ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 %

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 %"

Transcrição

1 ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA A partir de 2005 foi iniciado um processo de alongamento dos prazos das carteiras de renda fixa da PSS, que propiciou bons ganhos por oito anos seguidos até o final de Porém, no 1 semestre de 2013, pela primeira vez, as rentabilidades dessas carteiras foram negativas, o que fez com que vários participantes nos procurassem preocupados. Mesmo considerando esse percalço, ou seja, as rentabilidades negativas do 1 semestre de 2013, o ganho (juro) real acima da inflação foi de 124% e 110% no período de oito anos e meio, respectivamente, nas carteiras de renda fixa dos Planos B e C, ao passo que, esse ganho na Caderneta de Poupança e na taxa Selic 1 foram, respectivamente, de 22% e 71% nesse mesmo período. Investimento Ganho real* desde 2005 Ganho real* ao ano Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 % Caderneta de poupança 22,0 % 2,4 % * acima da inflação Conforme tem sido amplamente divulgado pela imprensa, o mercado financeiro brasileiro recentemente vem vivendo um cenário inédito, no qual, para obter um ganho real no longo prazo, é necessário correr algum risco e eventualmente sofrer perdas de curto prazo, mesmo em um investimento considerado conservador como a renda fixa. Isso também acontece em outros países e é considerado normal pelos investidores. Assim, nosso objetivo nesse PSS Informa é melhorar o entendimento dos participantes a respeito do assunto, explicando o que significa um investimento de renda fixa, quais são suas modalidades, os métodos para obter a sua rentabilidade, os seus riscos, qual a politica da PSS, a razão das recentes rentabilidades negativas e perspectivas. ( 1 ) - Selic é a taxa média ponderada pelo volume das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos públicos federais e realizadas no SELIC, na forma de operações compromissadas. A meta para a taxa SELIC é estabelecida pelo Comitê de politica Monetária do Banco Central (Copom).

2 O que é um investimento de renda fixa? Um investimento em renda fixa pode ser entendido como um empréstimo: quem investe em renda fixa está comprando um título de divida, isto é, empresta dinheiro ao emissor do título que em troca lhe paga uma taxa de juros pactuada (contratada) até a data final de seu prazo (vencimento), quando ocorre o resgate do título, ou seja, o pagamento do valor emprestado. Quais são as classificações mais relevantes de um título de renda fixa? As classificações mais relevantes são as seguintes: a) Quanto ao emissor o título pode ser público (Governo) ou privado (Empresas). b) Quanto à forma de remuneração o título pode ter:. Taxa de juros total pré-fixada: no momento do investimento o valor de resgate do título é pactuado. Consequentemente, a sua rentabilidade total é conhecida previamente e incluí dois componentes, o ganho real e a expectativa de inflação para o seu prazo.. Taxa de juros pré-fixada indexada à inflação: no momento do investimento o valor de resgate do título é pactuado sem incluir a inflação. Portanto, a sua taxa de juros é conhecida previamente e expressa somente o ganho real. O outro componente da rentabilidade, aquele referente à inflação, só será aplicado no vencimento do título para corrigir o valor de resgate e dependerá do índice pactuado, que, geralmente, é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado do IBGE) ou o IGPM (Índice geral de Preços do Mercado da FGV).. Taxa de juros total flutuante: o valor de resgate do título só é conhecido no seu vencimento, pois depende da acumulação, até lá, da taxa de juros diária do Selic ou do CDI 2, sobre o valor investido. Quais são os métodos para obter a rentabilidade de um título de renda fixa? A rentabilidade pode ser obtida por um dos métodos abaixo: a) Marcação a Mercado No método da Marcação a Mercado a rentabilidade é função do valor médio que o mercado atribui ao título a cada data. Esse valor médio é obtido descontando-se o valor de resgate do título. Nesse desconto são considerados o prazo a decorrer do título até o vencimento e a taxa média de juros no mercado das transações, que, na data, envolveram títulos idênticos a ele, isto é, com o mesmo emissor, forma de remuneração e prazo a decorrer. Através da Marcação a Mercado, o valor do título e sua rentabilidade flutuam ao longo do tempo, para cima, quando a taxa de juros cai no mercado, e, para baixo, quando ela sobe. Se o título for mantido em carteira até seu vencimento, a rentabilidade total será igual ao da sua taxa de juros pactuada no momento do investimento. ( 2 ) CDI é a taxa média ponderada pelo volume das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos privados e realizadas no CETIP, na forma de operações compromissadas.

3 b) Marcação na Curva A rentabilidade na Marcação na Curva é função da taxa de juros pactuada no momento do investimento no título. Portanto, ela não considera a que taxa ele pode ser negociado no mercado. Através da Marcação na Curva, o valor do título e sua rentabilidade não apresentam variação negativa, mesmo que o título perca valor no mercado e desde que ele permaneça na carteira até o seu vencimento. c) Comparativo Numérico Para exemplificar como os métodos acima funcionam, vamos supor que foi investido R$ 821,93 em um título publico de renda fixa, pelo de prazo de cinco anos, a uma taxa de juros total pactuada pré-fixada de 4% ao ano, e que, portanto, seu valor de resgate ao final desse prazo seja de R$ 1.000,00. Além disso, vamos admitir que a taxa de juros do título flutuará a cada ano no mercado, conforme normalmente acontece. A tabela abaixo apresenta o valor do título e evolução da sua rentabilidade, obtidos através de cada um dos dois métodos. Ano Prazo a Decorrer Em Anos Taxa Mercado Marcação a Mercado Valor (R$) Rentabilidade Marcação na Curva Valor (R$) Rentabilidade 0 5 4,0 821,93-821, ,5 807,22 (1,79) 854,81 4, ,0 889,00 10,13 889,00 4, ,5 881,66 (0,83) 924,56 4, ,0 952,38 8,02 961,54 4, ,00 5, ,00 4,0 Examinando a tabela é importante notar que, independentemente da metodologia empregada, o valor do título sempre converge para seu valor de resgate no vencimento.

4 Um título de renda fixa é isento de riscos? Um título de renda fixa não é totalmente isento de risco, pois, até o pagamento do resgate, sempre há um certo grau de incerteza quanto à obtenção da rentabilidade pactuada. Os principais riscos são os seguintes: a) Risco de crédito: mede a capacidade do emissor resgatar o título no vencimento. É o principal risco a ser analisado, pois, se o resgate não acontecer, a perda é total. Os títulos públicos federais são considerados quase isentos de risco de crédito, pois a probabilidade de não serem resgatados é basicamente nula. Os riscos de crédito de títulos privados costumam ser avaliados pelas principais agencias de avaliação, que são: Moody s, Standard & Poors e Fitch. b) Aumento nas taxas de juros: nesse caso se o título não tiver taxa de juros flutuante e for resgatado antes do vencimento, provocará uma diminuição da rentabilidade obtida em relação à pactuada. Se não houver resgate antecipado esse risco desaparece. c) Aumento da inflação: tende a diminuir o ganho real de títulos com taxa de juros total pré-fixada e flutuante. Não afeta esse tipo de ganho em um título com taxa de juros pré-fixada indexada a inflação. Qual a política de investimentos da PSS na renda fixa? A politica de investimentos da PSS na renda fixa tem as seguintes diretrizes principais: a) Minimizar o risco de crédito: investindo principalmente em títulos públicos e até 30% da carteira em títulos privados classificados como baixo risco de crédito pelas principais agências de avaliação. b) Procurar garantir o ganho real no longo prazo: investindo basicamente em títulos com taxas de juros pré-fixada indexada a inflação. Em 2 de janeiro de 2013, com essa mesma intenção, o Conselho Monetário Nacional, preocupado com o ganho real dos fundos de previdência aberta (PGBL e VGBL), que costumam manter investimento significativo em títulos com taxas de juros flutuantes (Selic e/ou CDI), emitiu a Resolução 4.176, que praticamente eliminará, até o final de 2015, a possibilidade desse tipo de investimento para esses fundos. Qual a razão das rentabilidades negativas da renda fixa da PSS no último semestre? No 1 Semestre de 2013, para conter a disparada da inflação doméstica, o Banco Central do Brasil iniciou um ciclo de alta da taxa Selic. Além disso, houve uma piora na perspectiva da avaliação de crédito do Brasil pelos investidores estrangeiros, bem como, a alta da taxa de juros de longo prazo americana. Esses fatores provocaram uma forte alta nas taxas de mercado dos títulos pré-fixados indexados à inflação brasileiros, que correspondem a quase totalidade dos investimentos de renda fixa da PSS. Assim, já que, por uma questão de transparência, na PSS esses títulos são valorizados pelo método da Marcação a Mercado (favor vide página 4 do manual a respeito, clicando em essa alta provocou os rendimentos negativos do semestre. Pelo mesmo motivo a rentabilidade da maioria dos demais fundos de pensão brasileiros também foi bastante afetada.

5 Esse percalço não ocorreu só no Brasil, pois o investimento considerado um dos mais seguros do Mundo, que é uma carteira de títulos de renda fixa emitidos pelo Governo Americano e indexados à inflação, teve rendimento negativo de 8% no 1 semestre de Aparentemente, esse rendimento negativo semestral não causou grandes traumas aos participantes dos fundos de pensão americanos, pois, eles já se acostumaram que, os investimentos destinados à aposentadoria devem ser analisados por prazos bem mais longos que puramente um semestre. Qual a perspectiva para os retornos dos investimentos da renda fixa da PSS? Como dissemos no inicio desse PSS Informa, é importante os participantes atentarem que há algum tempo o mercado financeiro brasileiro mudou, e que, com essa mudança passou a ser necessário correr algum risco para obter um ganho real no longo prazo, mesmo em um investimento considerado conservador como a renda fixa. Conforme explicado, através da tabela comparativa acima, caso um título seja mantido até o vencimento, a sua rentabilidade vai convergir para a rentabilidade pactuada quando do seu investimento. Isso nos faz acreditar que futuramente a rentabilidade da maioria dos títulos das carteiras de renda fixa da PSS tende a ser restaurada, e que, portanto, os participantes não devem se preocupar com a rentabilidade de curto prazo. São Paulo, 30 de Julho de Diretoria Executiva PSS Seguridade Social

PERFIL DO INVESTIDOR. Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor

PERFIL DO INVESTIDOR. Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor PERFIL DO INVESTIDOR Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor montar sua carteira de acordo com os seus objetivos, adequando prazos de vencimento e indexadores às

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Analistas indicam quais cuidados tomar no mercado financeiro em 2012 e quais investimentos oferecem menor probabilidade

Leia mais

RENDA FIXA? Fuja do seu banco!

RENDA FIXA? Fuja do seu banco! RENDA FIXA? Fuja do seu banco! Janeiro 2014 COMO FUNCIONA A RENDA FIXA? COMO INVESTIR EM RENDA FIXA! COMO FUNCIONA A RENDA FIXA? Renda Fixa = Emprestar Dinheiro Tipos de Investimentos em Renda Fixa: CDB

Leia mais

Conceitos básicos; Liquidez Inflação Rentabilidade Juros Risco

Conceitos básicos; Liquidez Inflação Rentabilidade Juros Risco QUEM SOMOS 2 Conceitos básicos; 3 Liquidez Inflação Rentabilidade Juros Risco Liquidez: Capacidade de transformar um ativo em dinheiro. Ex. Se você tem um carro ou uma casa e precisa vendê-lo, quanto tempo

Leia mais

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Solange Honorato Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 E 3. Noções de Economia e Finanças pg 26 5 a 7 questões 3.1 Conceitos Básicos de Economia 3.2 Conceitos Básicos de

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

ONDE ESTAMOS? Mais de 40 mil clientes. 110 escritórios pelas principais cidades do Brasil. Mais de 600 Agentes Autônomos de Investimentos.

ONDE ESTAMOS? Mais de 40 mil clientes. 110 escritórios pelas principais cidades do Brasil. Mais de 600 Agentes Autônomos de Investimentos. ONDE ESTAMOS? Mais de 40 mil clientes. 110 escritórios pelas principais cidades do Brasil. Mais de 600 Agentes Autônomos de Investimentos. RENDA FIXA? Fuja do seu banco! Novembro 2013 COMO FUNCIONA A RENDA

Leia mais

O mercado monetário. Mercado Financeiro - Prof. Marco Arbex. Os mercados financeiros são subdivididos em quatro categorias (ASSAF NETO, 2012):

O mercado monetário. Mercado Financeiro - Prof. Marco Arbex. Os mercados financeiros são subdivididos em quatro categorias (ASSAF NETO, 2012): O mercado monetário Prof. Marco A. Arbex marco.arbex@live.estacio.br Blog: www.marcoarbex.wordpress.com Os mercados financeiros são subdivididos em quatro categorias (ASSAF NETO, 2012): Mercado Atuação

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB CDB Certificado de Depósito Bancário São títulos nominativos emitidos pelos bancos e vendidos ao público como

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte:

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos: São condomínios, que reúnem aplicações de vários indivíduos para investimento

Leia mais

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014 Introdução, perguntas e respostas que vão te ajudar a conseguir dialogar com clientes que tenham dúvidas sobre os investimentos que estão fazendo, ou alguma outra pessoa que realmente entenda do mercado

Leia mais

Tesouro Direto. Segurança, Rentabilidade, Praticidade, Diversidade e Baixo Risco!

Tesouro Direto. Segurança, Rentabilidade, Praticidade, Diversidade e Baixo Risco! Tesouro Direto Segurança, Rentabilidade, Praticidade, Diversidade e Baixo Risco! Escolha a melhor instituição para você Ela ajuda em cada etapa antes de seu primeiro investimento e está sempre ao seu lado,

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 3.1.3 Formação da Taxa de Juros Parte 2

Conhecimentos Bancários. Item 3.1.3 Formação da Taxa de Juros Parte 2 Conhecimentos Bancários Item 3.1.3 Formação da Taxa de Juros Parte 2 Item 3.1.3 Formação da Taxa de Juros Alguns conceitos importantes: 1. PIB PRODUTO INTERNO BRUTO; 2. Índices de Inflação; 3. Títulos

Leia mais

Módulo 11 Corretora de Seguros

Módulo 11 Corretora de Seguros Módulo 11 Corretora de Seguros São pessoas físicas ou jurídicas, que se dedicam a angariar e promover contratos entre as Sociedades Seguradoras e seus clientes. A habilitação e o registro do corretor se

Leia mais

Investtop www.investtop.com.br

Investtop www.investtop.com.br 1 Conteúdo Introdução... 4 CDB... 6 O que é CDB?...6 Liquidez...6 Tributação...6 Riscos...7 Dicas...7 Vantagens...7 Letra de Crédito do Imobiliário (LCI)... 9 O que é LCI?...9 Liquidez...9 Tributação...9

Leia mais

Alterações na Poupança

Alterações na Poupança PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS INVESTIMENTOS POUPANÇA A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos mensalmente.

Leia mais

Material Explicativo sobre Títulos Públicos

Material Explicativo sobre Títulos Públicos Material Explicativo sobre 1. Definições Gerais Os são emitidos pelo Tesouro Nacional, servindo como um instrumento de captação do Governo Federal para execução e financiamento de suas dívidas internas,

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Banco do Brasil - Cartilha de Fundos de Investimento Fundos de Investimento

Banco do Brasil - Cartilha de Fundos de Investimento Fundos de Investimento Fundos de Investimento O que é?...2 Tipos de Fundos...2 Fundos de curto prazo...2 Fundos renda fixa...2 Fundos referenciados DI...2 Fundos multimercado...3 Fundos de ações...3 Fundos da dívida externa...3

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

E-book de Fundos de Investimento

E-book de Fundos de Investimento E-book de Fundos de Investimento O QUE SÃO FUNDOS DE INVESTIMENTO? Fundo de investimento é uma aplicação financeira que funciona como se fosse um condomínio, onde as pessoas somam recursos para investir

Leia mais

PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE TESOURO DIRETO 4ª EDIÇÃO

PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE TESOURO DIRETO 4ª EDIÇÃO AS 10 PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE TESOURO DIRETO 4ª EDIÇÃO Olá, Investidor. Esse projeto foi criado por Bruno Lacerda e Rafael Cabral para te ajudar a alcançar mais rapidamente seus objetivos financeiros.

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um título de renda fixa emitido

Leia mais

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV INVESTIMENTOS Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV Uma questão de suma importância para a consolidação e perenidade de um Fundo de Pensão é a sua saúde financeira, que garante

Leia mais

PSS - Seguridade Social

PSS - Seguridade Social POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2012 PLANO C 1. Objetivos Esta versão da Política de Investimentos, que estará em vigor durante o ano de 2012, tem como objetivo definir as diretrizes dos investimentos do

Leia mais

Módulo III Noções de Economia e Finanças

Módulo III Noções de Economia e Finanças Certificação Profissional ANBIMA CPA-10 Módulo III Copyright 2011-2012 BMI Brazilian Management Institute 1 Índice 10% a 15% da prova 1. 4 1.1 Indicadores econômicos 4 1.1.1 PIB 4 1.1.2 Índices de Inflação:

Leia mais

Período São Bernardo SB Zero SB 20 SB 40 CDI. Janeiro 0,92% 1,05% -0,29% -1,71% 0,93% Fevereiro 0,81% 0,74% 1,93% 3,23% 0,82%

Período São Bernardo SB Zero SB 20 SB 40 CDI. Janeiro 0,92% 1,05% -0,29% -1,71% 0,93% Fevereiro 0,81% 0,74% 1,93% 3,23% 0,82% Rentabilidade da Renda Fixa em 2015 Desde o mês de junho deste ano as carteiras de investimentos financeiros que compõem os perfis de investimentos da São Bernardo têm sofrido forte flutuação de rentabilidade,não

Leia mais

Renda fixa e Tesouro Direto

Renda fixa e Tesouro Direto Renda fixa e Tesouro Direto Classificação de investimentos Collor CDB Renda fixa Caderneta de poupança Fundos DI Imóveis Renda variável Ações Liquidez Liquidez Liquidez Segurança Segurança Segurança Rentabilidade

Leia mais

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? Toda decisão de aplicação financeira está ligada ao nível de risco que se deseja assumir, frente a uma expectativa de retorno futuro.

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Gestão Financeira Prof. Marcelo Cruz Fundos de Investimento 3 Uma modalide de aplicação financeira Decisão de Investimento 1 Vídeo: CVM Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um

Leia mais

1. Objetivo e Descrição do fundo

1. Objetivo e Descrição do fundo FATOR VERITÀ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ: 11.664.201/0001-00 Administrado pelo Banco Fator S.A. CNPJ: 33.644.196/0001-06 RELATÓRIO SEMESTRAL 1º. SEM. 2013 1. Objetivo e Descrição do fundo

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características Guia de Renda Fixa Os títulos de renda fixa se caracterizam por possuírem regras definidas de remuneração. Isto é, são aqueles títulos cujo rendimento é conhecido previamente (juro prefixado) ou que depende

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Perfis de Investimento. GEBSA Prev

Perfis de Investimento. GEBSA Prev Perfis de Investimento GEBSA Prev 2 GEBSA-PREV INTRODUÇÃO Esta cartilha reúne as principais informações relacionadas aos Perfis de Investimento da GEBSA PREV e vai lhe ajudar a identificar alguns aspectos

Leia mais

Princípios de Investimento

Princípios de Investimento Princípios de Investimento Rentabilidade Rentabilidade é o grau de rendimento proporcionado por um investimento pela valorização do capital ao longo do tempo. Liquidez Liquidez é a rapidez com que se consegue

Leia mais

captação de recursos empréstimos financiamento.

captação de recursos empréstimos financiamento. Instrumentos utilizados pelas instituições financeiras para captação de recursos (funding) que serão utilizados nas operações de empréstimos e financiamento. 1 O cliente entrega os recursos ao banco, sendo

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O PERFIL DE INVESTIMENTOS CONSERVADOR INDEXADO A INFLAÇÃO DA VISÃO PREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O PERFIL DE INVESTIMENTOS CONSERVADOR INDEXADO A INFLAÇÃO DA VISÃO PREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O PERFIL DE INVESTIMENTOS CONSERVADOR INDEXADO A INFLAÇÃO DA VISÃO PREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Nosso presente é cuidar do seu futuro

Nosso presente é cuidar do seu futuro Nosso presente é cuidar do seu futuro Quem quer ser um milionário? Investimento Mensal - R$ 1.000,00 R$ 1.200.000,00 Evolução Patrimonial R$ 1.000.000,00 R$ 800.000,00 R$ 600.000,00 R$ 400.000,00 R$ 200.000,00

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Segurança nos investimentos Gestão dos recursos financeiros Equilíbrio dos planos a escolha ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 A POLÍTICA DE INVESTIMENTOS...4 SEGMENTOS DE APLICAÇÃO...7 CONTROLE

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

[CONFIDENCIAL] Tesouro Direto. Títulos Públicos

[CONFIDENCIAL] Tesouro Direto. Títulos Públicos 1 Tesouro Direto Títulos Públicos Títulos Públicos Os títulos públicos possuem a finalidade primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública. Comprando títulos públicos, você emprestará

Leia mais

Tesouro Direto. Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco

Tesouro Direto. Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco Tesouro Direto Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco 1Conheça o Tesouro Direto Criado pelo Tesouro Nacional em 2002, em parceria com a BM&FBOVESPA, o Tesouro Direto é um programa de

Leia mais

Análise da Necessidade e Periodicidade de Resgates para Aportes Periódicos Mensais em Cdb

Análise da Necessidade e Periodicidade de Resgates para Aportes Periódicos Mensais em Cdb Análise da Necessidade e Periodicidade de Resgates para Aportes Periódicos Mensais em Cdb Fabiana de Jesus Peixoto fabi.contato@hotmail.com FATEC-BP Priscila Gandolfi Dell Orti priscilagandolfi@hotmail.com

Leia mais

República Federativa do Brasil Ministério da Fazenda PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS

República Federativa do Brasil Ministério da Fazenda PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS Componentes do Preço; Entendendo o que altera o preço. Componentes do Preço O objetivo desta seção é apresentar ao investidor: os fatores

Leia mais

Com tendência de alta do juro, renda fixa volta a brilhar nas carteiras

Com tendência de alta do juro, renda fixa volta a brilhar nas carteiras Veículo: Estadão Data: 26.11.13 Com tendência de alta do juro, renda fixa volta a brilhar nas carteiras Veja qual produto é mais adequado ao seu bolso: até R$ 10 mil, de R$ 10 mil a R$ 100 mil e acima

Leia mais

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB CDB O que é?... 2 Pré ou pós-fixado... 2 CDI... 3 Indicação... 3 Taxa de administração... 3 Segurança... 3 Modalidades de CDB... 4 Valor mínimo... 5 Rentabilidade... 4 Prazos... 5 Vencimento... 6 Final

Leia mais

PERFIL DE INVESTIMENTOS PERFIL DE INVESTIMENTO

PERFIL DE INVESTIMENTOS PERFIL DE INVESTIMENTO PERFIL DE INVESTIMENTOS O QUE É? É a opção dada ao participante para que indique os percentuais de seu saldo que devem ser alocados em Renda Fixa e em Renda Variável (ações), de acordo com a sua aptidão

Leia mais

Jonatam Cesar Gebing. Tesouro Direto. Passo a passo do Investimento. Versão 1.0

Jonatam Cesar Gebing. Tesouro Direto. Passo a passo do Investimento. Versão 1.0 Jonatam Cesar Gebing Tesouro Direto Passo a passo do Investimento Versão 1.0 Índice Índice 2 Sobre o autor 3 O Tesouro Direto 4 1.1 O que é? 4 1.2 O que são Títulos Públicos? 5 1.3 O que é o grau de investimento?

Leia mais

Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter

Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter Valia Fix, Valia Mix 20, Valia Mix 35 e Valia Ativo Mix 40 Quatro perfis de investimento. Um futuro cheio de escolhas. Para que seu plano de

Leia mais

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo :

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo : Título : B2 Matemática Financeira Conteúdo : A maioria das questões financeiras é construída por algumas fórmulas padrão e estratégias de negócio. Por exemplo, os investimentos tendem a crescer quando

Leia mais

Carteira Recomendada RENDA FIXA segunda-feira, 1 de junho de 2015

Carteira Recomendada RENDA FIXA segunda-feira, 1 de junho de 2015 1. Alocação recomendada para Junho de 2015 Classe de Ativo Carteira Conservadora* Carteira Moderada* Carteira Agressiva* Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Pós-Fixado

Leia mais

INSTITUTO ASSAF: VENDAS DE TÍTULOS PÚBLICOS CRESCEM EM MÉDIA 64,3% AO ANO

INSTITUTO ASSAF: VENDAS DE TÍTULOS PÚBLICOS CRESCEM EM MÉDIA 64,3% AO ANO Veículo: Comunique-se Data: 16.03.12 INSTITUTO ASSAF: VENDAS DE TÍTULOS PÚBLICOS CRESCEM EM MÉDIA 64,3% AO ANO Criado em 07/01/2002 pela parceria entre a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia)

Leia mais

plano Taesaprev Editada em fevereiro de 2012

plano Taesaprev Editada em fevereiro de 2012 plano Taesaprev Editada em fevereiro de 2012 Apresentação Ativo, rentabilidade, renda fixa, perfil de investimento... Se você tem o hábito de se informar sobre como anda o dinheiro investido no seu plano

Leia mais

Luiz Maia (UFRPE), luiz_maia@yahoo.com Recife, 19 de agosto de 203

Luiz Maia (UFRPE), luiz_maia@yahoo.com Recife, 19 de agosto de 203 A influência da inflação e dos juros na poupança e em outras aplicações de renda fixa Luiz Maia (UFRPE), luiz_maia@yahoo.com Recife, 19 de agosto de 203 Roteiro O que é... e o que não é Renda Fixa (flashback!)

Leia mais

Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado.

Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado. Brasília, 10 de Dezembro de 2012 NOTA À IMPRENSA Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice

Leia mais

REALIZAÇÃO: PARCERIA:

REALIZAÇÃO: PARCERIA: REALIZAÇÃO: PARCERIA: Com esta palestra, você descobrirá como a educação financeira pode ajudar você na melhoria de sua qualidade de vida e dicas sobre planejamento financeiro e previdência privada. Somos

Leia mais

Precificação de Títulos Públicos

Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos > Componentes do preço > Entendendo o que altera o preço Componentes do preço Nesta seção você encontra os fatores que compõem a formação

Leia mais

Versão atualizada em março de 2011

Versão atualizada em março de 2011 Versão atualizada em março de 2011 Apresentação Ativo, rentabilidade, renda fixa, perfil de investimento... Se você tem o hábito de se informar sobre como anda o dinheiro investido no seu plano previdenciário,

Leia mais

Tesouro Direto. Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco

Tesouro Direto. Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco Tesouro Direto Rentabilidade Segurança Comodidade Diversidade Baixo risco TesouroDireto.indd 1 2/21/11 3:30 PM 1Conheça o Tesouro Direto Criado pelo Tesouro Nacional em 2002, em parceria com a BM&FBOVESPA,

Leia mais

Carteira Recomendada RENDA FIXA quarta-feira, 1 de abril de 2015

Carteira Recomendada RENDA FIXA quarta-feira, 1 de abril de 2015 quartafeira, 1 de abril de 2015 1. Alocação recomendada para Abril de 2015 Classe de Ativo Coservadora Moderada Agressiva Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo PósFixado

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda Ministério da Fazenda Belo Horizonte, outubro de 2006 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Calculadora do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de

Leia mais

Economia e Mercado Financeiro

Economia e Mercado Financeiro Economia e Mercado Financeiro O que é fluxo cambial? O fluxo cambial é a soma das operações da balança comercial, das operações financeiras e das operações com instituições financeiras no exterior. Segundo

Leia mais

André Proite. Novembro de 2012

André Proite. Novembro de 2012 Tesouro Direto André Proite Rio de Janeiro, Novembro de 2012 Princípios da Gestão da Dívida Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto

Leia mais

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1 41. (CAIXA/2010) Compete à Comissão de Valores Mobiliários CVM disciplinar as seguintes matérias: I. registro de companhias abertas. II. execução da política monetária. III. registro e fiscalização de

Leia mais

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER DE JUROS?

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER DE JUROS? QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER! Como se calcula a taxa de juros Over?! Como se calcula a taxa de juros CDI?! Como a taxa de juros CDI e Over se comparam? Francisco Cavalcante(francisco@fcavalcante.com.br)

Leia mais

FINANÇAS PESSOAIS, MERCADO E BOLSA DE VALORES

FINANÇAS PESSOAIS, MERCADO E BOLSA DE VALORES Curso de Extensão: FINANÇAS PESSOAIS, MERCADO E BOLSA DE VALORES Aula 1 Compilado por Marcelo Eli Sved Página 1 1 Prefácio Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes Albert

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010 Subordinada à Resolução CMN nº 3.792 de 24/09/09 1- INTRODUÇÃO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes a serem observadas na aplicação dos recursos

Leia mais

CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTO VALIA FAÇA A SUA ESCOLHA. VALIA FIX VALIA MIX 20 VALIA MIX 35

CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTO VALIA FAÇA A SUA ESCOLHA. VALIA FIX VALIA MIX 20 VALIA MIX 35 CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTO VALIA VALIA FIX VALIA MIX 20 VALIA MIX 35 O melhor perfi l de investimento é o que mais se parece com você. FAÇA A SUA ESCOLHA. A Valia está disponibilizando três perfis

Leia mais

1. Objetivo e Descrição do fundo

1. Objetivo e Descrição do fundo FATOR VERITÀ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ: 11.664.201/0001-00 Administrado pelo Banco Fator S.A. CNPJ: 33.644.196/0001-06 RELATÓRIO SEMESTRAL 1º. SEM. 2012 1. Objetivo e Descrição do fundo

Leia mais

INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Financial Management - CFM. Pedro de Albuquerque Seidenthal

INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Financial Management - CFM. Pedro de Albuquerque Seidenthal INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Financial Management - CFM Pedro de Albuquerque Seidenthal TAXA DE JUROS FUTURA: SIMULAÇÃO DE OPERAÇÕES ESPECULATIVAS São Paulo 2012 Pedro de Albuquerque

Leia mais

POR QUE INVESTIR DINHEIRO?

POR QUE INVESTIR DINHEIRO? POR QUE INVESTIR DINHEIRO? INVESTIMENTO X POUPANÇA Antes de falar em investimentos, precisamos entender que investimento é diferente de poupança. Poupança é o mero ato de guardar dinheiro (por exemplo,

Leia mais

Simulado CPA 10 Completo

Simulado CPA 10 Completo Simulado CPA 10 Completo Question 1. O SELIC é um sistema informatizado que cuida da liquidação e custódia de: ( ) Certificado de Depósito Bancário ( ) Contratos de derivativos ( ) Ações negociadas em

Leia mais

Aprenda a fazer uma pequena quantia de sua renda crescer

Aprenda a fazer uma pequena quantia de sua renda crescer Veículo: Diário do Comércio Data: 24/10/15 Aprenda a fazer uma pequena quantia de sua renda crescer Para obter um retorno próximo (ou superior) aos 14,25% da Selic, o investidor deve descobrir o prazo

Leia mais

Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento

Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento Pág: 1/18 Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento Pág: 2/18 Módulo 4 - Princípios de Investimento Neste módulo são apresentados os principais fatores para a análise de investimentos,

Leia mais

Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança. 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança?

Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança. 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança? Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança Novas regras 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança? Por ter parte de sua remuneração (chamada de adicional)

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS MOMENTO ECONÔMICO Os investimentos dos Fundos de Pensão, e o PRhosper não é diferente, têm por objetivo a formação de capital para uso previdenciário, portanto, de longo prazo. Exatamente por essa razão,

Leia mais

Prof. Cid Roberto. Spread. Operações passivas. Operações ativas. Operações acessórias. Conhecimentos Bancários e Atualidades do Mercado Financeiro

Prof. Cid Roberto. Spread. Operações passivas. Operações ativas. Operações acessórias. Conhecimentos Bancários e Atualidades do Mercado Financeiro Conhecimentos Bancários e Atualidades do Mercado Financeiro Mercado Financeiro Prof. Cid Roberto Grupo Conhecimentos Bancários no Google http://goo.gl/gbkij Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) http://goo.gl/4a6y7

Leia mais

CORREÇÃO MONETÁRIA. Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida

CORREÇÃO MONETÁRIA. Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida CORREÇÃO MONETÁRIA 1 Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida Roteiro 2 Roteiro 3 Introdução 4 Introdução 5 Introdução 1. Em maio de 2008, João emprestou R$ 20.000,00 a Pedro, à taxa de juros compostos

Leia mais

ADM020 Matemática Financeira

ADM020 Matemática Financeira Sumário 1. Objetivo da Aula 13 ADM020 Matemática Financeira 2. CDB e RDB 3. Debêntures 4. Obrigações Produtos do mercado financeiro ADM020 Matemática Financeira Aula 13 29/11/2009 2 2. Objetivo da Aula

Leia mais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais 1. Calcule o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa que segue, para as taxas de desconto de 8% a.a., 10% a.a.

Leia mais

METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS TÍTULOS PÚBLICOS OFERTADOS NO TESOURO DIRETO

METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS TÍTULOS PÚBLICOS OFERTADOS NO TESOURO DIRETO METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS TÍTULOS PÚBLICOS OFERTADOS NO TESOURO DIRETO Letras do Tesouro Nacional LTN Características Gerais: Juros: Não há, estão implícitos no deságio do título. Modalidade: Escritural,

Leia mais

INVESTIMENTOS 1ª aula

INVESTIMENTOS 1ª aula INVESTIMENTOS 1ª aula Regis Klock - Graduação em Ciências Econômicas Pontifícia Universidade Católica - Pós-Graduação em Didática e Metodologia do Ensino Superior UMC - Universidade Mogi das Cruzes Experiência

Leia mais

TÍTULO: DE POUPADOR A INVESTIDOR DESPERTANDO O GÊNIO FINANCEIRO DE INVESTIDORES CONSERVADORES

TÍTULO: DE POUPADOR A INVESTIDOR DESPERTANDO O GÊNIO FINANCEIRO DE INVESTIDORES CONSERVADORES TÍTULO: DE POUPADOR A INVESTIDOR DESPERTANDO O GÊNIO FINANCEIRO DE INVESTIDORES CONSERVADORES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

Tesouro Direto LEANDRO GONÇALVES DE BRITO

Tesouro Direto LEANDRO GONÇALVES DE BRITO Tesouro Direto LEANDRO GONÇALVES DE BRITO Visão Geral do Programa Vantagens do Programa Tesouro Direto Tributação Comprando e Vendendo Títulos Perfil do Investidor 2 O que são Títulos Públicos? Os títulos

Leia mais

2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA.

2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Brasília, 10 de Janeiro de 2013 NOTA À IMPRENSA 2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice de preços imobiliários verifica a existência de

Leia mais

Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014

Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014 Investimentos Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014 Como forma de manter os Participantes informados sobre a evolução do seu Plano no que diz respeito à rentabilidade dos

Leia mais

Perfil de investimentos

Perfil de investimentos Perfil de investimentos O Fundo de Pensão OABPrev-SP é uma entidade comprometida com a satisfação dos participantes, respeitando seus direitos e sempre buscando soluções que atendam aos seus interesses.

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 20/2013

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 20/2013 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 20/2013 Data: 27/11/2013. Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

Plano de Previdência Complementar. mudança

Plano de Previdência Complementar. mudança Plano de Previdência Complementar Outubro é o mês da mudança Em outubro, você poderá mudar o perfil do seu Plano de Previdência Complementar para o que mais combina com você. Não esqueça: Esse é um momento

Leia mais

INVESTIMENTOS CONSERVADORES

INVESTIMENTOS CONSERVADORES OS 4 INVESTIMENTOS CONSERVADORES QUE RENDEM MAIS QUE A POUPANÇA 2 Edição Olá, Investidor. Esse projeto foi criado por Bruno Lacerda e Rafael Cabral para te ajudar a alcançar mais rapidamente seus objetivos

Leia mais

Perfis de Investimento

Perfis de Investimento Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Índice Objetivo... 3 Introdução... 3 Falando sobre sua escolha e seu plano... 3 Perfis de Investimento... 5 Principais

Leia mais

Prazos e Riscos de Mercado

Prazos e Riscos de Mercado Prazos e Riscos de Mercado A Pilla Corretora oferece aos seus clientes uma gama completa de produtos e serviços financeiros. Nossa equipe de profissionais está qualificada para atender e explicar tudo

Leia mais

Termos e Condições para opção pelos Novos Perfis de Investimentos

Termos e Condições para opção pelos Novos Perfis de Investimentos Termos e Condições para opção pelos Novos Perfis de Investimentos Conforme aprovado pelo Conselho Deliberativo em reunião realizada em 4 de abril de 2011 a São Bernardo implementará em 1º de julho de 2011

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

VITER GEICO. Vice-Presidência de Gestão. Gerência Nacional de Investidores Corporativos

VITER GEICO. Vice-Presidência de Gestão. Gerência Nacional de Investidores Corporativos VITER Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros GEICO Gerência Nacional de Investidores Corporativos CENÁRIOS ECONÔMICOS JUROS JUROS x INFLAÇÃO x META ATUARIAL Meta Atuarial = 6,00% + IPCA (FOCUS

Leia mais