PROCESSO Nº: APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO APELANTE: CLODIONOR CARVALHO DE ARAUJO (e outro)

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1 PROCESSO Nº: APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO APELANTE: CLODIONOR CARVALHO DE ARAUJO (e outro) ADVOGADO: ELZILENE MARIA DE QUEIROZ PEREIRA (e outro) APELADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS (e outro) ADVOGADO: WALD CORDEIRO DA ROCHA QUEIROZ (e outro) RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL MANOEL DE OLIVEIRA ERHARDT - 1º TURMA RELATORIO 1. Trata-se de apelação do INSS em face da sentença que julgou em parte o pedido deduzido na peça inaugural, reconhecendo como especial os períodos laborados pelo autor entre 1º/08/1974 a 23/12/1974, de 15/05/1975 a 28/04/1995 e de 29/04/1995 a 14/10/1998. Determinando a conversão em tempo de serviço comum e incluindo na revisão da RMI o tempo de contribuição reconhecido como especial, bem como pagar as diferenças entre o valor da aposentadoria por tempo de contribuição concedida e a nova RMI, a partir da DER (28/11/ v. Id ), conforme requerido na petição inicial, até a efetiva implantação da nova RMI, ressalvadas as prestações anteriores a 14/01/2009, porque atingidas pela prescrição quinquenal, incidindo juros de mora de 0,5% (meio por cento) ao mês, desde a citação, e correção monetária na forma da lei, tudo devidamente calculado quando da execução do presente decisum. Honorários advocatícios fixados em 10% (dez por cento) do valor da condenação até a data da sentença (Súmula 111 STJ). 2. O INSS, em sede de razões recursais, alega que não há enquadramento nos quadros anexos aos Decretos /64 e , tampouco laudos periciais ou outros documentos contemporâneos, que comprovem a insalubridade da função Geólogo, em relação aos períodos de 1º/08/1974 a 23/12/1974, de 15/05/1975 a 28/04/1995 e de 29/04/1995 a 14/10/ Contrarrazões apresentadas. 4. É o que havia de relevante para relatar. PROCESSO Nº: APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO APELANTE: CLODIONOR CARVALHO DE ARAUJO (e outro) ADVOGADO: ELZILENE MARIA DE QUEIROZ PEREIRA (e outro) APELADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS (e outro) ADVOGADO: WALD CORDEIRO DA ROCHA QUEIROZ (e outro) RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL MANOEL DE OLIVEIRA ERHARDT - 1º TURMA 1. Versa a matéria dos presentes autos da possibilidade (ou não) do reconhecimento do tempo de serviço especial, exercido pelo autor para concessão da aposentadoria especial.

2 2. Inicialmente, apresenta-se indispensável tecer algumas considerações a respeito das condições de trabalho prestado em regime especial para efeito de aposentadoria. 3. A aposentadoria especial foi instituída pelo art. 31, da Lei 3.807/60, e pode ser conceituada como sendo o benefício decorrente do trabalho realizado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física do segurado, de acordo com a previsão de lei. 4. A Lei 8.213/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social, assim disciplinou a aposentadoria especial: Art A aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta Lei, ao segurado que tiver trabalhado durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, sujeitas a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. 5. Por sua vez, o Decreto 611/92, ao regulamentar a Lei 8.213/91, reiterou o disposto nos anexos I e II dos Decretos /79 e /64, possibilitando a aposentação por segurados pertencentes a determinadas categorias, conforme o disposto no seu art. 292, in verbis: Art Para efeitos de concessão das aposentadorias especiais, serão considerados os anexos I e II do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, aprovados pelo Decreto , de 24 de janeiro de 1979, e o anexo do Decreto , de 25 de março de 1964, até que seja promulgada a lei que disporá sobre as atividades prejudiciais à saúde e a integridade física. 6. O atual regramento legal deste benefício foi basicamente delineado pela Lei 9.032/95, que excluiu a possibilidade de alguns se aposentarem de modo precoce, sem comprovação da nocividade de sua atividade, somente por pertencerem a determinadas categorias profissionais. 7. Dessa forma, atualmente, não se admite mais o enquadramento por atividade para concessão do benefício, mas, sim, a comprovação efetiva da atividade em condições especiais, em face da Lei 9.032/95, que, ao alterar o dispositivo insculpido no art. 57, parág. 3o., da Lei 8.213/91, passou exigir como condição sine qua non para a concessão da aposentadoria especial, além das anteriormente exigidas, também o tempo de trabalho de maneira permanente, não ocasional, nem intermitente, em condições especiais que prejudiquem a saúde e a integridade física, durante o período mínimo de 15, 20, ou 25 anos. 8. No entanto, tais classificações, quanto a atividades e agentes nocivos, são meramente exemplificativas visto que é a presença do agente danoso no processo produtivo e no meio ambiente de trabalho quem determina o benefício.

3 9. Partilha do mesmo entendimento da doutrina a jurisprudência dos Tribunais, através de inúmeros acórdãos: PREVIDENCIÁRIO. TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL. ATIVIDADE PROFISSIONAL: DECRETOS NS /1964 E /79. ROL EXEMPLIFICATIVO. ENGENHEIRO ELETRÔNICO. EQUIPARAÇÃO A ENGENHEIRO ELETRICISTA. RESOLUÇÃO 218/73 DO CONFEA. 1. De acordo com a jurisprudência do STJ, o rol de atividades consideradas insalubres, perigosas ou penosas previstas nos Decretos ns /1964 e /79 é apenas exemplificativo; de tal forma que "a ausência do enquadramento da atividade desempenhada não inviabiliza a sua consideração para fins de concessão de aposentadoria" (REsp /PB, Rel. Ministro Hamilton Carvalhido, Sexta Turma, julgado em 18/11/2004, DJ 01/02/2005, p. 668). (TRF 1R., AC , Primeira Turma, Rel. Des. Federal Conv. CHARLES RENAUD FRAZAO DE MORAES, DJU , p.15). 10. Ademais, o caput do art. 57, da Lei 8.213/91 não distingue que espécie de segurado é que terá direito à referida aposentadoria, o que importa dizer que pode ser qualquer deles; a condição fundamental é, portanto, a comprovação pelo segurado da efetiva exposição aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, pelo período equivalente ao exigido para a concessão do benefício. 11. Portanto, a legislação superveniente não poderia afastar o direito adquirido do trabalhador, deixando-o desamparado, depois de, efetivamente, ter exercido atividades sob condições desfavoráveis à sua integridade física; de maneira que, para o reconhecimento das atividades como de natureza especial é necessário o demandante comprovar, tão só, o exercício de atividade perigosas, insalubres ou penosas. 12. Após minuciosa análise dos autos, verifico que os fundamentos exarados na decisão recorrida identificam-se, perfeitamente, com o entendimento deste Relator, motivo pelo qual penso que uma nova análise extensiva sobre a demanda seria despicienda, uma vez que o julgado paradigma tende a ser confirmado. 13. Nesse sentido destaco: [...] O centro da presente lide consiste em avaliar se as atividades exercidas pela parte autora podem ser enquadradas como especiais para o fim de concessão do benefício de aposentadoria especial. Quanto ao período de 24/02/1967 a 31/07/1969 em que o autor exerceu atividades laborais junto ao Empregador Sebastião Araújo Lima, espécie de estabelecimento de agência de transporte coletivo, conforme cópia da CTPS que consta no Id , desempenhando a função de escriturário, não vislumbro como reconhecer a especialidade da atividade desempenhada, porquanto não há previsão de especialidade da referida atividade profissional pelos Decretos /64 e /79 e não há PPP e tampouco SB-40, DISES BE 5235, DSS 8030 e DIRBEN 8030 indicando exposição a agentes

4 nocivos. Relativamente aos períodos trabalhado junto à Serviços Técnicos de Geologia e Mineração (SECTEC), de 1º/08/1974 a 23/12/1974, e junto à Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), de 15/05/1975 a 28/04/1995, na função também de geólogo, conforme cópia da CTPS contida nos Ids e , sob a perspectiva de que até a edição da Lei nº 9.032, de 28/04/1995, a comprovação do exercício de atividade especial era, em rigor, realizada através do simples cotejo da categoria profissional em que se inseria o segurado com o rol de atividades discriminadas nos anexos do Decreto nº /1964 e do Decreto nº /1979, inexistindo, em regra, a exigência de que a prova da especialidade laboral fosse feita por via de formulários e/ou de laudo pericial, resta, pois, indagar, em princípio, se a função de Geólogo exercida pelo Autor durante o lapso de 1º/08/1974 a 23/12/1974 e de 15/05/1975 a 28/04/1995 enquadra-se, ou não, no rol de atividades profissionais contempladas pelos referidos Decretos. A Lei nº 4.076, de 23/06/1962, que regula o exercício da profissão de Geólogo, prescreve em seu art. 7º que (grifei): "Art. 7º A competência e as garantias atribuídas por esta lei aos geólogos ou engenheiros-geólogos são concedidas sem prejuízo dos direitos e prerrogativas conferidos a outros profissionais da engenharia pela legislação que lhes é específica." Essa equiparação jurídica entre os Geólogos e os Engenheiros tem razão de ser em virtude de os Geólogos comumente atuarem juntamente com Engenheiros em obras de Engenharia, como construção de rodovias, ferrovias, túneis, metrôs e barragens, dividindo seu tempo entre os trabalhos de laboratório e escritório e as pesquisas de campo, realizadas in loco, sobretudo para fins de obtenção de dados sobre o solo, realização de medições geodésicas e avaliações de impacto ambiental, fundamentais para edificações de grande porte. Noutro giro, algumas especialidades da Engenharia, entre as quais as relativas aos Engenheiros de Construção Civil, de Minas, Metalurgia e Eletricistas eram qualificadas como insalubres pelo Item do Código do Anexo do Dec. nº /1964. Conquanto tenha sido revogado pelo Dec. nº /1968, a Lei nº 5.527/1968 revigorou parte do Dec. nº /1964, restabelecendo, assim, a presunção de insalubridade do trabalho prestado por referidas categorias de Engenheiros. Essas categorias profissionais só passaram a ter a obrigação de comprovar a efetiva exposição a agentes nocivos a partir da edição da MP nº 1.523/1996, que expressamente revogou a Lei nº 5.527/1968. Cabe destacar, nesse tocante, que o Item do Código do Anexo II do Dec. nº /1979, também contemplava os Engenheiros Químicos, Mecânicos e de Minas. No caso em tela, entendo que o exercício da função de Geólogo, nos períodos de 1º/08/1974 a 23/12/1974 e de 15/05/1975 a 28/04/1995, respectivamente junto à Serviços Técnicos de Geologia e Mineração (SECTEC) e à Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), há de ser, sim, qualificado como especial, para fins previdenciários, em face da profissão exercida, consoante a intentio juris almejada pela legislação anteriormente aludida. [...] Quanto ao tempo de labor junto à empresa Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), de 29/04/1995 a 14/10/1998, verifico que o autor apresentou formulário DSS/8030 (v. Id ), LTCAT, firmado por Engenheiro de Segurança do Trabalho (v. Id ) e PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário (v. Id ), em que consta que esteve exposto a agentes insalubres durante esse período.

5 Depreendo dos formulários do tipo DSS-8030, Perfil Profissiográfico Individual e do Laudo Técnico, firmado por Engenheiro de Segurança do Trabalho, que no exercício da função de Geólogo, o Autor estava exposto a diversos agentes nocivos e que as atividades desenvolvidas envolviam condições adversas à saúde conforme descreve o DSS-8030, verbis:... estudos geológicos em escavações, poços, trincheiras e galerias subterrâneas, extração de amostras de minérios em trabalhos mineiros de subsuperfície, acompanhamento de sondagem para pesquisa de água subterrânea e de minérios; mapeamento geológico e superfície e levantamentos geoquímicos exposto às intempéries e mapeamento geológico subterrâneo; estudos e pesquisas de depósitos e jazidas minerais em garimpos e minas ativas e abandonadas, envolvendo desmonte de rocha em superfície e subsuperfície, para propecção (sic) de ouro, scheelita; realização de testes para análises quantitativas de minérios ácidos, reagentes químicos e detectores de radiação. Corroborando para este entendimento, destaco alguns trechos relevantes do DSS-8030 (v. Id ): 2 - LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DO SETOR ONDE TRABALHA Trabalho de campo nos sertões semi-áridos do Nordeste do Brasil de clima extremamente quente (temperaturas em torno de 40º centígrados) em zonas pantanosas de manguesais da faixa costeira nordestina e na Amazônia legal, exposto a sol e chuva, em regiões de depressões ou serranas; trilhas, riachos e picadas; em poços, trincheiras, túneis, galerias, canteiros de obras subterrâneas e campos de sondagem. (...). 4 - AGENTES NOCIVOS Contato com minerais como berílio, chumbo, cromo, fósforo, manganês, amianto, talco, silicatos, turfa, diatomito e outros, manuseio de drogas e reagentes químicos (ácidos, bases e sais), manuseio de mercúrio e bromofórmio; Nessas condições, é possível o enquadramento, como especial, das atividades exercidas pelo autor, no período de 29/04/1995 a 14/10/1998 em face da

6 exposição permanente, não ocasional nem intermitente aos agentes químicos enquadrados nos Decretos: berílio (1.2.2 do Anexo do Decreto nº /64 e do Anexo I do Decreto nº /79), chumbo (1.2.4 dos Anexos dos Decretos nºs /64 e /79), cromo (1.2.5 dos Anexos dos Decretos nºs /64 e /79), poeiras minerais nocivas ( do Anexo do Decreto nº /64) e sílica, silicatos, carvão, cimento e amianto ( do Anexo I do Decreto nº /79) dentre outros. A seu turno, conquanto o autor tenha alegado que exerceu suas atividades sob condições especiais no período de 15/10/1998 a 11/06/2003, não deflui de nenhum dos documentos juntados aos autos que tenha trabalhado efetivamente sob condições prejudiciais à saúde ou à integridade física durante esse período. Em verdade, o formulário do tipo DSS-8030 (v. Id ) faz referência apenas ao período de 05/75 a 07/98, por sua vez o PPP (v. Id ) é expresso ao afirmar que no perído de 15/10/1998 até 11/06/2003 o autor exercia a atividade de: "Chefe da Residência de Fortaleza, desenvolvendo-se (sic) atividades de planejamento, gestão administrativa, de recursos humano e financeiro". Nessas condições, não é possível o enquadramento, como especial, das atividades exercidas pelo autor no período de 15/10/1998 a 11/06/2003. Examinando os autos, verifico que, convertendo o tempo ora reconhecido como especial em comum e somando ao tempo comum, contava o autor, quando do requerimento administrativo, com o tempo comum corresponde a 40 anos, 5 meses e 17 dias de acordo com o demonstrado na tabela a seguir: EMPRESA / ÓRGÃO ADMISSÃO RESCISÃO ANOS MESES DIAS Serviços Técnicos de Geologia e Mineração 1º/08/ /12/ (SECTEC) Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais 15/05/ /04/ (CPRM) Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais 29/04/ /10/ (CPRM) EMPREGADOR SEBASTIÃO ARAÚJO LIMA 24/02/ /07/ Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais 15/10/ /06/ (CPRM) TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO DOS PERÍODOS ACIMA TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO COM O FATOR DE 1,4 (Decreto 3.048/99) TEMPO CONVERTIDO A SER ACRESCIDO Assim sendo, deve ser acrescido ao tempo de contribuição do autor o período de 9(nove) anos, 6(seis) meses e 12 (doze) dias, o que acrescido ao tempo comum corresponde a 40 (quarenta) anos, 5 (cinco) meses e 16 (dezesseis) dia. Tenho, assim, que o autor não faz jus à aposentadoria especial, na medida em que não contava, quando do requerimento administrativo (DER - 28/11/ v. Id ), 25 anos de contribuição, mas tão somente 23 (vinte e três) anos, 9 (nove) meses e 30 (trinta) dias (art. 201, 1º, CF/88, c/c art. 57, Lei 8.213/91). Destarte, nessas condições, é possível o enquadramento, como especial, das atividades exercidas pelo autor, por atividade profissional de Geólogo e em razão da exposição a agentes nocivos, nos períodos de 1º/08/1974 a 23/12/1974, 15/05/1975 a 28/04/1995 e de 29/04/1995 a 14/10/1998. Cumpre ressaltar que os citados períodos especiais devem ser convertidos com o fator 1,4 (um vírgula quatro), consoante art. 64, do Decreto 3.048/99, uma vez que as atividades expostas aos agentes nocivos descritos correspondem a trabalho mínimo de 25 anos.

7 ' 14. Por tais razões, nego provimento à remessa oficial e à apelação. 15. É como voto. PROCESSO Nº: APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO APELANTE: CLODIONOR CARVALHO DE ARAUJO (e outro) ADVOGADO: ELZILENE MARIA DE QUEIROZ PEREIRA (e outro) APELADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS (e outro) ADVOGADO: WALD CORDEIRO DA ROCHA QUEIROZ (e outro) RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL MANOEL DE OLIVEIRA ERHARDT - 1º TURMA 1. Versa a matéria dos presentes autos da possibilidade (ou não) do reconhecimento do tempo de serviço especial, exercido pelo autor na condição de segurado especial, para concessão da aposentadoria. 2. O INSS, em sede de razões recursais, alega que não há enquadramento nos quadros anexos aos Decretos /64 e , tampouco laudos periciais ou outros documentos contemporâneos, que comprovem a insalubridade da função Geólogo, em relação aos períodos de 1º/08/1974 a 23/12/1974, de 15/05/1975 a 28/04/1995 e de 29/04/1995 a 14/10/ Para a demonstração da permanência e habitualidade da atividade insalubre não é necessária a exposição ao agente agressivo durante toda a jornada laboral, mas apenas o exercício de atividade, não ocasional, nem intermitente, que o exponha habitualmente a condições especiais, prejudiciais à sua saúde ou integridade física, o que restou devidamente demonstrado nos autos (Precedentes: TRFF1 AC , Juiz Federal Itelmar Raydan Evangelista, ; TRF2, AC , Des. Federal Aluisio Gonçalves de Castro Mendes, ;). 4. Após minuciosa análise dos autos, verifico que os fundamentos exarados na decisão recorrida identificam-se, perfeitamente, com o entendimento deste Relator, motivo pelo qual penso que uma nova análise extensiva sobre a demanda seria despicienda, uma vez que o julgado paradigma tende a ser confirmado. 5. No caso, 'entendo que o exercício da função de Geólogo, nos períodos de 1º/08/1974 a 23/12/1974 e de 15/05/1975 a 28/04/1995, respectivamente junto à Serviços Técnicos de Geologia e Mineração (SECTEC) e à Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), há de ser, sim, qualificado como especial, para fins previdenciários, em face da profissão exercida. Depreendo dos formulários do tipo DSS-8030, Perfil Profissiográfico Individual e do Laudo Técnico, firmado por Engenheiro de Segurança do Trabalho, que no exercício da função de Geólogo, o Autor estava exposto a diversos agentes nocivos e que as atividades desenvolvidas envolviam condições adversas à saúde conforme descreve o DSS Quanto ao tempo de labor junto à empresa Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), de 29/04/1995 a 14/10/1998, verifico que o autor apresentou formulário DSS/8030 (v. Id ), LTCAT, firmado por Engenheiro de Segurança do Trabalho (v. Id ) e PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário (v. Id ), em que consta que esteve exposto a agentes insalubres durante esse período. 5. Remessa oficial e apelação improvidas.

8 PROCESSO Nº: APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO APELANTE: CLODIONOR CARVALHO DE ARAUJO (e outro) ADVOGADO: ELZILENE MARIA DE QUEIROZ PEREIRA (e outro) APELADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS (e outro) ADVOGADO: WALD CORDEIRO DA ROCHA QUEIROZ (e outro) RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL MANOEL DE OLIVEIRA ERHARDT - 1º TURMA Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima mencionadas, ACORDAM os Desembargadores Federais da Primeira Turma do TRF da 5a. Região, por unanimidade, em negar provimento à remessa oficial e à apelação, nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas constantes dos autos, que ficam fazendo parte do presente julgado.

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