AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

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1 AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL NECESSIDADE DO MELHOR CONHECIMENTO EM ÁREAS COMO: CRESCIMENTO NORMAL, DESENVOLVIMENTO, EFEITOS DO EXERCÍCIO EM CRIANÇAS (DURANTE A ATIVIDADE E ADAPTAÇÕES A LONGO PRAZO) CAPACIDADE ANAERÓBIA CAPACIDADE AERÓBIA FORÇA TERMORREGULAÇÃO

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4 MATURAÇÃO E EXERCÍCIO POR QUÊ A MATURAÇÃO BIOLÓGICA PARECE ESTAR SENDO ANTECIPADA EM MENINAS? OBESIDADE (ALIMENTAÇÃO E SEDENTARISMO ASPECTOS NUTRICIONAIS (COMPOSIÇÃO DOS ALIMENTOS) ASPECTOS COMPORTAMENTAIS

5 MATURAÇÃO E EXERCÍCIO QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DA MATURAÇÃO BIOLÓGICA ANTECIPADA EM MENINAS? CONCLUSÃO PREMATURA DO CRESCIMENTO RISCO AUMENTADO DE CÂNCER GINECOLÓGICO RISCO AUMENTADO DE OSTEOPOROSE APÓS A MENOPAUSA

6 MATURAÇÃO E EXERCÍCIO COMO A ATIVIDADE FÍSICA ALTERA A MATURAÇÃO E O CRESCIMENTO? MENOR PERCENTUAL DE GORDURA EM MENINAS RETARDO DA MENARCA E MATURAÇÃO BIOLÓGICA LESÃO DE EPÍFISE CONCLUSÃO PREMATURA DO CRESCIMENTO LONGITUDINAL??? CRESCIMENTO LONGITUDINAL INALTERADO EM CONDIÇÕES NORMAIS DENSIDADE ÓSSEA AUMENTADA

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11 DESENVOLVIMENTO GERAL PESO E ESTATURA AUMENTO ACENTUADO DURANTE OS DOIS PRIMEIROS ANOS (CM/ANO) DESACELERAÇÃO DA VELOCIDADE DE CRESCIMENTO ATÉ A PUBERDADE PEAK HEIGHT VELOCITY (FASE DO ESTIRÃO)

12 DESENVOLVIMENTO GERAL MASSA MUSCULAR FASE PRE-NATAL ACOMPANHA CRESCIMENTO DO SISTEMA LOCOMOTOR ATÉ A PUBERDADE em homens, de 25% do peso corporal nascimento até 50% em idade adulta em meninas, até 40% ACELERAÇÃO DA VELOCIDADE DE GANHO EM HOMENS APÓS INÍCIO DA MATURAÇÃO BIOLÓGICA NA PUBERDADE (FATORES HORMONAIS) HIPERTROFIA, ALONGAMENTO E CRIAÇÃO DE NOVOS SARCÔMEROS

13 DESENVOLVIMENTO GERAL SISTEMA NERVOSO MIELINIZAÇÃO DAS FIBRAS NERVOSAS DESENVOLVIMENTO DE VELOCIDADE, AGILIDADE, EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO APRENDIZAGEM DE DETERMINADAS HABILIDADES MOTORAS OU TÉCNICAS DE MOVIMENTO DEPENDE DA MIELINIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR

14 DESENVOLVIMENTO GERAL TECIDO ADIPOSO E PERCENTUAL DE GORDURA ATÉ O INÍCIO DA PUBERDADE O DESENVOLVIMENTO ACOMPANHA O CRESCIMENTO DO SISTEMA LOCOMOTOR ACELERAÇÃO EM MULHERES E MANUTENÇAO EM HOMENS RELAÇÃO COM MATURAÇÃO BIOLÓGICA, SEXUAL E MENARCA EM MENINAS CELULARIDADE DE TECIDO ADIPOSO

15 CAPACIDADE FUNCIONAL HABILIDADE MOTORA AUMENTO ATÉ 17 ANOS DE IDADE EM AMBOS OS SEXOS sistemas neuromuscular e endócrino aumento dos níveis de atividade física ESTABILIZAÇÃO COM A PUBERDADE EM MENINAS aumento do percentual de gordura estilo de vida sedentário após a puberdade

16 CAPACIDADE FUNCIONAL FUNÇÃO PULMONAR AUMENTO DAS DIMENSÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO AUMENTO DOS VOLUMES VENTILATÓRIOS: aumento da capacidade ventilatória máxima MAIOR VENTILAÇÃO EM EXERCÍCIO SUBMÁXIMO E MÁXIMO

17 CAPACIDADE FUNCIONAL SISTEMA CARDIOVASCULAR: EXERCÍCIO SUBMÁXIMO PRESSÃO ARTERIAL EM REPOUSO E SUBMAXIMA MENOR EM CRIANÇAS relação com as dimensões corporais DURANTE O EXERCÍCIO MAIOR FLUXO SANGUÍNEO MUSCULAR EM CRIANÇAS DEVIDO À MENOR RESISTÊNCIA PERIFÉRICA MENOR VOLUME SISTÓLICO EM CRIANÇAS (stroke index) menores dimensões cardíacas menor volume plasmático

18 CAPACIDADE FUNCIONAL MAIOR FC SUBMÁXIMA EM CRIANÇAS MENOR DÉBITO CARDÍACO EM CRIANÇAS (x cardiac index) MAIOR DIFERENÇA ARTÉRIO-VENOSA EM CRIANÇAS (compensação)

19 CAPACIDADE FUNCIONAL SISTEMA CARDIOVASCULAR: EXERCÍCIO MÁXIMO MAIOR FC MÁXIMA EM CRIANÇAS MENOR CAPACIDADE DE FORNECIMENTO DE OXIGÊNIO EM CRIANÇAS devido ao menor coração, volume plasmático e, portanto, volume sistólico a FC aumentada não compensa este déficit MENOR DÉBITO CARDÍACO MÁXIMO EM CRIANÇAS (cardiac index) não é limitante em atividades de transporte do próprio peso corporal pode ser limitante na treinabilidade do consumo máximo de oxigênio

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22 CAPACIDADE FUNCIONAL TECIDO ÓSSEO, OSSIFICAÇACÃO E LESÃO EPÍFISE, DIÁFISE E PLACA EPIFISÁRIA INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA comprimento largura densidade LESÃO DE DISCO EPIFISÁRIO comprometimento do fornecimento de sangue (nutrição do tecido ósseo) comprometimento do crescimento

23 CAPACIDADE FUNCIONAL INFLAMAÇÃO DA EPÍFISE CONCLUSÃO PREMATURA DO DESENVOLVIMENTO LONGITUDINAL DO OSSO

24 DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE AERÓBIA AUMENTO PROGRESSIVO DO VO 2MAX ABSOLUTO ATÉ A PUBERDADE acompanha o desenvolvimento de orgãos envolvidos no processo maior aumento coincide com o pico de velocidade de ganho de estatura ATÉ OS 12 ANOS VALORES LIGEIRAMENTE MAIORES EM MENINOS APÓS O INÍCIO DA PUBERDADE aceleração em homens manutençâo em mulheres diferenças de ate 5o% entre homens e mulheres após os 16 anos dados inconsistentes para mulheres

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26 DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE AERÓBIA VO 2MAX RELATIVO valores estáveis para homens declínio em mulheres

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29 PROVÁVEIS CAUSAS PARA DIFERENÇAS ENTRE SEXOS COMPOSIÇÃO CORPORAL diferenças de VO 2MAX reduzidas à metade quando apenas a massa corporal magra é considerada CONCENTRAÇÃO DE HEMOGLOBINA não existem diferenças antes da puberdade entre meninos e meninas aumento da [Hb] após a puberdade está associado ao aumento da [T] neste período NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL

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31 A TREINABILIDADE DA CAPACIDADE AERÓBIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ASSUME-SE NÍVEIS DE TREINABILIDADE DISCRETAMENTE MENORES EM CRIANÇAS CONTRADIÇÕES NA LITERATURA: influência de fatores hormonais intensidade ADEQUADA de treinamento volume ADEQUADO de treinamento freqüência ADEQUADA de treinamento nivel de adaptação dos diferentes parâmetros fisiológicos IMPORTÂNCIA DO VO 2MAX PRÉVIO IMPORTÂNCIA DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL

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34 O DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE ANAERÓBIA PROBLEMAS METODOLÓGICOS DA PESQUISA CONTROLE E VARIAÇÕES DE NÍVEL MATURACIONAL GRUPOS HETEROGÊNEOS: MATURAÇÃO NÍVEL DE CONDICIONAMENTO E MODALIDADE ESPECIFICIDADE DOS TESTES PROGRAMAS DE TREINAMENTO ESPECIFICIDADE MONITORAMENTO ADEQUAÇÃO DOS TESTES ASPECTOS COGNITIVOS ASPECTOS BIOMECÂNICOS

35 O DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE ANAERÓBIA POTÊNCIA MÁXIMA E MÉDIA aumento gradual durante a puberdade sem influência de treinamento para meninos e meninas MENORES CONCENTRAÇÕES MÁXIMAS DE LACTATO NO SANGUE MENORES CONCENTRAÇÕES DE ADRENALINA E NORADRENALINA MENORES CONCENTRAÇÕES MÁXIMAS DE AMÔNIA NO SANGUE

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43 TREINABILIDADE DA CAPACIDADE ANAERÓBICA TREINABILIDADE SEMELHANTE DA CAPACIDADE ANAERÓBICA ALÁTICA MENOR TREINABILIDADE DA CAPACIDADE ANAERÓBICA LÁTICA -PESQUISA INSUFICIENTE

44 O DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR POUCAS DIFERENÇAS ENTRE MENINOS E MENINAS ANTES DA PUBERDADE DESENVOLVIMENTO LINEAR ATÉ O INÍCIO DA PUBERDADE PARA MENINOS E MENINAS Aumento das dimensões corporais Alterações qualitativas: Padrão de ativação neural Coordenação intra- e intermuscular Distribuição dos tipos de fibra muscular?

45 O DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR ESTABILIZAÇÃO EM MOÇAS E ACELERAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO EM RAPAZES APÓS O INÍCIO DA PUBERDADE fatores hormonais (testosterona) Importância dos níveis de atividade física habitual nas diferenças entre sexos Alterações na distribuição de tipos de fibras musculares no decorrer da adolescência?

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51 A TREINABILIDADE DA FORÇA MUSCULAR AUMENTO DE 20-30% DA FORÇA MÁXIMA TANTO EM MENINOS QUANTO EM MENINAS SEM HIPERTROFIA SIGNIFICATIVA DIFICULDADES EM SE DETERMINAR AS CARACTERÍSTICAS IDEAIS PARA O TREINAMENTO DE FORÇA EM CRIANÇAS

52 A TREINABILIDADE DA FORÇA MUSCULAR DURANTE A PUBERDADE RAPAZES: AUMENTA A TREINABILIDADE MOÇAS: MANTÉM A TREINABILIDADE

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55 OBJETIVOS DA ATIVIDADE FÍSICA COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES SOBRECARGA DO SISTEMA LOCOMOTOR DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE AERÓBICA DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES PERCEPTIVO- MOTORAS DESENVOLVIMENTO DO GOSTO E HÁBITO DA ATIVIDADE FÍSICA INTEGRAÇÃO SOCIAL MANUTENÇÃO DE COMPOSIÇÃO CORPORAL FAVORÁVEL SAÚDE!!!!!!!!!!!

56 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO EXERCÍCIO COM CRIANÇAS PRAZER (ATIVIDADES LÚDICAS) MOTIVAÇÃO, CONCENTRAÇÃO, SOCIALIZAÇÃO, PSE, CAPACIDADE DE ABSTRAÇÃO TRABALHO DO SISTEMA CARDIOVASCULAR (SEM ATIVIDADES CONTÍNUAS DE LONGA DURAÇÃO) TRABALHO DE VELOCIDADE (SEM SISTEMA ANAERÓBIO LÁTICO) TRABALHO DE FORÇA: PESO CORPORAL: FORÇA MÁXIMA BAIXO RISCO COORDENAÇÃO MOTIVAÇÃO O ADOLESCENTE E A ACADEMIA DE MUSCULAÇÃO

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58 COMO TRABALHAR COM A CRIANÇA OBESA AUMENTO DO GASTO CALÓRICO!!!!!!!!!!!!!! Importância do gosto pela atividade Realizar a tarefa prescrita = melhora da autoestima Adesão ao programa é o fator mais importante Melhora da auto-estima está associada à adesão ao programa EMAGRECIMENTO ASSOCIADO À AUTO-ESTIMA

59 COMO TRABALHAR COM A CRIANÇA OBESA LIMITAÇÃO DE ATIVIDADES DE SUSTENTAÇÃO DO PESO CORPORAL TREINAMENTO RESISTIDO: Reduzido gasto calórico Preparação neuro-muscular IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO AERÓBICO Adaptações cardiovasculares (fatores de risco) Elevado gasto calórico Sensibilidade à insulina Adequação de lípides e colesterol sanguíneos (dose?) Elevação da taxa metabólica de repouso

60 COMO TRABALHAR COM A CRIANÇA OBESA EXERCÍCIO RESISTIDO EM ACADEMIAS E O EXERCÍCIO AERÓBICO: COMO ADAPTAR EXERCÍCIO AERÓBICO EM ESPORTES COLETIVOS E JOGOS

61 COMO TRABALHAR COM A CRIANÇA OBESA DIFERENTES TIPOS DE EXERCÍCIO AERÓBICO DE CARACTERÍSTICAS DIVERSAS: CAMINHADA CORRIDA NATAÇÃO HIDROGINÁSTICA BICICLETA ASPECTOS IMPORTANTES FREQUÊNCIA CARDÍACA GRUPOS MUSCULARES AMPLOS DURAÇÃO INTENSIDADE FREQUENCIA

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