Apenas 5% dos Brasileiros sabem falar Inglês

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apenas 5% dos Brasileiros sabem falar Inglês"

Transcrição

1 Apns 5% ds Brsilirs sb flr Inglês D crd cm um lvntmnt fit pl British Cncil pns 5% d ppulçã sb fl r Dvs lbrr stms épcs pré-vnts sprtivs s lhs d mund td cmçm s vltr cd vz mis pr Brsil pr iss nã bst dminr 1 / 14

2 básic ist nã é um difrncil n mrcd trblh é ncssári tr fluênci flt fluênci n língu ingls rprsnt risc prd prtunids pr prfissinis pr s prss nss pís O hj é um lnt cnômic t clc num psiçã difrncid 2 / 14

3 Pr pirr muits vzs brsilir xgr sus qulificçõs linguístics n currícul Um stud um sit clcçã prfissinl cm fit cm cndidts 12 stds mstru 51% infrmm tr vnçd u flunt pr scrit litur Prém sts ficu prvd pós tst prficiênci smnt 36% pm sr cnsirds vnçds u 3 / 14

4 flunts E n msm s funcináris multincinis s stcm qund ssunt é fluênci n língu strngir Em psquis rlizd cm 108 mil prgds multincinis 76 píss Brsil cupu 67º lugr Há css psss grncim multincinis n Brsil nã cnsgu b cl cçã fr nss pís pr nã tr fid suficint E ntr d pís há ind prss cntrtm psss flm mlhr nã 4 / 14

5 s mis qulificds vid ncssid d cmunicçã n língu univrsl Prfissinis s hbilids cm idim crr mis riscs prr psiçõs ns sg mnts ptról gás nvl industril mrkting TI finnçs A ficiênci d nsin d língu ingls ns scls públics é lrmnt O ft sr c lcd cm um cntúd scundári cb pr clcr idim siguld cm s utrs mtéris prmvnd 5 / 14

6 flt intrss ntr s luns Há um crrlçã dirt ntr strutur d nsin médi plític duccinl d pís cm s rsultds btids ns lvntmnts rlizds d pís Iss fz cm s psss rcrrm curss n lin tmbém prsnciis pr q u pss sr clrd prcss prndizg 6 / 14

7 tã ncssári nss pís N últim n númr jvns prfissinis funcináris crprtivs prcurrm um curs pr fzr crscu muit rfrçnd imprtnci dminr idim O hj nã é mis um difrncil é brigtóri 7 / 14

8 É um ficiênci históric hj t ncssid urgnt rsluçã O prbl tmbém é ml brsilir nsin é bsd pns n l itur qund vri lvr cnsirçã tmbém s hbilids scut scrit fl cnfrm rsslt British Cuncil A instituiçã inclusiv firmu prcri cm gvrn frl pr nsinr 8 / 14

9 s prticipnts d prgrm blss n xtrir Ciênci s Frntirs O prgrm xpôs ss rlid: frmçã língu strngir prcis sr rvist pr iss rflt tmbém n prduçã cdêmic brsilir stc Cludi Anjs dirtr Exms Educçã d British Cncil Cuidd Mntir n currícul 9 / 14

10 Um vz fui brdd cm sguint situçã: &qut;um mç m prcuru diznd prcisv studr frm intnsiv chmms lun VIP E prcisv prnr ingls mns 6 mss Assustd u diss nã hvri ss pssibilid stini l qul rzã prcisr tnt rsultd tã curt spç tp A rspst 10 / 14

11 m surprnu ind mis l hvi mntid n currícul hvi firmd tr ingls cm imprs r um multincinl st vri sr flunt &qut; Um situçã impssívl sr slucind cndidt nunc v clcr n currícul q u t mis hbilid d rlmnt pssui pis dd mmnt 11 / 14

12 prs vi scbrir iss sj n ntrvist u lgum csiã pstrir E prfissinl prá ficr cm img mnchd Ms imp s prfissinis invistm um curs? Sri flt tp? Flt cndiçõs finncirs? Ou md rtrnr pr sl ul pis ns crrir? 12 / 14

13 Há muits curss prsnciis dispnívis ind frrmnts grtuits n intrnt cm : wwwinglscursnt frc curss grtuits b cm dics pr prnr prfiçr idim Tmbém pr iss lgums prss cmçm xigir ds cndidts funcináris prsnt crtificd intrncinl fluênci Iss grnt qulid p sr frid qulr lugr d mundd qulr frm prátic 13 / 14

14 é ssncil pis qund idim nã é prticd msm fic scid u cm flhs principlmnt rrs grmticis fluênci bilitd Pr: Miln Quiróz Gnçlvs Snts Crndr Pdgógic wwwinglscursnt www-prfissinlizndcm 14 / 14

Como se tornar fluente em Inglês em todas as áreas

Como se tornar fluente em Inglês em todas as áreas Cm s trnar flunt m Inglês m tdas as áras Tds s dias rcbms muits -mails pssas rm sabr pm fazr aprnr a falar ingls bm A fórmula xist sim funcina! Qur prvar iss dand minha própria xpriência cm aprndizad da

Leia mais

Normalmente TI. padarias. Além. dormitórios. Assistência. Temos. Por. Nos. região. Nas

Normalmente TI. padarias. Além. dormitórios. Assistência. Temos. Por. Nos. região. Nas Aprsntçã Instlçõs ds A l A Nrmlmnt A Além sc Filipins. ds sgur mis lugr Cbu trnnd td, tmp sgurnç ficiis prsnç cm cnt rgiã diss, pdris. tips váris Strbucks Dnld's, Mc cm 24hrs ljs tmbém váris prt pr Tms

Leia mais

BALIZA. Cor central.da PLAYMOBIL podes fazer passes. verde-claro curtos, passes longos e, até, rematar para com a nova função de rotação.

BALIZA. Cor central.da PLAYMOBIL podes fazer passes. verde-claro curtos, passes longos e, até, rematar para com a nova função de rotação. PONTAP DE SAÍDA TCNICAS DE Pntpé bliz Est lnc cntc n iníci jg pós cd gl. Est Gnhs cntr p dis"d jg- bl qund cm dis st jgdrs cir list d cmp tu d quip: pntpé é dd REMATE ntr d círcul cntrl. Os jgdrs jg cm

Leia mais

Eu sou feliz, tu és feliz CD Liturgia II (Caderno de partituras) Coordenação: Ir. Miria T. Kolling

Eu sou feliz, tu és feliz CD Liturgia II (Caderno de partituras) Coordenação: Ir. Miria T. Kolling Eu su iz, s iz Lirgi II (drn d prtirs) rdnçã: Ir. Miri T. King 1) Eu su iz, s iz (brr) & # #2 4. _ k.... k. 1 Eu su "Eu su iz, s iz!" ( "Lirgi II" Puus) iz, s _ iz, & # º #.. b... _ k _. Em cm Pi n cn

Leia mais

O ENSINO DA LÍNGUA ALEMÃ NO SUL DO BRASIL

O ENSINO DA LÍNGUA ALEMÃ NO SUL DO BRASIL O ENSINO DA LÍNGUA ALEMÃ NO SUL DO BRASIL Diys Knyl Fssil1 RESUMO: Nst rtig, tnt-s discutir situçã linguístic à qul s imigrnts scnnts imigrnts lãs frm /u sã submtis, qui, n Brsil. Qustin-s qul é qudr jurídic

Leia mais

São Paulo capta a maior parte dos fluxos aéreos, como mostra zona de influência potencial, regional, local dos aeroportos do Rio de Janeiro, vis-àvis

São Paulo capta a maior parte dos fluxos aéreos, como mostra zona de influência potencial, regional, local dos aeroportos do Rio de Janeiro, vis-àvis Sã Pul cpt mir prt s fluxs rs, cm mstr zn influênci ptncil, rginl, lcl s rprts Ri Jnir, vis-vis principis rprts vizinhs - Sã Pul, Mins Gris Espírit Snt 148 Sã ftrs strtgics ligs rprts n snvlvimnt rginl

Leia mais

Eu só quero um xodó. Música na escola: exercício 14

Eu só quero um xodó. Música na escola: exercício 14 Eu só qu u xdó Músic n scl: xcíci 14 Eu só qu u xdó Ptitus Mi, hni lt Aut: Dinguinhs stáci Rgiã: Pnbuc : 1973 Fix: 14 Anj: Edsn Jsé Alvs Músics: Edsn Jsé Alvs vilã Pvt clints, sx t Jsé Alvs Sbinh Zzinh

Leia mais

A atual relevância do ensino do inglês jurídico nos cursos de graduação em Direito

A atual relevância do ensino do inglês jurídico nos cursos de graduação em Direito A tul rlvânci nsino nos cursos grdução m Brv rflxão crc d ncssid s pssr lcionr o nos cursos grdução m sort mlhor prprr os futuros profissionis r pr o xrcício d dvocci mgistrtur promotori Cro migo litor:

Leia mais

C A PA. Por Ví v i a n Ga m ba

C A PA. Por Ví v i a n Ga m ba Brunn Luz C A PA O mdic Ptrsn Lddi rtrt ss nv grçã: plnj trcr Mdicin pr sguir snh sr tr Pr Ví v i n G m b mrc trblh stá m cnstnt mudnç, s jvns qu stã sin ds univrsids m busc clcçã tmbm. Em funçã diss,

Leia mais

Alteração da seqüência de execução de instruções

Alteração da seqüência de execução de instruções Iníci Busc d próxim Excut Prd Cicl busc Cicl xcuçã Prgrm Sqüênci instruçõs m mmóri Trdutr : Cmpilr X Intrprtr / Linkditr Cnvrt prgrm-fnt m prgrm bjt (lingugm máqui) Prgrm cmpil = mis rápi Prgrm Intrprt

Leia mais

= 1, independente do valor de x, logo seria uma função afim e não exponencial.

= 1, independente do valor de x, logo seria uma função afim e não exponencial. 6. Função Eponncil É todo função qu pod sr scrit n form: f: R R + = Em qu é um númro rl tl qu 0

Leia mais

Vamos analisar o seguinte circuito trifásico: Esta aula:! Sistemas Trifásicos equilibrados com Transformador ideal

Vamos analisar o seguinte circuito trifásico: Esta aula:! Sistemas Trifásicos equilibrados com Transformador ideal EA6 Circuits FEEC UNCAMP Aul 6 Est ul:! Sistms Trifásics quilibrds cm Trnsfrmdr idl Nst ul nlisrms um sistm trifásic quilibrd cm trnsfrmdr Cm sistm é quilibrd, pdms nlisr circuit trifásic trtnd pns d um

Leia mais

21/07/2015 13:36:51 ARTE MODA ARTE ARQUITETURA ARQUITETURA ENTRETENIMENTO MODA DESTINO GASTRONOMIA GASTRONOMIA MODA POLINÉSIA FRANCESA. CAPA 24.

21/07/2015 13:36:51 ARTE MODA ARTE ARQUITETURA ARQUITETURA ENTRETENIMENTO MODA DESTINO GASTRONOMIA GASTRONOMIA MODA POLINÉSIA FRANCESA. CAPA 24. R 3 R R D S VL L Ó S L U D K LÃ W -S / 3 SH FW -S Ã P UL F S SP / / : 8:3 3// 8/ 3/ : 6: SPCL - PRU C VCÊ UC VU.in 7 R Ú 8 9 - R$,,9 R$ CP.in S D PP R S G GS S - R$, 9 R D : : U Q R VG D R SÃ PU L FS H

Leia mais

Paulo Honório versus Madalena: um casamento conflituoso

Paulo Honório versus Madalena: um casamento conflituoso 88 Pul Hnóri vrsus Mln: csmnt cnflitus Mrcs Himi Lim* ft-s Rs:Nst lgs rtig cnsirçõs sbr rmnc sbr S. rltiv Brnrd vigr (1934), rm Grcilin ptrircl Rms, dispunh ns primirs décs d sécul XX, xplificd pl bt ntr

Leia mais

CAPA. Marketing Direto - Set/10 - nº 101 - Ano IX

CAPA. Marketing Direto - Set/10 - nº 101 - Ano IX CP 10 Mrkting n linh Dirt O mrcd tlfni stá m prcss trnsfrmçã. O bm crscimnt pssu, ufri d prtbilid tmbém. O rsultd é sgmnt qu gr brig mntr ptncilizr sus clints. Pr tnt, invst m rlcinmnt n mpliçã srviçs

Leia mais

CLIPPING. Destaques: Nesta edição: Superintendência de Comunicação Integrada. Transparência em tempo real - p. 01

CLIPPING. Destaques: Nesta edição: Superintendência de Comunicação Integrada. Transparência em tempo real - p. 01 ANO XXII 54 21/03/2014 Suprintndênci Cmunicçã Intgrd CLIPPING Nst diçã: Clipping Grl Prcn-MG Infânic Juvntu Mi Ambint Tráfic bus Drgs Dsts: Trnsprênci tp rl - p. 01 Nélsn Hungri, nm prsídi - p. p. 24 Minrr

Leia mais

PÁGINA 3 PÁGINAS 4/5 PÁGINA 15. Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina. CONEXÕES Ciência sem Fronteiras. Antes da universidade.

PÁGINA 3 PÁGINAS 4/5 PÁGINA 15. Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina. CONEXÕES Ciência sem Fronteiras. Antes da universidade. , _. CONEXÕES Ciênci sm Frntirs ENTREVISTA Brthld Zilly JOR ADA Ants d univrsidd Sbrm vgs MEC fcilit intrcâmbi d studnts diminuir nt mínim ds tsts d prficiênci m idims PÁGINA 15 Prfssr cnvidd d UFSC trblh

Leia mais

Instituto de Pesquisa Económico Aplicada (IPEA)

Instituto de Pesquisa Económico Aplicada (IPEA) Emprgs n Brsil ririds lítics Escritri d Bnc Mundil n Brsil Rgiã d Améric Ltin Crib Institut squis Ecnómic Aplicd (IEA) Vic rsint LCR: Dirtr LCC5C: Dirtr LCSHD: Ecnmist rincipl: Lír d Equip: Dvid Frrnti

Leia mais

TEMA 5 2º/3º ciclo. A LIndo de perguntas. saudável? Luísa, 15 anos

TEMA 5 2º/3º ciclo. A LIndo de perguntas. saudável? Luísa, 15 anos 2º/3º cicl s O Ã Ç T N E M I d pguns u m mu um p z pdms f ps O qu sudávl? blnç d i c n c id p Sá d p d n cm p, ic mbém é g á s n v ic. Dsc ís f m f civ b id v m u i d lóics. c s impânc s g õs sb ç n s

Leia mais

Turismo Fotografia Mergulho Técnico Naufrágios Cavernas Equipamentos Meio Ambiente Novidades PUBLICIDADE 2014

Turismo Fotografia Mergulho Técnico Naufrágios Cavernas Equipamentos Meio Ambiente Novidades PUBLICIDADE 2014 Turi Ftgrfi Mrgulh Técnic Nufrági Cvrn Equipnt Mi Abint Nvidd PUBLICIDADE 2014 2014 Objtiv ditrii d rvit: A rvit t bjtiv d trr públic rvilh d fund d r, nfcnd pct cini frind iprtânci d cnrvçã bintl. Vi

Leia mais

turismo corporate negócio noronha roma seul garopaba brasília são lu gramado brasília são paulo recife natal tóquio lisboa rio de janeiro capadócia

turismo corporate negócio noronha roma seul garopaba brasília são lu gramado brasília são paulo recife natal tóquio lisboa rio de janeiro capadócia brlim sã l brlim santg rcif curi sul punta dl st rma sul nrnha r rcif rcif garpabacapa nrnha mntvidéu r barilch punta dl st mació sã paul mació sul capadóc r mnt SUPER sã l ngóci gramad turism FÉRIAS crprat

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

RECURSOS HUMANOS ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO

RECURSOS HUMANOS ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO RECURSOS HUMANOS Intduçã Cncits dfiniçã Digms d flux d pcsss Gáfics d flux d pcsss Estud d cs: DDT d FPFutbl Intduçã Cncits dfiniçã Digms d flux d pcsss Gáfics d flux d pcsss Estud d cs: DDT d FPFutbl

Leia mais

Lista de Exercícios 4 Cálculo I

Lista de Exercícios 4 Cálculo I Lista d Ercícis 4 Cálcul I Ercíci 5 página : Dtrmin as assínttas vrticais hrizntais (s istirm) intrprt s rsultads ncntrads rlacinand-s cm cmprtamnt da funçã: + a) f ( ) = Ants d cmçar a calcular s its

Leia mais

EM NOME DO PAI ====================== j ˆ«. ˆ««=======================

EM NOME DO PAI ====================== j ˆ«. ˆ««======================= œ» EM NOME O PI Trnscçã Isbel rc Ver Snts Pe. Jãzinh Bm & # #6 8 j. j... Œ. ll { l l l l n me d Pi e d Fi lh ed_es & #. 2. #. _. _ j.. Œ. Œ l l l j {.. l. pí t Sn t_ mém Sn t_ mém LÓRI O PI Trnscçã Isbel

Leia mais

Projeto de extensão Judô Escolar certifica alunos da Escola de Ensino Básico Professor Mota Pires

Projeto de extensão Judô Escolar certifica alunos da Escola de Ensino Básico Professor Mota Pires Projto xtnsão Judô Escolr crtific lunos d Escol Ensino Básico Profssor Mot Pirs No di 7 julho 2015 form crtificdos os lunos d Escol Ensino Básico Profssor Mot Pirs, Arrnguá, qu prticiprm do curso Judô

Leia mais

Jornal Conexão. SOS Educação QUEM SERÁ? Destaques Editorial. Novidades

Jornal Conexão. SOS Educação QUEM SERÁ? Destaques Editorial. Novidades Jrnl Cnxã Eiçã 2 I Mrç I An 2014 SOS Eucçã Dstqus Eitril O l bm s cnflits É sbi qu stms m um mmnt prfun trnsfrmçã. Vlrs stã sn rvists t tmp, mis qu nunc, tm-s bti sbr s cnflit. N ntnt, pr qu pssms vnçr

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

Código PE-ACSH-2. Título:

Código PE-ACSH-2. Título: CISI Ctro Itrção Srvços Iformtc rão Excução Atv Itr o CISI Cóo Emto por: Grêc o Stor 1. Objtvo cmpo plcção Est ocumto tm como fl fr o prão brtur chmos suport o CISI. A brtur chmos é rlz o sstm hlpsk, qu

Leia mais

Fabiano Gontijo. fgontijo@hotmail.com. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

Fabiano Gontijo. fgontijo@hotmail.com. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UZIEL, Ann Pul. Rio Homossxulid Jniro: Grmond, ção. 2007. Fbino Gontijo Doutor m Antropologi m pl Scincs Écol s Socils Huts Frnç. Étus Profssor Adjunto Bolsist Antropologi Produtivid d m Univrsid Psquis

Leia mais

Mapeamento Costeiro com Apoio de Imagens de Satélites THEOS

Mapeamento Costeiro com Apoio de Imagens de Satélites THEOS Mpmnt Cstr cm Ap d Imgns d Stélts THEOS 1 Glbrt Pssnh Rbr, glbrt.pssnh@gml.cm Artur Wllcx ds Snts, rturwllcx@gml.cm Ubrtn d Suz Ds Junr, ubrtn.ds.junr@gml.cm Agrdcmnts: Rbr Brn, Gfísc/UFF UNIFESP Ls Unvrsdd

Leia mais

A Revolução da Longevidade: impacto na sociedade, na família e no indivíduo1

A Revolução da Longevidade: impacto na sociedade, na família e no indivíduo1 A Rvluçã d Lngvid: impct n scid, n fmíli n indivídu1 Ursul Lhr2 Rs A plstr mnstr s mudnçs mgráfics (lt xpcttiv vid, nt rápi grup ds pss iss), trzn ds d Almnh Singpur, nlisn impct sts ltrçõs d strutur ppulcinl

Leia mais

Instituto de Física USP. Física Moderna I. Aula 29. Professora: Mazé Bechara

Instituto de Física USP. Física Moderna I. Aula 29. Professora: Mazé Bechara Institut d Físic USP Físic Mdn I Aul 9 Pfss: Mzé Bch Aul 9 O átm d hidgêni n ti d Schding 1. A sluçã d átm d H n ti d Schding. Cmpçã cm s sultds d Bh.. Os stds dgnds m ngi: stds d msm ngi divss móduls

Leia mais

TABELA V-A. 0,10=< (r) 0,15=< (r) (r) < 0,20. Até 120.000,00 17,50% 15,70% 13,70% 11,82% 10,47% 9,97% 8,80% 8,00%

TABELA V-A. 0,10=< (r) 0,15=< (r) (r) < 0,20. Até 120.000,00 17,50% 15,70% 13,70% 11,82% 10,47% 9,97% 8,80% 8,00% Anxo V 1) Srá purd rlção conform bixo: = Folh d Slários incluídos ncrgos (m 12 mss) Rcit Brut (m 12 mss) 2) Ns hipótss m qu corrspond os intrvlos cntsimis d Tbl V-A, ond < signific mnor qu, > signific

Leia mais

II L ATA N. 19/XIV. Conselheiro Fernando da Costa Soares.

II L ATA N. 19/XIV. Conselheiro Fernando da Costa Soares. jf II L Comissão Ncionl Eliçõs ATA N. 19/XIV Tv lugr no di vint qutro jniro dois mil doz, sssão númro znov d Comissão Ncionl Eliçõs, n sl runiõs sit n Av. D. Crlos 1, n. 128 7. ndr, m Lisbo, sob prsidênci

Leia mais

Quantidade de oxigênio no sistema

Quantidade de oxigênio no sistema EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão

Leia mais

MATRIZES. Matriz é uma tabela de números formada por m linhas e n colunas. Dizemos que essa matriz tem ordem m x n (lê-se: m por n), com m, n N*

MATRIZES. Matriz é uma tabela de números formada por m linhas e n colunas. Dizemos que essa matriz tem ordem m x n (lê-se: m por n), com m, n N* MTRIZES DEFINIÇÃO: Mtriz é um tl d númros formd por m linhs n coluns. Dizmos qu ss mtriz tm ordm m n (lê-s: m por n), com m, n N* Grlmnt dispomos os lmntos d um mtriz ntr prêntss ou ntr colchts. m m m

Leia mais

Histórico e fundamentação teórica do Programa São Paulo pela Primeiríssima Infância

Histórico e fundamentação teórica do Programa São Paulo pela Primeiríssima Infância ÚD S ICO rn cd m ics çã lúd rm s F pç s 3 FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL 0 A 3 ANOS 5 c rn Pr Sã gr Pr P m I n im ul fân ir í ci ssim pl ÃO AÇ RM FO O C n tít scim rn ul 5 s p nt F ut rm V rd é Pr i idig

Leia mais

a posição de defensor dos interesses

a posição de defensor dos interesses BLETIM Mvimnt Cprtiv v firmmnt psiçã fnsr ds intrsss firmr d cnsidr. CPERTIVIST REDCÇÃ E DMINISTRÇÃ: R u d Cruzir. 1 - Tlf. 68 26 49 - Lisb 3 CRDEND NTÓNI PR SÉRGI PRPÓSIT DE UM NIVERSRI di 19 Dzmbr já

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Seu pé direito nas melhores faculdades

Seu pé direito nas melhores faculdades Seu pé direito ns melhores fculddes IBMEC 03/junho/007 ANÁLISE QUANTITATIVA E LÓGICA DISCUSIVA 01. O dministrdor de um boliche pretende umentr os gnhos com sus pists. Atulmente, cobr $ 6,00 por um hor

Leia mais

Letras^Artes. 9feí: sr -1 ^19. ''**>«?sh :. v/*í******* *** 1 fciüíi 1^^ I hsíi 991 9. ^ gfllflpv>/^.j' 'A-A^mW

Letras^Artes. 9feí: sr -1 ^19. ''**>«?sh :. v/*í******* *** 1 fciüíi 1^^ I hsíi 991 9. ^ gfllflpv>/^.j' 'A-A^mW Ltrs^Arts ANO 6. N. 222 I EAN Cssu, qu ns vi- trá prximmnt chfind lgçã frn-- ês à 1.** Binl S. Pul, cb publicr um livr in-. trssnt discutívl sbr rituçâ d rt mrn. Li-. vr intrssnt prqu td bt intlignt sbr

Leia mais

EXMA. SRA. DRA. JUIZA DE DIREITO DA ia VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA CAPITALJOICV

EXMA. SRA. DRA. JUIZA DE DIREITO DA ia VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA CAPITALJOICV s GUSTAVO HENRIQUE SAUER DE ARRUDA PINTO ADVOGADO EXMA. SRA. DRA. JUIZA DE DIREITO DA i VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA CAPITALJOICV -4 ' c ri r O -4 ' -4 t-3 PROCESSO N 1003345-80.2002.8.26.0100

Leia mais

Saudável. Assefaz. Envelhecimento. Revista. Câncer de próstata - Centro de lazer de Goiás Velho - Programa Beneficiário Consciente

Saudável. Assefaz. Envelhecimento. Revista. Câncer de próstata - Centro de lazer de Goiás Velho - Programa Beneficiário Consciente A UN DAÇÃ Assfz O F Rvist An 1 - Ediçã 3 - g/dz 2012 SSEFAZ Publicçã d Fundçã Assistncil ds Srvidrs d Ministéri d Fznd Envlhcimnt Sudávl Câncr d próstt - Cntr d lzr d Giás Vlh - Prgrm Bnficiári Cnscint

Leia mais

Definição e Criação de Molduras

Definição e Criação de Molduras TQS - Mldur Escrit pr Eng. Cmil Ferreir Seg, 20 Mi 2013 09:47 - Ness mensg rei lg dic crir nv mldur pltg n TQS. Ain nesse mesm text, lbrrei ts sbre recurs interessnte p uxiliá-ls criçã crimbs (u sels)

Leia mais

Para Vik Lovell, do cuco.

Para Vik Lovell, do cuco. Pr Vik Lvll, m pis diss m lvu s drgõs té sus tcs. xistim, n...n flw flw vr st, th cuck s n flw nst. * wst, Cntig ppulr rd *... vu lst, vu st, vu pr cim d ninh d cuc. UM ESTRANHO NO NINHO.p65 5 UM ESTRANHO

Leia mais

81,9(56,'$'( )('(5$/ '2 5,2 '( -$1(,52 &21&8562 '( 6(/(d 2 0$7(0É7,&$

81,9(56,'$'( )('(5$/ '2 5,2 '( -$1(,52 &21&8562 '( 6(/(d 2 0$7(0É7,&$ 81,9(56,'$'( )('(5$/ ' 5, '( -$1(,5 &1&856 '( 6(/(d 0$7(0É7,&$ -867,),48( 7'$6 $6 68$6 5(667$6 De um retângulo de 18 cm de lrgur e 48 cm de comprimento form retirdos dois qudrdos de ldos iguis 7 cm, como

Leia mais

Resoluções de Exercícios

Resoluções de Exercícios sluçõs Ecícis MTEMÁTI IV LOO 0 nhcimnts lgébics pítul 0 Funçõs Tignmétics 0 p.( p-)( p-b).( p- c), n + b+ c 8+ + p 8 8.0...9..... LOO 0 0 D + D sn cs tg 0 + 0... sn +.,8.,8. sn 0. +,.,8. +, cm. sn 0 0

Leia mais

FUND. Empréstimo. Empréstimo Sabesprev Uma opção segura para seu sonho virar realidade

FUND. Empréstimo. Empréstimo Sabesprev Uma opção segura para seu sonho virar realidade An XX nº 77 nvmbr/zmbr 2011 FUND PET SHO P Empréstim Empréstim Sbsprv Um pçã sgur pr su snh virr rlid Sbsprv Entr s mlhrs plns sú d pís. Cbrnç Pglirini Mrls Advgds Asscids é cntrtd pr cbrr indimplnts.

Leia mais

BALANÇO GESTÃO. Revista Fórum 1

BALANÇO GESTÃO. Revista Fórum 1 BALANÇO 2010 2012 GESTÃO SUSTENTABILIDADE SAÚDE EQUILÍBRIO GASTRONOMIA ECONOMIA TECNOLOGIA Rvist Fórum 1 2 Rvist Fórum Rvist Fórum 3 Dirtri Excutiv Prsint: Antni Csr Rch A. Siquir 1 Vic-Prsint: Luiz Rbrt

Leia mais

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção

Leia mais

Taxi: Opção mais rápida e cara. Deve ser evitada, a não ser que você privilegie o conforte

Taxi: Opção mais rápida e cara. Deve ser evitada, a não ser que você privilegie o conforte Vi vijr pr? Situ-s com nosss dics roportos trns mtrôs Chgd m Avião: Aroporto Hthrow: Situdo crc 20 km ost um dos mis movim ntdos d Europ possui cinco trminis Dpois pssr pls formlids imigrção pgr su bggm

Leia mais

Sistemas Lineares Exercício de Fixação

Sistemas Lineares Exercício de Fixação Sistems Lineres Eercício de Fição Por: Griel Gutierre P Sores Instituto Federl de Educção, Ciênci e Tecnologi Prí Disciplin: Mtemátic Professor: Amrósio Elis Aluno: Mtrícul: Curso: Série: Turno: Sistems

Leia mais

ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012)

ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) ANEO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigênci: 01/01/2012) (Rdção dd pl Li Complmntr nº 139, d 10 d novmbro d 2011) Alíquots Prtilh do Simpls Ncionl - Comércio Rcit Brut m 12 mss

Leia mais

COOPERATIVO E COORDENADOR. dense; em 1957, levou-se a efeito o I F e s t i v a l Cooperativo, na q u i n t a da Cooperativa

COOPERATIVO E COORDENADOR. dense; em 1957, levou-se a efeito o I F e s t i v a l Cooperativo, na q u i n t a da Cooperativa BOLETIM Espr firmnt sbrã tingir cprtivism vitóri frtrnid sbr dr lut ntr s hmns. JAMES P. WARBASSE COOPERATIVISTA COORNADO REDACÇÃO E ADMINISTRAÇÃO LARGO DA PAZ, 22-A LISBOA ANTÓNIO POR N. 68 - As próxims

Leia mais

9. MODELAGEM DE CONVERSORES: MODELO DA CHAVE PWM

9. MODELAGEM DE CONVERSORES: MODELO DA CHAVE PWM Fns Chs C. 9 Mlgm nrsrs: ml h PWM J. A. Pml 9. MOEAGEM E CONERSORES: MOEO A CHAE PWM As lgs báss nrsrs CCCC ssum um h nrl ur nãnrl sss lmns lnrs nrns n m. A njun ss us hs r nm h PWM [9.]. O bj ns íul é

Leia mais

Uniforme Exponencial Normal Gama Weibull Lognormal. t (Student) χ 2 (Qui-quadrado) F (Snedekor)

Uniforme Exponencial Normal Gama Weibull Lognormal. t (Student) χ 2 (Qui-quadrado) F (Snedekor) Prof. Lorí Vili, Dr. vili@pucrs.br vili@m.ufrgs.br hp://www.pucrs.br/fm/vili/ hp://www.m.ufrgs.br/~vili/ Uniform Exponncil Norml Gm Wibull Lognorml (Sudn) χ (Qui-qudrdo) F (Sndkor) Um VAC X é uniform no

Leia mais

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG COMPANHIA ABERTA NIRE 313.000.363-75 CNPJ/MF nº 17.281.106/0001-03

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG COMPANHIA ABERTA NIRE 313.000.363-75 CNPJ/MF nº 17.281.106/0001-03 COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG COMPANHIA ABERTA NIRE 313.000.363-75 CNPJ/MF nº 17.281.106/0001-03 ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 16 DE DEZEMBRO DE 2005 1.Dt,

Leia mais

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: mgno_n@yhoo.com.br; ntonioluzneto@gmil.com INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr

Leia mais

VIBRAÇÃO NO NÚCLEO ESTATÓRICO DO GERADOR DA UG-05 DA USINA HIDRELÉTRICA ENGº. SÉRGIO MOTTA (PORTO PRIMAVERA) 1.0 INTRODUÇÃO

VIBRAÇÃO NO NÚCLEO ESTATÓRICO DO GERADOR DA UG-05 DA USINA HIDRELÉTRICA ENGº. SÉRGIO MOTTA (PORTO PRIMAVERA) 1.0 INTRODUÇÃO GGH/008 6 de Outubr de 00 Cmpins - Sã Pul - Brsil GRUPO I GRUPO DE ESTUDO DE GERAÇÃO HIDRÁULICA - GGH VIBRAÇÃO NO NÚCLEO ESTATÓRICO DO GERADOR DA UG-05 DA USINA HIDRELÉTRICA ENGº. SÉRGIO MOTTA (PORTO PRIMAVERA)

Leia mais

A Função Densidade de Probabilidade

A Função Densidade de Probabilidade Prof. Lorí Vili, Dr. vili@mt.ufrgs.r http://www.mt.ufrgs.r/~vili/ Sj X um vriávl ltóri com conjunto d vlors X(S). S o conjunto d vlors for infinito não numrávl ntão vriávl é dit contínu. A Função Dnsidd

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR MEIO DE DETERMINANTES

RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR MEIO DE DETERMINANTES RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR EIO DE DETERINANTES Dtrmt um mtrz su orm Sj mtrz: O trmt st mtrz é: Emlo: Vmos suor o sstm us quçõs om us óts y: y y Est sstm quçõs o sr srto orm mtrl: y Est qução r três mtrzs:.

Leia mais

prático, o balconista, o professor, o industrial, 43 anos informa e atualiza sobre os Procuramos ser úteis a colaborando você nos incentiva ã

prático, o balconista, o professor, o industrial, 43 anos informa e atualiza sobre os Procuramos ser úteis a colaborando você nos incentiva ã ANO XUV N. 517 A GAZETA Um ^trnir smpr tm águ nã prcup ninguém. O di m nã funcin é um trgédi s lh dá vlr mrc. Assim é su jrnl, há d MAO DE 1975 Nss gm litrs é muit divrsificd. Dntr d frmáci st frmcêutic,

Leia mais

Regulamento Biblioteca FACULDADE IPEL

Regulamento Biblioteca FACULDADE IPEL REGULAMENTO BIBLIOTECA FACULDADE IPEL Regulament Bibliteca FACULDADE IPEL Pus Alegre/MG 2014 REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESTE REGULAMENTO TEM POR OBJETIVO ESTABELECER NORMAS REFERENTES AO FUNCIONAMENTO DA

Leia mais

Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina

Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina Acrv: Biblitc Públic d Snt Ctrin CCE d I [crt litr] Rvlu ã digitl J ur qu librdd smpr fi um tm xplrd m tds s rs d humnidd? Pdms ncntrr txts qu flm d ssunt dsd s pnsdrs grgs té hj, pssnd, clr, pl Rvluçã

Leia mais

Borboletas da vida. Direção de Vagner de Almeida. Rio de Janeiro: Abia, 2004, 38 min.

Borboletas da vida. Direção de Vagner de Almeida. Rio de Janeiro: Abia, 2004, 38 min. Borbolts d vid. Dirção Vgnr Almid. Rio Jniro: Abi, 2004, 38 min. BASTA um di. Dirção Vgnr Almid. Rio Jniro: Abi, 2006, 55min. Brnic Bnto Univrsid Doutor m Brclon. Sociologi Autor pl Univrsid s livr A Rinvnção

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO PROCESSO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO: O PLANEJAMENTO. Prof. Dr. Roberto Valdés Puentes

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO PROCESSO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO: O PLANEJAMENTO. Prof. Dr. Roberto Valdés Puentes ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO PROCESSO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO: O PLANEJAMENTO Prf. Dr. Rbr Vdés Pus PPGED/FACED/UFU rbrpus@fcd.ufu.br MOMENTOS DO PROCESSO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Í n d i c e. I n t r o d u ç ã o C o m o e u c o n f i g u r o o S P A 9 3 2? I n f o r m a ç

Í n d i c e. I n t r o d u ç ã o C o m o e u c o n f i g u r o o S P A 9 3 2? I n f o r m a ç Í I t ç ã C m f g S P A 9 3 2? I f m ç õ s R l s Itçã Est tg é m m m sé p xl stlçã, tblshtg mtçã pts Cs Smll Bsss (tg Lksys Bsss Ss). Q. Cm fg SPA932? R. O SPA932 é m sl tmt 32-btt p SPA962. C SPA932 f

Leia mais

2 em 1. código 1005. Ensina, protege e diverte Célula musical e regulagem de altura

2 em 1. código 1005. Ensina, protege e diverte Célula musical e regulagem de altura ê. b e b u e s m c d e c Cres 2 em 1 Ecômic, segur e versátil Nscid há cerc de 18 s, teve iíci cm frecimet r grdes mrcs d mercd. Há 11 s cm mrcs, rduts e sluções róris, Filler rgulh-se de td su trjetóri,

Leia mais

MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA E COMPUTAÇÃO EIC0011 MATEMÁTICA DISCRETA

MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA E COMPUTAÇÃO EIC0011 MATEMÁTICA DISCRETA 1. Tm 40 livros irnts qu vi gurr m 4 ixs ors irnts, olono 10 livros m ix.. Qunts possiilis tm istriuir os livros pls ixs irnts? Justiiqu.. Suponh gor qu tinh 60 livros. Qunts possiilis pr os olor ns 4

Leia mais

Questão 1. Questão 2. alternativa E. alternativa C

Questão 1. Questão 2. alternativa E. alternativa C Quesã Pedr iru mens de um cenen de fs d fes em cmemrçã seu niversári e quer clcá-ls ds num álbum de 0 págins. Em cd págin desse álbum cbem, n máxim, 0 fs. Inicilmene, Pedr enu clcr 6 fs em cd págin. A

Leia mais

IFC Câmpus Santa Rosa do Sul capacita 18 profissionais locais para elaboração do Cadastro Ambiental Rural CAR

IFC Câmpus Santa Rosa do Sul capacita 18 profissionais locais para elaboração do Cadastro Ambiental Rural CAR IFC Câmpus Snt Ros do Sul cpcit 18 profissionis locis pr lborção do Cstro Ambintl Rurl CAR No di 10 bril 2015, no Cntro Trinmnto Arrnguá (CETRAR), foi rlizdo um curso cpcitção profissionis rgião pr lborção

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

Reforço Orientado. Matemática Ensino Médio Aula 4 - Potenciação. Nome: série: Turma: t) (0,2) 4. a) 10-2. b) (-2) -2. 2 d) e) (0,1) -2.

Reforço Orientado. Matemática Ensino Médio Aula 4 - Potenciação. Nome: série: Turma: t) (0,2) 4. a) 10-2. b) (-2) -2. 2 d) e) (0,1) -2. Reforço Orientdo Mtemátic Ensino Médio Aul - Potencição Nome: série: Turm: Exercícios de sl ) Clcule s potêncis, em cd qudro: r) b) (-) Qudro A s) t) (0,) Qudro B - b) (-) - e) (-,) g) (-) h) e) (0,) -

Leia mais

Educação: Horizontes Possíveis: Desafios Imediatos UENP Centro de Ciências Humanas e da Educação Centro de Letras Comunicação e Artes

Educação: Horizontes Possíveis: Desafios Imediatos UENP Centro de Ciências Humanas e da Educação Centro de Letras Comunicação e Artes Educçã: Hriznts Pssívis: Dsfis Imdits UENP Cntr d Ciêncis Humns d Educçã Cntr d Ltrs Cmunicçã Arts A CON STRUÇÃ O DOS SEN TI DOS PEL O L EI TOR ATRA VÉS DO GÊN ERO A N ÚN CI O PUBLI CI TÁ RI O Di vn d

Leia mais

======================== Œ œ»» Œ C7 ˆ_ ««G 7

======================== Œ œ»» Œ C7 ˆ_ ««G 7 1) É tã bnit n tr (ntrd) cminh cm Jesus (Miss d Temp mum cm crinçs) & 2 4 m œ É tã b ni t n_ tr me s s gr d, & œ t h brn c, ve ce s. & _ Mis s vi c me çr n ns s_i gre j; _u & j im c ris ti cm e gri, v

Leia mais

OLETIM COOPERATIVISTA

OLETIM COOPERATIVISTA CPERTIVISM É DE I N I C I T I V PPULR E M T U D. TD ELE É EDIFICD PEL CTIVIDDE DS CIDDÃS LETIM CPERTIVIST R E D C Ç Ã Ru Cruzir. E CRDEND D M I N I S T R Ç Ã : 1 - Tlf. NTÓNI 63 26 49 - L i s b - 3 N.

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso: Engenhri de Produção Período/Módulo: 6º Período Disciplin/Unidde Curriculr: Simulção de Sistems de Produção

Leia mais

Associação de Resistores e Resistência Equivalente

Associação de Resistores e Resistência Equivalente Associção d sistors sistêci Equivlt. Itrodução A ális projto d circuitos rqurm m muitos csos dtrmição d rsistêci quivlt prtir d dois trmiis quisqur do circuito. Além disso, pod-s um séri d csos práticos

Leia mais

Chotes. Música na escola: exercício 12

Chotes. Música na escola: exercício 12 Chts Músic n scl: xcíci 12 Chts Aut: Aut scnhci, cnçã flclóic Rgiã: Ri Gn Sul Fix: 12 Anj: Nil Azv Pvt Músics: Cls Rbt Olivi pin Nil Azv Pvt clints sx lt Cnts: lic Alid Pi Guilh Cnciçã Sntn Eily Ryn Buin

Leia mais

Calculando volumes. Para pensar. Para construir um cubo cuja aresta seja o dobro de a, de quantos cubos de aresta a precisaremos?

Calculando volumes. Para pensar. Para construir um cubo cuja aresta seja o dobro de a, de quantos cubos de aresta a precisaremos? A UA UL LA 58 Clculndo volumes Pr pensr l Considere um cubo de rest : Pr construir um cubo cuj rest sej o dobro de, de quntos cubos de rest precisremos? l Pegue um cix de fósforos e um cix de sptos. Considerndo

Leia mais

FLORIANÓPOLIS, NOVEMBRO DE 1988. o mapa eleitoral da UDR. Terrorismo na Celesc. do Mirad. Traição. Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina

FLORIANÓPOLIS, NOVEMBRO DE 1988. o mapa eleitoral da UDR. Terrorismo na Celesc. do Mirad. Traição. Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina FLORINÓPOLIS NOVEMBRO DE 1988 mp litrl d UDR Trrrism n Clsc Triçã d Mird crv: Biblitc Públic d Snt Ctrin EXPEDIENTE TERR EM TRNS Mird Curs d Cmunicçã Scil d Univrsidd Fdrl d Snt Ct rin Est rd d 10 fi lb

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE TRABALHO SOBRE SOLUÇÕES TAMPÃO, HIDRÓLISE DE SAIS E TITULAÇÕES DE SOLUÇÕES ÁCIDAS E BÁSICAS

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE TRABALHO SOBRE SOLUÇÕES TAMPÃO, HIDRÓLISE DE SAIS E TITULAÇÕES DE SOLUÇÕES ÁCIDAS E BÁSICAS PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE TRABALHO SOBRE SOLUÇÕES TAMPÃO, HIDRÓLISE DE SAIS E TITULAÇÕES DE SOLUÇÕES ÁCIDAS E BÁSICAS 1. ph =? 5ºC 1.1. [CN = 0,049 mol/l (HCN) = 4,910 10 CN é um sl muito solúvl,

Leia mais

Ônibus adaptados foram apresentados ontem Vinte e quatro novos ônibus foram apresentados ontem durante. José Carlos Oliveira

Ônibus adaptados foram apresentados ontem Vinte e quatro novos ônibus foram apresentados ontem durante. José Carlos Oliveira D I V I N Ó P L I S, Q U R T - F I R, D Z M B R WWW.JRNLGR.INF D 0 1 5 N XLIV Dnill Mglhãs DIRTR: PDR MGLHÃS FRI D Vículs frm prsntds nt CID Divinóplis t ds frts mis nvs d Pís,50 Nº 11.689 PLÍCI Tri tri

Leia mais

QUESTIONÁRIO DO DIRETOR. Senhor(a) Diretor(a),

QUESTIONÁRIO DO DIRETOR. Senhor(a) Diretor(a), 2013 QUSTONÁRO O RTOR Senhor(a) iretor(a), s avaliações do Sistema Nacional de valiação da ducação ásica (S) são compostas por dois tipos de instrumentos de avaliação: as provas aplicadas aos estudantes

Leia mais

Quem falou foi Henrieta, toda arrumada com a camisa de goleira. E tinha mais um monte de gente: Alice, Cecília, Martinha, Edilene, Luciana, Valdete,

Quem falou foi Henrieta, toda arrumada com a camisa de goleira. E tinha mais um monte de gente: Alice, Cecília, Martinha, Edilene, Luciana, Valdete, Cpítul 3 N ã p! Abu! On já viu? Et qu é n! Cê minh mã? Qun mnin chgm p jg nqul ming, qu ncntm? Um gup mnin. D cmit, têni, clçã muit ipiçã. E g? Afinl, qum tinh ti qul ii mluc? D qun vcê gtm futl? pguntu

Leia mais

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO ERROS ESTACIONÁRIOS Control Mlh Abrt Fhd Constnts d rro Tios d sistms Erros unitários Exmlo Control m mlh brt Ação bási, sm rlimntção A ntrd do ontroldor é um sinl d rrêni A síd do ontroldor é o sinl d

Leia mais

PADRE JÚLIO MARIA DE LOMBAERDE

PADRE JÚLIO MARIA DE LOMBAERDE Históri Escrit pr scrmn Sg, 20 Junh 2011 17:22 - Últim tulizçã Tr, 30 gst 2011 18:44 PDRE JÚLI MRI DE LMBERDE Nscu di 7 Jnir 1878 n li Bvrn, municípi Wrgm n Bélgic. Fi btiz di 8 jnir, prssdmnt, pis nscu

Leia mais

Substituição de descodificadores antigos

Substituição de descodificadores antigos Substituiçã de descdificadres antigs De md a assegurar a dispnibilizaçã cntínua da tecnlgia mais recente as seus subscritres a MultiChice África irá realizar um prcess de actualizaçã ds descdificadres

Leia mais

Rapaz vai atrás de ladrões e é executado

Rapaz vai atrás de ladrões e é executado DIVINÓPOLIS, SÁBADO DIRETOR: PEDRO MAGALHÃES DE FARIA E DOMINGO, 26 E 27 DE SETEMBRO WWW.JORNALAGORA.INFO DE 2015 ANO XLIV R$ 2,50 Nº 11.644 POLÍCIA Rpz vi trás ldrõs xcut Crim crri ntm mrc 27º hmicídi

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

Minha vida está mudando.

Minha vida está mudando. U jt v vv. Mh v tá. Q á, z, t Q. 11 h t M é Alc b h l t g, c FLR DA IDAD. t ql. c l, ã, q é pcólg c z. l íc f tã é ã cêc Sb, t l t c é É, t, t b. h c M. g c p lh! t q h c Pq t, tbé c t j, q é, bc, á c.

Leia mais

Expressão Semi-Empírica da Energia de Ligação

Expressão Semi-Empírica da Energia de Ligação Exprssão Smi-Empíric d Enrgi d Ligção om o pssr do tmpo n usênci d um tori dtlhd pr dscrvr strutur nuclr, vários modlos form dsnvolvidos, cd qul corrlcionndo os ddos xprimntis d um conjunto mis ou mnos

Leia mais

Armazenamento de Sementes de Milho em Recipientes Reutilizáveis

Armazenamento de Sementes de Milho em Recipientes Reutilizáveis Arznnt d Snt d Milh Rcipint Rutilizávi Miz Sd Strg In Rubl Cntinr SANAZÁRIO, Ann Chritin 1. kinzri@yh.c.br; COELHO, Fábi Cunh 1. fclh@unf.br; VIEIRA, Hnriqu Durt 1. hnriqu@unf.br; RUBIM, RqulL Filh 1.

Leia mais

HUMOR: rir um pouco alivia qualquer tensão

HUMOR: rir um pouco alivia qualquer tensão Mnguirã Infrmtiv ut/nv 2010 ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL cnhç mlhr st str FATOS E FOTOS s tividds, síds técnics ctidin ds luns Mnguirã Infrmtiv d CFAP PARA REFLETIR: bs rzõs pr nã xltr s rrs lhis CEBM Cntr d

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

Perspectivas para 2015 CONFIRA NESTA EDIÇÃO EDITORIAL

Perspectivas para 2015 CONFIRA NESTA EDIÇÃO EDITORIAL E D U C A Ç Ã O I N FA N T I L E E N S I N O F U N D A M E N T A L Nº8 An 4 EDITORIAL Prspctivs pr 2015 Ouvims, pr td nss vid, dizrm qu águs prds nã mvm minhs. Nã só nã fzm cm tmbém sã fnts d dnçs, cntminçõs

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais