Planejamento e Controle da Produção I

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1 Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Planejamento Agregado: Maximizar os resultados das operações e minimizar os riscos de tomadas de decisões das empresas; O impacto das decisões são de longo prazo e afetam a natureza e as características das empresas no sentido de garantir o entendimento de sua missão. Gerar condições para poder decidir rapidamente perante oportunidades e ameaças, otimizando as vantagens competitivas em relação à concorrência, garantindo sua perpetuação no tempo 2012 Gustavo S. C. Meireles 2 Introdução Missão: Base de uma empresa, razão de sua existência; Definição clara de qual é seu negócio atual e qual deverá ser no futuro e a filosofia gerencial da empresa para administrá-lo. Estratégia corporativa: Define as áreas de negócio em que a empresa deverá atuar e como ela deverá adquirir e priorizar os recursos corporativos para atender as reivindicações de cada unidade de negócio Consolida as várias estratégias competitivas na direção da missão 2012 Gustavo S. C. Meireles 3 1

2 Introdução Estratégia competitiva: Base na qual os diferentes negócios da empresa irão competir no mercado, suas metas de desempenho e as estratégias para as áreas funcionais do negócio; Define a alocação de recursos e as habilidades organizacionais para a produção dos bens e/ou serviços, ou seja, a melhor relação entre margem de lucro e volume vendido; 2012 Gustavo S. C. Meireles 4 Introdução Estratégia competitiva (cont.): Três estratégias genéricas de margem/volume que podem ser empregadas: liderança nos custos: buscar a produção ao menor custo possível; diferenciação: exclusividade em alguma característica do produto que seja mais valorizada pelo cliente; focalização: focar suas habilidades em determinado grupo de clientes Gustavo S. C. Meireles 5 Introdução Estratégia funcional (de produção): Definição de políticas para dar sustento à posição competitiva da unidade de negócio; Estabelecer o grau de importância relativa entre os critérios de desempenho e formular políticas consistente com esta priorização Critérios de desempenho: Custo: produzir a um custo mais baixo do que a concorrência; Qualidade: produzir com qualidade superior ao concorrente; Entrega: ter confiabilidade e velocidade nos prazos de entrega melhores que a concorrência; Flexibilidade: ser capaz de agir de forma rápida a eventos repentinos e inesperados Gustavo S. C. Meireles 6 2

3 Introdução Estratégia funcional (de produção) (cont.): Áreas de decisão: Instalações Capacidade de produção Tecnologia Integração vertical Organização RH Qualidade PCP Novos produtos 2012 Gustavo S. C. Meireles 7 Direcionar os recursos produtivos para as estratégias escolhidas; Base para equacionar os níveis de produção, estoques, recursos humanos, máquinas e instalações necessários para atender a demanda prevista; Os produtos são medidos em valores financeiros; Servirá de base para o planejamento mestre da produção 2012 Gustavo S. C. Meireles 8 Entradas: Recursos: equipamentos, instalações, força de trabalho, taxa de produção; Previsão de demanda: demanda prevista para família de itens; Políticas alternativas: subcontratações, turno extra, atraso na produção, estoques etc; Dados de custos: produção normal, armazenagem, subcontratações, turno extra etc 2012 Gustavo S. C. Meireles 9 3

4 Alternativas básicas que poderão ser seguidas ao traçar os rumos estratégicos da produção, baseadas nas variáveis que influenciam as taxas de demanda e de produção: Manter uma taxa de produção constante; Manter uma taxa de produção casada com a demanda; Variar a taxa de produção em patamares Gustavo S. C. Meireles 10 Produção constante jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez produção demanda 2012 Gustavo S. C. Meireles 11 Produção casada com a demanda jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez produção demanda 2012 Gustavo S. C. Meireles 12 4

5 Produção em patamares jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez produção demanda 2012 Gustavo S. C. Meireles 13 Passos básicos para gerar um plano de produção: Agrupar os produtos em famílias afins; Estabelecer o horizonte e os períodos de tempo a serem incluídos no plano; Determinar a previsão da demanda destas famílias para os períodos, no horizonte de planejamento; Determinar a capacidade de produção pretendida por período, para cada alternativa disponível (turno normal, extra, subcontratação, etc.); Definir as políticas de produção e estoque que balizarão o plano; Determinar os custos de cada alternativa de produção disponível; 2012 Gustavo S. C. Meireles 14 Passos básicos para gerar um plano de produção (cont.): Desenvolver planos de produção alternativos e calcular os custos decorrentes; Analisar as restrições de capacidade produtiva; Eleger o plano mais viável estrategicamente Gustavo S. C. Meireles 15 5

6 Exemplo: desenvolver um plano de produção de uma família de produtos, para os próximos dois anos com períodos trimestrais. Os dados de estoques, previsão de demanda e custos são os seguintes: Período 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Demanda Estoque inicial = 50 Custos: Produtivos: Turno normal = $4 por unid. Turno extra = $6 por unid. Subcontratação = $10 por unid. De estocagem: $2 por unid. por trim. sobre o estoque médio De atraso na entrega: $20 por unid. por trim Gustavo S. C. Meireles 16 Na primeira alternativa a ser analisada, vamos supor que a estratégia adotada seja de manter a capacidade produtiva constante de 250 unidades (2000/8 = 250) por trimestre, e utilizar os estoques para absorver as variações da demanda. Nesta primeira alternativa de plano vamos admitir atrasos e transferências de entregas para os períodos seguintes Gustavo S. C. Meireles 17 Período 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Demanda Normal T. extra Subcontr. Prod - Dem (50) (150) (50) Estoques: Inicial Final Médio Atrasos Custos $ Normal T. extra Subcontr. Estoques Atrasos Total $ Gustavo S. C. Meireles 18 6

7 Na segunda alternativa vamos admitir a introdução de turnos extras de até 40 unidades por trimestre, um ritmo de produção normal de 230 unidades e a possibilidade de atrasar e entregar pedidos nos períodos seguintes Gustavo S. C. Meireles 19 Período 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Demanda Normal T. extra Subcontr. Prod - Dem (30) (130) (30) (20) Estoques: Inicial Final Médio Atrasos Custos $ Normal T. extra Subcontr. Estoques Atrasos Total $ Gustavo S. C. Meireles 20 Para uma terceira alternativa, vamos supor que o ritmo de produção normal seja de 200 unidades por trimestre, e que até 40 unidades por trimestre possa ser obtida com turnos extras e o restante sub-contratado de terceiros em lotes de 25 unidades. Não se aceitam atrasos na entrega Gustavo S. C. Meireles 21 7

8 Período 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Demanda Normal T. extra Subcontr Prod - Dem (35) (10) (30) Estoques: Inicial Final Médio , , Atrasos Custos $ Normal T. extra Subcontr Estoques Atrasos Total $ Gustavo S. C. Meireles 22 Como forma de facilitar a comparação e visualização das alternativas pode-se empregar gráficos com as principais variáveis, como demanda, estoques, produção ou custos. Unidades Estoque Médio Alter.1 Estoque Médio Alter.2 Estoque Médio Alter Gustavo S. C. Meireles 23 Análise da capacidade de produção Balancear os recursos produtivos de forma a atender a demanda com uma carga adequada para os recursos da empresa; Permitir à gerência tomar decisões que envolvam prazos maiores e que só se tornam efetivas quando planejadas e implantadas antecipadamente: Mudanças nas instalações físicas Inclusão de novo turno de trabalho Admissão e treinamento de mão-de-obra Contratos de fornecimento e terceirização 2012 Gustavo S. C. Meireles 24 8

9 Análise da capacidade de produção Rotina genérica para se obter a capacidade de produção de um plano: Identificar os recursos a serem incluídos na análise; Obter o padrão de consumo (horas / unidade) de cada família incluída no plano para o grupo de recursos; Multiplicar o padrão de consumo de cada família para cada grupo de recursos pela quantidade de produção prevista; Consolidar as necessidades de capacidade para cada grupo de recursos 2012 Gustavo S. C. Meireles 25 Análise da capacidade de produção Exemplo: vamos admitir que uma unidade de negócios (ou uma fábrica focalizada) trabalhe com quatro famílias de produtos e possua uma linha de montagem e cinco células de fabricação na sua estrutura produtiva. Os dados padrões de consumo, em horas por unidade, para cada família em cada grupo de recursos e o plano de produção das quatro famílias são: 2012 Gustavo S. C. Meireles 26 Análise da capacidade de produção Figura 1 - Padrões de consumo, em horas por unidade, para cada família em cada grupo de recursos Montagem Célula 1 Célula 2 Célula 3 Célula 4 Célula 5 Família 1 0,3 0,5 0,4 0 0,2 0,5 Família 2 0,4 0,5 0 0,5 0,6 0,3 Família 3 0,5 0,3 0,2 0,6 0,4 0,5 Família 4 0,5 0,4 0, ,4 Figura 2 Plano de Produção 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Família Família Família Família Total Gustavo S. C. Meireles 27 9

10 Análise da capacidade de produção Figura 3 - Padrões de consumo, em horas, em cada grupo de recursos, no Plano de Produção 1 trim. 2 trim. 3 trim. 4 trim. 5 trim. 6 trim. 7 trim. 8 trim. Total Montagem Célula Célula Célula Célula Célula Total Gustavo S. C. Meireles 28 10

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