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1 Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo: Análise dos dados e indicadores de qualidade 1. Análise dos dados (jan ( janeiro eiro/2000 a setembro/201 /2015) Apresenta-se aqui uma visão global sobre a base de dados estadual do Registro Hospitalar de Câncer (RHC), tendo como referência os casos de câncer (analíticos e não analíticos) diagnosticados desde janeiro de 2000 e enviados à FOSP até setembro de A sistemática estabelecida prevê o envio trimestral de dados, desde a implantação do RHC, em Atualmente, 77 Registros Hospitalares de Câncer estão ativos e alimentam trimestralmente a base estadual de dados sobre câncer. Deste conjunto, 72 fazem parte de instituições habilitadas na Rede de Atenção Oncológica do SUS-SP e os outros cinco são de instituições com adesão voluntária. O RHC tem como objetivo o cadastramento dos casos analíticos e não analíticos de câncer atendidos nos hospitais do estado de São Paulo. É importante salientar que os números referentes ao RHC não refletem o total de casos novos de câncer diagnosticados entre os residentes no estado, não se prestando desta forma para o cálculo das taxas de incidência de câncer. Os casos definidos como analíticos, objeto principal do RHC, referem-se aos pacientes que chegam aos hospitais, já tendo o diagnóstico de câncer ou não, sem tratamento prévio para a doença. Entre janeiro/2000 e setembro/2015 foram registrados casos analíticos (Tabela 1). Do total de casos analíticos, a maioria dos pacientes (66,1%) chegou aos hospitais sem diagnóstico anterior de câncer. Os não analíticos totalizaram casos de câncer. São aqueles pacientes que chegaram aos hospitais com tratamento oncológico já iniciado em outra instituição. 1

2 Tabela 1. Número de casos analíticos de câncer segundo ano de diagnóstico. Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/2015. de diagnóstico Número de casos analíticos * * * Total * com registro de casos em andamento. Nota-se que o número de casos registrados nos anos de 2013, 2014 e 2015 é menor do que o apresentado nos anos anteriores. Entretanto, isto não significa que o número de casos de câncer está diminuindo. Esta diferença se dá pelo fato de haver uma espera de pelo menos um ano para inclusão do caso na base de dados, sendo este o tempo estabelecido para que se possa obter um maior número de informações sobre o tumor, o tratamento realizado e a evolução do paciente. A distribuição proporcional dos tumores entre homens e mulheres ocorreu de forma semelhante, com cerca de 50% em cada sexo. Como esperado, a frequência da doença aumenta com a idade e maiores proporções foram observadas entre idosos (Figura 1). 2

3 Figura 1. Distribuição proporcional de neoplasias registradas* segundo sexo e faixa etária, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/ % a 9 10 a a a a a a e + Em anos Masculino Feminino * As neoplasias que devem ser registradas são as de comportamento incerto (/1), in situ (/2) e maligno (/3). A média e a mediana da idade no sexo masculino foram, respectivamente, de 61,4 e 64,0 anos; idades menores foram observadas no sexo feminino, respectivamente, de 57,7 e 59,0 anos. A grande maioria dos casos registrados refere-se a indivíduos residentes no estado de São Paulo (92,6%). Os tumores infantis, aqui definidos como aqueles diagnosticados em menores de 19 anos, representaram 2,7% dos casos registrados no período analisado. A distribuição dos casos segundo tipo de câncer mais frequente e sexo é mostrada na figura a seguir (Figura 2). 3

4 Figura 2. Tipos de câncer mais freqüentes 1 em homens e mulheres, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/ º Mama (C50) 35,5% 2º Cólon e reto (C18-C20) 9,0% 3º Colo do útero - tipo invasivo 2 (C53) 7,7% 4º Pulmão (C34) 4,6% 5º Tireoide (C73) 3,9% 6º Corpo uterino (C54) 3,7% 7º Estômago (C16) 3,7% 8º Ovário (C56) 3,2% 9º Leucemias (C42 e morfologias ) 2,6% 1º Próstata (C61) 26,0% 2º Cólon e reto (C18-C20) 9,0% 3º Boca e orofaringe (C01-C06, C09-C10, C14) 8,0% 4º Pulmão (C34) 8,0% 5º Estômago (C16) 6,8% 6º Esôfago (C15) 4,4% 7º Laringe (C32) 4,0% 8º Bexiga (C67) 3,4% 9º Leucemias (C42 e morfologias ) 3,1% 10º Linfomas nodais 2,3% (C77 e morfologias ) 10º Linfomas nodais 2,6% (C77 e morfologias ) 1 - Excluídas as neoplasias de pele: epiteliais (SOE), de células escamosas e as basocelulares. 2 - Comportamento /3 No sexo feminino, os tumores de mama, de cólon/reto e de colo uterino (com comportamento invasivo) foram os mais frequentes, representando pouco mais da metade dos casos registrados. No sexo masculino, observou-se um predomínio do câncer de próstata, seguido pelos cânceres de cólon/reto e de pulmão (Figura 2). Outra informação fundamental é o estádio clínico do tumor no momento do diagnóstico. Esta classificação auxilia o médico no planejamento terapêutico e na avaliação do tratamento proposto, além de servir para a predição do prognóstico. Na análise dos dados segundo estadiamento (Figura 3) foram excluídos os casos informados como X (casos nos quais não é possível realizar o estadiamento ou sem informação) e Y (tipo de câncer em que não se aplica a classificação de tumores malignos TNM). O grupo X representou 4,7% de todos os casos que chegaram às instituições sem tratamento prévio. Na análise dos dados observou-se que, no momento do diagnóstico da doença, 62,3% dos casos registrados apresentaram-se em estádios iniciais (0, I ou II), enquanto que 37,7% encontravam-se nos estádios III ou IV (Figura 3). 4

5 Figura 3. Distribuição proporcional (%) das neoplasias segundo estádio clínico. Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/ ,9% 20,2% 32,8% 17,4% 23,6% 0 I II III IV Periodicamente, a partir desta mesma base de dados, são elaboradas análises mais detalhadas enfocando algum tipo particular de câncer. Clique aqui para acessar. 2. Indicadores de qualidade e de acesso ao diagnóstico e tratamento (2000 a 2012) 1 O controle da qualidade das informações do RHC é realizado através do cálculo de alguns indicadores. A análise periódica deste conjunto permite o conhecimento de aspectos positivos e, também, dos aspectos passíveis de intervenção e melhorias. Para fins de comparação, são utilizadas recomendações nacionais e internacionais do Instituto Nacional do Câncer e da Canadian Cancer Surveillance (Tabela 2). 1 Banco de dados referente a setembro de 2015; selecionados os casos analíticos, com data de diagnóstico entre 2000/

6 Tabela 2. Indicadores de qualidade dos dados e de acesso a diagnóstico/tratamento do Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, no período 2000/2012 e respectivos valores recomendados. Indicadores RHC/FOSP Recomendação a 1- Proporção de casos com confirmação microscópica 98,2% 95,0% 2- Proporção de casos sem estadiamento (código X ) 4,8% < 10,0% 3- Proporção de casos codificados como neoplasia maligna, SOE (morfologia 8000/1-8000/3) 4- Proporção de casos codificados como localização primária desconhecida (topografia C80.9) 5- Proporção de casos codificados como outras localizações e localizações mal definidas (topografia C76) 6- Intervalo mediano de tempo entre a data da 1ª consulta e a data do diagnóstico b, para os casos que chegaram sem diagnóstico e sem tratamento 1,0% < 3,0% 1,6% < 2,5% 0,5% < 2,5% 13 dias < 60 dias 7- Intervalo mediano de tempo entre a data do diagnóstico e a data de início do tratamento c para os casos analíticos de câncer (segundo condição de chegada nos hospitais): - Sem diagnóstico 11 dias < 30 dias - Com diagnóstico 68 dias - - Todos (sem/com diagnóstico) 36 dias - a- Instituto Nacional do Câncer (INCA)/ Canadian Cancer Surveillance b- Casos sem diagnóstico e sem tratamento anterior c- Casos sem/com diagnóstico e sem tratamento anterior, excluídos os casos de câncer de pele (C44) com morfologias entre 8010/1 e 8110/3 (neoplasias epiteliais - SOE, de células escamosas e neoplasias basocelulares), além dos pacientes que não realizaram tratamento oncológico. Elevados percentuais de confirmação microscópica dos tumores foram observados, com pequena variação ao longo do período 2000/2012 (Figura 4). Observando-se os casos sem informação sobre estadiamento (código X ), nota-se que no ano 2000 não houve o registro da informação sobre estádio clínico ao diagnóstico em 7,6% dos casos. Em 2012, este percentual foi reduzido a 4,4% (Figura 5). Também é importante destacar os baixos percentuais de casos registrados com topografia C76, com morfologia não especificada (8000/1 e 8000/3) e com localização primária desconhecida (C80.9)(Figuras 6, 7 e 8). 6

7 Figura 4. Proporção de casos com confirmação microscópica do tumor maligno, segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a ,6 98,6 98,3 98,6 98,5 98,1 97,8 97,9 98,3 98,5 98,3 97,5 97, % Confirmação microscópica Figura 5. 5 Proporção de casos sem informação sobre o estádio clínico (código X ), segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a ,6 7,1 % 6 4 5,0 4,5 4,7 3,3 3,8 4,3 5,4 4,1 4,1 5,1 4,4 2 0 Estádio clínico não informado ("X") 7

8 Figura 6. 6 Proporção de casos codificados como localizações mal definidas (C76), segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a ,5 2 % 1,5 1 0,5 0,4 0,6 0,5 0,5 0,5 0,4 0,5 0,5 0,6 0,4 0,5 0,4 0,4 0 Outras localizações e localizações mal definidas (C76) Figura 7. Proporção de casos codificados como Neoplasia Maligna - sem outra especificação (SOE), segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a ,5 2 % 1,5 1 0,9 0,8 0,8 0,9 1,2 1,2 1,1 1,1 1,1 1,1 1,0 1,0 1,0 0,5 0 Neoplasia maligna, SOE (8000/1-8000/3) 8

9 Figura 8. 8 Proporção de casos codificados como localização primária desconhecida (C80.9), segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a ,5 2,0 1,5 1,9 2,0 2,0 1,7 1,8 1,6 1,6 1,4 1,5 1,3 1,5 1,4 1,6 % 1,0 0,5 0,0 Localização primária desconhecida (C80.9) Para avaliar a qualidade do atendimento prestado nas instituições hospitalares é importante considerar dois intervalos de tempo que irão refletir a rapidez com que é feito o diagnóstico (tempo transcorrido entre a data da primeira consulta e a data de diagnóstico) e o tempo decorrido até que seja iniciado o tratamento (intervalo de tempo entre o diagnóstico e início do tratamento). A importância de se conhecer e analisar estes intervalos de tempo está no fato de serem fatores que podem interferir no prognóstico do paciente e indicar aspectos relacionados à qualidade do atendimento oncológico prestado. Considerando apenas os pacientes que chegaram aos hospitais sem diagnóstico e sem tratamento prévio, a mediana do intervalo de tempo entre a primeira consulta e o diagnóstico definitivo do câncer variou entre 8 e 15 dias nos anos de 2000 a Estes valores permaneceram dentro do intervalo de tempo preconizado (inferior a 60 dias) (Figura 9). 9

10 Figura 9. Intervalo mediano de tempo (número de dias) entre a data da primeira consulta relacionada ao tumor registrado e a data do diagnóstico * segundo ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a nº de dias ,0 10,0 10,0 12,0 13,0 14,0 14,0 15,0 14,0 14,0 15,0 14,0 15,0 4 0 Mediana entre a data da primeira consulta e a data do diagnóstico * Casos sem diagnóstico e sem tratamento anterior. Entre 2000 e 2012, no que se refere ao tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento oncológico, os valores medianos variaram entre 8 e 19 dias para aqueles pacientes que chegaram aos hospitais sem diagnóstico de câncer (tempos inferiores à recomendação de 30 dias). Para os pacientes que já chegaram com diagnóstico prévio, o intervalo de tempo para início do tratamento foi de 48 a 85 dias. Para ambos os conjuntos de pacientes, ou seja, os que chegaram sem ou com diagnóstico, o intervalo mediano de tempo variou entre 24 a 50 dias (Figura 10). 10

11 Figura 10. Intervalo mediano de tempo (número de dias) entre a data do diagnóstico e data do início do tratamento * segundo condição de chegada nos hospitais e ano de diagnóstico, Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, 2000 a nº de dias ,0 77,0 72,0 68,0 65,0 62,0 57,0 54,0 51,0 52,0 48,0 43,0 44,0 39,0 32,0 34,0 35,0 24,0 26,0 27,0 28,0 29,0 10,0 10,0 9,0 8,0 7,0 9,0 10,0 11,0 13,0 13,0 12,0 82,0 85,0 49,0 50,0 16,0 20,0 0 Sem diagnóstico Com diagnóstico Todos (sem/com diagnóstico) * Casos sem tratamento anterior, excluídos os casos de câncer de pele (C44) com morfologias entre 8010/1 e 8110/3 (neoplasias epiteliais - SOE, de células escamosas e neoplasias basocelulares), além dos pacientes que não realizaram tratamento oncológico. 3. Análise dos dados segundo atendimento na Rede de Atenção especializada em Oncologia no Estado de São Paulo (casos analíticos de câncer - janeiro/2000 a setembro/201 /2015) De acordo com a Portaria SAS/MS nº 140, de 27 de fevereiro de 2014, os estabelecimentos de saúde habilitados na Rede de Atenção Oncológica do estado de São Paulo devem, obrigatoriamente, manter um Registro Hospitalar de Câncer em funcionamento. Dos 77 Registros Hospitalares de Câncer ativos no RHC/FOSP, 72 fazem parte da Rede de Oncologia de São Paulo e outros cinco funcionam em hospitais particulares ou filantrópicos. Entre os prestadores da Atenção Especializada em Oncologia, a maior parte dos casos analíticos de câncer registrados (60,1%) foi atendida em Centros de Assistência Especializada em Oncologia (CACON) (Tabela 3). Esta categoria de estabelecimentos de saúde deve disponibilizar consultas e exames para acompanhamento, diagnóstico diferencial e definitivo de câncer e tratamento por cirurgia, radioterapia, oncologia clínica e cuidados paliativos relativamente a todos 11

12 os tipos de câncer, incluindo os hematológicos, podendo ou não realizar atendimento especializado em oncologia para crianças e adolescentes (Portaria SAS/MS n. 140 de 27/02/2014). Tabela 3. 3 Número e proporção de casos analíticos de câncer 1 segundo categoria de prestador da atenção especializada em oncologia do estado de São Paulo e hospitais com adesão voluntária. Registro Hospitalar de Câncer do estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/2015. Categoria de prestador N. % CACON (14 RHC) ,1 UNACON (49 RHC) ,3 Voluntários 2 (5 RHC) ,8 UNACON exclusiva de Oncologia Pediátrica (5 RHC) ,2 Hospital Geral com habilitação para cirurgia oncológica (4 RHC) ,6 Total 100,0 Total 1- Excluindo-se aqueles casos de câncer atendidos em hospitais inativos no RHC/FOSP 2 - Hospitais particulares ou filantrópicos com adesão voluntária ao RHC/FOSP As Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) atenderam 35,3% do total de registros, isto é, casos analíticos de câncer (Tabela 3). Estas unidades devem prover os mesmos recursos especializados em Oncologia proporcionados pelos CACON, à exceção do fato de oferecerem serviços relativos somente aos cânceres mais frequentes na população brasileira. Podem possuir Serviço de Radioterapia ou não e, na inexistência destes, é obrigatório o encaminhamento dos pacientes para realização desta modalidade terapêutica em outra instituição. Podem ainda contar com Serviço de Hematologia e com Serviço de Oncologia Pediátrica ou serem habilitados exclusivamente para atendimento em Hematologia ou Oncologia Pediátrica (Portaria SAS/MS n. 140 de 27/02/2014). Os estabelecimentos credenciados para atendimento exclusivo em Oncologia Pediátrica registraram casos analíticos (1,2% do total registros) (Tabela 3). Os Hospitais Gerais com habilitação para Cirurgia Oncológica são aqueles credenciados para a realização do tratamento cirúrgico dos cânceres mais frequentes em adultos na população brasileira, além de serem responsáveis pela assistência das pessoas em tratamento oncológico matriculadas por ele, no caso de intercorrências (Portaria SAS/MS n. 140 de 27/02/2014). Neste conjunto de hospitais, houve atendimento de casos analíticos de câncer (0,6%) (Tabela 3). Para esta categoria de prestador, não existe a obrigatoriedade de manter em funcionamento um Registro Hospitalar de Câncer; no entanto, estes estabelecimentos integram a Rede de Oncologia. 12

13 Por este motivo, na presente análise, os Hospitais Gerais não estão classificados como instituições voluntárias. Dos seis hospitais habilitados como tal, quatro aderiram ao RHC/FOSP. Os hospitais com adesão voluntária são aqueles particulares ou filantrópicos que não possuem obrigatoriedade de manutenção de um Registro Hospitalar de Câncer na instituição, contudo, manifestaram interesse em sua criação e manutenção. Desta forma, a operacionalização da rotina de preenchimento e envio de dados ocorre da mesma maneira que nos demais hospitais. Neste grupo houve atendimento de 2,8% do total de casos analíticos de câncer ( casos) registrados (Tabela 3). 13

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