ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE COOPERATIVAS ESAPL / IPVC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE COOPERATIVAS ESAPL / IPVC"

Transcrição

1 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE COOPERATIVAS ESAPL / IPVC

2 Objectivos de Constituição de uma Cooperativa: normalmente OBJECTIVOS DE CARÁCTER ECONÓMICO. por exemplo, MELHORAR O RENDIMENTO DOS ASSOCIADOS. são objectivos que se concretizam de maneira diferente consoante o tipo de cooperativa em questão. Os Estatutos são normalmente pouco claros, ou mesmo omissos, no que diz respeito a esta questão! É imprescindível estabelecer com rigor qual ou quais os objectivos da cooperativa, para que se possa analisar quantitativamente o grau de cumprimento dos mesmos, e assim, o grau de sucesso da cooperativa.

3 O Principal Objectivo de grande parte das Cooperativas é: A obtenção de um GANHO OU BENEFÍCIO EMPRESARIAL

4 O que são os GANHOS E/OU BENEFÍCIOS? Duas perspectivas diferentes: Sob o ponto de vista Contabilístico e Patrimonial, os Ganhos são o que aumenta o Património Líquido da Empresa, se não se produzem novas entregas de recursos por parte dos associados. Sob o ponto de vista económico, os Ganhos são o que sobra para o empresário como retribuição da sua actividade empresarial e da sua entrega de factores próprios, como capital e trabalho. Ao último aspecto referido chama-se normalmente CUSTO DE OPORTUNIDADE. É o que o empresário deixa de ganhar por perder a oportunidade de orientar os seus recursos económicos para outros investimentos alternativos.

5 A diferença entre GANHO e BENEFÍCIO tem a ver com o facto de: o GANHO incluir os Custos de Oportunidade; o BENEFÍCIO ser calculado descontando os Custos de Oportunidade. Nas Cooperativas, a Conta de Ganhos e Perdas muda de nome e chama-se de EXCEDENTES LÍQUIDOS. Continua contudo a ser o resultado de uma Conta de Exploração, a conta onde se calculam os ganhos e as perdas da actividade empresarial em todas as empresas.

6 Como se explica a mudança de nome dos GANHOS numa Cooperativa? porque se considerava que os GANHOS não deviam existir. porque se considerava que os EXCEDENTES LÍQUIDOS não correspondiam a verdadeiros Ganhos. Por exemplo em Cooperativas de Comercialização: os ganhos teriam origem no facto de os salários serem pagos abaixo do que seria desejável, ou os produtos pagos a um preço inferior àquele que deveriam ter. Actualmente esta interpretação é insustentável: tanto os preços dos produtos como os salários devem ser contabilizados na conta de exploração a custos de mercado. Portanto, os Excedentes Líquidos aparecem como uma consequência lógica da actividade empresarial da cooperativa.

7 A diferença fundamental entre COOPERATIVAS e outras sociedades, no que diz respeito aos GANHOS: não está na natureza distinta dos GANHOS ou EXCEDENTES LÍQUIDOS. está sim na forma de REPARTIÇÃO dos mesmos. Nas Cooperativas eles são repartidos proporcionalmente à participação dos cooperadores no processo produtivo; Nas demais sociedades eles são repartidos proporcionalmente às participações em capital.

8 Se a Cooperativa estabelecer algum tipo de retribuição às participações dos seus membros no capital social: Então, os EXCEDENTES LÍQUIDOS representam, em vez de GANHOS, BENEFÍCIOS. Nesta situação já estão descontados os CUSTOS DE OPORTUNIDADE, que se materializam nos juros a receber pelos cooperadores. Maximização do Benefício = 1. Obtenção de Custos Mínimos para Rendimentos Constantes ou 2. Obtenção de Preços Máximos para Custos Constantes

9 Exemplo para uma Cooperativa de Comercialização Havendo Ganhos, eles podem então ser interpretados de duas maneiras: Um GANHO como Retribuição Empresarial: Os membros formaram uma nova empresa comercializadora independente das suas próprias empresas, correm um risco e fornecem o capital, pelo que parece lógico que obtenham uma retribuição. Um GANHO como Excedente Líquido: O Ganho como diferença entre receitas e custos pode ser interpretado como um excedente que surge ao não serem pagos de forma adequada os produtos entregues pelos membros e os salários que recebem os trabalhadores. Uma vez que ambos estes itens são contabilizados como custos na conta de exploração, bastaria que o seu valor fosse aumentado para que os GANHOS se tornassem nulos. Uma interpretação mista de tudo isto parece ser a mais adequada: os excedentes aparecem como consequência de preços baixos, de salários baixos e de benefícios empresariais, que têm de ser repartidos entre estes três componentes.

10 Exemplo para uma Cooperativa de Comercialização Receitas ,19 Custos ,90 Excedente Líquido ,29 Esta verba pode ser repartida de várias maneiras. Os Estatutos e a Assembleia Geral decidem: 10% para Reserva Legal 9.958,42 2% para REFC 1.991,68 25% para Reserva Voluntária ,07 10% para Remuneração dos Tít. Cap ,42 53% Retorno Cooperativo ,70

11 Exemplo para uma Cooperativa de Comercialização Os retornos cooperativos têm então de ser repartidos em duas partes, proporcionais à entrega de produtos a preços de mercado e ao fornecimento de mão de obra, que neste exemplo seriam respectivamente de ,81 e ,13. Teríamos então: Para os fornecedores dos produtos: , , ,13 X ,81 = ,31 Para os fornecedores dos mão de obra: , , ,13 X ,13 = 9.123,39

12 Porquê a contabilização a Preços de Mercado? Contabilizar a Preços de Mercado não significa pagar a Preços de Mercado é antes um compromisso de pagamento: No final do exercício, se há perdas, descontar-se-á a cada membro a parte proporcional das mesmas; Se há ganhos, a liquidação deve fazer-se como a soma do preço de mercado mais os retornos cooperativos. No momento da entrega dos produtos a cooperativa pode antecipar uma percentagem do preço de mercado, suficientemente baixo para não ultrapassar o preço de mercado menos as possíveis perdas, para que o sócio não tenha de devolver dinheiro à cooperativa. Só no caso de uma campanha desastrosa, ou de ter sido mal calculada a percentagem de antecipação, poderá o sócio ter de devolver dinheiro à cooperativa. Essa devolução poderá ser deslocada para outras campanhas, no caso da cooperativa ter uma planificação adequada das suas fontes de financiamento, e possua as reservas obrigatórias e voluntárias devidamente estabelecidas.

13 Porquê a contabilização a Preços de Mercado? Não contabilizar as entregas a Preços de Mercado significa: Calcular os Custos de Comercialização e subtraí-los das Receitas, repartindo então a diferença. Os preços pagos ao produtor são então maiores. Não aparece assim nenhum GANHO ou EXCEDENTE LÍQUIDO. Não faz falta descontar absolutamente nada para as reservas obrigatórias ou voluntárias, nem para a remuneração dos Títulos de Capital. Mas obviamente significa também: Não preparar a empresa para possíveis anos de crise; Descapitalizar a empresa; Colocar a empresa numa situação de risco, que se poderá vir a manifestar da pior forma dentro de determinado período de tempo.

14 Exemplo para uma Cooperativa de Serviços Numa cooperativa de Serviços (ou numa de Produção), os GANHOS ou BENEFÍCIOS podem ser atribuídos em grande medida às chamadas ECONOMIAS DE ESCALA. Imagine-se uma zona de minifúndio como o Entre Douro e Minho, onde um determinado grupo de agricultores se decide por mecanizar as suas explorações. Como não têm dimensão para o fazer sozinhos, decidem constituir uma cooperativa de exploração comum da terra, ou simplesmente uma cooperativa de utilização de máquinas agrícolas. Antes da formação da cooperativa cada agricultor dispõe de uma pequena superfície, digamos que compreendida entre S 1 e S 2 hectares, que não lhe interessa mecanizar uma vez que os custos fixos unitários são muito elevados (C 1 e C 2 ), dada a dimensão das explorações, e superiores ao custo do trabalho sem mecanização (C sm ).

15 Exemplo para uma Cooperativa de Serviços CUSTOS CUSTOS DOS TRABALHOS COM MECANIZAÇÃO C 1 C 2 C sm CUSTOS DOS TRABALHOS SEM MECANIZAÇÃO SUPERFÌCIE S 1 S 2

16 Exemplo para uma Cooperativa de Serviços A soma das várias unidades produtivas de pequena dimensão, ao formarem a cooperativa, desloca a superfície agrícola do intervalo S 1 -S 2 para S. Passa então a ser interessante mecanizar, porque ao aumentar a superfície diminuem os Custos Fixos Unitários, até um ponto em que os Custos das Operações (fixos + variáveis) são menores mecanizando que os Custos Totais Sem Mecanizar. A essa diferença (B-C no gráfico seguinte) é aquilo a que podemos chamar de Economia de Escala. O Ponto A (no gráfico seguinte), representa aquilo a que se chama de Limiar de Rentabilidade, uma vez que a partir da dimensão S começa a ser rentável mecanizar.

17 Exemplo para uma Cooperativa de Serviços CUSTOS CUSTOS DOS TRABALHOS COM MECANIZAÇÃO C 1 C 2 C sm A B CUSTOS DOS TRABALHOS SEM MECANIZAÇÃO C S 1 S 2 S SUPERFÌCIE

18 Exemplo para uma Cooperativa de Serviços Os Custos Unitários dos Trabalhos sem Mecanização consideram-se constantes porque a Mão de Obra que se utiliza em trabalhos manuais é proporcional à superfície cultivada: C Trabalho Manual = a S, portanto, C Unit. Trab. Man. = C TM / S = a Em contrapartida, os Custos Unitários com Mecanização são decrescentes porque existem uns Custos Fixos Totais K e uns Custos Variáveis proporcionais b S. Logo: C Mec = K + b S, portanto, C Unit. Mec. = K / S + b. Como b e K são constantes, à medida que aumenta S diminui C Unit.Mec..

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC As Cooperativas são empresas. Por isso devem ser geridas com recurso ao uso de técnicas de gestão empresarial em uso noutros tipos de empresas. Há que

Leia mais

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 Introdução SABE COM EXATIDÃO QUAL A MARGEM DE LUCRO DO SEU NEGÓCIO? Seja na fase de lançamento de um novo negócio, seja numa empresa já em

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações

Leia mais

Aula 2 Contextualização

Aula 2 Contextualização Economia e Mercado Aula 2 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância de se conhecer o funcionamento dos mercados Diferenciação de mercado Comportamento dos consumidores e firmas; formação de preços;

Leia mais

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Melhor método para avaliar investimentos 16 perguntas importantes 16 respostas que todos os executivos devem saber Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE Como vimos em aulas passadas, a Contabilidade engloba duas funções: 1. Função Administrativa: Controla o Patrimônio mediante registro dos fatos contábeis em livros apropriados (Diário

Leia mais

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3.1 JUSTIFICATIVAS Como foi visto no capítulo anterior, o Balanço Patrimonial é constituído de Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. O Ativo, por sua vez, compõe-se

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Análise de Projectos ESAPL / IPVC Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Uma definição de empresa Uma empresa é um sistema em que se coordenam, para

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

CAPITULO 7. Poupança e Investimento

CAPITULO 7. Poupança e Investimento CAPITULO 7 Poupança e Investimento A utilização do rendimento o consumo e a poupança Os destinos da poupança a importância do investimento O financiamento da actividade económica A utilização do rendimento

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são

Leia mais

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

Noções de Contabilidade

Noções de Contabilidade Noções de Contabilidade 1 1. Noção de Contabilidade A contabilidade é uma técnica utilizada para: registar toda a actividade de uma empresa (anotação sistemática e ordenada da qualidade e quantidade de

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

Sistema de contas. Capítulo 2 Sistema de contas

Sistema de contas. Capítulo 2 Sistema de contas Sistema de contas Capítulo 2 Sistema de contas SUMÁRIO: 1. Conceito 2. Teoria das contas 2.1. Teoria personalística (ou personalista) 2.2. Teoria materialística (ou materialista) 2.3. Teoria patrimonialista

Leia mais

BLOCO 11. ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS:

BLOCO 11. ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS: BLOCO 11 ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS: PROBLEMA 1 O empresário do Monte da Ribeira pretende realizar uma

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

Custos da empresa. Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência

Custos da empresa. Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência IST, LEGI - Teoria Económica II Margarida Catalão Lopes 1 Custos da empresa Como vimos, a óptima para a empresa depende da receita, mas depende

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO V Objectivo Análise do Risco Operacional e Financeiro Grau de Alavanca Operacional Grau de Alavanca Financeiro Grau de Alavanca Combinado O Efeito Alavanca Financeiro RISCO E ANÁLISE

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa

NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow Análise de Projectos ESAPL / IPVC Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow A necessidade do Cash Flow Sempre que um investimento possa ter uma incidência significativa sobre o sistema de produção

Leia mais

Contabilidade Básica. Prof. Procópio 09-02-2012

Contabilidade Básica. Prof. Procópio 09-02-2012 Prof. Procópio 09-02-2012 Conceito de Contabilidade Finalidade da Contabilidade Usuários da Contabilidade Para quem é mantida a Contabilidade Pessoas Física e Jurídica Conceito de Patrimônio Bens Direitos

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

O FGTS TRAZ BENEFÍCIOS PARA O TRABALHADOR?

O FGTS TRAZ BENEFÍCIOS PARA O TRABALHADOR? O FGTS TRAZ BENEFÍCIOS PARA O TRABALHADOR? FERNANDO B. MENEGUIN 1 O FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, regido pela Lei nº 8.036, de 11/05/90, foi instituído, em 1966, em substituição à estabilidade

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 2 O MERCADO O Mercado Os Economistas estudam e analisam o funcionamento de uma série de instituições, no

Leia mais

Introdução à Contabilidade 2014/2015. Financeira

Introdução à Contabilidade 2014/2015. Financeira Introdução à Contabilidade 2014/2015 Financeira 2 Sumário 1. O papel da contabilidade nas organizações. 2. A contabilidade externa vs a contabilidade interna. 3. Os diversos utilizadores da contabilidade.

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

1. Lançamento em Contas Bancárias Liquidação de Clientes

1. Lançamento em Contas Bancárias Liquidação de Clientes Título: MÓDULO DE GESTÃO DE BANCOS & CONTROLO LETRAS Pag.: 1 Módulo Gestão Contas Bancárias O módulo Gestão de Contas Bancárias, tem como principal objectivo, permitir ao utilizador saber num exacto momento,

Leia mais

As empresas agrícolas similares, consideradas de referência, apresentam em média os seguintes indicadores financeiros, que

As empresas agrícolas similares, consideradas de referência, apresentam em média os seguintes indicadores financeiros, que BLOCO 10 ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Balanço e Conta de Exploração PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Os Balanços sucessivos dos anos n-2, n-1 e n referem-se a outra exploração agrícola

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation

Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation Rui Baptista Financial Issues and Operations in New Venture Development

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) 16 Perguntas Importantes. 16 Respostas que todos os executivos devem saber. Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor

Leia mais

Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos:

Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos: Nome Completo: (tal como consta do processo do aluno) Nº de Processo: Turma: Curso: Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos: A duração da prova é de duas horas e trinta minutos

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

Descontar para a reforma na Suíça e a sua situação em caso de divórcio em Portugal

Descontar para a reforma na Suíça e a sua situação em caso de divórcio em Portugal Descontar para a reforma na Suíça e a sua situação em caso de divórcio em Portugal 1. Fundamento A reforma na Suíça apoia se em três pilares, a saber a AHV ("Eidgenössische Invaliden und Hinterlassenenverswicherung"

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP.

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. Dioceli Gabriela de Carvalho¹; Francisco Claudio Tavares² Estudante do

Leia mais

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA NUNO CASEIRO IPCB/ESA 1 Uma ideia não é um negócio!? Tempo Que restaurante? Onde? Para quem? Horário? Tenho uma ideia Um restaurante Como divulgar? O que preciso? Licenciamentos? Que tipo de comida? Horário?

Leia mais

2. CONTABILIDADE NACIONAL

2. CONTABILIDADE NACIONAL 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura

Leia mais

Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas

Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas Políticas de Preços e de Rendimentos Análise das políticas agrícolas Objectivos Analisar os mecanismos de política agrícola: Primeiro classificar os instrumentos

Leia mais

METODOLOGIAS E PRESSUPOSTOS

METODOLOGIAS E PRESSUPOSTOS 4 METODOLOGIAS E PRESSUPOSTOS 4.1 Introdução Vimos atrás, no ponto 2.9.3, uma justificação e uma descrição resumidas dos pontos que devem ser tratados sob este tema metodologias e pressupostos a adoptar

Leia mais

Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida

Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida 1. Algumas reflexões sobre solvência e solidez financeira Para podermos compreender o que se entende por solvência,

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Grupo de contas do Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Grupo de Contas do Ativo. Ativo Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Grupo de Contas do Passivo.

Leia mais

Análise das Demonstrações financeiras

Análise das Demonstrações financeiras Estrutura de Capitais A empresa pode contar com duas fontes de recursos: Capital Próprio; São recursos aplicados na empresa pelos sócios, ou gerados pelo resultado das operações ( lucros e reservas) CAPITAL

Leia mais

Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste

Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste Banking and Payments Authority of Timor-Leste Av a Bispo Medeiros, PO Box 59, Dili, Timor-Leste Tel. (670) 3 313 718, Fax. (670) 3 313 716 Briefing Paper

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilidade Financeira I INVESTIMENTOS É constituído pelos recursos que a empresa detém com carácter de continuidade, não se destinando a ser vendidos ou transformados no decorrer das suas actividades

Leia mais

. VALORES MOBILIÁRIOS

. VALORES MOBILIÁRIOS . VALORES 2.. V MOBILIÁRIOS 2. Valores Mobiliários O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

Circuito Económico e Contabilidade Nacional

Circuito Económico e Contabilidade Nacional Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio.

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Teoria Básica de Oferta e Demanda

Teoria Básica de Oferta e Demanda Teoria Básica de Oferta e Demanda Este texto propõe que você tenha tido um curso introdutório de economia. Mas se você não teve, ou se sua teoria básica de economia está um pouco enferrujada, então este

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos para estruturação das demonstrações

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

CUSTOS. Custo = sacrifício de recursos com vista a atingir determinados objectivos (representa utilização de recursos).

CUSTOS. Custo = sacrifício de recursos com vista a atingir determinados objectivos (representa utilização de recursos). Controlo de Gestão é o conjunto de instrumentos que visam motivar os gestores a atingir os objectivos estratégicos da empresa, privilegiando a acção e a tomada de decisão em tempo útil e favorecendo a

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Conceitos básicos A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo. Consiste em empregar procedimentos

Leia mais

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro Faculdade Atenas Maranhense - FAMA Professor: Esp. CLEIDIANA SACCHETTO Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

Capítulo 5. Custo de Produção

Capítulo 5. Custo de Produção Capítulo 5 Custo de Produção 1. Custos de Produção i. Conceito: os custos de produção são os gastos realizados pela empresa na aquisição dos fatores fixos e variáveis que foram utilizados no processo produtivo;

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS

CADERNO DE EXERCÍCIOS CONTABILIDADE II CADERNO DE EXERCÍCIOS CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS Ano Lectivo 2009/2010 Maio de 2010 EXERCÍCIO N º 1C A sociedade M possui 60% de voto da sociedade A, a qual possui, por sua vez, 40% de direitos

Leia mais

Obrigações (a serem pagas)

Obrigações (a serem pagas) 2 - PATRIMÔNIO 2.1 - CONCEITO A Contabilidade define patrimônio como o conjunto de bens, direitos e obrigações pertencentes a uma pessoa jurídica (empresas privadas, públicas,etc.) ou física, perfeitamente

Leia mais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais CONTABILIDADE Docente: José Eduardo Gonçalves Ano: 2008/2009 Universidade da Madeira Elementos Patrimoniais Activo Recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se

Leia mais

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Conheça os significados dos principais termos técnicos utilizados na IGNIOS no âmbito dos: DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Criação de Valor Valor criado pela empresa num período temporal (fonte: Demonstração

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1 A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE João de Quinhones Levy 1 Diariamente temos tomado conhecimento da constituição de novas empresas da holding IPE na Área do Ambiente, ou através do IPE Águas de Portugal, ou

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos 1 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa é o instrumento que permite a pessoa de finanças planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período. captação

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I III - CADERNO DE EXERCÍCIOS Terceiros e Antecipações Exercício 17 A empresa

Leia mais

É aquele em que não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo.

É aquele em que não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. 1. CONCEITO de ARRENDAMENTO MERCANTIL Arrendamento mercantil é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por

Leia mais

Prova de Matemática Financeira 01 a 20

Prova de Matemática Financeira 01 a 20 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste caderno, você será eliminado da Seleção. Este Caderno contém, respectivamente, a Prova

Leia mais

Resumo dos Resultados Globais

Resumo dos Resultados Globais AGRO.GESTÃO Resumo dos Resultados Globais Valores em EURO PROVEITOS DE EXPLORAÇÃO Activ. Produtivas Activ. Não Lucrativas Estruturais Total Produções para Venda 882.279,83 97,3 0,00 0,0% 0,00 0,0% 882.279,83

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

PAYBACK. 2. Prazo de Recuperação do Investimento (ou empréstimo) - Payback. 3 - Cálculo do payback de uma série uniforme

PAYBACK. 2. Prazo de Recuperação do Investimento (ou empréstimo) - Payback. 3 - Cálculo do payback de uma série uniforme PAYBACK - Introdução Quem tem algum bem - seja uma ferramenta, seja capital - pode dispor dele a qualquer momento, caso dele necessite. Ao emprestar um bem, o proprietário estará se privando daquele bem

Leia mais

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo REFORMAS E PENSÕES EM PORTUGAL PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo 20 de Fevereiro de 2014 Quem Somos > Os Nossos Valores > Ativos Sob Gestão

Leia mais

MICROECONOMIA MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO DAS AULAS, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO.

MICROECONOMIA MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO DAS AULAS, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO. MICROECONOMIA 4 o. ANO DE ADMINISTRAÇÃO MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO DAS AULAS, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO. PROFESSOR FIGUEIREDO SÃO PAULO 2007 2 TEORIA DA PRODUÇÃO Função de Produção: é a relação que indica

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

Sector Público. SPA ou AP: diferentes abordagens. Âmbito do sector público - introdução. O sector público divide-se em:

Sector Público. SPA ou AP: diferentes abordagens. Âmbito do sector público - introdução. O sector público divide-se em: Economia e Finanças Públicas Aula T14 4. O sector público em Portugal: âmbito, estrutura e contas 4.1 As administrações públicas (AP) 4.1.1 As AP: âmbito e estrutura 4.1.2 Os sub-sectores das AP 4.1.2.1

Leia mais

CAPITULO 10. Relações económicas com o resto do mundo

CAPITULO 10. Relações económicas com o resto do mundo CAPITULO 10 Relações económicas com o resto do mundo A necessidade e a diversidade das relações com o resto do mundo O registo das alterações com o resto do mundo As politicas comerciais e a organização

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

Contabilidade bem básica

Contabilidade bem básica Contabilidade bem básica Instruções simples para que você possa compreender todo o conteúdo do site. A contabilidade é uma base para os demais. Conceitos de contabilidade básica O que é contabilidade?

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Introdução Representação gráfica. Ativo. Passivo. Patrimônio Líquido. Outros acréscimos ao Patrimônio Líquido (PL) As obrigações

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Organização interna da empresa

Organização interna da empresa Organização interna da empresa IST, LEGI - Teoria Económica II Margarida Catalão Lopes 1 Duas questões neste capítulo: A) Em que circunstâncias as empresas preferirão englobar internamente as várias fases

Leia mais

1. Funções do gestor financeiro

1. Funções do gestor financeiro 1. Funções do gestor financeiro Depois de termos identificado as principais funções do Gestor em sentido amplo, vamo-nos agora restringir às funções do Gestor Financeiro. Uma abordagem possível é centrarmo-nos

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO Índice Componentes do custo do crédito Taxa de juro Comissões Despesas Seguros Medidas agregadas do custo do crédito: TAE e TAEG Taxas máximas no crédito

Leia mais

QUADRO DE INDICADORES ECONÓMICO-FINANCEIROS

QUADRO DE INDICADORES ECONÓMICO-FINANCEIROS QUADRO DE INDICADORES ECONÓMICO-FINANCEIROS FUNDO DE MANEIO E EQUILÍBRIO FINANCEIRO 1. LIQUIDEZ GERAL Activo Circulante / Passivo Circulante (1) 2. LIQUIDEZ REDUZIDA (Activo Circulante - E) / Passivo Circulante

Leia mais

2.28. Benefícios dos Empregados

2.28. Benefícios dos Empregados . Modelo Geral do Sistema de Normalização Contabilística 179.8. Benefícios dos Empregados.8.1. Introdução O presente ponto é fundamentado na Norma Contabilística e de Relato Financeiro (NCRF) 8, e visa

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais