TAXA PROPORCIONAL. O conceito de Taxas Proporcionais é um conceito próprio do regime simples.

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2 TAXA PROPORCIONAL Taxas proporcionais são definidas como sendo aquelas cujos quocientes entre elas e seus respectivos períodos de capitalização, colocados na mesma unidade de tempo, são iguais. O conceito de Taxas Proporcionais é um conceito próprio do regime simples.

3 TAXA PROPORCIONAL São taxas de juros fornecidas em unidades de tempo diferentes que, ao serem aplicadas a um mesmo principal durante um mesmo prazo, produzem um mesmo montante no final daquele prazo, no regime de juros simples. O conceito de taxas proporcionais está, portanto, diretamente ligado ao regime de juros simples.

4 TAXA PROPORCIONAL (CESGRANRIO ANP Analista Administrativo Geral 2008) A taxa de juros simples de 1% ao mês é proporcional à taxa trimestral de: a) 1,3% b) 2,0% c) 2,1% d) 3,0% e) 3,03%

5 TAXA PROPORCIONAL (CESGRANRIO ANP Analista Administrativo Geral 2008) A taxa de juros simples de 1% ao mês é proporcional à taxa trimestral de: a) 1,3% b) 2,0% c) 2,1% d) 3,0% e) 3,03%

6 TAXA PROPORCIONAL (SUSEP 2002 ESAF) Quem paga juros simples mensais de 40%, paga bimestralmente juros de: a) 80% b) 84% c) 88% d) 92% e) 96%

7 TAXA PROPORCIONAL (SUSEP 2002 ESAF) Quem paga juros simples mensais de 40%, paga bimestralmente juros de: a) 80% b) 84% c) 88% d) 92% e) 96%

8 TAXA EQUIVALENTE Taxas equivalentes são taxas de juros fornecidas em unidades de tempo diferentes que ao serem aplicadas a um mesmo principal durante um mesmo prazo produzem um mesmo montante acumulado no final daquele prazo, no regime de juros compostos. O conceito de taxas equivalentes está, portanto, diretamente ligado ao regime de juros compostos.

9 TAXA EQUIVALENTE Duas taxas são consideradas equivalentes, a juros compostos, quando aplicadas a um mesmo capital, por um período de tempo equivalente e geram o mesmo rendimento. i q = (1 + i) q/t 1

10 TAXA EQUIVALENTE Assim, a diferença entre taxas equivalentes e taxas proporcionais se prende exclusivamente ao regime de juros considerado. As taxas proporcionais se baseiam em juros simples, e as taxas equivalentes se baseiam em juros compostos.

11 TAXA EQUIVALENTE (CESGRANRIO ANP Analista Administrativo Geral 2008) A taxa de juros compostos de 1% ao mês é equivalente a que taxa trimestral: a) 1,3% b) 2,0% c) 2,1% d) 3,0% e) 3,03%

12 TAXA EQUIVALENTE (CESGRANRIO ANP Analista Administrativo Geral 2008) A taxa de juros compostos de 1% ao mês é equivalente a que taxa trimestral: a) 1,3% b) 2,0% c) 2,1% d) 3,0% e) 3,03% i q = (1 + i) q/t 1 i q = (1 + 0,01) 3/1 1 i q = (1,01) 3 1 i q = 1, i q = 0,0303 x 100 i q = 3,03%

13 TAXA EQUIVALENTE (BANESPA 1997 FCC) Receber juros compostos de 525% ao ano é equivalente a receber juros semestrais de: a) 175,0% b) 206,25% c) 218,5% d) 262,5% e) 150,0%

14 TAXA EQUIVALENTE (BANESPA 1997 FCC) Receber juros compostos de 525% ao ano é equivalente a receber juros semestrais de: a) 175,0% b) 206,25% c) 218,5% d) 262,5% e) 150,0% i q = (1 + i) q/t 1 i q = (1 + 5,25) 1/2 1 i q = (6,25) 0,5 1 i q = 2,5 1 i q = 1,5 x 100 i q = 150%

15 TAXA NOMINAL Temos uma taxa nominal quando o prazo de formação e incorporação dos juros ao capital inicial não coincide com aquele a que a taxa se refere. Esta é uma convenção utilizada habitualmente no mercado financeiro, e seus dois exemplos mais notórios são a taxa de juros da poupança e a taxa over (aplicações de um dia).

16 TAXA NOMINAL Normalmente, é expressa para periodicidade anual, sendo transformada em taxa para periodicidade menor, de forma proporcional. Sempre que nos depararmos com uma taxa nominal devemos, antes, calcular a TAXA EFETIVA da operação, que é obtida a partir da taxa nominal pelo método da proporcionalidade.

17 TAXA NOMINAL É aquela em que o período de capitalização difere do período da taxa. Será, portanto, uma taxa seguida da palavra capitalização, e em que se observará que a unidade da taxa é diferente da unidade da capitalização. Toda taxa nominal traz em seu enunciado uma taxa efetiva implícita, que é a taxa de juros a ser aplicada em cada período de capitalização. Essa taxa efetiva implícita é sempre calculada de forma proporcional, no regime de juros simples.

18 TAXA NOMINAL A taxa nominal só serve para ser transformada em taxa efetiva. Para transformar Taxa Nominal em Taxa Efetiva, embora estando no regime composto, utilizaremos o conceito de Taxas Proporcionais.

19 TAXA NOMINAL Qual a taxa nominal anual relativa a uma taxa efetiva de 79,58% a.a., capitalizada mensalmente?

20 TAXA NOMINAL Qual a taxa nominal anual relativa a uma taxa efetiva de 79,58% a.a., capitalizada mensalmente? i n i n 12 [( 1 0,7958) 1 1].12 0,0833 [(1,7958) 1].12 i ( 1,05 1).12 i n = 0, n i n = 60% a.a.

21 TAXA EFETIVA O conceito de taxa efetiva de juros pode ser entendido como sendo o ganho real para uma aplicação, para um determinado período, sem considerarmos a taxa de inflação. Na verdade, a taxa efetiva tem seu conceito muito semelhante ao da taxa equivalente.

22 TAXA EFETIVA O que realmente difere os dois conceitos são apenas os objetivos do cálculo, ou seja, na taxa equivalente objetiva-se comparar duas taxas que, aplicadas a um mesmo capital por período de tempo considerado equivalente, produzem o mesmo rendimento, enquanto a taxa efetiva tem foco direcionado para medir o ganho efetivo de uma determinada aplicação.

23 TAXA EFETIVA É a taxa que efetivamente é paga no período em que foi fornecida, independentemente do período de capitalização. Quando se usa a taxa efetiva, os juros são capitalizados uma única vez no período a que se refere a taxa. Portanto, taxa efetiva é aquela cujo período de capitalização corresponde ao próprio período da taxa.

24 TAXA EFETIVA (AFC TCU 2000 ESAF) Um financiamento externo é contratado a uma taxa nominal de 12% ao ano com capitalização semestral. Obtenha a taxa efetiva anual desse financiamento. a) 12,36% b) 11,66% c) 10,80% d) 12,44% e) 12,55%

25 TAXA EFETIVA (AFC TCU 2000 ESAF) Um financiamento externo é contratado a uma taxa nominal de 12% ao ano com capitalização semestral. Obtenha a taxa efetiva anual desse financiamento. a) 12,36% b) 11,66% c) 10,80% d) 12,44% e) 12,55% 12% a.a = 6% a.s i = (1 + 0,06) 2 1 i = (1,06) 2 1 i = 1, i = 0,1236 x 100 [f] [REG] 12 [ENTER] 2 [n] [ ] [i] [CHS] [PMT] [FV]

26 TAXA EFETIVA (ATE/MS 2001 ESAF) Um capital é aplicado à taxa de juros nominal de 24% ao ano com capitalização mensal. Qual a taxa anual efetiva de aplicação desse capital, em porcentagem, aproximada até centésimos? a) 26,82% b) 26,53% c) 26,25% d) 25,97% e) 25,44%

27 TAXA EFETIVA (ATE/MS 2001 ESAF) Um capital é aplicado à taxa de juros nominal de 24% ao ano com capitalização mensal. Qual a taxa anual efetiva de aplicação desse capital, em porcentagem, aproximada até centésimos? a) 26,82% b) 26,53% c) 26,25% d) 25,97% e) 25,44% 24% a.a = 2% a.m i = (1 + 0,02) 12 1 i = (1,02) 12 1 i = 1, i = 0,2682 x 100 [f] [REG] 24 [ENTER] 12 [n] [ ] [i] [CHS] [PMT] [FV]

28 O cálculo da taxa efetiva, com base na taxa nominal, pode ser executado de forma rápida na calculadora financeira HP-12C. Para tanto, é necessário programar a calculadora. TAXA EFETIVA

29 TAXA EFETIVA Qual a taxa efetiva anual equivalente a uma taxa nominal de 70% a.a. capitalizada mensalmente? [f] [REG] [f] [2] 70 [ENTER] 12 [R/S]

30 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO A taxa acumulada de juros com taxas variáveis é normalmente utilizada em situações de correções de contratos como, por exemplo, atualização de aluguéis, saldo devedor da casa própria e contratos em geral. A composição das taxas pode ocorrer de duas formas, com taxas positivas (inflação) ou com taxas negativas (deflação).

31 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO A taxa de inflação é um índice bem conhecido de todos nós, e representa a perda do valor da moeda, isto é, a diminuição do seu poder de compra como conseqüência do aumento médio dos preços dos itens de consumo. Em virtude de a alta taxa de inflação corroer rapidamente o poder aquisitivo da moeda, é fundamental analisar a relação das taxas de juros com as taxas de inflação.

32 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO Matematicamente, o fator de acumulação de uma taxa positiva pode ser representada por (1 + i) e a taxa negativa (1 i). I = [(1 + i 1 ). (1 + i 2 ). (1 + i 3 ). (1 + i n ) 1] x 100

33 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (PETROBRAS) Aumentar o preço de um produto em 30% e, em seguida, conceder um desconto de 20% equivale a aumentar o preço original em: a) 2% b) 4% c) 6% d) 8% e) 10%

34 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (PETROBRAS) Aumentar o preço de um produto em 30% e, em seguida, conceder um desconto de 20% equivale a aumentar o preço original em: a) 2% b) 4% c) 6% d) 8% e) 10% I = [(1 + 0,30). (1 0,20) 1] x 100 I = [(1,30. 0,80) 1] x 100 I = (1,04 1) x 100 I = 0,04 x 100 I = 4%

35 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (Técnico de Finanças e Controle TFC SFC 2000 ESAF) O nível geral de preços, em determinada região, sofreu um aumento de 10%, em 1999, e 8%, em Qual foi o aumento total dos preços no biênio considerado? a) 8% b) 8,8% c) 10,8% d) 18% e) 18,8%

36 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (Técnico de Finanças e Controle TFC SFC 2000 ESAF) O nível geral de preços, em determinada região, sofreu um aumento de 10%, em 1999, e 8%, em Qual foi o aumento total dos preços no biênio considerado? a) 8% b) 8,8% c) 10,8% d) 18% e) 18,8% I = [(1 + 0,10). (1 + 0,08) 1] x 100 I = [(1,10. 1,08) 1] x 100 I = (1,188 1) x 100 I = 0,188 x 100 I = 18,8%

37 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (FCC Escriturário Banco do Brasil 2006) Um financiamento foi contratado, em uma determinada data, consistindo de pagamentos a uma taxa de juros positiva e ainda corrigidos pela taxa de inflação desde a data da realização do compromisso. O custo efetivo desta operação foi de 44% e o custo real efetivo de 12,5%. Tem-se, então, que a taxa de inflação acumulada no período foi de: a) 16% b) 20% c) 24% d) 28% e) 30%

38 TAXA ACUMULADA OU DE INFLAÇÃO (FCC Escriturário Banco do Brasil 2006) Um financiamento foi contratado, em uma determinada data, consistindo de pagamentos a uma taxa de juros positiva e ainda corrigidos pela taxa de inflação desde a data da realização do compromisso. O custo efetivo desta operação foi de 44% e o custo real efetivo de 12,5%. Tem-se, então, que a taxa de inflação acumulada no período foi de: a) 16% b) 20% c) 24% d) 28% e) 30% I (1 ia ) [ ] 1 (1 i ) (1 0,44) I [ ] 1 (1 0,125) r

39 TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM) O efeito inflacionário representa uma elevação nos níveis de preços e a taxa de desvalorização da moeda (TDM) mede a queda no poder de compra causada por estes aumentos de preços. A taxa de desvalorização da moeda (TDM), para diferentes taxas de inflação, pode ser obtida a partir da seguinte fórmula:

40 TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM) (Auditor Fiscal da Previdência Social 2002) O índice de preços ao consumidor de famílias de classe de renda baixa sofreu um aumento de 11,61% em um semestre e 12% no semestre seguinte. Calcule a perda do poder aquisitivo da renda dessas famílias no ano em questão. a) 11,61% b) 12% c) 20% d) 23,61% e) 25%

41 TAXA DE DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA (TDM) (Auditor Fiscal da Previdência Social 2002) O índice de preços ao consumidor de famílias de classe de renda baixa sofreu um aumento de 11,61% em um semestre e 12% no semestre seguinte. Calcule a perda do poder aquisitivo da renda dessas famílias no ano em questão. a) 11,61% b) 12% c) 20% d) 23,61% e) 25% I = [(1 + 0,1161). (1 + 0,12) 1] x 100 I = [(1, ,12) 1] x 100 I = (1,250 1) x 100 I = 25% TDM = I/1 + I TDM = 0,25/1 + 0,25 TDM = 0,25/1,25 TDM = 0,2

42 TAXA REAL A taxa real de juros nada mais é do que a apuração de ganho ou perda em relação a uma taxa de inflação ou de um custo de oportunidade. Na verdade, significa dizer que taxa real de juros é o verdadeiro ganho financeiro.

43 TAXA REAL Se considerarmos que uma determinada aplicação financeira rendeu 10% em um determinado período de tempo, e que no mesmo período ocorreu uma inflação de 8%, é correto afirmar que o ganho real desta aplicação não foram os 10%, tendo em vista que o rendimento correspondente sofreu uma desvalorização de 8% no mesmo período de tempo; desta forma temos de encontrar qual o verdadeiro ganho em relação à inflação, ou seja, temos de encontrar a Taxa Real de Juros.

44 TAXA REAL Em períodos de inflação, todo cuidado é pouco quando se fala em taxa de juros. Uma taxa, que aparentemente é alta, pode ser, na realidade, muito baixa se não considerarmos a inflação no período em que a taxa estiver sendo aplicada. Assim, definimos taxa real como a taxa que se utiliza levando-se em consideração os efeitos inflacionários do período.

45 TAXA REAL i r (1 ia ) [ ] 1 (1 I) i r = Taxa Real de Juros i a = Taxa Aparente de Juros I = Taxa de Inflação ou Custo de Oportunidade

46 TAXA REAL (CEF 2002 FCC) Um capital foi aplicado por 30 dias à taxa mensal de 1,8%. Se a inflação no período foi de 1,1%, a taxa real de juros foi de, aproximadamente: a) 0,69% a.m. b) 0,75% a.m. c) 1,64% a.m. d) 1,87% a.m. e) 2,90% a.m.

47 TAXA REAL (CEF 2002 FCC) Um capital foi aplicado por 30 dias à taxa mensal de 1,8%. Se a inflação no período foi de 1,1%, a taxa real de juros foi de, aproximadamente: a) 0,69% a.m. b) 0,75% a.m. c) 1,64% a.m. d) 1,87% a.m. e) 2,90% a.m. i r i r (1 ia ) [ ] 1 (1 I) (1 0,018) [ ] 1 (1 0,011)

48 TAXA REAL (BACEN) Sabendo-se que a taxa efetiva é de 0,9% e que a taxa de inflação é de 0,7% no mês, o valor da taxa real nesse mês é de: a) 0,1986% b) 0,2136% c) 0,1532% d) 0,4523% e) 0,1642%

49 TAXA REAL (BACEN) Sabendo-se que a taxa efetiva é de 0,9% e que a taxa de inflação é de 0,7% no mês, o valor da taxa real nesse mês é de: a) 0,1986% b) 0,2136% c) 0,1532% d) 0,4523% e) 0,1642% i r i r (1 ia ) [ ] 1 (1 I) (1 0,009) [ ] 1 (1 0,007)

50 TAXA APARENTE A taxa aparente é também dita taxa nominal. Definimos taxa aparente como a taxa que se utiliza sem levar em consideração a inflação do período.

51 TAXA APARENTE Se a inflação for zero, a taxa aparente e a taxa real são iguais. i a [( 1 i ).(1 I)] 1 r

52 TAXA APARENTE (TCU) Uma financeira pretende ganhar 12% a.a. de juros reais em cada financiamento. Supondo que a inflação anual seja de 2.300%, a financeira, a título de taxa de juros nominal anual, deverá cobrar: a) 2.358% b) 2.588% c) 2.858% d) 2.868% e) 2.888%

53 TAXA APARENTE (TCU) Uma financeira pretende ganhar 12% a.a. de juros reais em cada financiamento. Supondo que a inflação anual seja de 2.300%, a financeira, a título de taxa de juros nominal anual, deverá cobrar: a) 2.358% b) 2.588% c) 2.858% d) 2.868% e) 2.888% i a i a [( 1 i ).(1 I)] 1 r [( 1 0,12).(1 23)] 1

54 TAXA APARENTE (Fiscal ICMS SEFAZ/MS 2000) A taxa de inflação acumulada de 1999 medida pelo IGP-M foi de 20,10%. Um investidor afirma ter auferido, em uma aplicação financeira, um rendimento real de 12% ao longo de 1999, usando o IGP-M como índice de inflação. Sua taxa efetiva de juros auferida em 1999 foi de aproximadamente: a) 34,5% b) 33,8% c) 33,1% d) 32,10%

55 TAXA APARENTE (Fiscal ICMS SEFAZ/MS 2000) A taxa de inflação acumulada de 1999 medida pelo IGP-M foi de 20,10%. Um investidor afirma ter auferido, em uma aplicação financeira, um rendimento real de 12% ao longo de 1999, usando o IGP-M como índice de inflação. Sua taxa efetiva de juros auferida em 1999 foi de aproximadamente: a) 34,5% b) 33,8% c) 33,1% d) 32,10% i i a a [( 1 i ).(1 I)] 1 r [( 1 0,12).(1 0,201)] 1

56 TAXA OVER É uma taxa usada pelo mercado financeiro para determinar a rentabilidade por dia útil, normalmente é multiplicada por 30 (conversão do mercado financeiro). Nas empresas, em geral, é utilizada para escolher a melhor taxa para investimento. Esta prática ganhou maior importância principalmente no início dos anos 90. Várias aplicações são efetuadas tomando como base os dias úteis; entre elas temos as operações de CDIs (Certificados de Depósitos Interbancários).

57 TAXA OVER A aplicabilidade do conceito de Taxa Over não deve ser limitada às operações de mercado financeiro e bancário, assim como os demais conceitos da matemática financeira. O conceito de Taxa Over pode ser usado também em operações comerciais, como no financiamento de uma venda de mercadoria aos seus clientes, por exemplo.

58 TAXA OVER Uma das dificuldades para utilização da Taxa Over é a informação do número de dias úteis (ndu), devido ao grande número de feriados do calendário nacional. Uma alternativa é conseguir junto à rede bancária um calendário que contenha o número de dias úteis, já contemplando os feriados nacionais. Este calendário é próprio para calcular a quantidade de dias úteis nas aplicações financeiras.

59 TAXA OVER A alternativa tradicional é contar no próprio calendário, o que muitas vezes pode se tornar uma dificuldade no processo. O programa de planilhas eletrônicas Excel apresenta uma alternativa interessante para facilitar o cálculo da Taxa Over. Através da função DIATRABALHOTOTAL é possível criar uma planilha com os feriados nacionais e calcular automaticamente o número de dias úteis entre duas datas.

60 TAXA OVER

61 Uma aplicação em 63 dias corridos correspondentes a 52 dias úteis teve um rendimento efetivo de 1,5% ao mês. Calcule a taxa over mensal equivalente. TAXA OVER

62 TAXA MÉDIA A taxa média de juros tem como base teórica o conceito estatístico da média geométrica. Do ponto de vista da matemática financeira, podemos calcular a taxa média de um conjunto de taxas extraindo a raiz enésima, tomando-se como base o número de termos do próprio conjunto de taxas.

63 TAXA MÉDIA A definição da fórmula da taxa média segue basicamente o conceito da taxa acumulada de juros com taxas variáveis. Na verdade, devemos em primeiro lugar calcular a taxa acumulada e, na seqüência, a taxa média. i m = [(1 + i 1 ). (1 + i 2 ). (1 + i 3 ). (1 + i n )] 1/n 1 n = número de taxas analisadas

64 TAXA MÉDIA Qual a taxa média da inflação nos primeiros três meses de 2007, usandose para cálculo o INPC, que registrou, respectivamente, os seguintes índices: 0,49%, 0,42% e 0,44%? i m = [(1 + 0,0049). (1 + 0,0042). (1 + 0,0044)] 1/3 1 i m = [(1,0049). (1,0042). (1,0044)] 1/3 1 i m = (1,0136) 0, i m = 1, i m = 0,45%

65 TAXA BRUTA Costuma-se denominar taxa bruta de uma aplicação financeira a taxa de juros obtida considerando o valor da aplicação e o valor do resgate bruto, sem levar em conta o desconto do imposto de renda, que é retido pela instituição financeira. Assim, a taxa bruta é sempre maior do que a taxa líquida.

66 TAXA LÍQUIDA A taxa líquida é assim chamada quando reduzida de possíveis custos financeiros, o que não deve ser confundido com a taxa real de juros que compara uma determinada taxa em um período de tempo com a inflação ou custo de oportunidade do mesmo período. Taxa líquida de uma aplicação financeira é a taxa de juros obtida considerando o valor da aplicação e o valor do resgate líquido, já levando e conta o desconto do imposto de renda, que é retido pela instituição financeira.

67 TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) Internal Rate of Return (IRR) Taxa interna de retorno é a taxa que torna nulo o valor do investimento (VPL = 0). VPL = Valor Presente Líquido (NPV Net Present Value) Podemos também definir a taxa interna de retorno como a taxa de juros que iguala, em determinado momento de tempo, o valor presente das entradas com o das saídas previstas de caixa.

68 TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) Internal Rate of Return (IRR) A TIR é amplamente utilizada em todo o mundo para determinar o custo efetivo de operações financeiras. Corresponde, portanto, a uma taxa que remunera o valor investido no projeto.

69 TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE É uma taxa de juros comparativa, e podemos defini-la como sendo o mínimo que o investidor se propõe a ganhar quando faz um investimento ou o máximo que um tomador de dinheiro se propõe a pagar quando faz um investimento. Um investimento diz-se interessante ou viável quando o investimento proposto oferece dividendos maiores que a taxa mínima de atratividade.

70 TAXA SELIC O Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC) foi criado com o intuito de registrar e controlar eletronicamente as operações com títulos públicos federais. Os títulos públicos são vendidos em leilões formais realizados pelo Banco Central em um chamado mercado primário. Participam desses leilões os Bancos Comerciais e Múltiplos, Corretoras, Distribuidoras, Financeiras e Bancos de Investimento. A liquidação financeira é feita no mesmo dia na conta de Reservas Bancárias que as instituições financeiras mantêm no Banco Central.

71 TAXA SELIC No mercado secundário, as instituições financeiras negociam entre si os títulos adquiridos no mercado primário. Além disso, por meio de leilões informais, o Banco Central negocia diariamente com as instituições financeiras comprando e vendendo títulos públicos. As compras e vendas diárias que o Banco Central e as instituições realizam são compromissadas, isto é, quem vende títulos assume o compromisso de recomprá-los no dia seguinte por um preço previamente combinado.

72 TAXA SELIC A TAXA SELIC é a taxa média dessas operações. É dada diariamente (em dias úteis) e expressa ao ano com base em 252 dias úteis. Desde 1999, com a política de metas de inflação, a participação do Banco Central tem sido fixar uma meta para a Taxa Selic, atuando na compra e na venda de títulos, com o intuito de atingir aquela meta e serve de parâmetro para as demais taxas da economia.

73 Existe até mesmo um título público (Letra Financeira do Tesouro LTF) cujo valor cresce diariamente de acordo com a Taxa Selic. TAXA SELIC

74 TAXA REFERENCIAL A Taxa Referencial (TR) é uma taxa básica mensal de juros, a qual é uma média ponderada de juros obtida de certas aplicações nos principais bancos brasileiros. A taxa mensal comum de juros negociada pelos bancos comerciais a clientes em geral é a TR mais uma taxa diferencial conveniente. A taxa referencial por dia é denominada Taxa Referencial Diária (TRD).

75 TAXA REFERENCIAL Nos Estados Unidos, a taxa básica de juros de empréstimos privilegiados se chama Prime Rate. De forma geral, a taxa de juros é a Prime Rate acrescida de uma diferença chamada spread. Em Londres, a taxa básica de juros de empréstimos privilegiados se chama LIBOR London Inter Bank Ordinary Rate.

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