Aposentadoria especial e o direito adquirido ao DIRBEN 8030 (antigo SB 40), hoje conhecido como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

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1 Aposentadoria especial e o direito adquirido ao DIRBEN 8030 (antigo SB 40), hoje conhecido como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) 1. Introdução A aposentadoria especial é um benefício concedido ao segurado que tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Para ter direito à aposentadoria especial, o trabalhador deverá comprovar, além do tempo de trabalho, efetiva exposição aos agentes físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais pelo período exigido para a concessão do benefício (15, 20 ou 25 anos). A comprovação será feita em formulário do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), preenchido pela empresa com base em Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCA), expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. Esta comprovação já foi feita por diversos formulários distintos, que foram o SB 40, DISES BE 5235, DSS 8030 e o DIRBEN Agora todos foram substituídos pelo PPP (perfil profissiográfico previdenciário), o qual traz diversas informações do segurado e da empresa. A idéia é que em futuro próximo a empresa tenha de elaborar o PPP para todos os seus trabalhadores, funcionando o mesmo como um histórico laboral completo, permitindo ao INSS mapear as condições de trabalho dos segurados em geral. Para ter direito ao benefício, o trabalhador inscrito a partir de 25 de julho de 1991 deverá comprovar no mínimo 180 contribuições mensais. Os inscritos até essa data devem seguir a tabela progressiva. A perda da qualidade de segurado não será considerada para concessão de aposentadoria especial, segundo a Lei nº / Direito adquirido No entanto, insta salientar que a caracterização e a comprovação do tempo de atividade sob condições especiais obedecerá ao disposto na legislação em vigor na época da prestação do serviço.

2 É de se destacar inicialmente que a versão original do art. 57, da Lei nº /91 previa que a aposentadoria especial seria devida ao segurado que cumprisse a carência, conforme a atividade profissional, independentemente da exposição a agentes nocivos à saúde. Assim, a aposentadoria especial, em sua forma genesis, abarcava determinadas categorias profissionais, expostas ou não aos agentes agressores da saúde. Nessa esteira, os engenheiros químicos, metalúrgicos, de minas, de construção, civis e eletricistas, dentre outras categorias profissionais se beneficiavam da vantagem sub oculis pelo simples exercício da atividade pertinente à categoria profissional dos aludidos segurados, a aposentadoria especial, bem como a contagem de tempo de serviço em condições especiais, devidamente convertida para a aposentadoria por tempo de serviço. Isto porque a legislação não criou óbice para que o profissional que exerceu, ou exerce, atividades típicas e próprias das categorias supracitadas, dentre outras, ainda que sem exposição a agente agressivo (eletricidade, ruído, etc.), usufrua do período de trabalho como ESPECIAL. Acontece que, a partir de 29/04/95, a Lei nº , revogou o Anexo II do Decreto nº /79 e exigiu, dessa data em diante, para fins de enquadramento das atividades acima descritas, dentre outras, a efetiva exposição a agentes agressivos durante a jornada de trabalho, como se verifica na nova redação dada ao 3º, do art. 57, da Lei nº /91, in verbis: Art. 57. (...) 3º. A concessão da aposentadoria especial dependerá de comprovação pelo regulamento perante o Instituto Nacional do Seguro Social INSS, do tempo de trabalho permanente, não ocasional, nem intermitente, em condições especiais que prejudiquem a saúde ou integridade física durante o período mínimo fixado. (Redação dada pela Lei nº , de 28/04/95).

3 Ocorre que, apesar de cristalina a aquisição de direitos dos segurados que se encaixam no presente enredo, algumas empresas se furtam em fornecer o formulário DIRBEN (antigo SB 40) por entenderem que as tarefas executadas pelo interessado não se coadunam com as condições especiais de que trata a nova legislação. Sucede que a legislação regente permite que haja a contagem de tempo em condições especiais das categorias citadas, ressalvando os direitos de quem reuniu os requisitos necessários antes da vigência da Lei nº /95 (24/04/95), na forma da Súmula 359, do STF, mas condiciona que a empresa empregadora informe, no citado formulário DIRBEN 8030, as condições do trabalho desempenhado pelo interessado. Nesse sentido também têm sido as manifestações do Superior Tribunal de Justiça, conforme pode se observar no seguinte julgamento, in verbis: O tempo de serviço é regido pela norma vigente ao tempo da sua prestação, conseqüencializando-se que, em respeito ao direito adquirido, prestado o serviço em condições adversas, por força das quais atribua a lei vigente forma de contagem diversa da comum e mais vantajosa, esta é que há de disciplinar a contagem desse tempo de serviço. Considerando-se a legislação vigente à época em que o serviço foi prestado, não se pode exigir a comprovação à exposição a agente insalubre de forma permanente, não ocasional nem intermitente, uma vez que tal exigência somente foi introduzida pela Lei nº /95" (RESP nº , Rel. Min. Hamilton Carvalhido, 6ª Turma, por unanimidade, DJ de 21/11/2005). termos: No mesmo sentido já se manifestou o Supremo Tribunal Federal, nos seguintes Comprovado o exercício de atividade considerada insalubre, perigosa ou penosa, pela legislação à época aplicável, o trabalhador possui o direito à contagem especial deste tempo de serviço. Seguindo essa orientação, a Turma negou provimento a recurso extraordinário interposto pelo INSS, em que se alegava ofensa ao art. 5º, XXXVI, da CF/88, ao argumento de inexistência de direito adquirido à conversão do tempo de serviço especial para comum, em

4 face do exercício de atividade insalubre elencada nos Decretos /64 e /79. Entendeu-se que o tempo de serviço deveria ser contado de acordo com o art. 57, 3º, da Lei nº /91, vigente à época da prestação dos serviços, e não pela Lei nº /95 que, alterando o citado parágrafo, exigiu, expressamente, a comprovação de efetiva exposição aos agentes nocivos através de laudo técnico. Precedentes citados: RE nº /SC (DJU de ) e RE nº /SC (DJU de )" (RE nº /RS, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em ). Este entendimento é da maior importância para fins de conversão de tempo de trabalho. A legislação previdenciária está sempre em constante evolução, mas isso não significa que seja para beneficiar os seus segurados. Por exemplo, se na década de 60 do século passado não se exigia que fosse apresentado laudo para consideração da atividade como insalubre, não pode a autarquia, hoje, impedir a consideração do tempo trabalhado naquela época como especial por falta de laudo. Isso poderia conduzir à pitoresca situação de que o perito atestasse uma situação ocorrida trinta ou quarenta anos antes, mesmo após profunda alteração fática nas condições ambientais da prestação de serviço. Para fins de qualificação, ou não, de uma atividade como especial, vale frisar, deve ser considerada a lei vigente na data em que o segurado executou os serviços profissionais, por uma razão bastante simples: as condições nas quais uma determinada atividade é exercida hoje não são as mesmas de 15 ou 20 anos atrás (avanços tecnológicos, condições de segurança e salubridade, etc.), razão pela qual o presente feito deve ser analisado com base na legislação vigente nas datas em que o autor exerceu as funções. 3. Conclusão Data venia, fica irremediavelmente caracterizado que a redação do 3º, da Lei nº /91, não vedava a conversão do tempo de serviço comum em especial pelo fato do segurado não estar exposto a agentes nocivos à saúde, bastando apenas desempenhar as suas funções dentro das categorias profissionais contempladas pelos Decretos nº s /79 e /64.

5 A alteração dessa condição se consumou pela nova redação do citado 3º, do art. 57, em 28/04/95 (Lei nº /95). Conclui-se, portanto, que todos os segurados do INSS que adquiriram o direito de usufruírem o estatuído pela redação inicial do art. 57, da Lei nº /91 possuem a faculdade de requererem a conversão do tempo de trabalho em condições especiais em tempo comum. Dados do Autor LEONARDO BIANCHINI MORAIS. Advogado. Pós-graduado em Direito Público. Sócio fundador do escritório Bianchini & Morais Advogados Associados. Publicações: Este artigo também foi publicado na Revista de Previdência Social da Editora LTr (São Paulo / SP, ano 32, nº. 327 Fevereiro de 2008); Jornal Trabalhista da Editora Consulex (Brasília, 05 de novembro de 2007, ano XXIV, nº. 1195).

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