Ementa e Cronograma Programático...

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1 Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão de Estoques (Modelos e Curva ABC) Gestão de Operações em Manufatura e Serviços Prof. Fabrício Rogério Parrilla Aula 03 Gestão da Demanda e da Capacidade 1. Contexto e Relevância 2. Conceitos de Gestão da Demanda 3. Conceitos de Gestão da Capacidade 4. Planejamento e Controle da Capacidade 5. Etapas de Planejamento e Controle da Capacidade 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade 8. Etapa 3 Escolha de uma Abordagem de Capacidade 9. Exercícios para Discussão 1

2 Referências Bibliográficas... SLACK, N.; et all. (1999) Administração da Produção. SP: Ed. Atlas. (Capítulo 11) RITZMAN, L.; et all. (2004). Administração da Produção e Operações. SP: Ed. Prentice Hall. (Capítulo 9) CORRÊA, H. L.; et all. (2001). Planejamento, Programação e Controle da Produção. SP: Ed. Atlas. (Capítulo 7) TEXTOS Apoio (Internet/ Revistas Especializadas). 1. Contexto e Relevância... 2

3 2. Conceitos de Gestão da Demanda... A função gestão da demanda inclui esforços em cinco processos principais: previsão da demanda, comunicação com o mercado, influência sobre a demanda, promessa de prazos de entrega, priorização e alocação (Corrêa, 2001) Quem é responsável pela Gestão da Demanda? A maioria dos processos operacionais da gestão da demanda estão, de alguma forma, relacionados aos clientes que, normalmente, envolvem forte participação da área de comercial (vendas e marketing); Porém, algumas informações geradas nesta função (INPUT) são fundamentais ao processo de planejamento, de responsabilidade da área de planejamento, que também gera informações para os clientes; A gestão da demanda tem caráter multifuncional, sendo recomendável que a área ou equipe responsável também o seja! A idéia principal é criar uma inteligência de mercado centralizada para uma boa gestão da demanda. 2. Conceitos de Gestão da Demanda... Conciliação das Entidades Fornecimento e Demanda INCERTEZA Duas fontes distintas: 1. Natureza do mercado instável; 2. Baixa eficácia do sistema de previsão. Influências às decisões operacionais: Incerteza da Demanda (natureza); Padrões da Demanda (variações); Respostas da Operação (prazos); PREVISÃO DE DEMANDA! 3

4 2. Conceitos de Gestão da Demanda... Segundo Ritzman (2004), o desafio de prever a demanda dos clientes encontra-se na raiz da maioria das decisões gerenciais... Prever a demanda requer descobrir os padrões em que se baseiam as informações disponíveis. ( ) As observações repetidas da demanda de um produto ou serviço em sua ordem de ocorrência formam um padrão conhecido como séries temporais. Os CINCO PADRÕES BÁSICOS conhecidos são: Horizontal: flutuação numa média constante; Tendência: aumento ou diminuição ao longo do tempo; Sazonal: um padrão repetido de aumentos ou diminuições; Cíclico: aumentos ou diminuições graduais em períodos longos; Aleatório: variação não prevista. 2. Conceitos de Gestão da Demanda... Dados de variáveis que expliquem Dados históricos de vendas Informações que expliquem o atípico Sistemas de Previsão Dados históricos confiáveis e por período; Conjuntura econômica Decisões comerciais Outras informações de mercado Tratamento estatístico dos dados de vendas e outras variáveis Reunião de Previsão Comprometimento das áreas envolvidas Tratamento das informações disponíveis Previsão de Demanda Conjuntura política Informações de clientes Informações de concorrentes Visão atual e futura (curto, médio e longo prazos); Informações sobre clientes e concorrentes (na visão atual e futura); Previsões atendendo três requisitos básicos: Expressa em termos úteis para o PCP; Alto grau de exatidão; Indicar incerteza relativa. Figura 7.3 Sistema genérico de previsão de demanda (Ritzman, 2001) 4

5 2. Conceitos de Gestão da Demanda... Métodos e Técnicas de Previsão da Demanda Métodos Qualitativos Ausência de dados históricos adequados (ex.: novos produtos); Métodos de Julgamento: opiniões de gerentes, especialistas, pesquisas de mercado e estimativas das equipes de vendas e marketing (experiência e tendências). Métodos Quantitativos (apoio de softwares) Existem dados históricos adequados; Método Causal: projeta a demanda a partir de variáveis independentes (campanhas, economia, concorrentes entre outras) (ex.: Regressão Linear ); Análise da Série Temporal: método estatístico que projeta a demanda reconhecendo tendências e sazonalidades (ex.: Previsão Ingênua, Estimativa da Média, Inclusão de uma Tendência, Padrões Sazonais entre outras). Importante: O horizonte de tempo é fator importante para a escolha do método; Opção entre precisão e custos da previsão; Computadores são mais utilizados em previsões de curto prazo; Utilização de técnicas mistas. 2. Conceitos de Gestão da Demanda... Considerações Gerais A gestão da demanda tem caráter multifuncional ; A informações de demanda (INPUT) são essenciais para o planejamento e controle das operações produtivas de bens e/ou serviços (projeção de recursos); A natureza, o grau de incerteza, a variação e os padrões de demanda conhecidos influenciam significativamente nas decisões gerenciais e operacionais; Quanto maior a precisão das previsões de demanda, menor o grau de especulação (P:D), menor o risco assumido pela empresa e menores os custos de fabricação e de estocagem; Os sistemas de previsão de demanda basicamente envolvem a coleta de dados (confiáveis e explicáveis), o tratamento estatístico desses dados junto a outras variáveis importantes (mercado, econômicas, políticas etc.) e a participação de todas as áreas da empresa para a consolidação e replicação das previsões; A existência de dados históricos adequados e a opção entre a precisão e os custos da previsão são definitivos na escolha da utilização de métodos qualitativos (Julgamento) ou quantitativos (Causal e Análise da Série Temporal) para a previsão; 5

6 3. Conceitos de Gestão da Capacidade Prover a capacitação de satisfazer a demanda atual e futura é uma responsabilidade fundamental da administração da produção. Um equilíbrio adequado entre capacidade e demanda pode gerar altos lucros e clientes satisfeitos, enquanto o equilíbrio errado pode ser potencialmente desastroso. (Slack, 1999) Considerações Importantes A Gestão da Capacidade é de responsabilidade da área de produção; Decisões sobre capacidade têm um impacto em toda a empresa; Todas as outras funções fornecem entradas (Inputs) para o PCC; Cada função do negócio deverá planejar e controlar a capacidade de suas próprias micro-operações para atender a função produção principal; 3. Conceitos de Gestão da Capacidade O que é Capacidade? Uso mais comum: sentido estático, físico, volume e/ou espaço. Capacidade de Processamento ESCALA TEMPO... capacidade de uma operação é o máximo nível de atividade de valor adicionado em determinado período de tempo, que o processo pode realizar sob condições normais de operação. (Slack, 1999) 6

7 3. Conceitos de Gestão da Capacidade O que são Restrições de Capacidade? Demanda insuficiente ou política deliberada: operar abaixo da capacidade máxima. Freqüentemente as organizações atuam com partes abaixo X máxima da capacidade. As Restrições de capacidade são as partes/áreas/setores que atuam na capacidade máxima. GARGALOS 4. Planejamento e Controle da Capacidade Planejamento e controle de capacidade é a tarefa de determinar a capacidade efetiva da operação produtiva, de forma que ela possa responder à demanda. (...) Decidir como a operação deve reagir as flutuações na demanda. (Slack, 1999) Planejamento da Capacidade Controle da Capacidade Viabilidade no planej. de materiais PC futuros mais precisos Estabelecer programações a curto prazo Identificação de gargalos Estimar prazos melhores para encomendas futuras 1. Acuracidade do plano 2. Desempenho de cada ÍNDICES DE EFICIÊNCIA centro produtivo 3. Desempenho do sistema de manufatura Acompanha o nível da produção real Compara com os níveis planejados Executa medidas corretivas de curto prazo 7

8 4. Planejamento e Controle da Capacidade Planejamento e Controle Agregados Capacidade agregada X Demanda agregada Enfoque AGREGADO! Visa definir os níveis de capacidade no longo, médio e curto prazos. 4. Planejamento e Controle da Capacidade Capacidade de Longo, médio e curto prazos Estratégia de Capacidade de LONGO Prazo introduzir (ou eliminar) incrementos grandes na capacidade física (em períodos de tempo extensos) estabelecimento das restrições dos limites de projeto Ajustes de Capacidade no MÉDIO Prazo ajuste da capacidade de operação demanda futura de 2 a 18 meses volume de produção variado Ajustes de Capacidade no CURTO Prazo maior flexibilidade do volume produzido demanda dias/ semanas base em previsões ou sem aviso 8

9 4. Planejamento e Controle da Capacidade Objetivos (Aspectos de Desempenho) Qualidade Capac. Flutuante Capital Giro Estoques PA Custos Cap.XDem. DECISÕES GERENCIAIS Receitas Cap. X Dem. Confiability (fornec.) Dem.=Cap. Flexibility (volume) Cap. Exc. Detalhes página 256 (Slack, 1999) 5. Etapas Planejamento e Controle da Capacidade ETAPA 1 Medir a demanda e a capacidade agregadas Produção Agregada ETAPA 2 Identificar as políticas alternativas de capacidade ETAPA 3 Escolher as políticas de capacidade mais adequadas Previsão de demanda Estimativa da capacidade atual Tempo Figura 11.3 Pág. 257 (Slack, 1999) 9

10 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade Finalidade...os gerentes de produção devem ter uma idéia quantitativa tanto da demanda quanto da capacidade, de forma agregada, para um período de planejamento....sem uma estimativa da demanda futura não é possível planejar efetivamente para futuros eventos, somente reagir a eles....o problema principal é que a demanda é intrinsecamente incerta. (Slack, 1999) 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade Previsão de Flutuações da Demanda Responsabilidade da área de vendas e/ou marketing INPUT principal para as decisões de planejamento e controle da capacidade (de responsabilidade dos gerentes de produção) Requisitos: (1) termos úteis; (2) grau de exatidão; (3) incerteza relativa. Sazonalidades da Demanda Podem ser razoavelmente previsíveis Podem ser afetadas por variações inesperadas do clima Podem ser afetadas pela evolução das condições econômicas Obs.: Figura 11.5 Pág. 259 (Slack, 1999) Flutuações Semanais e Diárias da Demanda Sazonalidades em ciclos mais curtos de tempo O grau das flutuações da demanda é determinado pelo cliente Serviços de emergência Obs.: Figura 11.6 Pág. 260 (Slack, 1999) 10

11 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade Medição da Capacidade Complexidade Somente quando a produção é altamente padronizada e repetitiva é fácil definir a capacidade sem ambigüidades. Volume de Produção Produto Único Baseadas nos Insumos Vários Produtos Por vezes, o volume de produção depende do mix de atividades produtivas da organização. Ou seja, quanto maior o variedade de atividades e produtos, menor a capacidade atual. Tabela 11.1 Pág. 261 (Slack, 1999) 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade Capacidade de Projeto e Capacidade Efetiva Volume de Produção Real Capacidade de Projeto Capacidade teórica de operação Capacidade Efetiva Capacidade real com as perdas UTILIZAÇÃO EFICIÊNCIA 11

12 6. Etapa 1 Medição da Demanda e da Capacidade Exemplo Prático Relatório Operacional de Manutenção 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade Políticas Puras...métodos alternativos para responder as flutuações na demanda. 1. Política de Capacidade Constante 2. Política de Acompanhamento da Demanda 3. Política de Gestão da Demanda...Na prática, a maior parte das organizações usará uma combinação dessas políticas puras, embora em geral uma política domine. 12

13 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade 1. Política de Capacidade Constante Ignora as flutuações da demanda e mantém os níveis de atividades constantes (capacidade) durante todo o período de planejamento Produtos-padrão não perecíveis (malhas de lã, alumínio, papel) Bom padrões de emprego estáveis, alta utilização do processo, alta produtividade e baixos custos unitários Ruim criação de estoques, altos custos de subutilização e serviço ao cliente deteriorado...os benefícios da estabilidade e produtividade para a organização podem compensar as desvantagens de desagradar alguns clientes. 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade 2. Política de Acompanhamento da Demanda Busca o ajuste da capacidade (pessoas, equipamentos e tempo de trabalho) para refletir os níveis de flutuação da demanda Produtos-padrão perecíveis e serviços (alimentos e hotéis) Bom maior flexibilidade e pouca probabilidade de gerar estoques Ruim ajustar a capacidade rapidamente e manter o padrão de qualidade constante diante as variações da capacidade Esta política exige que a capacidade seja ajustada de algumas formas. Existem diferentes métodos para conseguir isso, embora nem todos sejam viáveis para todos os tipos de produção. 13

14 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade Métodos para Ajustar a Capacidade Horas Extras e Tempo Ocioso (método mais rápido e conveniente) Variar o Tamanho da Força de Trabalho (implicações de custo e éticas) Usar pessoal em tempo parcial (custos fixos supermercados e fast-food) Subcontratação (tende a ser dispendioso) 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade 3. Política de Gestão da Demanda Busca transferir a demanda dos períodos de pico para períodos tranqüilos (equilibrar a demanda) Uma demanda estável e uniforme pode permitir que uma organização reduza custos e melhore os serviços Responsabilidade direta das funções de marketing e/ ou vendas Cabe ao gerente de produção identificar e avaliar os benefícios da gestão da demanda (para o processo produtivo desenvolvido) e assegurar que as mudanças sejam satisfatoriamente atendidas pelo sistema de produção implementado. 14

15 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade Métodos para Alterar a Demanda Ofertas de Preços (mais comum para serviços que para produtos) Propaganda Adequada (aumentar a demanda em períodos de baixa demanda) Produtos Novos ou Modificados (produzidos nos processos existentes) Abordagens Combinadas (ofertas de preços e produtos modificados) 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade Políticas Mistas Uma política pura somente é aplicada quando suas vantagens compensam fortemente suas desvantagens (na prática é difícil) Para muitas organizações não atendem a sua necessidade de combinação de objetivos competitivos e operacionais Espera-se a redução simultânea dos custos e dos estoques Por estas razões, a maioria das organizações escolhe adotar uma combinação das três abordagens. 15

16 7. Etapa 2 Políticas Alternativas de Capacidade Política de Gestão do Rendimento Aplicada em operações que têm capacidades relativamente fixas (companhias aéreas e hotéis) Busca assegurar que uma operação maximize seu potencial para gerar lucros (fazer mais com menos) Forte utilização de técnicas de melhoria contínua Importante possibilidade de segmentação do mercado de forma clara (mix), impossibilidade de estocagem (produtos perecíveis) e serviços vendidos antecipadamente (projetos e translados). 8. Etapa 3 Escolha de uma Abordagem (Política) Finalidades Analisar e visualizar os impactos da adoção de cada política de capacidade no processo produtivo...um fabricante, dada uma idéia de sua capacidade e dada a previsão de demanda, deve calcular o efeito de estabelecer seu nível de produção em um patamar específico. Métodos Mais Utilizados Teoria das Filas (técnica estatística) Representações Acumuladas (demanda e capacidade agregadas) 16

17 8. Etapa 3 Escolha de uma Abordagem (Política) Teoria das Filas Busca calcular a quantidade de recursos e a maneira de disponibilizá-los para que uma fila de solicitação de serviços seja atendida, com investimento mínimo de recursos e tempo mínimo de espera por parte dos clientes da fila. Importante A filas de espera ocorrem sempre que o número de clientes é superior ao número de servidores (viabilidade do negócio) Exemplos de problemas de filas: determinar o número de caixas de um supermercado, pistas num aeroporto, serviços em oficinas mecânicas, quantidade de telefones (Telefonia origem da T.F.) 8. Etapa 3 Escolha de uma Abordagem (Política) Representações Acumuladas Permitem comparar a demanda e a capacidade... Comparação: Grau de SOBREcapacidade X SUBcapacidade 17

18 8. Etapa 3 Escolha de uma Abordagem (Política) Representações Acumuladas Comparação: Demanda X Capacidade (Acumuladas) Fig Pág. 270 (Slack, 1999) Fig Pág. 271 (Slack, 1999) 9. Exercícios para Discussão 1. O diretor comercial de sua empresa defende a utilização do feeling dos vendedores para a realização das previsões de demanda. O diretor industrial, inconformado, acha que modelos matemáticos de previsão deveriam ser as fontes das previsões. No elevador você encontra o presidente que lhe pede a opinião. Você tem do décimo andar ao térreo para lhe responder. O que você responde? 2. Utilizando o método da média móvel simples (um Método de Séries Temporais), calcule a previsão da média móvel de três semanas para a chegada de pacientes num hospital nas semanas 4 e 5, sendo que os números de chegada nas últimas três semanas são dados abaixo e a previsão para a semana 4 se concretizou. Semana 1 = 400 Semana 2 = 380 Semana 3 = 411 Obs.: Para o exercício 2, consultar base teórica na página 270 do texto disponibilizado no Xérox. 3. O que são restrições de capacidade (ou gargalos de produção)? Dê exemplos. 4. Explique qual a finalidade da realização do planejamento e controle de capacidade produtiva em uma organização fabril. Cite as três etapas necessárias para a realização de um efetivo planejamento e controle da capacidade produtiva? 5. Qual a diferença básica entre medição de capacidade e previsão de demanda? 18

19 9. Exercícios para Discussão 6. Relacione as cinco políticas alternativas de capacidade produtiva estudadas e indique quais entre elas são conhecidas como políticas puras. 7. Cite os principais métodos conhecidos para alterar a capacidade produtiva e a demanda de mercado, respectivamente. 8. No gráfico abaixo tem-se uma curva de flutuação de demanda DP para um produto qualquer P. Visando atender as necessidades dessa demanda (a curva DP), observam-se duas representações de políticas de capacidade produtiva que podem ser adotadas: a curva A e a reta B. Questões: a) Quais as políticas alternativas de capacidade estão representadas por A e B, respectivamente? b) Supondo que se trata de um produto perecível, qual a melhor política a ser adotada? Por quê? PRODUÇÃO AGREGADA A DP B TEMPO 9. Exercícios para Discussão 9. É dado abaixo um gráfico de previsão de demanda agregada para um produto Y durante um ano, onde se tem a demanda mensal (em preto) e o nível de capacidade efetiva (CE) para a produção do produto Y, em toneladas. Pergunta-se: a) Identifique em quais períodos há sobrecapacidade (se produz mais que a demanda) e subcapacidade (se produz menos que a demanda). b) Numa visão de capacidade e demanda acumulados no ano, pode-se dizer que a demanda agregada é atendida totalmente pela capacidade agregada? Por quê? Nível de 30 Capacidade (Efetiva) J F M A M J J A S O N D Demanda Mensal 19

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