Português Resolução 03 c 01 e NÃO Resolução 04 c Resolução 02 a Resolução 05 b (oficial) sugere-se anulação OBJETIVO 1998

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1 Poruguês Texo para as quesões 01 a 04 Deenho-e diane de ua lareira e olho o fogo. É gordo e verelho, coo nas pinuras anigas; reexo as brasas co o ferro, baixo u pouco a apa de eal e enão ele chia co ais força, esala, raiveja, grunhe. Abro: ais inensos clarões verelhos labe o grande quaro e a grande côoda velha parece regozijar-se ao receber a luz desse honeso fogo. Há chaas douradas, pinceladas azuis, brasas rubras e ouras cor-de-rosa, nua delicadeza de guache. Lá no alo, odas as inhas chainés deve esar fuegando co seus penachos brancos na noie escura; não é a lenha do fogo, é oda a inha fragaa velha que esala de popa a proa, e vai parir no ar de chuva. Denro, leva cálidos corações. (Rube Braga) 01 e E relação ao exo, a única afiração que NÃO esá correa é: a) Nos dois prieiros períodos, o fenôeno da repeição é rigorosaene conrolado pelo narrador, sobreudo por eio do recurso da elipse. b) Na expressão ele chia, o narrador expliciou o pronoe para esabelecer, co aior precisão, a relação enre a ação expressa pelo verbo chiar e fogo, arás referido. c) No segundo e erceiro períodos, a coerência enre as ações do narrador e as ações aribuídas a fogo é esabelecida por eio de relações de causa e conseqüência. d) E Abro, esão subenendidos eu e apa de eal. e) Os dois ponos uilizados após Abro perie inroduzir o copleeno da ação de abrir. Os dois ponos não são usados para inroduzir o copleeno de abro, as si o que se segue a esse ao. O copleeno apa de eal esá expresso aneriorene e fica subeendido. 02 a Há ua gradação crescene e: a)...e enão ele chia co ais força, esala, raiveja, grunhe. b)...ais inensos clarões labe o grande quaro... c) Há chaas douradas, pinceladas azuis, brasas rubras e ouras cor-de-rosa, nua delicadeza de guache. d) Lá no alo, odas as inhas chainés deve esar fuegando co seus penachos brancos na noie escura.... e)...é oda a inha fragaa velha que esala de popa a proa, e vai parir no ar de chuva. Gradação crescene ou gradação e clíax corresponde a enueração e que os eleenos que se sucede vão-se ornando ais inensos quano a algu aspeco de sua significação. Na enueração consane da alernaiva a, a sucessão das ações indica, a cada novo eleeno, u coporaeno ais enfáico, ais fore ou inenso por pare do narrador. Assi, enende-se, do conexo da frase, que chia co ais força < esala < raiveja < grunhe. 03 c No excero, o narrador propõe u percurso eafórico que vai do aquecieno da casa à iage da parida de u barco. O segeno e que se reforça e se explicia essa passage do plano lieral ao eafórico é: a)...nua delicadeza de guache. b)...odas as inhas chainés deve esar fuegando co seus penachos brancos na noie escura... c)...não é a lenha do fogo, é oda a inha fragaa velha que esala de popa a proa... d)... e vai parir no ar de chuva. e) Denro, leva cálidos corações. Na alernaiva c, o auor nega que o que conou se liie ao senido lieral do relao ( não é a lenha do fogo ), esendendo o âbio de significação aravés da eáfora da fragaa velha. 04 c A esa relação seânica assinalada pela conjunção e na frase Deenho-e diane de ua lareira e olho o fogo enconra-se abé e: a) E, a cada dia, você e ais lugares onde pode conar co a coodidade de pagar suas despesas co carões de crédio. b) Realizada pela prieira vez e ouubro do ano passado, a Seana de Are e Culura da USP ena conquisar seu espaço na agenda culural de São Paulo. c) Carro quebra no eio da esrada e casal pede ajuda a u oorisa que passa pelo local. d) Quisera falar co o ladrão, e nada fizera. e) E seu irão Dio é o dono daqui? Na frase proposa no enunciado, a conjunção e e valor adiivo, acrescenando ua inforação ao que fora expresso na oração anerior. A esa relação ocorre e carro quebra no eio da esrada e casal pede ajuda a u oorisa que passa pelo local. 05 b (oficial) sugere-se anulação A Casa não passava, be dizer, de ua casa-rancho. A CURSO OBJETIVO 1

2 rebaixa u alpendre cercado ; o rancho de carros-deboi; ouros ranchos; ouras casinhas; ouros rúsicos pavilhões. A apresenação de eleenos descriivos esáicos, por eio de frases noinais, ocorre abé e: a) Convidei-o silenciosaene olhando ua janela por onde se via, sobre livros de escriuração, as suíças brancas e os óculos de seu Ribeiro. b) E esre Caeano geendo no care, recebia odas as seanas u dinheirão de Madalena. Visias, reédios de farácia, galinhas. c) E u falavas de u aor celese, De u anjo, que depois se fez esposa... d) Pera aquele fogo ardene, que no eese vivendo. e) Projeava-se nela a iage de ulher poderosa e huilde ao eso epo. É de laenar que, nua prova sensaa e equilibrada coo a presene, enha, ao que udo indica, escapado à aenção da banca exainadora ua quesão iprecisa coo esa. Na verdade, o exo da alernaiva b, dada coo correa, não é descriivo, as si narraivo. As frases noinais ( Visias, reédios de farácia, galinhas ) enuera, ao que o conexo sugere, ações, não caracerísicas de algu objeo (qual?). Traar-se-ia, porano, de eleenos coordenados a dinheirão e, pois, copleenos de recebia. A presença do adjuno adverbial de epo, odas as seanas, reforça o caráer narraivo do recho. Repiaos: se a enueração visias, reédios de farácia, galinhas for oada coo descriiva, será descrição de qual eleeno do exo? Texo para as quesões 06, 07 e 08 Olhava ais era para Mãe. Drelina era bonia, a Chica, Toezinho. Sorriu para Tio Terêz: Tio Terêz, o senhor parece co Pai... Todos chorava. O douor lipou a goela, disse: Não sei, quando eu iro esses óculos, ão fores, aé eus olhos se enche d água... Miguili enregou a ele os óculos oura vez. U soluçozinho veio. Dio e a Cuca Pingo-de-Ouro. E o Pai. Sepre alegre, Miguili... Sepre alegre, Miguili... Ne sabia o que era alegria e riseza. Mãe o beijava. A Rosa punha-lhe doces-de-leie nas algibeiras, para a viage. Papaco-o-Paco falava, alo, falava. 06 a Não sei, quando eu iro esses óculos, ão fores, aé eus olhos se enche d água... O valor seânico de aé coincide co o do exo e: a) Me dissera que na casa dele aé cachorro sabe padre-nosso. b) Bebeu ua bagaceira, saiu para a rua, sob a chuva inensa, andou aé a segunda esquina, aravessou a avenida.... c) Aé enão, ele não inquieava os invesidores, ua vez que era uilizado para financiar invesienos. d) Não sei se poderei esperar aé a próxia seana. e) Foi aé a sala e reornou. Aé, no exo, indica inclusão. Equivale a abé, inclusive. O eso valor ocorre e... na casa dele aé cachorro sabe padre-nosso. E b e e, aé indica liie no espaço e, e c e d indica liie no epo. 07 a Do pono de visa do esilo e da relação dese co o senido, esse recho caraceriza-se a) pela sucessão de frases curas e enrecoradas, que ieiza o rio da eoção iplicada na cena. b) pela conjunção de narrador e prieira pessoa e e erceira pessoa, inerligando solidaene eissor e recepor. c) pelo recurso inensivo às figuras de linguage, co predoínio das eáforas sobre as eoníias o que poencia o eor sibólico do exo. d) pelo predoínio da função eoiva sobre as funções poéica e conaiva, o que gera a força encanaória própria do exo. e) pela doinância da adjeivação afeiva, que raz à ona e poencia a eoção própria da cena. A eoção da cena é represenada discreaene, iso é, por sinais separados, que se configura na sucessão de frases curas e enrecoradas que sugere a siuação de fora iéica (iiaiva). 08 d Nese recho de Capo Geral, de Guiarães Rosa, as expressões grifadas pelo auor reoa, ao final da narraiva, a) os versos seranejos canados pelo vaqueiro Salúz, e seu desejo de consolar Miguili. b) a ensage inicial de Tio Terêz, unindo, assi, o princípio e o fi da hisória. c) as lições de conforidade e alegria de Mãiina a Miguili, enraizadas no caoliciso popular. d) a derradeira lição da sabedoria do Dio, reforçada depois por seu Ariseu. e) o ensinaeno do Grivo, cuja pobreza exrea era, no enano, fone de doçura e alegria. A alernaiva ipunha o reconhecieno de ua das passagens ais pungenes da novela-poeáica de Guiarães Rosa: a ore de Dio, o irão sábio, iluinado que, in exreis, reafira sua visão desassobrada e oiisa da vida: Miguili, Miguili, vou ensinar o que agorinha eu sei, deais: é que a gene pode ficar sepre alegre, alegre, eso co oda coisa rui que aconece aconecendo. A gene deve de poder ficar enão ais alegre, ais alegre, por denro!... Essa lição de oiiso é corroborada por seu Ariseu, quando Miguili adoece e as palavras do curandeiro coloca-no de pé. 09 b Sobre Fogo Moro, é correo afirar que a) o caráer esanque de suas pares consiuivas é sublinhado pela udança do foco narraivo e cada ua delas, indo da prieira à erceira pessoa narrai- CURSO OBJETIVO 2

3 vas. b) a relaiva desconinuidade de sua divisão riparie é conrasada pela recorrência de eas e oivos inernos que aravessa odo o roance. c) o caráer desconínuo e inconcluso de seu enredo é copensado pelas reflexões do narrador-personage, que confere finalização e acabaeno ao roance. d) o caráer esanque de sua divisão riparie é, no enano, converido à unidade pela counicabilidade e enendieno úuo das personagens principais. e) a cada ua das classes sociais nele represenadas, o roance reserva u esilo de narrar próprio: erudio para os senhores de engenho, oral-popular para as caadas huildes e cangaceiros. O que basicaene unifica os desinos dos proagonisas das rês pares de Fogo Moro é a decadência do engenho Sana Fé, e eio a u conjuno de eas e circunsâncias recorrenes: a sociedade pariarcal e as seqüelas psicológicas e sociais de seu anacroniso, a culura popular nordesina, a difícil condição das ulheres, opriidas duplaene pelo pariarcado e pela decadência econôica, udo filrado pelas lenes do neo-realiso regionalisa e pela poéica oralidade do auor. Texo para as quesões 10 e 11 Os dados sobre a educação dos brasileiros revelados pelo inicenso do IBGE perie várias leiuras odas elas acusando ua endência posiiva, apesar de alguns núeros absoluos causare preocupação. Ainda há pero de 2 ilhões e eio de crianças se escolas no País, não ano, udo leva a crer, por deficiência da rede física. De fao, pode ler-se no censo que, ebora eseja longe da ideal, a expansão quaniaiva das escolas já perie ao governo redirecionar invesienos para a expansão qualiaiva do ensino. (O Esado de São Paulo, 10/08/97, A3) 10 a Conclui-se correaene do exo que a) os invesienos governaenais, aé o oeno dese arigo, não esava preferencialene direcionados para a elhoria da qualidade de ensino. b) os núeros absoluos não perie er ua visão posiiva do inicenso do IBGE. c) o núero de escolas e vagas oferecidas, apesar de não er aingido o ideal, evidencia que o governo passará a invesir ais na qualidade de ensino. d) o crescieno quaniaivo do ensino depende de invesienos aneriores no crescieno qualiaivo. e) os núeros absoluos causa preocupação, as deonsra avanços qualiaivos no ensino. Ao concluir que a siuação já perie ao governo invesir na expansão qualiaiva do ensino, o exo deixa iplício que, aé enão, o governo invesia na expansão quaniaiva. Porano, esá correa a alernaiva a ao afirar que, aé o oeno do arigo, os invesienos governaenais e educação não esava preferencialene direcionados para a elhoria da qualidade de ensino. 11 c...odas elas acusando ua endência posiiva, apesar de alguns núeros absoluos causare preocupação. A expressão que evia ua conradição, no excero acia, é: a) odas elas. b) endência posiiva. c) apesar de. d) alguns. e) núeros absoluos. Ao conferir u senido de concessão à oração subordinada senido expresso pela locução conjuniva concessiva apesar de, o exo evia a conradição enre o que se afira na oração principal ( odas [as possíveis leiuras do censo] acusando ua endência posiiva ) e o que se adie na oração subordinada ( alguns núeros absoluos [causa] preocupação ). 12 d A negociação enre presidência e oposição é condição sine qua non para que a nova lei seja aprovada. A expressão laina e iálico, largaene uilizada e conexos de língua poruguesa, significa, nese caso: a) prioriária. b) relevane. c) perinene. d) iprescindível. e) urgene. O senido da expressão laina é (condição) se a qual não ou seja, se a qual não é possível que ocorra o que é indicado e seguida ( a nova lei seja aprovada ). 13 c Não se raa aqui, é óbvio, de procurar exiir os eios de counicação da responsabilidade por seus produos. Mas deerinar de aneão o que não pode ser veiculado é policiar a expressão livre de idéias e inforações ou seja, chancelar a censura. (Folha de São Paulo, 28/08/97, 1-2) Depreende-se do exo que seu auor a) preende corroborar a censura, ebora afire que os eios de counicação deve ser responsabilizados por seus produos. b) isena os eios de counicação de responsabilidades e relação aos produos que veicula. c) posiciona-se conra a censura prévia e reconhece que os eios de counicação pode ser responsabilizados pelos produos que veicula. d) preende eviar a censura, esabelecendo criérios prévios quano ao que pode ou não ser veiculado nos eios de counicação. d) busca ransferir para o próprio órgão de iprensa a responsabilidade pela censura prévia. CURSO OBJETIVO 3

4 O segundo período do exo iplica ua condenação da censura prévia e o prieiro período afira, expliciaene, a responsabilidade dos eios de counicação por aquilo que veicula, ou seja, por seus produos. 14 d A única frase e que a correlação de epos e odos NÃO foi correaene observada é: a) Segundo os Correios, se a greve erinar aanhã, as enregas serão noralizadas e 13 dias. b) Para que o agriculor não se liiasse aos recursos oficiais, as fábricas abé criara suas próprias linhas de crédio. c) U dos seus projeos de lei exigia que os professores e servidores das universidades fizesse exaes anidoping. d) Na discussão do projeo, o depuado duvidou que o colega era o auor da eenda. e) A Câara Municipal aprovou a lei que concede desconos a ulas e juros que esão e araso. Não ocorre a necessária correlação odo-eporal e...o depuado duvidou que o colega era o auor da eenda. O preério perfeio do indicaivo na oração principal deve correlacionar-se co o preério iperfeio do subjunivo: e lugar de era, deveria usar-se fosse. 15 b O valor seânico de des- NÃO coincide co o do par cenralização/descenralização apenas e: a) Despregar o prego foi ais difícil do que pregá-lo. b) Belo, belo, que vou para o Céu... e se solou, para voar: descaiu foi lá de riba, no chão uio se achucou. c) Enquano isso ele ficava ali e Casa, e cero repouso, aé a saúde de udo se desaeaçar. d) A despoluição do rio Tieê é u repo urgene aos políicos e à população de São Paulo. e) O governo de Israel decidiu desbloquear eade da renda de arrecadação fiscal que Israel devia à Auoridade Nacional Palesina. E cenralização/descenralização o prefixo des foi uilizado para indicar negação, ausência, ocorrendo o eso nas alernaivas a (despregá-lo), c (desaeaçar), d (despoluição) e e (desbloquear). O verbo descair equivale a cair, pender, inclinar-se lenaene. 16 e...se decida a pedir a ese rio (...) que e faça aquele enerro (...)...e aquele acopanhaeno de água que sepre desfila (que o rio, aqui no Recife, não seca, vai oda a vida). Nas ocorrências assinaladas, a parícula que serve, RESPECTIVAMENTE, para I. inroduzir u copleeno para decida; referir a água o ao de desfilar; inroduzir ua jusificaiva para o uso de sepre. II. inroduzir u copleeno para decida; esabelecer ua relação co aquele; inroduzir ua jusificaiva para o uso de aqui. III. inroduzir u copleeno para pedir; referir a acopanhaeno o ao de desfilar; inroduzir ua jusificaiva para o uso de sepre. E relação ao exo, esá correo apenas o que se afira e a) I. b) I e II. c) II e III. d) II. e) III. Que, na prieira ocorrência, é conjunção inegrane, pois inroduz a oração subordinada subsaniva objeiva direa, ou seja, a oração que copleena, coo objeo direo, o verbo pedir. Na segunda ocorrência, é u pronoe relaivo que reorna acopanhaeno, fazendo que esa úlia palavra equivalha ao sujeio de desfilar. Na erceira ocorrência, que é conjunção coordenada explicaiva, inroduzindo a frase que dá a razão do advérbio sepre. 17 b A palavra sanção co o significado de raificação ocorre apenas e: a) Aplicar sanções a grevisas não é direio ne dever de u presidene. b) Evenual sanção do presidene à nova lei, aprovada one, poderá desagradar a seores de odas as caegorias. c) As sanções previsas na lei eleioral não exerce influências significaivas sobre a paixão dos ilianes. d) O novo direor prefere sanções a diálogos. e) O conrao prevê sanções para os inadiplenes. Nas alernaivas a, c, d e e, sanções significa repressões, punições, penalizações, exceções. 18 e É udo aquele a que irão chaaos, E a ão que anas vezes aperaos Agora é fria já! Não ais nos bancos esse roso aigo Hoje escondido no faal jazigo Conosco sorrirá! Neses versos de Casiiro de Abreu, o pronoe sublinhado revela u eprego denoaivo de a) epo presene e proxiidade física. b) epo passado e proxiidade física. c) epo fuuro e afasaeno físico. d) epo fuuro e proxiidade física. e) epo passado e afasaeno físico. Aquele no exo refere-se a algué que já orreu. O passado é reforçado pelos verbos no preério chaaos, aperaos e o afasaeno, pela CURSO OBJETIVO 4

5 idéia de ore conida e agora é fria já e Hoje escondido no faal jazigo. 19 e É correo afirar que, e More e vida severina, a) a alernância das falas de ricos e de pobres, e conrase, iprie à dinâica geral do poea o rio da lua de classes. b) a visão do ar abero, quando Severino finalene chega ao Recife, represena para o reirane a prieira afiração da vida conra a ore. c) o caráer de afiração da vida, apesar de oda a iséria, coprova-se pela ausência da idéia de suicídio. d) as falas finais do reirane, após o nascieno de seu filho, configura o oeno afiraivo, por excelência, do poea. e) a viage do reirane, que aravessa abienes enos e ais hosis, osra-lhe que a iséria é a esa, apesar dessas variações do eio físico. O Capibaribe é o guia que conduz o reirane do serão ao ar, aravessando a caainga sei-árida, o Agrese e a Zona da Maa. E odo esse percurso, a ore é o signo consane que preside e nega a vida: orre-se de velhice anes dos rina, / de eboscada anes dos vine, / de foe u pouco por dia. No poea draáico cabralino, e inúeras cenas, a ore é presenciada pelo reirane ou é relaada a ele: os carregadores do defuno, oro de bala ; a seninela (velório) do Finado Severino ; o diálogo co a rezadeira sobre os ofícios da ore ; o funeral do lavrador, na Zona da Maa, e a conversa dos coveiros, já no Recife, são alguas dessas cenas e que se uda a paisage, as a iséria persise, sugerindo ao reirane o salar fora da pone e da vida. 20 d Se e abos os conos a doinação social é ea de prieiro plano, cabe, no enano, fazer ua disinção: e u deles, ela é direa, e aparece sob a fora do capricho e do arbírio paronais; já e ouro, ela é ais oderna - orna-se indirea e anônia. A disinção realizada nesa afiração refere-se, RESPECTIVAMENTE, aos seguines conos de Mário de Andrade (Conos novos): a) Nelson e O poço. b) O ladrão e O poço. c) O ladrão e Nelson. d) O poço e Prieiro de aio. e) Prieiro de aio e O ladrão. No cono O Poço, a doinação social é direa, aparece sob a fora do capricho e do arbírio, pois Joaqui Preses exige que seus epregados enconre a canea que ele deixou cair no poço. E Prieiro de Maio, o carregador de alas da esação da luz, o 35, percorre ponos da cidade de São Paulo, buscando reconhecieno e solidariedade, as só enconra coeorações oficiais, disanes do que esperava. É ineressane noar que o proagonisa é apenas referido coo 35, sendo denoinado pela função que exerce. 21 c Considere as seguines afirações sobre o Auo da Barca do Inferno, de Gil Vicene: I. O auo ainge seu clíax na cena do Fidalgo, personage que reúne e si os vícios das diferenes caegorias sociais aneriorene represenadas. II. A desconinuidade das cenas é coerene co o caráer didáico do auo, pois facilia o disanciaeno do especador. III. A caricaura dos ipos sociais presenes no auo não é grauia ne arificial, as resula da acenuação de raços ípicos. Esá correo apenas o que se afira e a) I. b) II. c) II e III. d) I e II. e) I e III. A afiração I é falsa, pois o auo não ainge seu clíax na cena do Fidalgo, e, alé disso, essa personage não reúne e si os vícios das caegorias aneriorene represenadas. O Fidalgo siboliza apenas a arisocracia arrogane, opressiva, preensiosa e é a prieira personage a enrar na barca do Inferno. As afirações II e III apresena caracerísicas fundaenais do earo de Gil Vicene: o caráer didáicooral do auo e a presença de ipos sociais caricaurados, iso é, deforados pelo exagero. 22 d O Prio Basílio perence à fase dia realisa de seu auor, Eça de Queirós. É reconhecido, abé, coo u roance de ese ipo de narraiva e que se deonsra ua idéia, e geral co inenção críica e reforadora. Tendo e visa essas deerinações gerais, é correo afirar que, nesse roance, a) o foco expressivo se concenra na inerioridade subjeiva das personagens, que se dão a conhecer por suas idéias e senienos, e não por suas falas ou ações. b) as personagens se afasa de caracerizações ípicas, ornando-se psicologicaene ais coplexas e individualizadas. c) a preferência é dada à narração direa, eviando-se recursos coo a ironia, o suspense, o refinaeno esilísico de períodos e frases. d) o ineresse pelas relações enre o hoe e o eio aplia o espaço e as funções das descrições, ornadas ais inuciosas e significaivas. e) a narração de ações, a criação de enredos e as reflexões do narrador são aplaene subsiuídas pelo debae ideológico-oral enre Jorge e o Conselheiro Acácio. O roance O Prio Basílio e coo objeivo criicar a burguesia de Lisboa, analisando o coidiano orno e CURSO OBJETIVO 5

6 fúil dos ipos que a copõe. As descrições inuciosas são basane significaivas no conjuno da obra, pois funciona coo expliciação da subissão do hoe ao eio. 23 a Oh! eu quero viver, beber perfues Na flor silvesre, que ebalsaa os ares; Ver inh ala adejar pelo infinio, Qual branca vela n aplidão dos ares. No seio da ulher há ano aroa... Nos seus beijos de fogo há ana vida... Árabe errane, vou dorir à arde À sobra fresca da paleira erguida. Nesa esrofe de Mocidade e ore, de Casro Alves, reúne-se, coo nua espécie de súula, vários dos eas e aspecos ais caracerísicos de sua poesia. São eles: a) idenificação co a naureza, condoreiriso, eroiso franco, exoiso. b) aspiração de aor e ore, ianiso, sensualiso, exoiso. c) sensualiso, aspiração de absoluo, nacionaliso, orienaliso. d) personificação da naureza, hipérboles, sensualiso velado, exoiso. e) aspiração de aor e ore, condoreiriso, hipérboles, orienaliso. A esrofe inicial de Mocidade e More é ua enfáica afiração da vida, da juvenude e da sensualidade, algrado a circunsância rágica que oivou sua escriura a uberculose precoce, aos dezessee anos e da qual derivou seu íulo original A u Tísico. A naureza expressiva esá presene no desejo enfáico de counhão co os aspecos grandiosos do universo: infinio, ares. Os seios da ulher e seus beijos de fogo, ão caros ao poea, esão presenes coo afiração viril e vialisa. A noa exóica e orienalizane diz-se na aproxiação co a iage do árabe sedeno, saciando-se nu oásis. 24 b Agora os parlaenares conclue sua obra co a anuência unânie àquele disposiivo inconsiucional. (Folha de S. Paulo, 28/08/97, 1-2) A paráfrase correa do exo é: a) A aioria dos parlaenares aprova u cero disposiivo inconsiucional. b) Os parlaenares, se exceção, aprova o disposiivo inconsiucional aneriorene encionado. c) Todos os parlaenares reprova o disposiivo inconsiucional aneriorene encionado. d) A aioria absolua dos parlaenares boicoou u cero disposiivo inconsiucional. e) A aioria dos parlaenares conclui sua obra co indiferença à aprovação ou não de u cero disposiivo inconsiucional. Anuência unânie indica que odos os parlaenares concordara co o disposiivo colocado e voação, enquano o uso de àquele refere-se a disposiivo ciado aneriorene. 25 a Os sinais de ponuação fora be uilizados e: a) Nesse insane, uio pálido, acérrio, Prudene de Morais enrou no Caee, senou-se e, seco, declarou ao silêncio aônio dos que o coneplava: Volei. b) Mãe onde esão os nossos: os parenes, os aigos e os vizinhos? Mãe, não respondia. c) Os esados, que ainda deve ao governo, não poderão ober financiaenos, as os esados que já resgaara suas dívidas ainda erão crédios. d) Ao periir a apreensão, de jornais e revisas, o projeo, reira do leior o direio a ser inforado pelo veículo que ele escolheu. e) Assi, passa-se a periir, condenações absurdas, desproporcionais aos danos causados. As vírgulas separa eros de esa função predicaivos do sujeio uio pálido, acérrio, seco e a oração coordenada assindéica senou-se. Os dois ponos fora uilizados para inroduzir a fala da perso-nage. As aspas indica o discurso direo. 26 e É preciso agir, e rápido, disse one o ex-presidene nacional do parido. A frase e que a palavra sublinhada NÃO exerce função idênica à de rápido é: a) Coo esava exalado, o hoe gesiculava e falava alo. b) Madeoiselle ergueu súbio a cabeça, volou-a pro lado, esperando, olhos baixos. c) Esava acosuados a falar baixo. d) Conversaos por alguns inuos, as ão abafado que ne as paredes ouvira. e) Si, havíaos de er u oraório bonio, alo, de jacarandá. O adjeivo rápido foi usado, no enunciado, co função de advérbio. O eso eprego ocorre e a, b, c e d co os adjeivos alo, súbio, baixo e abafado. Já e e, o adjeivo alo é epregado co seu valor próprio, caracerizando o subsanivo oraório. CURSO OBJETIVO 6

7 Quíica 27 c A dose diária recoendada do eleeno cálcio para u adulo é de 800g. Suponha cero supleeno nuricional a base de casca de osras que seja 100% CaCO 3. Se u adulo oar diariaene dois ablees desse supleeno de 500 g cada, qual porcenage de cálcio da quanidade recoendada essa pessoa esá ingerindo? a) 25% b) 40% c) 50% d) 80% e) 125% Massa olar do CaCO 3 = ( ) g/ol = = 100g/ol Massa de CaCO 3 ingerida: 2 x 500g = 1000g Massa de Ca ingerida: 100g de CaCO 3 40g de Ca 1000g de CaCO 3 x x = 400g Porcenage de cálcio da quanidade recoendada: 800g 100% 400g y y = 50% 28 d U pedaço de palha de aço foi suaveene copriido no fundo de u ubo de ensaio e ese foi cuidadosaene eborcado e u béquer conendo água à eperaura abiene, confore ilusrado abaixo: a) assas olares (g/ol) Ca O C palha de aço Decorridos alguns dias à eperaura abiene, qual das figuras abaixo represena o que será água observado? b) e) O ferro da palha de aço reage co o oxigênio do ar na presença de água, forando a ferruge (óxido de ferro hidraado). 2Fe + 3/2O 2 + nh 2 O Fe 2 O 3. nh 2 O O consuo de O 2 do ar, nessa reação, faz co que a pressão denro do ubo diinua. Coo conseqüência, sobe o nível de água denro do eso. A água não enche oalene o ubo, pois o N 2 do ar (aproxiadaene 80% e volue do ar) não é consuido. 29 b O agravaeno do efeio esufa pode esar sendo provocado pelo aueno da concenração de ceros gases na aosfera, principalene do gás carbônico. Denre as seguines reações quíicas: I) queia de cobusíveis fósseis; II) foossínese; III) ferenação alcoólica; IV) saponificação de gorduras, produze gás carbônico, conribuindo para o agravaeno do efeio esufa: a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) II e IV I. Os cobusíveis fósseis (carvão, peróleo, gás naural) são forados basicaene pelo eleeno carbono. Sua cobusão coplea produz gás carbônico que conribui para o agravaeno do efeio esufa. Exeplos: C x H y + zo 2 (g) xco 2 (g) + y/2h 2 O(g) C(s) + O 2( g) CO 2 (g) II. Na reação de foossínese, gás carbônico e água reage produzindo hidraos de carbono e gás oxigênio. c) d) 6CO 2 + 6H 2 O C 6 H 12 O 6 + 6O 2 O gás carbônico do ar é consuido. III. A produção de álcool por ferenação caalíica de hidraos de carbono (glicose, fruose) provoca a foração de gás carbônico. C 6 H 12 O 6 2C 2 H 5 OH(l) + 2CO 2 (g) IV. A reação de saponificação de gorduras consise na reação de glicerídeos co base fore, produzindo sabão e álcool (glicerol). Exeplo: CURSO OBJETIVO 1

8 =O R C O CH 2 =O R C O CH =O R C O CH 2 + H 2 C C CH 2 H Conribue para o agravaeno do efeio esufa I e III. 30 e No Brasil, o sal de cozinha e o gás de cozinha (isura de propano e buano) são usualene obidos, respecivaene, a) de jazidas desse sal e do peróleo. b) de jazidas desse sal e do gás naural. c) da água do ar e do lixo orgânico. d) da indúsria cloro-álcali e do gás naural. e) da água do ar e do peróleo. O sal de cozinha é consiuído, principalene, de cloreo de sódio. Ele é enconrado na água do ar e é obido por evaporação da esa. O Brasil obé o sal de cozinha a parir da água do ar, principalene nos Esados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Nore. Obs.: ebora o Brasil possua depósios de sal-gea (cloreo de sódio), ese é uilizado principalene para a alienação do gado. O propano e buano são os principais consiuines do gás de cozinha (GLP). Ese é obido a parir da desilação fracionada do peróleo. 31 b Deseja-se saber se rês hidrocarboneos saurados I, II e III são isôeros enre si. Para al, aosras desses hidrocarboneos fora analisadas, deerinando-se as quanidades de carbono e de hidrogênio presenes e cada ua delas. Os resulados obidos fora os seguines: hidrocarboneo I II III assa da aosra/g 0,200 0,300 0,600 =O + 3NaOH 3R C assa de C/g 0,168 0,252 0,491 assa de H/g 0,032 0,048 0,109 Co base nesses resulados pode-se afirar que a) I não é isôero de II ne de III. b) I é isôero apenas de II. c) I é isôero apenas de III. d) II é isôero apenas de III. e) I é isôero de II e de III. Se desejar uilize assas olares (g/ol): C... 12; H... 1 OH OH O Na + OH Hidrocarboneo Os coposos I e II pode ser isôeros. Oura aneira de resolver o exercício é calculando a fórula ínia: 0,168g I C : = 0,014ol 12g/ol Logo, I e II são isôeros. 32 e 0,032g H : = 0,032ol 1g/ol 0,252g II C : = 0,021ol 12g/ol 0,048g H : = 0,048ol 1g/ol 0,491g III C : = 0,041ol 12g/ol 0,109g H : = 0,109ol 1g/ol Nas condições abiene, fora realizados rês experienos, Na 2 CO co aparelhage idênica, nos 3 quais se junou Na 2 CO 3 sólido, conido e ua bexiga urcha, HCl a ua solução aquosa de HCl conida e u erleneyer. As quanidades adicionadas fora: Solução de HCl experieno E1 E2 E3 I II III assa de Na 2 CO 3 /g 1,06 1,06 1,06 assa 0,200g 0,600g 0,300g 0,600g 0,600g assa de carbono dividindo pelo enor, eos: 1ol volue/l ,168g x x = 0,504g 0,252g x x = 0,504g 0,491g 2,28ol dividindo pelo enor, eos: 1ol 2,28ol dividindo pelo enor, eos: 1ol 2,65ol assa de hidrogênio fórula ínia do hidrocarboneo: x 7 7 C 7 H 16 x 7 16 fórula ínia do hidrocarboneo: x 7 7 C 7 H 16 x 7 16 fórula ínia do hidrocarboneo: x 3 3 C 3 H 8 x 3 8 Coposos isôeros apresena a esa fórula olecular e, porano, a esa assa de cada eleeno nua esa assa da aosra. Adiindo-se a assa da aosra igual a 0,600g eos: concenração/ol L 1 0,30 0,40 0,50 0,032g y y = 0,096g 0,048g y y = 0,096g 0,109g CURSO OBJETIVO 2

9 Ao final dos experienos, coparando-se os volues das bexigas, observa-se que a) a bexiga de E1 é a ais cheia. assa olar do b) a bexiga de E2 é a ais cheia. Na 2 CO 3 = 106g/ol c) a bexiga de E3 é a ais cheia. d) a bexiga de E1 é a enos cheia. e) as rês bexigas esão igualene cheias. A reação libera gás carbônico, que enche a bexiga. Cálculo da quanidade de aéria (ols) de ácido clorídrico: e E n n 1 : M = 0,30ol/L = n = 0,03ol V 0,1L e E n n 2 : M = 0,40ol/L = n = 0,04ol V 0,1L e E n n 3 : M = 0,50ol/L = n = 0,05ol V 0,1L Na reação, a quanidade e ols de ácido clorídrico que reage co 1,06g de carbonao de sódio (Na 2 CO 3 ) é: Na 2 CO 3 (s) + 2HCl(aq) 2NaCl(aq) + H 2 O(l) + CO 2 (g) Logo, a pressão é direaene proporcional à quanidade de aéria (n). Cálculo das quanidades de aéria: 1300g n C2 H 2 = = 50ol de C 2 H 2 26g/ol 1600g n N2 O = = 36,36ol de N 2 O 44g/ol 1600g n O2 = = 50ol de O 2 32g/ol Porano: P C2 H 2 = P O2 > P N2 O 34 d O gráfico abaixo osra a solubilidade (S) de K 2 Cr 2 O 7 sólido e água, e função da eperaura (). Ua isura consiuída de 30g de K 2 Cr 2 O 7 e 50g de água, a ua eperaura inicial de 90 C, foi deixada esfriar lenaene e co agiação. A que eperaura aproxiada deve coeçar a crisalizar o K 2 Cr 2 O 7? a) 25 C b) 45 C c) 60 C d) 70 C e) 80 C g 1,06g x 2ol x = 0,02ol de HCl Verifica-se, porano, que nos 3 experienos há excesso de ácido clorídrico. As quanidades de gás carbônico (CO 2 ) liberadas são iguais, e as bexigas fica cheias. S (g K 2 Cr 2 O 7 / 100g H 2 O) a Tê-se rês cilindros de volues iguais e à esa eperaura, co diferenes gases. U deles coné 1,3kg de aceileno (C 2 H 2 ), o ouro 1,6kg de óxido de dinirogênio (N 2 O) e o erceiro 1,6kg de oxigênio (O 2 ). Coparando-se as pressões dos gases nesses rês cilindros, verifica-se que assas olares (g/ol) C 2 H N 2 O O a) são iguais apenas nos cilindros que conê C 2 H 2 e O 2. b) são iguais apenas nos cilindros que conê N 2 O e O 2. c) são iguais nos rês cilindros. d) é aior no cilindro que coné N 2 O. e) é enor no cilindro que coné C 2 H 2. Aravés da equação de Clapeyron, eos: PV = n R T P = n RT V consane I. Cálculo da quanidade de sal dissolvida e 100g de H 2 O: 30g de K2 Cr 2 O 7 50g de H 2 O x 100g de H 2 O x = 60g de K 2 Cr 2 O 7 Observa-se que 60g de K 2 Cr 2 O 7 saura 100g de H 2 O a 70 C (solução saurada se corpo de fundo), porano, a crisalização do sal coeça aproxiadaene a 70 C. 35 a (ºC) Na reação de fusão nuclear represenada por 2 1 H H E + n ocorre a liberação de u neuron (n). A espécie E deve er a) 2 próons e 2 neurons. b) 2 próons e 3 neurons. c) 2 próons e 5 neurons. CURSO OBJETIVO 3

10 d) 2 próons e 3 elérons. e) 4 próons e 3 elérons. Nas reações nucleares, a soa dos núeros aôico e de assa no esado inicial é igual à soa dos núeros aôico e de assa no esado final. nº aôico 2 H + 3 H A E + 1 n 1 1 Z = Z + 0 Logo nº de assa = A + 1 Logo Cálculo do núero de nêurons do áoo do eleeno E: A E = Z E + N E 4 = 2 + N E N E = 2 O eleeno E apresena 2 próons e 2 nêurons. 36 b Pode-se conceiuar energia de ligação quíica coo sendo a variação de enalpia ( H) que ocorre na quebra de 1 ol de ua dada ligação. Assi, na reação represenada pela equação: NH 3 (g) N(g) + 3H(g); H = 1170kJ/ol NH 3 são quebrados 3 ols de ligação N H, sendo, porano, a energia de ligação N H igual a 390 kj/ol. Sabendo-se que na decoposição: N 2 H 4 (g) 2 N(g) + 4H(g); H = 1720 kj/ol N 2 H 4, são quebradas ligações N N e N H, qual o valor, e kj/ol, da energia de ligação N N? a) 80 b) 160 c) 344 d) 550 e) 1330 Cálculo da energia para roper as ligações da hidrazina ( H): H H N N(g) 2N(g) + 4H(g) 4. (N H) = kJ = 1560kJ 1(N N) = 1. x = x 1560kJ + x H = 1560kJ + x 1720kJ/ol = 1560kJ + x x = 160kJ/ol 37 c H { { H Z = 2 A = 4 H = +1720kJ/ol À eperaura abiene, o ph de u cero refrigerane, saurado co gás carbônico, quando e garrafa fechada, vale 4. Ao abrir-se a garrafa, ocorre escape de gás carbônico. Qual deve ser o valor do ph do refrigerane depois de a garrafa abera? a) ph = 4 b) 0 < ph < 4 c) 4 < ph < 7 d) ph = 7 e) 7 < ph < 14 Na garrafa de refrigerane fechada eos o equilíbrio: 2H 2 O(l) + CO 2 (g) HCO 3(aq) + H 3 O + (aq) Ao abrir-se a garrafa há desprendieno de gás, CO 2, diinuindo sua concenração no equilíbrio, deslocandoo para a esquerda; ocorrendo diinuição na concenração de íons H 3 O + (H + ), elevando o ph. Coo ainda ereos íons H 3 O + (H + ), a solução coninuará ácida, logo: 4 < ph < b Há exaos 100 anos, J.J. Thoson deerinou, pela prieira vez, a relação enre a assa e a carga do eléron, o que pode ser considerado coo a descobera do eléron. É reconhecida coo ua conribuição de Thoson ao odelo aôico, a) o áoo ser indivisível. b) a exisência de parículas subaôicas. c) os elérons ocupare níveis discreos de energia. d) os elérons girare e órbias circulares ao redor do núcleo. e) o áoo possuir u núcleo co carga posiiva e ua elerosfera. J.J. Thoson aravés da experiência co raios caódicos deerinou que o eléron fazia pare da aéria. O odelo aôico de Thoson e coo caracerísica a presença de cargas posiivas e negaivas e o áoo ser aciço. Na alernaiva a eos o odelo de Dalon. Na alernaiva c eos o odelo de Bohr. Nas alernaivas d e e eos o odelo de Ruherford. 39 e Tê-se aosras de rês sólidos brancos A, B e C. Sabe-se que deve ser nafaleno, nirao de sódio e ácido benzóico, não necessariaene nessa orde. Para se idenificar cada ua delas, deerinara-se alguas propriedades, as quais esão indicadas na abela abaixo: A B C Teperaura de fusão/ C solubilidade e água 306 uio solúvel Esses dados indica que A, B e C deve ser, respecivaene, a) ácido benzóico, nirao de sódio e nafaleno. b) ácido benzóico, nafaleno e nirao de sódio. c) nafaleno, nirao de sódio e ácido benzóico. d) nirao de sódio, ácido benzóico e nafaleno. e) nirao de sódio, nafaleno e ácido benzóico. As subsâncias nafaleno ( ), nirao de sódio (NaNO 3 ) e ácido benzóico ( praicaene insolúvel ) apresena as seguines propriedades: O nafaleno é u hidrocarboneo, apolar, sendo praica- 80 u pouco solúvel C= O OH 122 CURSO OBJETIVO 4

11 ene insolúvel e água e apresena o enor pono de fusão. O nirao de sódio é u sal, coposo iônico, apresena alo pono de fusão e é uio solúvel e água. O ácido benzóico é ua olécula polar, esabelece pones de hidrogênio, é u ácido fraco e se ioniza segundo a equação: O O + H 2 O C + H 3 O +, sendo pouco solúvel e água. 40 e Enidades ligadas à preservação abienal ê exercido fores pressões para a redução da produção de gases CFC (clorofluorocarbonos). Iso se deve principalene ao fao de os CFC a) reagire co H 2 O, produzindo ácidos e chuva ácida. b) reagire esponaneaene co O 2, produzindo CO 2 e agravando o efeio esufa. c) escapare para o espaço provocando o fenôeno da inversão érica. d) reagire co oxigênio a baixas pressões, produzindo ozônio. e) produzire sob a ação da luz radicais livres, que reage co o ozônio. Os gases CFC (clorofluorocarbonos), e presença de luz, produze radicais livres. Exeplo: F F luz F C Cl F C + Cl { Cl Cl radical livre O gás ozônio é forado na aosfera, segundo as equações: O luz 2 (g) 2 O(g) O 2 (g) + O(g) O 3 (g) Ese reage co os radicais livres, produzindo gás oxigênio, segundo as equações: 1ª eapa: O 3 (g) + Cl(g) ClO(g) + O 2 (g) 2ª eapa: ClO(g) + O(g) Cl(g) + O 2 (g) Global: O 3 (g) + O(g) 2 O 2 (g) 41 d C= OH U sólido S é decoposo por aquecieno e o produo sólido obido, ao reagir co água, fora hidróxido de cálcio. Ese reage co carbonao de sódio produzindo soda cáusica (NaOH) e regenerando o sólido S que é reciclado. Qual a fórula de S e sua respeciva assa necessária para iniciar u ciclo de produção de soda cáusica a parir de 1,06 oneladas de carbonao de sódio? Adia e odas as eapas u rendieno de 100%. = O a) CaO e 0,56 b) CaO e 1,12 c) Ca(OH) 2 e 1,06 d) CaCO 3 e 1,00 e) CaCO 3 e 2,00 Teos as reações: CaCO 3 (s) CaO(s) + CO 2 (g) { 1 ol de CaCO 3 1 ol de Na 2 CO 3 { 100g 106g x 1,06 42 c 100g. 1,06 x = = 1,00 106g U recipiene fechado de 1 liro conendo inicialene, à eperaura abiene, 1 ol de I 2 e 1 ol de H 2 é aquecido a 300 C. Co iso esabelece-se o equilíbrio H 2 (g) + I 2 (g) 2HI(g) cuja consane é igual a 1,0 x Qual a concenração, e ol/l, de cada ua das espécies H 2 (g), I 2 (g) e HI(g), nessas condições? a) 0, 0, 2 b) 1, 1, 10 c) 1/6, 1/6, 5/3 d) 1/6, 1/6, 5/6 e) 1/11, 1/11, 10/11 O esado final é dado pelo equilíbrio aingido, coo deosrado na abela abaixo: Cálculo das concenrações das subsâncias no esado de equilíbrio (volue de 1L): [HI] 2 (2x) K 2 c = 1,0 x 10 2 = [H 2 ][I 2 ] (1 x)(1 x) Início Reage e fora Equilíbrio 5 x = 6 H 2 (g) + 1ol x 1 x, porano: assas olares (g/ol) C O Na Ca S CaO(s) + H 2 O(l) Ca(OH) 2 (aq) Ca(OH) 2 + Na 2 CO 3 2 NaOH + CaCO 3 { I 2 (g) 2HI(g) 1ol 1 x [HI] = ol/l [H 2 ] = ol/l [I 2 ] = ol/l x 0 2x 2x CURSO OBJETIVO 5

12 43 d Para disinguir enre duas soluções aquosas de concenração 0,10 ol/l, ua de ácido fore e a oura de ácido fraco, abos onopróicos, pode-se a) ergulhar e cada ua delas u pedaço de papel de ornassol azul. b) ergulhar e cada ua delas u pedaço de papel de ornassol rosa. c) ergulhar e cada ua delas ua lâina de praa polida. d) edir a eperaura de congelaeno de cada solução. e) adicionar ua pequena quanidade de cloreo de sódio e cada solução. As propriedades coligaivas esão direaene relacionadas co o núero de parículas dispersas. Quano aior o núero de parículas na solução, aior o abaixaeno crioscópico e, porano, enor a eperaura de congelaeno da solução. O ácido fore, esando ais ionizado, apresena aior quanidade de parículas dispersas e conseqüeneene enor eperaura de congelaeno. 44 a E condições adequadas, eanol quando raado co ácido clorídrico concenrado pode sofrer ua reação de subsiuição, enquano que, quando raado co ácido sulfúrico concenrado pode sofrer ua reação de desidraação inerolecular. Os produos forados nessas duas reações são, respecivaene, a) cloreo de eila e éer dieílico. b) cloreo de eila e eileno. c) 2-cloroeanol e aceao de eila. d) 1,1-dicloroeano e éer dieílico. e) 1,1-dicloroeano e eileno. A reação de eanol co ácido clorídrico concenrado produz cloreo de eila, segundo a equação: H 3 C CH 2 OH + H Cl H 2 O + H 3 C CH 2 Cl cloreo de eila A desidraação inerolecular do eanol na presença de ácido sulfúrico concenrado produz éer dieílico, segundo a equação: H 3 C CH 2 OH + HO CH 2 CH 3 H 2 SO 4 45 c H 2 O + H 3 C CH 2 O CH 2 CH 3 éer dieílico Poenciais padrão de redução (vol) Zn e Zn... 0,76 Fe e Fe... 0,44 Sn e Sn... 0,14 Cu e Cu... +0,34 Quer-se guardar, a 25 C, ua solução aquosa 1ol/L de SnCl 2. Dispõe-se de recipienes de I. ferro II. ferro galvanizado (ferro revesido de Zn) III. laa cou (ferro revesido de Sn) IV. cobre Exainando-se a abela dos poenciais padrão de redução apresenada acia, conclui-se que essa solução de SnCl 2 pode ser guardada se reagir co o aerial do recipiene, apenas e a) IV b) I e II c) III e IV d) I, II e III e) I, II e IV O SnCl 2 reage co Zn e Fe de acordo co as reações: Sn +2 + Zn Zn +2 + Sn 0 Sn +2 + Fe Fe +2 + Sn 0 Essas reações ocorre porque o Sn +2 e aior poencial de redução que o Zn +2 e o Fe +2. O cloreo de esanho II não pode ser guardado e recipiene de ferro ou zinco. O SnCl 2 não reage co o cobre e co o próprio esanho. 46 d A decoposição érica por aquecieno gradual e conínuo (ao ar) do aceao de anganês (II) eraidraado, sólido, ocorre e duas eapas: Mn(CH 3 COO) 2. 4H 2 O(s) Mn(CH 3 COO) 2 (s) + 4H 2 O(g) 130 C Mn(CH 3 COO) 2 (s) MnO(s) + (CH 3 ) 2 CO(g) + CO 2 (g) 350 C Cera assa do sal hidraado é aquecida nessas condições. Qual dos gráficos abaixo represena o que ocorre co a assa () da fase sólida co o aueno da eperaura ()? a) b) c) Fazendo o aquecieno gradual de cera assa do sólido, esa peranece consane aé a eperaura de 130 C quando coeça a sua desidraação: 130 C d) e) CURSO OBJETIVO 6

13 A parir daí, a assa irá diinuir aé a desidraação oal do sal hidraado e peranecerá consane aé 350 C quando coeçará a decoposição do sólido anidro. 350 C Assi, a assa irá diinuir aé resar apenas o MnO(s): 130 C 350 C CURSO OBJETIVO 7

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