Perfil Educacional SEADE 72

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1 Perfil Educacional A análise da situação educacional do Estado de Santa Catarina fundamentase nos indicadores de instrução da população (taxa de analfabetismo para 1991), de escolarização (taxa líquida de escolarização para 1991 e 1998) e de acesso ao sistema e permanência na escola (matrículas por nível de ensino e dependência administrativa em 1998, variações das matrículas por nível de ensino, entre e , e dos concluintes entre 1990 e 1997). Para dimensionar as dificuldades de acesso ao sistema e de permanência da criança e do adolescente na escola, foram utilizados dados sobre a população analfabeta e a taxa de analfabetismo do grupo de idade de 11 a 14 anos, em Segundo a Unesco, é neste grupo que devem ser mensurados o contingente de analfabetos e o nível de analfabetismo entre crianças e adolescentes que já deveriam estar freqüentando a 5ª série do ensino fundamental, sendo capazes de realizar operações numéricas simples. O contingente de analfabetos e a taxa de analfabetismo entre os jovens população-alvo da educação profissional podem ser visualizados através dos indicadores desagregados por grupos de idade de 15 a 19, 20 a 24 e 15 a 24 anos, disponíveis para Estados e Regiões nos anos de 1991 e Com relação aos Estados da Região Norte (exceto Tocantins), estas informações limitam-se apenas à população urbana, pois a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD não investiga as características da população rural residente. Em Santa Catarina, em 1991, as taxas de analfabetismo da população de 11 a 14 anos (3%), de 15 a 19 anos (4%) e de 15 a 24 anos (4%) situavam-se no mesmo patamar que as da Região Sul e muito abaixo daquelas observadas para o Brasil (16% para as pessoas de 11 a 14 anos e 12% para os outros dois grupos de idade). Ressalte-se que as taxas de analfabetismo da população de 15 anos e mais para Santa Catarina (10%) e para a Região Sul (12%) correspondiam a cerca de metade da taxa nacional. Em 1995, as taxas de analfabetismo da população catarinense de 15 a 19 anos, (2%), 15 a 24 anos (2%) e de 15 anos e mais (7%), também eram

2 semelhantes àquelas apresentadas pela Região Sul, equivalendo à metade das taxas nacionais para estes grupos etários. Portanto, o Estado de Santa Catarina e a Região Sul, apesar de apresentarem pequena variação negativa nas suas taxas de analfabetismo entre 1991 e 1995 ao contrário do Brasil, que registrou queda mais acentuada, encontravam-se em situação bem melhor em relação ao conjunto do país, para todos os grupos etários. Neste período, no Brasil, as taxas de analfabetismo das mulheres de 15 a 19, de 15 a 24 e de 15 anos e mais diminuíram 5%, em cada faixa etária, sendo que as reduções mais significativas referem-se à população rural, que já apresentava elevado analfabetismo. Por sua vez, Santa Catarina e a Região Sul, que em 1991 já possuíam taxas menores de analfabetismo, registraram em 1995 quedas menos acentuadas para esses segmentos.

3 Grupos de Idade 1991 Brasil Tabela 24 População Total, População Não-Alfabetizada e Taxa de Analfabetismo, por Situação do Domicílio e Sexo, segundo Grupos de Idade Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina População Total População Não-Alfabetizada Taxa de Analfabetismo Total Urbana Rural Homens Mulheres Total Urbana Rural Homens Mulheres Total Urbana Rural Homens Mulheres a 14 Anos ,1 8,9 35,1 15 a 19 Anos ,1 6,8 27,3 15,1 9,0 20 a 24 Anos ,2 7,3 28,8 13,9 10,5 15 a 24 Anos ,1 7,0 28,0 14,6 9,7 15 Anos e Mais ,1 14,2 40,5 19,8 20,3 Região Sul 11 a 14 Anos ,6 2,8 5, a 19 Anos ,7 2,9 6,0 4,3 3,2 20 a 24 Anos ,6 3,6 7,8 4,8 4,5 15 a 24 Anos ,2 3,2 6,8 4,6 3,8 15 Anos e Mais ,8 9,7 18,2 10,6 13,1 Santa Catarina 11 a 14 Anos ,2 2,5 4, a 19 Anos ,6 2,9 5,2 4,3 2,9 20 a 24 Anos ,4 3,4 6,7 4,6 4,1 15 a 24 Anos ,0 3,1 5,9 4,4 3,5 15 Anos e Mais ,9 8,0 14,6 9,1 10, Brasil a 14 Anos 15 a 19 Anos ,8 4,0 17,1 9,3 4,3 20 a 24 Anos ,5 4,6 19,9 9,5 5,6 15 a 24 Anos ,2 4,3 18,3 9,4 4,9 15 Anos e Mais ,6 11,4 32,7 15,5 15,7 Região Sul 11 a 14 Anos a 19 Anos ,0 1,8 2,9 2,4 1,7 20 a 24 Anos ,1 2,4 5,3 2,8 3,3 15 a 24 Anos ,5 2,1 4,0 2,6 2,5 15 Anos e Mais ,1 7,7 13,8 8,0 10,1 Santa Catarina 11 a 14 Anos a 19 Anos ,3 1,7 3,7 2,4 2,1 20 a 24 Anos ,6 1,7 4,6 2,4 2,7 15 a 24 Anos ,4 1,7 4,2 2,4 2,4 15 Anos e Mais ,4 5,3 12,7 7,1 7,6 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep; Fundação Seade. (...) Dado não disponível.

4 A taxa líquida de escolarização relação entre o número de alunos na faixa etária adequada matriculados em determinado nível de ensino e a população nesta mesma faixa etária, em Santa Catarina, em 1991, foi de 42% para a pré-escola, de 93% para o ensino fundamental e de 23% para o ensino médio. Estas taxas encontravam-se no mesmo patamar que as da Região Sul e acima das nacionais, excetuada aquela referente à pré-escola, que era bem superior às verificadas na Região e no país (15% e 7%, respectivamente). Observando-se esses mesmos dados para 1998, nota-se que o Estado e a Região Sul, que em 1991 já possuíam altas taxas de escolarização do ensino fundamental (93% e 94%, respectivamente), apresentaram um pequeno aumento, ao contrário do ocorrido com a taxa nacional, que registrou um crescimento de 9%, passando a atingir 95%. No ensino médio, no entanto, o Estado e a Região Sul dobraram as taxas de escolarização, entre 1991 e 1998, atingindo 44% e 45%, respectivamente, situando-se em torno de 14 pontos percentuais acima daquela observada para o país. Tabela 25 Taxas Líquidas de Escolarização, por Nível de Ensino Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina Em porcentagem Educação Pré-Escolar Ensino Fundamental Ensino Médio (1) Regiões Brasil 34, ,1 95,3 17,7 30,8 Região Sul 27, ,2 96,2 22,3 44,8 Santa Catarina 41, ,4 96,8 23,4 44,1 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep; Fundação Seade. (1) As faixas etárias utilizadas para o cálculo da taxa líquida de escolarização do ensino médio foram 15 a 19 anos, em 1991, e 15 a 17 anos,em A distribuição das matrículas por nível de ensino e dependência administrativa, em Santa Catarina, indica que a rede federal, em 1998, participava com menos de 1% da pré-escola/classe de alfabetização e do ensino fundamental e com 2% do ensino médio. A rede estadual respondia por 11% dos alunos da pré-escola/classe de alfabetização, por 56% do ensino fundamental e por 79% do ensino médio, enquanto a rede particular participava com 21%, 8% e 18%, respectivamente, e a rede municipal com 67%, 36% e menos de 1% das matrículas daqueles três níveis de ensino.

5 Deve-se acrescentar, ainda, a importância da rede municipal no processo de expansão da oferta do ensino fundamental no Estado. Segundo Hentz, até a década de 30, o poder público era totalmente omisso em relação à oferta de educação na zona rural, sendo que essa população só tinha acesso ao ensino se houvesse iniciativa própria de organização comunitária ou auxílio das Igrejas católica e luterana. Entre as décadas de 30 e 40, ocorreu a fundação das escolas estaduais, nas localidades mais populosas, e das municipais, na maior parte das áreas rurais do Estado. Até meados da década de 80, os municípios expandiram suas redes de ensino na zona rural, com a instalação de escolas multisseriadas nas localidades não atendidas pela rede estadual, garantindo oferta de ensino nas quatro séries iniciais do ensino fundamental, ou seja, os alunos do meio rural não estudavam, em regra, mais do que quatro anos. 13 A adesão de Santa Catarina ao programa federal Pró-Município, em 1978, possibilitou a cooperação entre Estado e municípios, uma vez que a Secretaria de Educação do Estado que operacionalizava esse programa, além de repassar recursos para reformas das escolas e aquisição de material escolar e didático para a rede municipal, promovia a capacitação dos docentes e demais profissionais de educação, na gestão de orçamento e no acompanhamento da aplicação dos recursos destinados ao ensino. Ressalte-se que, embora a Lei nº 5.692/71 determinasse a obrigatoriedade de oito anos de estudo, foi a criação, em 1988, do primeiro programa sistemático de transporte escolar que possibilitou, aos alunos da zona rural, a conclusão do ensino fundamental. Outras iniciativas, como a delegação aos municípios, em 1992, da gestão das escolas multisseriadas da rede estadual através de convênio que atribuía, ao Estado, o pagamento de professores e, aos municípios, a manutenção dos prédios escolares, constituíram-se em medidas importantes para a organização da educação municipal, antes mesmo da implementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério Fundef. Comparando-se a variação do número de matrículas da pré-escola/classe de alfabetização, entre 1991 e 1998, verificam-se aumento de 10% na Região Sul 13 Hentz, Paulo. A Educação em Santa Catarina. Brasília, Unicef, MEC/Fundescola, Banco Mundial/Undime, março de 2000, no prelo.

6 e redução de 8% no Estado e de 7% no país. Esse fato pode ser explicado tanto pela diminuição do ritmo de crescimento da faixa etária demandatária desse nível de ensino quanto pela implantação do Fundef, que modifica o financiamento da educação, vinculando constitucionalmente ao ensino fundamental recursos que poderiam estar sendo destinados à préescola/classe de alfabetização. Essa relação torna-se mais evidente ao se observar a variação ocorrida no período , quando as matrículas, neste nível de ensino, diminuíram 20%, 3% e 14%, respectivamente, no Estado, na Região Sul e no Brasil, sugerindo a relação entre a queda das matrículas e a implantação, em 1998, do Fundef. Nesse sentido, é provável que alunos com menos de sete anos tenham sido matriculados no ensino fundamental e não na pré-escola ou nas classes de alfabetização, como forma de compor a quota de alunos necessários para a realização do repasse de recursos do referido Fundo. Os aumentos de 17% no total de matrículas do ensino fundamental, entre 1991 e 1998, e de 89% no número de concluintes, entre 1990 e 1997, no Estado, embora abaixo dos valores nacionais, refletem uma situação de estabilidade na oferta desse nível de ensino, uma vez que, em 1991, já era baixa a taxa de analfabetismo da população de 11 a 14 anos e elevada a taxa de escolarização do ensino fundamental. No entanto, também pode-se verificar o impacto desse Fundo na transferência das matrículas desse nível de ensino da rede estadual para a municipal, pois, entre 1996 e 1998, a rede estadual decresceu 11% e a rede municipal cresceu 39%. No ensino médio, entre 1991 e 1998, houve aumento de 81% no número de matrículas em Santa Catarina, percentual inferior aos verificados na Região Sul e no Brasil. O total de concluintes registrou crescimento de 78%, entre 1990 e 1997, valor 8% e 24% abaixo daqueles observados, respectivamente, na Região Sul e no Brasil. O aumento de 24% para as matrículas desse nível de ensino, entre 1996 e 1998, embora acima dos apresentados pela Região e pelo país, e o crescimento de 11% para as matrículas nos cursos presenciais de jovens e adultos, entre 1997 e 1998, revelam problemas na oferta das modalidades

7 regular e supletivo na rede pública de ensino do Estado, mostrando-se insuficientes para atender a estes segmentos populacionais, uma vez que, mesmo não sendo verificados, em 1995, elevados índices de analfabetismo jovem (2%), registrou-se baixa taxa de escolarização (44%) no ensino médio, em 1998.

8 Tabela 26 Matrículas e Variação, segundo Níveis de Ensino e Dependência Administrativa Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina Níveis de Ensino Dependência Variação (%) Administrativa Nº Absoluto % Nº Absoluto % Nº Absoluto % 91/98 96/98 Brasil Pré-Escola/Classe de Alfabetização Total , , ,0-6,9-14,0 Federal , , ,1-85,0-58,7 Estadual , , ,4-61,8-53,7 Municipal , , ,3 17,0-6,9 Particular , , ,3-5,4-1,6 Ensino Fundamental Total , , ,0 22,6 8,0 Federal , , ,1-69,5-13,1 Estadual , , ,2 3,3-6,5 Municipal , , ,2 72,3 38,4 Particular , , ,5-6,5-8,8 Ensino Médio Total , , ,0 84,8 21,4 Federal , , ,8 19,2 8,7 Estadual , , ,1 114,4 28,1 Municipal , , ,6 79,6 1,7 Particular , , ,6 20,5 4,3 Região Sul Pré-Escola/Classe de Alfabetização Total , , ,0 9,7-2,5 Federal , , ,1-82,9-47,6 Estadual , , ,9-32,2-25,6 Municipal , , ,8 56,2 10,7 Particular , , ,2-15,7-9,9 Ensino Fundamental Total , , ,0 8,5 1,9 Federal , , ,0-57,7-48,4 Estadual , , ,5-2,0-3,9 Municipal , , ,2 34,1 12,7 Particular , , ,3-13,4-6,2 Ensino Médio Total , , ,0 91,8 19,0 Federal , , ,4 37,9-1,6 Estadual , , ,3 111,9 22,7 Municipal , , ,7 21,0-5,2 Particular , , ,6 39,2 7,7 Santa Catarina Pré-Escola/Classe de Alfabetização(1) Total , , ,0-8,0-20,0 Federal 905 0, , ,2-61,0-14,3 Estadual , , ,3-56,0-59,7 Municipal , , ,1 27,1-2,2 Particular , , ,3-27,7-24,1 Ensino Fundamental Total , , ,0 16,7 2,9 Federal , , ,1-55,1-61,5 Estadual , , ,0-4,8-10,6 Municipal , , ,0 87,2 38,6 Particular , , ,9 6,0-5,0 Ensino Médio Total , , ,0 80,5 23,5 Federal , , ,0-2,1-0,7 Estadual , , ,9 104,4 31,6 Municipal , , ,8-1,1-30,8 Particular , , ,3 31,2 2,6 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep; Fundação Seade. (1) Não existem classes de alfabetização para o ano de 1991.

9 Regiões Tabela 27 Concluintes e Variação, por Nível de Ensino Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina Ensino Fundamental Ensino Médio Variação Variação 90/97 (%) 90/97 (%) Brasil , ,9 Região Sul , ,2 Santa Catarina , ,0 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep; Fundação Seade. Tabela 28 Matrículas nos Cursos Presenciais de Jovens e Adultos, com Avaliação no Processo, por Dependência Administrativa Estado de Santa Catarina Anos Total Dependência Administrativa Federal Estadual Municipal Particular Variação 95/98(%) 7,7-15,4 218,3-49,8 Variação 97/98(%) 11,0-7,8 30,9 0,3 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep. O desempenho do sistema de ensino, visualizado através das taxas de aprovação, reprovação e abandono do ensino fundamental, no período , demonstra avanço nos índices de aprovação do Estado, da Região Sul e do Brasil, sendo que as taxas de Santa Catarina encontravam-se, em 1997, no mesmo patamar daquelas da Região Sul e acima das nacionais. Esse movimento deu-se de maneira semelhante nos segmentos de 1ª à 4ª série e de 5ª à 8ª série do Estado, em que ocorrem com maior ênfase aumento nas taxas de aprovação e diminuição nas de reprovação. Os avanços foram observados também em relação ao desempenho do ensino médio, entre 1995 e 1997, para a Região Sul e o Brasil, que apresentaram aumento de 8% e 11%, respectivamente, nas taxas de aprovação. Em 1995, no Estado de Santa Catarina, essa taxa encontrava-se no mesmo patamar que a da Região Sul e ligeiramente acima do país, registrando, entre 1995 e 1997, crescimento de 6%, inferior, portanto, ao apresentando por ambos. Quanto às taxas de reprovação e de abandono do ensino médio, verificouse, entre 1995 e 1997, movimento semelhante para a Região Sul e o Brasil, com maiores reduções para a primeira e menores para a segunda. No Estado, no entanto, a taxa de reprovação registrou oscilação de 10%, 11% e 9% e, a de

10 abandono, de 19%, 14% e 15%, respectivamente nos três anos analisados. Ressalte-se também a elevada taxa de abandono apresentada pelo Estado (15%), em 1997, superior às apresentadas pela Região e pelo país.

11 Tabela 29 Taxas de Aprovação, Reprovação e Abandono do Ensino Fundamental Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina Em porcentagem Regiões Total 1ª à 4ª Série 5ª à 8ª série Aprovação Reprovação Abandono (1) Aprovação Reprovação Abandono (1) Aprovação Reprovação Abandono (1) Brasil ,6 15,7 13,6 70,9 16,2 12,9 70,2 14,9 14, ,0 14,1 12,9 73,3 14,8 11,9 72,7 13,0 14, ,7 11,5 10,8 77,1 12,8 10,1 78,7 9,4 11,9 Região Sul ,7 15,2 8,1 80,5 14,1 5,4 72,1 16,6 11, ,8 14,9 7,2 81,6 13,8 4,6 73,2 16,3 10, ,2 11,5 6,3 84,7 12,0 3,3 79,2 11,0 9,9 Santa Catarina ,3 13,5 5,2 83,4 13,3 3,3 78,3 13,9 7, ,0 13,7 5,3 83,0 13,4 3,6 78,3 14,0 7, ,6 11,5 4,9 85,4 11,5 3,2 81,3 11,5 7,3 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep. (1) Abandono = 100 menos a taxa da aprovação menos a taxa de reprovação.

12 Tabela 30 Taxas de Aprovação, Reprovação e Abandono do Ensino Médio Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina Em porcentagem Regiões Aprovação Reprovação Abandono (1) Brasil ,7 10,3 22, ,4 9,9 15, ,2 7,5 14,3 Região Sul ,6 13,0 17, ,2 12,5 15, ,1 10,0 12,9 Santa Catarina ,9 10,1 19, ,7 10,5 13, ,5 8,5 15,0 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep. (1) Abandono = 100 menos a taxa da aprovação menos a taxa de reprovação. A relação existente entre qualidade de ensino e formação dos professores aponta que, para complementar a análise do desempenho do sistema, é necessário considerar o perfil dos docentes da educação básica e sua respectiva remuneração. No Brasil, em 1997, 88% dos professores de 1ª à 4ª série, 75% de 5ª à 8ª e 89% do ensino médio apresentavam a formação exigida para o exercício do magistério. Na Região Sul, esses percentuais eram de, respectivamente, 95%, 86% e 92% e, em Santa Catarina, de 96%, 72% e 82%, o que demonstra que os docentes da 5ª à 8ª série do ensino fundamental e do ensino médio, no Estado, apresentam um perfil de formação exigido pela lei inferior àqueles registrados para a Região Sul e para o país. Os valores do salário médio dos docentes, por grau de formação, variavam significativamente, considerando-se nesta análise apenas a formação exigida pela lei. Em 1997, em Santa Catarina, os que lecionavam da 1ª à 4ª série e tinham ensino médio completo recebiam salários semelhantes aos docentes na mesma situação na Região Sul e no Brasil. Já aqueles que lecionavam da 5ª à 8ª série e no ensino médio e possuíam superior completo percebiam salários bem inferiores aos da Região Sul e do Brasil.

13 Nível de Ensino Tabela 31 Docentes e Salários por Grau de Formação, segundo Nível de Ensino em que Lecionam Brasil, Região Sul e Estado de Santa Catarina 1997 Grau de Formação Total Fundamental Médio Completo Superior Completo ou Mais Não Informado Incompleto/Completo Nº Absoluto Docentes (%) Salário Médio (R$) Docentes (%) Salário Médio (R$) Docentes (%) Salário Médio (R$) Docentes (%) Salário Médio (R$) Brasil Pré-Escola/Classe de Alfabetização ,0 419,5 14,9 134,1 59,1 349,9 25,6 715,7 0,4 1ª à 4ª Série ,0 425,6 12,2 147,4 62,0 363,4 25,5 687,6 0,4 5ª à 8ª Série ,0 605,4 0,4 247,0 23,9 329,6 75,3 693,8 0,4 Ensino Médio ,0 700,2 0,1 284,1 10,3 345,8 89,1 739,6 0,6 Região Sul Pré-Escola/Classe de Alfabetização ,0 464,96 3,7 243,39 58,2 384,29 37,8 610,58 0,4 1ª à 4ª Série ,0 460,12 4,7 230,79 56,9 376,97 38,0 614,43 0,3 5ª à 8ª Série ,0 594,44 0,3 266,98 13,3 351,74 86,1 632,96 0,3 Ensino Médio ,0 683,03 0,1 281,48 7,1 350,64 92,3 708,33 0,5 Santa Catarina Pré-Escola/Classe de Alfabetização ,0 437,24 6,5 237,45 66,3 372,81 26,8 644,16 0,4 1ª à 4ª Série ,0 457,27 3,8 230,56 63,8 370,56 32,1 657,36 0,4 5ª à 8ª Série ,0 512,40 0,7 222,73 27,4 259,49 71,6 611,08 0,4 Ensino Médio ,0 566,89 0,3 230,25 17,7 268,64 81,5 632,15 0,5 Fonte: Ministério da Educação MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Inep; Fundação Seade. Nota: O mesmo docente pode atuar em mais de um nível/modalidade de ensino e em mais de um estabelecimento Docentes (%)

14 A análise das informações permite vislumbrar o relativo sucesso da política educacional implantada no Estado de Santa Catarina, alcançado conseguido, em grande parte, através do esforço empreendido pelos municípios na expansão da oferta de educação na zona rural e pelo pioneirismo no estabelecimento da parceria Estado-Municípios para o atendimento da população de 7 a 14 anos. A oferta de educação fundamental na rede pública de ensino, garantindo o acesso, foi responsável, nesta década, pelas altas taxas de escolarização desse nível de ensino e pelas taxas residuais de analfabetismo de crianças e jovens, observadas desde O grande desafio a ser enfrentado pelo poder público refere-se ao ensino médio, uma vez que, mesmo possuindo baixa taxa de analfabetismo jovem e taxa de escolarização bem superior à nacional, os indicadores apontam para a necessidade da ampliação da sua oferta nas modalidades regular e supletivo, tanto para atender à demanda advinda dos concluintes do ensino fundamental, quanto para trazer para a escola os jovens e adultos que, na idade apropriada, não tiveram oportunidade de ingresso e/ou permanência no sistema de ensino, implementando, paralelamente, a oferta de educação profissional para sua incorporação ao mercado de trabalho. É importante destacar a necessidade de implementação e/ou continuidade de programas para habilitação de professores leigos, uma vez que constatouse um número significativo deles sem a formação exigida pela lei, lecionando da 5ª à 8ª série do ensino fundamental e no ensino médio.

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