Workshop de Teste de Software. Visão Geral. Emerson Rios

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1 Workshop de Teste de Software Visão Geral Emerson Rios 1

2 AGENDA DO CURSO Conceitos Básicos Documentação Processo Plano de Teste Caso de Teste

3 BIBLIOGRAFIA 3

4 4

5 MATERIAL PARA ESTUDO Material das clinicas de teste de software promovidas pelo SEBRAE/RJ e pela Riosoft no ano de 2013 que pode ser baixado no site Livro Documentação de Teste de Software.

6 CLINICA: CONCEITOS BÁSICOS

7 O QUE É TESTE DE SOFTWARE?

8 O que é teste de software? O QUE É TESTE DE SOFTWARE? Considerando-se todas as definições dadas sobre teste de software podemos concluir o seguinte: Testamos para verificar se o software está fazendo o que foi pedido que ele fizesse num requisito; O teste deve ser considerado um projeto; É importante termos um processo de teste; Testamos para garantir que o negócio não vai correr riscos provocados por defeitos em produção; Testamos para assegurar a qualidade do software. 8

9 NUNCA É DEMAIS LEMBRAR O custo da correção do defeito Especificação Projeto Construção Teste Produção 9

10 EXPLICAÇÃO MAIS DETALHADA Termo Defeito Erro Bug Incidente Anomalia Falha Definição Ver incidente Falha humana que provoca o aparecimento de um defeito Ver defeito A norma ISO diz que o testador registra um incidente que apenas virá defeito quando é reconhecido como tal Igual a incidente (definido pela norma IEEE 829:2008) Software consequência de um defeito 10

11 SEQÜÊNCIA DE EVENTOS Erro pode ser cometido pelo desenvolvedor ou pelo usuário Erro Incidente ou anomalia ou defeito ou bug Falha 11

12 NÍVEIS DE TESTE Teste Unitário ou Teste de componente normalmente feito pelo programador. Teste de Integração normalmente feito pelo analista de sistemas para um módulo ou conjunto de programas ou casos de uso em ambiente de desenvolvimento. Teste de Sistemas normalmente feito pelo analista de testes (caso de testes) em ambiente de testes. Teste de Aceitação normalmente feito pelo usuário em ambiente de homologação, 12

13 CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE DOS SOFTWARES ISO/IEC Funcionalidade 2. Performance 3. Compatibilidade (inter-operabilidade) 4. Usabilidade 5. Confibilidade (maturidade, disponibilidade) 6. Segurança 7. Manutenibilidade 8. Portabilidade A norma ISO/IEC substitui a antiga norma ISO/IEC

14 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 14

15 Recursos Humanos Líder do Projeto de LT Técnico responsável pela liderança de um projeto de teste Arquiteto de Teste AT Analista de Teste AN Testador TE É o técnico responsável pela montagem da infra-estrutura de teste É o técnico responsável pela modelagem e elaboração dos casos de teste e pelos scripts de teste Técnico responsável pela execução dos casos de teste e scripts de teste Atenção: As terminologias usadas para identificar os técnicos da área de testes podem variar entre organizações. Além disso em algumas empresas um único técnico pode representar diversos papéis. 15

16 Custo da automação Ciclo de Teste Esforço despendido (horas) para testar Casos de Uso Simples Intermediário Complexo Manual Automat Manual Automat Manual Automat 6,0 10,07 12,0 23,01 16,0 29,64 12,0 10,37 24,0 23,41 32,0 30,32 18,0 10,67 36,0 23,81 48,0 31,00 24,0 10,97 48,0 24,21 64,0 31,68 30,0 11,27 60,0 24,61 80,0 32,36 Fonte: Instituto Atlântico Fortaleza CE

17 CONCEITOS BÁSICOS TAMANHO ESFORÇO CUSTO PRAZO 18

18 ESTIMATIVA E GERÊNCIA DE PROJETO Falta equipe quando planejado Recursos desviados Requisitos retirados Funcionalidades removidas estimativa P R O J E T O Requisitos acrescentados Equipe menos experiente Equipe atendendo outro projeto Novos recursos acrescentados 19

19 Distribuição entre as etapas de teste Preparação Especificação Execução Transição 10% 40% 45% 5% Cada ambiente tem os seus próprios números Para aqueles que querem um número mágico para estimativas rápidas sugerimos um valor entre 1 e 2 horas de teste por ponto de função. No entanto cabe lembrar que são valores médios de mercado e nem sempre correspondem a um projeto de teste específico. 20

20 DOCUMENTAÇÃO EM PROJETOS DE TESTE DE SOFTWARE 21

21 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE Projetos para serem bem conduzidos precisam de processos. Concorda ou não concorda? Isso já foi conversado também no outro curso.

22 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE Agora fique aí quietinho que eu vou te mostrar como os documentos são produzidos durante o projeto de teste, conforme definido no processo.

23 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE E se disser que documentar o projeto de teste é muito chato, nós vamos conversar depois do curso. Fique ai quietinho.

24 Você entendeu o que o Anderson Silva falou? Fica quietinho aí. Por que para os projetos funcionarem você vai precisar também de documentos. Não comprou o livro? Quer dizer que vai tirar uma cópia do livro do amigo? Pera aí que eu já estou indo conversar contigo. 25

25 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 26

26 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Projeto n Projeto 2 Projeto 1 Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 27

27 Por que todos os defeitos nem sempre podem ser encontrados num projeto de teste?

28 OUTRA PERGUNTA Quando eu posso encerrar um projeto de teste?

29 Níveis de Teste Teste de Unidade Teste de Iteração ou Integração Teste de Sistema Teste de Aceitação 30

30 POR QUE PADRONIZAR? Propósito da norma: Descrever o grupo básico de documentos de teste. Documentos padronizados facilitam a comunicação entre as partes envolvidas pois definem uma forma de comunicação comum. Documentos padronizados são a base para o processo de teste de software. Rembrandt, A Scholar Documentos produzidos, muitas vezes, marcam o fechamento de uma etapa do ciclo de vida do projeto de teste 31

31 SÓ PARA LEMBRAR Deixa eu te lembrar uma coisa. Isso aqui não aula de pintura, logo não fique olhando para os quadros do Rembrandt. Preste atenção na lista de documentos de teste. O que está olhando? Vai encarar?

32 DOCUMENTAÇÃO IEEE 829:1998 Documentos básicos Planejamento Plano de teste. Especificação de teste Projeto de teste Casos de teste Procedimentos de teste Relatórios de Teste Relatório de passagem de itens de teste Log de teste Relatório de incidentes de teste Relatório de sumário de teste 33

33 DOCUMENTAÇÃO IEEE-829:2008 Plano Máster de Teste Plano de Teste Plano de Teste de Componente ou de Teste Unitário Plano de Teste de Integração de Componentes Plano de Teste de Sistema Plano de Teste de Aceitação Desenho (Projeto) de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Casos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Procedimentos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Relatórios de Execução dos Relatório de Estado de Teste / Relatório de Progresso Relatório de Teste (sumário) Relatório de Log de Teste Relatório de Anomalias (ex-relatório de Incidentes) Relatório Máster de Teste / Relatório de Sumário Relatório de teste de componente Relatório de teste de integração de componentes Relatório de teste de sistema Relatório de teste de aceitação 34

34 PLANO MÁSTER DE TESTE Para que serve o Plano Máster de Teste? 35

35 Plano Máster de Teste Plano Master de Teste Plano de Teste Unitário Plano de Teste de Integração Plano de Teste de Sistemas n 36

36 Plano de Teste

37 PLANO DE TESTE Introdução Identificador do Plano de Teste; Escopo; Referências Nível na sequencia de teste Classe de teste e visão das condições de teste Detalhes para este nível do plano de teste Itens de teste e seus identificadores; Matriz de rastreabilidade do teste; Funcionalidades a serem testadas; Funcionalidades que não serão testadas; Abordagem do teste; Critérios de liberação/falha dos itens; Requisitos de suspensão e retomada; Entregas do teste; (continua) 38

38 PLANO DE TESTE Gerência de Teste Tarefas do teste; Necessidades de ambientes; Responsabilidades; Integração entre as partes envolvidas; Recursos e sua alocação; Treinamento; Cronograma, estimativas e custos; Riscos e contingências; Geral Procedimentos de garantia de qualidade; Métricas; Cobertura do teste; Glossário; Procedimentos de alteração do documento e histórico. 39

39 MAIS PERGUNTAS O que é escopo? Como posso medir o tamanho de um projeto de teste?

40 DESIGN OU PROJETO DE TESTE Introdução Identificador; Escopo; Referências; Detalhes deste nível do Desenho (Projeto) de Teste Geral Features (ou funcionalidades) a serem testadas; Abordagem refinada; Casos de teste com a sua respectiva identificação; Critérios de passagem e falha por feature ou funcionalidade; Entregáveis; Glossário; Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações. 41

41 Plano Máster de Teste Plano Master de Teste Plano de Teste Unitário Plano de Teste de Integração Plano de Teste de Sistemas n Design de Teste Design de Teste 42

42 CASO DE TESTE Introdução (uma por documento) Identificador do documento Escopo Referências (itens de teste) Contexto Notas para descrição Detalhes (um por caso de teste) Identificador do caso de teste Objetivos Especificações de entrada Especificações de saída Necessidades de ambiente Requisitos ou procedimentos especiais Dependências entre casos de teste Global Glossário Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações Rembrandt, Lição de Anatomia em detalhe 43

43 Quantos casos de teste seriam necessários para testar esta funcionalidade ou requisito? Quanto tempo você estima que precisaria para testar este requisito? 44

44 RELATÓRIO DE LOG Introdução Identificador; Escopo; Referências; Detalhes Descrição Descrição da execução (identificar o que foi executado); Resultados (mensagens, requisições operacionais, etc); Informações sobre o ambiente; Eventos anormais (conexão com o Relatório de Anomalias); Qualquer situação que causou a interrupção do teste. Entradas das atividades e eventos Geral Glossário 45

45 RELATÓRIO DE ANOMALIAS Introdução Identificador Escopo Referências Detalhes Sumário Data da anomalia Contexto Descrição da anomalia Descrição da execução (identificar o que foi executado) Resultados (mensagens, requisições operacionais, etc) Informações sobre o ambiente Eventos anormais (conexão com o Relatório de Anomalias) Qualquer situação que causou a interrupção do teste. Impacto Estimativa de urgência Descrição das ações corretivas Estado da anomalia Conclusões e recomendações Geral Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações Defeitos Incidentes 46

46 RELATÓRIO DE ESTADO Introdução Identificador Escopo Referências Detalhes Sumário Alterações do planejado Métricas de estado do teste Geral Relatório de progresso Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações 47

47 RELATÓRIO MÁSTER DE TESTE OU RELATÓRIO DE SUMÁRIO Introdução Identificador Escopo Referências Detalhes Geral Visão geral dos resultados do teste Resultados detalhados do teste Racional das decisões Conclusões e recomendações Glossário Reunião dos relatórios de níveis de teste Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações 48

48 DOCUMENTAÇÃO X CICLO DE VIDA Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos Plano Máster de Teste Plano de Teste Plano de Teste de Componente ou de Teste Unitário Plano de Teste de Integração de Componentes Plano de Teste de Sistema Plano de Teste de Aceitação Desenho (Projeto) de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Casos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Procedimentos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Relatórios de Execução dos Relatório de Estado de Teste Relatório de Teste (sumário) Relatório de Log de Teste Relatório de Anomalias (ex-relatório de Incidentes) Relatório Máster de Teste Relatório de teste de componente Relatório de teste de integração de componentes Relatório de teste de sistema Relatório de teste de aceitação Ligar os documentos ao ciclo de vida 49

49 IEEE Política Organizacional de Teste Estratégia Organizacional de Teste Plano de Teste Relatório de Estado do Teste Relatório de Término do Teste Lista de revisão Regras de análise estática Relatório de incidente (ver teste dinâmico) Lista de itens de ação Relatório de teste estático Especificação de teste Especificação de desenho de teste Especificação de caso de teste Especificação de procedimento de teste Requisitos de dados de teste Requisitos de ambiente de teste Relatório de situação de ambiente de teste Conseqüências (gerados por CT) do teste Resultados (se o CT passou ou não) do teste Log de execução do teste Relatório de incidente Plano Máster de Teste Plano de Teste Plano de Teste de Componente ou de Teste Unitário Plano de Teste de Integração de Componentes Plano de Teste de Sistema Plano de Teste de Aceitação Desenho (Projeto) de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Casos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Procedimentos de Teste de Aceitação, Sistema, Integração e Unitário Relatórios de Execução dos Relatório de Estado de Teste Relatório de Teste (sumário) Relatório de Log de Teste Relatório de Anomalias (ex- Relatório de Incidentes) Relatório Máster de Teste Relatório de teste de componente Relatório de teste de integração de componentes Relatório de teste de sistema Relatório de teste de aceitação

50 PROCESSO DE TESTE DE SOFTWARE Emerson Rios

51 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE Deixa eu te dizer uma coisa. Teste de Software é um projeto. Certo? CERTO? Você está duvidando de mim?

52 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE Projetos para serem bem conduzidos precisam de processos. Concorda ou não concorda? No final do curso nós vamos conversar, Quero ver se você concorda ou não.

53 PROJETO DE TESTE DE SOFTWARE Agora fique aí quietinho que eu vou te mostrar porque o teste é um projeto e porque projetos precisam de processos. Não saia daí não. Vai encarar?

54 VISÃO DO PMI Disciplinas da gerência de projetos: Gerência de Integração Gerência de Escopo Gerência de Tempo Gerência de Custo Gerência de Qualidade Gerência de Recursos Humanos Gerência de Comunicações Gerência de Riscos Gerência de Aquisições

55 VISÃO DO MPT A área de processo Gerência de Projetos aparece no nivel 1 do MPT e contem as seguintes práticas: GPT1 Realizar análise de risco do produto GPT2 Estabelecer objetivos do teste GPT3 Definir estratégia de teste GPT4 Definir o escopo do trabalho para o projeto de teste GPT5 Estabelecer estimativas de tamanho GPT6 Definir as fases do ciclo de vida do projeto de teste GPT7 Estimar o esforço e o custo GPT8 Estabelecer e manter o orçamento e o cronograma do projeto GPT9 Identificar riscos do projeto GPT10 Planejar os recursos humanos GPT11 Planejar o ambiente de teste para o projeto GPT12 Planejar os artefatos e dados do projeto GPT13 Estabelecer indicadores de desempenho de teste GPT14 Estabelecer o Plano de Teste GPT15 Revisar e obter compromisso com o Plano de Teste GPT16 Monitorar o projeto GPT17 Gerenciar o envolvimento dos stakeholders GPT18 Executar revisões em marcos do projeto GPT19 Analisar e registrar os problemas identificados GPT20 Estabelecer e acompanhar ações corretivas até a sua conclusão Fonte: Guia de Referência

56 PROJETOS FALHAM Falharam Com Problemas Sucesso % 51% 34% % 46% 35% % 44% 32% Fonte: Standish Group Chaos Report 2010

57 GERENCIANDO MUDANÇAS Visão Habilidades Incentivos Recursos Plano Mudança Habilidades Incentivos Recursos Plano Confusão Visão Incentivos Recursos Plano Ansiedade Visão Habilidades Recursos Plano Mudança parcial Visão Habilidades Incentivos Plano Frustração Visão Habilidades Incentivos Recursos Falsa partida 58

58 O QUE É UM PROJETO? Projeto é um empreendimento temporário com objetivo de criar um produto, serviço ou resultado único. PMBOK, 2008.

59 SÓ PARA LEMBRAR Você entendeu o que o Anderson Silva falou? Fica quietinho aí. Por que para os projetos funcionarem você vai precisar também de processos. O que está olhando? Vai encarar?

60 PROJETO X PROCESSO Qual a diferença entre projeto e processo?

61 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 62

62 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Projeto n Projeto 2 Projeto 1 Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 63

63 PROCESSO DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Requisitos Gerenciar Defeitos 64

64 PROCESSO DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Requisitos de Teste Gerenciar Defeitos 65

65 Exemplo de um caso real Macro-atividade: Planejar Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Realizar estudo de viabilidade do projeto de teste Fazer a análise de riscos do produto Verificar a testabilidade dos requisitos Definir o escopo do projeto Definir o tamanho e o esforço (cronograma) Listar os riscos do projeto Preparar o ambiente de teste Definir os recursos humanos do projeto Fechar o planejamento do projeto de teste 66

66 PLANO DE TESTE O QUE DIZ A NORMA IEEE 829:2008 Introdução Identificador do Plano de Teste; Escopo; Referências Nível na sequencia de teste Classe de teste e visão das condições de teste Detalhes para este nível do plano de teste Itens de teste e seus identificadores; Matriz de rastreabilidade do teste; Funcionalidades a serem testadas; Funcionalidades que não serão testadas; Abordagem do teste (Estratégia de Teste na ISO 29119); Critérios de liberação/falha dos itens; Requisitos de suspensão e retomada; Entregas do teste; (continua) Quando o teste deve ser suspenso? Foi você que fez este processo? Eu quero saber se ele está em conformidade com o Plano de Teste da norma IEEE 829. Por que se não estiver nós vamos ter que conversar 67

67 PLANO DE TESTE Quem foi que mandou inventar um padrão? Já existe um padrão mundial. Essa gracinha vai te Gerência de Teste custar caro. Tarefas do teste; Necessidades de ambientes; Responsabilidades; Integração entre as partes envolvidas; Recursos e sua alocação; Treinamento; Cronograma, estimativas e custos; Riscos e contingências; Geral Procedimentos de garantia de qualidade; Métricas; Cobertura do teste; Glossário; Procedimentos de alteração do documento e histórico. 68

68 PROCESSO DE TESTE PROJETAR OU ESPECIFICAR (EXEMPLO REAL) Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 69

69 PROCESSO DE TESTE PROJETAR OU ESPECIFICAR (EXEMPLO REAL) Macro-atividade: Projetar (Desenhar) Teste (ou Especificar Teste) Atividade: Atividade: Atividade: Definir os Cenários de Teste Elaborar Casos de Teste Elaborar Procedimento de Teste 70

70 CASO DE TESTE PADRÃO IEEE 829 Introdução (uma por documento) Identificador do documento Escopo Referências (itens de teste) Contexto Notas para descrição Detalhes (um por caso de teste) Identificador do caso de teste Objetivos Especificações de entrada Especificações de saída Necessidades de ambiente Requisitos ou procedimentos especiais Dependências entre casos de teste Global Glossário Procedimentos de alterações do documento e histórico de alterações Referências (Itens de teste) Requisitos Projeto de teste e features Guia do usuário Guia operacional Guia de instalação Etc. Ainda bem que o Minotauro sumiu. Analistas de Teste preocupados 71

71 Não sumi não. Entenderam direitinho até agora? Processos são muito importantes para que os projetos sejam bem sucedidos. Concordam? Não vão me dizer que inventaram um modelo de Caso de Teste das suas cabecinhas? Eu já estou chegando.

72 PROCESSO DE TESTE PROJETAR OU ESPECIFICAR (EXEMPLO REAL) Planejar Planejar Projetar Executar testes Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 73

73 PROCESSO DE TESTE EXECUTAR (EXEMPLO REAL) Macro-atividade: Executar Executar casos de teste e/ou scripts automáticos, que foram definidos para cada iteração, bem como executar testes específicos, como teste de desempenho e outros. Na ocorrência de alterações das especificações ou do código, durante ou posteriormente a esta atividade, é verificado se estas alterações afetam também os casos de teste/scripts. Caso isto tenha ocorrido e a execução já tenha sido iniciada, será planejado um novo ciclo de teste ou teste de regressão. Antes de executar os casos de teste devem ser definidos os responsáveis pela sua execução. Atividade: Executar Casos de Teste Atividade : Gerar Resultados (logs) de Teste Atividade: Acompanhar Defeitos Atividade: Executar Especiais 74

74 Nós ainda estamos aqui. Sabemos que processos são chatos, mas depois nós vamos conversar sobre isso. Tem alguém dormindo aí? Não fizeram nenhuma gracinha não, não é? Será que inventaram um relatório de defeitos das suas cabecinhas?

75 PROCESSO DE TESTE ENCERRAR (EXEMPLO REAL) Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 76

76 PROCESSO DE TESTE ENCERRAR (EXEMPLO REAL) Macro-Atividade: Analisar Resultados Ao encerramento do projeto de teste conforme as regras definidas no Plano de Teste devem ser elaborados os artefatos de conclusão. Atividade: Gerar Resultados dos

77 PROCESSO DE TESTE GERENCIAR DEFEITOS (EXEMPLO REAL) Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos 78

78 PROCESSO DE TESTE GERENCIAR DEFEITOS (EXEMPLO REAL) Macro-Atividade: Gerenciar Defeitos ou Incidentes Registrar e acompanhar a correção dos defeitos, decorrentes da execução dos testes. Se for identificado que o defeito persiste, após o re-teste, a correção é rejeitada, caso contrário ela é aprovada. Defeitos podem ser identificados durante ciclo de desenvolvimento, durante a execução do teste de aceite, no ambiente de homologação ou após a entrega do sistema (ambiente de produção). Em todos os casos, é utilizado um workflow para acompanhar todo o ciclo de vida do defeito. Os defeitos devem ser classificados conforme as regras estabelecidas. Atividade: Atividade: Atividade: Atividade: Cadastrar Defeitos ou Incidentes Rejeitar Correções Aprovar Correções Executar Re-Teste 79

79 ADERÊNCIA Avaliação Objetiva da Aderência ao Processo A aderência a este processo por cada projeto é auditada pelo Grupo de Qualidade ao final de cada macro atividade a partir da entrega dos artefatos previstos. Isso é com a gente. Quem é que não vai aderir ao processo de teste? Vai aderir ou não vai? O controle de qualidade vai ser com a gente.

80 LIÇÕES APREENDIDAS Revisão do Status do Processo com a Gerência de Alto Nível Periodicamente os dados obtidos das avaliações com relação à aderência e adequação do processo Gerência de Requisitos nos diversos projetos são sintetizados pelo GQ e elaborados gráficos que evidenciem: Evolução da aderência ao processo Teste de Software na organização. Não Conformidades observadas no período Inadequações relatadas no período Análise de possíveis causas e ações implementadas para cada não-conformidade Análise de possíveis causas e ações implementadas para cada inadequação Oportunidades de melhorias. É elaborado Relatório de Status do Processo Teste de Software que é apresentado e discutido com a gerência de alto nível da empresa. Seria muito importante um documento organizacional regulamentando o uso dos processos da empresa.

81 PRINCIPAIS DOCUMENTOS DOS PROJETOS DE TESTE (IEEE 829:2008) Plano Master de Teste Plano de Teste Projeto de Teste Roteiro/Procedimento de Teste Caso de Teste Relatório de Anomalias (Incidentes / Defeitos) Relatório de Estado Relatório de Encerramento / Sumário Relatório Master 82

82 Plano de Teste Projeto de Teste Roteiro/Procedimento de Teste Caso de Teste Relatório de Anomalias (Incidentes / Defeitos) Relatório de Estado Relatório de Encerramento / Sumário Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados Gerenciar Defeitos Ligue os documentos produzidos nos projetos de teste à respectiva etapa no ciclo de vida (processo) 83

83 VISÃO DO MPT A área de processo Gerência de Projetos aparece no nível 1 do MPT e contem as seguintes práticas: GPT1 Realizar análise de risco do produto GPT2 Estabelecer objetivos do teste GPT3 Definir estratégia de teste O MPT é GPT4 Definir o escopo do trabalho para o projeto de teste coberto pelo GPT5 Estabelecer estimativas de tamanho processo que GPT6 Definir as fases do ciclo de vida do projeto de teste apresentamos? GPT7 Estimar o esforço e o custo GPT8 Estabelecer e manter o orçamento e o cronograma do projeto GPT9 Identificar riscos do projeto GPT10 Planejar os recursos humanos GPT11 Planejar o ambiente de teste para o projeto GPT12 Planejar os artefatos e dados do projeto GPT13 Estabelecer indicadores de desempenho de teste GPT14 Estabelecer o Plano de Teste GPT15 Revisar e obter compromisso com o Plano de Teste GPT16 Monitorar o projeto GPT17 Gerenciar o envolvimento dos stakeholders GPT18 Executar revisões em marcos do projeto GPT19 Analisar e registrar os problemas identificados GPT20 Estabelecer e acompanhar ações corretivas até a sua conclusão Fonte: Guia de Referência

84 NÍVEIS DE MATURIDADE Automação e Otimização Controle Estatístico do Processo Otimização do Processo de Teste Automação de Teste Gestão de Ferramentas Case Parcialmente Gerenciado Gerenciado Definido Gerência de Projeto de Teste Projeto e Execução do Teste Prevenção de Defeitos Organização do Teste Medição e Análise Teste estático Treinamento Garantia da Qualidade Teste de Aceitação Fechamento de Teste Gerência de Projeto de Teste (Evolução) Projeto e Execução do Teste (Evolução) Gerência de Requisitos de Teste Gerência de Projeto de Teste (Evolução) Projeto e Execução do Teste (Evolução) Gestão de Defeitos Teste Não Funcional Avaliação da Qualidade do Software Organização do Teste (evolução) 17 áreas de processo

85 PROCESSO (BÁSICO) DE TESTE Planejar Planejar Projetar Executar Analisar Resultados O Minotauro sumiu mas eu apareci. Eu sou o Lyoto Machida. Eu quero saber o que está faltando neste processo. Vai responder ou não vai? Gerenciar Defeitos 86

86 NORMA ISO/IEC O que diz a norma ISO/IEC Parte 2 sobre os processos de teste? Preste atenção! A norma vai introduzir alguns novos conceitos. Será que eu vou ter que enfiar isso na sua cabeça?

87 PROCESSOS DE TESTE Processo Organizacional de Teste Processos de Gerência de Teste Planejamento de Teste Monitoração e controle de teste Término de teste Processos de Teste Dinâmico Desenho e especificação Projeto 1 Montagem e monitoração do ambiente Execução do teste Relatar incidente de teste Projeto 2

88 FIM 89

PROCESSO DE TESTE DE SOFTWARE. Emerson Rios emersonrios@riosoft.org.br www.emersonrios.eti.br

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