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3 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :29 Page 4 Sumário Editorial 06 Quarteirões do mundo Nobre propósito Sumário 08 As companhias aéreas desfrutam do verão 12 Sistemas de Planejamento Avançado (APS): Ferramentas Poderosas para a Otimização da Cadeia de Abastecimento 16 Supply Chain Management 17 O Brasil precisa de um Plano Diretor de Logística 20 O ERP, fator de competitividade para as empresas, mas não sem risco! 22 A Logística da história Logística EXPEDIENTE Thelma Almeida Santos - Diretora Cecília Borges - Editora Fernanda Marinho - Produção Antonio Neto - Editor de Arte Tradutores: Adriana Rodríguez - Espanhol Uriama Toledo de Menezes - Inglês Celina Teixeira - Francês Contatos: R. Fernandes Moreira, 1166 cep São Paulo - Brasil Tel: 55 (11) Editorial Como nasce um veículo de comunicação? Como surge uma revista? Simples. Assim como as consistentes obras, porque alguém acreditou em uma idéia. E a pessoa crê tão convictamente que outras pessoas embarcam no projeto. Sem a menor dúvida, com coragem. O receio existe, naturalmente; mas a certeza é tão grande que qualquer momento de hesitação é logo substituído por uma imensa onda de adrenalina. Assim estamos há semanas, desde que o projeto da Today Logistics & Supply Chain tomou forma e rumou à realização. Às vezes, a passos cautelosos; outras, pulando dois ou três degraus. O entusiasmo tomou conta da equipe e não houve como não concretizá-lo. É como diz o ditado: quando a gente sabe o que quer, até o universo conspira a favor. A idéia da Today Logistics & Supply Chain nasceu da necessidade observada entre os profissionais do mundo logístico globalizado. As eficientes práticas logísticas e de supply chain precisam ser conhecidas e adotadas, não somente para a evolução do segmento e desenvolvimento das empresas, mas principalmente para o engrandecimento dos profissionais que fazem as companhias. O foco é o ser humano, mas a empresa ganha porque passa a ser feita por gente melhor informada, efetivamente conectada com o mundo. Não por acaso, o número de estréia contém artigos de profissionais do Canadá, da Argentina, da França, dos Estados Unidos e, naturalmente, do Brasil afinal, embora tenhamos sempre muito a aprender, os procedimentos logísticos brasileiros não estão tão distantes assim do que se faz no resto do mundo. Escolhemos a Fenatran para apresentar Today Logistics & Supply Chain ao mercado por um simples motivo: o local está repleto de profissionais de todos os níveis, interessados e interessantes para nosso conhecimento. Assim, welcome on board, bienvenue à bord, benvenuti a bordo, bienvenido a bordo, bemvindo a bordo! Leiam, critiquem, contribuam, a revista é vossa! Boa leitura! Cecília Borges TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 04 vó teresa TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 05

4 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :29 Page 5 Quateirões do Mundo Há quatro quarteirões no mundo Assim é o mundo contemporâneo, globa lizado, sem fronteiras. As contínuas interferências entre Paris, Nova Iorque, Hong Kong, Buenos Aires, Montreal ou São Paulo tornam os profissionais de logística e supply chain cidadãos globais. Em ambientes internacionais é comum ouvir as pessoas dos quatro cantos cumprimentando-se com familiaridade. É como se o mundo não tivesse mais do que quatro quarteirões e fôssemos todos vizinhos automaticamente, ou ainda todas as vezes que a antena GPS for desconectada, o sistema envia um aviso para a operadora, entre outras programações que podem ser adequadas de acordo com as necessidades de cada cliente. A Maplink é um portal de mapas digitais para localização de endereços e roteirização de deslocamentos urbanos ou rodoviários através da Internet. Na feira, a empresa mostra o produto We- Services MapLink. Com ele, é possível integrar sistemas e aplicativos com a plataforma GIS da empresa para obter informações de mapas, rotas, distâncias e pedágios de forma instantânea. Trata-se de um conjunto de APIs, o que facilita e muito a contratação deste serviço pois as empresas não necessitam ter solução GIS própria, que envolvem hardware, software e bases cartográficas. A BgmRodotec traz para o Salão Internacional do Transporte um novo sistema de gestão empresarial. Por meio desse novo software é possível enviar e monitorar a execução de trabalhos programados em tempo real, gerar relatórios específicos e índices próprios para análise de resultados e tomadas de decisão com a independência e agilidade do usuário. A CarrierWeb, de gerenciamento de frotas e cargas, acaba de montar sua operação no Brasil com a aquisição da Globaltrac, empresa brasileira especializada na aplicação de tecnologias de segurança para veículos. Sediada na Irlanda e com atuação na Europa, Ásia e América do Norte, a CarrierWeb reservou para a te a Fenatran, que acontece em São Paulo de 24 a 28 de outubro, os sistemas CWS (CarrierWeb Segurança) e CWSL (CarrierWeb Segurança e Logística), cujo principal diferencial junto aos concorrentes é o monitoramento em tempo real via Internet mais eficiente e com menor custo, já que dispensa a aquisição de softwares e de computadores extras para a recepção de informações. São Paulo, Outubro, 2005, 15º Salão Internacional do Transporte (Fenatran), Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi. Com quase 80 mil metros quadrados de área de exposição, a Fenatran é o cenário ideal para a circulação inicial de Today Logistics & Supply Chain. Empresas do segmento de transporte expõem suas soluções em equipamentos, softwares, produtos, serviços, contribuindo para o desenvolvimento da cadeia logística. Negócios, oportunidades, soluções, networking, enfim, informação transforma-se em moeda corrente. O interesse no mercado brasileiro justifica-se: com um PIB em torno de US$ 600 bilhões e uma população aproximada de 170 milhões de habitantes, o Brasil é o ponto de convergência para investimentos internacionais. São Paulo, como terceira maior cidade do mundo, não só é a porta de entrada para o mercado sulamericano, incluindo o Mercosul, como também o maior pólo de negócios do Brasil. Organizada pela Alcântara Machado e patrocinada pela Associação Nacional dos Fabri- cantes de Veículos Automotores (Anfavea) e pela Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC), a Fenatran conta com os setores: transportadores de todos os modais de carga, montadoras de veículos, fabricantes de implementos, fabricantes de autopeças, motores e pneus, distribuidores de petróleo e derivados e fabricantes de equipamentos para oficinas e para terminais de carga. Importante apoio Um dos destaques da Fenatran são as novas concepções tecnológicas para rastreamentos de frotas. Com o índice cada vez maior de roubos e a preocupação das transportadoras em estar atentas a esta situação, cresce a participação das empresas de rastreamento no setor de transportes. Entre os produtos que serão apresentados na feira, a Controlsat dá destaque para o Controlsat Dual, que une duas tecnologias, a via satélite e a celular, o Controlcell, baseado exclusivamente em comunicação celular e destinado para veículos que circulam em grandes centros urbanos e principais rodovias do País e também o Carreteiro Controlsat, serviço específico para motoristas autônomos. Já a JaburSat expõe os seus principais produtos de rastreamento por satélite, como o JaburSat II se utiliza da comunicação efetuada através de satélites de alta órbita e o JaburSat III que se utiliza de um sistema de rastreamento híbrido associado à tecnologia de transmissão de dados via rede GSM/GPRS. A Seecomm lança o rastreador Fleet Control II, equipamento com inteligência embarcada com mais de 80 programações, destinado para o controle de frotas. Todas as vezes que o desengate da carreta for acionado, por exemplo, o veículo será bloqueado Brasil, uma das principais economias do mundo: 3ª produtora mundial de televisores 2ª frota de helicópteros do mundo 3ª frota de aviões executivos e de negócios do mundo 3º produtor mundial de refrigerantes 6ª fabricante mundial de máquinas e equipamentos 6º produtor mundial de cereais, carne e de suco de laranja 7º centro de serviços do mundo 5º mercado mundial de livros e música 8º consumidor mundial de energia e aço 9ª montadora mundial de automóveis com 20 milhões de veículos em circulação Abriga 44 das 50 maiores multinacionais do mundo e 225 das 500 maiores empresas latino-americanas km de rodovias asfaltadas km de estradas de terra km de estradas de ferro Inflação: 2001 previsão de 6% US$ 60 bilhões em comércio exterior Reservas cambiais: US$60 bilhões IS : Mais de empresas certificadas municípios TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 06 TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 07

5 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :30 Page 6 Artigo Federico Etiennot As companhias aérea As companhias aérea Simultâneamente à chegada do calor começa a funcionar a gigantesca máquina exportadora de frutas finas para abastecer aos principais mercados do planeta. As linhas aéreas, contentes incrementam sua freqüência para captar a carga e, logicamente, os dólares que vêm junto. Air Madrid, Iberia, Martinair, Cubana de Aviação, Aerolíneas Argentinas, Air France, Delta, United, Cielos Airlines e LAN Argentina incrementarão de maneira direta ou indireta a oferta de compartimento de carga para produtos argentinos de exportação e para as cargas de importação. Lloyd Aéreo Boliviano e FedEx estão analisando, e Continental Airlines poderia desembarcar de um momento para o outro no país. Com certeza haverá mais compartimento disponível nas próximas semanas. Porém em alguns casos será de maneira transitória para enfrentar a maior demanda que históricamente se produz ao final do ano. A continuação, a revisão, de uma a uma, de cada companhia que decola de Ezeiza rumo a diferentes destinos no mundo. Sul Americanas Aerolíneas Argentinas: é a companhia que tem a maior oferta de compartimento Argentina de carga no mercado, com a justificativa de que é a que tem mais vôos internacionais desde Ezeiza. Na próxima quinta-feira dia 20 apresentará para a sociedade o Boeing F que trouxe da China para transportar exclusivamente mercadoria, algo que não faz desde Avianca: tem quatro vôos semanais entre Buenos Aires e Bogotá. Três deles, com Boeing 767 com 10 toneladas de capacidade, e o restante com Boeing 757 com 4 toneladas. Graças aos acordos comerciais entre Argentina e Colômbia se incrementou notavelmente o intercâmbio comercial entre ambos países, contaram na aérea. LAN: é a segunda companhia com maior oferta de compartimento de carga desde Argentina. Seus sete vôos diários a Santiago não são tão importantes como seus três vôos de carga com Boeing 767, nos que cabem 54 toneladas de mercadoria. TAM: tem 13 vôos diários de Ezeiza (8 ao Brasil, 4 ao Paraguai e 1 ao Uruguai). Segundo a quantidade de passageiros transportados mais suas bagagens, os desfrutam do verão desfrutam do verão vôos podem oferecer maior ou menor capacidade de carga, explicou Bertrand Aimar Baud, gerente de cargas da companhia. Nossos aviões se adaptam bem, com a carga de roupa, químicos, produtos farmacêuticos, jornais, revistas e autopeças, entre outros, mas apresentam dificuldades para cargas que habitualmente se transportam em grandes pallets, como o couro cru, admitiu. Lloyd Aéreo Boliviano: tem uma freqüência diária para voar de Ezeiza a Santa Cruz de la Sierra. Às segundasfeiras, quintas-feiras e sábados voam com um Boeing que às segundas-feiras segue para Madrid e às quintas-feiras e sábados para México. Os dias restantes voa com um Boeing A brasileira GOL: tem duas freqüências diárias com as que, segundo os dias e horários, voa a São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Florianópolis. Os Boeing têm capacidade de carga para 2,5 toneladas por vôo. Cielos Airlines: voa duas vezes por semana a Miami com aviões DC 10 de carga. Uma das freqüências é direta (com capacidade para 60 toneladas de carga) e a outra faz escala em Lima. O vôo que se detêm na capital peruana pode carregar 70 toneladas, porém só 30% do espaço é para os produtos argentinos. Varig: tem seis vôos diários (três a São Paulo, um a Porto Alegre, um a Recife e um ao Rio de Janeiro) com Boeing 737 e MD 11 com uma capacidade diária para 21 toneladas de carga. Na primeira semana de Dezembro LAN Argentina iniciará seus vôos internacionais com Miami como primeiro destino. O Boeing iniciará a viagem em Santiago do Chile para fazer escala em Ezeiza e seguir para Estados Unidos. Haverá espaço para a carga argentina no compartimento desse avião, afirmou Paul Petrelli, número um da LAN Argentina. Centro Americanas Cubana de Aviação: se prepara para o grande salto. Apartir da última semana de Dezembro substituirá seu avião russo IL 62 com o qual aterriza atualmente em Ezeiza, pelo IL-96 ( versão russa do Boeing 767, compararam). Com a mudança, incrementarão 243% sua oferta de compartimento de carga. Além disso, durante Janeiro e Fevereiro a companhia caribenha duplicará sua oferta de vôos semanais para atingir quatro freqüências. Grupo TACA: tem dez vôos semanais a Lima com aviões Airbus 320 e 319, com capacidade para aproximadamente 1,5 toneladas, segundo a quantidade de passageiros e a bagagem que transporte. Das aproximadamente 15 toneladas que oferece semanalmente para aterrizar na capital peruana, a maior parte se embarca em um dos tantos vôos que tem o Grupo de Lima a América Central. Copa Airlines: tem dois vôos diários entre Argentina e Panamá, com 1,6 toneladas de carga por dia. A oferta da Copa depende muito da quantidade de passageiros que voem nesse momento, informaram fontes vinculadas à operação de cargas. De todas as formas, Copa tem acordo com Martinair para enviar mercadoria em dois cargueiros semanais da holandesa a Bogotá, onde os pequenos cargueiros Boeing da Copa transportam essa mercadoria para Panamá também duas vezes por semana. Norte Americanas American Airlines: tem quatro vôos diários aos Estados Unidos: um a Dallas, um a Nova York e dois para Miami. Com exceção de um de seus vôos para Miami com um Boeing 777, American voa com Boeing com capacidade para 15 toneladas de carga. O Boeing 777 tem uma capacidade de carga para 25 toneladas. FedEx, dos Estados Unidos: voa cinco vezes por semana com um F-27 rumo a Viracopos, o aeroporto de cargas mais importante do Brasil, onde a mercadoria passa para um DC 10 que voa diretamente a Memphis. Segundo Alicia Scarone, gerente de Vendas da empresa para Chile, Uruguai e Argentina, FedEx está analisando a possibilidade de substituir o F-27 por outro avião maior para voar entre Viracopos e Ezeiza apartir de Novembro. UPS: voa quatro vezes por semana desde Ezeiza rumo a Viracopos, Bogotá e Miami. Três destes vôos se realizam com um Boeing 767, com capacidade para 54 toneladas, enquanto o quarto é com um Boeing 757 com capacidade para 35 toneladas, contou Francisco Molina, supervisor de UPS Air Cargo. No caso da Delta Air Lines, a companhia voa sete vezes por semana com Boeing 767 para a cidade de Atlanta, oferecendo uma capacidade de carga de 12 toneladas por vôo (74 semanais). A boa notícia de Delta não passa pelo lado argentino e sim pelo chileno, porque uma mudança do outro lado da Cordilheira poderia repercutir positivamente neste. Apartir de Outubro a companhia somará três freqüências semanais às sete que já possui desde Santiago para voar a Atlanta. Quanto mais oferta de compartimento de carga exista no Chile, menor será a invasão de produtos chilenos que viajam para Buenos Aires para embarcar por Ezeiza, refletiu um operador local. Atualmente, United Airlines tem apenas um vôo diário para Nova York, com escala em Washington, com um Boeing com 10 toneladas de capacidade de carga. Mas a companhia já Espaço no compartimento de carga das companhias aéreas que saem de Ezeiza Toneladas semanais Compahia Toneladas Aerolíneas Argentinas (*) 630 LAN 550 American Airlines 490 Air France 295 Iberia 252 Lufthansa 205 UPS 197 Martinair 160 TAM 151,9 Varig 150 Cielos Airlines 130 Alitalia 96 Mexicana de Aviación 90 British Airways 80 Delta Air Lines 74 United Airlines 70 Lloyd Aéreo Boliviano 63 Air Canada 42 GOL 35 Avianca 34 Air Madrid 30 Malaysia Airlines 30 FedEx 23,8 TACA 15 Copa Airlines 11,2 Cubana de Aviación 7 Fonte: linhas aéreas (*) não respondeu a pesquisa, portanto os dados são estimativas baseadas em fontes do mercado anunciou que apartir de 15 de Dezembro oferecerá uma segunda freqüência para voar a Chicago, também com um Mexicana de Aviação: une Buenos Aires com o Distrito Federal do México seis vezes por semana com seu Boeing , com 15 toneladas de capacidade de carga por vôo. Air Canadá: tem quatro vôos semanais com Boeing : dois diretamente a Toronto e os outros dois com escala em Santiago. Se bem que em vôos diretos a Toronto há menor capacidade de compartimento de carga (8 toneladas, y 13 nos que têm escala em Santiago), os que se detêm na capital chilena são um inconveniente para os carregadores argentinos, porque as melhores tarifas que pagam os exportadores trasandinos obrigam a companhia canadense a reservar mais espaço para eles. Européias Air France: tem hoje sete vôos semanais de passageiros entre Ezeiza e Charles de Gaulle, mas todos se iniciam em Santiago do Chile, portanto o compartimento de carga dos Boeing 777 se divide em partes iguais entre argentinos e chilenos. A essa oferta se somam as 190 toneladas que transportam seus dois cargueiros TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 08 TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 09

6 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :30 Page 7 Artigo Federico Etiennot Escolha o destino Vôos de Ezeiza para: Aerolíneas Argentinas Air Canada de Chile Air France Chile Air Madrid Alitalia American Airlines Dallas e Montevidéu Avianca British Airways Paulo Cielos Airlines Copa Airlines Cubana de Aviación Delta Air Lines FedEx GOL Iberia LAN Lloyd Aéreo Boliviano Lufthansa Malaysia Airlines Mexicana de Aviación TACA TAM United Airlines UPS Varig Madri, Barcelona, Miami, Nova York, Roma, Sydney, Auckland, SãoPaulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Lima, Santa Cruz de la Sierra, Santiago, Montevidéu, Bogotá e Caracas Toronto e Santiago Paris e Santiago de Madri Roma e Milão Miami, Nova York, Bogotá Londres e São Lima e Miami Panamá La Habana, Varadero e Cayo Coco Atlanta Viracopos São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Florianópolis Madri Santiago, Lima, Guayaquil, Quito e Miami Santa Cruz de la Sierra e México Frankfurt e São Paulo Cidade do Cabo, Johannesburgo e Kuala Lumpur Martinair Lima, Bogotá, Miami e Amsterdam México DF Lima São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Montevidéu e Assunção Washington, Nova York e Montevidéu Viracopos, Bogotá e Miami São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro Esclarecemos que não se consideraram as conexões ou alterações dos vôos nos diferentes hubs e sim nos destinos dos aviões que partem desde a Argentina semanais, em um deles se reservam 30 toneladas para cargar em Montevidéu. Entre aviões de passageiros e carga pura, a oferta total de Air France desde Cone Sul é de 295 toneladas. Toda esta capacidade circula semanalmente pelas pistas de Ezeiza, mas na prática só 216 toneladas se destinam a produtos argentinos. Entretanto, apartir de Novembro, Air France manterá seus sete vôos semanais de passageiros desde Buenos Aires, mas introduzirá quatro freqüências diretas desde Santiago, ou seja, a oferta concreta de carga se incrementará em quase 32 toneladas para alcançar uma oferta semanal de 248 toneladas desde a Argentina rumo a França. Alitalia: tem quatro vôos semanais sem escalas a Milão e três a Roma com um Boeing que deixa entre 13 e 14 toneladas para carregar mercadoria. Apartir de Novembro a holandesa Martinair incrementará em 50% sua oferta de importação ao agregar uma terceira freqüência com MD 11 e passar de 160 a 240 toneladas de capacidade em seus trajetos desde e para Argentina. A companhia estará operando às segundasfeiras, terças-feiras e quintas-feiras bem cedo pela manhã, chegando da Europa e EE.UU. Iberia: que hoje voa sete de suas 14 freqüências semanais entre Ezeiza e Barajas com aviões Airbus e a outra metade com a versão 300, nos próximos meses irá acomodando seu plano de vôos para voar unicamente com os A , que têm maior capacidade de carga. Air Madrid: voa com Airbus 330 seis vezes por semana. O problema das low cost é que sua prioridade são os passageiros e segundo eles, agrega ou retira freqüências e substitui o tipo de avião com o que operam. A carga é um negócio absolutamente secundário, explicaram no setor. No entanto, essa dependência dos TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 10 passageiros poderia gerar uma boa notícia para a carga: com a chegada das festas de fim de ano, a empresa estuda a possibilidade de substituir o Airbus 330 por um mais amplo, Airbus 340. Lufthansa: oferece 150 toneladas semanais a Frankfurt e 55 a São Paulo. Aos dois cargueiros semanais com aviões MD 11 se soma a oferta de compartimento de carga nos vôos de passageiros diários com Boeing que fazem escala em São Paulo. British Airways: voa quatro vezes por semana entre Buenos Aires e Londres, com escala em São Paulo, com um Boeing com capacidade para 20 toneladas de carga. Mas essa oferta de compartimento de carga é para toda América Latina, das 80 toneladas semanais disponíveis somente umas 10 se destinam aos cargueiros argentinos. A holandesa Martinair voa de Ezeiza duas vezes por semana rumo a Lima e Bogotá, desde aí a Miami e logo a Amsterdam. Sua oferta semanal é de 160 toneladas, mas como a carga de Lima e Bogotá paga melhores tarifas que a argentina, os produtos locais só têm espaço para voar a Lima e Bogotá. Para estes destinos sobram as 160 toneladas. Apartir de Novembro, a empresa somará um terceiro vôo cargueiro semanal. Asiáticas A única companhia asiática que chega na Argentina é Malaysia Airlines, que às quartas-feiras e domingos voa com seu Boeing a Kuala Lumpur com escalas na Cidade do Cabo e Johannesburgo. Sua oferta semanal é de 30 toneladas de carga, mas varia conforme o destino final da mercadoria. O avião pode sair de Ezeiza com 15 toneladas de carga no compartimento, mas quando aterrizamos no Sul da África, 9 ficam ali e só 6 podem seguir rumo ao Oriente, explicou Sebastián Canatelle, gerente de cargas da companhia.

7 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :32 Page 8 Artigo Marc Escande Canadá Aproveite o poder do APS As soluções de APS surgiram no início dos anos 90 como uma resposta às limitações estruturais das lógicas de planejamento DRP e MRP II, respectivamente Planejamento de Recursos de Distribuição e Planejamento de Recursos de Manufatura, que ainda estão embutidos na maioria dos pacotes de software de ERP. A lógica das duas abordagens tradicionais fundamentada no planejamento seqüencial das atividades de produção e distribuição por um lado, e suprimentos e capacidades por outro não permite reações suficientemente rápidas e inteligentes quando a cadeia de suprimento se torna instável. Em contrapartida, as soluções APS baseiam-se no planejamento simultâneo de todas as atividades de distribuição, produção e suprimento, simultaneamente levando em conta todas as restrições da cadeia de suprimento: restrições de fornecimento (cota imposta por um fornecedor, por exemplo), restrições de capacidade (espaço de armazenamento, fornecimento de mão-de-obra, capacidade das máquinas, capacidade de transporte, etc.) e restrições ligadas à demanda (data de entrega combinada, previsão de vendas). Graças a esta nova abordagem, intrinsecamente superior, as O Sistema de Planejamento Avançado (APS) é um conjunto de ferramentas poderosas para a otimização da cadeia de suprimento. As soluções APS surgiram no mercado por volta de dez anos e, desde então, foram implementadas por milhares de empresas de manufatura e distribuição. Em alguns casos, foram responsáveis por vantagens competitivas de grande porte como no caso da Dell. Em outros, foi um fracasso total. Neste artigo, Marc Escande qualificado pelos Certified in Production and Inventory Management (CPIM) e Certified in Integratde Resorce management (CIRM), destaca as principais vantagens na implantação dessas ferramentas e como garantir que estes ganhos realmente se materializem soluções APS permitiram aumentar drasticamente a velocidade e a inteligência das decisões, o que transformou profundamente as melhores práticas em três áreas principais: o planejamento global (mestre) da cadeia de suprimento, a resposta a eventos operacionais imprevistos e o gerenciamento de pedidos dos clientes. Planejamento global da cadeia de suprimento Usando um APS, é possível planejar em pouquíssimo tempo (normalmente não mais que um dia) atividades de toda a cadeia de suprimento, qualquer que seja o número de pontos logísticos e o número de níveis na cadeia de suprimento, incluindo centros de distribuição, fábricas, ou até mesmo empresas subcontratadas ou fornecedores. O processo funciona da seguinte forma: assim que a previsão de vendas é introduzida no APS, este identifica em toda a extensão da cadeia, praticamente em tempo real e para todo o horizonte de planejamento, quaisquer problemas de abastecimento e capacidade que precisem ser resolvidos para satisfazer a demanda (por exemplo: falta de capacidade em um armazém ou de um maquinário essencial dentro de três semanas, necessidade de um suprimento maior do que a cota negociada com o fornecedor em cinco semanas, impossibilidade de cumprir a previsão de vendas do terceiro mês devido aos problemas de abastecimento e capacidade atual, etc.). O APS, então, torna possível ao gerente resolver estes problemas rápida e eficientemente, tanto pelo replanejamento manual sustentado pela total capacidade de rastrear as origens dos problemas, como pelo replanejamento automatizado usando algoritmos construídos em torno dos conceitos da Teoria das Restrições (TOC). Por exemplo, para resolver um problema de capacidade insuficiente, um algoritmo deste tipo tentará suavizar a carga antecipando ou protelando operações, enquanto cuida para não criar outros problemas (tal como uma entrega atrasada, devido a uma operação protelada). Assim, o APS possibilita balancear fornecimento e demanda em todos os níveis da cadeia logística e para todo o horizonte de planejamento, em tempo recorde e com máxima inteligência, o que se traduz mecanicamente em melhor qualidade de serviço ao cliente e custos de logística reduzidos. Resposta a eventos imprevistos As lógicas MRP II e DRP não fornecem nenhum modo confiável e rápido de medição do impacto de um evento operacional imprevisto que aconteça em um elo anterior da cadeia, em uma atividade situada em um elo posterior. Em caso de um atraso na entrega de peças ou matérias-primas, Aproveite o poder do APS por exemplo, esta lógica não é capaz de determinar imediatamente as conseqüências deste imprevisto no uso das capacidades, nos níveis de estoque e no risco de atraso na entrega ao cliente. Esta falta de visibilidade normalmente resulta em um uso de recursos abaixo do ideal e em clientes não informados de atrasos de entrega previsíveis. Inversamente, um APS torna estes problemas imediatamente visíveis e permite que sejam resolvidos rapidamente usando o algoritmo mencionado anteriormente. Se, por exemplo, um problema de fornecimento implica que certas datas de entrega prometidas aos clientes não mais possam ser cumpridas, o APS é capaz de sugerir que se faça a entrega a partir de um outro centro de distribuição que possua estoque suficiente. Se não houver tal opção, ainda assim o APS possibilita alertar imediatamente os clientes dos problemas de entrega. Gerenciamento de pedidos dos clientes Nesta área, a principal contribuição do APS está em escolher a melhor data de entrega a um cliente, se o produto não está imediatamente disponível em estoque (ou o produto é manufaturado ou disponibilizado sob demanda, ou está temporariamente em falta). A técnica tradicional empregada para prometer datas de entrega solicitadas por um cliente, conhecida como ATP, ou disponível-para-promessa, pode apenas fornecer uma indicação binária de disponibilidade (sim / não) com base em um plano de abastecimento estáti- co pré-estabelecido. Ao passo que o APS é capaz de analisar toda a cadeia de suprimento a fim de fornecer ao cliente a data de entrega totalmente confiável mais próxima. Por exemplo, se um cliente importante quer uma entrega em duas semanas, mas o atual plano de suprimentos apenas garante disponibilidade em quatro semanas, o APS pode determinar em tempo real (enquanto o cliente estiver ao telefone) se é possível mudar o plano de suprimentos a fim de entregar na data desejada pelo cliente e, se for o caso, qual o custo adicional associado às mudanças correspondentes (transporte expresso, horas extras, etc.). O APS também é capaz de avaliar em tempo real pos- TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 12 TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 13

8 revista_today logistics_00_internet.qxd 3/4/ :33 Page 9 Artigo Marc Escande síveis opções para canibalização, ou seja, uso de quantidades originalmente destinadas a clientes de menor importância. Otimização do desempenho da cadeia de suprimento Pelos exemplos anteriores, é fácil entender porque milhares de empresas adquiriram e implantaram soluções APS durante os últimos dez anos. De fato, certas empresas tiveram sucesso em usar os APS para melhorar substancialmente os serviços ao cliente e, ao mesmo tempo, reduzir os níveis de estoque e os custos das cadeias de suprimento. Não é raro, por exemplo, que atrasos de entrega sejam reduzidos em 75%, enquanto que os níveis de estoque diminuam em 50%. Tais ganhos foram verificados de forma independente em praticamente todos os setores da indústria, em empresas de diferentes segmentos como Dell, Nokia, Frito Lay, Texas Instrument, 3M, Steelcase, Whirlpool, Vanity Fair, Best Buy, Payless ShoeSource ou Domtar. No entanto, tais sucessos ainda continuam sendo exceção, já que a maioria das implantações até o momento foi decepcionante. Obviamente, tal realidade contribuiu para a diminuição do entusiasmo por estas ferramentas e o mercado de APS experimentou um grande arrefecimento nos últimos anos. Contudo, o poder de otimização destas soluções está mais do que nunca provado e a flexibilidade e solidez das soluções presentes hoje no mercado podem ser exploradas por qualquer empresa a fim de otimizar o desempenho de sua cadeia de suprimento. Mas para atingir tal resultado, é imperativo que se observem os seguintes princípios fundamentais: * Em primeiro lugar, um projeto de APS não deve, sob quaisquer circunstâncias, ser considerado um projeto de Tecnologia da Informação. Na realidade, o APS é apenas o substrato tecnológico de um projeto para uma transformação profunda, pelo qual os processos devem ser reprojetados, papéis, responsabilidades e indicadores de desempenho modificados, perfis de competência redefinidos, etc. Este é, na verdade, um novo modo de gerenciar a cadeia de suprimento, muito mais eficaz, mas que claramente exige maior integração, alinhamento e competências por parte da organização. * Para ser capaz de identificar todas as mudanças necessárias para o sucesso deste projeto de transformação, é ainda mais imperativo que se identifiquem quaisquer deficiências atuais nos processos de gestão da cadeia de suprimento como um todo, em três dimensões-chave: humana, metodológica e tecnológica. Uma vez que o diagnóstico estiver feito (tipicamente com base em uma checklist descrevendo as capacidades-chave necessárias nestas três dimensões), um plano de ação deve ser desenvolvido a fim de corrigir o déficit de capacidades trazido à tona (por exemplo, desenvolver competências de certas pessoas chave, alinhar a organização em torno de uma visão comum, definir princípios de gestão para elementos tais como a demanda anormal, a freqüência de revisão de estoques de segurança, a introdução de métodos para antecipar mais precisamente o impacto de promoções, etc.). * Começar a implantar o APS torna-se então possível, enquanto se trabalha simultaneamente para corrigir as deficiências observadas. O projeto pode ser considerado terminado após a ferramenta ter sido implantada e todas as capacidades necessárias terem sido desenvolvidas. Somente neste ponto é que os resultados acima mencionados se materializarão. As soluções APS estão hoje totalmente maduras e os ingredientes necessários para uma implantação bem-sucedida estão agora clarmente identificados. Conseqüentemente, as empresas não deveriam mais considerar estas tecnologias com ceticismo, mas ao contrário, como grandes oportunidades de otimizar o desempenho de suas cadeias de suprimento. * Fonte: Marc Escande, profissional internacionalmente reconhecido de SCM, trabalhou por mais de dez anos em empresas industriais (incluindo a Rhodia em São Paulo), tendo ocupado vários cargoschave. Foi responsável durante seis anos por desenvolver, ministrar e gerenciar programas de educação (presenciais ou através de e-learning) em SCM. Atualmente, ocupa o cargo de Vice- Presidente de Suprimentos de uma empresa multinacional, de origem canadense. Ele é também um dos fundadores da ABAI. TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 14

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