Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua

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1 Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Prof. Ricardo Freitas M.Sc. CREF G/MG. Formação Acadêmica Atuação Profissional Linha de Pesquisa

2 Bioenergética A dinâmica da energia humana envolve a transferência de energia por intermédio de ligações químicas. McArdle et al, 2008

3

4 Liberação de Energia pelos Carboidratos

5

6 Mg 2+ Mg 2+ K + ZN 2+ Clivagem X LEHNINGER, 2000

7 Isomerização Mg 2+ Mg 2+ K + LEHNINGER, 2000

8 Liberação de Energia pelos Lipídeos

9 LHS Lipólise

10 Citosol Membrana Externa e Interna Mitocôndria AGL + ATP + CoA-SH Acil-CoA Sintetase Acil CoA Graxo Acil CoA Graxo β-oxidação Carnitina Carnitina CoA-SH Acil- Graxo-Carnitina CAT-I CAT-II CoA-SH Acil- Graxo-Carnitina CK Carnitina CAT I e II Carnitina Como os Ácidos Graxos são oxidados?

11 Oxidação dos Ácidos Graxos: β-oxidação LEHNINGER, 2000

12 Qual a via metabólica predominante durante um exercício de longa duração?

13 Corridas de 50 e 100m Via Glicolítica Corridas de 100, 400, 800m Corridas de fundo, ½ Maratona e Maratona Via Oxidativa

14 Contribuição das vias de geração de energia para corridas máximas de durações variadas Distância Duração % pela via oxidativa % pela via glicolítica 100 m 400 m 800 m 1500 m 5000 m m 42,2 km 9,77 43,18 1:41,11 3:26,00 12:37,35 26:17,53 2:04, C.O.I. / agosto de 2005

15 Suprimento de energia para exercício de longa duração

16

17 Estado de treinamento Intensidade do Volume do Treinamento Treinamento Intensidade e duração do limiar alcançado Recuperação adequada Adaptações crônicas do treinamento Melhora na capacidade funcional Melhora da Performance

18 Performance

19 Respostas agudas da Corrida de Rua

20 Regulação da seleção dos substratos energéticos durante o Exercício Físico Tipo de exercício (intensidade e duração); Nível de condicionamento físico; Reservas de glicogênio. Powers e Howley, 2000

21 Tipo de exercício (Duração) Powers e Howley, 2000

22 Tipo de exercício (Duração) Powers e Howley, 2000

23 Moorem and Volker, 2005 Ácidos graxos e glicose Ra (µ mmol/kg/min) Utilização de glicogênio (mmol/kg/min) Tipo de exercício (Intensidade) Glicose Glicogênio Ácidos graxos livres Crossover %VO 2 máx

24 Tipo de exercício (Intensidade) Coyle et al, 1997

25 Reservas de glicogênio McArdle et al, 2008

26 Frequência Cardíaca e Volume de Ejeção

27 Distribuição do Débito Cardíaco

28 Fluxo sanguíneo capilar durante o repouso e o exercício físico Funcionam menos capilares Devido a maior força propulsora da pressão sanguínea local e metabólitos locais produzidos durante o exercício físico. McARDLE et al. 2008

29 Fatores Hormonais SILVERTHORN, 2010

30 Respostas hemodinâmica ao Exercício Físico Prolongado em Ambiente Quente Temperatura central; Fluxo sanguíneo Periférico (cutâneo); Taxa de Transpiração; Volume Plasmático. Capacidade de realizar o trabalho. O estado hipoidratado, dificulta a dissipação de calor, comprometendo a função cardiovascular. (Powers e Howley, 2000)

31 Como o consumo de O 2 durante o exercício aumenta? DC: Diferença a-vo2 Como ocorre este aumento? McArdle et al, 2008

32 Determinantes da diferença artério-venosa de O 2 Capacidade arterial de transportar O 2 (HEMÁCIAS) Capacidade do sistema respiratório para carregar O 2 nos capilares pulmonares Anemia Hemácias Desempenho a-vo 2 Débito Cardíaco; Redistribuição do fluxo sanguíneo; Capilarização muscular; Fibras do tipo I; Tamanho e número de mitocôndrias; Atividade das enzimas oxidativas. McArdle et al, 2008

33 Diferença entre os Gêneros na relação entre a-vo 2 e aumento na intensidade do exercício fisico Testosterona 5 a 10% menor

34 Nível de condicionamento Como ocorrem essas adaptações? McArdle et al, 2008

35 Adaptações Morfológicas Celulares

36 Adaptações Morfológicas Celulares sensibilidade a [ADP].

37 Adaptações Morfológicas Celulares Use-o ou perca-o Princípio da Reversibilidade

38 Adaptações Enzimáticas

39 Adaptações Enzimáticas

40 Adaptações Musculares Composição das Fibras em Populações Específicas Hipertrofia seletiva fibras tipo I Badillo e Ayestarán, 2001

41 Adaptações das reservas energéticas reservas de glicogênio muscular, hepático e triglicerídeo intramuscular;

42 Densidade Capilar, Número de capilares por fibra muscular Capilarização Badillo e Ayestarán, 2001

43 Adaptações Metabólicas Captação de AGLs Densidade capilar Utilização de AGLs Número de mitocôndrias Enz. CAT I e II Economia da glicose plasmática Powers e Howley, 2000

44 Adaptações Metabólicas Formação de Piruvato Oxidação de AGLs Número de mitocôndrias Formação de Lactato Captação mitocondrial de piruvato e de NADH Powers e Howley, 2000 e Lehninger, 2004 e Champe e Harvey, 2006

45 60% VO 2 Máximo

46 Fundamentação Teórica do Limiar de Lactato Limiar de Lactato Maior recrutamento de fibras tipo II Aumento na velocidade da via glicolítica Tipo de LDH Redução da taxa de remoção de lactato sangüíneo Falha na lançadeira mitocondrial de hidrogênio (NADH + + H + ) Potenciais causas do limiar de lactato McArdle et al, 2008

47 Como o treinamento promove uma menor concentração de lactato durante o exercício físico?

48 Adaptações cardiovasculares e remoção de lactato Produção Remoção Equilíbrio Como o treinamento de corrida afeta o fluxo sanguíneo nesses tecidos? MCARDLE et al, 2003

49 Adaptações fisiológicas e remoção de lactato Fluxo sanguíneo Remoção de lactato Débito Cardíaco Lactato sanguíneo Músculo ativo Extração de O 2 Produção de Lactato Powers e Howley, 2000

50 Como ocorre mudanças nessas variáveis?

51 Adaptações Crônicas Cardiovasculares O coração de atleta é uma adaptação funcional. McArdle et al, 2008

52 Adaptações Crônicas Cardiovasculares

53 Adaptações Crônicas Cardiovasculares

54 Adaptações Crônicas Cardiovasculares frente ao Treinamento Volume ejeção Fcr Volume diastólico final Contratilidade miocádica Resistência periférica Volume ventricular Retorno Venoso Volume plasmático (Powers e Howley, 2000)

55 Quais fatores regulam o retorno venoso? 1) Bomba muscular McARDLE et al. 2008

56 Adaptações Crônicas Cardiovasculares frente ao Treinamento VO 2máx. DC máx diferença a-v O 2 Volume ejeção Fluxo sanguíneo muscular Capilares e mitocôndrias Hemácias Retorno Venoso Resist. periférica Atividade do Sist. Simpático sobre o músculo ativo [Mioglobina] (Powers e Howley, 2000)

57 Como é feito o suprimento sanguíneo e qual o substrato energético utilizado pelo coração? Capacidade oxidativa 3 vezes maior em relação aos músculos esqueléticos. McARDLE et al. 2008

58 Alterações na utilização do substrato energético

59 Running economy Melhora da eficiência mecânica; Redução do custo energético;

60 Outras Adaptações Alterações na composição corporal; Transferência de calor corporal; número e atividade das glândulas sudoríparas. Alterações no desempenho;

61 Implicações Práticas 50% 15 a 20%

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