EFG Manual de utilização EFG 213 EFG 215 EFG 216k EFG 216 EFG 218k EFG 218 EFG 220 EFG 316k EFG 316 EFG 318k EFG 318 EFG 320

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1 EFG Manual de uilização P EFG 213 EFG 215 EFG 216k EFG 216 EFG 218k EFG 218 EFG 220 EFG 316k EFG 316 EFG 318k EFG 318 EFG 320

2 Declaração de conformidade Jungheinrich AG, Am Sadrand 35, D Hamburgo Fabricane ou represenane local Modelo Opção N.º de série Ano de consrução EFG 213 EFG 215 EFG 216k EFG 216 EFG 218k EFG 218 EFG 220 EFG 316k EFG 316 EFG 318k EFG 318 EFG 320 Indicações adicionais Por ordem Daa P Declaração de conformidade CE Os signaários vêm por ese meio cerificar que o veículo indusrial moorizado, descrio em paricular, esá em conformidade com as direcivas europeias 2006/42/ CE (Direciva sobre as máquinas) e 2004/108/CEE (Compaibilidade elecromagnéica - CEM), incluindo as respecivas alerações e o decreo-lei de ransposição das direcivas para o direio nacional. Os signaários esão individualmene auorizados a compilar os documenos écnicos. 3

3 4

4 Prefácio Indicações sobre o manual de insruções Para ober o melhor e mais seguro rendimeno do veículo indusrial, é necessário possuir os conhecimenos que são ransmiidos pelo presene MANUAL DE INSTRUÇÕES ORIGINAL. As informações são apresenadas de forma sucina e compreensível. Os capíulos esão organizados por leras e as páginas esão numeradas de forma conínua. Nese manual de insruções esá incluída documenação referene a diversas varianes de veículos indusriais. Para a sua uilização, assim como para a realização de rabalhos de manuenção, er o cuidado de verificar se esá perane a descrição correspondene ao ipo de veículo indusrial em quesão. Os nossos aparelhos esão em conínuo desenvolvimeno. Tenha em consideração que nos reservamos o direio de proceder a alerações à forma, equipameno e écnica. Por eses moivos, não decorre do coneúdo dese manual de insruções quaisquer direios sobre caracerísicas específicas do aparelho. Indicações de segurança e marcações As indicações de segurança e explicações imporanes esão assinaladas com os seguines símbolos: PERIGO! Assinala uma siuação exraordinariamene perigosa. Se não for respeiada, as consequências são danos físicos graves irreversíveis ou more. ADVERTÊNCIA! Assinala uma siuação exraordinariamene perigosa. Se não for respeiada, pode er como consequência danos físicos graves irreversíveis ou morais. ATENÇÃO! Assinala uma siuação perigosa. Se não for respeiada, pode er como consequência danos físicos ligeiros ou médios. Z INDICAÇÃO Assinala perigo de danos maeriais. Se não for respeiada, pode er como consequência danos maeriais. À frene de ouras indicações e explicações. o Assinala o equipameno de série Assinala o equipameno adicional 5

5 Direios de auor A JUNGHEINRICH AG deém os direios de auor do presene manual de insruções. Jungheinrich Akiengesellschaf Am Sadrand Hamburgo - Alemanha Telefone: +49 (0) 40/

6 Índice A Uilização correca Indicações gerais Uilização correca Condições de uilização permiidas Obrigações do deenor Monagem de equipamenos adicionais B Descrição do veículo Descrição da uilização Modelos de veículos e capacidade nominal de carga Descrição de unidades e funções Definição do senido de marcha Apresenação geral das unidades Descrição de funções Dados écnicos Caracerísicas de poência Dimensões Pesos Versões do masro de elevação Pneus Dados do moor Normas EN Condições de uilização Requisios elécricos Locais de sinalização e placas de idenificação Locais de sinalização Placa de idenificação Placa de capacidade de carga do veículo indusrial Placa de capacidade de carga do equipameno adicional Esabilidade C Transpore e primeira enrada em funcionameno Transpore Carregar o veiculo indusrial Posição do cenro de gravidade do veículo indusrial Carregar o veículo indusrial com guindase Carregameno com um segundo veículo indusrial Fixação do veículo indusrial durane o ranspore Primeira enrada em funcionameno

7 D Baeria - manuenção, recarga, subsiuição Prescrições de segurança para o manuseameno de baerias ácidas Informações gerais sobre o manuseameno de baerias Tipos de baerias Dimensões das baerias Reirar a baeria do comparimeno Carregar a baeria Carregar a baeria com o carregador esacionário Carregar a baeria com o carregador inegrado Monar e desmonar a baeria Monagem da ligação de subsiuição Desmonagem e monagem com empilhador de baixa elevação EJE com ligação de subsiuição Snapfi (o) Desmonagem e monagem com pora-palees com ligação de subsiuição Snapfi (o) Desmonagem e monagem com adapador subsiuível (o) Desmonagem e monagem da mesa auxiliar para carregameno por guindase (o) Desmonagem e monagem com a base do garfo (o) Desmonagem e monagem com ransporador de rolos (o) Monar e desmonar a pora anexável do comparimeno da baeria (o) 75 E Uilização Prescrições de segurança para a uilização do veículo indusrial Descrição dos elemenos de indicação e de comando Consola de comando com unidade de indicação Inerrupor da consola de comando do apoio de braços (o) Inerrupor da consola de comando do comparimeno laeral (o) Indicação Preparar o veículo indusrial para enrar em funcionameno Verificações e acividades anes da enrada em funcionameno diária Enrar e sair Veículos indusriais com espaço de cabeça reduzido (o) Ajusar o lugar do conduor Cino de segurança Trabalhar com o veículo indusrial Regulamenos de segurança para o funcionameno de marcha Esabelecer a pronidão operacional Ajusar o relógio Esacionar o veículo indusrial em segurança Paragem de emergência Marcha Direcção Travagem Ajusar os denes da forquilha Mudar os denes da forquilha Recolha, ranspore e descarga de cargas Uilização do disposiivo de elevação e dos equipamenos adicionais inegrados

8 4.13 Indicações de segurança para o accionameno de equipamenos adicionais Accionameno de equipamenos adicionais para SOLO-PILOT Accionameno de equipamenos adicionais para MULTI-PILOT Monagem de equipameno adicional Operações com reboque Equipameno adicional Teclado de comando CanCode Sisemas de assisência Cabina de aço Janela corrediça Esribo ariculado auomáico/mecânico Pora de Verão Elevação do lugar do conduor Ajusar o asseno do conduor Aquecimeno Grade proecora da carga amovível Derivar a desconexão de elevação Exinor Indicador do ângulo de inclinação Acoplameno Rockinger com alavanca manual ou conrolo remoo Sisema da câmara Esquema de operação "N" Resolução de problemas Deecção de erros e acção de reparação Mover o veículo indusrial sem propulsão própria Abaixameno de emergência F Conservação do veículo indusrial Segurança operacional e proecção do ambiene Regras de segurança para a conservação Produos consumíveis e peças usadas Rodas Correnes de elevação Insalação hidráulica Produos consumíveis e plano de lubrificação Manuseameno seguro de produos consumíveis Plano de lubrificação Produos consumíveis Descrição dos rabalhos de manuenção e de conservação Preparar o veículo indusrial para rabalhos de manuenção e conservação Elevar e levanar o veículo indusrial com o macaco de modo seguro Abrir a ampa de coberura raseira Verificar a fixação das rodas Subsiuir as rodas Insalação hidráulica Subsiuir o filro de óleo hidráulico Subsiuir o filro de venilação/evacuação do ar Verificar o nível do óleo da ransmissão Aquecimeno

9 4.11 Encher com o líquido do lava pára-brisas Verificar os fusíveis elécricos Trabalhos de limpeza Trabalhos na insalação elérica Reposição em funcionameno do veículo indusrial após rabalhos de manuenção e conservação Imobilização do veículo indusrial Medidas a omar anes da imobilização Medidas a omar durane a imobilização Reposição em funcionameno do veículo indusrial após a imobilização Verificações de segurança periódicas e após aconecimenos exraordinários Colocação fora de serviço definiiva, eliminação Medição de vibrações no corpo humano Manuenção e inspecção Lisa de verificações para manuenção EFG Deenor Serviço de assisência ao cliene Lisa de verificações para manuenção EFG Deenor Serviço de assisência ao cliene

10 Anexo Manual de insruções da baeria de racção JH Z Ese manual de insruções só é aplicável a baerias da marca Jungheinrich. Se forem uilizadas ouras marcas, dever-se-á consular o manual de insruções do respecivo fabricane P 1

11 P

12 A Uilização correca 1 Indicações gerais O veículo indusrial deve ser uilizado, manobrado e submeido a rabalhos de manuenção, de acordo com as insruções dese manual. Ouro ipo de uilização não corresponde às prescrições e pode provocar danos físicos, assim como danos no veículo indusrial ou em bens maeriais. 2 Uilização correca INDICAÇÃO A carga máxima a recolher e a disância da carga máxima admissível consam da placa de capacidade de carga e não devem ser ulrapassadas. A carga deve assenar sobre o disposiivo de recolha de carga ou ser recolhida com um equipameno adicional aprovado pelo fabricane. A carga deve ser recolhida na sua oalidade, consular "Recolha, ranspore e descarga de cargas" na página 120. Elevação e abaixameno de cargas. Transpore de cargas baixadas ao longo de disâncias curas. É proibida a marcha com a carga elevada (>30 cm). É proibido o ranspore e a elevação de pessoas. É proibido empurrar ou puxar cargas. Reboque ocasional de cargas de reboque. Nas operações com reboque, a carga deve esar fixada no reboque. A carga de reboque permiida não pode ser excedida. 11

13 3 Condições de uilização permiidas Uilização em ambiene indusrial e comercial. Inervalo de emperauras permiido de -20 C a 40 C. Uilização apenas em pisos fixos, firmes e nivelados. Não exceder as superfícies e concenrações de carga permiidas das vias. Uilização apenas em vias com boa visibilidade e auorizadas pelo deenor. Condução em subidas aé, no máximo, 15 %. Nas subidas, é proibida a condução na ransversal ou na diagonal. Transporar a carga volada para o cimo da subida. Uilização em vias de rânsio parcialmene aberas ao público. ADVERTÊNCIA! Uilização em condições exremas A uilização do veículo indusrial em condições exremas pode causar anomalias e acidenes. Para a uilização em condições exremas, especialmene em ambienes muio poeirenos ou corrosivos, os veículos indusriais necessiam de um equipameno e uma auorização especiais. Não é permiida a uilização em áreas com perigo de explosão. Em condições meeorológicas adversas (empesade, relâmpagos), o veículo indusrial não deve ser uilizado ao ar livre nem em áreas de risco. 12

14 4 Obrigações do deenor Deenor nos ermos dese manual de insruções é qualquer pessoa jurídica ou física que uilize direamene o veículo indusrial ou por cuja ordem o mesmo seja uilizado. Em casos especiais (por exemplo, leasing, aluguer), o deenor é a pessoa que, conforme os acordos conrauais exisenes enre o proprieário e o operador do veículo indusrial, em de observar as referidas prescrições de serviço. O deenor em de assegurar que o veículo indusrial é somene uilizado em conformidade com as prescrições e que perigos de qualquer naureza para a vida e saúde do operador ou de erceiros são eviados. Além disso, em de ser observado o cumprimeno das prescrições de prevenção de acidenes, de ouras regras écnicas de segurança e das direivas de uilização, conservação e manuenção. O deenor deve assegurar que odos os operadores leram e compreenderam ese manual de insruções. INDICAÇÃO No caso de não observância dese manual de insruções, a garania é anulada. O mesmo é válido se forem realizados rabalhos na máquina de modo incorreo, pelo cliene e/ou erceiros, sem auorização do fabricane. 5 Monagem de equipamenos adicionais A monagem de equipameno adicional que inerfira nas funções do veículo indusrial ou que a elas acresça só é permiida com a auorização por escrio do fabricane. Se for necessário, deve ser adquirida uma auorização das auoridades locais. A permissão das auoridades não subsiui, no enano, a auorização do fabricane. 13

15 14

16 B Descrição do veículo 1 Descrição da uilização O EFG é um empilhador elécrico de forquilha com asseno, em versão de rês ou quaro rodas. Traa-se de um empilhador de conrapeso em balanço, cujo disposiivo de recolha de carga, monado na pare fronal do veículo indusrial, permie recolher, elevar, ransporar e descarregar cargas. Também em capacidade para recolher palees com base fechada. 1.1 Modelos de veículos e capacidade nominal de carga A capacidade nominal de carga depende do modelo. A designação do modelo indica a capacidade nominal de carga. EFG213 EFG Designação do modelo 2 Série 13 Capacidade nominal de carga x 100 kg Regra geral, a capacidade nominal de carga não corresponde à capacidade de carga permiida. A capacidade de carga permiida pode ser consulada na placa de capacidade de carga afixada no veículo indusrial. 15

17 2 Descrição de unidades e funções 2.1 Definição do senido de marcha Para a indicação dos senidos de marcha foram feias as seguines deerminações: Para a indicação dos senidos de marcha foram feias as seguines deerminações: Pos. Senido de marcha 1 Esquerda 2 Para rás 3 Para a frene 4 Direia 16

18 2.2 Apresenação geral das unidades Pos. Designação Pos. Designação 1 Asseno do conduor 8 Garfos 2 Tejadilho de proeção do 9 Supore do garfo conduor 3 Masro de elevação 10 Acionameno 4 Volane 11 Pora do comparimeno da baeria 5 Elemeno de comando do 12 Eixo de direção disposiivo de elevação 6 Unidade de comando e de 13 Acoplameno de reboque indicação 7 Inerrupor de paragem de 14 Conrapeso emergência Equipameno de série 17

19 2.3 Descrição de funções Chassis O chassis e o conrapeso formam em conjuno a esruura básica de supore do veículo indusrial, que acomoda os componenes principais. Lugar do conduor e ejadilho de proeção do conduor O ejadilho de proeção do conduor esá disponível em várias versões e proege o operador conra a queda de objeos e ouras influências exernas. Todos os elemenos de comando esão bem posicionados de forma ergonómica. A coluna da direção e o asseno do conduor podem ser ajusados individualmene. Os indicadores de comando e de adverência da unidade de comando e de indicação permiem a moniorização do sisema durane o funcionameno e garanem, dessa forma, um elevado nível de segurança. Direcção A direcção elécrica em um grande peso na eficiência e na ergonomia. A coluna da direcção pode ser regulada em alura e inclinação e ajusada de forma ideal para cada operador. Graças à pequena dimensão da esruura, o operador em sempre o máximo de espaço para as pernas. A direcção é especialmene suave e de grande eficiência. O consumo oal de energia é claramene reduzido. O ângulo de direcção é mosrado na unidade de indicação. Rodas Pode-se opar por pneus super elásicos ou pneus maciços ou ainda, opcionalmene, por pneumáicos. Acionameno e ravão A ração dianeira de 2 moores proporciona sempre a melhor ração nas rodas morizes. Na deslocação em curvas, a velocidade exaa necessária para a roda inerior face à curva e para a roda exerior face à curva é ajusada proporcionalmene ao ângulo de direção. O ravão de serviço é fornecido como ravão de disco sem manuenção. Adicionalmene, o veículo indusrial é ravado por meio do gerador inegrado nos moores de marcha. Uma pare da energia assim conseguida é armazenada novamene na baeria. O ravão de esacionameno é um ravão de acionameno auomáico ou manual. 18

20 Conceio de segurança da paragem de emergência Se o sisema deecar um falha no curso da direcção, é accionada auomaicamene uma paragem de emergência. O veículo indusrial é ravado aé à imobilização, mas o senido de marcha não é alerado. Na unidade de comando e de indicação surge uma mensagem de ocorrência. Quando o veículo indusrial é ligado, execua um auoese. A liberação da marcha ocorre apenas quando o veículo indusrial esiver operacional e com o ravão de esacionameno (= paragem de emergência) solo. Insalação hidráulica O accionameno sensível das funções de rabalho é feio aravés dos elemenos de comando, uilizando uma válvula de comando múliplo. Uma bomba hidráulica de velocidade variável alimena odas as funções hidráulicas de forma adequada e eficiene. Masro de elevação Masros de elevação de dois ou rês níveis, com opção de função de elevação livre; perfis do quadro de elevação esreios que permiem uma boa visibilidade dos denes da forquilha e dos equipamenos adicionais. O supore do garfo e o quadro de elevação esão assenes em roldanas de apoio permanenemene lubrificadas e sem manuenção. Equipamenos adicionais É possível equipar o veículo com equipamenos adicionais mecânicos e hidráulicos (equipameno adicional). 3 Dados écnicos Z Todas as indicações écnicas referem-se a um veículo indusrial na versão sandard. Todos os valores assinalados com *) podem variar, consoane as diferenes varianes de equipameno (por exemplo, masro de elevação, cabina, pneus, ec.). As indicações sobre os dados écnicos correspondem à direciva alemã "Folhas informaivas para veículos indusriais". Reservado o direio de alerações e ampliações écnicas. 19

21 3.1 Caracerísicas de poência EFG Designação Q Capacidade nominal de carga (com C = 500 mm) 1 ) C Disância do cenro de gravidade da carga Velocidade de marcha velocidade de elevação Com/sem carga Velocidade de abaixameno Com/sem carga Capacidade de subida (30 min.) Com/sem carga Capacidade de subida máx. 2 ) (5 min.) Com/sem carga Aceleração (10 m) Com/sem carga Pressão de serviço máx. Fluxo de óleo para equipamenos adicionais EFG 216k 218k kg mm 16/16 16/16 16/16 16/16 16/16 km/ h 0,48/0,60 0,46/0,60 0,49/0,60 0,44/0,55 0,40/0,55 m/s 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 m/s 7,6/12,5 7,3/12,3 28,0/35,0 27,0/35,0 27,0/35,0 7,3/12,3 6,2/10,7 7,0/11,5 5,9/10,5 26,0/35,0 25,0/35,0 5,7/10,4 % 24,0/35,0 % 3,6/3,2 3,8/3,4 3,8/3,4 3,9/3,5 4,0/3,5 s bar l/ min 1) Com o masro de elevação na posição verical. 2) Os valores indicados fornecem a capacidade de subida máxima para superar pequenas diferenças de alura e irregularidades do pavimeno (bordos da esrada). É proibido o funcionameno em subidas com mais de 15%. 20

22 EFG Designação Q Capacidade nominal de carga (com C = 500 mm)1) C Disância do cenro de gravidade da carga Velocidade de marcha* Velocidade de elevação com/sem carga Velocidade de abaixameno com/sem carga Capacidade de subida (30 min.) com/sem carga Capacidade de subida máx. 2) (5 min.) com/sem carga Aceleração (10 m) com/sem carga Pressão de serviço máx. Fluxo de óleo para equipamenos adicionais EFG 316k k kg mm 17/17 17/17 17/17 17/17 17/17 km/ h 0,49/0,60 0,49/0,60 0,44/0,55 0,44/0,55 0,40/0,55 m/s 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 0,55/0,55 m/s 7,3/12,3 7,0/11,5 6,2/10,7 5,9/10,5 5,7/10,4 % 27,0/35,0 27,0/35,0 26,0/35,0 25,0/35,0 24,0/35,0 % 3,8/3,4 3,8/3,4 3,9/3,5 3,9/3,5 4,0/3,5 s bar l/ min 1) Com o masro de elevação na posição verical. 2) Os valores indicados fornecem a capacidade de subida máxima para superar pequenas diferenças de alura e irregularidades do pavimeno (bordos da esrada). É proibido o funcionameno em subidas com mais de 15%. 21

23 3.2 Dimensões EFG Designação EFG k 218k a/2 Disância de segurança mm h 1 Alura com masro de elevação mm recolhido h 2 Elevação livre mm h 3 Elevação mm h 4 Alura com masro de elevação mm exraído h 6 Alura por cima do ejadilho de mm proecção h 7 Alura senado mm h 10 Alura do acoplameno mm L 1 L 2 Inclinação do masro de elevação para a frene Inclinação do masro de elevação para rás Comprimeno incluindo forquilha Comprimeno incluindo a pare poserior do garfo mm mm mm 22

24 c h 4 Q h 3 h 1 h 6 h 2 h 10 h 7 m 1 x y m 2 l L 2 L 1 a 2 l 6 a 2 e b 12 b R W a A s 23

25 EFG Designação EFG k 218k b Largura oal mm e Largura da forquilha mm m 1 Alura acima do solo, com carga por baixo do andaime de elevação mm m 2 As As Wa x y Alura acima do solo, cenro da disância enre eixos Largura do corredor de rabalho com palee 800x1200 longiudinal Largura do corredor de rabalho com palee 1000x1200 ransversal Raio de viragem Disância da carga Disância enre eixos mm mm 3323 mm 1655 mm mm mm 24

26 c h 4 Q h 3 h 1 h 6 h 2 h 10 h 7 m 1 x y m 2 l L 2 L 1 a 2 l 6 a 2 e b 12 b R W a A s 25

27 EFG Designação EFG 316k k a/2 Disância de segurança mm h 1 Alura com masro de elevação mm recolhido h 2 Elevação livre mm h 3 Elevação mm h 4 Alura com masro de elevação mm exraído h 6 Alura por cima do ejadilho de mm proecção h 7 Alura senado mm h 10 Alura do acoplameno 410/ / / / /580 mm Inclinação do masro de elevação para a frene Inclinação do masro de elevação para rás L 1 Comprimeno incluindo forquilha mm L 2 Comprimeno incluindo a pare mm poserior do garfo b Largura oal mm e Largura do garfo mm m 1 Alura acima do solo, com carga por baixo do masro de elevação mm m 2 Alura acima do solo, cenro da disância enre eixos mm 26

28 EFG As As Designação Largura do corredor de rabalho com palee 800x1200 na longiudinal Largura do corredor de rabalho com palee 1000x1200 ransversal EFG 316k k mm mm Wa Raio de viragem mm x Disância da carga mm y Disância enre eixos mm 27

29 c h 4 Q h 3 h 1 h 6 h 2 h 10 h 7 s m 1 x y m 2 l L 2 L 1 a 2 l 6 a 2 e b 12 b 13 b R W a A s 28

30 3.3 Pesos Z Todas as medidas em kg. EFG Designação Tara (incluindo a baeria) Carga sobre o eixo à frene (sem carga) Carga sobre o eixo à frene (com carga) Carga sobre o eixo arás (sem carga) Carga sobre o eixo arás (com carga) EFG 216k 218k EFG Designação Tara (incluindo a baeria) Carga sobre o eixo à frene (sem carga elevada) Carga sobre o eixo à frene (com carga) Carga sobre o eixo arás (sem carga) Carga sobre o eixo arás (com carga) EFG 316k k

31 3.4 Versões do masro de elevação Z Todas as indicações em mm. EFG e Designação VDI 3596 Elevaç ão h 3 Elevação livre h 2 Alura de consruç ão do masro de elevação recolhido h 1 EFG 213/215/ 216k/216/ 316/316k 218k/218/ 220/318/ 318k/320 As versões especiais não são conempladas nesa apresenação geral. Alura de consrução do masro de elevação exraído h 4 213/215/ 216k/216/ 316/316k 218k/218/ 220/318/ 318k/ ZT ZZ DZ

32 3.5 Pneus INDICAÇÃO Ao subsiuir pneus/janes monados de fábrica, devem ser uilizadas apenas peças de reposição originais ou pneus aprovados pelo fabricane, caso conrário não é possível maner a especificação do fabricane. Em caso de dúvidas, conacar o serviço de assisência ao cliene do fabricane. EFG Designação Pneus dianeiros Pneus raseiros 213/ k/216 EFG 218k 218 *) Os modelos indicados na abela correspondem à versão sandard. Consoane o equipameno do veículo podem ser monados ouros pneus. 220 SE *) 18x / /50-10 Maciços *) 18x7x12 Pneumáicos *) Não Não 180/ LI125 disponível disponível Pressão dos pneus em bar 10,0 - - Binário de apero em Nm SE *) 140/ / /55-9 Maciços *) 15x5x11¼ 15x5x11¼ 15x5x11¼ Pneumáicos *) Não Não 125/ LI100 disponível disponível Pressão dos pneus em bar 10,0 - - Binário de apero em Nm

33 EFG Designação 316k 316 EFG 318k Pneus dianeiros Pneus raseiros *) Os modelos indicados na abela correspondem à versão sandard. Consoane o equipameno do veículo podem ser monados ouros pneus. 3.6 Dados do moor SE *) 18x / /50-10 Maciços *) 18x7x12 18x7x12 18x7x12 Pneumáicos *) 180/ LI125 (PR 16) Não disponível Não disponível Pressão dos pneus em bar 10,0 - - Binário de apero em Nm SE *) 16x6-8 16x6-8 16x6-8 Maciços *) 15x5x11¼ 15x5x11¼ 15x5x11¼ Pneumáicos *) 150/ LI113 (PR 16) Não disponível Não disponível Pressão dos pneus em bar 10,0 - - Binário de apero em Nm EFG e Designação 213/215/216k/ k/218/220 EFG 316k/316/318k/ Moor de marcha 2 x 4,5 kw 2 x 4,5 kw Moor de elevação 11,5 kw 11,5 kw Moor de direcção 0,9 kw 0,9 kw 32

34 3.7 Normas EN Z Z Z Nível de pressão acúsica permanene EFG : 68 db(a) EFG : 67 db(a) *+/- 3 db(a) consoane o equipameno segundo a norma EN e em conformidade com a norma ISO O nível de pressão acúsica permanene é um valor médio deerminado de acordo com as normas vigenes, que em em consideração o nível de pressão acúsica durane a marcha, as operações de elevação e o raleni. O nível de pressão acúsica é medido direcamene no ouvido do conduor. Vibração EFG : 0,53m/s² EFG : 0,51 m/s² segundo a norma EN De acordo com as normas vigenes, a aceleração de vibrações sofrida pelo corpo na posição de accionameno do veículo é a aceleração ponderada, linear e inegrada, medida na verical. É deerminada ao passar por cima de lombas a velocidade consane (veículo indusrial em versão sandard). Eses dados de medição foram deerminados unicamene para o veículo indusrial e não devem ser confundidos com as vibrações no corpo humano da direciva relaiva aos operadores "2002/44/CE/Vibrações". Para a medição dessas vibrações no corpo humano, o fabricane oferece um serviço especial, consular "Medição de vibrações no corpo humano" na página 202. Compaibilidade elecromagnéica (CEM) O fabricane confirma a observância dos valores limie para a emissão de inerferências e de imunidade elecromagnéica, bem como a verificação da descarga de elecricidade esáica segundo a norma EN e as respecivas referências normaivas aí ciadas. Alerações em componenes elécricos ou elecrónicos e modificações do seu posicionameno só são permiidas com auorização escria do fabricane. ADVERTÊNCIA! Falha de disposiivos médicos devido a radiação não-ionizane Os equipamenos elécricos do veículo indusrial que produzam radiação nãoionizane (por exemplo, ransmissão de dados sem fios) podem avariar disposiivos médicos (pacemakers, próeses audiivas, ec.) do operador e causar mau funcionameno. Deve-se consular um médico ou o fabricane do disposiivo médico para deerminar se o mesmo pode ser uilizado nos arredores do veículo indusrial. 33

35 3.8 Condições de uilização Z Temperaura ambiene Durane o funcionameno, -20 C a 40 C Em caso de uilização permanene em ambienes com fores alerações de emperaura e humidade do ar com condensação, os veículos indusriais necessiam de um equipameno e de uma auorização especiais. 3.9 Requisios elécricos O fabricane confirma o cumprimeno dos requisios para o dimensionameno e o esabelecimeno do equipameno elécrico, de acordo com uma uilização adequada do veículo indusrial, em conformidade com a norma EN 1175 "Segurança de veículos indusriais - requisios elécricos". 34

36 (mm) D (mm) Q (kg) 4 Locais de sinalização e placas de idenificação 4.1 Locais de sinalização Z Placas de aviso e de indicação, como placas da capacidade de carga, ponos de fixação e placas de idenificação, devem esar sempre bem legíveis. Se necessário, proceder à sua subsiuição XXX

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