DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

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1 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas. 1 DANIELLE G. BARBOSA (GRADUANDA EM ENFERMAGEM - 2 GABRIELLE DUTRA (GRADUANDA EM ENFERMAGEM- UNESC) 3 SIMONE SILVA SOUSA (GRADUANDA EM ENFERMAGEM UNESC) 4 TATIANNE E. DOS SANTOS (GRADUANDA EM ENFERMAGEM - UNESC) FLAVIA NUNES (DOCENTE - UNESC) QUADRO CLÍNICO Pode variar desde ausência de sintoma, até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente (sangra de vez em quando), secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença. 1

2 DIAGNÓSTICO MÉDICO Anamnese, Exame físico, Exame especular, Citologia oncótica, Colposcopia e biópsia dirigida; DADOS EPIDEMIOLÓGICOS É o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colo retal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Atualmente 44% dos casos são de lesão precursora do câncer, chamada in situ. Esse tipo de lesão é localizada. Em 2014 a estimativa de casos novos chegaram a (INCA, 2014). FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO Alguns destes fatores estão relacionados ao estilo de vida. O fator de risco mais importante é a infecção pelo papiloma vírus humano, o HPV. O risco de adquirir HPV está aumentada quando: Se inicia atividade sexual muito jovem, A mulher tem muitos parceiros, Mulheres fumantes têm duas vezes mais chance de câncer de colo do que as não-fumantes. A Infecção por HIV (o vírus da AIDS) também constitui um fator de risco. Uma mulher HIV positiva possui um sistema imunológico menos capaz de lutar para eliminar cânceres iniciais. Outros fatores de risco: estão relacionados á circunstâncias fora do controle da mulher: Mulheres com sistema imunológico suprimidos devido Meninas menores que 15 anos tem baixo risco deste tipo de tumor. O risco aumenta dos 20 aos 35 anos. 2

3 TRATAMENTO EXAMES PREVENTIVOS Baseia-se na cirurgia, radioterapia e quimioterapia. O tratamento a ser realizado depende das condições clínicas do paciente, do tipo de tumor e de sua extensão. Quando o tumor é inicial, os resultados da cirurgia radical e da radioterapia são equivalentes. Negativo para câncer (células malignas): se é o primeiro resultado negativo, a mulher deverá fazer novo exame preventivo em um ano; Se tiver um resultado negativo no ano anterior, o exame deverá ser repetido em 3 anos; Alteração tipo NIC I: repetir o exame em 6 meses; EXAMES PREVENTIVOS Alterações tipo NIC II e NIC III: o médico deverá decidir a melhor conduta. Novos exames, como a colposcopia, deverão ser realizadas; Infecção pelo HPV: o exame deverá ser repetido em 6 meses; O CÂNCER É CLASSIFICADO NOS SEGUINTES ESTÁGIOS Estágio 0: O tumor é denominado carcinoma in situ. Em outras palavras, o câncer está superficial no colo do útero, não atingindo camadas mais profundas de tecidos. ASCUS e ASGUS (alteração atípica com significado incerto): o médico deve indicar a conduta a seguir conforme cada caso. Pode ser a repetição do exame em 12 meses ou tratamento de infecção ou fazer uma colposcopia. Estágio I: O tumor atinge tecidos mais profundos, mas se limita ao útero. Estágio II: O tumor invade áreas vizinhas ao colo uterino como a vagina, mas ainda está dentro da área pélvica. 3

4 Estágio III: O tumor se espalhou para a parte inferior da vagina ou da parede pélvica. O tumor pode estar bloqueando os ureteres (tubos que levam a urina dos rins até a bexiga). Estágio IV: O tumor atinge a bexiga ou o reto ou já atinge órgãos distantes, com os pulmões. Os termos recorrência ou recaída significam a volta da doença após já ter sido tratada. Ela pode voltar tanto no colo de útero quanto em outra parte do corpo. CUIDADOS DE ENFERMAGEM Cabe ao enfermeiro indicar e fornecer orientações relativas às medidas preventivas, identificar precocemente os efeitos colaterais do tratamento a fim de minimizá-los, orientar e acompanhar a paciente e respectiva família e considerar que as ações de enfermagem devem ser individualizadas. As orientações fornecidas durante a consulta de enfermagem devem ser claras e precisas, isto demanda a necessidade do conhecimento dos últimos avanços na área do tratamento, independentemente da estrutura na qual está inserido. CONSIDERAÇÕES FINAIS VIDEO O estudo evidenciou que o câncer cervical é a 2º neoplasia maligna que mais mata as mulheres, mesmo sendo de fácil prevenção, através de exames acessíveis à população, tratável e com grandes possibilidades de cura. Esbarrando assim em fatores como: falta de conhecimento desse público alvo, a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis (HPV), demora no diagnóstico e tratamento, a atuação do poder público com os recursos necessários. Cabendo ao enfermeiro investir em informações, orientações e busca ativa das mulheres. / Vou inserir ainda 4

5 REFERÊNCIAS INCA- Leia Mais: Câncer de Colo do Útero ABC da Saúde FRIGATO, S; HOGA, L. A. K. Assistência à mulher com câncer de colo uterino: o papel da enfermagem. Revista Brasileira de Cancerologia,

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