Artigo 40~.- Os andaimes deverão satisfazer as séguintes condições:

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1 CHADO PELA LE ~STADlJAl. r, DE 22109(65 :ST.\U< EM'3 DE ""10 DE 1966 f Fls P R O T E ç O E S Arigo 39º.- Nos errenos, edificados ou ião, deverá ser exigido dos = proprieários: 1. muros de arrimo ou raameno de aludes, sempre que o nível dos errenos não coincidir com o do logradouro; 2. canalização de águas pluviais, águas servidas ou dreno 3. aerro do erreno, quando o mesmo não permiir uma dre nagem saisfaória;. 4. proprieário do erreno individual deverá canalizar as águss do seu imóvel, para rede pluvial da via pública. A N D A M E S Arigo 40~.- Os andaimes deverão saisfazer as séguines condições: 1. apresenarem p~feias condições de segurança em Seus diversos elemenos; 2. respeiarem, no máximo, a largura do passeio, menos rina cenímeros (O,30m); 3. preverem efeivamene a proeção das árvores, dos apa-_ relhos de iluminação. pública, dos poses e de qualquer ouro disposiivo exisene, sem prejuízo do funciona-= meno dos mesmos. Arigo 41º.- Os ponalees de susenação de andaimes, quando formarem galerias, devem ser colocados a prumo de modo rígida sobr o passeio, afasados no mínimo de rina cenímeros (0,3 m), do meio fio. Parágrafo Únic:- No caso do presene arigo, serao posos em práica odas as medidas necessárias = para proeger o rânsio sob o andaime e para impedir a queda de maeriais. Arigo 42Q.- OS andaimes armados com cavalees ou escadas, além das co dições esabelecidas, deverão aender às seguines: 1. serem somene uilizados para pequenos serviços, aé a alura de cinco me ros (?,OO c)j 2. não impedirem, po_ me~o de ravessas que os limiem, o rânsio público sob as peças Que os consiuem. Arigo Os a~ aimes em bala ~Ol a_ém de sa~isfazerem as condições e s ab elec Ld as a r-a ouz _ s i_ os de a nd.ai.mea, que lhes fase_ :re~ 2~~~C~V6s, e-era g arnec~'os em odas as faces _~T~es 0_ =ec~a=e_~o capaz de ~~pedir a queda de maeri-- a~5. r;-.... c._._ c o~ c2bos (jaús), e permi -~~~ =zs 5êE~=-~S c =~~ções~ ~9~3~ ~o ~G5~é~~~~ ~2=g~R ~~e, _20 ex~eda a o passeio, ~~~E ~=~~~é~e~~~~~= a = G. a o u~~lizados a r ;-,v ie _-:::".J::e~ã e 'ias v:b:'2:ri.os SElBACH-RS =

2 CAADO PEJ\ LE EST/o.DU"L N.? 5036 DE 2<109/65. lstalaoo EM 13 DE MAO DE 1966 a queda de maeriais. Fls TAPUMES Arigo 45º.- Nenhuma consrução ou demolição poderá ser feia no ali-= nhameno das vias públicas ou com recuo inferior a quaro meros (4,00 m), sem que exisa em oda a sua frene e al ura, um apume provisório acompanhando o andameno da o- bra e ocupando, no máximo, a meade da largura do passeio. Arigo 46º.- lq.- Nas consruções recuadas aé quaro meros (4,00 m) com aé doze meros (12,00 m) de alura, será abri, - gaoria apenas a consruçao do apume com dois me-= ros (2,00 m) de alura, no alinhameno. 2Q.- Nas consrções recuadas aé quaro meros (4,00 m), com mais de doze meros (12,00 m) de alura, dever' ser execuado ambém um apume a parir dessa alu ra; 3º.- Nas consruções recuadas de mais de quaro meros - (4,00 m),com mais de doze meros (12,00 m) de alu ra, deverá ser execuado ambém um apume a parir da alura deerminada pela proporção de 1:3 (recuo e alura). 4º.- As consruções recuadas de oio meros (8,00 m) ou mais, com a~ see meros (7,00 m) de alura, esarão isenas da consrução de apumes, sem prejuízo das medidas de ffiegurança e limpeza esabelecidas. Quando for ecnicamene indispensável, para a execução da obra, a ocupação de maior área de passeio, deverá o res- = ponsável requerer a devida auorização, jusificando o moivo alegado. LMPEZA Arigo 47º.- Durane a execução das obras deverão ser posos em práica odas as medidas necessárias para que o leio dos logradou ros, no recho fro3eiro à obra, seja manido em permanen= e esauo de li peza e conservação. Parág~afo ~ico:- Da mesma forma deverão ser omadas as = e idas necessárias no senido de eviar excess _e poe~ra e a queda de derios nas propriedades Ã:U~Z..!DAS ~-.., ::--ca s ':'2 Se -.-e::-':"=ic2.~ e._ara í í zação de uma consrução = ~:=~a:- ~e ~e=~o e o~~e2e. (18 ':"as,deverá ser feio o =e=~a=s~:~ _ ~e=~e~ ~3 a_i~affie o do logradollto, por = =e::.: ::.'?.::.= ie _0_ :2:0 d.e e rada, observadas as é::.g~~~2~ 2~e. =ec~~e~~o e errenos S E l B A C H - R S

3 cruxoo P[lJ\ LE ES AQUAL N.\' 5036 DE 22109/65. NSTA, D E M L ç O E S Fls. -13 A demolição de qualquer edificação, com exceção dos muros de fechameno aé r~s meros (3,00 m) de alura, só po-= derá ser execuada mediane licença expedida pelo órgão = compeene. Parágrafo único:- Traando-se de edificação no alinhameno do logradouro, ou sobre divisa do = loe, ou com mais de dois pavimenos ou que enha mais e oio meros (8,00 m)de alura, a demolição só poderá ser efeuada com responsabilidade écnica. Arigo V 1ST R A Nenhuma edificação órgãos compeenes se". poderá ser ocupada sem a visoria dos e a concessão do respecivo habie- = Arigo Após a conclusão das obras, deverá ser requerida a visoria aos órgãos compeenes. Parágrafo Único:- Uma obra será considerada concluída = quando esiver em condições de ser ha-= biada. Arigo Se' p~r ocasião da ~isoria, for consaado 9ue a edific~ çao nao foi consrulda, aumenada, reconsrulda ou reformada de acordo com o projeo aprovado, o proprieário ou o responsável écnico, além das sanções previsas no presene C6digo, será inimado a regularizar o projeo, caso as alerações possam ser aprovadas, ou a demolir ou fazer as modificações necessárias para repor a obra de acordo = com o projeo aprovado. Arigo Efeuada a visoria e consaada,a concord~nsia enre a = obra e o projeo aprovado, podera o proprieario, por requerimeno, soliciar uma ceridão de "habie-se». Arigo 54º.- Poderá ser concedida visoria e habie-se" parcial,desde que as pares ou depend~ncias da edificação a serem liberadas enham acesso e circulação em condições saisfaó-= rias. MA'rERAS DE CONSTRUÇ!O Arigo Todos os maeriai.s de consrução deverão saisfazer as = normas esabelecidas pela AB T. Parágrafo Único:- Os maeriais para os quais não houver = normas esabelecidas, deverão er seus índi~es qualificaivos fixados por enidades oficialmene reconhecidas.. P A R E D E S Arigo 6º.~ As paredes de ijolos, em edificações sem esruura, com Rua Presidene Kennedy, N'º 14 - Fones (054) 387-\144 e S E L B A C H - R S

4 CRADO PEU\ LE E5 ADUAL N.' 5036 DE 22109/65 '''5T ~ i F1s dois ou mais pavimenos, deverão er as seguines espes-= suras mínimas: 1. vine e cinco (0,25 m) cenímeros para as paredes exernas; 2. qu.inze cenímeros (0,15 m) para as paredes inernas; 3- dez cenímeros (0,10 m) para as paredes de simples = vedação ou. sem fqllção eséica, ais como armários embu.idos, esanes, chuveiros e similares; 4. vine cenímeros (0,20 m) nas paredes qu.e consiu.ire divisas de economias disinas Para efeio dese arigo, serão consideradas am-= bém paredes inernas, aquelas voladas para poços de venilação e erraços de serviço NaS edificações de aé dois pavimenos serão per-= miidas paredes exernas de quinze cenímeros ( - 0,15 m), exceo para paredes de dormiórios volad s para o Sul (enre Sudese e Su.doese). Arigo 57 Q.- As espessuras das paredes de ouros maeriais poderão ser aleradas, desde que os maeriais empregados possuam,no minimo e c ompr-ovadame n e, os mesmos índices de cia, impermeabilidade e isolameno exigidos. E N T lie P S O S Deverão ser incombusíveis os enrepisos de edificações com mais de Qffi pavimeno, bem como os passadiços, galerias ou jirau.s em esabelecimenos indu.sriais, casas de = diversões, sociedades, clu.bes, babiações coleivas e similares. Àrigo Serão olerados enrepisos de madeira ou. similar nas ediflcações de dois pavimenos que consiu.írem uma Quica = moradia. FACHADAS Arigo Todos os projeos de obras que envolvam o aspeco exerno das edificações de erao ser submeidos ~ aprovação dos órgãos compeen~es. Arigo 6lº.- NaS facbadas das eq~=~ ações-consruídas sobre o alinba-= meno do logr?-o~, SE sali;'ncias erão, no máximo, dez cenímeros ( 1-a c), a'-é ll.f2'mínimode dois meros e sessena cen[ne~ros 2)60 ~1 acima do nível do passeio Pa~2grafo á~~c!- ~ =es~a res~r:ção aplica-se a grades, =,..... _e~e ~a~esf ~os~ ar~os, qu.auros e SlDl à_~:; ~L~.- ~-~- ~~ e_e~s~:cs ~_a_e_~es, ~a~s c =0 reservaóriosc~s=- z.e =..c.;'':''':''='í:'s e s:"'::'::'_ares, 'ev.:'ãoe s ar- i2cotlora os a.= enô, aamen o

5 f cnwoo PEL/, LE ésj\duj\l N DE nlo9 65.S.J,OO E'" '3 DE "AO DE 19~6 80mpaível com a eséica do conjuno. Fi-s Arigo B A L A N ç O S Nas edificações consruídas sobre o alinhameno dos logra douros, os balanços, corpos avançados, sacadas e ouras ~ o sali~ncias semelhanes, deverão respiear: 1. uma allra livre: de, no mínimo dois meros e sessena cenímeros (2,60 m) em relação ao nível do passeio; 2. uma projeção máxima, em relação ao plano da fachada i- gua L a um qu i.nz e avos (1/15) de largura do logradouro porem nunca slperior a um mero e quinze cenímeros = \1,15 m). lº,- Nas dificações consrlídas sobre o alinhameno de ajarainameno, a allra livre mínima será de dois meros e sessena cen{meros (2,60 m). Qlando as edificações apresenarem faces voladas para mais de urn logradouro, cada uma delas será = considerada isoladamene, para efeio do presene arigo~ Nas edificações qle formarem galerias sobre o papseio, não será pe rmí, ido o balanço da fachada. ~ l \ 1 Arigo MARgUSES E TERRAÇOS A consrlção de marqlises na esada das edificações cons ruídas sobre o alinhameno dos logradouros Ol sobre o a: linhameno de ajardinameno será permiida desde que: 1. enham balanço máximo de rês meros (3.00 m),fican o em qlalqlercaso, cinquena cenímeros (0,50 m) aquém do meio-:::'o; 2. não pre~uniqueq a arborização, a iluminação p~blica e as placas de omenclaura e ouras de idenificação o- ficial "os logradouros; 3. sej~ C02S-~ ~"as, na oalidade de eus elemenos de maer~~~ ~E_o~Dus~ível e resisene ' ação do empo; 4. sejac _Y ~o :"as "e disposiivos R qle impeçam a qleda = das ás-as d- y~a~s e água servida, sobre o passeio,não sencio _e::-'::"::':;:-o, e hipóese alguma, o uso de calhas 8.pare_-:;eC:j 5. s e jaz;.:;;=- -;-~':;2.S --'ec o cer-cuz-aproeora, quando revesi- 'as ~e ~~~v - ~e c ~ er ouro maerial Qlebrável. Arigo 65 Q.- A 8.1- ~a e ma quad.r a, ~ "'::>é:'ê,=ço ~E =.2.::'"'- SE-:=' -.-0 =-0 c E:S:J ::"e =- --;::::-.,. e,--- se~ão uni:ormes na mes ""'~s en ê.e~_:'ve. Arigo ~e~s~o=a=e=-- ~~:, - ;-~S= -.-~ Rua =-:... ::':..::.E.-.

6 r CRADO pr:la LE E:sr\OUAL N.Ç'S036 DE 22/09/65 - NSTALADO ErA 13 DE f.v.q DE 1966 nimas: \ 1. pora de enrada principal, novena cenímeros (0,90 para as economias; Qffimero e vine cenímeros (1,20m para habiações múliplas com aé quaro pavimenos, e um mero e cinquena cenímeros (1,50m)quando com mai de quaro pavimenos; 2. poras principais de acesso a salas, gabinees, dormiórios e cozinhas, oiena cenímeros (0,80m); 3. poras de serviço, seena cenímeros (0,70m); 4. poras inernas secundárias, em geral, e poras de ba.nheiros, sessena cenímeros (O,60m); 5. poras de esabelecimenos de diversões publicas, de-= verão sempre abrir para o lado de fora. E S C Ao DAS Arigo 67Q.- As escadas não erão pé-direio inferior a dois meros e dez cenímeros (2,lOm) (medidos ~o cano exerno do de-= grau), e largura inferior a: 1. Qillmero (l,oom) nas edificações de dois pavimenos de inados a QillaÚnica economia; 2. um me ro e vin e c erri me r-o s (1, 20m) nas edificações = com dois ou mais pavimenos, desinados a diversas e-~ c o nornâ.a e ; 3- sessena cenímeros (0,60m) nas escadas de uso niida mene secundário e evenual (depósios, garagens, de-; pendências de empregada e similares). Arigo 68º.- A Arigo O dimenaionameno \ l i i exisência de elevador consrução de escadas. em uma edificação nao dispensa a, dos degraus sera feio de acordo com as fórmulas: 2h + b = sessena e quaro cenímeros (0,64m), sendo "h" a alura e "b" a largura do degrau, obedecendo os seguines limies: 1. alura máxima de de zenove c en ímeros (0' 19m) ;?O largura mínima de vine e cinco cenímeros (0,25m). lº.- Nas escadas em leque" o dimensionamerro da largura dos degraus deverá ser feio no eixo, quando sua = largura for inferior a um mero e vine cenímero (1,20m), ou a sessena cen{meros (O,60m) do bordo inerior, nas escadas de maior largura. ~ 2Q.- Ar igo Nas escadas em Lequ,e será obrigaória a largura mí nima do degrau, juno ao bordo inerior, de see ; cenimeros (0,07m). Sempre que a alura a venoer for superior a rês meros = (3,OOm)será obrigaório inercalar um paamar com exen-~ são mínima de oiena cenímeros (0,80m). Arigo 71Q.-,Par~ as edifica9ões de mais de dois pavimenos,_as es~a~a serao incombuslveis, olerando-se balausrada e corrlmbo de madeira, ou ouro maerial similar. Rua Presidene Kennedy, N Fones (054) e S E L B A C H - R S

7 CRADO 'El.l, LE ESADUl\l. "'-' SQ36 DE "'STALADO EM 13 DE MAO DE 1966 f ff Escada de ferro, para efeios do presene arigo,- não é considerada incombu.sível. Não se aplic~n as disposições do presene arigo à edificação de uma única economia. CHAMNÉS Arigo As chaminés de qu.alqu.erespécie serão disposas de maneir qu.e o fumo, fu.ligem, odores esranhos ou. resíduos que pos sam expelir, não incomodem os vizinhos, eu enão, serem ::: doados de aparelhameno qu.e evie ais incsnvenianes. parágrafo único:- Os órgãos compeenes poderão, quando julgarem conveniene, deerminar a modi ficação das chaminés exisenes ou o emprego de disposi vos, qualquer que seja a alura das mesmas, a fim de sercumprido o que dispõe o presene arigo. CLASSFCAÇAO DOS COMPARTMENTOS [ r \ i!,! i f ~ Arigo Os comparimenos são classificados em: Arigo 74 Q.- 1. comparimenos de perman~ncia prolongada nourna: dormiórios. 2. comparimenos de permanência prolongada diurna: salas de janar, de esar, de visias, de música, de jogos, de cosura, de esudo, de leiura, gabinees de rabalho, cozinhas, copas e m comedores. 3. comparimenos de uilização ransiória: vesi~rio, ::: vesíbulos, halls,corredores,passagens, caixas de es-::: cada, gabinees saniários, despensas, depósios e lava nd er ía s de uso domésico. 4. comparimenos de uilização especial: aqueles que,pe- a sua desinação específica, não se enquadram nas demais classificações. CONDÇOES DOS COMPARTMENTOS Os comparimenos de permanência prolongada deverão ser ::: iluminados e venilados por áreas principais; os compar-::: imenos de uilização ransiória, bem como, cozinhas, ::: copas, comedores e quaros de empregada, poderão ser iluminados e venilados por áreas secundárias. Arigo 75 Q.- Nos comparimenos de permanência prolongada, será adilli-::: ido rebaixameno do forro com maeriais removíveis, por razões écnicas ou eséic~s, desde que o pé-direio míni mo resu.lane, medido do pono mais baixo do forro, não ~ se ja inferior a dois mero 9 e sessena c en:lmero s (2, 60m Arigo 76 Q.- OS comparimenos de permanência prolongada nourna deverão saisfazer as seguines condições: 1. er pé-direio minimo de dois meros e sessena cení- Rua Presidene Kennedy, N.Q H Fones (054) e SELBACH - RS

8 PREFETURA MUNCPAL DE SELBACH cruxoo PElJ\ LE óslloual N.' 5036 DE 22/00/65 NSTALADO EM 13 DE W\ODE 1966 Fls. -18-! l meros (2,60m); 2. er área mínima de doze meros qqadrados (12,00m) qua do houver apenas um dormiório; 3. er área mínima de nove meros quadrados (9,00m), para o segundo e o erceiro dormiório;' 4. para cada grupo de rês dormiórios especificados nos iens aneriores, poderá haver um dormiório com a á- rea mínima de see meros e cinquena cenímeros quadrados (7,50m)i 5. er a forma que permia a inscrição de um círculo de = diâmero mínimo de dois meros e cinquena cenímero (2,50m)i 6. não er comqilicação direa com a cozinha, despensa ou depósio; 7. er área mínima de cinco meros qqadrados (5,OOm)quan do se desinarem a dormiório da empregada,desde que - fiqqem siqados nas dependências de serviço e SQa po-- sição no projeo não deixe d~vidas quano ~ sua uili...,.,. -, zaçao; os dormlorlos da empregada poderao er um pedireio mínimo de dois meros e qqarena cenímeros = (2,40m) e uma forma al qqe permia a inscrição de um círculo com diâmero mínimo de um mero e oiena cen_ Ímeros (1, 80m). Arigo Os comparimenos de permanência prolongada diurna deverã saisfazer as seguines condiç6es, de acordo aom a sua u-= ilização: 1. salas de esar, de janar e de visias; a)- er pé-direio mínimo de dois meros e sessena = cenímeros (2,60m); b)- er área Dínima de doze meros quadrados (12,00~; c)- er uma forma al que permia a inscrição de um cí culo de diâmero mínimo de dois meros e cinquena cenímeros (2,50m). 2. salas de c08~ura, de esudos, de leiura, de jogos, de m~sica e gabinees de rabalho: a)- er pé-direio mínimo de dois meros e sessena ce ímeros (2,60m); b)- er área mínima de nove meros quadrados (9,00 m2), quando houver menos de rês dormiórios, e see me ros e cinqqena cenímeros quadrados (7,50m2), = quando houver rês'ou mais dormiórios; c)- er uma forma que permia a inscrição de um círcul de diâmero mínimo de dois meros e cinquena cenímeros (2,50m). Arigo Os comparimenos de uilização ransiória e mais as cozinhas, copas, comedoqros, deverão aender as seguines coudições: 1. cozinhas, copas, despensas, depósios e lavanderias de uso domésico: Rua Presidene Kennedy, N, Fones (054) e S E L B A C H - R S

9 l \l ~, a)- b)- c)- d)- e)- Fls er ~~-direio m{nimo de dois meros e quarena = cenlmeros (2,40m); er área mínima de cinco meros quadrados (5,00m2) er forma al que permia a inzcrição de um círculo de diâmero mínimo de um mero e cinquena cen meros (1,50m)j er piso pavimenado com maerial liso, lavável, = impermeável e resisene; er as paredes revesidas, aé a alura mínima de um mero e cinguena cením~ros (1,50m), com mae rial liso, lavavel, impermeavel, e resisene. 2. Comedores (somene adillissíveis quando houver salas de janar ou de esar): a)- er pédireio mínimo de dois meros e quarena cen ímeros (2,40m); - b)- er área mínima de cinco meros quadrados (5,00m2) c)- er forma al que permia a inscrição de um círculo de diâmero mínimo de dois meros (2,OOm). 3. Vesiários: a)- er pé-direio mínimo de dois meros e quarena = cenímeros (2,40m); b)- er área mínima de nove meros quadrados (9,00m2); poderulo ser inferiof quando amplamene ligados a = dormiório e dele dependenes, quano ao acesso, = venilação e iluminação, devendo, nese caso, as = aberuras do dormiório serem calculadas incluindo a área dos vesiários; c)- er forma al que permia a inscrição de um círculo de diâmero mínimo de dois meros e cinquena = cenímeros (2,50m) quando a área for igualou superior a nove meros quadrados (9,00 m2). 4. Gabinees Saniários: a)- er pé-direio mínimo de dois meros e vine cen-= ímeros.(2,20m); b)- er área mínima, em qualquer caso, não inferior a um mero e cinquena cenímeros quadrados (1,50m2 c)- er dimensões ais que permiam às banheiras,quando exisirem, disporem de uma área livre, num dos lados maiores, onde se possa inscrever um círculo de diâmero mínimo de sessena cenímeros (O,60m) erem. os boxes,, quando exisirem, uma área mínima de oiena c en í.me rc s quadrados (O,80m2); os lava órios, vasos e bidês, respecivamene, de áreas ~ mínimas de O,90m x 1,05m, O,60m x 1,20m e O,60m x 1,05m, devendo 8S ~limas medidas serem omadas = normalmene às paredes e manerem ainda seis eixos a disância mínima de quarena e cinco cenímeros (O,45m) das paredes laerais; as ~reas livr~s, reservadas aos aparelhos, poderão sobrepor-se, desde que fique assegurada uma circulação geral com lar- Rua Presidenle Kennedy, N.Q 14 Fo ne s (05<1) \4 e SELBACH - RS

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