Exemplos de seleção de fuso de esferas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Exemplos de seleção de fuso de esferas"

Transcrição

1 Diagrama de seleção Equipamentos de transferência de alta velocidade (uso horizontal) Condições de seleção Massa da mesa m 1 = 60 kg Massa de trabalho m 2 = 20 kg Comprimento do curso l S = 1000 mm Velocidade máxima V max = 1 m/s Tempo de aceleração t 1 = 0,15 s Tempo de desaceleração t = 0,15 s Número de recíprocas por minuto n = 8 min -1 Folga 0,15 mm Precisão no posicionamento 0, mm/1000 mm (Faça o posicionamento peladireção negativa) Repetição de precisão no posicionamento0,1 mm Quantidade mínima de alimentaçãos = 0,02 mm/pulso Vida útil de serviço desejada0000 h Motor propulsor servomotor CA Velocidade nominal de rotação:.000 min -1 Momento de inércia do motorj m = 110 kg m 2 Engrenagem de redução Nenhuma (acoplamento direto)a= 1 Coeficiente de atrito da superfície do guia = 0,00 (rolamento) Resistência da superfície do guiaf = 15 N (sem carga) Massa da peça + Massa da mesa m2 + m1 Motor Eixo da gaiola de esferas Castanha do fuso de esferas Fuso de esferas Itens de seleção Diâmetro do eixo Avanço Modelo da castanha Precisão Folga axial Método de suporte do eixo Motor propulsor

2 Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial Seleção de precisão do ângulo de avanço Para obter precisão no posicionamento de 0, mm/1.000 mm: 0, 0,09 = A precisão do ângulo de avanço deve ser 0,09 mm/00 mm ou maior. Logo, selecione o grau de precisão a seguir para o fuso de esferas (consultar a Tabela1 na página ). C7 (erro de distância percorrida: 0,05 mm/00 mm) O grau de precisão C7 está disponível para ambos os fusos de esfera laminados e os de precisão. Suponha que um fuso de esferas laminado foi selecionado para essa situação devido ao seu menor custo. Seleção da folga axial Para satisfazer a folga de 0,15 mm, é necessário selecionar um fuso de esferas com folga axial de 0,15 mm ou menor. Portanto, um modelo de fuso de esferas laminado com eixo de 2 mm de diâmetro ou menor atende ao requisito de folga axial de 0,15 mm ou menor (consulte a Tabela1 na página ). Portanto, um modelo de fuso de esferas laminado com eixo de 2 mm de diâmetro ou menor e grau C7 de precisão é selecionado. Seleção de um eixo Suposição do comprimento do eixo Suponha que o comprimento total da castanha seja 100 mm e o comprimento da ponta do eixo seja 100 mm. Portanto, o comprimento total é determinado pelo modelo a seguir, baseado no comprimento de curso de mm = 1200 mm Portanto, o comprimento do eixo será de mm. Seleção de um avanço Com a velocidade nominal de rotação do motor propulsor sendo.000 min -1 e a velocidade máxima sendo 1 m/s, o avanço do fuso de esferas é obtido da maneira a seguir: = 20 mm Portanto, é necessário selecionar um tipo com avanço de 20 mm ou maior. Além disso, o fuso de esferas e o motor podem ser montados em acoplamento direito, utilizando uma engrenagem de redução. A resolução mínima por rotação de um servomotor CA é obtida baseada na revolução do codificador (1.000 p/rev; p/rev) fornecido como acessório padrão para o servomotor CA, conforme indicado abaixo p/rev (sem multiplicação) 1500 p/rev (sem multiplicação) 2000 p/rev (dobrado) 000 p/rev (dobrado) 4000 p/rev (quadruplicado) 6000 p/rev (quadruplicado)

3 Diagrama de seleção Para cumprir a quantidade mínima de alimentação de 0,02 mm/pulso, que é o requisito de seleção, os dados abaixo devem ser aplicados. Avanço 20 mm 1000 p/rev 0 mm 1500 p/rev 40 mm 2000 p/rev 60 mm 000 p/rev 80 mm 4000 p/rev Seleção do diâmetro do eixo Os modelos de fuso de esferas que atendem aos requisitos defi nidos na seção [Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial] na página : um fuso de esferas laminado com eixo de 2 mm de diâmetro ou menor; e o requisito defi nido na seção [Seleção de um eixo] na página : um avanço de 20, 0, 40, 60 ou 80 mm (consulte a Tabela20 na página B ) são os determinados a seguir. Diâmetro do eixo Avanço 15 mm 20 mm 15 mm 0 mm 20 mm 20 mm 20 mm 40 mm 0 mm 60 mm Como o comprimento do eixo deve ser mm, como indicado na seção [Seleção de um eixo] na página, o diâmetro de 15 mm do eixo é insuficiente. Portanto, o fuso de esferas deve possuir um eixo com diâmetro de 20 mm ou maior. Consequentemente, existem três combinações de diâmetros de eixo e avanços que atendem aos requisitos: eixo com diâmetro de 20 mm/avanço de 20 mm; 20 mm/40 mm; e 0 mm/60 mm. Seleção de um método de suporte de eixo Como o tipo pressuposto possui um comprimento de curso longo de mm e opera na alta velocidade de 1 m/s, selecione a confi guração fi xo-apoiado ou fi xo-fixo para o suporte do eixo. No entanto, a configuração fi xo-fixo requer uma estrutura complicada, e necessita de alta precisão na instalação. Consequentemente, a confi guração fi xo-apoiada é selecionada com método de apoio do eixo. Fuso de esferas

4 Estudo da carga axial permitida Cálculo da carga axial máxima Resistência da superfície do guia f = 15 N (sem carga) Massa da mesa m 1 = 60 kg Massa de trabalho m 2 = 20 kg Coefi ciente de atrito da superfície do guia = 0,00 Velocidade máxima V max = 1 m/s Aceleração gravitacional g = 9,807 m/s 2 Tempo de aceleração t 1 = 0,15 s Consequentemente, os valores requisitados são obtidos da maneira a seguir. Aceleração: Vmax α = = 6,67 m/s 2 t1 Durante a aceleração de avanço: Fa 1 = (m 1 + m 2 ) g + f + (m 1 + m 2 ) = 550 N Durante movimento uniforme de avanço: Fa 2 = (m 1 + m 2 ) g + f = 17 N Durante a desaceleração de avanço: Fa = (m 1 + m 2 ) g + f (m 1 + m 2 ) = 516 N Durante a aceleração regressiva: Fa 4 = (m 1 + m 2 ) g f (m 1 + m 2 ) = 550 N Durante movimento regressivo uniforme: Fa 5 = (m 1 + m 2 ) g f = 17 N Durante a desaceleração regressiva: Fa 6 = (m 1 + m 2 ) g f + (m 1 + m 2 ) = 516 N Portanto, a carga axial máxima aplicada no fuso de esferas é a seguinte: Fa max = Fa 1 = 550 N Portanto, se não há problema com o diâmetro de 20 mm do eixo e um avanço de 20 mm (menor diâmetro menor da rosca de 17,5 mm), então o diâmetro de 0 mm do eixo atende aos requisitos. Consequentemente, os cálculos a seguir para a carga de fl ambagem e a carga de compressão e tensão permitidas do eixo são executados ao supormos que o diâmetro do eixo seja 20 mm e o avanço, 20 mm.

5 Diagrama de seleção Carga de flambagem no eixo Fator de acordo com o método de montagem 2 =20 (consulte ) Supondo que o método de montagem da seção entre a castanha e o mancal, onde a fl ambagem deve ser considerada, é fi xo-fixo: Distância entre as duas superfícies de montagem l a =1100 mm (estimativa) Diâmetro menor da rosca do eixo d 1 =17,5 mm 4 d1 17,5 4 P1 = = = N la Carga de compressão e tensão permitidas do eixo P 2 = 116 d 1 2 = ,5 2 = 5500 N Portanto, a carga de flambagem e a carga de compressão e tensão permitidas do eixo são, ao menos, iguais à carga axial máxima. Consequentemente, um fuso de esferas que atenda a esses requisitos pode ser utilizado sem problemas. Estudo da velocidade de rotação permitida Velocidade máxima de rotação Diâmetro do eixo: 20 mm; avanço: 20 mm Velocidade máxima V max = 1 m/s Avanço Ph= 20 mm Vmax6010 Nmax = = 000 min 1 Ph Diâmetro do eixo: 20 mm; avanço: 40mm Velocidade máxima V max = 1 m/s Avanço Ph= 40 mm Vmax6010 Nmax = = 1500 min 1 Ph Diâmetro do eixo: 0 mm; avanço: 60 mm Velocidade máxima V max = 1 m/s Avanço Ph= 60 mm Fuso de esferas Vmax6010 Nmax = = 1000 min 1 Ph

6 Velocidade de rotação permitida determinada pela velocidade perigosa do eixo Fator de acordo com o método de montagem 2 =15,1 (consulte ) Supondo que o método de montagem para a seção entre a castanha e o mancal, onde a velocidade perigosa deve ser considerada, é fi xo-fixo: Distância entre duas superfícies de montagem l b =1100 mm (estimativa) Diâmetro do eixo: 20 mm; avanço: 20 mm e 40 mm Diâmetro menor da rosca do eixo d 1 =17,5mm d1 17,5 N1 = λ = 15, = 2180 min 1 lb Diâmetro do eixo: 0 mm; avanço: 60 mm Diâmetro menor da rosca do eixo d 1 = 26,4mm d1 26,4 N1 = λ = 15, = 294 min 1 lb Velocidade de rotação permitida determinada pelo Valor DN Diâmetro do eixo: 20 mm; avanço: 20 mm e 40 mm (fuso de esferas de avanço amplo) Diâmetro da esfera de centro a centro D= 20,75 mm N2 = = = 70 min 1 D 20,75 Diâmetro do eixo: 0 mm; avanço: 60 mm (fuso de esferas de avanço amplo) Diâmetro da esfera de centro a centro D= 1,25 mm N2 = = = 2240 min 1 D 1,25 Portanto, com um fuso de esferas que possua um eixo com diâmetro de 20 mm e avanço de 20 mm, a velocidade de rotação máxima excede a velocidade perigosa. No entanto, uma combinação de eixo de 20 mm de diâmetro e avanço de 40 mm, ou uma de eixo de 0 mm de diâmetro e avanço de 60 mm, cumpre o requisito de velocidade perigosa e o valor DN. Consequentemente, um fuso de esferas com eixo de 20 mm de diâmetro e avanço de 40 mm, ou um eixo com 0 mm de diâmetro e avanço de 60 mm, é selecionado. Seleção de castanha Seleção de um modelo de castanha Modelos de fuso de esferas laminado com eixo com diâmetro de 20 mm e avanço de 40 mm, ou um eixo com diâmetro de 0 mm e avanço de 60 mm, são variações de modelos WTF de fuso de esferas laminado de avanço amplo. WTF (Ca=5,4 kn, C 0 a= 1,6 kn) WTF2040- (Ca=6,6 kn, C 0 a= 17,2 kn) WTF060-2 (Ca=11,8 kn, C 0 a= 0,6 kn) WTF060- (Ca=14,5 kn, C 0 a= 8,9 kn)

7 Diagrama de seleção Estudo da carga axial permitida Estudo da carga axial permitida do modelo WTF (C 0 a = 1,6 kn). Supondo que o modelo é utilizado em equipamentos de transferência de alta velocidade e que uma carga de impacto é aplicada durante a desaceleração, defi na o fator de segurança estática (f S ) como 2,5 (consulte Tabela1 na página ). C0a 1,6 = = 5,44 kn = 5440 N fs 2,5 A carga axial permitida obtida é maior que a carga axial máxima de 550 N. Portanto, não ocorrerão problemas com esse modelo. Cálculo da distância percorrida Velocidade máxima V max = 1 m/s Tempo de aceleração t 1 = 0,15 s Tempo de desaceleração t = 0,15 s Distância percorrida durante a aceleração Vmax t1 10,15 l1, 4 = 10 = 10 = 75 mm 2 2 Distância percorrida durante o movimento uniforme Vmax t1 + Vmax t 10, ,15 l2, 5 = ls 10 = = 850 mm 2 2 Distância percorrida durante a desaceleração Vmax t 10,15 l, 6 = 10 = 10 = 75 mm 2 2 Com base nas condições acima, a relação entre a carga axial aplicada e a distância percorrida é mostrada na tabela abaixo. Fuso de esferas Movimento N 1: durante a aceleração de avanço N 2: durante o movimento uniforme de avanço N : durante a desaceleração de avanço N 4: durante a aceleração regressiva N 5: durante o movimento regressivo uniforme N 6: durante a desaceleração regressiva Carga axial aplicada Fa N (N) Distância percorrida l N (mm) O subscrito (N) indica um número de movimentos. Como a direção da carga (expressa com um sinal de positivo ou negativo) é revertida com Fa, Fa 4 e Fa 5, calcule a carga axial média em ambas as direções.

8 Carga axial média Carga axial média na direção positiva Como ocorre variação na direção da carga, calcule a carga axial média supondo que Fa, 4, 5 = 0N. Fa1 l1 + Fa2 l2 + Fa6 l6 Fm1 = = 225 N l1 + l2 + l + l4 + l5 + l6 Carga axial média na direção negativa Como ocorre variação na direção da carga, calcule a carga axial média supondo que Fa 1, 2, 6 = 0N. Fm2 = Fa l + Fa4 l4 + Fa5 l5 = 225 N l1 + l2 + l + l4 + l5 + l6 Como F m1 = F m2, suponha que a carga axial média seja F m = F m1 = F m2 = 225 N. Vida nominal Fator de carga f W = 1,5 (consulte Tabela2 na página ) Carga média F m = 225 N Vida nominal L (rev) ( ) L = Ca 10 6 fw Fm Número pressuposto do modelo Capacidade de carga nominal Ca(N) Vida nominal L(rev) WTF ,110 9 WTF , WTF , WTF ,910 10

9 Média de revoluções por minuto Número de recíprocas por minuto n = 8 min -1 Curso l S = 1000 mm Avanço: Ph= 40 mm 2nls Nm = = = 400 min 1 Ph 40 Avanço: Ph= 60 mm 2nls Nm = = = 267 min 1 Ph 60 Calculando a vida útil de serviço com base na vida nominal WTF Vida nominal L=4,110 9 rev Média de revoluções por minuto Nm = 400 min -1 Diagrama de seleção L 4,110 9 Lh = = = h 60Nm WTF2040- Vida nominal L=7, rev Média de revoluções por minuto Nm = 400 min -1 L 7, Lh = = = h 60Nm WTF060-2 Vida nominal L=4, rev Média de revoluções por minuto Nm = 267 min -1 Fuso de esferas L 4, Lh = = = h 60Nm WTF060- Vida nominal L=7, rev Média de revoluções por minuto Nm = 267 min -1 L 7, Lh = = = h 60Nm 60267

10 Calculando a vida útil de serviço na distância percorrida com base na vida nominal WTF Vida nominal L=4,110 9 rev Avanço Ph= 40 mm L S = L Ph 10-6 = km WTF2040- Vida nominal L=7, rev Avanço Ph= 40 mm L S = L Ph 10-6 = km WTF060-2 Vida nominal L=4, rev Avanço Ph= 60 mm L S = L Ph 10-6 = km WTF060- Vida nominal L=7, rev Avanço Ph= 60 mm L S = L Ph 10-6 = km De acordo com todas as condições descritas acima, os modelos a seguir satisfazem o tempo de vida útil desejado de horas e são selecionados. WTF WTF WTF WTF 060-

11 Diagrama de seleção Estudo da rigidez Como as condições para seleção não incluem rigidez e esse elemento não é particularmente necessário, ele não será descrito aqui. Estudo da precisão no posicionamento Estudo da precisão do ângulo de avanço O grau de precisão C7 foi selecionado na seção [Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial] na página. C7 (erro de distância percorrida: 0,05mm/00mm) Estudo da folga axial Como o posicionamento é feito apenas na direção dada, a folga axial não é incluída na precisão no posicionamento. Consequentemente, não é necessário estudar a folga axial. WTF2040: folga axial: 0,1 mm WTF060: folga axial: 0,14 mm Estudo da rigidez axial Como a direção da carga não muda, não é necessário estudar a precisão no posicionamento baseado na rigidez axial. Estudo da transferência térmica pela geração de calor Suponha que o aumento na temperatura durante o funcionamento seja de 5C. A precisão no posicionamento com base no aumento de temperatura é obtida da seguinte maneira: l = t l = = 0,06 mm Estudo da mudança de orientação durante o percurso Como o centro do fuso de esferas está a 150 mm de distância do ponto onde a maior precisão é necessária, é preciso fazer estudar a mudança de orientação durante o percurso. Suponha que o passo possa ser feito em 10 segundos devido à estrutura. O erro no posicionamento devido ao passo é obtido da seguinte maneira: a = l sin = 150 sin (10 ) = 0,007 mm Portanto, a precisão no posicionamento (p) é obtida da seguinte maneira: 0, Δ p = 0, ,06 = 0,24 mm 00 Uma vez que os modelos WTF2040-2, WTF2040-, WTF060-2 e WTF060- atendem aos requisitos de seleção pelo processo de estudo da seção [Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial] na página até a seção [Estudo da precisão no posicionamento] na página, o WTF2040-2, modelo mais compacto, é selecionado. Fuso de esferas

12 Estudo do torque de rotação Torque de atrito devido à carga externa O torque de atrito é obtido da seguinte maneira: Fa Ph 1740 T1 = A = 1 = 120 N mm 2π 2π0,9 Torque devido à pré-carga no fuso de esferas O fuso de esferas não é fornecido com uma pré-carga. Torque necessário para aceleração Momento de inércia Como o momento de inércia por comprimento da unidade do eixo é 1, kg cm 2 /mm (consulte a tabela de especificações), o momento de inércia do eixo com comprimento total de 1200 mm é obtido da maneira a seguir. J s = 1, = 1,48 kg cm 2 = 1, kg m 2 Ph ( ) 2 2π 40 ( ) 2 2π J = (m1+m2) A Js A 2 = (60+20) , =,910 kg m 2 Aceleração angular: 2π Nm 2π1500 ω = = 60 t1 600,15 = 1050 rad/s 2 Com base nos dados acima, o torque necessário para aceleração é obtido da seguinte maneira. T 2 = (J + J m ) = (, ) 1050 = 4,61N m = 4,61 10 N mm Portanto, o torque necessário é especifi cado da seguinte maneira. Durante a aceleração T k = T 1 + T 2 = ,6110 = 470 N mm Durante movimento uniforme T t = T 1 = 120 N mm Durante desaceleração T g = T 1 T 2 = 120 4,6110 = 4490 N mm

13 Diagrama de seleção Estudo do motor propulsor Velocidade de rotação Como o avanço do fuso de esferas é selecionado com base na velocidade nominal de rotação do motor, não é necessário estudar a velocidade do motor. Velocidade máxima de funcionamento de rotação: 1500 min 1 Velocidade nominal de rotação do motor : 000 min 1 Quantidade mínima de alimentação Assim como a velocidade de rotação, o avanço do fuso de esferas é selecionado com base no codificador normalmente utilizado para o servomotor CA. Portanto, não é necessário estudar esse fator. Resolução do codificador: 1000 p/rev. Dobrado: 2000 p/rev Torque do motor O torque durante a aceleração calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página é o torque máximo necessário. T max = 470 N mm Portanto, o torque instantâneo máximo do servomotor CA precisa ser, no mínimo, 4.70 N-mm. Valor efetivo do torque Os requisitos de seleção e o torque calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página podem ser descritos da seguinte maneira. Durante a aceleração: T k = 470 N mm t 1 = 0,15 s Durante movimento uniforme: T t = 120 N mm t 2 = 0,85 s Durante desaceleração: T g = 4490 N mm t = 0,15 s Quando parado: T S = 0 t 4 = 2,6 s O torque efetivo é obtido da seguinte maneira, e o torque nominal do motor deve ser 105 N mm ou maior. Fuso de esferas Trms 2 2 Tk t1 Tt t1 105 N mm 2 2 t2 t t , , Tg Ts 0,15 0 t2 t t4 0,15 0,85 0,15 2,6

14 Momento de inércia O momento de inércia aplicado ao motor é igual ao momento de inércia calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página. J =,9 10 kg m 2 Normalmente, o motor necessita de um momento de inércia de, no mínimo, um décimo do momento de inércia aplicado à ele, embora o valor específi co varie de acordo com o fabricante do motor. Portanto, o momento de inércia do servomotor CA deve ser, kg-m 2 ou maior. A seleção está completa.

15 Diagrama de seleção Sistema transportador vertical Condições de seleção Massa da mesa m 1 = 40 kg Massa de trabalho m 2 = 10 kg Comprimento do curso l s = 600 mm Velocidade máxima V max = 0, m/s Tempo de aceleração t 1 = 0,2 s Tempo de desaceleraçãot = 0,2 s Número de recíprocas por minuto n = 5 min -1 Folga 0,1 mm Precisão no posicionamento0,7 mm/600 mm Repetição de precisão no posicionamento 0,05 mm Quantidade mínima de alimentaçãos = 0,01 mm/pulso Vida útil h Motor propulsor servomotor CA Velocidade nominal de rotação:.000 min -1 Momento de inércia do motor J m = kg m 2 Engrenagem de reduçãonenhuma (acoplamento direto) Coeficiente de atrito da superfície do guia = 0,00 (rolamento) Resistência da superfície do guia f = 20 N (sem carga) Itens de seleção Diâmetro do eixo Avanço Nº do modelo da castanha Precisão Folga axial Método de suporte do eixo Motor propulsor m2 m1 600 Fuso de esferas

16 Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial Seleção de precisão do ângulo de avanço Para obter precisão no posicionamento de 0,7 mm/600 mm: 0,7 0,5 = A precisão do ângulo de avanço deve ser 0,5 mm/00 mm ou maior. Logo, o grau de precisão do fuso de esferas (consulte a Tabela1 na página ) precisa ser C10 (erro de distância percorrida: 0,21 mm/00 mm). O grau de precisão C10 está disponível para fusos de esferas laminados de baixo custo. Suponha que um fuso de esferas laminado foi selecionado. Seleção da folga axial A folga necessária é de 0,1 mm ou menor. No entanto, como uma carga axial é constantemente aplicada em uma única direção com a montagem vertical, a carga axial não serve como folga, independente de seu tamanho. Portanto, um fuso de esferas laminado de baixo custo é selecionado, uma vez que não haverá problema com a folga axial. Seleção de um eixo Suposição do comprimento do eixo Suponha que o comprimento total da castanha seja 100 mm e o comprimento da ponta do eixo seja 100 mm. Portanto, o comprimento total é determinado pelo modelo a seguir, baseado no comprimento de curso de 600 mm = 800 mm Portanto, o comprimento do eixo será de 800 mm. Seleção do avanço Com a velocidade nominal de rotação do motor propulsor sendo.000 min 1 e a velocidade máxima sendo 0, m/s, o avanço do fuso de esferas é obtido da maneira a seguir: 0, = 6 mm Portanto, é necessário selecionar um tipo com avanço de 6 mm ou maior. Além disso, o fuso de esferas e o motor podem ser montados em acoplamento direito, utilizando uma engrenagem de redução. A resolução mínima por rotação de um servomotor CA é obtida baseada na revolução do codificador (1.000 p/rev; p/rev) fornecido como acessório padrão para o servomotor CA, conforme indicado abaixo p/rev (sem multiplicação) 1500 p/rev (sem multiplicação) 2000 p/rev (dobrado) 000 p/rev (dobrado) 4000 p/rev (quadruplicado) 6000 p/rev (quadruplicado)

17 Diagrama de seleção Para cumprir a quantidade mínima de alimentação de 0,010 mm/pulso, que é o requisito de seleção, os dados abaixo devem ser aplicados. Avanço 6 mm 000 p/rev 8 mm 4000 p/rev 10 mm 1000 p/rev 20 mm 2000 p/rev 40 mm 2000 p/rev No entanto, com o avanço de 6 mm ou 8 mm, a distância de alimentação é de 0,002 mm/pulso, e o pulso inicial do centro de controle que emite os comandos para o controlador do motor precisa ser, no mínimo, 150 kpps, e o custo do centro de controle pode ser mais alto. Além disso, se o avanço do fuso de esferas for maior, o torque necessário para o motor também será maior, resultando em um custo também maior. Portanto, selecione 10 mm para o avanço do fuso de esferas. Seleção do diâmetro do eixo Os modelos de fusos de esferas que atendem ao requisito de avanço de 10 mm, conforme descrito na seção [Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial] na página e na seção [Seleção de um eixo] na página (consulte a Tabela20 na página B ) são os seguintes. Diâmetro do eixo Avanço 15 mm 10 mm 20 mm 10 mm 25 mm 10 mm Consequentemente, a combinação de eixo de 15 mm de diâmetro e avanço de 10 mm é selecionada. Seleção de um método de suporte de eixo Como o fuso de esferas pressuposto possui um comprimento de curso de 600 mm e opera na velocidade máxima de 0, m/s (velocidade de rotação do fuso de esferas: min -1 ), selecione a configuração fixo-apoiado para o apoio do eixo. Fuso de esferas

18 Estudo da carga axial permitida Cálculo da carga axial máxima Resistência da superfície do guia f = 20 N (sem carga) Massa da mesa m 1 = 40 kg Massa de trabalho m 2 = 10 kg Velocidade máxima V max = 0, m/s Tempo de aceleração t 1 = 0,2 s Consequentemente, os valores requisitados são obtidos da maneira a seguir. Aceleração Vmax α = = 1,5 m/s 2 t1 Durante a aceleração para cima: Fa 1 = (m 1 + m 2 ) g + f + (m 1 + m 2 ) = 585 N Durante movimento uniforme para cima: Fa 2 = (m 1 + m 2 ) g + f = 510 N Durante a desaceleração para cima: Fa = (m 1 + m 2 ) g + f (m 1 + m 2 ) = 45 N Durante a aceleração para baixo: Fa 4 = (m 1 + m 2 ) g f (m 1 + m 2 ) = 95 N Durante movimento uniforme para baixo: Fa 5 = (m 1 + m 2 ) g f = 470 N Durante a desaceleração para baixo: Fa 6 = (m 1 + m 2 ) g f + (m 1 + m 2 ) = 545 N Portanto, a carga axial máxima aplicada no fuso de esferas é a seguinte: Fa max = Fa 1 = 585 N Carga de flambagem do eixo Fator de acordo com o método de montagem 2 =20 (consulte ) Supondo que o método de montagem da seção entre a castanha e o mancal, onde a fl ambagem deve ser considerada, é fi xo-fixo: Distância entre as duas superfícies de montagem l a =700 mm (estimativa) Diâmetro menor da rosca do eixo d 1 =12,5 mm 4 d1 P1 = = = 9960 N la Carga de compressão e tensão permitidas do eixo P 2 = 116d 1 2 = ,5 2 = N Portanto, a carga de flambagem e a carga de compressão e tensão permitidas do eixo são, ao menos, iguais à carga axial máxima. Consequentemente, um fuso de esferas que atenda a esses requisitos pode ser utilizado sem problemas.

19 Diagrama de seleção Estudo da velocidade de rotação permitida Velocidade máxima de rotação Diâmetro do eixo: 15 mm; avanço: 10 mm Velocidade máxima Avanço Vmax6010 Nmax = = 1800 min 1 Ph V max = 0, m/s Ph= 10 mm Velocidade de rotação permitida determinada pela velocidade perigosa do eixo Fator de acordo com o método de montagem 2 =15,1 (consulte ) Supondo que o método de montagem para a seção entre a castanha e o mancal, onde a velocidade perigosa deve ser considerada, é fi xo-fixo: Distância entre duas superfícies de montagem l b =700 mm (estimativa) Diâmetro do eixo: 15 mm; avanço: 10 mm Diâmetro menor da rosca do eixo d 1 =12,5 mm d1 12,5 N1 = λ = 15, = 852 min 1 lb Velocidade de rotação permitida determinada pelo Valor DN Diâmetro do eixo: 15 mm; avanço: 10 mm (fuso de esferas de avanço amplo) Diâmetro da esfera de centro a centro D=15,75 mm N2 = = = 4444 min 1 D 15,75 Portanto, os requisitos de velocidade perigosa e valor DN do eixo são atendidos. Fuso de esferas

20 Seleção de castanha Seleção de um número de modelo de castanha O fuso de esferas laminado com eixo de 15 mm de diâmetro e avanço de 10 mm é o modelo de fuso de esferas laminado de avanço amplo a seguir. BLK1510-5,6 (Ca=9,8 kn, C 0 a=25,2 kn) Estudo da carga axial permitida Supondo que a carga de impacto é aplicada durante a aceleração e desaceleração, defi na o fator de segurança estática (f S ) como 2 (consulte Tabela1 na página ). C0a 25,2 Famax = = = 12,6 kn = N fs 2 A carga axial permitida obtida é maior que a carga axial máxima de 585 N. Portanto, não ocorrerão problemas com esse modelo. Estudo da vida útil de serviço Cálculo da distância percorrida Velocidade máxima V max = 0, m/s Tempo de aceleração t 1 = 0,2 s Tempo de desaceleração t = 0,2 s Distância percorrida durante a aceleração Vmax t1 0,0,2 l1, 4 = 10 = 10 = 0 mm 2 2 Distância percorrida durante o movimento uniforme Vmax t1 + Vmax t 0,0,2 + 0,0,2 l2, 5 = ls 10 = = 540 mm 2 2 Distância percorrida durante a desaceleração Vmax t 0,0,2 l, 6 = 10 = 10 = 0 mm 2 2 Com base nas condições acima, a relação entre a carga axial aplicada e a distância percorrida é mostrada na tabela abaixo. Movimento Carga axial aplicada Fa N (N) Distância percorrida l N (mm) N 1: Durante a aceleração para cima N 2: Durante movimento uniforme para cima N : Durante a desaceleração para cima 45 0 N 4: Durante a aceleração para baixo 95 0 N 5: Durante movimento uniforme para baixo N 6: Durante a desaceleração para baixo O subscrito (N) indica um número de movimentos.

21 Diagrama de seleção Carga axial média Fm = 1 2 ls (Fa1 l1 + Fa2 l2 + Fa l + Fa4 l4 + Fa5 l5 + Fa6 l6) = 492 N Vida nominal Capacidade de carga nominal Ca= 9800 N Fator de carga f W = 1,5 (consulte a Tabela2 na página ) Carga média F m = 492 N Vida nominal L (rev) Ca ( ) L = fw Fm ( = 1,5492 ) 10 6 = 2, rev Média de revoluções por minuto Número de recíprocas por minuto n = 5 min -1 Curso l S = 600 mm Avanço Ph= 10 mm 2nls Nm = = = 600 min 1 Ph 10 Calculando a vida útil de serviço com base na vida nominal Vida nominal L=2,410 9 rev Média de revoluções por minuto N m = 600 min -1 L 2,410 9 Lh = = = h 60 Nm Calculando a vida útil de serviço na distância percorrida com base na vida nominal Vida nominal L=2,410 9 rev Avanço Ph= 10 mm L S = L Ph 10-6 = 2400 km Fuso de esferas De acordo com todas as condições descritas acima, o modelo BLK1510-5,6 satisfaz o tempo de vida útil desejado de horas.

22 Estudo da rigidez Como as condições para seleção não incluem rigidez e esse elemento não é particularmente necessário, ele não será descrito aqui. Estudo da precisão no posicionamento Estudo da precisão do ângulo de avanço A classe C10 de precisão foi selecionada na seção [Seleção de precisão do ângulo de avanço e folga axial] na página. C10 (erro de distância percorrida: 0,21 mm/00 mm) Estudo da folga axial Como a carga axial está sempre presente em uma direção dada somente por causa da montagem vertical, não é necessário estudar a folga axial. Estudo da rigidez axial Como a precisão do ângulo de avanço é obtida após a precisão no posicionamento requisitada, não é necessário estudar a precisão no posicionamento determinada pela rigidez axial. Estudo da transferência térmica pela geração de calor Como a precisão do ângulo de avanço é obtida após a precisão no posicionamento requisitada, não é necessário estudar a precisão no posicionamento determinada pela geração de calor. Estudo da mudança de orientação durante o percurso Como a precisão do ângulo de avanço é obtida em um nível bem mais avançado que a precisão no posicionamento requisitada, não é necessário estudar a precisão no posicionamento. Estudo do torque de rotação Torque de atrito devido à carga externa Durante movimento uniforme para cima: Fa2 Ph T1 = = = 900 N mm 2π 2π0,9 Durante movimento uniforme para baixo: Fa5 Ph T2 = = = 80 N mm 2π 2π0,9 Torque devido à pré-carga no fuso de esferas O fuso de esferas não é fornecido com uma pré-carga.

23 Diagrama de seleção Torque necessário para aceleração Momento de inércia: Como o momento de inércia por comprimento da unidade do eixo é, kg cm 2 /mm (consulte a tabela de especificações), o momento de inércia do eixo com comprimento total de 800 mm é obtido da seguinte maneira. J S =, = 0,1 kg cm 2 = 0, kg m 2 Ph ( ) 2 2π 10 ( ) 2 2π J = (m1+m2) A Js A 2 = (40+10) , = 1, kg m 2 Aceleração angular: 2π Nmax 2π1800 ω = 60 t = 600,2 = 942 rad/s 2 Com base nos dados acima, o torque necessário para aceleração é obtido da seguinte maneira. T = (J + J m ) = (1, ) 942 = 0,2 N m = 200 N mm Portanto, o torque necessário é especifi cado da seguinte maneira. Durante a aceleração para cima: T k1 = T 1 + T = = 1100 N mm Durante movimento uniforme para cima: T t1 = T 1 = 900 N mm Durante a desaceleração para cima: T g1 = T 1 T = = 700 N mm Durante a aceleração para baixo: T k2 = 60 N mm Durante movimento uniforme para baixo: T t2 = 80 N mm Durante a desaceleração para baixo: T g2 = 100 N mm Fuso de esferas

24 Estudo do motor propulsor Velocidade de rotação Como o avanço do fuso de esferas é selecionado com base na velocidade nominal de rotação do motor, não é necessário estudar a velocidade do motor. Velocidade máxima de funcionamento de rotação: 1800 min 1 Velocidade nominal de rotação do motor : 000 min 1 Quantidade mínima de alimentação Assim como a velocidade de rotação, o avanço do fuso de esferas é selecionado com base no codificador normalmente utilizado para o servomotor CA. Portanto, não é necessário estudar esse fator. Resolução do codificador: 1000 p/rev. Torque do motor O torque durante a aceleração calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página é o torque máximo necessário. T max = T k1 = 1100 N mm Portanto, o torque de pico máximo do servomotor CA precisa ser, no mínimo, 1100 N-mm. Valor efetivo do torque Os requisitos de seleção e o torque calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página podem ser descritos da seguinte maneira. Durante a aceleração para cima: T k1 = 1100 N mm t 1 = 0,2 s Durante movimento uniforme para cima: T t1 = 900 N mm t 2 = 1,8 s Durante a desaceleração para cima: T g 1 = 700 N mm t = 0,2 s Durante a aceleração para baixo: T k2 = 60 N mm t 1 = 0,2 s Durante movimento uniforme para baixo: T t2 = 80 N mm t 2 = 1,8 s Durante a desaceleração para baixo: T g2 = 100 N mm t = 0,2 s Quando parado(m 2 =0): T S = 658 N mm t 4 = 7,6 s

25 Diagrama de seleção O torque efetivo é obtido da seguinte maneira, e o torque nominal do motor deve ser 74 N mm ou maior. Trms = Tk1 2 t1tt1 2 t2tg1 2 ttk2 2 t1tt2 2 t2tg2 2 tts 2 t4 t1t2tt1t2tt , , , , , , ,6 = 0,21,80,20,21,80,27,6 = 74 N mm Momento de inércia O momento de inércia aplicado ao motor é igual ao momento de inércia calculado na seção [Estudo do torque de rotação] na página. J = 1, kg m 2 Normalmente, o motor necessita de um momento de inércia de, no mínimo, um décimo do momento de inércia aplicado à ele, embora o valor específi co varie de acordo com o fabricante do motor. Portanto, o momento de inércia do servomotor CA deve ser 1, kg-m 2 ou maior. A seleção está completa. Fuso de esferas

26 508-2BR

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado 58-2BR s BNS-A, BNS, NS-A e NS Vedação Anel externo Placa para calços Vedação Castanha do eixo estriado Eixo Vedação Colar Placa para calços Vedação Bujão terminal Esfera Anel externo Castanha do fuso

Leia mais

Fuso de esferas de precisão com pontas de eixo retificadas

Fuso de esferas de precisão com pontas de eixo retificadas 58-2BR Modelo BNK padrão de estoque Diagrama de seleção Opcionais Codificação Precauções de uso cessórios para lubrificação Procedimento de montagem e manutenção B Precisão do ângulo de avanço Precisão

Leia mais

Seleção de um modelo. Cálculo da carga axial. Fa3= μ mg + f mα 19. Fa4= mg f mα 26 Fa5= mg f 27 Fa6= mg f + mα 28. Fa3= mg + f mα 25.

Seleção de um modelo. Cálculo da carga axial. Fa3= μ mg + f mα 19. Fa4= mg f mα 26 Fa5= mg f 27 Fa6= mg f + mα 28. Fa3= mg + f mα 25. Cálculo da carga axial Em montagens horizontais Com sistemas de transporte comuns, a carga axial (Fa n ) aplicada ao alternar o trabalho para a direção horizontal é obtida na equação abaixo. Fa1= μ mg

Leia mais

Características do fuso de esferas

Características do fuso de esferas Torque de acionamento de um terço do parafuso deslizante Com o fuso de esferas, esferas rolam entre o eixo parafuso e a castanha para alcançar uma alta eficiência. O torque de acionamento necessário é

Leia mais

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Mancais TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Introdução à Mancais O mancal pode ser definido como suporte ou guia em que se apóia o eixo; No ponto

Leia mais

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração.

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração. Quais são os métodos mais utilizados para controle de vibrações? Defina um absorvedor de vibração? Qual é função de um isolador de vibração? Por que um eixo rotativo sempre vibra? Qual é a fonte da força

Leia mais

Cálculo da carga aplicada

Cálculo da carga aplicada 508-BR O guia linear é capaz de receber cargas e momentos em todas as direções que sejam gerados em função da posição de montagem, do alinhamento, da posição do centro de gravidade de um objeto móvel,

Leia mais

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 1. A peça fundida tem massa de 3,00 Mg. Suspensa em uma posição vertical e inicialmente em repouso, recebe uma velocidade escalar para cima de 200 mm/s em 0,300 s utilizando

Leia mais

Classificação e Características dos Rolamentos

Classificação e Características dos Rolamentos Classificação e Características dos 1. Classificação e Características dos 1.1 dos rolamentos A maioria dos rolamentos é constituída de anéis com pistas (um anel e um anel ), corpos rolantes (tanto esferas

Leia mais

Física Geral. Série de problemas. Unidade II Mecânica Aplicada. Departamento Engenharia Marítima

Física Geral. Série de problemas. Unidade II Mecânica Aplicada. Departamento Engenharia Marítima Física Geral Série de problemas Unidade II Mecânica Aplicada Departamento Engenharia Marítima 2009/2010 Módulo I As Leis de movimento. I.1 Uma esfera com uma massa de 2,8 10 4 kg está pendurada no tecto

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção Capítulo 5 Torção 5.1 Deformação por torção de um eixo circular Torque é um momento que tende a torcer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o comprimento e

Leia mais

Principais funções de movimento em analisadores médicos.

Principais funções de movimento em analisadores médicos. Movimento em analisadores médicos Menor, mais rápido, mais forte. Como os motores em miniatura estão ajudando os equipamentos de diagnóstico a avançar. Os diagnósticos médicos fazem parte da vida cotidiana

Leia mais

FIS-14 Lista-09 Outubro/2013

FIS-14 Lista-09 Outubro/2013 FIS-14 Lista-09 Outubro/2013 1. Quando um projétil de 7,0 kg é disparado de um cano de canhão que tem um comprimento de 2,0 m, a força explosiva sobre o projétil, quando ele está no cano, varia da maneira

Leia mais

Tecnologia Eletromecânica. Atuadores eletromecânicos

Tecnologia Eletromecânica. Atuadores eletromecânicos Tecnologia Eletromecânica Atuadores eletromecânicos 3 de junho de 2014 Parker Eletromecânica Entendendo as necessidades do cliente Gerenciamento do Projeto Analise do Sistema Aceite dos Parametros de teste

Leia mais

Rolamentos de rolos cônicos

Rolamentos de rolos cônicos Rolamentos de rolos cônicos Rolamentos de rolos cônicos 314 Definições e aptidões 314 Séries 315 Variantes 315 Tolerâncias e jogos 316 Elementos de cálculo 318 Elementos de montagem 320 Prefixos e sufixos

Leia mais

Mecânica 2007/2008. 6ª Série

Mecânica 2007/2008. 6ª Série Mecânica 2007/2008 6ª Série Questões: 1. Suponha a=b e M>m no sistema de partículas representado na figura 6.1. Em torno de que eixo (x, y ou z) é que o momento de inércia tem o menor valor? e o maior

Leia mais

FÍSICA. Questões de 01 a 04

FÍSICA. Questões de 01 a 04 GRUPO 1 TIPO A FÍS. 1 FÍSICA Questões de 01 a 04 01. Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante elástica k = 420 N / m e mergulhada em um reservatório térmico, isolado termicamente, com

Leia mais

Controle de Posição em um Eixo Roscado

Controle de Posição em um Eixo Roscado Controle de Posição em um Eixo Roscado Prof. Dr.-Ing. Walter Lindolfo Weingaertner wlw@emc.ufsc.br UFSC Artur Schütz Ferreira artur_schutz@hotmail.com UFSC Allan Oliveira da Silva aos@labmetro.ufsc.br

Leia mais

Mancais e Rolamentos BRM

Mancais e Rolamentos BRM 7 - Seleção de Rolamentos O tamanho do rolamento a ser utilizado em uma determinada aplicação é selecionado a princípio com base em sua capacidade de carga em relação às cargas a serem aplicadas e as necessidades

Leia mais

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O acoplamento ACRIFLEX AC é composto por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, unidos por um jogo de correias planas fixadas aos cubos através de um flange aparafusado.

Leia mais

CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA. Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho

CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA. Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho SÉRIE DV14 1417 / 1422 / 1432 / 1442 CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA O Centro de Usinagem

Leia mais

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de?

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de? Física 01. Um fio metálico e cilíndrico é percorrido por uma corrente elétrica constante de. Considere o módulo da carga do elétron igual a. Expressando a ordem de grandeza do número de elétrons de condução

Leia mais

GSR-R. Tipo separado de guia linear (radial) modelo GSR-R

GSR-R. Tipo separado de guia linear (radial) modelo GSR-R Tipo separado de guia linear (radial) modelo Trilho com cremalheira Recirculador Raspador Bloco Diagrama de Seleção A Posições de montagem Opcionais Codificação Precauções de uso Acessórios para lubrificação

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Buchas Guias Mancais de Deslizamento e Rolamento Buchas Redução de Atrito Anel metálico entre eixos e rodas Eixo desliza dentro da bucha, deve-se utilizar lubrificação.

Leia mais

4 pólos (n = 1800 rpm) 8 pólos (n = 900 rpm) 1,5 2,2 3,0 3,7 4,4 5,5 7,5 9,2 11,0 15,0 18,5 22,0 30,0 37,0 45,0 55,0 75,0 92,0 110,0

4 pólos (n = 1800 rpm) 8 pólos (n = 900 rpm) 1,5 2,2 3,0 3,7 4,4 5,5 7,5 9,2 11,0 15,0 18,5 22,0 30,0 37,0 45,0 55,0 75,0 92,0 110,0 VULBRAFLEX VB GENERALIDADES O VULBRAFLEX é um acoplamento flexível e torcionalmente elástico. Sua flexibilidade permite desalinhamentos radiais, axiais e angulares entre os eixos acoplados e ainda, sendo

Leia mais

Produtos de Precisão Fusos de Esferas Guias Lineares Sistemas Mecatrônicos

Produtos de Precisão Fusos de Esferas Guias Lineares Sistemas Mecatrônicos Para maiores informações entre em contato com um dos nossos escritórios. NSK BRASIL LTDA. São Paulo - SP - Escritório Central Rua Treze de Maio, 1633-14º andar - Bela Vista São Paulo - SP - CEP 01327-905

Leia mais

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 01 - A figura mostra um sistema massa-mola que pode oscilar livremente, sem atrito, sobre a superfície horizontal e com resistência do ar desprezível. Nesse

Leia mais

Motores Automação Energia Tintas. Motores de Corrente Contínua

Motores Automação Energia Tintas. Motores de Corrente Contínua Motores Automação Energia Tintas Os motores de corrente contínua WEG são concebidos com as mais modernas tecnologias de projeto, resultando em máquinas compactas e com excelentes propriedades dinâmicas,

Leia mais

Fuso de esferas compatível com o padrão DIN (DIN69051)

Fuso de esferas compatível com o padrão DIN (DIN69051) Modelos EBA, EBB, EBC, EPA, EPB e EPC Castanha Eixo parafuso Defletor Fig.1 Fuso de esferas de precisão compatível com o padrão DIN (DIN69051) Diagrama de seleção A Opcionais A Codificação A Precauções

Leia mais

FISICA. Justificativa: Taxa = 1,34 kw/m 2 Energia em uma hora = (1,34 kw/m 2 ).(600x10 4 m 2 ).(1 h) ~ 10 7 kw. v B. v A.

FISICA. Justificativa: Taxa = 1,34 kw/m 2 Energia em uma hora = (1,34 kw/m 2 ).(600x10 4 m 2 ).(1 h) ~ 10 7 kw. v B. v A. FISIC 01. Raios solares incidem verticalmente sobre um canavial com 600 hectares de área plantada. Considerando que a energia solar incide a uma taxa de 1340 W/m 2, podemos estimar a ordem de grandeza

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2011 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Um varal de roupas foi construído utilizando uma haste rígida DB de massa desprezível, com

Leia mais

!"#$%&'#()(%*+%(%&),*(-*./0* 1&#"234#-'*%*.4,#2)56%'*(%*/#-7%28"#2)*9:;<=>?@* Lista de Exercícios Figura 1: Ex. 1

!#$%&'#()(%*+%(%&),*(-*./0*  1ê#-'*%*.4,#2)56%'*(%*/#-7%28#2)*9:;<=>?@* Lista de Exercícios Figura 1: Ex. 1 ! *!"#$%&'#()(%*+%(%&),*(-*./0* "#$%&'!(#!)$*#$+,&-,.!/'(#0,*#1!#!"-2$3-,4!5'3-,-4!670-3,(,4!8!")"5! )$*#$+,&-,!9-'1:(-3,!;!1&#"234#-'*%*.4,#2)56%'*(%*/#-7%28"#2)*9:;?@** < '! =>,(&-1#4%&#!

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM...

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM... Motores H-Compact COMPACTO, REFRIGERAÇÃO EFICIENTE A importância crescente da economia de energia, dos requerimentos ambientais, da procura por dimensões menores e das imposições dos mercados nacionais

Leia mais

Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas. para trás (Limit Load)

Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas. para trás (Limit Load) Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas para trás (Limit Load) Rua Rio de Janeiro, 528 CEP 065-0 Fazendinha Santana do Parnaíba SP 1 Índice 1- Fundamentos 3 2- Curvas características

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 5 Carga Axial e Princípio de Saint-Venant Carga Axial A tubulação de perfuração de petróleo suspensa no guindaste da perfuratriz está submetida a cargas e deformações axiais extremamente grandes,

Leia mais

a) os módulos das velocidades angulares ωr NOTE E ADOTE

a) os módulos das velocidades angulares ωr NOTE E ADOTE 1. Um anel condutor de raio a e resistência R é colocado em um campo magnético homogêneo no espaço e no tempo. A direção do campo de módulo B é perpendicular à superfície gerada pelo anel e o sentido está

Leia mais

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos ENERGIA Grandeza escalar que existe na natureza em diversas formas: mecânica, térmica, elétrica, nuclear, etc. Não pode ser criada nem destruída;

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta Questão 1 Na natureza, muitos animais conseguem guiar-se e até mesmo caçar com eficiência, devido à grande sensibilidade que apresentam para a detecção de ondas, tanto eletromagnéticas quanto mecânicas.

Leia mais

Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer

Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer 1) A bola de 2,0 kg é arremessada de A com velocidade inicial de 10 m/s, subindo pelo plano inclinado. Determine a distância do ponto D até

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

Gráficos: Q2)Para cada função posição x(t) diga se a aceleração é positiva, negativa ou nula.

Gráficos: Q2)Para cada função posição x(t) diga se a aceleração é positiva, negativa ou nula. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA-CFM DEPARTAMENTO DE FÍSICA FSC 5107 FÍSICA GERAL IA Semestre 2012.2 LISTA DE EXERCÍCIOS 2 - MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO Gráficos: Q1) Para cada gráfico seguinte de

Leia mais

Como otimizar o desempenho e minimizar o tamanho em aplicações de alta velocidade Motores CC sem escova de alto desempenho

Como otimizar o desempenho e minimizar o tamanho em aplicações de alta velocidade Motores CC sem escova de alto desempenho thinkmotion Como otimizar o desempenho e minimizar o tamanho em aplicações de alta velocidade Motores CC sem escova de alto desempenho I. Introdução II. III. IV. Otimização de um motor CC sem escova para

Leia mais

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores Robótica Industrial Projeto de Manipuladores Robôs são os típicos representantes da Mecatrônica. Integram aspectos de: Manipulação Sensoreamento Controle Comunicação 1 Robótica e Mecatrônica 2 Princípios

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador DESCRITIVO TÉCNICO Nome Equipamento: Máquina automática para corte de silício 45º e perna central até 400 mm largura Código: MQ-0039-NEP Código Finame: *** Classificação Fiscal: 8462.39.0101 1 Alimentador

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Embreagens são elementos que

Leia mais

FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I

FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I FEP195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I Prova Substitutiva - Gabarito 1. Um corpo de massa m, enfiado em um aro circular de raio R situado em um plano vertical, está preso por uma mola de

Leia mais

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20.

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20. 11 FÍSICA Um bloco de granito com formato de um paralelepípedo retângulo, com altura de 30 cm e base de 20 cm de largura por 50 cm de comprimento, encontra-se em repouso sobre uma superfície plana horizontal.

Leia mais

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Professor: Armando Sá Ribeiro Jr. Disciplina: ENG285 - Resistência dos Materiais I-A www.resmat.ufba.br 5ª LISTA

Leia mais

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS Layout e descrição do sistema Componentes do Sistema w Acoplamento de Segurança MSC II Malmedie w Disco de freio de baixa inércia PINTSCH BUBENZER LiTec w

Leia mais

www.siemens.com.br/acionamentos SINAMICS V60 A solução perfeita para aplicações básicas de servo.

www.siemens.com.br/acionamentos SINAMICS V60 A solução perfeita para aplicações básicas de servo. www.siemens.com.br/acionamentos SINAMICS V60 A solução perfeita para aplicações básicas de servo. SINAMICS V60 com servomotores 1FL5 A solução para aplicações básicas de servo A tecnologia servo-drive

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem:

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem: Física QUESTÃO 1 Um contêiner com equipamentos científicos é mantido em uma estação de pesquisa na Antártida. Ele é feito com material de boa isolação térmica e é possível, com um pequeno aquecedor elétrico,

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 1 SSC MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 ANDAIME FACHADEIRO CONTRATANTE: Nopin Brasil Equipamentos para Construção Civil Ltda ENDEREÇO: Rodovia RS 122 nº 7470 Pavilhões 10 e 11 95110-310 Caxias do Sul - RS

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho

Leia mais

DINÂMICA DE MÁQUINAS

DINÂMICA DE MÁQUINAS DINÂMICA DE MÁQUINAS CAPITULO 2 Momentos de inércia de componentes de máquinas com diferentes geometrias 1. O corpo composto mostrado na figura consiste em uma barra esbelta de 3 kg e uma placa fina de

Leia mais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V 160C V 160G Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V160C, V160G Compacto, rápido, universal Aumente a produtividade Sistema Forte com máquinas verticais O sistema modular efici- compactas

Leia mais

FÍSICA. Dados: Velocidade da luz no vácuo: 3,0 x 10 8 m/s Aceleração da gravidade: 10 m/s 2 1 4πε. Nm 2 /C 2

FÍSICA. Dados: Velocidade da luz no vácuo: 3,0 x 10 8 m/s Aceleração da gravidade: 10 m/s 2 1 4πε. Nm 2 /C 2 Dados: FÍSICA Velocidade da luz no vácuo: 3,0 x 10 8 m/s Aceleração da gravidade: 10 m/s 1 4πε 0 = 9,0 10 9 Nm /C Calor específico da água: 1,0 cal/g o C Calor latente de evaporação da água: 540 cal/g

Leia mais

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02 Quando necessário considere: g = 10 m/s 2, densidade da água = 1 g/cm 3, 1 atm = 10 5 N/m 2, c água = 1 cal/g. 0 C, R = 8,31 J/mol.K, velocidade do som no ar = 340 m/s e na água = 1500 m/s, calor específico

Leia mais

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS VENTILADORES AXIAL UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS DESCRIÇÃO E NOMENCLATURA DE VENTILADORES AXIAL Diâmetro Fabricação Aspiração Rotor Empresa Ex: EAFN 500 Diâmetro da seleção Tipo de Fabricação G = Gabinete

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O acoplamento ACRIFLEX AD, consiste em dois flanges simétricos inteiramente usinados, pinos de aço com superfícies retificadas e buchas amortecedoras de borracha nitrílica à prova

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Gabarito dos Exames para o 1º e 2º Anos 1ª QUESTÃO Movimento Retilíneo Uniforme Em um MRU a posição s(t) do móvel é dada por s(t) = s 0 + vt, onde s 0 é a posição

Leia mais

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km 14 A foto, tirada da Terra, mostra uma seqüência de 12 instantâneos do trânsito de Vênus em frente ao Sol, ocorrido no dia 8 de junho de 2004. O intervalo entre esses instantâneos foi, aproximadamente,

Leia mais

TIPO-A FÍSICA. r 1200 v média. Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Resposta: 27

TIPO-A FÍSICA. r 1200 v média. Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Resposta: 27 1 FÍSICA Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 01. Considere que cerca de 70% da massa do corpo humano é constituída de água. Seja 10 N, a ordem de grandeza do número de moléculas de água no corpo de um

Leia mais

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo CAPA Na capa da Ficha Técnica devem estar claramente as informações para identificação da equipe, escola, número do carro, semelhante às capas utilizadas nos relatórios de projeto da competição nacional.

Leia mais

Dimensões 01深溝玉.indd 138 01深溝玉.indd 138 2007/08/22 16:27:39 2007/08/22 16:27:39

Dimensões 01深溝玉.indd 138 01深溝玉.indd 138 2007/08/22 16:27:39 2007/08/22 16:27:39 Dimensões Rolamento Fixo de Esferas Precisão Página 52 Folga interna Página 64 Dimensões de anel de retenção Página 45 Devido à sua versatilidade, o Rolamento Fixo de Esferas de Uma Carreira é o tipo

Leia mais

Atuadores giratórios 2SC5. Complementação das Instruções de uso SIPOS 5. Sujeito a alterações sem aviso prévio!

Atuadores giratórios 2SC5. Complementação das Instruções de uso SIPOS 5. Sujeito a alterações sem aviso prévio! Atuadores giratórios 2SC5 Complementação das Instruções de uso SIPOS 5 Edição 03.13 Sujeito a alterações sem aviso prévio! Conteúdo Complementação das instruções de uso SIPOS 5 Conteúdo Conteúdo 1 Fundamentos...

Leia mais

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2 F128-Lista 11 1) Como parte de uma inspeção de manutenção, a turbina de um motor a jato é posta a girar de acordo com o gráfico mostrado na Fig. 15. Quantas revoluções esta turbina realizou durante o teste?

Leia mais

NOVO DURO-TA XT PLACA MECÂNICA. Leve e flexível para peças grandes e pequenas

NOVO DURO-TA XT PLACA MECÂNICA. Leve e flexível para peças grandes e pequenas NOVO DURO-TA XT PLACA MECÂNICA Leve e flexível para peças grandes e pequenas DURO-TA XT PLACA MECÂNICA Para atender os requisitos de flexibilidade, acessibilidade de peça e redução de peso de tornos mecânicos

Leia mais

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET CONJUNTOS DE FACAS WINDJET CONJUNTO DE FACAS WINDJET SOPRADORES CONJUNTOS DE FACAS WINDJET SUMÁRIO Página Visão geral dos pacotes de facas de ar Windjet 4 Soprador Regenerativo 4 Facas de ar Windjet 4

Leia mais

CENTROS DE USINAGEM VERTICAL

CENTROS DE USINAGEM VERTICAL CENTROS DE USINAGEM VERTICAL Desenho construtivo das máquinas para oferecer Alta Rigidez, Alta Velocidade e Alta Precisão A estrutura da máquina é basicamente em ferro fundido MEEHANITE, estabilizado e

Leia mais

Acionamento de palhetas giratórias, Série RAK Ângulo de rotação: 30-270 Acionamento de palhetas giratórias, com efeito duplo Tipo de eixo: unilateral

Acionamento de palhetas giratórias, Série RAK Ângulo de rotação: 30-270 Acionamento de palhetas giratórias, com efeito duplo Tipo de eixo: unilateral Acionamentos giratórios Acionamento de palhetas giratórias 1 Pressão de operação mín/máx Veja a tabela abaixo Temperatura ambiente min./máx. Veja a tabela abaixo Temperatura de produto mín/máx. - C / +60

Leia mais

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Onde estamos? Nosso roteiro ao longo deste capítulo A equação do movimento Equação do movimento

Leia mais

Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO. Comentário: Energia de Capacitor. Comentário: Questão sobre atrito

Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO. Comentário: Energia de Capacitor. Comentário: Questão sobre atrito Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO A prova de física exigiu um bom conhecimento dos alunos. Há questões relacionadas principalmente com a investigação e compreensão dos

Leia mais

Estrategia de resolução de problemas

Estrategia de resolução de problemas Estrategia de resolução de problemas Sistemas Isolados (p. 222) Muitos problemas na física podem ser resolvidos usando-se o princípio de conservação de energia para um sistema isolado. Deve ser utilizado

Leia mais

PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA)

PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA) PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA) 33 - Sete bilhões de habitantes, aproximadamente, é a população da Terra hoje. Assim considere a Terra uma esfera carregada positivamente, em que cada habitante seja

Leia mais

Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de Admissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx

Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de Admissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de dmissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx Questão Concurso 009 Uma partícula O descreve um movimento retilíneo uniforme e está

Leia mais

ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS. Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá

ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS. Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá Márcio Tadeu de Almeida Universidade Federal de Itajubá Trabalho apresentado na 6 a Conferência

Leia mais

acessórios e equipamento opcional para trituradores de madeira tp designed manufac tur ed denmar k Reliable Chipping

acessórios e equipamento opcional para trituradores de madeira tp designed manufac tur ed denmar k Reliable Chipping acessórios e equipamento opcional para trituradores de madeira tp designed manufac tur ed denmar k Reliable Chipping adapte o triturador de madeira tp à medida dos seus desafios A Linddana tem trabalhado

Leia mais

Rolamentos para Siderurgia Guia de Produtos

Rolamentos para Siderurgia Guia de Produtos Rolamentos para Siderurgia Guia de Produtos CAT. No. 9211 P NTN NTN Produtos que trazem benefícios em várias aplicações Equipamentos de siderurgia pertencem a grandes linhas que operam 24 horas por dia,

Leia mais

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos ACRIFLEX AG são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre eles, de borracha sintética de elevada resistência

Leia mais

Física. Resolução. Q uestão 01 - A

Física. Resolução. Q uestão 01 - A Q uestão 01 - A Uma forma de observarmos a velocidade de um móvel em um gráfico d t é analisarmos a inclinação da curva como no exemplo abaixo: A inclinação do gráfico do móvel A é maior do que a inclinação

Leia mais

Caixas para rolamentos e

Caixas para rolamentos e Caixas para rolamentos e acessórios Série SNN e Série SD NSK, sua provedora de soluções Os números e sua história comprovam o sucesso A NSK é uma das líderes mundiais na fabricação de rolamentos: com 62

Leia mais

UNIDADE 10 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO LISTA DE EXERCÍCIOS

UNIDADE 10 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO LISTA DE EXERCÍCIOS INTRODUÇÃO À FÍSICA turma MAN 26/2 profa. Marta F. Barroso UNIDADE 1 LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE 1 ESTUDOS DE MECÂNICA - INÍCIO Exercício 1 Movendo-se com velocidade constante de 15 m/s, um trem, cujo

Leia mais

HYDRUS MEDIDOR ULTRASSÔNICO

HYDRUS MEDIDOR ULTRASSÔNICO HYDRUS APLICAÇÃO Medidor de água ultrassônico estático para medição e registro precisos em todas as aplicações de fornecimento de água. CARACTERÍSTICAS 4 Comunicação de dados reais, telegrama de medição

Leia mais

Leis de Conservação. Exemplo: Cubo de gelo de lado 2cm, volume V g. =8cm3, densidade ρ g. = 0,917 g/cm3. Massa do. ρ g = m g. m=ρ.

Leis de Conservação. Exemplo: Cubo de gelo de lado 2cm, volume V g. =8cm3, densidade ρ g. = 0,917 g/cm3. Massa do. ρ g = m g. m=ρ. Leis de Conservação Em um sistema isolado, se uma grandeza ou propriedade se mantém constante em um intervalo de tempo no qual ocorre um dado processo físico, diz-se que há conservação d a propriedade

Leia mais

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo?

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo? 1. (Enem 2013) A Lei da Gravitação Universal, de Isaac Newton, estabelece a intensidade da força de atração entre duas massas. Ela é representada pela expressão: F G mm d 1 2 2 onde m1 e m2 correspondem

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III Questões COVEST Física Mecânica Prof. Rogério Porto Assunto: Cinemática em uma Dimensão III 1. Um atleta salta por cima do obstáculo na figura e seu centro de gravidade atinge a altura de 2,2 m. Atrás

Leia mais

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO Professor: XERXES DATA: 22 / 11 / 2015 RECUPERAÇÃO FINAL FORÇA ELÉTRICA (LEI DE COULOMB) FÍSICA Para todas as questões, considere a constante eletrostática no vácuo igual a 9.10

Leia mais

Exercícios 6 Aplicações das Leis de Newton

Exercícios 6 Aplicações das Leis de Newton Exercícios 6 plicações das Leis de Newton Primeira Lei de Newton: Partículas em Equilíbrio 1. Determine a intensidade e o sentido de F de modo que o ponto material esteja em equilíbrio. Resp: = 31,8 0,

Leia mais

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR TC 3 UECE - 03 FASE MEICINA e EGULA SEMANA 0 a 5 de dezembro POF.: Célio Normando. A figura a seguir mostra um escorregador na forma de um semicírculo de raio = 5,0 m. Um garoto escorrega do topo (ponto

Leia mais

ACOPLAMENTOS DE TAMBOR

ACOPLAMENTOS DE TAMBOR ACOPLAMENTOS DE TAMBOR T H E O R I G I N A L Série ÍNDICE Aplicação 3-4 Projeto e características 5 Seleção de tamanho 6-7 Tabela de dimensões dos 8 Conexão do acoplamento / tambor do cabo 9 Conexões do

Leia mais

Lista de Exercícios de Física

Lista de Exercícios de Física Lista de Exercícios de Física Assunto: Dinâmica do Movimento Circular, Trabalho e Potência Prof. Allan 1- Um estudante, indo para a faculdade, em seu carro, desloca-se num plano horizontal, no qual descreve

Leia mais

ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES E RESPECTIVOS ESPAÇOS PARA RESPOSTAS. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS

ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES E RESPECTIVOS ESPAÇOS PARA RESPOSTAS. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES E RESPECTIVOS ESPAÇOS PARA RESPOSTAS. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS A correção de cada questão será restrita somente ao que estiver registrado no espaço

Leia mais

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril.

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril. A UU L AL A Mandrilamento Nesta aula, você vai tomar contato com o processo de mandrilamento. Conhecerá os tipos de mandrilamento, as ferramentas de mandrilar e as características e funções das mandriladoras.

Leia mais

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002 Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior Goulds Pumps Goulds Modelos 5150/VJC Bombas cantiléver verticais Projetadas para lidar com lamas corrosivas

Leia mais

Resolução de Provas 2009

Resolução de Provas 2009 Resolução de Provas 2009 01.No bebedouro doméstico representado na figura, a água do garrafão virado para baixo, de boca aberta, não vaza para o recipiente onde ele se apóia, devido à pressão atmosférica.

Leia mais

Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 10 Ensaio de Torção. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 10 Ensaio de Torção. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 10 Ensaio de Torção Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Torção. Propriedades Avaliadas do Ensaio. Exemplos de Cálculo. Definições O ensaio de torção consiste em aplicação

Leia mais

CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos.

CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos. INTRODUÇÃO À CINEMÁTICA REPOUSO OU MOVIMENTO? DEPENDE DO REFERENCIAL! CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos. REFERENCIAL.

Leia mais