O SOFTWARE DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PREDIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O SOFTWARE DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PREDIAL"

Transcrição

1 O SOFTWARE DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PREDIAL Alexandre Marcelo Fontes Lara (1) RESUMO Nos últimos dez anos, vimos crescer de forma assustadora, o número de edifícios comerciais considerados como alto padrão nas grandes capitais do país, e ao mesmo tempo, observamos a grande evolução tecnológica em suas instalações prediais. O enxugamento de nossos quadros operacionais e o crescimento da automação predial, a competitividade no mercado imobiliário que trouxe à tona a preocupação com os custos operacionais e o fortalecimento do processo de terceirização na prestação de serviços, e finalmente, a crise energética que ainda assombra este país, foram sem dúvidas, os grandes impulsionadores para que esta evolução ocorresse. Com tudo isto, o gestor de manutenção predial também precisou atualizar-se, através de técnicas de gestão de pessoas e conflitos, do conhecimento e aplicação da atividade preditiva na área predial e da busca por indicadores de qualidade e avaliação para serviços e fornecedores. Objetivamos com este trabalho, apresentar-lhes alguns conceitos sobre indicadores de manutenção, aplicáveis à gestão predial, suas respectivas importâncias no processo e como podem ser obtidos com o auxílio de algumas ferramentas. 1. INTRODUÇÃO De edifícios que abrigavam múltiplos e pequenos escritórios a grandes complexos comerciais, que recebem hoje as sedes de importantes empresas, os novos prédios de alto padrão possuem como infra-estrutura característica: Subestações (entrada em média tensão); Sistemas de distribuição e alimentação através de busways ; Sistemas de aterramento que atendam a pequenos CPDs ; Grupos Geradores que alimentam áreas comuns, elevadores, sistemas de combate a incêndio e pequenos CPDs ; Contribuição Técnica ao 5º. Seminário Paulista de Manutenção da ABRAMAN, Seção Regional V São Paulo; 1, 2 e 3 de junho de 2.004; São Paulo, SP. (1) Engenheiro Mecânico e de Produção (FEI), A&F Partners Consulting, Diretor.

2 Grandes estações de bombeamento e tratamento de águas para a reutilização (projetos mais recentes); Uma grande gama de equipamentos microprocessados (Grupos Moto- Geradores, Chillers, No Breaks, etc.) e sistemas de monitoramento remoto; Sistemas de automação predial ( Building Management Systems ) com grande integração entre diferentes sistemas. Enfim, em virtude de todas estas mudanças, precisamos engajar os processos de terceirização de serviços e a redução contínua dos custos operacionais à gestão adequada de manutenção. É justamente com este objetivo que vamos nos ater, no decorrer deste trabalho, a uma rápida revisão sobre alguns dos importantes indicadores de manutenção existentes e aplicáveis também à Gestão Predial, tentando mostrar-lhes a possibilidade destes controles quando definida uma estratégia para tal. 2. TENDÊNCIAS NO MERCADO DE MANUTENÇÃO PREDIAL (FORMATOS DE CONTRATAÇÃO): Diante de toda esta revolução, coube também ao Gerente de manutenção a evolução de seus conceitos, demandando aos prestadores de serviço maiores responsabilidades e a participação mais ativa no processo. Podemos então dizer, que vivemos em meio a uma grande tendência pela contratação de soluções, o que significa a aplicação de alguns conceitos: A Terceirização de manutenção vista como um negócio; A contratação de especialistas; A necessidade de acesso às melhores tecnologias mundiais; O compromisso com a qualidade, segurança e meio ambiente; O treinamento e a capacitação constante da equipe técnica; A redução e controle dos custos operacionais; O compromisso com o resultado. Além disso, a contratação de soluções requer uma estratégia clara que facilite o alinhamento entre os objetivos da empresa ou equipe de manutenção e do cliente final. Falando em estratégia, caberá ao gestor da manutenção, estabelecer: Metas (custo, qualidade, resultado operacional) e objetivos com a implantação do novo conceito; Níveis de qualidade esperados, consoante com a expectativa do cliente, e respectivas formas e freqüências de acompanhamento; a cumplicidade entre as partes será fundamental para o resultado do projeto;

3 Estratégia para a implantação e os respectivos prazos para o cumprimento das metas estabelecidas. Instrumento detalhado para a contratação quando houver a terceirização (escopo, limites de atuação, níveis de qualidade, SLA indicadores de desempenho para a avaliação do fornecedor, a obrigatoriedade quanto a utilização de um software de manutenção e quanto a entrega de um relatório gerencial mensal). Os indicadores de qualidade e/ou desempenho, tornaram-se peças fundamentais no processo de gestão e devemos tomar sempre cuidado ao estabelecê-los, pois devem retratar com clareza e embasamento técnico, o desempenho do fornecedor em relação às metas e resultados estabelecidos. Por fim, lembro aos que pretendem rever seus contratos, complementando-os com o SLA, que esta via deve ter duas mãos, ou seja, um bom contrato deve possibilitar ganhos e prever perdas para contratante e contratado. 3. UMA RÁPIDA REVISÃO SOBRE CONCEITOS LIGADOS A GESTÃO DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES: 3.1. Avaliação de equipamentos e instalações: Este processo deve ser encarado como um dos principais geradores das informações que nos auxiliarão no bom planejamento da manutenção. Deve ser executada por perito em manutenção predial e contemplar em seu escopo: A classificação do equipamento visando a sua inserção em um programa de manutenção; O status de operação e manutenção; O levantamento de dados complementares do equipamento que facilitem a consulta aos manuais e aos fabricantes; A definição dos graus de contribuição e importância (nível de criticidade) deste equipamento no processo Vida útil de uma instalação: Segundo Weibull, podemos facilmente identificar através de uma representação gráfica (Figura 1), os três padrões de falha apresentados por um determinado equipamento no decorrer de sua vida útil.

4 Figura 1 Curva da Banheira ou do Ciclo de Vida de um Equipamento Ainda segundo Weibull, a caracterização de um estado de degeneração poderá ser constatada pela variação de suas especificações (E) originais (grandezas mensuráveis), ao longo do tempo e por ação de agentes externos. Eo E E 1 Uma instalação predial é composta por um ou mais equipamentos e por diversos outros componentes que, dadas as suas condições de instalação, operação e manutenção, poderão sofrer desgastes em momentos diferentes. Para analisarmos a vida útil de uma instalação, precisaremos considerar a vida útil de cada um de seus componentes, relacionada ao seu fator peso no desempenho do conjunto. Deve-se fazer uma análise apurada neste tipo de situação, pois a exemplo de um único equipamento que contenha diversos componentes, a instalação poderá ter a sua vida útil alterada ou não, com a substituição de equipamentos individuais que tenham atingido o estado total de obsolescência Parâmetros para a especificação, contratação e acompanhamento dos serviços (SLA Service Level Agreement): Com a tendência de contratação de soluções, as compras de serviços deixaram de ser meramente operacionais para se tornarem questões altamente estratégicas. Outro fator também importante foi a maior abrangência de novos contratos, os chamados guarda-chuva, além da também alteração nos prazos para as novas contratações, por períodos não inferiores a dois anos.

5 Perspectivas Financeira Resultados que o negócio proporciona e necessita e a satisfação dos seus acionistas. Exemplos: Custo total de manutenção em relação ao pagamento fixo mensal ao fornecedor (valor contratual). Clientes Direciona o negócio e atividade da empresa para as necessidades e satisfação dos seus clientes. Exemplo: A satisfação dos clientes em relação aos serviços prestados. Processos Processos chaves do negócio. Exemplos: Tempo para a execução / solução de pendências, disponibilidade operacional de equipamentos, tempo entre quebras / corretivas e tempo médio para a realização de reparos. Aprendizagem e Crescimento Pessoas e infra-estrutura de recursos humanos necessários ao sucesso da organização. Exemplos: Horas de treinamento por funcionário e o índice de turn-over da equipe. É importante que citemos a existência de alguns contratos de manutenção, cujos indicadores de desempenho também contemplam algumas metas produtivas, tais como, consumo e demanda no contrato de fornecimento de energia elétrica, a manutenção da temperatura de água gelada (ar condicionado central), etc, quando o formato de contratação estiver vinculado ao resultado operacional da unidade Indicadores de manutenção e sua aplicação na área predial: Quando há muitos anos, o homem de manutenção percebeu a importância do planejamento, do acompanhamento e análise de registros e informações provenientes da operação, deu-se o nascimento do que conhecemos hoje como a Engenharia de Manutenção. Este staff, ainda hoje, tem como principal objetivo tornar eficaz o trabalho de manutenção, ou seja, não se limitar ao restabelecimento de um equipamento em menor tempo e sim, prever riscos com antecedência e tratá-los através de uma manutenção planejada. Existem diversas ferramentas relacionadas à confiabilidade, que auxiliam o gestor de manutenção nesta atividade. Entretanto, como toda ferramenta, os indicadores precisam ser inseridos em um contexto que lhes suprem com dados corretos; esta seleção da melhor ferramenta, dependerá de algumas respostas que o Gerente de Manutenção deverá buscar: Se temos efetivamente o conhecimento de todas as nossas instalações (vide item 3.1); Se conhecemos o grau de importância / criticidade de nossas instalações (vide item 3.1);

6 Se em função dos níveis de complexidade e criticidade, trabalharemos com equipe própria de manutenção ou com especialistas contratados (terceirizados); E até onde pretendemos chegar com o planejamento e controle de nossa manutenção predial. Enfim, precisamos conhecer primeiramente a nossa missão para ai então, definirmos melhor como faremos para conquistá-la. Neste trabalho, vamos nos ater apenas aos conceitos facilmente inseridos no contexto de um contrato de manutenção predial, visando o seu aproveitamento como SLA Satisfação do Cliente: Este indicador, obtido a partir de uma pesquisa, reflete a visão do cliente final sobre os serviços prestados, quanto a: Rapidez no atendimento; Qualidade do atendimento (atenção e eficácia); A apresentação do atendente (aparência, educação, etc..). Dentre as diferentes formas, selecionamos abaixo alguns meios utilizados para a aplicação da Pesquisa de Satisfação do Cliente; são eles: Pesquisa através de formulário, encaminhada aos clientes finais (solicitantes dos serviços) a cada semestre pesquisa abrangente. Avaliação obtida através de preenchimento na própria ordem de manutenção. Via de regra, esta forma mais simples de pesquisa, nos posiciona apenas quanto a visão do cliente sobre a ação pontual do atendimento prestado pesquisa pouco abrangente; Consulta telefônica, efetuada através do call center que recebe as solicitações, sobre a qualidade do atendimento (objetividade e treinamento do atendente, fila de espera na ligação telefônica, approach do técnico de manutenção, seu conhecimento e preparação prévia para o atendimento). Esta consulta é direcionada aos solicitantes de serviços já executados, escolhidos aleatoriamente dentro de um espaço amostral (geralmente as OSs atendidas no dia), com uma periodicidade muito menor do que a pesquisa de satisfação semestral.

7 Podemos relacionar como importantes contribuições extraídas da pesquisa: O feedback sobre o processo de atendimento para o gestor da operação; As informações sobre as etapas do atendimento (telefônico e da equipe de campo) e do treinamento dos técnicos de manutenção, segundo a visão do próprio cliente final; Índice de satisfação considerado como item de avaliação do desempenho (contratual) Custo da manutenção total em relação ao custo fixo de contrato: Trata-se de uma análise da relação entre o custo total de manutenção (preventiva, corretiva e peças) e o custo fixo pago ao fornecedor / prestador de serviço em um mesmo período de avaliação. Onde: RCTM = (CTMN / CFCM) x 100 RCTM = Relação entre o custo total de manutenção e o valor fixo pago ao fornecedor CTMN = Custo total de manutenção CFCM = Custo fixo de contrato Backlog: Backlog é o tempo que a equipe de manutenção deverá trabalhar para executar os serviços pendentes, supondo que não cheguem novos pedidos ou Ordens de Serviço durante a execução dessas pendências. Sob o ponto de vista da Teoria das Filas, é o tempo que os pedidos de manutenção aguardam na fila, para atendimento, ou seja, considerando a equipe de manutenção como uma estação de Serviços e as Ordens de Serviço em uma fila de espera, o backlog será obtido a partir da relação entre a taxa de chegada e a taxa de atendimento. Como o estudo do backlog trata de pendências para atendimento dos serviços solicitados, torna-se necessário escolher a unidade de tempo para sua medição. Não existe uma unidade fixada como padrão para os relatórios de backlog, cabendo ao Gerente de Manutenção a escolha do padrão a utilizar para a área sob sua responsabilidade, todavia a unidade mais comum encontrada é o dia. O backlog é calculado por equipes, ou seja, grupos de pessoas que desempenham um determinado tipo de atividade. O detalhamento das equipes consideradas para o cálculo deste índice depende do nível de informação existente nos arquivos, ou seja, se os homens horas são calculados de forma global, o backlog obviamente não poderá ser calculado ao nível de funções.

8 A montagem da planilha de backlog é feita somando-se ao total de homens horas existentes no dia anterior os valores de homens horas estimados das Ordens de Serviço abertas no dia e subtraindo-se os homens horas das Ordens de Serviço executadas. O resultado desta operação é então dividido pelos homens horas médios produtivos do período considerado (normalmente o mês) Figura 2. TABELA DE BACKLOG DE 12 MECÂNICOS POR DIA 36 H.h Produtivos por dia, ao longo do mês MÊS ANTERIOR ,75 DIA ABERTAS EXECUTADAS PENDÊNCIA BACKLOG , , , ,64 Etc.. Figura 02 Exemplo de tabela para o acompanhamento do backlog O valor a ser subtraído relativo às Ordens de Serviço executadas deve ser o mesmo que foi atribuído na estimativa, mesmo que se possua os valores reais e que estes sejam diferentes dos estimados. Originalmente os cálculos de backlog eram feitos tomando por base os homens horas disponíveis da equipe analisada. Entretanto, para dar mais precisão e a luz do conhecimento de que um profissional não é (nem pode ser) 100% produtivo durante sua disponibilidade para o serviço, o cálculo passou a ser efetuado relacionando os homens horas de serviços pendentes em relação aos homens horas produtivos. Por simplicidade utiliza-se, para o cálculo do homem hora produtivo o valor do homem hora disponível multiplicado por um fator de produtividade (da ordem de 40%) conhecido como fator alpha. Outra consideração que pode ser adotada no caso de se desejar maior precisão de resultados é utilizar um fator de correção da estimativa. Neste caso, o fator a ser utilizado (conhecido como fator betha ) é função da pessoa que estimou os homens horas necessários para execução dos serviços. Este fator pode ser maior que 1 (aplicado a pessoas que subestimam os serviços). A precisão do valor de backlog não é fundamental para as decisões gerenciais, uma vez que a análise tem como objetivo mais importante a determinação de tendências de variação do gráfico Figura 3.

9 Figura 3 Exemplo de gráfico de backlog com configuração Decrescente (1ª. Quinzena) e estável (2ª. Quinzena) O gráfico de backlog pode se apresentar sob seis formas: estável, crescente, decrescente, crescente por patamares, decrescente por patamares e dentes de serra (Figura 4). Nessas configurações, devem merecer maior atenção dos gerentes o backlog crescente, que pode indicar insuficiência de pessoal, má qualificação, deficiência de ferramentas ou má gestão direta e o backlog decrescente que certamente indica superdimensionamento da equipe com a conseqüente geração de excessivas horas ociosas. O gráfico crescente em patamar é típico de acidente com um ser humano ou com os equipamentos da instalação (provocado pelas forças da natureza como um tufão, uma tempestade, etc.) ou de natureza social como a visita de uma alta autoridade à empresa, ou por uma ampliação ou modificação na planta, ou, ainda, uma ocorrência imprevisível como a quebra de um eixo de uma máquina de grande porte. O gráfico decrescente em patamar é típico da terceirização, podendo também ser provocado por uma campanha na empresa para diminuir o nível de backlog com recursos próprios. Figura 4 Configurações de gráficos de backlog

10 **NOTA: PARA O DESENVOLVIMENTO DESTE TÓPICO, TRANSCREVEMOS PARTE INTEGRANTE DO LIVRO ADMINISTRAÇÃO MODERNA DE MANUTENÇÃO, DO ENGENHEIRO LOURIVAL AUGUSTO TAVARES Disponibilidade de equipamentos ou operacional: O indicador Disponibilidade de um equipamento é a relação obtida a partir da diferença entre o número total de horas produtivas previstas (horas calendário) para um determinado equipamento e o número total de horas de intervenção (preventiva e corretiva) executado pela equipe de manutenção no mesmo período de apuração, dividido pelo número total de horas produtivas previstas no período. Esta relação representa o percentual do tempo no qual o equipamento esteve disponível para a operação em relação ao tempo total previsto no período. Outra expressão muito comum para a representação da Disponibilidade de equipamentos submetidos exclusivamente a reparo de falha é obtida pela relação entre o Tempo Médio Entre Falha (TMEF) e sua soma com o Tempo Médio Para Reparo (TMPR) e os Tempos Ineficientes da Manutenção (TIMN) que representam os tempos de preparação para desligamento, religamento e tempos de espera MTBF (Mean Time Between Failure) / TMEF (Tempo Médio Entre Falhas): Este indicador representa o tempo médio entre a ocorrência de uma falha e a próxima, sendo obtido através da relação entre o produto do número de itens avaliados por seus tempos de operação e o número total de falhas detectadas nesses itens durante o período avaliado. Onde: MTBF ou TMEF = (No. Itens x HO) / NTF HO = Tempo total de operação (em horas) NTF = Número total de falhas / ações corretivas

11 MTTR (Mean Time To Repair) / TMPR (Tempo Médio Para Reparo): Este indicador representa o tempo que a equipe de manutenção leva para reparar o respectivo equipamento e recolocá-lo novamente em operação; é obtido através da relação entre o tempo total de ações corretivas (em horas) em equipamentos que apresentaram falhas e o número total de falhas registradas neste mesmo período avaliado. Onde: MTTR ou TMPR = HTMC / NTMC HTMC = Número total de horas de manutenção corretiva NTMC = Número total de falhas registradas no período 3.5. Inspeções Prediais: Grande aliada ao controle estatístico de um processo de manutenção, a inspeção predial, efetuada periodicamente por profissional capacitado, nos auxiliará a complementar a avaliação dos serviços contratados quanto a: Ao estado de conservação (aspecto visual, nível de ruídos, existência de vazamentos, etc.) das instalações; Segurança nas instalações: Shafts e salas de máquinas devidamente trancadas (acesso restrito), a manutenção das proteções físicas em painéis elétricos, etc.; Organização no trabalho: ambientes limpos, oficinas organizadas, cuidados na execução de tarefas em relação ao local, etc.; Respeito às normas de segurança (internas e legais). Para tal, deve-se elaborar um formulário de inspeção, prático e objetivo, onde todas as informações importantes coletadas em campo sejam registradas para posterior discussão com o seu fornecedor. Por experiência, recomendo para que procurem realizá-la juntamente com o responsável técnico da prestadora de serviços de manutenção, o que agilizará o alinhamento entre a sua expectativa enquanto cliente, e o entendimento que o fornecedor tem do contrato.

12 3.6. Análise de investimento: Escolhemos o termo Análise de Investimentos, tentando expressar a avaliação que o gestor de manutenção deve efetuar para decidir sobre fazer ou não, novos investimentos em um determinado equipamento. Para auxiliá-los, apresentaremos a seguir, um indicador de manutenção com larga aplicação na gestão de custos, e que nos possibilita o acompanhamento mensal do custo total acumulado: Custo de Manutenção pelo Valor de Reposição. Este indicador é obtido através da relação entre o custo total acumulado na manutenção de um determinado equipamento e o valor de compra desse mesmo equipamento novo (valor de reposição). Onde: CMRP = ( CTMN / VLRP) x 100 CTMN = Custo total acumulado de manutenção em um determinado equipamento VLRP = Valor de compra de um novo equipamento igual ao avaliado Este índice deve ser calculado para itens mais importantes da empresa (que afetem o faturamento, a qualidade dos produtos ou serviços, a segurança ou o meio ambiente). O Seu resultado deve ser acompanhado por um gráfico de linha ou de superfície com a indicação de sua variação em, pelo menos, doze últimos meses conforme ilustrado na figura abaixo. Figura 5 Gráfico de custo de manutenção pelo imobilizado em um item

13 4.0. Os Softwares de Manutenção quanto: 4.1. Ao atendimento das necessidades do cliente (ferramentas disponíveis): Graças as tendências de mercado sobre as quais falamos, não se consegue mais satisfazer as perspectivas do negócio (Item 3.3) sem ferramentas capazes de nos atender com a velocidade e confiabilidade necessárias. Também já abordamos uma outra característica que é a de transferência de responsabilidades e de alguns investimentos para fornecedores (softwares de gerenciamento, emissão de relatórios gerenciais, etc...), situação esta que requer a utilização de alguns Índices de Classe Mundial como ferramentas modernas de gestão. Da mesma forma, as diversas empresas que comercializam os seus softwares de manutenção, também viram-se obrigadas a perseguir a tecnologia que poucos detinham no início, e também, melhorar e muito a qualidade no atendimento ao cliente, que quase ninguém possuía. Veremos mais a frente sobre a necessidade de um diagnóstico da condição de manutenção em seu empreendimento assim como, sobre a necessidade de uma direção e foco desejados para alcançarmos os objetivos A facilidade de customização: Utilizando-se de sistemas bastante amigáveis, os softwares de manutenção permitem, após treinamento inicial, a customização de telas e relatórios para melhor atender-nos. Da mesma maneira que estamos acostumados a definir e a remodelar barras de ferramentas em aplicativos Microsoft, conseguiremos facilmente inserir ou remover itens nas telas inicialmente configuradas. Figura 6 Exemplo de tela para customização

14 4.3. Ao suporte técnico oferecido: Apesar das facilidades que a tecnologia oferece aos seus usuários, as empresas de softwares enxergaram a necessidade de manter em seus quadros de funcionários, especialistas e consultores em manutenção, afim de auxiliar o cliente final na implantação e utilização da ferramenta. Até alguns anos atrás, erros de implantação, utilização inadequada e a falta de cuidados de manutenção no software e até mesmo no hardware, eram responsáveis por uma péssima avaliação do investimento realizado. Figura 7 Exemplo de tela de programação Outra atribuição importante deste suporte é a preparação do técnico da contratante, que assumirá a responsabilidade pela ferramenta. Existem ainda casos em que o suporte técnico participa com o cliente em seu processo de implantação, preocupado em sinalizar com os resultados que o investimento poderá lhe proporcionar. Porque então, ainda existem tantas instalações sem estas importantes ferramentas? Na realidade, poderíamos classificar algumas destas possíveis respostas, segundo uma ordem de importância: Contratos de manutenção mal estabelecidos, onde não foram trabalhadas as questões envolvendo o resultado e a qualidade;

15 A falta de conhecimento de ferramentas de gestão aplicáveis à manutenção predial, por parte de seus gestores e responsáveis; A falta de investimentos na área de manutenção predial; A falta de um responsável interno (cliente) pela utilização da ferramenta. Observem que não relacionamos a falta de ferramentas e suporte pós-venda no mercado de softwares, entre os principais pontos negativos A sua seleção e contratação: As etapas que antecedem ao processo de seleção da ferramenta, são: A análise das necessidades do usuário (qualidade das informações, etc..) O diagnóstico do estado de manutenção, da estrutura operacional, fluxos de informação, etc.. A seleção do sistema que melhor se adeque a necessidade do usuário; A customização do sistema; A implantação e operação do sistema; A emissão dos relatórios gerenciais; A aplicação dos resultados obtidos dentro das reuniões operacionais (feedback). Como podem observar, não será possível dar um passo na direção correta, se este não estiver embasada no conhecimento de manutenção e na visão de seu negócio. É muito importante, durante o processo de consulta ao mercado (seleção do sistema), que a sua empresa avalie os serviços oferecidos para cada uma das opções (isto envolve principalmente os itens manutenção, suporte e atualizações), antes de tomar a sua decisão estratégica. Apresentamos abaixo alguns exemplos de informações extraídas de sistemas e ao mesmo tempo, a atualização destas telas para atender o Gerente de Manutenção.

16 Figura 8 Modelo de tela de acompanhamento Figura 9 Modelo de consulta na tela aos indicadores Custo de manutenção acumulado, Horas de Maq. Parada acumulada, Quantidades de Ordens de Serviço abertas e Ordens De Serviço fechadas, MTBF e MTTR

17 Figura 10 Gráfico Comparativo Mensal do Custo de Manutenção Figura 11 Modelo de gráfico acumulativo de paradas diárias Por fim, não podemos deixar de citar, as operações nas quais os técnicos registram os dados de suas intervenções em Palms, agilizando muito o retorno de informações para o software de gerenciamento. Figura 12 Palm para uso em campo.

18 5.0. Case Studies : 5.2. Implantações falhas (Investimento x resultado não obtido): Exemplo real: Grande complexo de escritórios comerciais em São Paulo Aproximadamente M 2. de área total / itens de manutenção Equipe residente de 11 técnicos (Supervisor, Eletricistas, Mecânicos e Encanadores) Investimento inicial em equipamentos e licença para utilização de software de 1ª. Geração : U$ 4, (Ano 2001) Investimento anual em manutenção do software: U$ Investimento em equipe e treinamento para operação com Ordens de Serviço customizadas : U$ / pessoa no primeiro ano Linha do tempo Fatos a partir de 2000: Análise de caso: o 2000 Definição pelo módulo de cadastramento básico / conclusão do cadastramento o 2001 Utilização do módulo de Ordens de Serviço / Cadastramento de peças do almoxarifado preparativo para a emissão automática de ordens de compra / Cadastro de equipamentos permanece no módulo básico e sem atualização. o 2002 Cadastro ainda desatualizado / Módulo de compras não operante em função do número de erros no preenchimento e retorno das OSs com aplicação de material o 2003 Software não passa pelas rotinas básicas de manutenção / Hardware obsoleto e compartilhado com outras atividades/ permanecem inalteradas as demais condições. Não foi feito o diagnóstico inicial da operação / instalações Não se fez uma inspeção / levantamento inicial minucioso Não foram definidas metas / objetivos para a aplicação do novo conceito de manutenção Não se investiu em responsável pela operação da ferramenta Perdeu-se o investimento inicial no grupo em função do turn-over Em face de não evolução do projeto, não mais se investiu em atualização para o software ou hardware. Conclusão: Faltou planejamento

19 5.3. Implantação planejada (sucesso) e demonstração de resultados obtidos: Exemplo real: Grande Edifício Comercial em São Paulo Case sobre o retrofit de 06 elevadores operando há aproximadamente 30 anos. O processo refere-se à substituição dos elevadores por equipamentos de última geração. Aproximadamente 310 itens de manutenção Equipe Volante da contratada. Investimento inicial em equipamentos e sistema de gerenciamento: U$ 1,200, (Ano 2000) Investimento em consultoria para o comissionamento do processo de instalação e definição do escopo técnico do contrato de manutenção (SLA): U$ 80, Investimento em treinamento para operação com o novo sistema de gerenciamento: Negociado na compra dos equipamentos Ações adotadas: o Contratação de consultor (comissionamento e especificações) o Estabelecimento de níveis de prioridade para chamados normais e em casos de emergência (passageiros presos) o Definição de Tempo de atendimento e Tempo de Solução DEFEITOS X PRAZO DE SOLUÇÃO CLASSE DESCRIÇÃO TEMPO CAIXA - Falhas de trinco, roldanas, cabo de aço do operador, portas de andar, operador de portas, contatos, rampa, mecanismos de abertura da porta da cabina e sensor de parada. A B C QUADRO - Contatoras: Regulagem de aceleração / Desaceleração, paradas, tempos de operação (placas microprocessadas). POÇO - Falhas de contatos de segurança dos pára-choques, tensores, chave fim-de-curso. Defeitos que para correção necessitam de peças para substituir componentes avançados como: placas microprocessadas com defeito, contatos gastos, botões danificados, componentes de portas, pequenos componentes de armário, terminais de chamada, lâmpadas, etc. Obs: Materiais de pequeno porte Defeitos intermitentes: Serviços de Reparação como substituição de cabos de comando com linhas partidas, substituição de motor queimado (operador de portas). Substituição de filtros Inversores, placas principais de processamento (chamada, controle de parada, etc.) 90 minutos 3 horas 72 horas

20 Definição em contrato quanto a Garantia do fornecimento de peças para a reposição por 10 anos a partir do recebimento formal do equipamento; Detalhamento de uma Tabela de performance com base nas especificações originais do fabricante; Estabelecimento de cláusula sobre disponibilidade dos equipamentos: o O cálculo do percentual de disponibilidade dos elevadores, mensalmente, deverá ser feito conforme fórmula abaixo: D = {[TT - TEP]: TT} x 100 Onde: D = Disponibilidade dos elevadores de cada bloco em percentagem. TEP = Soma dos tempos de paralisação dos elevadores de cada bloco, excluídos TMPM, TRP, TFM e TMU, conforme definido a seguir, em horas. TT = Soma dos tempos de funcionamento previstos de todos elevadores, em horas (de segunda a sábado das 7:00 às 20:00 horas, para todos elevadores, das 20:00 às 24:00 horas para dois elevadores e das 24:00 às 7:00 horas para um elevador). TMPM = Tempo de paralisação para manutenção preventiva, em horas. TRP = Tempo de paralisação para reparos programados, em horas. TFM = Tempo de paralisação dos elevadores, devido a motivos de força maior, tais como, greves, lock-outs, falta de energia, ou qualquer fato fora do razoável controle da CONTRATADA, bem como atraso na aprovação das peças necessárias à colocação dos equipamentos em funcionamento, pelo edifício, em horas. TMU = Tempo de paralisação devido a mau uso, vandalismo, interferência de terceiros, etc. Análise de caso: O evento foi planejado com o auxílio de perito As expectativas do cliente foram devidamente firmadas na negociação Foram definidos indicadores a partir do software de gerenciamento do próprio equipamento e por sua medição contínua Houve o treinamento e a capacitação dos envolvidos Definiu-se uma reunião periódica para análise dos indicadores de contrato. Conclusão: Fase de obras e processo de manutenção sobre controle.

21 BIBLIOGRAFIA Eng. Lourival Augusto Tavares - Administração Moderna da Manutenção Seminário IBC sobre Indicadores de Desempenho de Fornecedores São Paulo

GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Cada vez mais as empresas estão contratando serviços baseados em níveis de serviços, conhecidos pela sua sigla

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO 1.1. INTRODUÇÃO Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra. Estas alterações são conseqüências de: a) aumento, bastante rápido,

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Paraná - Rio Grande do Sul

Paraná - Rio Grande do Sul COMPROMETIMENTO E SATISFAÇÃO DO CLIENTE Paraná - Rio Grande do Sul Missão Oferecer as melhores soluções em serviços e produtos, visando se adequar aos altos padrões de satisfação de nossos clientes e parceiros

Leia mais

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção RESUMO Atualmente, as organizações vêm buscando incessantemente novas ferramentas

Leia mais

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES Somos uma empresa brasileira, especializada em soluções de automação de máquinas e processos industriais, instalação, comissionamento e segurança de infraestrutura elétrica e de máquinas, microgeração

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

Inversores de frequência de média tensão Serviços para gerenciar o ciclo de vida, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência

Inversores de frequência de média tensão Serviços para gerenciar o ciclo de vida, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência Inversores de frequência de média tensão Serviços para gerenciar o ciclo de vida, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência 2 Serviços para gerenciar o ciclo de vida dos inversores de média

Leia mais

ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO

ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO 1. Introdução 1.1. Descrição do serviço Este documento disciplina a cessão de uso permanente da solução de software para Gestão

Leia mais

Manual Wincall Atualizado em 19/09/2007 Pág. 1

Manual Wincall Atualizado em 19/09/2007 Pág. 1 MANUAL CALL CENTER Pág. 1 INTRODUÇÃO AO MODULO CALL CENTER Esse módulo do Sistema gerencia todo relacionamento da empresa com seus clientes, registrando todos os contatos realizados, controlando todo o

Leia mais

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com.

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com. Tactium Tactium CRManager CRManager TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades 1 O TACTIUM CRManager é a base para implementar a estratégia de CRM de sua empresa. Oferece todo o suporte para personalização

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

Por que utilizar o modelo ITIL

Por que utilizar o modelo ITIL Por que utilizar o modelo ITIL... O que não é definido não pode ser controlado... O que não é controlado não pode ser medido... O que não é medido não pode ser melhorado Empregado para definir, controlar,

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

Guia para RFP de Outsourcing

Guia para RFP de Outsourcing O processo de condução de uma cotação de serviços de TI, normalmente denominada RFP (do Inglês Request For Proposal), é um processo complexo e que necessita ser feito com critério e cuidados. Muitas vezes

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

Planejamento, Programação e Controle. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Planejamento, Programação e Controle Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Conceitos Gerais Planejamento formal, que compreende, normalmente 5 fases: Estudo de viabilidade técnica, econômica e financeira; Projeto

Leia mais

ONGOING ONLINE. Serviços de Manutenção Preventiva, Corretiva, Preditiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers

ONGOING ONLINE. Serviços de Manutenção Preventiva, Corretiva, Preditiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers ONGOING ONLINE Serviços de Manutenção Preventiva, Corretiva, Preditiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers A ACECO TI GARANTE A automação manutenção consultoria projeto / design CONTINUIDADE OPERACIONAL

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço

Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

ONGOING ONLINE. Serviços de Manutenção Preditiva, Preventiva, Corretiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers

ONGOING ONLINE. Serviços de Manutenção Preditiva, Preventiva, Corretiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers ONGOING ONLINE Serviços de Manutenção Preditiva, Preventiva, Corretiva e Monitoramento 24x7x365 de Data Centers manutenção consultoria projeto / design automação moving implantação comissionamento sala-cofre

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: As Atividades de Manutenção devem ser pensadas estrategicamente de maneira a contribui para resultado da empresa rumo a Excelência

Leia mais

Tecnologia para Ambientes de Saúde

Tecnologia para Ambientes de Saúde Tecnologia para Ambientes de Saúde Para você, tecnologia é uma torre de babel? É desnecessário explicar o quanto a tecnologia é importante para o seu negócio. Mas é essencial perguntar: você está satisfeito

Leia mais

Relacionamento Clientes

Relacionamento Clientes FENÍCIA CRM & SRM O Fenícia CRM (Customer Relationship Management - Sistema de Gerenciamento do Relacionamento com os Clientes) é uma ferramenta de gestão com foco no cliente, essencial para angariar e

Leia mais

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk E-mail para contato: supervisao@tse.gov.br Nome trabalho/projeto: Suporte em TI baseado em sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA

GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA Severo Ferreira Sampaio Gelson Nunes Felfili

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

Válvulas de Controle-"Case"- Copesul. Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2

Válvulas de Controle-Case- Copesul. Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2 Válvulas de Controle-"Case"- Copesul Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2 RESUMO Visando rever conceitos, procedimentos, estratégias e tecnologias voltadas para a manutenção de válvulas, partimos

Leia mais

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada Eduardo Linzmayer INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRO DE PESQUISAS ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ COORDENADORIA

Leia mais

CATÁLOGO DE SERVIÇOS

CATÁLOGO DE SERVIÇOS Partner MASTER RESELLER CATÁLOGO DE SERVIÇOS SUPORTE TÉCNICO in1.com.br Explore Mundo! seu Conteúdo 1 - Objetivo 2 - Serviços prestados por meio do contrato de manutenção e suporte anual 2.1 - Primeira

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

Desafios na Operação & Manutenção de Edificações Existentes

Desafios na Operação & Manutenção de Edificações Existentes Seminário Desempenho e Segurança Operacional em Edificações Existentes USP São Paulo Desafios na Operação & Manutenção de Edificações Existentes São Paulo - 09/04/2013 Por Alexandre M. F. Lara Palestrante

Leia mais

Service Level Management SLM. Gerenciamento de Níveis de Serviço

Service Level Management SLM. Gerenciamento de Níveis de Serviço Service Level Management SLM Gerenciamento de Níveis de Serviço 1 É o balanço o entre... Qualidade dos serviços entregues Expectativa do cliente 2 Processo: Definições Service Level Management (SLM) Têm

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

S ] Striai S indu o SS proce estão para g engenharia e S de S integrada [ Soluçõe nevesdobrasil.com.br

S ] Striai S indu o SS proce estão para g engenharia e S de S integrada [ Soluçõe nevesdobrasil.com.br [ Soluções integradas de Engenharia e Gestão para Processos Industriais ] [ apresentação ] A NEVES DO BRASIL Fundada em 2008 com sua unidade matriz em Americana (SP) a Neves do Brasil busca fornecer soluções

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA

CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA 2013 15 anos CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA Ministrante: Sidnei Lopes Dias Realização: Gênesis Assessoria Empresarial CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite:

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: 01/07/2008 ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008 A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: A data de abertura foi transferida para o dia 18/07/2008, às 14 horas; o prazo para realização

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais ITIL Conteúdo 1. Introdução 2. Suporte de Serviços 3. Entrega de Serviços 4. CobIT X ITIL 5. Considerações Finais Introdução Introdução Information Technology Infrastructure Library O ITIL foi desenvolvido,

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC Lara Pessanha e Vanessa Saavedra A utilização de indicadores de desempenho é uma prática benéfica para todo e qualquer tipo

Leia mais

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br abraman Congresso de Manutenção - 2001 EFEITOS DA TERCEIRIZAÇÃO SOBRE A MANUTENÇÃO Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br Terceirização é a transferência para terceiros de atividades que

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Professor Samuel Graeff prof.samuel@uniuv.edu.br COBIT O que e? COBIT significa Control Objectives for Information and related Technology - Objetivos

Leia mais

Influenciar o desempenho de equipamentos através de métricas de manutenção

Influenciar o desempenho de equipamentos através de métricas de manutenção 2008: issue 3 A publication of Caterpillar Global Mining Influenciar o desempenho de equipamentos através de métricas de manutenção Minas de sucesso usam medidas-chave para melhorar a disponibilidade O

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX MRO BX MRO. Brochura. Gestão de Manutenção, Reparo e Revisão de Equipamentos

Soluções baseadas no SAP Business One BX MRO BX MRO. Brochura. Gestão de Manutenção, Reparo e Revisão de Equipamentos Brochura BX MRO Soluções baseadas no SAP Business One BX MRO Gestão de Manutenção, Reparo e Revisão de Equipamentos Manutenção, Reparo & Revisão para SAP Business One Esta combinação de SAP Buisness One

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo Migração de sistemas antigos Avançando para um futuro competitivo A automação e controle é um dos mais importantes investimentos para garantir o sucesso da manufatura de qualquer indústria. Porém, por

Leia mais

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE 38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE PROTEÇÃO ELÉTRICA VISTA COMO EFICIÊNICA ENERGÉTICA RICARDO DANIELI ZANIN 1 RENATO PESSANHA SANTOS 1 EDISON LUIZ MENDES 1 (1) Endereço: TME SANASA Rua Abolição, 180 Bairro:

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3.

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. PROBLEMA: É UM OBSTÁCULO QUE ESTÁ ENTRE O LOCAL ONDE SE ESTÁ E O LOCAL EM QUE SE GOSTARIA DE ESTAR. ALÉM DISSO, UM PROBLEMA

Leia mais

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir.

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir. Eficiência Energética Buaiz Alimentos 1 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Nome fantasia: Buaiz Alimentos Ramo de atividade: Alimentício Localização: Vitória / ES Estrutura tarifária: Horo-sazonal Azul A4 Demanda

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP sistema para gerenciamento de instituições de ensino DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP Nossa Empresa A Sponte Informática é uma empresa brasileira, localizada em Pato Branco, cidade considerada pólo

Leia mais

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção)

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção) TPM -Total Productive Maintenance (Gestão da Manutenção) 1 MANUTENÇÃO À MODA ANTIGA Nada de prevenção! Só se conserta quando quebrar e parar de funcionar. Use até acabar... Manutenção não tem nada em comum

Leia mais

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Sistemas para Gerenciamento de Energia Fundação Santo André 25/03/08 Por: Eng. André F. Obst Depto. de Eficiência Energética Objetivo Entender

Leia mais

Soluções inteligentes em energia. Energia para a vida

Soluções inteligentes em energia. Energia para a vida Soluções inteligentes em energia Energia para a vida O Brasil e o mundo contam com a nossa energia. A Prátil é uma empresa de soluções inteligentes em energia, que atua nos segmentos de infraestrutura

Leia mais

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados.

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados. A MBS SERVIÇOS possui o conhecimento necessário e indispensável para oferecer qualidade e agilidade nas realizações dos serviços prestados. Possuímos sede própria com toda infraestrutura necessária para

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO MBA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE SÃO PAULO 2009 Gerson C. Anis e grupo de trabalho SUMÁRIO RESUMO...2

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial.

Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial. Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial. Elevadores de Passageiros Schindler Tempo O menor tempo entre você e o seu andar O Miconic

Leia mais

Implantação de ERP com sucesso

Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso, atualmente ainda é como um jogo de xadrez, você pode estar pensando que está ganhando na implantação, mas de repente: Check Mate. Algumas

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade Serviços Associados Manual de Procedimentos ATAP

Sistema de Gestão da Qualidade Serviços Associados Manual de Procedimentos ATAP Pág. 1 / 6 1 Objetivos do Programa Neste manual, estão descritos os procedimentos, a política e os pré-requisitos que regem o Programa para Assistência Técnica Autorizada Perto, singularmente denominada

Leia mais

Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra. Dentre as principais causas, podemos citar:

Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra. Dentre as principais causas, podemos citar: 1. INTRODUÇÃO: O nível da organização da manutenção reflete as particularidades do estágio de desenvolvimento industrial de um país. A partir do momento em que começa a ocorrer o envelhecimento dos equipamentos

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO

GESTÃO DA MANUTENÇÃO GESTÃO DA MANUTENÇÃO EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO Mudanças sofridas nos últimos 20 anos Nas Organizações Aumento e diversificação das instalações e equipamentos; projetos mais complexos; surgimento de novas

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA CODEN - Nova Odessa CODEN 1. OBJETIVO Apresentar ao CODEN a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Nova Odessa 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP)

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) Lançado em Junho 2013 Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) A Falha não é uma Opção Quem não conhece a história corre o risco de repetí-la JWB Engenharia e Consultoria S/C Ltda JWB Engenharia Empresa nacional

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS A decisão de automatizar 1 A decisão de automatizar Deve identificar os seguintes aspectos: Cultura, missão, objetivos da instituição; Características

Leia mais

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Mensuração Auditoria Indicadores de desempenho Relatórios Padrões/ Objetivos Metas de desempenho Correção Ajuste fino Grande

Leia mais