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1 JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA DECORRENTES DE SENTENÇA Novély Vilanova da Silva Reis. Juiz Federal em Brasília. JUROS Qualquer débito decorrente de decisão judicial, incidem juros ainda que omisso o pedido inicial ou a sentença (Súmula 254/STF: Incluem-se os juros moratórios na liquidação, embora omisso o pedido inicial ou a condenação ). O início da contagem e a taxa dos juros variam conforme a matéria decidida (cível, tributário, trabalhista e desapropriação): JUROS MORATÓRIOS EM MATÉRIA CÍVEL EM GERAL, EXCETO DE SERVIDOR PÚBLICO Início: - A partir da citação nas obrigações ilíquidas (Código Civil, art. 405); - A partir do vencimento nas obrigações líquidas (CC, art. 397); -A partir do evento danoso na ação de responsabilidade civil extracontratual (Súmula 54/STJ); - Os juros de mora nas ações relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da citação válida (Súmula 204/STJ). - 0,5% ao mês até 10/01/2003, inclusive contra a Fazenda Pública; - A partir de 11/01/2003 pela taxa selic (vigência do Novo Código Civil, art. 406) -Código Civil de 1916: Art A taxa de juros moratórios, quando não convencionada (art ), será de 6% ao ano. -Novo Código Civil: Art O inadimplemento da obrigação, positiva e líquida, no seu termo, constitui de pleno direito em mora o devedor. Art Contam-se os juros de mora desde a citação inicial Art Quando os juros moratórios não forem convencionados, ou o forem sem taxa estipulada, ou quando provierem de determinação da lei, serão fixados

2 segundo a taxa que estiver em vigor para a mora do pagamento de impostos devidos à Fazenda Nacional. -A Lei 9.250, de 26/12/1995, estabeleceu a taxa selic para o pagamento de tributos em atraso: Art. 39, 4º. A partir de 1º de janeiro de 1996, a compensação ou restituição será acrescida de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir da data do pagamento indevido ou a maior até o mês anterior ao da compensação ou restituição e de 1% relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada. Na III Jornada de Direito Civil promovida pelo Centro de Estudos Jurídicos do Conselho da Justiça Federal de 01 a 03/12/2004, foi aprovado o seguinte Enunciado 164, ficando cancelado o Enunciado 20 aprovado na I Jornada: Tendo início a mora do devedor ainda na vigência do Código Civil de 1916, são devidos juros de mora de 6% ao ano, até 10 de janeiro de 2003; a partir de 11 de janeiro de 2003 (data da entrada em vigor do Novo Código Civil), passar a incidir o art. 406 do Código Civil de 2002 (taxa selic). O que não se admite é a cumulação de juros pela taxa selic com a correção monetária, porque essa taxa possui natureza mista englobando correção monetária conforme a jurisprudência predominante do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça: a aplicação dos juros, tomando-se por base a taxa selic, afasta a cumulação de qualquer índice de correção monetária. Esse fator de atualização de moeda já se encontra considerado nos cálculos fixadores da referida taxa (REsp PR, r. Ministro José Delgado, 2 a Turma do STJ). JUROS MORATÓRIOS DEVIDOS A SERVIDOR PÚBLICO Os juros moratórios mensais são de 0,5% nos termos do art. 1º-F da Lei 9.494/94, não se aplicando o disposto no art. 406 do Código Civil (juros pela taxa selic), como decidiu o Supremo Tribunal Federal no RE , r. Ministra Ellen Gracie, Plenário em 28/02/2007 (7 votos a 4): Lei 9.494/94:

3 Art. 1º-F. Os juros de mora, nas condenações impostas à Fazenda Pública para pagamento de verbas remuneratórias devidas a servidores e empregados públicos, não poderão ultrapassar o percentual de seis por cento ao ano Novo Código Civil: Art Quando os juros moratórios não forem convencionados, ou o forem sem taxa estipulada, ou quando provierem de determinação da lei, serão fixados segundo a taxa que estiver em vigor para a mora do pagamento de impostos devidos à Fazenda Nacional. JUROS EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA Início: a partir do trânsito em julgado da sentença - 1% ao mês até 31/12/ Pela taxa selic a partir de 01/01/1996 -Súmula 188/STJ: Os juros moratórios, na repetição do indébito, são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença -Código Tributário Nacional, art. 167, 1º: Se a lei não dispuser de modo diverso, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês. -A Lei 9.250/95 dispôs de modo diverso : Art º. A partir de 1º de janeiro de 1996, a compensação ou restituição será acrescida de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir da data do pagamento indevido ou a maior até o mês anterior ao da compensação ou restituição e de 1% relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada. Como bem resumido pela Ministra Eliana Calmon, no RESp PE, após inúmeras divergências em torno da aplicação da taxa selic, a Primeira Seção desta Corte (STJ), nos EREsp s /SC, /SC e /SP, em Sessão de 14/05/2003, reafirmou o entendimento de que a

4 taxa SELIC é devida tanto na restituição quanto na compensação de tributos, assentando ainda que : a) aplicam-se os juros de mora de 1% ao mês, a partir do trânsito em julgado, nos termos do art. 161 c/c art. 167 do CTN até o advento da Lei 9.250/95; e b) com a Lei 9.250/95, aplica-se somente a taxa SELIC, que compreende correção monetária e juros de mora, a partir de 01/01/96. Assim, para as demandas ainda em curso, não tendo ocorrido o trânsito em julgado até 31/12/1995, aplica-se a taxa SELIC somente a partir de 1/1/1996. JUROS EM RECLAMAÇÃO TRABALHISTA Início: a partir do ajuizamento da reclamação (CLT, art. 883) - 0,5% ao mês até 26/02/1987 (Código Civil de 1916, art , 2º); - 1% ao mês capitalizados sobre o capital corrigido a partir de 27/02/1987 (DL 2.322/87, art. 3º); - 1% ao mês a partir de 01/03/1991 (Lei 8.177/91); - 0,5% ao mês a partir 24/08/2001 (Lei 9.494/97, art. 1º-F) -Decreto-lei 2.322, de 26/02/1987: Art. 3 Sobre a correção monetária dos créditos tra balhistas, de que trata o Decretolei n 75, de 21 de novembro de 1966 e legislação p osterior, incidirão juros, à taxa de 1% (um por cento) ao mês, capitalizados mensalmente. -Lei 8.117, de 01/03/1991: Art Aos débitos trabalhistas constantes de condena ção pela Justiça do Trabalho ou decorrentes dos acordos feitos em reclamatória trabalhista, quando não cumpridos nas condições homologadas ou constantes do termo de conciliação, serão acrescidos, nos juros de mora previstos no caput juros de um por cento ao mês, contados do ajuizamento da reclamatória e aplicados pro rata die, ainda que não explicitados na sentença ou no termo de conciliação.

5 JUROS COMPENSATÓRIOS NA DESAPROPRIAÇÃO Início: - A partir da imissão na posse na desapropriação direta; - A partir da efetiva ocupação na desapropriação indireta - 1% ao mês em ambos os casos -Súmula 113/STJ: Os juros compensatórios, na desapropriação direta, incidem a partir da imissão na posse, calculados sobre o valor da indenização corrigido monetariamente -Súmula 114/STJ: Os compensatórios, na desapropriação indireta, incidem a partir da ocupação, calculados sobre o valor da indenização, corrigido monetariamente -Súmula 618/STF: Na desapropriação, direta ou indireta, a taxa dos juros compensatórios é de 12% ao ano JUROS MORATÓRIOS NA DESAPROPRIAÇÃO DIRETA OU INDIRETA Meio por cento (0,5%) a partir do trânsito em julgado da sentença que fixa a indenização (Súmula 70 do extinto TFR). CORREÇÃO MONETÁRIA Qualquer débito decorrente de decisão judicial incide correção monetária, ainda que omisso o pedido inicial ou a sentença. Relativamente ao termo inicial existem algumas particulares conforme a matéria decidida na sentença: NA DEVOLUÇÃO DO INDÉBITO TRIBUTÁRIO (IMPOSTO, TAXA, CONTRIBUIÇÃO E EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO) Na repetição do indébito tributário, a correção monetária incide a partir do pagamento indevido (Súmula 162 do STJ).

6 NO CRÉDITO ALIMENTAR O pagamento de benefícios previdenciários, vencimentos, salários, proventos, soldos e pensões, feito, administrativamente, com atraso, está sujeito a correção monetária desde o momento em que se tornou devido (Súmula 19 do TRF da 1 a Região). NA INDENIZAÇÃO POR ATO ILÍCITO Incide correção monetária sobre dívida por ato ilícito a partir da data do efetivo prejuízo (Súmula 43/STJ) NA DESAPROPRIAÇÃO DIRETA OU INDIRETA Na desapropriação, a correção monetária prevista no 2º do Decretolei nº 3.365, de 1941, incide a partir da data do laudo de avaliação, observando-se a Lei nº 5.670, de 1971 (Súmula 75 do extinto TFR) QUALQUER OUTRO DÉBITO - A partir do ajuizamento da ação quando a dívida for ilíquida, nos termos da Lei 6.899, de 09/04/1991: Art 1º - A correção monetária incide sobre qualquer débito resultante de decisão judicial, inclusive sobre custas e honorários advocatícios. 1º - Nas execuções de títulos de dívida líquida e certa, a correção será calculada a contar do respectivo vencimento. 2º - Nos demais casos, o cálculo far-se-á a partir do ajuizamento da ação. (texto revisto em 01/03/2007)

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