TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT)"

Transcrição

1 TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT) Aplicações Clínicas Carlos A. Buchpiguel

2 Racional para Imagem Oncológica Detecção de lesão Caracterização da natureza da lesão Avaliação da extensão local do comprometimento Avaliação do estadiamento sistêmico Monitoramento da resposta terapêutica Planejamento terapêutico (radioterapia e quimioterapia)

3 PET PRINCÍPIOS MEDIDA DE PROCESSOS BIOQUÍMICOS Compostos que mimetizam substratos endógenos Quantificação de distribuição de marcadores Rápida e simultânea aquisição volumétrica Captação reflete atividade metabólica ou atividade proliferativa celular Aquisição de corpo inteiro (15 minutos) Resolução espacial (5 mm)

4 PET RADIOFÁRMACOS MAIS COMUNS 2-deoxy-2(F18)-fluoro-D-glucose (FDG) : glicose 5-(F18)Fluoro-DOPA : metabolismo de aminoácido (F18)Fluoromethylthyrosine: metabolismo de aminoácido (F18)Fluorothymidine:atividade proliferativa celular (F18)fluoroacyclovir: fosforilação da timidina quinase (C11)Acetate: metabolismo oxidativo do ácido graxo (N13)Ammonia: perfusão tecidual (O15)Water: perfusão tecidual

5 FDG

6 Mecanismo de Captação Celular sangue célula via glicolítica k1 k3 k2 FDG FDG FDG-6P k4 Glut 1-5 Hexokinase

7 PET-FDG Aspectos relativos à sensibilidade: Detecção limitada à avidez do tumor ao substrato endógeno empregado Expressão de GLUT Atividade enzimática (G-6-Fosfatase) Limite de resolução espacial (5 mm) Pacientes diabéticos Taxa de divisão celular e grau de diferenciação tumoral

8 PET-FDG Aspectos relativos à especificidade Células inflamatórias ativadas captam glicose Tumores benignos podem eventualmente consumir glicose Processos específicos granulomatosos podem captar glicose

9 Indicações Esôfago Pâncreas Cólon e reto Fígado Mama Melanoma Pulmão Linfoma

10 Esôfago Aspectos positivos: Tumores extremamente ávidos por glicose Quase totalidade expressa HK-II e Glut-1 Impacto direto na sensibilidade Aspectos negativos: Elevada avidez na lesão primária limita estadiamento nodal regional Poucos dados na literatura com relação ao impacto clínico mensurável Hepatogastroenterology 2005; 52(62):

11 Esôfago Diagnóstico Estadiamento Pré-tratamento Pós-tratamento neoadjuvante Detecção de recidiva Monitorização terapêutica Planejamento radioterápico

12 Esôfago Predição de ressecção com intenção de cura: Ressecção suspensa em 78 dos 203 pacientes (38%) PET/CT única modalidade independente (p<0.001) J Gastrointest Surg 2005; 9(1): 54-61

13 Esôfago

14 Esôfago

15 Esôfago Predição de resposta à terapia neoadjuvante CT USE PET Acurácia 54% 86% 85% USE não exeqüível em 6% USE não avalia comprometimento sistêmico J Gastrointest Surg 2005; 9(1): 54-61

16 Esôfago J Clin Oncol 2001; 19:

17 Pâncreas PET/CT mais sensível e específico que CT Permite detectar focos metastáticos à distância Possibilita monitorar esquemas quimioterápicos Limitado em tumores muito pequenos (< 6-7 mm) Limitado em pacientes diabéticos Escassos trabalhos com relação custo/eficácia

18 Pâncreas J Nucl Med 1999; 40:

19 Pâncreas Impacto na avaliação de possibilidade de ressecção 59 pacientes com carcinoma pancreático PET/CT alterou conduta em 16% dos pacientes Ann Surg 2005; 242(2):

20 Pâncreas

21 Pâncreas

22 Carcinoma de Cólon e Reto Estadiamento pré-cirúrgico Monitorização de tratamento neoadjuvante Detecção de recidivas locais e/ou sistêmicas Avaliação da resposta ao tratamento Planejamento radioterápico * American Cancer Society

23 Carcinoma de Cólon e Reto 38 pacientes com estadiamento pré-operatório FDG-PET foi comparado com CT e US FDG-PET modificou o tratamento em 8% FDG-PET modificou a extensão da cirurgia em 13% J Nucl Med Nov;44(11):1784-8

24 Detecção da Lesão Primária

25 Impacto da Imagem Híbrida

26 Carcinoma de Cólon e Reto 70% dos pacientes possuem tumores ressecáveis com perspectivas curativas, entretanto, 1/3 dos casos poderão recorrer nos primeiros 2 anos após cirurgia. 25% dos pacientes apresentarão pelo menos um sítio de recorrência pacientes/ano irão apresentar metástase hepática. 20% destes pacientes irão a óbito exclusivamente pela presença do envolvimento exclusivo do fígado. Curr Probl Surg 1981; 18:

27 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto FDG-PET Sensibilidade de 90% Especificidade de 70% Strauss, Radiology 1989; 170: Limitado em adenocarcinoma mucinoso (baixa celularidade?) Sensibilidade cai de 92% para 58% Whiteford, Dis Colon Rectum 2000; 43:

28 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto Adulto, sexo masculino (41a) com carcinoma de cólon operado há 15 meses. Níveis de CEA subiram para 6.5 e se mantiveram por três meses. Exames de CT seqüenciais sem anormalidades Solicitado PET-CT

29 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto

30 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto

31 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto

32 Recidiva Local

33 Recidiva de Câncer de Cólon e Reto Meta-análise de 11 trabalhos clínicos 577 pacientes FDG-PET: Sensibilidade = 97% Especificidade = 76% Huebner, J Nucl Med 2000; 41:

34 Controle Terapêutico Aspectos Controversos

35 PRÉ-QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA PÓS-QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA (precoce)

36 Metástases Hepáticas PET mostrou sensibilidade de 95% e especificidade de 100%. Em comparação com ultra-som intra-operatório, PET foi capaz de detectar 38/48 das lesões intrahepáticas (80%) Clin Nucl Med Aug;27(8):550-5

37 Metástases Hepáticas AJR Am J Roentgenol Feb;178(2):353-8 CT/MR PET IUS VPP 83% 93% 87%

38 Metástases Hepáticas

39 Metástases Hepáticas

40 Metástases Hepáticas

41 Impacto Clínico

42 Impacto Clínico do PET-CT Meta-análise da literatura 349 pacientes PET mudou estadiamento em 29% (102 pacientes) Huebner, J Nucl Med 2000; 41: Revisão da literatura 915 pacientes PET modificou conduta em 32% dos pacientes Gambhir, J Nucl Med 2001 [Suppl]; 42: 9s-12s

43 Carcinoma de Mama

44 Racional Tumor não cutâneo mais freqüente em mulheres Segunda causa de morte relacionada à câncer em mulheres* /ano morrem de câncer de mama nos EUA* Maioria dos óbitos decorrente de doença metastática Câncer de mama requer tratamento local e pode requerer tratamento sistêmico, mesmo em alguns estágios precoces** *Greeslee, CA Cancer J Clin 2000; 50: 7-33 **Hortobagyi, Cancer 2000; 88:

45 Racional Grande percentual dos tumores de mama respondem a tratamento quimioterápico Quando drogas de primeira linha falham em produzir reposta, existem outras alternativas de segunda linha. Tratamentos citostáticos, como hormonioterapia, podem ser de difícil monitoração com métodos de baseiam-se em critérios morfológicos. Wakeling, Cancer Clin Res 2001; 7: Husband, Eur Radiol 1996; 6:

46 Avanços Técnicos

47 Breast PET/CT R.D. Badawi Department of Radiology Biomedical Engineering

48 Breast PET/CT Department of Radiology Biomedical Engineering

49 Validation Breast PET/CT DCE-MRI Specimen Histology C A D F E B C A D F E B C A D F E B (A) Periareola (excised from histology sample) (B) Implant capsule (C) DCIS + intra-lymphatic (D) DCIS (E) DCIS (F) Normal benign Department of Radiology Biomedical Engineering

50 Breast PET/CT Ramsey Badawi, Ph.D. (P.I.) John Boone, Ph.D. Simon Cherry, Ph.D. Rosalie Hagge, M.D. David Shelton, M.D. Bill Moses, Ph.D. (LBNL) Jinyi Qi, Ph.D. Helen Chew, M.D. Yongfen g Yang, Ph.D. Sandy Borowsky, M.D. Steve Martine z, M.D. Spencer Bowen George Burkett Abhijit Chaudhi, Ph.D. Yiba owu, Ph.D. Lin Fu Nathan Packard Karen Lindfors, M.D.

51 Estadiamento Nodal Axilar

52 Estadiamento Nodal Axilar Autor n Sensibilidade Especificidade Adler, % 66% Utech, % 75% Avril, 1996 Tumor T % 100% > T % 100% Grecco, % 86% Whall, % 80% Lovrics, % 97%

53 Estadiamento Nodal Axilar Eubank, Semin Nucl Med 2005; 35: 84-99

54 Estadiamento Nodal Axilar Limitado pelo tipo histológico Não prediz envolvimento nodal microscópico Limitado na quantificação do envolvimento nodal Resultados inferiores à técnica de biópsia de linfonodo sentinela

55 Estadiamento Nodal Axilar Pacientes com T avançado Pacientes axila palpável equívoca Triagem para LNS Estadiamento sistêmico e mamária interna? Impacto prognóstico T avançado Axila equívoca FDG-PET positivo negativo Esvaziamento axilar LNS

56 Estadiamento Nodal Axilar CT PET PET-CT

57 Estadiamento Nodal Axilar

58 Detecção de Recorrência Loco-regional e à Distância FDG-PET complementar à métodos de imagem convencionais Indicado quando há incongruência entre sinais clínicos/bioquímicos de doença em atividade e achados de imagem convencional Recorrência loco-regional Sistêmica

59 Recorrência Linfonodal Envolvimento linfonodal CT menos específico (menos sensível?) FDG-PET mais sensível e específico Sensibilidade Especificidade CT 50% 83% FDG-PET 85% 90% Eubank, J Clin Oncol 2001; 19:

60 Recorrência Local CT PET PET + CT

61 Recorrência Linfonodal

62 Recidiva Sistêmica FDG-PET mais sensível comparado com Imagem Convencional Indicações: Incongruência de achados entre parâmetros clínicos/bioquímicos e imagem convencional Achados de imagem convencional inconclusivos Sensibilidade Especificidade PET 80-97% 75-94% Kim, World J Surg 2001; 25: Siggelkow, Anticancer Res 2003; 23: Kamel, J Cancer Res Clin Oncol 2003; 129: Liu, Jpn J Clin Oncol 2002; 32: Gallowitsch, Invest Radiol 2003; 38:

63 Recidiva Sistêmica Meta-análise sistemática Artigos publicados entre estudos, 808 pacientes, 1013 lesões Sensibilidade Especificidade FDG-PET 92.7% 81.6% pooled sensibilidade= 90% (95% IC: 86.8% 93.2%) pooled falso positivo= 11% (95% IC: ) Isasi, Breast Cancer Res Treat 2005; 90:

64 Recidiva Sistêmica CT PET PET + CT

65 Impacto Clínico 50 pacientes com suspeita de recidiva* Estudo prospectivo Mudança de estádio: 36% Mudança de conduta: 58% Estudo retrospectivo (n =125 pacientes)** Mudança de estádio: 67% Mudança de plano terapêutico: 32% *Yap, J Nucl Med 2001; 42: **Eubank, Am J Roentgenol 2004; 83:

66 Monitoramento Terapêutico PRE-QT PÓS 1 0 CICLO

67 Monitoramento Terapêutico Quantificação de alvo terapêutico Receptor de estrógeno (tamoxife; letrozole) HER2 (trastuzumab [Herceptin]) Angiogênese EGFR (gefitinib [Iresa]) Fatores de angiogênese (bevacizumab [Avastin]) Identificação de fatores de resistência HER2 (hormonioterapia) P-gp (doxorrubicina, taxane, etc...) (C11-verapamil) Hipóxia (F18-flúoroimidazole) Avaliação precoce de tratamento

68 Monitoramento Terapêutico FDG-PET pré-tx FMISO pré-tx FDG-PET pós-tx

69 Monitoramento Terapêutico

70 Melanoma

71 Racional Tratamento cirúrgico eficaz para doença localizada Tratamento sistêmico pouco efetivo para doença avançada loco-regionalmente ou sistêmicamente Cirurgia profilática radical Quimioterapia intra-arterial com membro isolado Quimioterapia sistêmica Essner, Surg Clin North Am 2003; 83:

72 Racional Estadiamento deve ser acurado: Selecionar pacientes que irão se beneficiar de tratamentos mais agressivos Evitar cirurgias mutiladoras em pacientes que apresentam doença sistêmica Indicar seletivamente pacientes para tratamentos experimentais

73 PET Avaliação Primária Nodal Regional FDG-PET não detecta lesões < 7-8 mm Possibilidade de resultados falso-positivos Friedman, Semin Nucl Med 2004; 34:

74 PET Recorrência Local, Satélite e In-Transit Não há dados prospectivos ou mesmo retrospectivos em recorrência local ou metástase em trânsito Muito poucos trabalhos mostram valor da PET na detecção de recorrência satélite Possibilidade de resultados falso-positivos limita a aplicação do método Stas, Melanoma Res 2002; 12: Ackland, J Am Acad Dermatol 2000; 42:

75 FDG-PET CT PET PET + CT

76 FDG-PET vs RM

77 FDG-PET

78

79 Metástases à Distância Friedman, Semin Nucl Med 2004; 34:

80 Recorrência Sistêmica

81 Recorrência Sistêmica

82 Medula óssea (trabécula óssea à dir.) com infiltração de melanoma formando ninhos

83 LINFOMA

84 Estadiamento Sensibilidade 85-95% ; Especificidade 90-95% Mudança de estagio em até 44% e mudança de conduta em até 62% dos pacientes. Eur J Cancer 2000, 36: Ann Oncol 2000, 11: Nucl Med Commun 1998, J Nucl Med 2001, 42: 1S-93S J Nucl Med 2002, 43: Blood 2003, 102: Eur J Nucl Med Mol Imaging 2003, 30 Suppl 1: S82-8

85 Estadiamento Inicial

86 Estadiamento Inicial

87 Impacto Estadiamento Tipo Histológico Elstrom R, Blood 2003, 101: pacientes com linfoma (WHO) Diffuse largeb-cell 100% Hodgkin 98% Mantle cell 100% Folicular 98% Células T 40%

88 Estadiamento Imagem Convencional vs FDG-PET 45 pacientes com LH e LNH PET modificou corretamente o estadiamento em 16% dos pacientes. PET modificou conduta em 6/45 (13%). PET subestimou o estadiamento em 7%. Acurácia global: Métodos convencionais: 84% PET: 91% Delbeke D, Mol Imaging Biol 2002, 4:

89 Controle Terapêutico Um exame de PET positivo indica com alta probabilidade doença em atividade pós Qt. Uma exame de PET positivo nos primeiros 3 meses após radioterapia pode não necessariamente indica atividade tumoral. Um exame de PET negativo após Qt não necessariamente afasta doença microscópica (20% de recidiva*) Um exame de PET negativo 3 meses após Qt+Rt praticamente afirma ausência de doença em atividade Lavely WC, Int J Radiat Oncol Biol Phys 2003, 57:

90

91 Impacto Prognóstico Sobrevida livre de doença Pre-Qt 6 meses 12 meses 24 meses PET + PET - Becherer A, Q J Nucl Med 2003, 47: 14-21

92 Pulmão

93 EFICÁCIA Diagnostic efficacy of PET-FDG imaging in solitary pulmonary nodules. Chest 1993; 104: Sensibilidade: 95% Especificidade: 80% VPP: 90% VPN: 89%

94 EFICÁCIA Avaliação de NPS pelo FDG-PET estudos prospectivos com mais de 35 casos Autor Casos Preval Sens Esp Bury* 50 66% 100% 88% Duhaylongsod** 47 65% 100% 81% Gupta*** 61 73% 93% 87% Lowe**** 89 67% 91% 89% Pitman***** 36 58% 90% 93% *Eur Respir J 1996 **Ann Thorac Surg 1995 ***J Nucl Med 1996 ****J Clin Oncol 1998 *****Br J Radiol 2002

95 TUMOR PULMONAR

96 Impacto Terapêutico no Estadiamento Inicial Herder GJ, Thorax 2003, 58(1): pacientes com carcinoma não pequenas células PET promoveu modificação positiva do planejamento terapêutico em 50%. Cirurgia foi suspensa em 35% dos pacientes (M1)

97

98 Impacto Terapêutico Inicial e Tardio pós Quimioterapia e Radioterapia Kamel EM, J Nucl Med 2003; 44(12): pacientes (24 inicial e 20 após Rt/Qt) 12/42 (29%) FDG-PET mudou condução clínica do paciente. 08/42 (19%) modificou planejamento radioterápico pois foram detectados outros focos tumorais desconhecidos. 03/42 (7,1%) radioterapia adjuvante foi cancelada. 01/42 (2,4%) cirurgia foi indicada. 05/42 (12%) FDG-PET excluiu tumor em lesões indeterminadas detectadas pela tomografia ( downstage ).

99 Impacto Prognóstico Estadiamento pós-pet mostrou forte associação com sobrevida (p=0,004) Estadiamento pré-pet não mostrou associação com sobrevida (p=0,19) Pobre concordância entre PET e CT na avaliação da resposta terapêutica (Kappa = 0,35) Cancer 2001; 92(4):

100

101 Detecção de Tumor Residual 56 pacientes estadio IIIa-N2 tratados com Quimioterapia (40 pacientes) Quimio + Radioterapia (11 pacientes) Radioterapia (5 pacientes) VPP para doença residual na lesão primária: 98% Doença linfonodal Sensibilidade= 77% Especificidade= 57% VPP= 63% VPN= 27% Ann Thorac Surg 2002; 73:

102 Perspectivas Futuras Novos agentes moleculares: 18F-fluorothymidine (marcador de proliferação celular) Annexin V (marcador de apoptose) 18F-fluoromisonidazole (marcador de hipóxia regional) Probes nucleares (transcriptase reversa) Hematol Oncol Clin North Am 2004; 18(1):

103

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico EMENTA 1. PET/CT com FDG: Conceitos básicos 2. PET/CT-FDG no CA de Pulmão e NPS: a. Indicações aprovadas pela ANS b. Bases científicas

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

Sérgio Altino de Almeida

Sérgio Altino de Almeida Project and Uses of PET Scan LAS ANS SYMPOSIUM 2005 Sérgio Altino de Almeida Hospital Samaritano - Clínica Radiológica Luiz Felippe Mattoso Rio de Janeiro - Junho - 2005 Geração e Interpretação das Imagens

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO GUIA PET-CT TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA

Leia mais

Manejo do Nódulo Pulmonar

Manejo do Nódulo Pulmonar Manejo do Nódulo Pulmonar Bruno Hochhegger MD, PhD Médico Radiologista do Pavilhão Pereira Filho e INSCER PUC/RS Professor de Radiologia da UFCSPA e PUC/RS brunohochhegger@gmail.com Manejo do Nódulo Pulmonar

Leia mais

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS METÁSTASES HEPÁTICAS Carcinoma Metastático do Fígado METÁSTASES HEPÁTICAS Neoplasia primeira

Leia mais

RM MAMÁRIA: quando indicar?

RM MAMÁRIA: quando indicar? RM MAMÁRIA: quando indicar? Lucio De Carli Serviço de Diagnóstico por Imagem da Mama Hospital Mãe de Deus SSMD Porto Alegre/RS e-mail: luciodc@terra.com.br RM MAMÁRIA - indicações - Incoerência EF x MG

Leia mais

DETECÇÃO, DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO DO CÂNCER DE MAMA

DETECÇÃO, DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO DO CÂNCER DE MAMA RESSONÂNCIA NUCLEAR MAGNÉTICA DAS MAMAS DETECÇÃO, DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO DO CÂNCER DE MAMA A crescente experiência com a Ressonância Nuclear Magnética (RNM) vem trazendo dúvidas pertinentes quanto

Leia mais

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar?

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? ESÔFAGO ESÔFAGO - AVALIAÇÃO DO TUMOR PRIMÁRIO ULTRASSONOGRAFIA ENDOSCÓPICA É o método de escolha ESTADIAMENTO TUMORAL extensão do

Leia mais

PET- TC aplicações no Tórax

PET- TC aplicações no Tórax PET- TC aplicações no Tórax Disciplina de Pneumologia InCor- HCFMUSP Prof. Dr. Mário Terra Filho 1906 1863 Eisenberg 1992 (J. Kavakama) RxTC- Sec XIX-XX Lyons-Petrucelli 1978 Sec XIX PET- Sec XX-XXI PET

Leia mais

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Objetivo: Definir a extensão da doença: Estadiamento TNM (American Joint Committee on Cancer ). 1- Avaliação

Leia mais

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer Data: 27/11/2012 Nota Técnica 23/2012 Medicamento Material Procedimento X Cobertura Solicitante: Bruna Luísa Costa de Mendonça Assessora do Juiz da 2ª Vara Cível Numeração Única: 052512020931-3 Tema: Uso

Leia mais

29/10/09. E4- Radiologia do abdome

29/10/09. E4- Radiologia do abdome Radiologia do abdome 29/10/09 Milton Cavalcanti E4- Radiologia do abdome INTRODUÇÃO O câncer de colo uterino é uma das maiores causas de morte entre mulheres, principalmente nos países em desenvolvimento.

Leia mais

QUANDO SOLICITAR A RM DE PRÓSTATA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO? DR.PÚBLIO VIANA

QUANDO SOLICITAR A RM DE PRÓSTATA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO? DR.PÚBLIO VIANA QUANDO SOLICITAR A RM DE PRÓSTATA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO? DR.PÚBLIO VIANA RM NO CA PROSTÁTICO Estadiamento loco-regional Detecção tumoral Pesquisa de recidiva local pósprostatectomia

Leia mais

TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT)

TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT) TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT) Avaliação no Nódulo Pulmonar Solitário e no Câncer de Pulmão Carlos A. Buchpiguel Métodos Estruturais Moleculares Excelente resolução Nível estrutural e tecidual

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Protocolo de tratamento adjuvante e neoadjuvante do câncer de mama Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2009 Tratamento sistêmico adjuvante A seleção de tratamento sistêmico

Leia mais

Controle loco-regional na doença metastática

Controle loco-regional na doença metastática Câncer de pâncreas Controle loco-regional na doença metastática Fabio Kater Centro Paulista de Oncologia Hospital Nove de Julho Não tenho conflitos de interesse FIGURE 1 Ten Leading Cancer Types for the

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CANCEROLOGIA 21. O melhor esquema terapêutico para pacientes com neoplasia maligna de bexiga, os quais são clinicamente inelegíveis para cirurgia radical, é: a) Ressecção

Leia mais

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde. Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde. Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso do PET Scan no diagnóstico, e r do câncer de pulmão pequenas células

Leia mais

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante.

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante. Estudo de sobrevida de mulheres com câncer de mama não metastático tico submetidas à quimioterapia adjuvante Maximiliano Ribeiro Guerra Jane Rocha Duarte Cintra Maria Teresa Bustamante Teixeira Vírgilio

Leia mais

PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014

PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014 PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014 21/08 QUINTA-FEIRA 7:50 8:00 Abertura 8:00 9:30 Mesa Redonda: CEC de Esôfago 8:00 8:15 Ferramentas de estadiamento na neoplasia esofágica. É possível individualizar

Leia mais

TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT)

TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT) TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET/CT) Avaliação nas Neoplasias do Aparelho Digestivo Esôfago, Pâncreas e GIST Carlos A. Buchpiguel Racional para Imagem Oncológica Detecção de lesão Caracterização

Leia mais

Câncer de Testículo Não Seminomatoso

Câncer de Testículo Não Seminomatoso Câncer de Testículo Não Seminomatoso Estágio Clínico II Estado da Arte Fabio Kater Centro Paulista de Oncologia / Hospital Nove de Julho Introdução Incidência maior que no começo do século passado Idade

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

Estadiamento e Follow Up em Melanoma. Rafael Aron Schmerling

Estadiamento e Follow Up em Melanoma. Rafael Aron Schmerling Estadiamento e Follow Up em Melanoma Rafael Aron Schmerling Estadiamento AJCC/TNM - 2009 T0 - Sem evidência do tumor primário (desconhecido) Tis - Melanoma in situ T1 < 1 mm T1a - sem ulceração/mitose

Leia mais

Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário

Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário VIII Congresso de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário Universidade do Estado do Rio de Janeiro Faculdade de Ciências Médicas Hospital Universitário

Leia mais

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015 Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas

Leia mais

Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal

Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal Metastatis (grego) Transferência, mudança de lugar Disseminação da doença Sinal de doença avançada Qual a via preferencial de metástase

Leia mais

TUMORES NEUROENDÓCRINOS

TUMORES NEUROENDÓCRINOS TUMORES NEUROENDÓCRINOS MEDICINA NUCLEAR Inês Lucena Sampaio Serviço de Medicina Nuclear do IPO-Porto TNE: DEFINIÇÃO The North American Neuroendocrine Tumor Society (NANETS) (NANETS Guidelines, The Pathologic

Leia mais

Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira

Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira METÁSTASES CEREBRAIS INTRODUÇÃO O SIMPLES DIAGNÓSTICO DE METÁSTASE CEREBRAL JÁ PREDIZ UM POBRE PROGNÓSTICO.

Leia mais

Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático. Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009

Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático. Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático O tratamento de pacientes com câncer de mama metastático

Leia mais

Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país

Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país José Soares Junior Presidente da SBBMN (Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular)

Leia mais

GABARITO DE CIRURGIA GERAL

GABARITO DE CIRURGIA GERAL GABARITO DE CIRURGIA GERAL QUESTÃO 1 Paciente com febre, tosse e escarro purulento bastante fétido, apresenta os exames abaixo. Qual é a conduta mais adequada? A. Antibioticoterapia e fisioterapia. B.

Leia mais

Recife, Junho de 2011

Recife, Junho de 2011 Recife, Junho de 2011 Mário Reis Álvares-da-Silva Professor Adjunto-Doutor de Hepatologia Universidade Federal do Rio Grande do Sul Hospital de Clínicas de Porto Alegre mras@terra.com.br Declaração de

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado?

Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado? Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado? Sílvia Marçal Benício de Mello Med Imagem Hospitais São José e São Joaquim Beneficência Portuguesa de São Paulo

Leia mais

WDS, masculino, 57 anos

WDS, masculino, 57 anos Módulo: Câncer de Pulmão Não-Pequenas Células Metastático Caso 1 WDS, masculino, 57 anos FEV/2010: Dor lombar e em quadril E; ausência de tosse com hemoptise; sem sintomas neurológicos Cintilografia óssea:

Leia mais

ATUALIZAÇÃO NO TRATAMENTO DO CARCINOMA INFLAMATÓRIO

ATUALIZAÇÃO NO TRATAMENTO DO CARCINOMA INFLAMATÓRIO São Paulo, 27-29 Novembro 2008. IV JORNADA PAULISTA DE MASTOLOGIA ATUALIZAÇÃO NO TRATAMENTO DO CARCINOMA INFLAMATÓRIO EDUARDO MILLEN HSPE-SP- IAMSPE/ EPM UNIFESP HOSPITAL VITA VOLTA REDONDA- RJ ATUALIZAÇÃO

Leia mais

LETÍCIA RIGO Médica Nuclear letirigo3@hotmail.com

LETÍCIA RIGO Médica Nuclear letirigo3@hotmail.com LETÍCIA RIGO Médica Nuclear letirigo3@hotmail.com Câncer de mama caracteristicamente apresenta captação variável pelo FDG, em relação a outras malignidades. EfeitoWarburg Regulaçãodo metabolismoda glicose

Leia mais

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil.

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. F-FDG PET/CT AS A PREDICTOR OF INVASIVENESS IN PENILE CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY André Salazar e Marcelo Mamede Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. 2014 CÂNCER

Leia mais

Carcinoma de tireóide ide na infância

Carcinoma de tireóide ide na infância Carcinoma de tireóide ide na infância Dra. Rossana Corbo INCa/UFRJ 2006 Incidência: 5 casos/milhão /ano EUA (1973 1977) crianças as com idade inferior a 20 anos Apresentação clinica: predomínio em meninas

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

Casos Clínicos: câncer de mama

Casos Clínicos: câncer de mama Casos Clínicos: câncer de mama Coordenador: Eder Babygton Alves Clinirad Curitiba PR Comentários: Dr. Alvaro Martinez Oakland University William Beaumont School of Medicine Dr. Robert Kuske MD Scottsdale

Leia mais

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Caso 1 Paciente fumante crônico, 61 anos, bom estado geral. Diagnosticado tumor de LSD de 3,7 cm,

Leia mais

Humberto Brito R3 CCP

Humberto Brito R3 CCP Humberto Brito R3 CCP ABSTRACT INTRODUÇÃO Nódulos tireoideanos são achados comuns e raramente são malignos(5-15%) Nódulos 1cm geralmente exigem investigação A principal ferramenta é a citologia (PAAF)

Leia mais

S R E V R I V Ç I O D E E C IR I URGIA I A T O T RÁCIC I A

S R E V R I V Ç I O D E E C IR I URGIA I A T O T RÁCIC I A Neoadjuvância Julio Espinel R2 CIT Cristiano Feijó Andrade Outubro 2009 Importância Estadiamento linfonodal Unificar para discutir e poder propor modificações; Selecionar tratamento multimodais; Discordâncias

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID Módulo: Câncer de Pulmão de Pequenas Células Caso 1 MRC, femin, 70 anos Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID CT de Torax: nodulo 28 2,8 x 1,9 19 cm junto à pleura base

Leia mais

04/06/2012 OBJETIVOS. Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA

04/06/2012 OBJETIVOS. Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA Mauro Zamboni, MD, FCCP, MSc Pneumologista, Coordenador do Grupo de Oncologia Torácica

Leia mais

O que é câncer de mama?

O que é câncer de mama? Câncer de Mama O que é câncer de mama? O câncer de mama é a doença em que as células normais da mama começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e deixando de morrer, formando uma massa de células

Leia mais

HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA

HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA HISTÓRIA NATURAL DOS TIPOS RAROS DE CÂNCER DE MAMA Carcinomas Profª. Dra. Maria do Carmo Assunção Carcinoma tipo basal Grau 3 CK14 & CK5 = Positivo P63 pode ser positivo (mioepitelial) Triplo negativo

Leia mais

13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE FERRAMENTAS PARA A PESQUISA EM CÂNCER DE MAMA

13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE FERRAMENTAS PARA A PESQUISA EM CÂNCER DE MAMA 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Declaro não haver nenhum conflito de interesse

Declaro não haver nenhum conflito de interesse Declaro não haver nenhum conflito de interesse Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Serviços de Mastologia e Ultrassonografia Avaliação pelo Ultrassom Doppler da

Leia mais

Seminário Metástases Pulmonares

Seminário Metástases Pulmonares Seminário Metástases Pulmonares Tatiane Cardoso Motta 09/02/2011 CASO CLÍNICO Paciente do sexo feminino, 52 anos, refere que realizou RX de tórax de rotina que evidenciou nódulos pulmonares bilaterais.

Leia mais

Caso Clínico para Site SBM

Caso Clínico para Site SBM Caso Clínico para Site SBM 18/03/13 Primeira consulta Paciente 35 anos Feminino Parda Casada Brasileira Natural de Pacatuba-CE Queixa Principal: Nódulo doloroso em MAMA DIREITA há 2 meses. Refere Ultrasonografia

Leia mais

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.;

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; VALOR DO 99m Tc-SESTAMIBI EM PACIENTES COM MELANOMA MALIGNO Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; Braga, Helton M.; Moraes, Renata F.; Rezende,Marta O.;

Leia mais

Tema: Tratamento da Doença Leptomeníngea

Tema: Tratamento da Doença Leptomeníngea Módulo: Doença Metastática para Sistema Nervoso central Bloco: Manejo das Lesões Múltiplas Tema: Tratamento da Doença Leptomeníngea Aknar Calabrich Oncologia Clínica Em 1 ano... Pubmed 67 artigos (nenhum

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte

Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte Quem é a paciente com mutação BRCA1/2? Ansiedade Penetrância dos genes BRCA1 e BRCA 2 até os 70 anos Meta-análise

Leia mais

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Nódulo: - Pcp manifestação clínica das dçs da tireóide - 5% das mulheres e 1% dos

Leia mais

nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Laboratório de apoio e terceirização de exames

nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Laboratório de apoio e terceirização de exames nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Substâncias encontradas em tumores, sangue, urina, líquor ou tecidos, os marcadores tumorais são importantes na identificação de neoplasias. Dependendo

Leia mais

4 Encontro de Enfermagem Ginecológica do Estado do Rio de Janeiro

4 Encontro de Enfermagem Ginecológica do Estado do Rio de Janeiro 4 Encontro de Enfermagem Ginecológica do Estado do Rio de Janeiro Afecções Oncológicas nas Mamas Enfª Giselle G. Borges Epidemiologia (BRASIL, 2012) Anatomia da mama (estruturas) Linfonodos Fisiologia

Leia mais

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital São José São SoPaulo uo Caso 1 Paciente com 70 anos, fumante crônico 20 cig/d/42 anos,,p parou há 11 anos, tosse há 3 meses Rx de tórax: massa em LIE

Leia mais

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Capacitação ACS /FEMAMA 2012 Eduardo Cronemberger Oncologia em 120 anos Willian Halsted Aqui está minha sequencia! Mastectomia

Leia mais

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE Hospital Municipal Cardoso Fontes Serviço de Cirurgia Geral Chefe do serviço: Dr. Nelson Medina Coeli Expositor: Dra. Ana Carolina Assaf 16/09/04 René Lambert DEFINIÇÃO Carcinoma

Leia mais

Câncer do pâncreas. Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA

Câncer do pâncreas. Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Câncer do pâncreas Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Diagnóstico A tomografia helicoidal com dupla fase é o melhor exame de imagem para diagnosticar e estadiar uma suspeita de carcinoma

Leia mais

O que é o câncer de mama?

O que é o câncer de mama? O que é o câncer de mama? As células do corpo normalmente se dividem de forma controlada. Novas células são formadas para substituir células velhas ou que sofreram danos. No entanto, às vezes, quando células

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

Estadiamento do Mediastino

Estadiamento do Mediastino III Simpósio Internacional de Câncer de Pulmão Estadiamento do Mediastino PET CT vs. Mediastinoscopia vs. EBUS Fabio José Haddad Cirurgia Torácica Broncoscopia III Simpósio Internacional de Câncer de Pulmão

Leia mais

CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias. Rossano Araújo

CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias. Rossano Araújo CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias Rossano Araújo Papiro do Edwin Smith (Egito, 3.000-2.500 A.C.) Papiro Edwin Smith (Egito, 3000 2500 A.C.) Tumores Protuberantes da Mama Se você

Leia mais

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso do PET Scan no diagnóstico de nódulo pulmonar solitário Canoas, junho

Leia mais

CIRURGIA CITORREDUTORA E NO TRATAMENTO DA CARCINOMATOSE PERITONEAL. Ademar Lopes

CIRURGIA CITORREDUTORA E NO TRATAMENTO DA CARCINOMATOSE PERITONEAL. Ademar Lopes CIRURGIA CITORREDUTORA E QUIMIOTERAPIA INTRAPERITONEAL HIPERTÉRMICA NO TRATAMENTO DA CARCINOMATOSE PERITONEAL Ademar Lopes CÂNCER COLORRETAL SOB mediana em doença avançada versus tratamento sistêmico Meyerhardt

Leia mais

Quimioterapia de Conversão no Câncer Colorretal: Qual a melhor estratégia?

Quimioterapia de Conversão no Câncer Colorretal: Qual a melhor estratégia? Quimioterapia de Conversão no Câncer Colorretal: Qual a melhor estratégia? Marcelo R. S. Cruz Oncologia Clínica Hospital São José Beneficência Protuguesa de São Paulo Invetigador Principal: Lilly, Roche

Leia mais

Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar

Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar Definição Nódulo pulmonar é uma estrutura circular de margens definidas, de 2 a 30 mm de diâmetro. Micronódulo menos de

Leia mais

QUANDO PEDIR SEGUNDA OPINIÃO OU REPETIR IHQ? QUAL O MÍNIMO DE INFORMAÇÕES QUE O ONCOLOGISTA DEVE DEMANDAR? Dr. Carlos E. Bacchi Patologia 1

QUANDO PEDIR SEGUNDA OPINIÃO OU REPETIR IHQ? QUAL O MÍNIMO DE INFORMAÇÕES QUE O ONCOLOGISTA DEVE DEMANDAR? Dr. Carlos E. Bacchi Patologia 1 QUANDO PEDIR SEGUNDA OPINIÃO OU REPETIR IHQ? QUAL O MÍNIMO DE INFORMAÇÕES QUE O ONCOLOGISTA DEVE DEMANDAR? Dr. Carlos E. Bacchi Patologia 1 QUANDO PEDIR SEGUNDA Dr. Ira Bleiweiss of Mount Sinai OPINIÃO

Leia mais

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama Cancro da Mama O Cancro da Mama é um tumor maligno que se desenvolve nas células do tecido mamário. Um tumor maligno consiste num grupo de células alteradas (neoplásicas) que pode invadir os tecidos vizinhos

Leia mais

Estadiamento dos Tumores do Tubo Digestivo

Estadiamento dos Tumores do Tubo Digestivo Liga Acadêmica de Gastro-Cirurgia - 2010 Estadiamento dos Tumores do Tubo Digestivo Giuseppe D Ippolito EPM DDI Setor do Abdome Hospital São Luiz scoposl@uol.com.br Câncer do Esôfago, Estômago e Cólon

Leia mais

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO COMPLICAÇÕES EM ESVAZIAMENTO CERVICAL UBIRANEI O. SILVA INTRODUÇÃO Incidência melanoma cutâneo: 10% a 25% Comportamento

Leia mais

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Journal Club 23/06/2010 Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Introdução O câncer gástrico é a mais freqüente das neoplasias malignas do aparelho digestivo e ocupa o segundo

Leia mais

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou?

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Ilka Lopes Santoro EPM - Unifesp Conflito de Interesse Nada a declarar For myself I am an optimist it does not seem to be much use being anything else. Sir Winston

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA

ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA Pinheiro, A.C ¹, Aquino, R. G. F. ¹, Pinheiro, L.G.P. ¹, Oliveira, A. L. de S. ¹, Feitosa,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Câncer da Tireóide Maia Filho Revisão da Anatomia REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO

Leia mais

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952.

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952. 1 SPCC - Hospital São Marcos Clínica de Ginecologia e Mastologia UICC União Internacional Contra o Câncer - TNM 6ª edição ESTADIAMENTO DOS TUMORES DE MAMA HISTÓRIA DO TNM O sistema TNM para a classificação

Leia mais

História natural de carcinoma lobular x ductal

História natural de carcinoma lobular x ductal Filomena Marino Carvalho filomena@usp.br História natural de carcinoma lobular x ductal 1 Classificaçãohistológicados tumores de mama Carcinoma invasivo de tipo não especial (ductal invasivo) Subtipos

Leia mais

Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT)

Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Biociências Departamento de Biofísica Biofísica Biomédica III BIO10016 Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) Franciele Giongo e Luíza Fortes

Leia mais

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR os Dez Mandamentos CNAP / SBPT São Paulo, 2013 L u iz F elip e N o b re luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR Def. Opacidade relativamente esférica com diâmetro

Leia mais

vulva 0,9% ovário 5,1%

vulva 0,9% ovário 5,1% endométrio 12,3% ovário 5,1% vulva 0,9% colo uterino 13,3% câncer de mama 68,4% Maior incidência nas mulheres acima de 60 anos ( 75% ) Em 90% das mulheres o primeiro sintoma é o sangramento vaginal pós-menopausa

Leia mais

F-FDG PET/CT no câncer de reto: visão do oncologista clínico

F-FDG PET/CT no câncer de reto: visão do oncologista clínico 168 de Castro et al. Artigo Original O uso de F-FDG PET/CT no câncer de reto: visão do oncologista clínico The use of F-FDG PET/CT in rectal cancer: vision of clinical oncologist Ana Carolina Guimarães

Leia mais

NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão?

NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão? NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão? Vladmir Cláudio Cordeiro de Lima, MD, PhD Hospital A.C. Camargo São Paulo - Brasil Rastreamento do Câncer de Pulmão Fonte: World Health Organization.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Adenocarcinoma de Pâncreas Bruno Sérgio de Souza Bernardes Sólidos: Tumores do Pâncreas Classificação

Leia mais

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Gustavo Rêgo Coêlho (TCBC) Serviço de Cirurgia e Transplante de Fígado Hospital das Clínicas - UFC Tumores Cís+cos do Pâncreas Poucos tópicos

Leia mais

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P.

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. De Oliveira,J.V.C¹; SILVA, M.T.B¹; NEGRETTI, Fábio². ¹Acadêmicas do curso de Medicina da UNIOESTE. ²Professor de Anatomia e Fisiologia Patológica da UNIOESTE.

Leia mais

Estadiamento Mediastinal

Estadiamento Mediastinal Estado da Arte Métodos Resultados Paulo F. Guerreiro Cardoso Disciplina de Cirurgia Torácica, Centro de Via Aérea Instituto do Coração (InCor) - Hospital das Clínicas 1 Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Diretrizes Assistenciais Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe NOTA TÉCNICA 19 2013 Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe Incorporado no SUS para tratamento de câncer de mama HER2 positivo, em fase inicial ou localmente avançado. CONASS, julho de 2013 1 Considerações

Leia mais

Qual é a função dos pulmões?

Qual é a função dos pulmões? Câncer de Pulmão Qual é a função dos pulmões? Os pulmões são constituídos por cinco lobos, três no pulmão direito e dois no esquerdo. Quando a pessoa inala o ar, os pulmões absorvem o oxigênio, que é levado

Leia mais

Estamos prontos para guiar o tratamento com base no status do HPV?

Estamos prontos para guiar o tratamento com base no status do HPV? Controvérsias no Tratamento de Câncer de Cabeça e Pescoço Localmente Avançado Estamos prontos para guiar o tratamento com base no status do HPV? Igor A. Protzner Morbeck, MD, MSc Oncologista Clínico Onco-Vida,

Leia mais