrar
ESTATÍSTICA. PROF. RANILDO LOPES U.E PROF EDGAR TITO
ESTATÍSTICA PROF. RANILDO LOPES http://ueedgartito.wordpress.com U.E PROF EDGAR TITO Medidas de tedêcia cetral Medidas cetrais são valores que resumem um cojuto de dados a um úico valor que, de alguma
INTEIROS DE GAUSS E INTEIROS DE EISENSTEIN Guilherme Fujiwara, São Paulo SP
Nível Avaçado. INTEIROS DE GAUSS E INTEIROS DE EISENSTEIN Guilherme Fujiwara, São Paulo SP Vamos abordar esse artigo a aritmética de dois cojutos de iteiros algébricos: os Iteiros de Gauss e os Iteiros
Prova-Modelo de Matemática
Prova-Modelo de Matemática PROVA Págias Esio Secudário DURAÇÃO DA PROVA: miutos TOLERÂNCIA: miutos Cotações GRUPO I O quarto úmero de uma certa liha do triâgulo de Pascal é. A soma dos quatro primeiros
Matemática. Resolução das atividades complementares. M7 Função Exponencial. 2 Encontre o valor da expressão
Resolução das atividades complemetares Matemática M Fução Epoecial p. 6 (Furg-RS) O valor da epressão A a) c) e) 6 6 b) d) 0 A?? A? 8? A A A? A 6 8 Ecotre o valor da epressão 0 ( ) 0 ( ) 0 0 0. Aplicado
Análise Infinitesimal II LIMITES DE SUCESSÕES
-. Calcule os seguites limites Aálise Ifiitesimal II LIMITES DE SUCESSÕES a) lim + ) b) lim 3 + 4 5 + 7 + c) lim + + ) d) lim 3 + 4 5 + 7 + e) lim + ) + 3 f) lim + 3 + ) g) lim + ) h) lim + 3 i) lim +
FORMA TRIGONOMÉTRICA. Para ilustrar, calcularemos o argumento de z 1 i 3 e w 2 2i AULA 34 - NÚMEROS COMPLEXOS
145 AULA 34 - NÚMEROS COMPLEXOS FORMA TRIGONOMÉTRICA Argumeto de um Número Complexo Seja = a + bi um úmero complexo, sedo P seu afixo o plao complexo. Medido-se o âgulo formado pelo segmeto OP (módulo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE MATEMÁTICA Aluno(a): Professor(a): Curso:
5 Geometria Analítica - a Avaliação - 6 de setembro de 0 Justique todas as suas respostas.. Dados os vetores u = (, ) e v = (, ), determine os vetores m e n tais que: { m n = u, v u + v m + n = P roj u
