Capítulo 3. Gestão da Produção de F&B

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo 3. Gestão da Produção de F&B"

Transcrição

1 Capítulo 3 Gestão da Produção de F&B

2 Análise dos Desperdícios n Analisa os desperdícios resultantes da preparação e do corte das carnes e dos peixes, antes da sua confeção e consumo n Resulta da transformação de peças compradas em bruto que dão origem a subprodutos prontos a serem confecionados 2

3 Análise dos Desperdícios n Serve essencialmente para definir as vantagens de se comprar uma peça a um fornecedor A ou B. n Esta análise permite calcular: taxa de desperdício preço unitário líquido das peças compradas 3

4 Exercício 1 FORMÚLAS: Taxa de Desperdício = (Desperdício Total/Peso Bruto) x100 Peso Líquido = Peso Bruto Desperdícios Preço Unitário Líquido = Preço total/peso Líquido 4

5 Correção Fornecedor A Taxa de Desperdício = 2/5 x 100 = 40% Peso Líquido = 5-2 = 3 Kg Preço Unitário Líquido = 25 x 5 / 3 = 41,67 Fornecedor B Taxa de Desperdício = 1,5 / 5 x 100 = 30 % Peso Líquido = 5 1,5 = 3,5 Kg Preço Unitário Líquido = 27 x 5 / 3,5 = 30,57 5

6 Análise dos Resultados n De acordo com os dados obtidos infra, conclui-se que o fornecedor B fica mais económico, visto ter uma rentabilidade e aproveitamento superiores, comparativamente ao fornecedor A, 30%, embora que a mesma apresentava um custo inferior. n Esta análise apresenta ainda uma dificuldade acrescida se tivermos em consideração a circunstância dos produtos adquiridos em bruto serem todos diferentes 6

7 Resolução - Exercício 2 Exercício 3 7

8 A importância das Tabelas de Desperdícios n É fundamental calcular a percentagem de sobras e de desperdícios de todos os produtos utilizados na cozinha. Estas tabelas devem ser criadas com base: n Nas receitas e estilo de cozinha; n No mercado local; n Na qualidade dos produtos utilizados; n Nas porções médias diárias. 8

9 A importância das Tabelas de Desperdícios n As tabelas são indispensáveis para conhecer em pormenor os desperdícios das matérias-primas, por forma a poder calcular o preço do custo líquido. n É aconselhável que cada Estabelecimento de Restauração e Bebidas realize as suas tabelas, visto que estas são condicionadas pelo tipo de capitação (porção) utilizada em cada estabelecimento. 9

10 A importância das Tabelas de Desperdícios n As capitações dos pratos da carta fixa são normalmente as mais elevadas. n O estado (fresco ou congelado) e o tamanho/calibre dos alimentos fornecidos também têm influência na (%) de desperdício. n Relativamente aos peixes, a (%) de desperdício para obter filetes é muito superior à percentagem (%) de desperdício da posta. 10

11 A importância das Tabelas de Desperdícios TABELA DE DESPERDICIOS Robalo Posta 35% Cherne Filete 40% Linguado Inteiro 10% Linguado Filete 45% Lombo de vaca Tornedó 35% Vazia Rosbife 30% Borrego Costeletas 20% Pojadouro Escalopes 25% 11

12 Exemplo de Tabela de Desperdícios 12

13 Utilidade da Tabela de Desperdícios Filetes de Robalo n Sabendo que a capitação de um robalo é de 150gr/peso líquido por pessoa (pax), então para realizarmos um banquete de 10 pessoas necessitamos de 10 x 150 = 1500 x 60,38% = 905,7gr n Então em termos brutos precisamos de comprar 1500gr + 905,7gr = 2405,7gr (2,405Kg) 13

14 Teste do Cortador n É outro instrumento de gestão n Permite avaliar se é mais rentável a aquisição de um determinado produto por inteiro e efetuar a divisão das respetivas peças na unidade de produção (cozinha), ou comprá-lo em porções de mercado. 14

15 Teste do Cortador n Esta análise permite ainda valorizar as divisões com base nos preços reais. n Não contabiliza os custos de mão de obra resultantes da preparação e divisão das peças na unidade, o Diretor de F&B terá que ter isso em consideração. 15

16 Resolução - Exercício 1 16

17 Correção Carne de Novilho: 12Kg = 276 Peso Total Kg Preço Unit. Mercado Valor Total Mercado Valor Total Mercado % Valorização Interna Preço Unit. Tornedó ,4% 199,82 33,3 Strogonoff ,9% 71,48 14,3 Hamburgers ,7% 4,69 4,69 Total %

18 Análise dos Resultados n Tendo em conta apenas o fator custo da matéria prima, é possível concluir das vantagens económicas da compra do produto em bruto (276 ) comparativamente à compra do produto em já dividido (290 ). n Terá que se ter em conta os desperdícios e os custos de mão de obra. 18

19 Resolução - Exercício 2 19

20 Tabelas de Capitações n Na produção alimentar devem ser claramente definidas as capitações, ou seja, as quantidades ou porções de alimentos a utilizar para a confeção de cada prato. n É importante usar as tabelas de capitações, tanto para que haja rigor e moderação nos consumos da cozinha, como também exista honestidade, quanto às quantidades que servimos aos clientes, isto é, para que as doses servidas a cada cliente não difiram notavelmente em quantidade. 20

21 Tabelas de Capitações n A adoção deste principio evita a utilização excessiva ou defeituosa dos alimentos, permitindo a melhor rentabilização do sector. n Embora, por vezes, apresentem um carácter universal, deverão ser fixadas, tendo em conta: A categoria do estabelecimento A natureza do serviço Os preços praticados As necessidades/exigências dos clientes habituais 21

22 Tabelas de Capitações 22

23 Tabelas de Capitações 23

24 Tabelas de Capitações 24

25 Tabelas de Capitações 25

26 Tabelas de Capitações 26

27 Tabelas de Capitações 27

28 Fichas Técnicas de Produção n Documento interno (anexo 2) n Elaborado para cada prato individualmente n A ficha técnica de cozinha é um instrumento de gestão, que garante a manutenção de um controlo de qualidade permanente em toda a produção. 28

29 Fichas Técnicas de Produção n Este documento permite a padronização do serviço, obrigando a que o prato seja confecionado sempre da mesma forma, independentemente do responsável pela sua confeção. 29

30 Fichas Técnicas de Produção n Uma ficha técnica de cozinha deve ter em conta: Nome ou designação do prato; Fotografia do prato decorado; Ponto de venda (Grill, restaurante, banquetes, etc.); Número de doses confecionadas; Ingredientes utilizados e respetivas quantidades; 30

31 Fichas Técnicas de Produção n Descrição do modo de preparação e decoração do prato; n Descrição da mise-en-place e modo de servir do prato; n Preço unitário e preço total por produto; n Custo total e custo dose confecionada; n Preço de venda líquido (sem IVA); n Margem de contribuição unitária; n Ratio do Food Cost. (% Food Cost = Custo Dose/Preço Liq. Venda x 100) 31

32 Fichas Técnicas de Produção 32

33 Manutenção e Atualização das Fichas Técnicas v As Fichas Técnicas só se fazem uma vez, por isso basta atualizar ou adaptar v É a única forma de todos os colaboradores terem conhecimento e consciência do custo real das matériasprimas v Instrumento fundamental para a realização de encomendas nas quantidades estritamente necessárias 33

34 Manutenção e Atualização das Fichas Técnicas n Conhecer os custos por dose n Indispensável para calcular os potenciais preços de venda e análise do desempenho das vendas das comidas e bebidas n Fundamental para a manutenção de um sistema informático que permita ter o conhecimento da evolução do negócio em tempo real 34

35 Food Cost & Beverage Cost n O ratio do food & beverage cost é a relação que existe entre o custo total unitário do prato e o seu preço de venda líquido. n O custo total unitário é determinado pela soma dos custos parciais de cada ingrediente que compõe o prato, calculado para uma unidade de venda. n O preço de venda líquido, é o preço de venda ao público sem o IVA. 35

36 Cálculo do Ratio de Food & Beverage Cost A Fórmula para calcular a % de Food Cost é: Ø Custo Total do Food Cost (/) Divido por Ø Preço de Venda Líquido (s/iva) (x) multiplicado por

37 Exemplo - Cálculo de Food Cost n Se numa receita estabelecermos que o prato custa: 5,20 n Dividimo-lo pelo seu potencial de venda: 15,60 n E multiplicamo-lo por 100, o resultado obtido será a percentagem de FOOD COST do nosso prato: 5,20/15,60 x 100 = 33,33% 37

38 Causas de Food & Beverage Cost elevado " Armazenamento excessivo de mercadorias perecíveis; " Política de compras pouco competitiva; " Falta de um modelo e indicações específicas nos produtos comprados; " Fraca relação com os fornecedores; " Rigidez excessiva nas compras (flexibilidade); 38

39 Causas de Food & Beverage Cost elevado " Falta de conhecimento sobre o mercado e os preços dos vários fornecedores; " Corrupção entre o comprador e o fornecedor; " Procedimentos irregulares e pouco organizados do inventário; " Compras excessivas; " Faturas rasuradas ou pagas duas vezes por falta de controlo; 39

40 Causas de Food & Beverage Cost elevado " Furtos; " Ausência de um sistema de controlo; " Mercadorias compradas a peso (não pesadas); " Falta de controlo da qualidade e quantidade dos produtos alimentares; " Faturas aceites e assinadas sem um controlo real das entregas; 40

41 Desvios n Variáveis a ter em consideração: n Inventariações incorretas n Taxas de desperdícios mal calculadas n Capitações excessivas (consumos) n Faturação incorreta n Roubo 41

42 Calculo de Desvios n Consumo = Inventário Inicial + Compras Inventário Final n Desvio = Consumo - Vendas 42

43 Ações mais utilizadas para redução do Food Cost n Efetuar um levantamento dos produtos mais consumidos e de custo mais elevado (carnes, peixes, mariscos, frutas, legumes, etc.) e verificar se as normas estabelecidas para o seu circuito estão a ser cumpridas, desde a sua compra até ao seu consumo. n Reduzir, com precaução, algumas capitações ou retirar de determinados elementos que possam ser considerados supérfluos. 43

44 Ações mais utilizadas para redução do Food Cost n Aumentar gradualmente o preço de venda de alguns pratos, principalmente aqueles que mais receitas originam. n Melhorar a eficácia de todo o sistema de controlo, pela obtenção de uma maior quantidade e qualidade de informação, por um lado, e através da rápida deteção de irregularidades, pelo outro. 44

45 Ações mais utilizadas para redução do Food Cost n Planeamento racional das ementas e dos menus, de forma a evitar desperdícios e dar o melhor aproveitamento a todos os produtos. n Fomentar o aumento das vendas. Este aumento origina, em parte, a redução de alguns custos, o que permite reduzir o Food Cost. 45

46 Margem de Contribuição n É outro indicador imprescindível na gestão de F&B Margem de Contribuição = Preço de Venda Unitário Líquido Custo Total Unitário 46

CHEFE DE COZINHA (M/F)

CHEFE DE COZINHA (M/F) PERFIL PROFISSIONAL CHEFE DE COZINHA (M/F) ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO - Organizar, coordenar e controlar o funcionamento do serviço de cozinha em estabelecimentos

Leia mais

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização 2014 EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização MEE-IT, LDA 01-01-2014 1/1/2014 Índice EUROGEST... 2 Principais Módulos:... 5 Matérias Primas (Componentes)... 5 Modelos fichas Técnicas...

Leia mais

HORAS / TEMPOS CONTEÚDOS OBJETIVOS AVALIAÇÃO. 11. Horários de funcionamento dos ERB. ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-402011

HORAS / TEMPOS CONTEÚDOS OBJETIVOS AVALIAÇÃO. 11. Horários de funcionamento dos ERB. ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-402011 MÓDULO N.º 1 O TÉCNICO DE RESTAURANTE/BAR 1. Breve história da hotelaria; 2. Evolução do restaurante; 3. Técnico de Restaurante/Bar como profissional e cidadão; 4. Relações humanas e profissionais; 5.

Leia mais

pasta house DOSSIER DE FRANCHISING

pasta house DOSSIER DE FRANCHISING T matino pasta house DOSSIER DE FRANCHISING APRESENTAÇÃO A TOMATINO é uma rede de restaurantes de atendimento rápido, cujos pratos têm por base exclusivamente as massas alimentícias pasta. Trata-se de

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM ECONOMIA

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM ECONOMIA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM ECONOMIA CONTABILIDADE IV - CADERNO DE EXERCÍCIOS Existências ANO LECTIVO 2005/2006 2º SEMESTRE Exercício 24 Durante um determinado mês, a sociedade

Leia mais

Restaurante por Peso - A diminuição no percentual de lucro nos restaurantes tradicionais fazem o sucesso dos restaurantes por peso; - Vende mais

Restaurante por Peso - A diminuição no percentual de lucro nos restaurantes tradicionais fazem o sucesso dos restaurantes por peso; - Vende mais Restaurante por Peso - A diminuição no percentual de lucro nos restaurantes tradicionais fazem o sucesso dos restaurantes por peso; - Vende mais refeições com preço menor ganhando na quantidade - Esta

Leia mais

CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO

CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (I) (II) (III) A demonstração do resultado da empresa abriga: as receitas; o custo dos produtos, mercadorias ou serviços; e as despesas relativas a determinado

Leia mais

Unidade IV CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva

Unidade IV CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva Unidade IV CONTABILIDADE COMERCIAL Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Operações com Mercadorias 2. Resultado Bruto com Mercadorias (RCM) 3. Custo das Mercadorias

Leia mais

Gestão das Instalações Desportivas

Gestão das Instalações Desportivas Gestão das Instalações Desportivas Módulo 7 Aquisição de materiais e equipamentos desportivos. 1. Função do aprovisionamento 1.1. Âmbito da função de aprovisionamento 1.1.1. Noção e objetivos do aprovisionamento;

Leia mais

O CUSTO DE A&B EM UM EVENTO

O CUSTO DE A&B EM UM EVENTO O CUSTO DE A&B EM UM EVENTO Objetivo Conhecer os principais cuidados a serem tomados com a organização de um evento, tendo em vista a manutenção dos custos do evento; Conhecer as formas de cobrança das

Leia mais

EXERCÍCIO 3 (Sistema de Inventário intermitente)

EXERCÍCIO 3 (Sistema de Inventário intermitente) EXERCÍCIO 3 (Sistema de Inventário intermitente) Classifique as seguintes operações e apure o custo das mercadorias vendidas, a margem bruta e os resultados líquidos do período, sabendo que as existências

Leia mais

Passion La Villette FICHA TÉCNICA. Heloi sa Helena de Medeiros Duarte. Cozinha Profissional 113 www.cozinhaprofissional.com.br

Passion La Villette FICHA TÉCNICA. Heloi sa Helena de Medeiros Duarte. Cozinha Profissional 113 www.cozinhaprofissional.com.br FICHA TÉCNICA Passion a Villette Heloi sa Helena de Medeiros Duarte Heloisa Helena de Medeiros Duarte é consultora e proprietária da H2 Consultoria. Desenvolve trabalhos na área de alimentação fora do

Leia mais

HACCP no Dom Pedro Baía

HACCP no Dom Pedro Baía HACCP no Dom Pedro Baía HACCP no Dom Pedro Baía O Grupo Dom Pedro é uma sociedade anónima pertencente ao grupo hoteleiro nacional denominado de Dom Pedro Investimentos Turísticos, constituído por 7 hotéis,

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção - Era mercantilista: Receita (-) Custo das mercadorias vendidas (comprada de artesãos) = Lucro Bruto (-) Despesas = Lucro Líquido - Empresas

Leia mais

UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2

UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2 UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2 ÍNDICE 04 Introdução 06 Análise de rácios 08 Indicadores de Liquidez 10 Indicadores de Rentabilidade 13 Indicadores de

Leia mais

Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva

Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Operações com Mercadorias 2. Resultado Bruto com Mercadorias (RCM) 3. Custo das Mercadorias

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

MINIPLANO DE NEGÓCIOS Fonte: Sebrae

MINIPLANO DE NEGÓCIOS Fonte: Sebrae MINIPLANO DE NEGÓCIOS Fonte: Sebrae Data: Nome da Empresa: Nome dos Proprietário(s): Endereço: Telefone: Email: 1 Empreendimento Proposto 1.1 Objetivo do Empreendimento: A empresatem por objetivo principal

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I A natureza da empresa é determinante do tipo de inventários que a empresa possui Contabilidade Financeira I Contabilização de Inventários industriais Os inventários dividem-se em: Matérias-primas, que

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

Na primeira coluna da ficha são registrados os produtos que compõem a receita. Na segunda coluna são especificadas as medidas utilizadas para a

Na primeira coluna da ficha são registrados os produtos que compõem a receita. Na segunda coluna são especificadas as medidas utilizadas para a ficha técnica 9 ficha técnica 9 A ficha técnica é uma ferramenta fundamental na profissionalização dos serviços de alimentação de grande ou pequeno porte, importante na tomada de decisões e na orientação

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO HORTALIÇAS E VEGETAIS PROCESSADOS

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO HORTALIÇAS E VEGETAIS PROCESSADOS OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO HORTALIÇAS E VEGETAIS PROCESSADOS 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação

Leia mais

UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS

UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS RODRIGO MIZUKAWA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO OTIMIZE

Leia mais

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO CATEGORIAS TÉCNICO TECNÓLOGO TEMAS LIVRE INCLUSÃO SOCIAL COOPERATIVISMO 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO 1.1 Nome da Instituição 1.2 Nome do Reitor(a)/Diretor(a)-Geral/Diretor(a) 1.3

Leia mais

Hotelaria e Restauração

Hotelaria e Restauração Hotelaria e Restauração Código Carga UFCD UFCD Horária H 1755 Preparação de cremes de pastelaria e recheios 25 1760 Preparação de massas lêvedas especiais de pastelaria e padaria 50 1761 Preparação de

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilização de Inventários Contabilidade Financeira I Introdução.. Mensuração/Valorimetria de existências. Contabilização de Inventários comerciais 2 Introdução Inventários: bens armazenáveis que foram

Leia mais

GESTÃO 1.PREVER / PLANEAR 2.ORGANIZAR 3.DIRIGIR 4.COORDENAR 5.CONTROLAR

GESTÃO 1.PREVER / PLANEAR 2.ORGANIZAR 3.DIRIGIR 4.COORDENAR 5.CONTROLAR COMO CONTROLAR MELHOR OS CUSTOS DO MEU HOTEL A gestão de custos no sucesso da empresa 1 GESTÃO 1.PREVER / PLANEAR 2.ORGANIZAR 3.DIRIGIR 4.COORDENAR 5.CONTROLAR CONCEITOS Vendas : Acto de comercialização

Leia mais

A Projeção de Investimento em Capital de Giro na Estimação do Fluxo de Caixa

A Projeção de Investimento em Capital de Giro na Estimação do Fluxo de Caixa A Projeção de Investimento em Capital de Giro! Dimensionamento dos Estoques! Outras Contas do Capital de Giro Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS ESPECIALIZADOS - FORMADORES AVISO N.º 1/2015-2016

CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS ESPECIALIZADOS - FORMADORES AVISO N.º 1/2015-2016 CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS ESPECIALIZADOS - FORMADORES AVISO N.º /205-206 De acordo com o estipulado no artigo 39º do Decreto-Lei n.º 32/202, de 27 de junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 83-A/204 de 23 de

Leia mais

Gestão Setorial - Compras e Recebimento

Gestão Setorial - Compras e Recebimento Gestão Setorial - Compras e Recebimento Mario da Silva Oliveira GESTÃO é um conjunto de conhecimentos codificados cujo foco é a obtenção de resultados ( do inglês, management ). Esses resultados serão

Leia mais

Marca Comunitária nº 010677094. - Faro 22.09.2014 - PARCEIROS: Copyright

Marca Comunitária nº 010677094. - Faro 22.09.2014 - PARCEIROS: Copyright Marca Comunitária nº 010677094 CENMAIS - CENTRAL DE COMPRAS CENTRAL MAIS - Faro 22.09.2014 - PARCEIROS: Índice 1ª PARTE -A DEFINIÇÃO DO MODELO 2 1ª PARTE A DEFINIÇÃO DO MODELO A IDEIA INICIAL Desenvolver

Leia mais

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 Introdução SABE COM EXATIDÃO QUAL A MARGEM DE LUCRO DO SEU NEGÓCIO? Seja na fase de lançamento de um novo negócio, seja numa empresa já em

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

Comunicação electrónica do Inventário à AT

Comunicação electrónica do Inventário à AT Comunicação electrónica do Inventário à AT aplicações v1.00-22 Dezembro 2014 Sumário Fundamento legal: Legislação A quem se aplica Formato do ficheiro Quando Operacionalidade: Como deve ser criado o ficheiro

Leia mais

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho). GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

FOLHA 2. Programação Linear : modelação matemática

FOLHA 2. Programação Linear : modelação matemática FOLHA 2 Programação Linear : modelação matemática 1. A fábrica de gelados Derretem-se na Boca SARL fabrica 2 qualidades de gelados : de nozes (C) e de frutas (P). A loja encontra-se localizada numa animada

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Profa. Divane Silva Contabilidade tributária A disciplina está dividida em 02 Unidades: Unidade I 1. Introdução 2. Impostos Incidentes sobre o Valor Agregado 3. Impostos

Leia mais

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira INTRODUÇÃO 1 Análise Financeira Dar a conhecer a situação económico-financeira e monetária A partir de documentos de informação contabilística Situação financeira Equilíbrio Financeiro, Solvabilidade,

Leia mais

2.1.Preparação e Execução do Serviço de Vinhos

2.1.Preparação e Execução do Serviço de Vinhos Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Serviço de Mesa e Bar na Restauração e Hotelaria / CEF Empregado de Mesa Planificação

Leia mais

Hospitality & Leisure

Hospitality & Leisure ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2015 Hospitality & Leisure Hospitality & Leisure Specialists in hospitality & leisure recruitment www.michaelpage.pt Hospitality & Leisure Estudo de Remuneração 2015 Apresentamos-lhe

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula

FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula Formação de Preços Fatores Determinantes: Influência do macroambiente Análise da concorrência Comportamento de compra do consumidor Ciclo de vida do produto Segmentação do mercado

Leia mais

Combate ao Desperdício Alimentar. Dicas e sugestões

Combate ao Desperdício Alimentar. Dicas e sugestões Combate ao Desperdício Alimentar Dicas e sugestões 2014 A alimentação ocupa um lugar importante na gestão da economia familiar. No entanto, nas casas portuguesas são desperdiçadas cerca de 324 mil toneladas

Leia mais

Guia de referência rápida para Padrões de Dados nas Facturas

Guia de referência rápida para Padrões de Dados nas Facturas Nome do Fornecedor Nome do fornecedor deve coincidir com o nome na secção "OdC para" em outras OdC de Colgate/Hill s Se o seu nome ou endereço de fornecedor mudou-se em comparação com o nome ou endereço

Leia mais

Indicadores e/ou Parâmetros de Qualidade do Serviço de Ailmentos

Indicadores e/ou Parâmetros de Qualidade do Serviço de Ailmentos TÉCNICA DIETÉTICA E GASTRONOMIA Indicadores e/ou Parâmetros de Qualidade do Serviço de Ailmentos INDICADORES NO PREPARO DE ALIMENTOS Indicador de Parte Comestível (IPC): Valor > 1,00 IPC: usado para o

Leia mais

Planificação do Trabalho a desenvolver com a Turma Curso Vocacional

Planificação do Trabalho a desenvolver com a Turma Curso Vocacional Planificação do Trabalho a desenvolver com a Turma Curso Vocacional 2013 / 2014 Disciplinas Aulas Previstas Conteúdos / Temas a leccionar 1º 2º 3º 1º Período 2º Período 3º Período Critérios de Avaliação

Leia mais

Administração de estoques. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Administração de estoques. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Administração de estoques Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Administração de estoques Cabe a este setor o controle das disponibilidades e das necessidades totais do processo produtivo, envolvendo não

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

Software de Gestão Manutenção e Produção

Software de Gestão Manutenção e Produção Software de Gestão Manutenção e Produção Parceiro global para toda a área de Tecnologias da sua empresa ENQUADRAMENTO A ALIDATA e a SENDYS são empresas 100% portuguesas, no mercado há mais de 30 anos,

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO O Sr. Fúlvio Oliveira, empresário de uma loja de confecções, está seriamente preocupado com seu negócio. As dívidas não param de crescer. Vamos entender sua situação.

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

Rentabilidade em Food Service

Rentabilidade em Food Service Rentabilidade 6 passos para tornar sua franquia mais lucrativa Seja bem-vindo ao e-book da Linx. Aqui estão reunidos os principais caminhos para o aumento da rentabilidade em operações de fast food. São

Leia mais

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A Como estruturar o orçamento? A importância dos centros de custos. O plano de contas orçamentário. Qual a função da árvore de produtos? Autores: Carlos Alexandre Sá(carlosalex@openlink.com.br)

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Práticas Profissionais em Gastronomia: Restaurante Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Práticas Profissionais

Leia mais

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo Preâmbulo A, no enquadramento legal do artigo 241º, da Constituição da República Portuguesa, e da Lei 75/2013, de 18 de Setembro, é um espaço dinamizado por um corpo de voluntários, com o apoio e promoção

Leia mais

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM FIB - Faculdades Administração de Empresas 2009 MODELAGEM ESTUDO DE CASO: Trabalho solicitado pelo Prof.: Trabalho realizado para a disciplina de FIB - Faculdades

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Custeio por Absorção. Prof. Laércio Juarez Melz

Custeio por Absorção. Prof. Laércio Juarez Melz Custeio por Absorção Prof. Laércio Juarez Melz Introdução Método que apropria os custos diretos e indiretos ao produto. Os custos diretos são atribuídos com ajuda de controles específicos: Controle de

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

ADENDA AO MANUAL VERSÃO 1.14

ADENDA AO MANUAL VERSÃO 1.14 ADENDA AO MANUAL VERSÃO 1.14 COPYRIGHT Esta adenda foi elaborada pela ItBase soluções informáticas S.A.. ( ItBase ), tendo sido redigida ao abrigo do novo acordo ortográfico. Esta adenda é entregue aos

Leia mais

Conclusões e Recomendações para o Reforço da Produtividade das Empresas do Canal HORECA em Portugal

Conclusões e Recomendações para o Reforço da Produtividade das Empresas do Canal HORECA em Portugal Uma visão integrada e sistémica Conclusões e Recomendações para o Reforço da Produtividade das Empresas do Canal HORECA em Portugal Com base no enquadramento facultado pelo presente estudo, podem-se delimitar

Leia mais

Menu Dzetta. Alimento seguro é sempre um bom negócio! para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade!

Menu Dzetta. Alimento seguro é sempre um bom negócio! para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade! Menu Dzetta para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade! Alimento seguro é sempre um bom negócio! Rua Miguel de Frias, 206/403 Icaraí Niterói RJ Cep: 24.220-004 Tel: 55 (21) 2620-7474

Leia mais

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php Página 1 de 5 1 de Setembro, 2011 Impresso por ANDERSON JACKSON TOASSI DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS COMPRADAS NAS OPERAÇÕES COMERCIAIS 1 - Introdução Nas relações comerciais as operações de devolução e retorno

Leia mais

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS 1 DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS CUSTODIO ROCHA Você bem preparado para o futuro da 2profissão. 1 OBJETIVOS Identificação do Conteúdo de Custos Aplicado nas Provas de Suficiência Breve Revisão

Leia mais

ANEXO VIII MODELO PARA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ANEXO VIII MODELO PARA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ANEXO VIII MODELO PARA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS Este Anexo tem por objetivo orientar a elaboração do Plano de Negócios, que compõe a proposta comercial da proponente. O documento deve corresponder

Leia mais

REALINHAMENTO DE EMPRESAS

REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS FATORES QUE AFETAM SUA PERFORMANCE GERENCIAMENTO MARGEM DE LUCRO CAPITAL DE GIRO ESCALA DO NEGÓCIO FLUXO DE CAIXA GERENCIAMENTO Objetivo e comando do

Leia mais

Food Service. como restaurante, rotisserie, comprada no local ou entregue em casa.

Food Service. como restaurante, rotisserie, comprada no local ou entregue em casa. Food Service Food Service é o mercado que envolve toda a cadeia de produção e distribuição de alimentos, insumos, equipamentos e serviços, orientado a atender os estabelecimentos que preparam e fornecem

Leia mais

Formulação de problemas de programação linear. Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos)

Formulação de problemas de programação linear. Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos) Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos) 1 - Um fabricante produz bicicletas e motoretas, devendo cada uma delas ser processada em duas oficinas.

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15

CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15 CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15 Índice 1. Abatimentos e descontos comerciais...3 2 1. ABATIMENTOS E DESCONTOS COMERCIAIS Abatimentos Nos casos de Compras: São registrados, os abatimentos e descontos

Leia mais

Importação e Distribuição de Pescados e Alimentos Seafood Traders Importação e Distribuição Atacado e Varejo. Sobre Nós

Importação e Distribuição de Pescados e Alimentos Seafood Traders Importação e Distribuição Atacado e Varejo. Sobre Nós Sobre Nós Somos parte de um grupo que há mais de 15 anos compra, distribui e representa grandes empresas do ramo de pescados e frutos do mar. Construímos relacionamentos com fornecedores locais e internacionais

Leia mais

AQUISIÇÃO DE CARNE FRESCA PARA O REFEITÓRIO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE VOUZELA

AQUISIÇÃO DE CARNE FRESCA PARA O REFEITÓRIO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE VOUZELA ESCOLA PROFISSIONAL DE VOUZELA AJUSTE DIRECTO Nº1/2012 AQUISIÇÃO DE CARNE FRESCA PARA O REFEITÓRIO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE VOUZELA CADERNO DE ENCARGOS 1- Objecto 1.1 O presente Caderno de Encargos compreende

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

Indicadores Chave de Desempenho (KPI s)

Indicadores Chave de Desempenho (KPI s) Indicadores Chave de Desempenho (KPI s) Existe um ditado, que diz: " se não consegue medir, não pode controlá-lo! Real, gestão ágil precisa de dados fiáveis e verdadeiros em que as decisões podem ser baseadas.

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português)

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português) CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português) Válidas desde 10-10-2005 Em caso de discrepância entre a versão inglesa e a tradução portuguesa das condições gerais de venda, ou em caso de

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

Excelência operacional

Excelência operacional Excelência operacional o pilar para obter um crescimento lucrativo na Colômbia POR: DAVID MONROY E ROBERTO PALACIOS, SINTEC Siga-nos: @Perspectiva Sintec @Sintec_ @PerspectivaSintec Introdução Toda empresa

Leia mais

CONHECENDO O BANCO DE DADOS DPCOMP COMO PROCEDER PARA FAZER BACKUP S

CONHECENDO O BANCO DE DADOS DPCOMP COMO PROCEDER PARA FAZER BACKUP S CONHECENDO O BANCO DE DADOS DPCOMP Atualmente, a DpComp, visando ampliar a capacidade corporativa de seus clientes, acompanha a evolução tecnológica e trabalha hoje com o banco de dados MySQL, um dos bancos

Leia mais

Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2

Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2 Área : 543.965 Km2 (França metropolitana) População : 65 milhões (estimativa 2013) Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2 Divisão Administrativa : A França está administrativamente dividida

Leia mais

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA ELABORAÇÃO DE UM PROJETO

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA ELABORAÇÃO DE UM PROJETO ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA! O que é Lucro Real?! O que é Lucro Presumido?! Como é calculada a tributação pelo SIMPLES?! Qual o regime tributável mais vantajoso para a elaboração de um projeto?!

Leia mais

Evolução numérica do seguro de transportes Francisco Galiza www.ratingdeseguros.com.br Maio/2007

Evolução numérica do seguro de transportes Francisco Galiza www.ratingdeseguros.com.br Maio/2007 Evolução numérica do seguro de transportes Francisco Galiza www.ratingdeseguros.com.br Maio/2007 1) Tendência e Participação O ramo de seguro de transportes é um dos mais tradicionais no mercado brasileiro.

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

NEWSLETTER 010/OUT 2015

NEWSLETTER 010/OUT 2015 Inspeção por Raio-X de Carnes, Congelados e outros Produtos Alimentares Segurança e Fiabilidade Totais Alguns Fabricantes e Processadores da Indústria Alimentar mostram reservas quanto à adoção da tecnologia

Leia mais

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções.

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções. Uma publicação: Estratégias para aumentar a rentabilidade 04 Indicadores importantes 06 Controle a produção 08 Reduza filas 09 Trabalhe com promoções 10 Conclusões 11 Introdução Dinheiro em caixa. Em qualquer

Leia mais

Conceitos de Sistemas de Informação

Conceitos de Sistemas de Informação Conceitos de Sistemas de Informação Prof. Miguel Damasco AEDB 1 Objetivos da Unidade 1 Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar

Leia mais

CONCURSO MELHOR RESTAURANTE MEDITERRÂNICO 2015 FICHA DE INSCRIÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO MELHOR RESTAURANTE MEDITERRÂNICO 2015 FICHA DE INSCRIÇÃO REGULAMENTO CONCURSO MELHOR RESTAURANTE MEDITERRÂNICO 2015 FICHA DE INSCRIÇÃO FICHA DE INSCRIÇÃO NOME DO RESTAURANTE CANDIDATO MORADA TELEFONE GERAL DIA DE DESCANSO DO RESTAURANTE PESSOA DE CONTACTO TELEFONE PESSOA

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

AULA CUSTOS PARA FINS CONTÁBEIS CONTABILIDADE DE CUSTOS

AULA CUSTOS PARA FINS CONTÁBEIS CONTABILIDADE DE CUSTOS AULA CUSTOS PARA FINS CONTÁBEIS CONTABILIDADE DE CUSTOS Professora Mestre M. Sc. Crísley do Carmo Dalto Especialista em Contabilidade Gerencial Mestre em Ciências Contábeis- Contabilidade Gerencial O QUE

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA 3º Ano 1º Semestre Caderno de exercícios Gestão Financeira de curto prazo Ano letivo 2015/2016 1 1 - A Gestão Financeira de Curto

Leia mais

Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS. Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas!

Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS. Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas! Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas! QUEM SOMOS A EZ Trade Center apoia as empresas na OTIMIZAÇÃO DE COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS operacionais, permitindo gerar

Leia mais

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS 1 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS Bruno Ricardo Duarte 1 João Koji Fujita Ribeiro de José Antonio Bueno 4 Renato Francisco Saldanha Silva 5 RESUMO O presente

Leia mais

Sequência orçamental

Sequência orçamental Sequência orçamental 1º Vendas Vendas = Quantidade de produto * PU 2º Produção Produção = Vendas + (Stock final de PA Stock inicial de PA) 3º ompras ompras = onsumo + (Existência final Existência inicial)

Leia mais

Setor de Panificação e Confeitaria

Setor de Panificação e Confeitaria Setor de Panificação e Confeitaria Em 2014 o setor de Panificação e Confeitaria brasileiro cresceu 8,02%e faturou R$ 82,5 bilhões. Desde 2010, o mercado vem registrando uma desaceleração. Setor de Panificação

Leia mais

EXPORTAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EXISTÊNCIAS

EXPORTAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EXISTÊNCIAS EXPORTAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EXISTÊNCIAS Gostaríamos previamente de transmitir alguma informação que a Autoridade Tributária considera sobre este tema: Empresas sem existências As empresas sem existências

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS EMENTAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS EMENTAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS EMENTAS DIVISÃO DE EDUCAÇÃO REFEITÓRIOS ESCOLARES ELABORAÇÃO DE EMENTAS Na elaboração das ementas foram tomados em conta vários aspetos, tais como conceitos de alimentação saudável,

Leia mais

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo)

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) Duração: 5 Sessões (45 minutos) Público-Alvo: 6 a 7 anos (1º Ano) Descrição: O programa A Família é constituído por uma série de cinco actividades. Identifica o

Leia mais