Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Superfícies Sustentadoras

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Superfícies Sustentadoras"

Transcrição

1 Mestrado Integrado em Engenhia Aeroespacia Aerodinâmica I Superfícies Sustentadoras 5. Uma asa finita de um panador tem um aongamento Λ=14, =14, uma corda média de 1,5m, não tem torção e a sua secção é um perfi NAA 69 ( e d dados na figura). Admita em primeira aproximação que a força de resistência do panador se deve apenas à asa e que a distribuição de circuação é eíptica. a) Pa a secção da asa, determine o coeficiente de momento de picada em torno do centro cen do perfi e a posição do centro de pressão.

2 b) Se o panador vo numa zona sem vento a veocidade constante, estime o mínimo de atitude que o panador perde por cada km percorrido. c) Pa as condições da aínea b), estime o ânguo de ataque a que está a funcion a d) Pa as condições da aínea b), determine a reação entre o peso do panador e a veocidade de descida. 6. Uma asa finita de uma aeronave igeira tem uma corda média de 1,4m e uma área de 8m, não tem torção e a sua secção é um perfi NAA 6-9 ( e d dados na figura ). O peso da aeronave é de,4kn e a veocidade de cruzeiro a atitude constante é igua a 18km/h. Admita em primeira aproximação que a força de resistência da aeronave se deve apenas à a) Pa a secção da asa, determine a ocaização do centro aerodinâmico e o coeficiente de momento de picada em torno do centro aerodinâmico. b) Determine o coeficiente de sustentação da c) Estime a potência de propusão mínima à veocidade de cruzeiro. d) Pa as condições da aínea c), determine o coeficiente de momento de picada em torno do centro do perfi correspondente à secção na raíz da 7. Uma aeronave igeira pesa,4kn e tem uma veocidade de cruzeiro a atitude constante igua a 16km/h. A asa tem uma área de 8m e ao ongo de toda a envergadura a sua ' secção é um perfi NAA ( e na figura 1 e, 11grau -1 ). A pequenos d ânguos de ataque (α em radianos), os coeficientes de sustentação e resistência da asa são dados por: = 5,9α,98 D = +,5 a) Pa a secção da asa, determine o coeficiente de momento de picada em torno do centro do perfi em função do ânguo de ataque e a ocaização do centro de pressão. b) A asa tem torção? A distribuição de circuação é eíptica? Justifique camente as suas respostas. c) Determine o coeficiente de sustentação da d) Mostre que vento fronta com uma veocidade de 45km/h e com uma incinação positiva (vento ascendente) de 4,64º graus em reação à direcção horizonta permite à aeronave vo a 8,5km/h e atitude constante sem ater a configuração da asa e com o motor desigado.

3 ( d ).6 ( d ) α (graus).16.1 ( d ) Mc p α A - p α (graus) α B -1 5 x/c x/c -1 5 x/c Figura acterísticas aerodinâmicas de um perfi NAA p α

4 Figura oeficiente de sustentação e resistência de um perfi NAA Uma pequena aeronave que pesa 95N tem uma asa sem torção, com uma corda média de 1m e a sua secção é um perfi NAA ( e d dados na figura ). A potência de propusão a vo a atitude constante à veocidade de cruzeiro de 16km/h numa zona sem vento é de 8W. Admita em primeira aproximação que a força de resistência resistênc da aeronave se deve apenas à asa e que a distribuição de circuação é eíptica. ν = 1, m /s, ρ = 1, kg/m. a) Demonstre que o aongamento da asa é Λ=8. b) Determine o ânguo de ataque. c) Admitindo que a asa da aeronave tem apêndices aerodinâmicos que he permitem ater o ânguo de sustentação nua da sua secção (β), estime o β necessário pa que a aeronave se mantenha a vo a 16km/h a atitude cons constante tante com vento de traseira a 15km/h. Determine a potência de propusão nas condições da aínea c) (se não resover a aínea c) admita β=1º). 9. Uma pequena aeronave que pesa kn tem uma asa sem torção e secção constante com um aongamento Λ=8. Os coeficientes aerodinâmicos da secção da asa pa 1 6 Rec e ânguos de ataque inferiores a 8º são dados por = 6,α (α em rad) d =,58 +,6 A vo a atitude constante à veocidade de cruzeiro numa zona sem vento, vento a aeronave deve percorrer km em horas horas.

5 5 asa e que a distribuição de circuação é eíptica. ν = 1,51 1 m /s, ρ = 1, kg/m. a) Determine a área da asa S pa que a aeronave gaste o mínimo de energia quando percorre km. b) Determine a energia consumida pa percorrer km. (Se não resover a aínea a) admita S=8m.) onsidere agora que a aeronave se encontra a vo numa zona com vento fronta (horizonta) à veocidade U. vento c) Se a aeronave mantiver a energia consumida quando voa sem vento, determine a viação do tempo necessário (em reação às horas) pa percorrer km em função de U. d) Admita que a aeronave está equipada com apêndices aerodinâmicos e potência suficiente pa manter horas de voo pa percorrer km. Determine a viação de potência de propusão em reação à situação sem vento em função de U. 4. Uma pequena aeronave que pesa kn tem uma asa de aongamento Λ=8 e secção constante ao ongo da envergadura, cujos coeficientes aerodinâmicos a pequenos ânguos de ataque são dados por d = 6,8α ( α em rad) =,6 +,15 vento vento Os coeficientes aerodinâmicos da asa finita a pequenos ânguos de ataque são dados por D = 4,84 =,65 ( α +,) +,6 ( α em rad) A veocidade de cruzeiro a vo a atitude constante é de 15 km/h. Admita em primeira aproximação que a força de resistência da aeronave se deve apenas à 5 ν = 1,51 1 m /s, ρ = 1, kg/m. a) Indique se asa tem torção (positiva ou negativa se existir) e se a distribuição de circuação é eíptica. Jusitifique a sua resposta. b) Determine a área da asa que minimiza a força de propusão quando a aeronave voa à veocidade de cruzeiro numa zona sem vento. c) Determine o coeficiente de sustentação e o ânguo de ataque pa a situação da aínea anterior. (Se não resover a aínea b) admita S=1m ).

6 d) Admitindo que existe vento horizonta (positivo fronta, negativo de traseira) e que a aeronave se mantem a vo à veocidade de cruzeiro, determine as veocidades do vento que dupicam e passam a metade a potência de propusão correspondente à aínea b). Discuta a quaidade/vaidade dos resutados obtidos. 41. Uma pequena aeronave tem uma asa cuja secção é um perfi com curvatura pa o qua o ânguo de sustentação nua é igua a -º graus. A veocidade de cruzeiro numa zona sem vento é igua a 15km/h. A pequenos ânguos de ataque e na gama de números de Reynods a que a aeronave opera, os coeficientes aerodinâmicos da asa são dados por: D = 5 ( α +.1) =,7 com α em,88 radianos +,776 5 ( ν = 1,51 1 m /s, ρ = 1, kg/m ) a) A secção da asa é um perfi amin? Justifique camente a resposta. b) A asa tem torção nua, positiva ou negativa? Justifique camente a resposta. c) Determine o ânguo de ataque a que deve funcion a asa pa obter a força de propusão mínima. d) Determine a reação entre o peso da aeronave e a área da 4. Uma pequena aeronave que pesa kn tem uma asa cuja secção é um perfi NAA da série 6 pa o qua o ânguo de sustentação nua é igua a -º graus e que apresenta ' = π. A asa tem uma área de 1m, não tem torção e a aeronave encontra-se a vo a atitude e veocidade constante numa zona sem vento. A pequenos ânguos de ataque e na gama de números de Reynods a que a aeronave opera, os coeficientes aerodinâmicos da asa são dados por: D = 5,6 =,18 ( α +,49) +,45 com α em radianos 5 ( ν = 1,51 1 m /s, ρ = 1, kg/m ) a) Estime o aongamento mínimo da b) A asa tem distribuição de circuação eíptica? Justifique camente a resposta. c) Estime a veocidade que minimiza a potência de propusão. d) Determine o coeficiente de sustentação a que funciona a asa nas condições da aínea anterior.

7 4. Uma pequena aeronave que pesa 4N tem uma asa cuja secção é um perfi NAA 6-9. A asa tem uma área de 6m e um aongamento Λ=6. A veocidade de cruzeiro são 16km/h. Os coeficientes de sustentação e resistência da asa a pequenos ânguos de ataque (α em radianos) são dados por = 4,76 α +,8 ( ),56 D = +,45 5 ( ν = 1,51 1 m /s, ρ = 1, kg/m ) a) Estime a gama de ânguos de ataque pa os quais se podem apic as equações dadas? Justifique a resposta fazendo as aproximações que ach necessárias. b) Determine o ânguo de ataque a que está a funcion a asa quando voa à veocidade de cruzeiro a atitude constante numa zona sem vento. c) onsidere a aeronave a vo numa zona onde existe vento fronta a 45km/h, mas com 5º graus de incinação negativa em reação à trajectória da aeronave. Mostre que a nova veocidade de cruzeiro pa manter voo a atitude e veocidade constante sem ater a configuração da asa é aproximadamente igua a 145,1km/h. d) Estime a viação percentua da força de propusão entre as condições de voo sem vento e com vento.

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação?

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação? O que é a aerodinâmica? Aerodinâmica é o estudo do ar em movimento e das forças que actuam em superfícies sólidas, chamadas asas, que se movem no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis",

Leia mais

Extradorso. Intradorso. Corda

Extradorso. Intradorso. Corda AERODINÂMICA Parapente SUMÁRIO Nomenclatura do perfil Sustentação Nomenclatura e estrutura da asa Forças que actuam na asa Controlo da asa Performance Envelope de Voo O PERFIL e a ASA 4 GEOMETRIA DO PERFIL

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Tópicos Abordados Relatório de Projeto. Técnicas de Estruturação para uma boa Avaliação. Elaboração do Relatório

Leia mais

Escoamentos exteriores 21

Escoamentos exteriores 21 Escoamentos exteriores 2 Figura 0.2- Variação do coeficiente de arrasto com o número de Reynolds para corpos tri-dimensionais [de White, 999]. 0.7. Força de Sustentação Os perfis alares, ou asas, têm como

Leia mais

Considerações Gerais

Considerações Gerais Considerações Gerais Aviões de transporte comercial são desenhados especificamente para o transporte de passageiros e carga de um aeroporto para outro. Por outro lado, aviões militares como caças e bombardeiros

Leia mais

1 06 Com o and n os o d e Voo o, o, Voo o o em C ur u v r a Prof. Diego Pablo

1 06 Com o and n os o d e Voo o, o, Voo o o em C ur u v r a Prof. Diego Pablo 1 06 Comandos de Voo, Voo em Curva Prof. Diego Pablo 2 Comandos de Voo Eixo Vertical Centro de Gravidade Os movimentos do avião se dão em torno de eixos imaginários, que se cruzam no Centro de Gravidade

Leia mais

Configuração do trem de aterragem (1)

Configuração do trem de aterragem (1) Trem de Aterragem O trem de aterragem é um sistema de extrema importância, uma vez que permite a operação da aeronave no solo; O trem tem que ser colocado numa posição adequada para que proporcione estabilidade

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - FEAU. Fundamentos Física Prof. Dra. Ângela Cristina Krabbe

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - FEAU. Fundamentos Física Prof. Dra. Ângela Cristina Krabbe Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - FEAU Fundamentos Física Prof. Dra. Ângela Cristina Krabbe Lista de exercícios 1. Considerando as grandezas físicas A

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA. Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA. Porto Alegre, 11 de junho de 2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA. Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA. Porto Alegre, 11 de junho de 2007. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA Porto Alegre, 11 de junho de 2007. ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 AS FORÇAS QUE ATUAM SOBRE O AVIÃO...4 COMO É

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 10 Escoamento Laminar e Turbulento. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 10 Escoamento Laminar e Turbulento. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 10 Escoamento Laminar e Turbulento Tópicos Abordados Nesta Aula Escoamento Laminar e Turbulento. Cálculo do Número de Reynolds. Escoamento Laminar Ocorre quando as partículas de um fluido movem-se

Leia mais

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km 14 A foto, tirada da Terra, mostra uma seqüência de 12 instantâneos do trânsito de Vênus em frente ao Sol, ocorrido no dia 8 de junho de 2004. O intervalo entre esses instantâneos foi, aproximadamente,

Leia mais

SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV)

SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV) SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV) 1) As vezes, um fator de conversão pode ser deduzido mediante o conhecimento de uma constante em dois sistemas diferentes. O peso de um pé cúbico

Leia mais

18 - Planadores R\C. Aerodinâmica básica

18 - Planadores R\C. Aerodinâmica básica FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AEROMODELISMO CURSO DE TÉCNICOS DE NÍVEL 1 18 - Planadores R\C Aerodinâmica básica 1. Princípios de voo pág.1 2. Perfis, número de Reynolds e polar Cl(Cd) pág. 3 3. Carga alar pág.

Leia mais

Sustentação e momento de picada de uma aeronave

Sustentação e momento de picada de uma aeronave de uma aeronave João Oliveira ACMAA, DEM, Instituto Superior Técnico, MEAero (Versão de 24 de Setembro de 2011) Asa + fuselagem + Estabilizador Asa em voo: há equilíbrio o equilíbrio não é estável Necessário

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS

MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS Áreas e Perímetros de Figuras Planas Quadrado A = L x L A = L² Onde: A = Área (m², cm², mm²,...) L = Lado (m, cm, mm,...) P = Perímetro P = L + L + L + L P =. L Retângulo

Leia mais

1 2 CR 2) CM = Assim: 3 2 = CR 2 CR = 3 3) BC = CR + RB Assim: BC = 3 + 4 BC BC = 7. ( 3) x + y + z = 10,00 + 3x + y + 2z = 21,50 ( 3) ( 8)

1 2 CR 2) CM = Assim: 3 2 = CR 2 CR = 3 3) BC = CR + RB Assim: BC = 3 + 4 BC BC = 7. ( 3) x + y + z = 10,00 + 3x + y + 2z = 21,50 ( 3) ( 8) João entrou na anchonete G e pediu hambúrgueres, suco de aranja e cocadas, gastando $,0. Na mesa ao ado, agumas pessoas pediram 8 hambúrgueres, sucos de aranja e cocadas, gastando $ 7,00. Sabendo-se que

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

UNIDADE 10 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO LISTA DE EXERCÍCIOS

UNIDADE 10 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO LISTA DE EXERCÍCIOS INTRODUÇÃO À FÍSICA turma MAN 26/2 profa. Marta F. Barroso UNIDADE 1 LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE 1 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO Exercício 1 Movendo-se com velocidade constante de 15 m/s, um trem, cujo

Leia mais

ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO

ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO Panorâmica da Apresentação 1. Introdução 2. Estabilidade Direccional no Solo e Considerações Aerodinâmicas a Baixas Altitudes Estabilidade Direccional Efeito Solo

Leia mais

i _y 1. PARTE ENGENHARIA AERONÁUTICA NÃO DESTACAR A PARTE INFERIOR INSTRUÇÕES GERAIS MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA 000 A 100

i _y 1. PARTE ENGENHARIA AERONÁUTICA NÃO DESTACAR A PARTE INFERIOR INSTRUÇÕES GERAIS MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA 000 A 100 - PROCESSO - MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO CORPO DE ENGENHEIROS DA MARINHA (PS-EngNav/2008) ENGENHARIA AERONÁUTICA 1. PARTE INSTRUÇÕES GERAIS 1- A

Leia mais

Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Departamento de Engenharia Marítima

Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Departamento de Engenharia Marítima Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Departamento de Engenharia Marítima Hidrodinâmica e Propulsão Questões e Exercícios Outubro 2013 2 Questão/Exercício 1 Um modelo com 6 m de um navio de 180 m

Leia mais

O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema.

O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema. 1.OBJETIVO O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema. Os critérios operacionais estão definidos nas

Leia mais

Federação Portuguesa de Voo Livre NOTA: Neste exame, em cada pergunta, duas alíneas estão corretas e duas erradas.

Federação Portuguesa de Voo Livre NOTA: Neste exame, em cada pergunta, duas alíneas estão corretas e duas erradas. Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 4 - Parapente 26 Fevereiro 2011 NOTA: Neste exame, em cada pergunta, duas alíneas estão corretas e duas erradas. 1. Instrumentos: a) O GPS é utilizado

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DAS PÁS DE AEROGERADOR DE EIXO HORIZONTAL PARA INSTALAÇÃO EM UMA PROPRIEDADE RURAL

DIMENSIONAMENTO DAS PÁS DE AEROGERADOR DE EIXO HORIZONTAL PARA INSTALAÇÃO EM UMA PROPRIEDADE RURAL DIMENSIONAMENTO DAS PÁS DE AEROGERADOR DE EIXO HORIZONTAL PARA INSTALAÇÃO EM UMA PROPRIEDADE RURAL Jaime Soares Pinto (FAHOR) jp000876@fahor.com.br Michael Everton Pasa (FAHOR) mp000966@fahor.com.br Ademar

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR 2011 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR 2011 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR 0 a Fase Profa. Maria Antônia Gouveia. QUESTÃO 0 Considere o conjunto de todos os números de cinco agarismos distintos, formados com os agarismos,, 5, 8 e 9. Escoendo,

Leia mais

Considerando essas informações, estime: a) O intervalo de tempo t 1

Considerando essas informações, estime: a) O intervalo de tempo t 1 FÍSICA FUVEST 1 O salto que conferiu a medalha de ouro a uma atleta brasileira, na Olimpíada de 2008, está representado no esquema ao lado, reconstruído a partir de fotografias múltiplas. Nessa representação,

Leia mais

FORMAÇÃO DE GELO EM AERONAVES

FORMAÇÃO DE GELO EM AERONAVES FORMAÇÃO DE GELO EM A formação de gelo afeta uma aeronave tanto interna quanto externamente. A acumulação de gelo ocorre nas superfícies expostas do avião, aumentando o seu peso e a sua resistência ao

Leia mais

Exercícios complementares envolvendo a equação de Torricelli

Exercícios complementares envolvendo a equação de Torricelli 01. (Vunesp-SP) Um veículo está rodando à velocidade de 36 km/h numa estrada reta e horizontal, quando o motorista aciona o freio. Supondo que a velocidade do veículo se reduz uniformemente à razão de

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

11 Sistemas resolvem problemas

11 Sistemas resolvem problemas A UA UL LA Sistemas resovem probemas Introdução Na aua anterior, mostramos como resover sistemas de duas equações de 1º grau com duas incógnitas. Agora vamos usar essa importante ferramenta da matemática

Leia mais

Quanto mais alto o coqueiro, maior é o tombo

Quanto mais alto o coqueiro, maior é o tombo Quanto mais ato o coqueiro, maior é o tombo A UU L AL A Quanto mais ato o coqueiro, maior é o tombo, pra baixo todo santo ajuda, pra cima é um Deus nos acuda... Essas são frases conhecidas, ditos popuares

Leia mais

Problemas de Mecânica e Ondas 5

Problemas de Mecânica e Ondas 5 Problemas de Mecânica e Ondas 5 P 5.1. Um automóvel com uma massa total de 1000kg (incluindo ocupantes) desloca-se com uma velocidade (módulo) de 90km/h. a) Suponha que o carro sofre uma travagem que reduz

Leia mais

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Onde estamos? Nosso roteiro ao longo deste capítulo A equação do movimento Equação do movimento

Leia mais

9) (UFMG/Adap.) Nesta figura, está representado um bloco de peso 20 N sendo pressionado contra a parede por uma força F.

9) (UFMG/Adap.) Nesta figura, está representado um bloco de peso 20 N sendo pressionado contra a parede por uma força F. Exercícios - Aula 6 8) (UFMG) Considere as seguintes situações: I) Um carro, subindo uma rua de forte declive, em movimento retilíneo uniforme. II) Um carro, percorrendo uma praça circular, com movimento

Leia mais

Exercícios de Física sobre Vetores com Gabarito

Exercícios de Física sobre Vetores com Gabarito Exercícios de Física sobre Vetores com Gabarito 1) (UFPE-1996) Uma pessoa atravessa uma piscina de 4,0m de largura, nadando com uma velocidade de módulo 4,0m/s em uma direção que faz um ângulo de 60 com

Leia mais

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12,999,976 km 9,136,765 km 1,276,765 km 499,892 km 245,066 km 112,907 km 36,765 km 24,159 km 7899 km 2408 km 76 km 12 14 16 9 10 1 8 12 7 3 1 6 2 5 4 3 11 18 20 21 22 23 24 26 28 30

Leia mais

MUV. constante igual a a 2,0 m/s. O veículo B, distando d = 19,2 km do veículo A, parte com aceleração constante igual a veículos, em segundos.

MUV. constante igual a a 2,0 m/s. O veículo B, distando d = 19,2 km do veículo A, parte com aceleração constante igual a veículos, em segundos. MUV 1. (Espcex (Aman) 013) Um carro está desenvolvendo uma velocidade constante de 7 km h em uma rodovia federal. Ele passa por um trecho da rodovia que está em obras, onde a velocidade máxima permitida

Leia mais

PROJETO DE PÁS DE TURBINAS EÓLICAS DE ALTA PERFORMANCE AERODINÂMICA

PROJETO DE PÁS DE TURBINAS EÓLICAS DE ALTA PERFORMANCE AERODINÂMICA Anais do 15 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XV ENCITA / 2009 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 19 a 22 2009. PROJETO DE PÁS DE TURBINAS

Leia mais

EQUILÍBRIO DO CORPO EXTENSO

EQUILÍBRIO DO CORPO EXTENSO EQUILÍBIO DO COPO EXTENSO Questão - A barra a seguir é homogênea da seção constante e está apoiada nos pontos A e B. Sabendo-se que a reação no apoio A é A = 00KN, e que F = 0KN e F = 500KN, qual é o peso

Leia mais

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES Prof. Dr. José Eduardo Mautone Barros UFMG Propulsão Departamento de Engenharia Mecânica Curso de Engenharia Aeroespacial Apoio técnico Marco Gabaldo Frederico Vieira de

Leia mais

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011 Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011 1. Aerodinâmica: a) O ângulo de ataque é o ângulo formado entre a corda e a linha de trajectória do fluxo de ar. b)

Leia mais

Questão 1 NOTE E ADOTE: Resposta. c) O intervalo de tempo t 2, em s, entre o instante

Questão 1 NOTE E ADOTE: Resposta. c) O intervalo de tempo t 2, em s, entre o instante aceleração da gravidade na Terra, g = 10m/s densidade da água a qualquer temperatura, ρ= 1000 kg/m = 1,0 3 3 g/cm velocidade da luz no vácuo = 3,0 x 10 8 m/s o calor específico da água 4J/( C g) 1 caloria

Leia mais

Fundamentos da Engenharia Aeronáutica - Aplicações ao Projeto SAE-AeroDesign. Figura 1.1 - Vista do vôo do 14-Bis em Paris.

Fundamentos da Engenharia Aeronáutica - Aplicações ao Projeto SAE-AeroDesign. Figura 1.1 - Vista do vôo do 14-Bis em Paris. 1 CAPÍTULO 1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1.1 - Introdução Paris, França, 23 de outubro de 1906 em um dia de vento calmo no campo de Bagatelle às 16 horas e 45 minutos de uma terça feira se concretizou através

Leia mais

ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO DE ESCOLHA DE HÉLICES PARA UM VEÍCULO AÉREO NÃO-TRIPULADO

ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO DE ESCOLHA DE HÉLICES PARA UM VEÍCULO AÉREO NÃO-TRIPULADO Anais do O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XII ENCITA / 006 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 6 a 9 006 ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO

Leia mais

Lista de Exercícios para Recuperação Final. Nome: Nº 1 º ano / Ensino Médio Turma: A e B Disciplina(s): Física LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO - I

Lista de Exercícios para Recuperação Final. Nome: Nº 1 º ano / Ensino Médio Turma: A e B Disciplina(s): Física LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO - I Lista de Exercícios para Recuperação Final Nome: Nº 1 º ano / Ensino Médio Turma: A e B Disciplina(s): Física Data: 04/12/2014 Professor(a): SANDRA HELENA LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO - I 1. Dois móveis

Leia mais

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar?

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar? A Ciência da Mecânica Washington Braga, Professor Associado 13/ Ano II Departamento de Engenharia Mecânica - PUC - Rio Título: Avião Voa? Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado

Leia mais

FÍSICA - MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME - PARÂMETROS SITE: www.sofstica.com.br Responsável: Sebastião Alves da Silva Filho Data: 02.12.

FÍSICA - MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME - PARÂMETROS SITE: www.sofstica.com.br Responsável: Sebastião Alves da Silva Filho Data: 02.12. O MOVIMENTO CIRCULAR Podemos definir movimento circular como todo aquele em que a trajetória percorrida por um móvel corresponde a uma circunferência. Não custa insistir, ainda uma vez, que a circunferência

Leia mais

1. (Upe 2014) O deslocamento Δ x de uma partícula em função do tempo t é ilustrado no gráfico a seguir:

1. (Upe 2014) O deslocamento Δ x de uma partícula em função do tempo t é ilustrado no gráfico a seguir: 1. (Upe 2014) O deslocamento Δ x de uma partícula em função do tempo t é ilustrado no gráfico a seguir: Com relação ao movimento mostrado no gráfico, assinale a alternativa CORRETA. a) A partícula inicia

Leia mais

Universidade da Beira Interior. Estudo Numérico de uma Asa CDG para. Fórmula 1. Dissertação de Mestrado. João P. S. Correia

Universidade da Beira Interior. Estudo Numérico de uma Asa CDG para. Fórmula 1. Dissertação de Mestrado. João P. S. Correia Universidade da Beira Interior Estudo Numérico de uma Asa CDG para Fórmula 1 Dissertação de Mestrado João P. S. Correia Maio, 2008 Agradecimentos Em primeiro lugar gostaria de agradecer ao meu orientador,

Leia mais

l 2 l + l após a mundança l l 01 - Marque a alternativa verdadeira. Ano de 2005 Número possível de ações: 20 p 2 p 1 a) Se p +, p *, então x [ ] 1 1 1

l 2 l + l após a mundança l l 01 - Marque a alternativa verdadeira. Ano de 2005 Número possível de ações: 20 p 2 p 1 a) Se p +, p *, então x [ ] 1 1 1 EA CPCAR EXAME DE ADMISSÃO AO 1 o ANO DO CPCAR 009 MATEMÁTICA VERSÃO A 01 - Marque a aternativa verdadeira. Ano de 005 a) Se p 0 x = p p 1 + + +, p *, então x [ ] 1 1 1 + + 10 0 0 b) O vaor de y = é ta

Leia mais

Exercício 1E pag 28. R 0 T= 2h10min 42190 m. A) V = Cte X = X0 + V.t 100 = 0 + V. 10 VL = 100 10 VL= 10 m/s. 2 x 3600 = 7200s. 10 x 60 = 600s 7800s

Exercício 1E pag 28. R 0 T= 2h10min 42190 m. A) V = Cte X = X0 + V.t 100 = 0 + V. 10 VL = 100 10 VL= 10 m/s. 2 x 3600 = 7200s. 10 x 60 = 600s 7800s Exercício 1E pag 28 Carl Lewis corre os 100m rasos em cerca de 10s, e Bill Rodgers corre a maratona 42,19 Km em cerca de 2h10min. (a) Qual a velocidade escalar média deles? (b) Se Lewis pudesse manter

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA Ê Destina-se a todos níveis de piloto LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA O voo livre, depende literalmente das condições meteorológicas. Saber avaliar correctamente as mesmas, é fundamental para voar

Leia mais

Aluno: Filipe Sacchi da Silva Orientador: Marco Antonio Meggiolaro. Figura 1 Primeira telecirurgia mundial

Aluno: Filipe Sacchi da Silva Orientador: Marco Antonio Meggiolaro. Figura 1 Primeira telecirurgia mundial Desenvovimento e controe de um manipuador robótico de ata potência com dois graus de iberdade Auno: Fiipe Sacchi da Siva Orientador: Marco Antonio Meggioaro. Introdução Na sociedade atua, há uma crescente

Leia mais

Sobre a Cinemática dos Mapas. (a) [ pontos] Norte e Sul Geográficos são conceitos relativos? Explique!

Sobre a Cinemática dos Mapas. (a) [ pontos] Norte e Sul Geográficos são conceitos relativos? Explique! Lista de Cinemática - Prof. Sérgio F. Lima - Colégio Pedro II Questão 1: Um grupo de estudantes resolve acampar na Ilha Grande. Durante o deslocamento para o local onde iriam montar as barracas eles percorrem

Leia mais

GREGOR MENDEL PROF WILSON

GREGOR MENDEL PROF WILSON 1. (Mackenzie 01) Um avião, após deslocar-se 10 km para nordeste (NE), desloca-se 160 km para sudeste (SE). Sendo um quarto de hora, o tempo total dessa viagem, o módulo da velocidade vetorial média do

Leia mais

PROJETO DE HÉLICES. Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares

PROJETO DE HÉLICES. Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares PROJETO DE HÉLICES Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares DEFINIÇÃO A hélice é um dispositivo que fornece força de impulso às custas da potência gerada pelo motor.

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III 1ª SÉRIE/ EM 2011 FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS: CINEMÁTICA Prof. Carlos Frederico (Fred)

COLÉGIO PEDRO II UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III 1ª SÉRIE/ EM 2011 FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS: CINEMÁTICA Prof. Carlos Frederico (Fred) COLÉGIO PEDRO II UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III 1ª SÉRIE/ EM 2011 FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS: CINEMÁTICA Prof. Carlos Frederico (Fred) 1) (UFRJ) Um maratonista percorre a distância de 42 km em duas

Leia mais

PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA

PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA Instituto de Tecnologia - Departamento de Engenharia IT 154 Motores e Tratores PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA Carlos Alberto Alves Varella [1] [1] Professor. Universidade

Leia mais

P2 VATSIM rating. Portugal vacc

P2 VATSIM rating. Portugal vacc P2 VATSIM rating Portugal vacc Maio 2012 Índice Objectivo... 3 Exame P2... 3 Definições... 4 Instrumentos e medidas... 4 Forças... 4 Dispositivos... 5 Movimentos... 5 Planeamento... 6 Considerações...

Leia mais

O centro de gravidade é o ponto no qual, de forma simplificada, se concentra o peso (P) de um objeto. Figura 1: Espaçomodelo (EM)

O centro de gravidade é o ponto no qual, de forma simplificada, se concentra o peso (P) de um objeto. Figura 1: Espaçomodelo (EM) 1 3 ESTABILIDADE: CG, CP e E 3.1 CENTRO DE GRAVIDADE (CG) 3.1.1 Definição O centro de gravidade é o ponto no qual, de forma simplificada, se concentra o peso (P) de um objeto. Símbolo: p peso g gravidade

Leia mais

ESTABILIDADE E CONTROLE LATERAL DE UM CAÇA BI-MOTOR SEM EMPENAGEM VERTICAL

ESTABILIDADE E CONTROLE LATERAL DE UM CAÇA BI-MOTOR SEM EMPENAGEM VERTICAL VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agosto de 2010 Campina Grande Paraíba - Brasil August 18 21, 2010 Campina Grande Paraíba Brazil ESTABILIDADE

Leia mais

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOS E INSTRUMENTAIS CAMPUS DE ITAPETINGA PROFESSOR: ROBERTO CLAUDINO FERREIRA DISCIPLINA: FÍSICA I Aluno (a): Data: / / NOTA: Lista

Leia mais

ADERÊNCIA E ANCORAGEM CAPÍTULO 10. Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo ADERÊNCIA E ANCORAGEM

ADERÊNCIA E ANCORAGEM CAPÍTULO 10. Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo ADERÊNCIA E ANCORAGEM ADERÊNCIA E ANCORAGEM CAPÍTULO 10 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo 25 setembro 2003 ADERÊNCIA E ANCORAGEM Aderência (bond, em ingês) é a propriedade que impede que haja escorregamento de uma barra

Leia mais

Programa de Retomada de Conteúdo - 3º Bimestre

Programa de Retomada de Conteúdo - 3º Bimestre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Regular. Rua Cantagalo 313, 325, 337 e 339 Tatuapé Fones: 2293-9393 e 2293-9166 Diretoria de Ensino Região LESTE 5 Programa de Retomada de Conteúdo

Leia mais

4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE

4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE 4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE PROBLEMA 4.1 Trace as curvas representativas das funções geométricas S(h), B(h), P(h). R(h) e da capacidade de transporte de um canal de secção trapezoidal, revestido

Leia mais

1 07 Com o put u a t dor o r d e V oo o Prof. Diego Pablo

1 07 Com o put u a t dor o r d e V oo o Prof. Diego Pablo 1 07 Prof. Diego Pablo 2 Também conhecido como E6B, o é uma ferramenta usada para diversos cálculos e conversões O é capaz de calcular: Multiplicações Divisões Proporções Regra de Três Componentes de Vento

Leia mais

PRIMEIRO TRIMESTRE NOTAS DE AULAS LUCAS XAVIER www.wikifisica.com (FILOMENA E CORONEL) FÍSICA

PRIMEIRO TRIMESTRE NOTAS DE AULAS LUCAS XAVIER www.wikifisica.com (FILOMENA E CORONEL) FÍSICA α β χ δ ε φ ϕ γ η ι κ λ µ ν ο π ϖ θ ϑ ρ σ ς τ υ ω ξ ψ ζ Α Β Χ Ε Φ Γ Η Ι Κ Λ Μ Ν Ο Π Θ Ρ Σ Τ Υ Ω Ξ Ψ Ζ PRIMEIRO TRIMESTRE NOTAS DE AULAS LUCAS XAVIER www.wikifisica.com (FILOMENA E CORONEL) FÍSICA Ciência

Leia mais

Pequeno tubo que se encontra na base da cadeira, quando utilizado tem como função aumentar a velocidade da asa.

Pequeno tubo que se encontra na base da cadeira, quando utilizado tem como função aumentar a velocidade da asa. A prática de parapente em Portugal teve influência de diferentes países, razão pela qual existem uma elevada diversidades de terminologias aplicadas aos diferentes componentes. Ou seja; um só componente

Leia mais

Nome: N.º: Turma: Data de entrega: Data da Avaliação P3

Nome: N.º: Turma: Data de entrega: Data da Avaliação P3 Nome: N.º: Turma: Data de entrega: Disciplina: FÍSICA Educador: RODRIGO Data da Avaliação P3 Observações: Letra legível, uso de caneta azul ou preta; Questões objetivas com rasuras serão anuladas; Todas

Leia mais

Potência Instalada (GW)

Potência Instalada (GW) Modelagem e simulação de um aerogerador a velocidade constante Marcelo Henrique Granza (UTFPR) Email: marcelo.granza@hotmail.com Bruno Sanways dos Santos (UTFPR) Email: sir_yoshi7@hotmail.com Eduardo Miara

Leia mais

4- Movimento relativo

4- Movimento relativo 4- Movimento relativo 1 Um carro dirige-se de sul para norte numa estrada retilínea, com velocidade constante de 90kmh 1. Um camião aproxima-se em sentido contrário com velocidade constante de 100kmh 1.

Leia mais

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional (escrito) 29 de Janeiro 2010

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional (escrito) 29 de Janeiro 2010 Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional (escrito) 29 de Janeiro 2010 1. Em Parapente: a) O peso é a força que se opõe à sustentação. b) Se a carga alar aumentar a finesse não aumenta. c) Se aumentarmos

Leia mais

AERONAVES E SUAS PARTES

AERONAVES E SUAS PARTES AERONAVES E SUAS PARTES Definição de Avião Um avião é definido como uma aeronave de asa fixa mais pesada que o ar, movida por propulsão mecânica, que é mantido em condição de vôo devido à reação dinâmica

Leia mais

Clique para editar os estilos do texto mestre

Clique para editar os estilos do texto mestre Clique para editar os estilos do texto mestre Realização Segundo nível Terceiro nível Quarto nível» Quinto nível Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica Apoio Patrocínio

Leia mais

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves Curso n 4 Aeronaves Aeronaves são quaisquer máquinas capazes de sustentar vôo, e a grande maioria deles também são capazes de alçar vôo por meios próprios. Índice 1 Classificação o Mais leve do que o ar

Leia mais

Energia Eólica. História

Energia Eólica. História Energia Eólica História Com o avanço da agricultura, o homem necessitava cada vez mais de ferramentas que o auxiliassem nas diversas etapas do trabalho. Isso levou ao desenvolvimento de uma forma primitiva

Leia mais

Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 2 Apresentação O Curso de Introdução ao Projeto de Aeronaves ministrado pelo Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda José Rodrigues é destinado a estudantes de engenharia,

Leia mais

Cabine - Ergonômica - Baixo nível de ruído - Ar filtrado - Montagem sobre coxins hidro-viscosos

Cabine - Ergonômica - Baixo nível de ruído - Ar filtrado - Montagem sobre coxins hidro-viscosos ESCAVADEIRA VOLVO EC330B LC LANÇA MONOBLOCO / 2 PEÇAS Potência do motor, bruta: 198 kw (265hp) Peso de operação: 32,4 ~ 34,7 t Caçambas (SAE) 1,250 ~ 2,500 Motor VOLVO diese turboaimentado com injeção

Leia mais

DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes

DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes 1. O que é DERIVA? DERIVA é o deslocamento horizontal que sofrem as gotas desde o seu ponto de lançamento até atingirem o seu

Leia mais

Fretamento. Índice. TAM Aviação Executiva: Você sem limite de tempo ou espaço

Fretamento. Índice. TAM Aviação Executiva: Você sem limite de tempo ou espaço TAM Aviação Executiva: Você sem limite de tempo ou espaço O Fretamento está em nosso DNA. Foi a partir desse serviço que nascemos como empresa. Há quase 50 anos nos dedicamos a oferecer soluções personalizadas

Leia mais

Figura 1-1. Entrada de ar tipo NACA. 1

Figura 1-1. Entrada de ar tipo NACA. 1 1 Introdução Diversos sistemas de uma aeronave, tais como motor, ar-condicionado, ventilação e turbinas auxiliares, necessitam captar ar externo para operar. Esta captura é feita através da instalação

Leia mais

Exercícios 6 Aplicações das Leis de Newton

Exercícios 6 Aplicações das Leis de Newton Exercícios 6 plicações das Leis de Newton Primeira Lei de Newton: Partículas em Equilíbrio 1. Determine a intensidade e o sentido de F de modo que o ponto material esteja em equilíbrio. Resp: = 31,8 0,

Leia mais

Exercícios sobre Movimentos Verticais

Exercícios sobre Movimentos Verticais Exercícios sobre Movimentos Verticais 1-Uma pedra, deixada cair do alto de um edifício, leva 4,0 s para atingir o solo. Desprezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s 2, escolha a opção que

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave Tópicos Abordados Fundamentos Básicos Sobre o Funcionamento de uma Aeronave. Superfícies de Controle.

Leia mais

DISPOSITIVOS / SISTEMAS QUE UTILIZAM TECNOLOGIA DE BANDA ULTRALARGA (UWB)

DISPOSITIVOS / SISTEMAS QUE UTILIZAM TECNOLOGIA DE BANDA ULTRALARGA (UWB) DISPOSITIVOS / SISTEMAS QUE UTILIZAM TECNOLOGIA DE BANDA ULTRALARGA (UWB) Revisto a 30 de janeiro de 2015 A tecnologia UWB permite o desenvolvimento de uma vasta variedade de novos dispositivos de curto

Leia mais

SP 10/93 NT 169/93. Revisão do bloco de apoio do tapume da obra. Engº José Tadeu Braz (GPC/SPR)

SP 10/93 NT 169/93. Revisão do bloco de apoio do tapume da obra. Engº José Tadeu Braz (GPC/SPR) SP 10/93 NT 169/93 Revisão do bloco de apoio do tapume da obra Engº José Tadeu Braz (GPC/SPR) 1. Introdução A presença constante de obras na cidade de São Paulo faz com a GPC Gerência de Projetos Contratados,

Leia mais

Guia de operação para 4334

Guia de operação para 4334 MO1211-PA Prefácio Congratuações por sua escoha deste reógio CASIO. Para obter o máximo de sua compra, certifique-se de er atentamente este manua. Advertência! As funções de medição incorporadas neste

Leia mais

1. (U.F.São Carlos SP)

1. (U.F.São Carlos SP) 1. (U.F.São Carlos SP) Um trem carregado de combustível, de 120m de comprimento, faz o percurso de Campinas até Marília, com velocidade constante de 50 Km/h. Esse trem gasta 15s para atravessar completamente

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ANUAL DE FÍSICA 2 a SÉRIE

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ANUAL DE FÍSICA 2 a SÉRIE ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ANUAL DE FÍSICA 2 a SÉRIE Nome: Nº Série: 2º EM Data: / /2015 Professores Gladstone e Gromov Assuntos a serem estudados - Movimento Uniforme. Movimento Uniformemente Variado. Leis

Leia mais

BELL 206L4 Conceituado helicóptero capaz de realizar multi-missões com baixos custos operacionais.

BELL 206L4 Conceituado helicóptero capaz de realizar multi-missões com baixos custos operacionais. PORTUGUÊS BELL 206L4 Conceituado helicóptero capaz de realizar multi-missões com baixos custos operacionais. CORPORATIVO ENERGIA O Bell 206L4 foi projetado para ser o local de trabalho em voo ideal. Ele

Leia mais

MÁQUINAS AGRÍCOLAS ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE PONTAS DE ASA PARA UMA AERONAVE AGRÍCOLA

MÁQUINAS AGRÍCOLAS ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE PONTAS DE ASA PARA UMA AERONAVE AGRÍCOLA 99 Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v.3, n., p.99-05, 999 Campina Grande, PB, DEAg/UFPB MÁQUINAS AGRÍCOLAS ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE PONTAS DE ASA PARA UMA AERONAVE AGRÍCOLA Rogério

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

b) Calcule as temperaturas em Kelvin equivalentes às temperaturas de 5,0 ºC e 17,0 ºC.

b) Calcule as temperaturas em Kelvin equivalentes às temperaturas de 5,0 ºC e 17,0 ºC. Questão 1 A pressão P no interior de um fluido em equilíbrio varia com a profundidade h como P = P 0 + ρgh. A equação dos gases ideais relaciona a pressão, o volume e a temperatura do gás como PV = nrt,

Leia mais

4. Princípios matemáticos da dinâmica

4. Princípios matemáticos da dinâmica 4. Princípios matemáticos da dinâmica Aos 23 anos Isaac Newton teve uma ideia inovadora que foi a inspiração para a sua teoria da gravitação e da mecânica em geral. Newton pensou que assim como uma maçã

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE COBERTURA EM MEMBRANA RETESADA 03/03/2011

ANÁLISE ESTRUTURAL DE COBERTURA EM MEMBRANA RETESADA 03/03/2011 ANÁLISE ESTRUTURAL DE COBERTURA EM MEMBRANA RETESADA 03/03/20 RU MARCELO DE OLIVEIRA PAULETTI Engenheiro Civil, CREA 4952/D RS e-mail: pauletti@usp.br; tel. (0)387.650 ESCOPO Este Memorial apresenta, de

Leia mais

16.5. Lança Telescópica de Excelente Desempenho

16.5. Lança Telescópica de Excelente Desempenho QY70K QY65K equipado com lança telescópica de perfil OVI ORME fabricada em aço estrutural de alta resistência WELDOX 860 (Thyssen Krupp) possibilitando elevada capacidade de levantamento com menor peso

Leia mais

CAMPEONATO DE AVIÕES À ELÁSTICO DEMOISELLE

CAMPEONATO DE AVIÕES À ELÁSTICO DEMOISELLE CAMPEONATO DE AVIÕES À ELÁSTICO DEMOISELLE REGULAMENTO 2013 São José dos Campos - SP ÍNDICE 1 Público Alvo e Máximo de Participantes...2 2 Regras Gerais...2 3 Regras de Projeto...2 3.1 Materiais Permitidos...2

Leia mais

QUARTZ QUARTZ. bateria Dl2. integrada

QUARTZ QUARTZ. bateria Dl2. integrada endurance QUARTZ & QUARTZ DISC endurance Criada expressamente A geometria do modelo Quartz fornece a eficiência e o equilíbrio necessários para uma bicicleta específica da categoria Endurance. Travões

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA

DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA Manual para Vôo VFR Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. APRESENTAÇÃO... 4 3. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS... 4 3.1. CHECKLIST:... 4 3.2. CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM:... 4

Leia mais

Lista de Exercícios - Movimento em uma dimensão

Lista de Exercícios - Movimento em uma dimensão UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA Departamento de Física Disciplina: Física Básica II Lista de Exercícios - Movimento em uma dimensão Perguntas 1. A Figura 1 é uma gráfico

Leia mais