Educação Manual e Plástica 4.ª Classe

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Educação Manual e Plástica 4.ª Classe"

Transcrição

1 F33 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica 4.ª Classe Monodocência

2 FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica - 4.ª Classe Direcção: David Leonardo Chivela Pedro Nsiangengo Coordenação: Pedro Nsiangengo (Coordenador Geral) Kiaku Mbanzila Nvumbi (Coordenador Técnico) Alice Socola Ventura (Secretária do Projecto) Cungatiquilo Cano (Conselheiro Técnico) Colaboração: Benjamim Fernando; Mamengui Mabuata; Rebeca Santana Editora: Editora Moderna, S.A. Pré-impressão, Impressão e Acabamentos: GestGráfica, S.A. Ano / Edição / Tiragem 2015 / 2.ª Edição / Exemplares Registado na Biblioteca Nacional de Angola sob o nº 5923/ EDITORA MODERNA Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução desta obra por qualquer meio (fotocópia, offset, fotografia, etc.) sem o consentimento escrito da editora, abrangendo esta proibição o texto, as ilustrações e o arranjo gráfico. A violação destas regras será passível de procedimento judicial, de acordo com o estipulado no Código dos Direitos de Autor.

3 PREFÁCIO Caro Professor, O Guia Prático constitui um instrumento de orientação para o desenvolvimento das aulas. Concebido em forma de Fichas Pedagógicas, constitui um valioso instrumento de apoio à actividade docente, direccionada para a aquisição de saberes e o desenvolvimento de habilidades/competências do aluno. Partindo deste pressuposto, a equipa que elaborou o Guia Prático, considera que a materialização da monodocência será mais efectiva para si e seus educandos. O Guia Prático não substitui, em momento algum, a perícia e criatividade do professor. É um meio auxiliar, sendo de extrema importância que antes do desenvolvimento de cada aula, se estude e analise a lógica das abordagens conceptuais, assim como preparar, conforme as condições reais, o material didáctico indispensável. Resta sublinhar que o Guia Prático é um projecto em aberto, cuja melhoria aguarda os resultados da sua aplicação e os contributos críticos do seu interveniente directo: o professor. O Director Geral do INIDE

4

5 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 1 e 2 Tema: Representação sintética de formas bidimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: O tratamento da forma no desenho através dos contornos: cubo, prisma, cilindro e cone. Material Didáctico: Lápis de cor, lápis de grafito, lápis de cera, papel de desenho, cartolina, caixinhas, objectos com diferentes formas. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Fazer representações ou desenhos de várias formas. Metodologia: Explicativa, de observação directa, activa ou participativa. Introdução 15 min. Saudação e conversa com os O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os alunos. para a aula. Os alunos respondem à saudação e conversam com o professor. Revisão sobre a matéria das classes anteriores. O professor faz uma revisão do que foi dado nas classes anteriores sobre a representação das figuras geométricas simples. Os alunos acompanham a revisão feita pelo professor e vão dialogando com ele. Pág. 5

6 Apresentação do tema e do subtema a abordar durante a aula: a forma no desenho através dos contornos. O professor apresenta o tema: Hoje falaremos da forma no desenho, através dos contornos dos cubos, prismas, cilindros e cones. Os alunos centram a sua atenção na apresentação do tema feita pelo professor. Desenvolvimento 60 min. Apresentação de algumas figuras geométricas para observação e desenvolvimento de um diálogo sobre elas. Para familiarizar os alunos com o tema da aula, o professor faz uma revisão sobre as formas geométricas dadas na classe anterior e depois apresenta as várias formas preparadas para a aula: cubo, prisma, cilindro e cone. Os alunos acompanham a revisão feita pelo professor dialogando com ele. Observação de figuras geométricas, seguida de uma explicação do professor em que refere o nome de cada uma das figuras e descreve a sua forma. O professor pede aos alunos para observarem as figuras geométricas apresentadas e explica as linhas de contorno e a configuração. Observam as formas geométricas apresentadas pelo professor e prestam atenção à explicação do professor. Formulação de perguntas. O professor formula algumas perguntas. Os alunos respondem às perguntas feitas pelo professor. Indicação do nome das figuras, seguida de uma explicação. O professor diz o nome das figuras e explica. Observam as figuras apresentadas e ouvem a explicação. Demonstração através de desenho das figuras no quadro, seguida de explicação. O professor explica aos alunos que, para desenharmos um objecto, precisamos de um espaço e apercebemo-nos da sua forma devido às linhas de contorno. O que são linhas de contorno? É a configuração e o tratamento da forma no desenho através dos contornos. Os alunos aprendem o nome dos quatro sólidos geométricos apresentados pelo professor e como é que estes foram feitos, acompanhando a explicação do professor. Pág. 6

7 Demonstração feita pelo professor através de desenho. Orientação e supervisão da actividade desenvolvida pelos alunos. O professor pede aos alunos para observarem com muita atenção as figuras que se apresentam e pergunta: Têm alguma ideia que sólidos geométricos são? Olhem à vossa volta e vejam se encontram algumas formas semelhantes a estas que vos apresento. Caso as tenham encontrado, de que sólidos geométricos se trata? Os alunos observam a demonstração feita pelo professor através do desenho das figuras geométricas no quadro e respondem às perguntas colocadas. Explicação sobre os quatro sólidos geométricos. Em seguida o professor diz aos alunos que os quatro sólidos geométricos apresentados são o cubo, o prisma, o cilindro e o cone. Esses quatro sólidos foram feitos utilizando as linhas e essas mesmas linhas são as linhas de contorno que dão a configuração da forma, que nos possibilita identificar as formas: o cubo, o prisma e o cilindro. Os alunos observam e ouvem atentamente a explicação do professor. Desenho no quadro dos sólidos geométricos para demonstração. Supervisão da cópia feita pelos alunos para os cadernos diários. O professor desenha os sólidos geométricos no quadro e solicita aos alunos que os passem para os seus cadernos diários. Os alunos passam as figuras geométricas para os seus cadernos diários. Explicação sobre a existência de formas criadas pela natureza e de formas criadas pelo homem. Deve ainda explicar aos alunos que existem formas criadas pela natureza como, por exemplo, as montanhas, as árvores, as rochas, as pessoas, os animais, etc. e formas criadas pelo homem como, por exemplo, as casas, os carros, as bicicletas, os aviões, os pratos, etc. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor. Orientação e supervisão da actividade desenvolvida pelos alunos. O professor orienta os alunos no desenho dos sólidos geométricos nos seus cadernos diários, ajudando aqueles que apresentam mais dificuldades. Por último, pede aos alunos para pintarem as figuras desenhadas a seu gosto e para escreverem por baixo de cada uma o respectivo nome. Os alunos desenham os sólidos geométricos estudados nos seus cadernos diários, com a ajuda do professor. Pág. 7

8 Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação dos alunos na avaliação dos seus trabalhos e na apreciação de algumas obras de arte. O professor ensina e orienta os alunos a avaliarem os seus próprios trabalhos. Apresenta também algumas obras de arte e ensina os alunos a apreciarem e a criticarem essas obras. Orientados pelo professor, os alunos aprendem a avaliar os seus próprios trabalhos e a apreciar algumas obras de arte, emitindo as suas opiniões. Pág. 8

9 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 3 e 4 Tema: Representação sintética de formas bidimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: O tratamento da forma no desenho através dos contornos: cubo, prisma, cilindro e cone. Material Didáctico: Lápis de cor, lápis de grafito, lápis de cera, papel de desenho, cartolina, caixinhas, objectos com diferentes formas. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Representar ou desenhar de forma linear um objecto simples a partir de um modelo real. Metodologia: Explicativa, de observação, activa ou participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Síntese dos conteúdos estudados na aula anterior. Em seguida, faz uma síntese da aula anterior, referindo-se ao tratamento da forma no desenho, através dos contornos, utilizando a linha. Ficam atentos à síntese do trabalho realizado na aula anterior. Pág. 9

10 Apresentação do tema e do subtema a abordar durante a aula: a representação linear de um objecto simples. O professor faz uma introdução à representação linear de um objecto simples, a partir da cópia de um modelo real. Os alunos ouvem atentamente a introdução do professor e tomam conhecimento do tema. Desenvolvimento 60 min. Apresentação de alguns trabalhos deste tipo já realizados como motivação para os alunos. Para motivar os alunos, o professor apresenta alguns trabalhos deste tipo realizados anteriormente. Os alunos observam os trabalhos apresentados pelo professor e esclarecem as suas dúvidas. Observação de desenhos pelos alunos, acompanhada da explicação do professor. O professor solicita aos alunos que observem com muita atenção os desenhos e explica: Quando queremos representar ou desenhar alguma coisa, há sempre uma fase de traçarmos as linhas, sem termos em conta se estão grossas, tortas, escuras ou claras. A esta fase damos o nome de esboço, que é a etapa inicial do desenho. Após a observação dos trabalhos, os alunos ouvem atentamente a explicação sobre como podemos representar ou desenhar algo, partindo de uma fase que se chama esboço. Demonstração aos alunos de um esboço e representação linear de um objecto simples a partir de um modelo real. O professor faz a demonstração de um esboço e depois a representação linear de um objecto simples a partir de um modelo real. Os alunos observam e ouvem atentamente a explicação que acompanha a demonstração feita pelo professor. Orientação dos alunos para que observem o espaço à sua volta e representem o objecto, jardim ou paisagem que observaram. O professor pede aos alunos para observarem o espaço à sua volta e fazerem o esboço de um objecto, jardim ou paisagem que mais atenção lhes despertar. Orientados pelo professor, os alunos observam o espaço à sua volta e fazem um esboço daquilo que mais atenção lhes despertou. Elaboração de um esboço, seguido de desenho ou representação do que os alunos observaram e que lhes despertou atenção. O professor pede aos alunos para fazerem um esboço do que viram e depois representarem ou desenharem aquilo que mais atenção lhes despertou. Sob a orientação do professor, os alunos fazem a representação linear daquilo que observaram e que lhes despertou mais a atenção. Pág. 10

11 Formulação de pergunta, seguida de explicação pelo professor. O que significa representação linear de um objecto a partir de um objecto real? Significa que devemos saber ver, observar, para depois representarmos ou desenharmos tendo em conta o modelo real que estamos a observar. Portanto, só se aprende a desenhar desenhando e observando com atenção. Os alunos prestam atenção à explicação do professor e respondem à pergunta feita. Realização de trabalhos a partir do que os alunos observaram à sua volta. O professor sugere aos alunos que realizem trabalhos de representação linear através dos objectos observados à sua volta. Deve deixar os alunos desenvolverem as suas capacidades de criação a partir da cópia de objectos reais. Sob a orientação do professor, os alunos realizam trabalhos de representação linear através dos objectos observados à sua volta. Orientação e supervisão individual dos trabalhos realizados pelos alunos nas suas carteiras. O professor orienta e supervisiona os trabalhos dos alunos andando de carteira em carteira. Os alunos realizam os trabalhos sob a orientação e supervisão do professor. Aplicação e Avaliação 15 min. Avaliação dos trabalhos realizados pelo professor e alunos. Terminados os trabalhos, o professor orienta os alunos na avaliação dos trabalhos realizados. Colegas e professor opinam e emitem o seu ponto de vista sobre os trabalhos. Os alunos são orientados pelo professor a avaliarem os seus trabalhos e os dos seus colegas. Terão, assim, a oportunidade de afirmar o seu ponto de vista. Pág. 11

12 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 5 e 6 Tema: Representação sintética de formas bidimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: Apreciação e crítica das obras. Material Didáctico: Desenhos, pinturas, fotografias, revistas, jornais, trabalhos dos próprios alunos. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Apreciar a obra respeitando a opinião do outro. Metodologia: Explicativa, interrogativa, de observação indirecta, dialogada, activa ou participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação e conversam com o a aula. professor. Pág. 12

13 Diálogo com os alunos (síntese dos temas, trabalhos realizados e técnicas utilizadas). Faz uma retrospectiva sobre os temas, trabalhos realizados e técnicas utilizadas na aula anterior, dialogando com os alunos. Acompanham a retrospectiva do professor e exprimem as suas ideias. Apresentação do tema da aula. O professor apresenta o tema da aula: Hoje vamos apreciar e criticar as obras feitas por nós e pelos outros. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. O professor apresenta várias obras que trouxe para que os alunos observem e opinem sobre elas. Para esta aula, o professor deverá trazer consigo várias obras, incluindo aquelas feitas pelos alunos, para que eles as observem e emitam uma opinião sobre elas. Os alunos observam as obras apresentadas pelo professor e emitem as suas opiniões. Orientação do professor na observação e expressão das opiniões pelos alunos sobre as obras observadas. Orienta os alunos para que cada um fale do seu próprio trabalho e, de seguida, do trabalho do outro também. Cada aluno fala do seu próprio trabalho e do trabalho dos outros, emitindo as suas opiniões e respeitando as dos outros. Explicação do professor sobre a necessidade de cada um reconhecer os seus erros, aceitando a opinião dos outros. Depois da apresentação dos trabalhos, é necessário que o professor motive os alunos para opinarem sobre os mesmos, orientando cada um para que reconheça os seus erros, aceitando a opinião dos outros, isto é, aquilo que é positivo para melhorar o seu trabalho. Os alunos são motivados pelo professor para opinarem sobre os trabalhos. Cada um faz críticas construtivas para o melhoramento dos trabalhos futuros. O professor continua a sua explicação sobre o contributo das opiniões construtivas para melhorarmos o nosso trabalho. O professor deve ensinar aos alunos que as opiniões construtivas dos outros podem ajudar-nos a melhorar o nosso trabalho. É necessário explicar que, em vez de criticar só pela negativa, desencorajando o colega, devemos encorajá-lo e termos presente que nós somos todos diferentes, mas podemos coabitar na diferença, respeitando a liberdade dos outros. O professor deve mesmo explicar e inculcar nos alunos que a liberdade de cada um de nós termina onde começa a liberdade do outro. Para reforçar esta ideia, o professor pode dar exemplos do quotidiano. Os alunos compreendem que as opiniões construtivas dos outros podem ajudar-nos a melhorar cada vez mais o nosso desempenho. Os alunos ficam atentos à explicação do professor sobre como se deve viver na diferença, sempre respeitando Pág. 13

14 a liberdade dos outros. Reflectem sobre a ideia de que a nossa liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Debate orientado sobre o que foi dado na aula para consolidação das ideias. De seguida, o professor pode orientar um pequeno debate sobre o que foi dado durante a aula. Os alunos debatem sobre o assunto tratado na aula. Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação dos alunos para que emitam as suas opiniões, avaliando a aula. O professor orienta os alunos na avaliação da aula, ouvindo as diferentes opiniões. Sob a orientação do professor, cada aluno emite a sua opinião sobre o que foi dado na aula. Pág. 14

15 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 7 e 8 Tema: Representação sintética de formas bidimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: Composição com dois objectos a partir do modelo real. O estudo das proporções dos objectos. Material Didáctico: Lápis de cores, lápis de cera, marcador, tintas, guaches, aguarelas, pincel, recipiente para água, papel de lustro, revistas, barro, plasticina, barro e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Criar composições a partir de um modelo real. Metodologia: Explicativa, de observação directa, activa e participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação e conversam com o a aula. professor. Pág. 15

16 Revisão orientada pelo professor do que foi dado na classe anterior. Em seguida, lembra os alunos das composições realizadas na classe anterior, em particular das técnicas e cores utilizadas. Os alunos acompanham a revisão e dialogam com o professor sobre o que foi dado na classe anterior. Apresentação do tema da aula. O professor apresenta o tema da aula: Hoje vamos falar da composição com dois objectos a partir de um modelo real e vamos estudar as proporções dos objectos. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Apresentação aos alunos de alguns trabalhos do ano anterior ou composições feitas por si para exemplificar. O professor apresenta alguns trabalhos feitos no ano anterior ou composições feitas por si que sirvam de exemplo. Os alunos observam os trabalhos apresentados pelo professor. Observação orientada de composições, seguida de diálogo. Depois da apresentação da composição, o professor vai estabelecer um diálogo com os alunos, deixando que estes opinem sobre as composições que lhes foram dadas a observar. O professor deve conduzir o diálogo para que os alunos se expressem livremente, falando das técnicas utilizadas, do tipo de cores usadas e do tamanho das figuras desenhadas, pintadas recortadas e picotadas. Os alunos dialogam com o professor sobre as composições observadas, emitem as suas opiniões e vão tirando as suas dúvidas. Falam das técnicas utilizadas, das cores usadas e das diferentes figuras desenhadas. Explicação sobre quais os elementos necessários para a realização de uma composição. Após a análise da composição e de todos os seus elementos, o professor deve explicar todos os elementos necessários para a realização de uma composição: a técnica a utilizar, que pode ser o desenho, a pintura, o recorte, a aspersão, a modelagem, etc., o espaço, o tamanho das figuras e a forma dos objectos. Os alunos acompanham atentamente a explicação do professor sobre os elementos necessários para a realização de uma composição. Pág. 16

17 Explicação do professor sobre proporção e equilíbrio. O professor esclarece bem em que consiste a proporção e o equilíbrio, dizendo que estes dois elementos estão muito ligados. Quando se fala de proporção, está a falar-se do tamanho das formas, que podem ser pequenas ou grandes. Acrescenta que o equilíbrio ou a harmonia devem existir entre as formas na composição, para que esta seja proporcional entre si, isto é, que todos os elementos da composição estejam em harmonia entre si. Os alunos acompanham com atenção a explicação do professor. Demonstração aos alunos sobre o equilíbrio entre as formas, o espaço que ocupam, as formas e as cores utilizadas numa composição. O professor faz uma demonstração sobre como encontrar numa composição o equilíbrio entre as formas, o espaço que ocupam, as formas e as cores utilizadas, dizendo que tudo isto deve estar em equilíbrio ou harmonia. Os alunos acompanham a demonstração feita pelo professor sobre como encontrar o equilíbrio numa composição. Esclarecimento do professor sobre a composição de um modelo real. O professor esclarece sobre a composição a partir de um modelo real, dizendo aos alunos que primeiro se devem observar todos os detalhes e depois desenhar ou representar tendo em conta o espaço, a forma, o tamanho das figuras, a proporção e o equilíbrio. Os alunos ouvem com atenção a explicação do professor. Motivação e orientação do professor para a elaboração de composições pelos alunos. O professor motiva e incentiva os alunos a fazerem a suas composições, utilizando figuras geométricas já estudadas tais como: o cubo, o cilindro, o prisma, o cone e outros. Incentivados pelo professor, os alunos fazem composições a partir das figuras geométricas já estudadas. Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação dos alunos para a elaboração de uma composição de um tema à sua escolha. O professor orienta os alunos na elaboração de uma composição sobre um tema à sua escolha, onde deverão ter em conta as formas, a proporcionalidade, o equilíbrio e a harmonia. Supervisiona a actividade desenvolvida pelos alunos. Sob a orientação do professor, os alunos escolhem os seus temas e realizam a sua composição, pondo em prática o que aprenderam. Pág. 17

18 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 9 e 10 Tema: Representação sintética de formas bidimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: Composição com dois objectos num fundo simples. Material Didáctico: Lápis de cores, lápis de cera, marcador, tintas, guaches, aguarelas, papel jornal, papel revistas, papel de desenho, papel lustro, plasticina, fotografias, desenhos, pinturas, livros com imagens, barro e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Criar composições tendo em conta o fundo simples. Metodologia: Explicativa, interrogativa, de observação indirecta, activa e participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Breve revisão do que foi dado nas aulas anteriores. De seguida faz uma pequena retrospectiva do que foi dado nas aulas anteriores. Prestam atenção à revisão e vão emitindo os seus pontos de vista. Pág. 18

19 Apresentação do tema da aula. Dá a conhecer aos alunos o tema da aula, dizendo: Hoje falaremos da composição com dois objectos num fundo simples. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Apresentação de alguns materiais e diálogo sobre os mesmos. O professor pode trazer para esta aula fotografias, jornais, desenhos, pinturas, desenhos livres com várias imagens e outros e pedir aos alunos para os observarem. Os alunos observam os materiais apresentados pelo professor. Motivação e orientação dos alunos para um debate sobre os meios observados pelos alunos. Depois da observação dos materiais, o professor deve promover um debate sobre os meios observados, orientando a discussão para os alunos falarem sobre o fundo das imagens e o que vêem por trás das imagens observadas. Deve deixar que os alunos opinem e exteriorizem os seus pontos de vista sobre aquilo que viram, fazendo comparações entre as várias figuras com diferentes fundos. Depois da observação dos meios apresentados, o professor promove um debate entre os alunos e eles vão opinando sobre o que viram, dando as suas opiniões e sugestões. Explicação do professor. Depois dos vários comentários sobre as imagens apresentadas, o professor explica aos alunos através de exemplos concretos, tais como: Se tirares uma foto encostado a uma parede, como é lógico só vai aparecer a tua cara e, por trás, a parede. Neste caso, o fundo da fotografia tirada é a parede, porque é a única coisa que se observa como fundo da fotografia tirada; portanto o fundo é simples. Os alunos ouvem com atenção a explicação dada pelo professor. O professor continua a sua explicação. O professor continua a sua explicação dizendo que, quando temos na mesma linha várias imagens, formas ou objectos como imagens principais e o fundo continua a ser a parede ou algo idêntico, desde que não haja por detrás outras imagens, então o fundo continua a ser simples, não importa a cor com que este esteja pintado. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor e esclarecem as suas dúvidas. Pág. 19

20 Orientação dos alunos na elaboração de uma composição de vários elementos em fundo simples. O professor orienta os alunos na realização de uma composição onde se destaque o fundo simples, utilizando todos os elementos necessários. Os alunos ouvem a orientação do professor e preparam-se para fazer uma composição em que se destaque o fundo simples. Orientação e supervisão da actividade desenvolvida pelos alunos. O professor orienta e supervisiona a actividade desenvolvida pelos alunos, ajudando aqueles que apresentarem mais dificuldades. Os alunos realizam a actividade sob a orientação e supervisão do professor. Aplicação e Avaliação 15 min. Avaliação dos trabalhos realizados pelo professor e pelos alunos. O professor ensina os alunos como avaliar os trabalhos por eles realizados. Sob a orientação do professor, os alunos aprendem a avaliar os seus próprios trabalhos. Pág. 20

21 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 11 e 12 Tema: O tratamento da área através da cor. Subtema: Delimitação das áreas através da pintura. Material Didáctico: Papel branco, caderno de desenho, cartolina, lápis de cor, marcadores, lápis de cera, maçadores, canetas de feltro, guache, aguarela, pincel, recipiente, folhas de revista ou jornal para cobrir as carteiras e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Fazer pintura tendo em conta as tonalidades das cores (delimitação). Metodologia: Explicativa, interrogativa, de observação indirecta, activa e participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e conversa de preparação para a aula. O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os para a aula. Os alunos respondem à saudação do professor e conversam com ele. Pág. 21

22 Apresentação aos alunos de desenhos, pinturas ou quadros para observação e expressão de opiniões para formarem uma definição de desenho. O professor apresenta alguns desenhos pintados, pinturas ou quadros e deixa que os alunos os observem e opinem sobre eles para poderem formar uma definição de desenho. Observam os desenhos, pinturas e quadros e dão as suas sugestões. Apresentação do tema da aula. De seguida, dá conhecer aos alunos o tema da aula, dizendo: Hoje vamos falar do desenho, das cores primárias, das cores secundárias, das cores quentes e frias. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Revisão do que foi dado nas aulas anteriores. O professor orienta os alunos para que estes relembrem o que foi dado nas aulas anteriores sobre as cores. Os alunos ouvem e relembram o que já estudaram sobre as cores. Desenvolvimento 60 min. Conversa e explicação do professor. Depois de os alunos terem relembrado e construído a definição de desenho, o professor faz um resumo do que foi tratado e explica, dizendo o que é a delimitação no desenho, que tem a ver com o contorno da linha do próprio desenho, da forma do objecto, etc. Os alunos participam na revisão feita pelo professor sobre o que foi dado nas aulas anteriores e depois ficam atentos à explicação do professor. Esclarecimento e explicação do professor sobre os desenhos feitos a lápis de carvão ou grafite, com uma só cor e tonalidade acinzentada. O professor esclarece os alunos que os desenhos feitos a lápis de carvão ou grafite só têm uma cor e uma tonalidade acinzentada, porque as áreas, os volumes são monocromáticos, têm uma só cor. Os alunos ouvem atentamente a explicação sobre a tonalidade de uma cor. Apresentação de vários desenhos pintados ou pinturas para observação e diálogo orientado com os alunos para que estes comentem sobre as cores. O professor apresenta uma ou várias pinturas ou mesmo desenhos pintados e orienta os alunos a comentarem sobre as cores, se estão mais carregadas ou não, em que área da pintura, forma ou objecto a cor é mais carregada, etc. Os alunos observam com atenção as várias pinturas e desenhos apresentados pelo professor e, sob a sua orientação, comentam sobre eles. Pág. 22

23 Explicação do professor sobre a tonalidade de uma cor e apresentação de exemplos concretos. O professor explica o que é a tonalidade de uma cor, dizendo que é a matriz, o molde principal. Dá exemplos concretos de uma cor, com as suas tonalidades. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor. Orientações do professor para os alunos identificarem a tonalidade dos trabalhos apresentados. Comentários e debate. O professor orienta os alunos para que identifiquem a tonalidade dos trabalhos apresentados, deixando que eles possam comentar e promover um debate entre eles. Os alunos identificam a tonalidade dos trabalhos apresentados, exprimem as suas ideias e tiram as suas dúvidas. Verificação, pelo professor, dos conhecimentos dos alunos, através dos comentários e debate. Neste passo, o professor verifica o que os alunos já sabem sobre a tonalidade de uma cor. Os alunos participam com os seus comentários sobre o tema em debate. Esclarecimento de dúvidas. O professor esclarece todas as dúvidas que tenham surgido. Os alunos esclarecem as suas dúvidas. Explicação do professor. De seguida, o professor deve explicar aos alunos que a diferença do desenho na pintura, o tratamento ou representação dos pontos, das linhas, das áreas e dos volumes é feita através das cores. Os alunos prestam atenção à explicação do professor. Orientação do professor para que os alunos observem objectos, pinturas, figuras e desenhos e, seguidamente, os reproduzam. O professor orienta os alunos na observação de vários objectos, pinturas, figuras e desenhos para depois os reproduzirem a partir da pintura. Devem ter em conta as tonalidades da cor. Os alunos observam as várias pinturas e figuras e reproduzem-nas tendo em conta a cor e a tonalidade. Acompanhamento da actividade desenvolvida pelos alunos. O professor deve acompanhar toda a actividade desenvolvida pelos alunos. Os alunos desenvolvem a actividade sob a supervisão do professor. Pág. 23

24 Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação dos alunos na apreciação e avaliação dos trabalhos elaborados. No fim da actividade, o professor ensina os alunos ou avaliarem os trabalhos realizados, dando as suas opiniões e ouvindo as dos colegas. Os alunos aprendem a avaliar os seus próprios trabalhos, como opinar sobre eles e como aceitar as opiniões dos outros para melhorar os trabalhos futuros. Pág. 24

25 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 13 e 14 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. Subtema: Modelagem em barro. Material Didáctico: Barro, argila plasticina, pasta de papel ou de farinha. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Identificar as técnicas utilizadas na modelagem em barro. Metodologia: Explicativa, de observação directa, activa e participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação e conversam com o a aula. professor. Revisão do que foi dado nas aulas anteriores. O professor faz uma breve revisão das aulas dadas anteriormente. Os alunos acompanham a revisão, emitindo as suas opiniões. Pág. 25

26 Apresentação do tema da aula: nova técnica chamada modelagem. Depois, faz uma pequena abordagem sobre o tema que irá abordar durante a aula dizendo: Hoje falaremos de uma nova técnica que é a modelagem. Os alunos prestam atenção à abordagem do professor e tomam conhecimento do tema. Desenvolvimento 60 min. Apresentação de alguns objectos feitos com a técnica de modelagem. No tratamento deste tema, o professor deverá levar para esta aula alguns objectos feitos com a técnica de modelagem para que os alunos as observem, analisem as suas características e se familiarizem com eles. Os alunos observam os objectos modelados apresentados pelo professor, analisam as suas características e vão emitindo as suas opiniões. Formulação de perguntas sobre os objectos observados. Depois da observação dos objectos, o professor faz algumas perguntas aos alunos. Como se chamam os objectos que vocês observaram? Que tipo de materiais foram utilizados para fazer estes objectos? Conhecem algumas pessoas que fazem estes objectos? Os alunos respondem às perguntas feitas pelo professor. Análise das respostas dos alunos e elogios a essas mesmas respostas (reforço positivo). O professor deve prestar atenção às respostas dadas pelos alunos e em seguida faz alguns elogios às respostas dadas, motivando-os pelos esforços feitos na identificação dos objectos observados. Os alunos são elogiados pelas respostas dadas e pelos esforços feitos na identificação dos vários objectos. Explicação do professor sobre as origens e história da modelagem. De seguida, o professor deve explicar aos alunos que a modelagem é uma técnica utilizada desde tempos muito antigos. Os nossos antepassados modelavam materiais necessários para a sua sobrevivência como: panelas, pratos, vasos para água, etc. Outros povos, com a técnica de modelagem, modelavam estátuas e outros objectos. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor sobre as origens e história da modelagem Pág. 26

27 Apresentação aos alunos dos materiais utilizados na aplicação da técnica da modelagem. O professor dá a conhecer os materiais utilizados na aplicação desta técnica que são: a argila, o barro, a pasta de papel, a plasticina e outros, bem como as características que os objectos modelados têm. Durante a explicação, o professor deve dar exemplos concretos, isto é, de objectos que os alunos vêem no seu dia-a-dia, ou de objectos que eles já conhecem. Os alunos prestam atenção à apresentação do professor e ficam a conhecer os materiais utilizados na técnica de modelagem. Aplicação e Avaliação 15 min. O professor orienta uma actividade aos alunos. No fim da aula o professor deve orientar um trabalho que consistirá na identificação de objectos feitos com a técnica de modelagem. O professor supervisiona a actividade desenvolvida pelos alunos. Pág. 27

28 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 15 e 16 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Representação de objectos utilitários simples a partir de modelos reais, tais como: televisores, apagadores, telefones, pastas, barris, etc. Material Didáctico: Barro ou argila, plasticina e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas anteriores sobre a representação de objectos utilitários. Metodologia: Explicativa, activa, participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 28

29 Breve revisão do que foi dado nas aulas anteriores. Depois, faz uma breve revisão do tema dado na aula anterior para situar os alunos. Os alunos ficam atentos à revisão para se situarem no que foi dado na aula anterior e tirarem as suas dúvidas. Explicação do professor sobre o que é a representação de objectos, a partir de modelos reais dados a observar aos alunos. Após a revisão, o professor explica aos alunos em que consiste a representação dos objectos utilitários feitos a partir de modelos reais, dizendo: Hoje vamos fazer alguns objectos que podem ser apagadores, televisores, telefones, pastas, etc. Sob a orientação do professor, os alunos observam o que se encontra à sua volta e depois tomam conhecimento do tema. Desenvolvimento 60 min. Observação, seguida da formulação de perguntas pelo professor. Após a observação dos alunos, de forma organizada, cada aluno, um de cada vez, vai dizendo que objectos encontrou à sua volta durante a sua observação. Sob a orientação do professor, cada aluno diz que objectos viu à sua volta durante a sua observação, emitindo o seu ponto de vista. A atenção do professor centra-se nos comentários dos alunos e no esclarecimento de dúvidas que possam ter. Ouvidos todos os comentários e pontos de vistas dos alunos, o professor deve esclarecer todas as dúvidas e aspectos julgados importantes para uma melhor compreensão do tema a estudar. Em seguida, os alunos ouvem atentamente a explicação do professor e tiram as suas dúvidas. Orientação do professor na realização das actividades dos alunos: desenho, representação ou construção de objectos utilizando a técnica de modelagem. O professor orienta os alunos no desenho, representação ou construção de objectos utilizando a técnica de modelagem e cria condições que permitam aos alunos construir diferentes objectos utilitários. Os alunos representam ou constroem alguns objectos utilizando a técnica de modelagem. Pág. 29

30 Apresentação de objectos reais para os alunos observarem. O professor orienta os alunos na observação de alguns objectos reais, tais como: cubos, cilindros, pirâmides e cones. Os alunos observam alguns objectos reais, tais como: cubos, cilindros, pirâmides e cones. Orientação e supervisão do professor na observação de objectos pelos alunos. O professor deve orientar os alunos na observação de objectos que os rodeiam, sobretudo aqueles que têm a forma geométrica e que têm servido de modelos reais. Sob a orientação do professor, os alunos procuram descobrir à sua volta objectos com formas geométricas reais. Motivação por parte do professor para que os alunos modelem alguns objectos reais observados. Depois solicita aos alunos que modelem alguns objectos reais que tenham observado. De seguida, os alunos modelam os objectos observados. Acompanhamento e supervisão da actividade dos alunos pelo professor, que ajuda aqueles que sentirem algumas dificuldades na técnica da modelagem. Enquanto os alunos realizam a actividade, o professor passa de carteira em carteira para acompanhar com atenção aquilo que eles estão a desenvolver, ajudando aqueles que demonstrarem algumas dificuldades na realização da técnica da modelagem. Os alunos desenvolvem a actividade sob o acompanhamento e supervisão do professor. Aplicação e Avaliação 15 min. O professor orienta os alunos na apreciação e crítica dos seus próprios trabalhos. Terminado o exercício, o professor solicita a cada aluno que faça a apreciação e a crítica do seu próprio trabalho, bem como dos trabalhos dos seus colegas, orientando-os para não fazerem críticas desagradáveis, mas sim positivas, para que melhorem cada vez mais os trabalhos. Sob a orientação o professor, cada aluno faz a apreciação e a crítica do seu próprio trabalho e dos trabalhos dos seus colegas. Pág. 30

31 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 17 e 18 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Representação de objectos utilitários mais complexos a partir de modelos reais, tais como: televisores, apagadores, telefones, pastas, barris, etc. Material Didáctico: Barro ou argila, plasticina e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas anteriores sobre a representação de objectos utilitários. Metodologia: Explicativa, activa, participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 31

32 Revisão do que foi dado nas aulas anteriores. Depois, faz uma breve revisão do tema dado na aula anterior para situar os alunos. Os alunos ficam atentos à revisão para se situarem no que foi dado na aula anterior e tirarem as suas dúvidas. Breve explicação sobre a representação de objectos a partir de modelos reais. Feita a revisão, o professor explica aos alunos em que consiste a representação dos objectos utilitários feitos a partir de modelos reais, dizendo: Hoje vamos fazer alguns que podem ser apagadores, televisores, telefones, pastas, etc. Os alunos ficam atentos à explicação do professor para compreenderem em que consiste a representação de objectos a partir de modelos reais. Desenvolvimento 60 min. Apresentação de alguns objectos para demonstração, acompanhada da explicação do professor. O professor apresenta vários objectos utilitários já feitos pelos colegas das classes anteriores ou pelos próprios alunos para, fazer a demonstração e a explicação. Caso não existam objectos ou obras feitas, o professor deve trazê-los de casa para facilitar a sua demonstração e a observação dos alunos. Os alunos observam os objectos apresentados pelo professor e acompanham a demonstração e a explicação. Formulação de perguntas. O professor faz algumas perguntas para verificar se os alunos compreenderam realmente o que lhes foi demonstrado e explicado. A partir do cubo que modelaste, que objecto utilitário podes criar? Que outros objectos sociais podemos criar com figuras ou sólidos geométricos? Os alunos respondem às perguntas feitas pelo professor e tiram as suas dúvidas. Orientação dos alunos na preparação dos materiais necessários e na realização da actividade. Seguidamente, o professor orienta os alunos na preparação dos materiais necessários e das medidas de segurança e higiene necessárias para a realização dos trabalhos. Sob orientação do professor, os alunos preparam os materiais necessários para a realização da actividade e criam as medidas de higiene. Pág. 32

33 Verificação das condições necessárias à realização da actividade e orientação dos alunos na sua realização. Preparadas todas as condições necessárias, o professor orienta os alunos na criação de alguns objectos demonstrados ou outros preconcebidos (objectos utilitários ou sociais a partir de figuras geométricas). Sob a orientação e supervisão do professor, os alunos realizam a actividade, criando objectos utilitários ou sociais a partir de figuras geométricas. Acompanhamento e supervisão do professor no desenvolvimento da actividade dos alunos. Durante a realização dos trabalhos, o professor deverá prestar a maior atenção, acompanhando e supervisionando a actividade de cada aluno e ajudando os que apresentam mais dificuldades. Os alunos elaboram os trabalhos sob a supervisão do professor. Acompanhamento aos alunos para que estes melhorem o desempenho nos seus trabalhos. O professor deverá saber o grau de dificuldade que cada aluno tem na realização dos trabalhos para, deste modo, poder ajudálo a melhorar o seu desempenho e os seus trabalhos. Os alunos com dificuldades são ajudados e encorajados pelo professor para melhorarem o seu desempenho. Aplicação e Avaliação 15 min. O professor orienta os alunos na avaliação dos trabalhos realizados. O professor orienta e ensina os alunos a avaliar e a criticar os seus trabalhos. Sob a orientação do professor, os alunos aprendem a avaliar os seus trabalhos e a fazer a sua auto-crítica. Pág. 33

34 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 19 e 20 Tema: Avaliação e crítica das obras pelos próprios alunos. Subtema: Apreciação e crítica das suas próprias obras. Material Didáctico: Obras, trabalhos feitos pelos próprios alunos. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprender a observar trabalhos ou obras com espírito de auto-crítica. Metodologia: Explicativa, de observação indirecta e crítica. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 34

35 Breve abordagem do que foi dado nas aulas anteriores. De seguida, faz uma abordagem dos temas dados nas aulas anteriores de forma a situar os alunos. Os alunos acompanham a revisão do professor e relembram o que foi dado nas aulas anteriores. Diálogo com os alunos para lhes apresentar o tema da aula. O professor diz aos alunos: Hoje vamos fazer a apreciação, a avaliação e a crítica dos trabalhos que realizámos até agora. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Explicação do professor sobre a apreciação e a crítica. Depois de motivar os alunos e de fazer uma breve revisão, o professor explica o que significa avaliação. Avaliar significa apreciar o merecimento de um trabalho, reconhecer a sua grandeza e valor. Criticar significa apreciar, analisar ou censurar um trabalho e essa crítica pode ser desfavorável ou não. Apreciar significa estimar, valorizar ou julgar o trabalho feito. Os alunos ficam atentos à explicação e aos ensinamentos do professor. Ensinamento aos alunos sobre como apreciar, avaliar e criticar um trabalho. Feita a explicação, o professor deverá ensinar os alunos como apreciar, avaliar e criticar os seus próprios trabalhos, sabendo reconhecer os erros cometidos ou as deficiências do seu trabalho. Os alunos aprendem como apreciar, avaliar e criticar os seus próprios trabalhos, reconhecendo os erros cometidos. Sensibilização dos alunos para aceitarem melhor as críticas dos outros ao seu trabalho e aprenderem a criticar os trabalhos dos colegas de forma construtiva. O professor deverá ainda ensinar e sensibilizar os alunos a não ver a crítica dos seus colegas como algo de mal, mas sim como um elemento importante a ter em conta para melhorarem o seu trabalho. A crítica deve ser feita de forma construtiva e assim deve ser percebida. Os alunos aprendem a aceitar as críticas feitas aos seus trabalhos e também a criticar os trabalhos dos colegas, evitando fazer críticas desagradáveis que os desmoralizem. Pág. 35

36 Durante a análise dos trabalhos, o professor deverá estar atento às opiniões dadas pelos alunos aos trabalhos dos outros, não deixando sobressair opiniões desagradáveis que fazem desmotivar o colega. Caso isso aconteça, o professor deve repreender estas atitudes, fazendo ver aos alunos que estes comentários desagradáveis em nada ajudam a melhorar o trabalho do colega; o que se deve fazer é dar opiniões que ajudem a melhorar o trabalho do colega. Sob a orientação do professor, os alunos apreciam, avaliam e criticam os trabalhos realizados, dando as suas opiniões e pondo em prática as orientações do professor, para não fazerem comentários desagradáveis aos trabalhos dos colegas. Esclarecimento do professor sobre as formas de realização dos trabalhos (individualmente ou em grupo). O professor deverá dizer aos alunos que, apesar de os trabalhos serem feitos individualmente, não significa que não podem ser realizados em grupo. Futuramente, poderão realizar trabalhos em grupo, como é o caso da modelagem de figuras geométricas e de outros objectos utilitários. Os alunos ficam atentos aos esclarecimentos do professor sobre os trabalhos individuais e os futuros trabalhos de grupo que deverão ser realizados. Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação do professor aos alunos para a análise do trabalho feito. Terminada a actividade, o professor orienta os alunos na avaliação dos trabalhos realizados e deixa que cada um dê a sua opinião sobre o que foi feito. Os alunos avaliam o trabalho realizado e emitem as suas opiniões. Pág. 36

37 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 21 e 22 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Introdução ao papier-machê. Material Didáctico: Jornal ou outro tipo de papel, cola branca ou outro tipo de cola (de fabrico caseiro ou mesmo silvestre), tesoura (para cortar as tiras ou então poderão ser cortadas à mão), arame, balão ou ainda embalagemde plástico com ar, outro tipo de material recuperado (caixa, garrafas, copos descartáveis, latas, recipientes e outros). Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Adquirir o domínio da técnica do papier-machê. Metodologia: Explicativa, de observação directa, activa, participativa e de elaboração conjunta. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 37

38 Breve introdução à história do papel. O professor faz uma breve introdução à história do papel e explica que o homem sempre teve a necessidade que de comunicar, utilizando para esse fim diversos materiais de suporte. Os alunos prestam atenção aos conhecimentos que o professor lhes transmite. Demonstração aos alunos, através de materiais, da técnica do papier-machê e apresentação do tema da aula. O professor traz consigo alguns materiais previamente elaborados com a técnica do papier-machê e apresenta o tema da aula. Os alunos observam os materiais mostrados pelo professor e tomam conhecimento do tema da aula. Apresentação de um resumo sobre a técnica do papier-machê, recorrendo a exemplos concretos conhecidos pelos alunos. Depois, deverá fazer um resumo sobre a técnica do papiermachê, explicando em que consiste esta técnica e os passos a seguir na sua aplicação. Deve acompanhar a apresentação de exemplos concretos que os alunos já conhecem. Os alunos prestam atenção ao resumo e aos exemplos apresentados pelo professor. Desenvolvimento 60 min. Demonstração feita pelo professor e explicação dos passos seguidos na construção destes objectos. Com o material trazido de casa, o professor deverá fazer uma demonstração, explicando aos alunos os passos necessários na construção destes objectos. Os alunos observam a demonstração e ouvem atentamente a explicação do professor. Explicação sobre a construção de objectos utilizando a técnica do papier-machê. Depois, explica a técnica do papier-machê, dizendo que o primeiro aspecto a ter em conta é a estrutura que vai servir de suporte à forma que se pretende obter. Por exemplo, para construirmos um objecto que tenha volume (objecto tridimensional), precisamos de uma estrutura que sirva de apoio a esta forma. Portanto, tudo depende da forma que se pretende construir. Pega-se nas tiras já cortadas, passam-se por uma massa de cola e começa-se cobrir a estrutura até se obter a forma desejada. Para se fazer uma máscara, o procedimento é o mesmo: consiste em passar as tiras pela massa de cola e cobrir a estrutura, neste caso um balão. Os alunos prestam atenção à explicação do professor sobre a técnica do papier-machê. Pág. 38

39 Por exemplo, para construirmos um objecto que tenha volume (objecto tridimensional), precisamos de uma estrutura que sirva de apoio a esta forma. Formulação de perguntas para verificar o nível de compreensão dos alunos. Terminada a demonstração, o professor deverá fazer algumas perguntas aos alunos para certificar-se do grau de compreensão que eles atingiram. Como proceder para obtermos uma forma aplicando a técnica papier-machê? Quais são os materiais necessários na aplicação da técnica do papier-machê? Qual é o primeiro aspecto a ter em conta na aplicação da técnica do papier-machê? Os alunos respondem às questões formuladas pelo professor. Orientações aos alunos para se iniciar a actividade. Feitas as perguntas e ouvidas as respostas dos alunos, o professor dá orientações aos alunos para se iniciar a construção de alguns objectos com a aplicação da técnica do papier-machê. Os alunos ouvem atentamente as orientações dadas pelo professor. Preparação do espaço para a realização da actividade, observando os cuidados de higiene necessários. O professor providencia e orienta os alunos para que respeitem os cuidados de higiene necessários para a preservação das carteiras, cobrindo-as com jornais ou plásticos. Os alunos respeitam as indicações do professor para a preservação das suas carteiras. Acompanhamento e supervisão do trabalho realizado pelos alunos. Durante a actividade, o professor deverá passar de carteira em carteira, ajudando aqueles alunos que tiverem mais dificuldades na realização da actividade. Os alunos realizam a actividade, construindo objectos com a utilização da técnica do papier-machê. Orientação do trabalho de casa pelo professor. Seguidamente, o professor deverá orientar um trabalho para que os alunos o façam em casa. Os alunos copiam a tarefa para casa. Pág. 39

40 Aplicação e Avaliação 15 min. Avaliação do trabalho realizado pelos alunos. O professor orienta os alunos na avaliação dos trabalhos por eles realizados, ouvindo as suas opiniões e sugestões. Os alunos avaliam os trabalhos realizados, emitem opiniões e sugestões. Pág. 40

41 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 23 e 24 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Construção de objectos tridimensionais simples. Material Didáctico: Jornal ou outro tipo de papel, arame, garrafas vazias, caixas, copos descartáveis, arame, latas e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas anteriores com a finalidade de construir objectos simples que tenham três dimensões. Metodologia: Explicativa, demonstrativa, activa, participativa, observação directa e trabalho de grupo. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 41

42 Revisão do que foi dado na aula anterior. De seguida, deverá fazer uma revisão da aula anterior sobre a construção de objectos simples aplicando a técnica do papiermachê. Acompanham a revisão, respondem a algumas questões e emitem opiniões sobre a técnica do papiermachê. Explicação sobre a construção de objectos tridimensionais simples aplicando a técnica do papier-machê. Como estratégia da aula, o professor deverá explicar a existência e a construção de objectos tridimensionais simples, não se esquecendo de dizer que a construção destes objectos é possível com a aplicação da técnica do papier-machê. Os alunos prestam atenção à explicação do professor sobre a existência e a construção de objectos tridimensionais simples com a aplicação da técnica do papier-machê. Apresentação do tema da aula. O professor apresenta o tema da aula. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. O professor faz uma demonstração com objectos já feitos em anos anteriores. Feitos os comentários necessários, o professor deverá fazer uma demonstração utilizando alguns objectos feitos pelos alunos nos anos anteriores ou feitos pelo próprio professor, explicando com clareza. Os alunos acompanham a demonstração do professor, observando alguns objectos onde se aplicou a técnica em estudo. Esclarecimentos do professor sobre o desenvolvimento da actividade e preparação do espaço onde esta irá decorrer. Depois de fazer os esclarecimentos necessários, o professor deverá orientar os alunos sobre a actividade que irão desenvolver e o cuidado que deverão ter com a sala de aula, as carteiras, a higiene e a segurança dos próprios alunos, no decorrer da actividade. Os alunos ficam atentos aos esclarecimentos do professor sobre como irão desenvolver a actividade e os cuidados de higiene e segurança que deverão ter. Esclarecimentos do professor sobre os materiais que se utilizam na técnica do papiermachê. O professor deve ainda dizer aos alunos que são vários os materiais que se utilizam na construção de objectos onde se aplica a técnica de papier-machê, mas o que se deve ter em conta é a estrutura que se pretende construir. Os alunos ouvem atentamente os esclarecimentos do professor. Pág. 42

43 Formação de pequenos grupos de trabalho. Distribuição de diferentes tarefas pelos grupos de trabalho e orientação da actividade pelo professor. O professor divide a turma em pequenos grupos de trabalho de cinco alunos e orienta a actividade: Alguns grupos observam várias obras de artistas locais ou regionais e dizem ou descrevem os materiais e as técnicas utilizadas na construção destes objectos; Outros reproduzem o que mais gostaram nas obras que observaram, da forma mais semelhante possível. Sob a orientação do professor, os alunos formam grupos de trabalho e desenvolvem as diferentes actividades indicadas. Cada grupo realiza a sua actividade sob a orientação e supervisão do professor. Supervisão e acompanhamento da actividade pelo professor. Durante a realização das actividades, o professor deverá andar de carteira em carteira tirando dúvidas e ajudando os alunos que tiverem dificuldades na sua realização. Os alunos realizam a actividade e estão atentos à ajuda e esclarecimentos do professor. Motivação dos alunos para que exprimam as suas ideias. O professor deve encorajar e dar a oportunidade aos alunos para exprimirem as suas ideias para a construção de objectos tridimensionais simples. Encorajados pelo professor, os alunos exprimem as suas ideias sobre a construção de diversos objectos tridimensionais simples. Marcação de actividade para casa. Como forma de incentivar os alunos para esta técnica, o professor poderá pedir aos alunos que, em casa, construam alguns objectos, inspirando-se em histórias ou em experiência pessoais. Os alunos passam a tarefa para os cadernos diários. Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação do professor na avaliação dos trabalhos feitos pelos alunos. O professor deverá orientar e ensinar os alunos a avaliar os trabalhos realizados, fazendo a sua crítica e auto-crítica. Sob a orientação do professor, os alunos aprendem a avaliar e a fazer a auto-crítica dos seus trabalhos. Pág. 43

44 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 25 e 26 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Revestimento a cores na terminação dos objectos. Material Didáctico: Tintas de várias cores, pincéis, água, recipientes, lápis de cores, etc. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Criar uma cobertura de cores ou pintura nos objectos terminados. Metodologia: Explicativa, demonstrativa, activa, participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 44

45 Revisão sobre as cores que foram dadas na classe anterior. O professor faz uma revisão sobre as cores quentes e frias dadas na 3ª classe. Acompanham a revisão feita pelo professor e vão emitindo as suas opiniões. Breve abordagem sobre o revestimento, a cor dos objectos e o que significa revestimento, que é o tema da aula. De seguida, faz uma abordagem sobre o tema da aula que é o revestimento, a cor dos objectos, dizendo: Ao falarmos de revestimento estamos a falar da cor no acabamento de um trabalho; isto significa colorir, cobrir esse objecto com uma determinada cor. Ficam a saber o que significa revestimento, a cor dos objectos, que é o tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Retrospectiva sobre as cores e as tonalidades que estas nos oferecem; as cores quentes e as cores frias. Antes de entrar no tema da aula, o professor deverá fazer uma pequena retrospectiva sobre a cor como elemento visual que se encontra na natureza e que nos oferece tonalidades harmoniosas no meio que nos rodeia. Deve relembrar os alunos do que foi estudado na 3ª classe sobre as cores quentes e frias, dizendo que as cores quentes dão-nos a sensação de alegria e conforto e as cores frias dão-nos a sensação de calma, frescura e espaço. Os alunos ouvem com atenção a retrospectiva feita pelo professor e vão emitindo as suas opiniões sobre o que já estudaram na classe anterior acerca das cores. Formulação de algumas perguntas pelo professor. De seguida, o professor faz algumas perguntas aos alunos: Quais são as cores quentes que estudámos? E quais as cores frias? Se misturarmos o amarelo e o vermelho, que cor obteremos? E se misturarmos o amarelo e o azul? E o azul e vermelho? Os alunos respondem às perguntas feitas pelo professor sobre as cores quentes e frias, primárias e secundárias. Demonstração de alguns objectos revestidos a cor feitos pelos alunos em anos anteriores. Ouvidas as respostas dos alunos, o professor faz a demonstração de alguns objectos com revestimento a cor, feitos pelos alunos nos anos anteriores e, caso não existam, o professor deverá fazê-los. Os alunos acompanham a demonstração feita pelo professor sobre o revestimento e a cor de objectos. Pág. 45

46 Explicação do professor sobre o processo de revestimento de objectos. Feita a demonstração, o professor deverá explicar aos alunos o que é o processo de revestimento, dizendo que este processo consiste em cobrir a superfície de um objecto de cor, conforme o nosso gosto. O professor deve realçar ainda que esse processo deve ser feito em completa liberdade para que cada um possa exprimir as suas preferências e experiências cromáticas na mistura das cores primárias para se obterem as cores secundárias. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor sobre o processo de revestimento de objectos. Preparação das condições para se dar início à actividade (medidas de higiene e segurança). Terminada a explicação e os devidos esclarecimentos, o professor prepara a actividade dos alunos: revestimento ou aplicação de cor nos objectos acabados. Antes de começar a actividade, o professor deverá orientar os alunos a tomar precauções de higiene e segurança, protegendo as carteiras com folhas de jornais e revistas. O professor deve previamente recomendar aos alunos que tragam aventais de plástico, camisolas ou camisas velhas para estas aulas, de modo a protegerem as batas das tintas. Os alunos ajudam o professor na preparação de condições necessárias para a realização da actividade do dia. Orientação e supervisão do professor ao longo da realização da actividade. No decurso da actividade, o professor deverá passar de carteira em carteira para verificar os trabalhos que estão sendo realizados, corrigindo alguns erros cometidos e esclarecendo algumas dúvidas existentes. Os alunos realizam a actividade sob a orientação e supervisão do professor. Aplicação e Avaliação 15 min. O professor ensina os alunos a avaliarem os seus trabalhos. Terminada a actividade, o professor deverá ensinar os seus alunos a apreciar e avaliar os seus próprios trabalhos, de forma a melhorarem os próximos trabalhos. Sob a orientação do professor, os alunos aprendem a apreciar e a avaliar os seus próprios trabalhos para que os possam melhorar cada vez mais. Pág. 46

47 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 27 e 28 Tema: Avaliação e crítica da obra pelos próprios alunos. Subtema: Apreciação e crítica das suas próprias obras. Material Didáctico: Trabalhos, obras ou objectos construídos pelos próprios alunos. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprender a apreciar os trabalhos feitos pelos alunos com o espírito de melhorar os próximos trabalhos. Metodologia: Explicativa, dialogada, de observação indirecta e crítica. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 47

48 Breve resumo do que foi dado nas aulas anteriores. De seguida, fará um breve resumo do que foi dado nas aulas anteriores com vista a situar os alunos. Os alunos prestam atenção à revisão e situam-se nos temas já estudados. Apresentação do tema da aula: apreciação dos trabalhos já realizados. O professor diz aos alunos: Já é do vosso conhecimento que todo e qualquer trabalho que realizamos carece de uma apreciação e crítica e é isto que vamos fazer hoje. Os alunos tomam conhecimento do tema e relembram que todos os trabalhos carecem de uma apreciação e crítica. Desenvolvimento 60 min. Demonstração do professor para explicar os passos. O professor deverá relembrar os alunos que apreciação significa observar, avaliar e darmos a nossa opinião ou emitirmos um juízo de valor sobre um determinado trabalho ou uma obra. Deverá dizer ainda que nos temas anteriores já abordaram alguns exemplos sobre a questão da apreciação e crítica de obras. Neste passo da aula apenas deverão lembrar que todo e qualquer trabalho ou obra feita carece de uma apreciação e crítica. Os alunos ficam atentos à retrospectiva feita pelo professor sobre a observação, avaliação e apreciação de um trabalho ou obra e vão emitindo as suas ideias. Lembram que todo e qualquer trabalho carece de uma apreciação ou crítica e que as críticas devem ser construtivas. Explicação e ensinamento do professor sobre como apreciar, avaliar e criticar um trabalho. Feito isto, o professor deverá ensinar os alunos como apreciar, avaliar e criticar os seus próprios trabalhos, reconhecer os erros cometidos ou as deficiências que o seu trabalho apresenta. O professor deve sensibilizar os alunos a não verem a crítica dos colegas como algo de mal, mas sim como um elemento a ter em conta para poder melhorar os trabalhos futuros. Os alunos prestam atenção aos ensinamentos do professor e aprendem como apreciar, avaliar e criticar um trabalho ou uma obra. Pág. 48

49 Supervisão e orientação do professor na análise dos trabalhos feita pelos alunos. No decorrer da actividade, isto é, na análise dos trabalhos, o professor deverá estar atento às opiniões dos alunos, repreender aqueles que emitem opiniões desfavoráveis que desmotivam os colegas, fazendo-os ver que tais opiniões ou comportamentos em nada ajudarão a melhorar o trabalho do colega. As críticas devem ser construtivas. Sob a orientação do professor, os alunos analisam, avaliam os trabalhos e vão emitindo as suas opiniões. Esclarecimento do professor sobre a forma como os trabalhos poderão ser realizados (individualmente ou em grupo). O professor deverá transmitir aos alunos que o facto de os trabalhos serem feitos individualmente não retira a possibilidade de serem também feitos em grupo. Os alunos ouvem os esclarecimentos dados pelo professor sobre a realização dos trabalhos, que podem ser individuais ou em grupo. Aplicação e Avaliação 15 min. Orientação do professor na avaliação dos trabalhos realizados. Terminada a actividade, o professor deverá orientar os alunos para que cada um dê a sua opinião sobre o trabalho que foi feito. Sob a orientação do professor, cada aluno avalia o trabalho que foi realizado e dá a sua opinião. Pág. 49

50 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 29 e 30 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: A criação através da técnica mista. Material Didáctico: Papel, cartolina, papel de lustro, papel cavalinho, papel veludo, papel vegetal, papel de seda e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Criar obras aplicando diversas técnicas (técnicas mistas). Metodologia: Explicativa, demonstrativa, de observação directa ou indirecta. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 50

51 Comentários sobre os trabalhos realizados anteriormente. De seguida, faz alguns comentários sobre os trabalhos já realizados nas classes anteriores onde se tenha aplicado a técnica mista. Acompanham atentamente a revisão feita pelo professor sobre os trabalhos realizados nas classes anteriores e vão emitindo as suas opiniões. Apresentação dos meios preparados que são necessários para a realização da técnica mista, o tema da aula. Depois, o professor apresentará os materiais já preparados para a aula, que serão utilizados na aplicação da técnica mista, que é o tema da aula. Tomam contacto com os materiais com que irão trabalhar na aplicação da técnica mista e com o tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Explicação do professor sobre técnicas mistas. O professor deverá explicar aos alunos o que são técnicas mistas, dizendo que é o conjunto ou a combinação de todas as técnicas aplicadas numa obra. Neste tema, pretende-se que na realização de uma obra se apliquem todas as técnicas aprendidas ao longo das nossas aulas. Os alunos prestam atenção à explicação do professor e ficam a saber o que são técnicas mistas. Formulação de algumas perguntas sobre as técnicas já aprendidas pelos alunos nas aulas anteriores. O professor faz algumas perguntas aos alunos para ver se ainda se lembram das técnicas aprendidas ao longo das aulas: Quais são as técnicas que aprenderam ao longo deste ciclo? Que materiais são utilizados na realização destas técnicas? Os alunos respondem às perguntas feitas pelo professor. Motivação dos alunos através da demonstração de alguns trabalhos realizados pelos alunos em classes anteriores. O professor faz uma demonstração de alguns trabalhos já realizados pelos alunos das classes anteriores como forma de motivar os seus alunos para se interessarem pelos trabalhos onde se tenha aplicado a técnica mista. Os alunos observam os trabalhos demonstrados pelo professor. Orientação dos alunos na observação, análise e apreciação de trabalhos Feita a demonstração, o professor deverá orientar os alunos na observação dos trabalhos, na análise da natureza dos mesmos, para melhor fazerem os seus comentários e darem as suas opiniões. Os alunos observam e analisam os trabalhos demonstrados, fazem comentários e emitem as suas opiniões. Pág. 51

52 Explicação do professor sobre as técnicas mistas, sobre as propriedades do papel e sobre a dobragem. Após os comentários e as opiniões dos alunos, o professor deverá explicar-lhes em que consiste esta técnica, suas vantagens e desvantagens. Explica também que, ao realizarmos qualquer trabalho em papel, devemos conhecer as propriedades do papel: espessura e resistência. Explica ainda que a dobragem é uma técnica que consiste em dobrar folhas de papel para criar um objecto e que o recorte consiste em fazer recortes de papel, seguindo os contornos de uma figura. Os alunos acompanham a explicação do professor e ficam a saber que, ao realizar qualquer trabalho em papel, é necessário conhecermos as propriedades do mesmo. Orientação de uma actividade sobre um tema proposto pelo professor. O professor deverá orientar um tema para que os alunos possam desenhá-lo numa superfície, que pode ser numa folha de cartolina ou outro material. No decorrer da actividade o professor deverá ir de carteira em carteira para verificar o material de cada aluno e fazer as devidas recomendações. Sob a orientação e supervisão do professor, os alunos desenvolvem a actividade proposta. Aplicação e Avaliação 15 min. O professor ensina os alunos a apreciarem os trabalhos realizados. Terminada a actividade, o professor ensina os alunos como apreciarem os seus próprios trabalhos, emitindo as suas opiniões. Os alunos aprendem a apreciar e a avaliar os seus próprios trabalhos e a emitir as suas opiniões sobre os mesmos. Pág. 52

53 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 31 e 32 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Criação de uma obra em técnica mista a partir de um fenómeno percebido e outra através da imaginação. Material Didáctico: Papel, cartolina, papel de lustro, papel cavalinho e outros. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Reconhecer a proveniência da obra que cria. Metodologia: Explicativa, activa, de elaboração conjunta. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 53

54 Revisão da aula anterior sobre a técnica mista. Depois faz uma pequena retrospectiva da matéria dada na aula anterior sobre a técnica mista. Os alunos prestam atenção à revisão do professor e vão emitindo as suas opiniões. Apresentação do tema da aula: continuação dos trabalhos da aula anterior sobre a técnica mista. De seguida, diz aos alunos que irão dar continuidade aos trabalhos realizados na aula anterior sobre a técnica mista. Os alunos ficam a saber que irão continuar o tema da aula anterior. Desenvolvimento 60 min. Retrospectiva sobre as técnicas mistas e sobre os trabalhos realizados com a utilização desta técnica. No desenvolvimento da aula, o professor deverá começar por fazer uma retrospectiva das técnicas mistas e das obras ou trabalhos onde esta técnica foi utilizada. Os alunos ficam atentos à retrospectiva feita pelo professor sobre a técnica mista. Apresentação de trabalhos que retratam o quotidiano dos alunos, realizados em anos anteriores. Depois apresenta os trabalhos realizados nos anos anteriores, trabalhos estes que retratam o quotidiano dos alunos. De seguida faz a seguinte pergunta: O que é a técnica mista? Os alunos observam os trabalhos feitos pelos alunos nos anos anteriores e respondem à pergunta formulada pelo professor. Explicação do professor. O professor diz que este tema já foi tratado na aula anterior. Nessa aula viram várias obras e trabalhos feitos com diversas técnicas, tais como: desenho, pintura, recorte, picagem e picotagem, colagem, etc. Quando se combinam todas estas técnicas, falamos da técnica mista. Os alunos prestam atenção à explicação do professor e ficam a saber que a combinação de várias técnicas dá origem à técnica mista. Orientação do professor nos preparativos para se dar início à actividade. Feitos os esclarecimentos necessários, o professor orienta os alunos para protegerem as suas carteiras com jornais ou folhas de revistas, evitando assim que elas fiquem manchadas com tinta, cola, etc. Os alunos cobrem as carteiras para que fiquem protegidas das tintas e da cola, antes de iniciarem a actividade. Pág. 54

55 Demonstração de alguns trabalhos ou exercícios para exemplificar como se fazem. O professor deverá fazer a demonstração de alguns trabalhos ou exercícios, para que os alunos observem como se faz este ou aquele trabalho ou exercício. Os alunos acompanham a demonstração feita pelo professor, observando como se fazem os exercícios. Esclarecimento sobre como os alunos deverão fazer para criarem as suas obras, aplicando a técnica mista. Depois, o professor deverá transmitir aos alunos que, com base na experiência e na observação que fazem diariamente, em tudo que têm visto, casas, animais, pessoas, florestas, etc., cada um cria uma obra tendo em conta a sua experiência ou até mesmo a partir da sua imaginação, aplicando a técnica mista e fazendo o acabamento a seu gosto. Ouvem atentamente os esclarecimentos feitos pelo professor sobre tudo o que nos rodeia e ficam a saber em que consistirá o trabalho ou a obra que cada um poderá criar, aplicando a técnica em estudo. Orientação e supervisão da actividade pelo professor. Feitos todos os esclarecimentos necessários, o professor deverá orientar e supervisionar a actividade que cada aluno desenvolve a partir da sua imaginação criadora, tendo em conta a aplicação da técnica mista. Sob a orientação do professor, os alunos desenvolvem a actividade, criando algumas obras segundo a sua imaginação e aplicando a técnica mista. Aplicação e Avaliação 15 min. Ensinamento aos alunos sobre como apreciar e avaliar uma obra. O professor deverá orientar e ensinar os alunos a apreciar e avaliar uma obra. Sob orientação do professor, os alunos aprendem como apreciar e avaliar os seus próprios trabalhos. Pág. 55

56 Ficha Pedagógica Disciplina: Educação Manual e Plástica Classe: 4ª Tempo: 2 (90 minutos) Aula: Nº 33 e 34 Tema: A representação de formas tridimensionais a partir de objectos tridimensionais. O cuidado das proporções. Subtema: Explicação e crítica das obras pelos próprios alunos. Material Didáctico: Trabalhos, obras, fotografias e outros objectos preparados para o efeito. Objectivo(s): No fim da aula, o aluno deve ser capaz de: Aprender a valorizar os trabalhos, obras, tendo sempre em consideração as sugestões e opiniões dos outros. Metodologia: Explicativa, activa e participativa. Introdução 15 min. Saudação aos alunos e O professor saúda os alunos e conversa com eles, preparando-os Os alunos respondem à conversa de preparação para para a aula. saudação do professor e a aula. conversam com ele. Pág. 56

57 Breve retrospectiva sobre a avaliação e a crítica de uma obra. Depois, fará uma retrospectiva sobre a avaliação e crítica de uma obra, dizendo que todo e qualquer trabalho ou obra carece de apreciação e de crítica. Ouvem a revisão feita pelo professor sobre a avaliação, apreciação e crítica de uma obra ou trabalho e vão emitindo as suas opiniões. Apresentação do tema da aula: apreciação, avaliação e crítica de uma obra ou trabalho. O professor dá a conhecer aos alunos o tema da aula, dizendo: Tal como fizemos em aulas anteriores, hoje também faremos a apreciação, a avaliação e a crítica dos trabalhos elaborados. Os alunos tomam conhecimento do tema da aula. Desenvolvimento 60 min. Retrospectiva sobre avaliação e crítica de obra. Antes de tudo, o professor deverá relembrar os alunos do que significa observar e avaliar um determinado trabalho ou uma obra, como já se viu nas aulas anteriores. Deverá relembrar os alunos que qualquer trabalho ou obra carece de uma apreciação e crítica. Os alunos ouvem a retrospectiva feita pelo professor sobre a avaliação, apreciação e crítica dos trabalhos ou obras e vão dando as suas opiniões. Ensinamento aos alunos sobre apreciação, avaliação e crítica dos seus próprios trabalhos. Feito isto, o professor deverá ensinar os alunos como apreciar, avaliar e criticar os seus próprios trabalhos. Deverá ensiná-los ainda a reconhecerem os erros cometidos ou as deficiências do seu trabalho. Sob orientação do professor os alunos aprendem como apreciar, avaliar e criticar os seus próprios trabalhos. Sensibilização dos alunos para a aceitação da crítica como um factor a ter em conta para melhorar o seu trabalho. O professor deverá ainda sensibilizar os alunos para não verem a crítica do colega como algo de mal, mas sim como um aspecto a ter em conta para poder melhorar o seu trabalho. Aprendem a reconhecer os seus erros e as deficiências cometidas no seu trabalho. Aprendem a valorizar o trabalho dos outros e a aceitar as críticas construtivas como algo importante na melhoria dos trabalhos. Pág. 57

58 O professor fica atento às opiniões dos alunos. No decorrer da actividade, o professor deverá prestar a maior atenção às diversas opiniões dadas pelos alunos, desencorajar e repreender aqueles cujas opiniões desanimam e desmotivam os colegas. Sob orientação do professor, os alunos vão dando as suas opiniões, procurando encorajar-se e ajudar-se mutuamente a melhorar os trabalhos vindouros. Sensibilização dos alunos para o valor e a importância da crítica construtiva. É importante explicar aos alunos que tais atitudes em nada ajudam a melhorar o trabalho e que o mais importante é ouvirmos opiniões que ajudam a melhorar cada vez mais o nosso trabalho. Os alunos ouvem atentamente a explicação do professor. Acompanhamento da actividade dos alunos pelo professor. O professor deverá acompanhar e supervisionar toda a actividade desenvolvida pelos alunos, ouvindo as opiniões e corrigindo aquelas que achar pouco correctas. Os alunos desenvolvem a actividade sob a orientação e supervisão do professor. Aplicação e Avaliação 15 min. Avaliação da actividade desenvolvida. O professor deverá, em conjunto com os alunos, avaliar a actividade desenvolvida, ouvindo as opiniões e as sugestões de cada um. Sob a orientação do professor, os alunos avaliam a actividade desenvolvida emitindo as suas opiniões. Pág. 58

Educação Manual e Plástica 5.ª Classe

Educação Manual e Plástica 5.ª Classe F39 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica

Leia mais

Educação Manual e Plástica 6.ª Classe

Educação Manual e Plástica 6.ª Classe F64 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica 6.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica

Leia mais

Educação Manual e Plástica 3.ª Classe

Educação Manual e Plástica 3.ª Classe F27 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica 3.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica

Leia mais

F15. Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica. 1ª Classe. Monodocência

F15. Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica. 1ª Classe. Monodocência F15 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica 1ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Manual e Plástica

Leia mais

D25. PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EXPRESSÕES 12ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário

D25. PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EXPRESSÕES 12ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário D5 PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EXPRESSÕES 1ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Pré-Escolar Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino

Leia mais

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe E2 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Teoria da Educação e Desenvolvimento

Leia mais

D23. PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário

D23. PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário D23 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Teoria

Leia mais

Estudo do Meio 1ª Classe

Estudo do Meio 1ª Classe F14 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio 1ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio - 1ª Classe Direcção: David

Leia mais

A28. EMPREENDEDORISMO 9ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO

A28. EMPREENDEDORISMO 9ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO A8 PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 9ª Classe 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de ismo - 9ª Classe 1º Ciclo do Ensino Secundário Geral Editora Editora

Leia mais

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 10ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1.

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 10ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1. B16 PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1.º CICLO FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de

Leia mais

Matemática 4.ª Classe

Matemática 4.ª Classe F31 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática 4.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática - 4ª Classe Direcção: David Leonardo

Leia mais

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 12ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1.

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 12ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1. B17 PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 12ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1.º CICLO FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de

Leia mais

Matemática 1ª Classe

Matemática 1ª Classe F13 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática 1ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática - 1ª Classe Direcção: David Leonardo

Leia mais

Planificação Anual do Ensino Aprendizagem Educação Visual - 7º Ano 2011/2012

Planificação Anual do Ensino Aprendizagem Educação Visual - 7º Ano 2011/2012 Planificação Anual do Ensino Aprendizagem Educação Visual - 7º Ano 2011/2012 Unidade Didáctica Apresentação Teste Diagnóstico PLANIFICAÇÃO - 1º PERÍODO :: Professor(a) Estagiária: Ana Sofia Gomes de Jesus

Leia mais

Matemática 3.ª Classe

Matemática 3.ª Classe F25 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática 3.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática - 3ª Classe Direcção: David Leonardo

Leia mais

Língua Portuguesa 5.ª Classe

Língua Portuguesa 5.ª Classe F36 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Língua Portuguesa 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Língua Portuguesa - 5.ª Classe Direcção:

Leia mais

Matemática 6.ª Classe

Matemática 6.ª Classe F62 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática 6.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática - 6.ª Classe Direcção: David Leonardo

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 12ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 12ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário D32 PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 12ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do

Leia mais

Plano de Intervenção Expressão Plástica Ano de execução: 2015

Plano de Intervenção Expressão Plástica Ano de execução: 2015 Plano de Intervenção Expressão Plástica Ano de execução: 2015 Técnica responsável: Marina Rita O presente projeto visa desenvolver atividades de expressão plástica com um grupo de 31 clientes da resposta

Leia mais

Estudo do Meio 2ª Classe

Estudo do Meio 2ª Classe F20 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio 2ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio - 2ª Classe Direcção: David

Leia mais

A27. EMPREENDEDORISMO 8ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO

A27. EMPREENDEDORISMO 8ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO A27 PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 8ª Classe 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de Empreendedorismo - 8ª Classe 1º Ciclo do Ensino Secundário Geral

Leia mais

PROGRAMA DE FÍSICA 10ª Classe

PROGRAMA DE FÍSICA 10ª Classe E23 PROGRAMA DE FÍSICA 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Profissional Ficha Técnica Título Programa de Física - 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo

Leia mais

Planificação a Médio Prazo Educação Visual - 7ºAno 2011/2012

Planificação a Médio Prazo Educação Visual - 7ºAno 2011/2012 Planificação a Médio Prazo Educação Visual - 7ºAno 2011/2012 Unidade Didática Apresentação Teste Diagnóstico PLANIFICAÇÃO - 1º PERÍODO :: Professor(a) Estagiária: Ana Sofia Gomes de Jesus Competências

Leia mais

1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL

1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL A36 PROGRAMA DE educação Laboral 9ª Classe 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL Ficha Técnica Título Programa de Educação Laboral - 9ª Classe Editora Editora Moderna, S.A. Pré-impressão, Impressão e Acabamento

Leia mais

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 11ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1.

PROGRAMA DE. EMPREENDEDORISMO 11ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 1. D26 PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO ª Classe 2.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO.º CICLO FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de Empreendedorismo

Leia mais

ACTIVIDADES PARA ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

ACTIVIDADES PARA ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS ACTIVIDADES PARA ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS ACTIVIDADE 1 Tempo previsível 60 minutos Recursos Necessários: Livro Assim Começa a Vida ; ficha nº12 COMO FAZER: Leitura do livro Assim Começa

Leia mais

Educação Moral e Cívica 5.ª Classe

Educação Moral e Cívica 5.ª Classe F42 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Moral e Cívica 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Moral e Cívica 5.ª Classe

Leia mais

- Traçados de formas geométricas (quadrado, triângulos, retângulo, utilizando régua, esquadro, transferidor e compasso).

- Traçados de formas geométricas (quadrado, triângulos, retângulo, utilizando régua, esquadro, transferidor e compasso). METAS/ DOMÍNI OS Representação R6 OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS ATIVIDADES RECURSOS CALENDARI ZAÇÃO OBJETIVO GERAL (4): Conhecer as interações dos objetos no espaço. 4.1: Distinguir a posição

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS. Apresentação. Teste Diagnóstico prova teórico-prática

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS. Apresentação. Teste Diagnóstico prova teórico-prática ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: EDUCAÇÃO VISUAL ANO: 8º ANO LECTIVO 010/011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS INSTRUMENTOS

Leia mais

Como usar: Apenas 6 crianças podem estar na casinha das bonecas. A exploração dos materiais é livre

Como usar: Apenas 6 crianças podem estar na casinha das bonecas. A exploração dos materiais é livre Casinha das bonecas -uma cozinha em madeira (frigorifico, máquina da roupa, fogão) -Uma cama de bebés -Cesto com ferramentas -uma mesa de madeira com duas cadeiras -uma banheira -um carrinho de bebés -utensílios

Leia mais

CADERNOS DE MATEMÁTICA Nº 8 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

CADERNOS DE MATEMÁTICA Nº 8 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS CADERNOS DE MATEMÁTICA Nº 8 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Cadernos de matemática N.º 1 PRIMITIVAS N.º 2 SÉRIES N.º 3 LIMITES N.º 4 DERIVADAS N.º 5 INTEGRAIS N.º 6 MATRIZES N.º 7 VECTORES N.º 8 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

Leia mais

PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe

PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe F1 PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe INEF Formação Geral Ficha Técnica Título Programa de Química - 10ª Classe - INEF Editora Editora Moderna, S.A. Pré-impressão, Impressão e Acabamento GestGráfica, S.A.

Leia mais

Ciências da Natureza 5.ª Classe

Ciências da Natureza 5.ª Classe F38 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Ciências da Natureza 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Ciências da Natureza - 5.ª Classe

Leia mais

Guião 3 Explorando sólidos geométricos - III

Guião 3 Explorando sólidos geométricos - III Guião 3 Explorando sólidos geométricos - III Propriedades A cadeia de tarefas aqui apresentada tem por objetivo continuar a exploração dos sólidos geométricos, iniciada a partir dos Guiões 1 e 2, em conjunto

Leia mais

Língua Portuguesa 3.ª Classe

Língua Portuguesa 3.ª Classe F24 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Língua Portuguesa 3.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Língua Portuguesa - 3.ª Classe Direcção:

Leia mais

PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe

PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe D75 PROGRAMA DE QUÍMICA 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Geral Ficha Técnica Título Programa de Química - 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino

Leia mais

NOME QUESTÕES. 2- O que é para si a Matemática? 3- O que considera ser matematicamente competente?

NOME QUESTÕES. 2- O que é para si a Matemática? 3- O que considera ser matematicamente competente? QUESTÕES 1- Gosta de Matemática? (ri-se e suspira) é assim depende do ponto de vista. Se for de uma matemática trabalhada de uma forma lúdica, gosto da matemática sim. Agora se for uma matemática com uma

Leia mais

ESBOÇOS RÁPIDOS - AQUECIMENTO min

ESBOÇOS RÁPIDOS - AQUECIMENTO min FORMAS ARTIFICIAIS SINOPSE: Desenho à vista de um objecto do quotidiano. Exercício a realizar em várias fases: 1º. Em A4,vários esboços segundo diversos pontos de vista captando a morfologia global do

Leia mais

Índice 7º ANO 2009/2010 ESCOLA BÁSICA 1, 2, 3 / JI DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO VISUAL

Índice 7º ANO 2009/2010 ESCOLA BÁSICA 1, 2, 3 / JI DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO VISUAL Índice COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS da EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Competências Gerais e Específicas da Educação Artística Dimensões das Competências Específicas Competências Especificas do 3º ciclo - Visual Competências

Leia mais

Objetivos Classificar as cores em primárias, secundárias, quentes, frias e neutras.

Objetivos Classificar as cores em primárias, secundárias, quentes, frias e neutras. As cores Atividade 1 Atividade 2 Objetivos Classificar as cores em primárias, secundárias, quentes, frias e neutras. Confecção do disco das cores. Materiais Papel branco, tinta guache, pincel, cola tesoura

Leia mais

PROGRAMA DE GINÁSTICA 10ª Classe

PROGRAMA DE GINÁSTICA 10ª Classe E77 PROGRAMA DE GINÁSTICA 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Disciplina de Educação Física Ficha Técnica Título Programa de Ginástica - 10ª Classe Formação de Professores

Leia mais

Educação Musical 2.ª Classe

Educação Musical 2.ª Classe F22 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Musical 2.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Musical - 2ª Classe Direcção:

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 1, 2, 3 / JI DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO VISUAL

ESCOLA BÁSICA 1, 2, 3 / JI DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO VISUAL 7º ANO Índice COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS da EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Competências Gerais e Específicas da Educação Artística Dimensões das Competências Específicas Competências Especificas do 3º ciclo - Comunicação

Leia mais

Geografia 5.ª Classe

Geografia 5.ª Classe F41 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Geografia 5.ª Classe O Espaço Geográfico Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Geografia 5.ª Classe -

Leia mais

DEPARTAMENTO DISCIPLINAR DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DISCIPLINAR DE EXPRESSÕES 1º PERÍODO 26/26 aulas previstas PERÍODIZA ÇÃO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO VISUAL ANO LETIVO 2017-2018 ANO: 6º A/B DEPARTAMENTO DISCIPLINAR DE EXPRESSÕES (Dois blocos semanais de 60 minutos cada) CONTEÚDOS/ OBJETIVOS

Leia mais

1º Período. Tema: animação gráfica recorrendo às cores do logótipo desafia-te a fazer maravilhas

1º Período. Tema: animação gráfica recorrendo às cores do logótipo desafia-te a fazer maravilhas EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ano 2016/2017 1º Período Projeto 1: CATAVENTO Objetivo: Construção e animação gráfica de um catavento Tema: animação gráfica recorrendo às cores do logótipo desafia-te a fazer maravilhas

Leia mais

PROPOSTA DE GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA 2º CICLO 2010 / 2011

PROPOSTA DE GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA 2º CICLO 2010 / 2011 1 ESCOLA BÁSICA DO 2º E 3º CICLOS JOÃO AFONSO DE AVEIRO PROPOSTA DE GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA 2º CICLO 2010 / 2011 O desenvolvimento das Unidades de Trabalho deverá ter sempre

Leia mais

Início da unidade de trabalho, pequena explicação aos alunos da mesma

Início da unidade de trabalho, pequena explicação aos alunos da mesma MASCARILHA DE CARNAVAL Ano Letivo: 2012/2013 DOMÍNIOS OBJETIVOS DESCRITORES ATIVIDADES MATERIAIS / RECURSOS CALENDARIZAÇÃO AVALIAÇÃO Técnica Produzir objectos plásticos explorando temas, ideias e situações

Leia mais

Matemática 5.ª Classe

Matemática 5.ª Classe F37 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Matemática - 5.ª Classe Direcção: David Leonardo

Leia mais

1ª edição Projeto Timóteo Como Pregar Mensagens Bíblicas Apostila do Orientador

1ª edição Projeto Timóteo Como Pregar Mensagens Bíblicas Apostila do Orientador Como Pregar Mensagens Bíblicas Projeto Timóteo Apostila do Orientador Como Pregar Mensagens Bíblicas Projeto Timóteo Coordenador do Projeto Dr. John Barry Dyer Equipe Pedagógica Marivete Zanoni Kunz Tereza

Leia mais

F30. Guia Prático para o Professor do Ensino Primário. Monodocência

F30. Guia Prático para o Professor do Ensino Primário. Monodocência F30 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Língua Portuguesa - 4.ª Classe Direcção: David Leonardo Chivela

Leia mais

cadernos De matemática nº 10 Geometria analítica

cadernos De matemática nº 10 Geometria analítica CADERNOS DE MATEMÁTICA Nº 10 Geometria analítica Cadernos de matemática n.º 1 PRIMITIVAS n.º 2 SÉRIES n.º 3 LIMITES n.º 4 DERIVADAS n.º 5 INTEGRAIS n.º 6 MATRIZES n.º 7 VECTORES n.º 8 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

Leia mais

A30. EDUCAÇÃO VISUAL E PLÁSTICA 8ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL

A30. EDUCAÇÃO VISUAL E PLÁSTICA 8ª Classe PROGRAMA DE 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL A30 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO VISUAL E PLÁSTICA 8ª Classe 1.º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL Ficha Técnica Título Programa de Educação Visual e Plástica - 8ª Classe Editora Editora Moderna, S.A. Pré-impressão,

Leia mais

O MEU LIVRO DE MATEMÁTICA

O MEU LIVRO DE MATEMÁTICA O MEU LIVRO DE MATEMÁTICA 1. a Classe Manual do Aluno Isabel Nascimento Alberto António José Fuansuka Ensino Primário Reforma Curricular Distribuição gratuita Ministério da Educação de Angola Proibida

Leia mais

Educação Musical 5.ª Classe

Educação Musical 5.ª Classe F40 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Musical 5.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Educação Musical - 5ª Classe Direcção:

Leia mais

Funções do Diretor de Turma

Funções do Diretor de Turma Agrupamento de Escolas de Moura Escola Básica nº 1 de Moura (EB23) Funções do Diretor de Turma Esclarecer os alunos acerca das funções do Director de Turma e informá-los, assim como aos Encarregados de,

Leia mais

Guião 2 Explorando sólidos geométricos - II

Guião 2 Explorando sólidos geométricos - II Guião 2 Explorando sólidos geométricos - II cubos, paralelepípedos retângulos, cilindros, esferas, pirâmides, cones,prismas A cadeia de tarefas aqui apresentada tem por objetivo continuar a exploração

Leia mais

A construção começa a ganhar forma. A Carla e a Melissa escolhem as primeiras peças. Acho que esta peça não é aqui. A Raquel está muito concentrada.

A construção começa a ganhar forma. A Carla e a Melissa escolhem as primeiras peças. Acho que esta peça não é aqui. A Raquel está muito concentrada. A Carla e a Melissa escolhem as primeiras peças. A construção começa a ganhar forma. A Raquel está muito concentrada. Acho que esta peça não é aqui. Agora é a vez da Sara ajudar. Já falta pouco para estar

Leia mais

Guião. E por isso se chama à volta do pátio em oito passos, pois tudo se pode fazer no pátio da escola ou num jardim perto da escola.

Guião. E por isso se chama à volta do pátio em oito passos, pois tudo se pode fazer no pátio da escola ou num jardim perto da escola. Guião Introdução O projecto Este projecto propõe um conjunto de actividades para alunos do pré-escolar e do 1ª ciclo do ensino básico que permitem desenvolver as seguintes competências: - Observar - Recolher

Leia mais

DOMINIOS OBJETIVOS PESOS

DOMINIOS OBJETIVOS PESOS DOMINIOS OBJETIVOS PESOS TÉCNICA 1.Diferenciar materiais básicos de desenho técnico na representação e criação de formas. 1.1 Desenhar objetos simples presentes no espaço envolvente, utilizando materiais

Leia mais

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Conhecer materiais riscadores e respetivos suportes físicos. Dominar materiais básicos de desenho técnico. Dominar a aquisição de conhecimento prático. Compreender a geometria enquanto elemento de organização

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE SANTA CLARA COMPONENTE APOIO À FAMÍLIA. EB Eurico Gonçalves 2014/2015

JUNTA DE FREGUESIA DE SANTA CLARA COMPONENTE APOIO À FAMÍLIA. EB Eurico Gonçalves 2014/2015 JUNTA DE FREGUESIA DE SANTA CLARA COMPONENTE APOIO À FAMÍLIA EB Eurico Gonçalves 2014/2015 INTRODUÇÃO O projeto da Componente de Apoio à Família visa receber as crianças e permanecer com elas, antes e

Leia mais

Ciências da Natureza 6.ª Classe

Ciências da Natureza 6.ª Classe F63 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Ciências da Natureza 6.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Ciências da Natureza - 6.ª Classe

Leia mais

PROGRAMA DE MATEMÁTICA 10ª Classe

PROGRAMA DE MATEMÁTICA 10ª Classe D73 PROGRAMA DE MATEMÁTICA 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Geral Ficha Técnica Título Programa de Matemática - 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo

Leia mais

PROGRAMA DE GEOGRAFIA 10ª Classe

PROGRAMA DE GEOGRAFIA 10ª Classe E40 PROGRAMA DE GEOGRAFIA 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Geografia - 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA

PLANIFICAÇÃO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDRÓGÃO GRANDE PLANIFICAÇÃO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA Ano letivo 2015/2016 Página 1 Plano Anual de AEC - Expressão Plástica Ano Letivo 2015/2016 Introdução: A manipulação

Leia mais

ANATOMIA DO EMPREENDEDOR

ANATOMIA DO EMPREENDEDOR ANATOMIA DO EMPREENDEDOR ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL Ensino Secundário / Profissional Breve descrição A atividade trabalha as características empreendedoras de forma a que os alunos as conheçam melhor.

Leia mais

4 MODOS DE EMPREENDER

4 MODOS DE EMPREENDER 4 MODOS DE EMPREENDER ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL Ensino Secundário / Profissional Breve descrição Pretende-se que os alunos distingam diferentes tipos de empreendedorismo através da realização de

Leia mais

Planificação anual das AEC Expressão Plástica

Planificação anual das AEC Expressão Plástica Planificação anual das AEC Expressão Plástica 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos Ano letivo: 2014/15 1.º PERÍODO Data Temas Atividades Sugeridas / Estratégias Conteúdos Objetivos Recursos Avaliação setembro setembro

Leia mais

Ficha de Apoio Ser um Aluno Exemplar. Disciplina de Formação Pessoal e Social (FPS)

Ficha de Apoio Ser um Aluno Exemplar. Disciplina de Formação Pessoal e Social (FPS) Ficha de Apoio Ser um Aluno Exemplar Disciplina de Formação Pessoal e Social (FPS) Professor Humberto Santos Ano-lectivo 2007/08 Escola Secundária de Achada Grande Praia/Cabo Verde Atitudes e comportamentos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BONFIM ESCOLA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA Ano letivo 2016/2017

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BONFIM ESCOLA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA Ano letivo 2016/2017 2. Conhecer formas geométricas no âmbito dos elementos da 4. Dominar a aquisição de conhecimento geométrico. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BONFIM ESCOLA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA Ano letivo 2016/2017

Leia mais

EDUCAÇÃO VISUAL 9º ano

EDUCAÇÃO VISUAL 9º ano EDUCAÇÃO VISUAL 9º ano 2016/2017 Projecto 1: IDENTIFICAÇÂO DA CAPA INDIVIDUAL Objetivo Geral: Com o recurso de uma foto do estudante e uma imagem de gosto pessoal através da técnica da colagem resultará

Leia mais

PROGRAMA DE DESENHO 10ª Classe

PROGRAMA DE DESENHO 10ª Classe E64 PROGRAMA DE DESENHO 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Disciplina de Educação Visual e Plástica Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Desenho - 10ª Classe Formação de Professores

Leia mais

Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica

Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica Trabalho realizado no âmbito da disciplina As TIC no Ensino das Ciências e da Matemática. Departamento de Educação da Faculdade

Leia mais

Estudo do Meio 4.ª Classe

Estudo do Meio 4.ª Classe F32 Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio 4.ª Classe Monodocência FICHA TÉCNICA Título: Guia Prático para o Professor do Ensino Primário Estudo do Meio - 4.ª Classe Direcção:

Leia mais

Projeção ortográfica de sólidos geométricos

Projeção ortográfica de sólidos geométricos Projeção ortográfica de sólidos geométricos Introdução Na aula anterior você ficou sabendo que a projeção ortográfica de um modelo em um único plano algumas vezes não representa o modelo ou partes dele

Leia mais

Mestrado em Educação Pré-escolar. 2 ª Planificação

Mestrado em Educação Pré-escolar. 2 ª Planificação Anexo 9 Planificações em Jardim de Infância Mestrado em Educação Pré-escolar Professora Supervisora: Sónia Correia Educadora Cooperante: Ana Leitão Estagiária atuante: Maria do Rosário Ferreira Estagiária

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ARTÍSTICAS- GRUPO DE RECRUTAMENTO

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ARTÍSTICAS- GRUPO DE RECRUTAMENTO Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires - GRUPO DE RECRUTAMENTO - Cód. 600 CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO OPERADOR DE PRÉ IMPRESSÃO PLANIFICAÇÃO A LONGO

Leia mais

PROGRAMA DE MATEMÁTICA

PROGRAMA DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE MATEMÁTICA 10ª Classe 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL Área de Ciências Físicas e Biológicas Ficha Técnica Título Programa de Matemática - 10ª Classe (Área de Ciências Físicas e Biológias)

Leia mais

ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO

ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO 2008/2009 GESTÃO DO PROGRAMA PARA CIDADANIA CURRÍCULO ADAPTADO INTRODUÇÃO A promoverá a manipulação e experiência com os materiais. Com as formas e com as cores

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO VISUAL 5º ANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO VISUAL 5º ANO Ano lectivo de 2014/15 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO VISUAL 5º ANO Conhecer materiais riscadores e respetivos suportes físicos. - Distinguir características de vários materiais riscadores (lápis de grafite,

Leia mais

20 % 80 % CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E APTIDÕES VALORES E ATITUDES. Planificação Anual de EVT AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA.

20 % 80 % CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E APTIDÕES VALORES E ATITUDES. Planificação Anual de EVT AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA. Técnicas Conceitos Processo Percepção Expressão Respeitar as opiniões e atitudes dos colegas; Relação com os outros Assiduidade Pontualidade Comportamento AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA CONHECIMENTOS,

Leia mais

EDUCAÇÃO VISUAL. Ajustamento do programa de Educação Visual 3º Ciclo

EDUCAÇÃO VISUAL. Ajustamento do programa de Educação Visual 3º Ciclo EDUCAÇÃO VISUAL Ajustamento do programa de Educação Visual 3º Ciclo Ajustamento do programa da disciplina de Educação Visual - 3º Ciclo O ajustamento do programa da disciplina de Educação Visual foi elaborado

Leia mais

Avaliação formativa e contínua; Pintura de expressão livre. Descoberta e organização progressiva de superfícies. Desenvolver a destreza sensorial;

Avaliação formativa e contínua; Pintura de expressão livre. Descoberta e organização progressiva de superfícies. Desenvolver a destreza sensorial; SETEMBRO/OUTUBRO Técnicas Diversas de Expressão Modelagem e escultura Desenvolver a destreza sensorial; Explorar, sensorialmente, materiais e objetos; Explorar mente meios de gráfica e plástica; Desenvolver

Leia mais

Oficina 14: Cartografia. Atividade 1- Eu, um ponto de referência.

Oficina 14: Cartografia. Atividade 1- Eu, um ponto de referência. Oficina 14: Cartografia Atividade 1- Eu, um ponto de referência. 1 Apresentação do problema - Localizar no espaço os objetos e pessoas que se encontram ao meu redor; - Desenvolver as primeiras noções de

Leia mais

PLANO DE TRABALHO SOBRE EQUAÇÃO DO 2º GRAU

PLANO DE TRABALHO SOBRE EQUAÇÃO DO 2º GRAU FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA FUNDAÇÃO CECIERJ/SEEDUC-RJ Colégio ESTADUAL ANÍBAL BENÉVOLO Professora: ANA CLÁUDIA DOS SANTOS MONÇÃO Matrículas: 0937644-3 Série: 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL

Leia mais

JARDIM DE INFÂNCIA DE SANTAR

JARDIM DE INFÂNCIA DE SANTAR JARDIM DE INFÂNCIA DE SANTAR Algumas vivências do grupo da sala 2, os ALEGRETES Tal como em todos os outros JI do Agrupamento ao longo do ano vamos desenvolver o projecto, CRESCER SAUDÁVEL. Este está a

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 9ºANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 9ºANO PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 9ºANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno è capaz de: identificar a evolução histórica dos elementos de construção e representação da perspetiva; distinguir

Leia mais

Guia para o Tutor de Especialidade

Guia para o Tutor de Especialidade Guia para o Tutor de Especialidade Ficha técnica: Autoria: Alice C. Freia, Lourenço Mavaieie, Michela Aderuccio, Rasmi e Suzete Buque Revisão: Agostinho Goenha Edição e Maquetização: Valdinácio Paulo Titulo:

Leia mais

GESTÃO DE CONTEÚDOS 2017/2018

GESTÃO DE CONTEÚDOS 2017/2018 GESTÃO DE CONTEÚDOS 2017/2018 Ensino Básico 1.º Ciclo EXPRESSÕES ARTÍSTICAS 3.º ANO Domínios Subdomínios Conteúdos programáticos Nº Tempos previstos (Horas) Modelagem e escultura. Construções. - Estimular

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE BARROSELAS

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE BARROSELAS Educação Visual Planificação anual - 7º Ano Ano letivo 2017/2018 Domínios Metas Curriculares Objectivos gerais Descritores de desempenho Conteúdos Recursos Avaliação Calendarização Técnica Representação

Leia mais

FICHA 5 VAMOS DESCOBRIR A LUA 60:00. Nível aconselhado. Resultados pretendidos de aprendizagem. Questão(ões)-Problema. Materiais. 4.

FICHA 5 VAMOS DESCOBRIR A LUA 60:00. Nível aconselhado. Resultados pretendidos de aprendizagem. Questão(ões)-Problema. Materiais. 4. FICHA 5 VAMOS DESCOBRIR A LUA UMA VIAGEM ATRAVÉS DO SISTEMA SOLAR 60:00 Nível aconselhado 4.º Ano Resultados pretendidos de aprendizagem * Ficar a saber que a superfície da Lua apresenta crateras e relevo

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO LABORAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO LABORAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO LABORAL 9ª Classe 1º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Educação Laboral - 9ª Classe EDITORA: INIDE IMPRESSÃO: GestGráfica, S.A. TIRAGEM: 2.000 exemplares

Leia mais

Educação Visual III ciclo do ensino básico. Professor: José Manuel Pereira Ano lectivo 2013/2014 AULAS METODOLOGIA RECURSOS

Educação Visual III ciclo do ensino básico. Professor: José Manuel Pereira Ano lectivo 2013/2014 AULAS METODOLOGIA RECURSOS EDV 9º Ano Turmas A e B Educação Visual III ciclo do ensino básico TEMA, METAS CURRICULARES, OBJECTIVOS, CONTEÚDOS, METODOLOGIAS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Estagiária: Andrea Monteiro Vicente Professor:

Leia mais