A AUDITORIA DE MARKETING COMO AGENTE REDIRECIONADOR DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ORGANIZAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A AUDITORIA DE MARKETING COMO AGENTE REDIRECIONADOR DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ORGANIZAÇÃO"

Transcrição

1 A AUDITORIA DE MARKETING COMO AGENTE REDIRECIONADOR DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ORGANIZAÇÃO Aparecido Jorge Jubran [1] Resumo A política de globalização das economias tem provocado turbulências nos mercados e obrigado as organizações a revisarem constantemente suas ações estratégicas levando-as a adotarem instrumentos ágeis de avaliação e controle dessas mutações. Esta pesquisa teve por principal objetivo observar se empresas de grande porte estabelecidas no Brasil adotam procedimentos de auditoria de marketing e constatar se as informações obtidas por meio desses procedimentos são utilizadas para o redirecionamento estratégico destas. A presente pesquisa analisou a aplicação das técnicas da auditoria de marketing como uma ferramenta destinada a atender aos novos desafios mercadológicos. Durante a realização da pesquisa, foram contatadas as quinhentas maiores empresas privadas por vendas estabelecidas no Brasil, segundo a classificação da Revista EXAME AS 500 MAIORES EMPRESAS DO BRASIL de Conclui-se também que as organizações, principalmente as de grande porte, devem adotar técnicas de auditoria de marketing como um meio seguro de analisar os parâmetros e metas das ações mercadológicas, possibilitando a elaboração de uma avaliação objetiva do desempenho obtido, promovendo uma análise criteriosa dos cenários atuais e orientando tecnicamente as futuras ações estratégicas. Palavras-chave: auditoria de marketing; planejamento estratégico; sistemas de informação. Abstract The policy of the globalization of economies has caused turbulences in the markets, forcing the organizations to a constant review of their strategic actions and making them adopt agile instruments to evaluate and control such tendencies. Considering that, this research has as its main goals to observe if the companies of major importance established in Brazil adopt procedures of marketing audit, and to verify if the information obtained through such procedures is used for their strategic re-orientation. The present research analyses marketing audit techniques as a tool appointed to attend new challenges. There is a data collection respecting the 500 biggest private companies in sales established in Brazil, according to the 1998 ranking designed by EXAME, a Brazilian Business Magazine, attesting that over a third of the companies which responded to the research actually use the marketing audit reports to review their formal strategic planning. What is proposed then is that the organizations adopt marketing audit techniques as a safer way to analyze the parameters and goals of market actions, in order to make possible a performance evaluation, promoting an exam of the current scenarios and finally guiding future strategic actions. Keywords: marketing audit, strategic planning, information systems. Introdução A disseminação da política de globalização das economias tem provocado um acirramento na disputa entre as organizações pela conquista de mercados. Nestas circunstâncias, as organizações deparam-se com situações inesperadas que afetam o cumprimento de suas metas, o que lhes exige constantes mudanças nas decisões estratégicas para que possam sobreviver.

2 Estas observações podem ser constatadas no relatório da pesquisa divulgada na Internet Effects of global economic conditions on domestic (U.S.) operations (AMAI, 1998), de 4 de novembro de 1998, realizada pela AMAI American Management Association International. De acordo com a pesquisa realizada com companhias norte-americanas para a conferência, como resultado direto dos eventos econômicos da globalização, 9% delas já eliminaram postos de trabalho, e outras, representando 8% do total, prevêem demissões em breve. Entre outras análises, o relatório demonstra que 51% das empresas pesquisadas reagiram aos acontecimentos marcados pela globalização, sendo que 27% revisaram seus planos para o exercício de 1998, tendo este índice aumentado para 32% em relação a 1999; 19% revisaram ou alteraram os compromissos de compras com seus fornecedores; 22% alteraram suas previsões econômicas; 23% retardaram novos investimentos; 5% planejam vender ações ou tomar empréstimos; 31% experimentam uma demanda internacional decrescente; 20% informaram que a demanda interna baixou; 16% baixaram seus preços, enquanto 18% sofreram elevação de custos das negociações globalizadas. Neste contexto, torna-se relevante a observação dos conceitos relativos à monitoração das mutações que ocorrem no mercado, como as técnicas empregadas em uma auditoria de marketing, pois segundo esclarece Cobra (1991:745) as mudanças que ocorrem no mundo dos negócios obrigam permanentemente as organizações a promoverem reavaliações de seus direcionamentos, onde a auditoria de marketing se apresenta como um instrumento voltado para a detecção de falhas dentro de um ambiente turbulento e com recursos cada vez mais escassos. Assim, tornou-se o propósito principal deste trabalho observar se as 500 maiores organizações em faturamento estabelecidas no Brasil, segundo a revista EXAME (1998), adotam procedimentos de auditoria de marketing, e também constatar se as informações obtidas por meio de tais procedimentos são utilizadas para o redirecionamento estratégico destas. Também foi de interesse deste estudo observar se as empresas que declaram adotar a auditoria de marketing não o fazem de forma parcial, isto é, auditando apenas as transações relacionadas à área de vendas, sem abranger, portanto, outras áreas de relevância para o cumprimento dos objetivos da organização, tais como política, tecnologia e cultura. Revisão Bibliográfica Basicamente três temas deram a sustentação para a presente pesquisa, que são auditoria de marketing, planejamento estratégico e sistemas de informação. Uma breve abordagem relativa a cada um dos temas é apresentada a seguir. A Auditoria de Marketing Kotler & Armstrong (1998:39), definem a auditoria de marketing como uma importante ferramenta de controle estratégico, pois ela é (...) um exame abrangente, sistemático, independente e periódico do ambiente, objetivos, estratégias e atividades da empresa, para determinar as áreas de problemas e oportunidades. Enis (1983:400-2) observa

3 que a avaliação sistemática de qualquer atividade deve medir seu grau de eficácia, ou seja, sempre se deve questionar se a realização de uma determinada tarefa pode ser melhor e menos dispendiosa. Segundo o mesmo autor, quatro tipos de pessoas ou equipes poderiam conduzir a auditoria de marketing : 1.º) O próprio executivo da área poderia executar esse trabalho, com o risco, entretanto, de em sua auto-auditoria, suprimir informação a ele desfavorável e com o ônus de que ele tenha todo seu tempo ocupado com esta tarefa; 2.º) Uma força-tarefa do pessoal de outros departamentos seria uma segunda opção, mas Enis observa que, além de se afastarem de suas outras responsabilidades, os convocados também perderiam em objetividade, dado o relacionamento pessoal dos envolvidos; 3.º) O terceiro tipo de auditores poderia constituir-se de uma assessoria interna trabalhando em tempo integral, desvinculada do departamento de marketing, para garantir sua independência. Com o tempo, este grupo poderia formar uma equipe de especialistas, embora eventualmente cara e também prejudicada pelos relacionamentos pessoais. 4.º) O quarto tipo seria um consultor externo com ampla experiência, poder-se-ia ganhar objetividade e produtividade, mas ele seria oneroso para a empresa e esta relutaria, naturalmente, em fornecer-lhe informações confidenciais, embora necessárias, para que ele realizasse uma perfeita auditoria. Entre autores pesquisados, como Naylor & Wood (1978), McDonald (1982), Wilson (1982), Cobra (1991), Kotler & Armstrong (1998) e Kotler (1999) e fonte consultada em junho de 1998 na Internet (Interced, s.d.), não é observada a adoção de um padrão metodológico destinado à aplicação dos procedimentos de uma auditoria de marketing. O que se constata é a predominante utilização de questionários estruturados de diferentes e várias formas, visando abranger as diversas áreas e funções da organização. O encaminhamento dos relatórios de auditoria à pessoa com poder decisório na organização, é de relevante importância na condução de um programa de auditoria de marketing. Discorrendo sobre o assunto, Naylor & Wood (1978) esclarecem que é uma coisa escrever um relatório e outra bem diferente é assegurar-se de que seja implementado. A chave para isto está na maneira com que o documento é lidado quando pronto. A menos que o auditor tenha linha de autoridade direta sobre o departamento de marketing, seria inadequado apresentar seu relatório a esse pessoal e esperar que eles o sigam. O Planejamento Estratégico Muitas definições sobre o que é planejamento têm sido publicadas, porém, uma importante e esclarecedora explicação do que é planejamento no ambiente organizacional é apresentada por Drucker (1975) da seguinte maneira: É o processo contínuo de tomar decisões empresariais (envolvendo risco) no presente de modo sistemático e com o maior conhecimento possível de seu futuro; é organizar sistematicamente os esforços necessários para que se cumpram essas decisões; é medir os resultados

4 dessas decisões contra as expectativas através de uma retroalimentação sistemática e organizada. (Drucker, 1975:136). Segundo Ansoff & McDonnell (1993:49), durante o século XX, a turbulência crescente do ambiente tem levado as empresas a inventar sistemas progressivamente mais complexos e refinados. Dois tipos diferentes de sistemas têm surgido, no primeiro estão os sistemas de posicionamento que compreendem o planejamento de longo prazo, o planejamento estratégico e a Administração da postura estratégica, já no segundo tipo estão os sistemas em tempo real que compreendem a administração de questões com sinais de alta freqüência, a administração de questões com sinais de baixa freqüência e a administração de surpresas estratégicas. Os sistemas de posicionamento caracterizam-se por orientarem o esforço da empresa no ambiente, enquanto os sistemas em tempo real têm a finalidade de reagir às modificações ambientais rápidas e imprevistas, uma de cada vez. Cabe à organização combinar os sistemas segundo as características do ambiente onde atua ou deseja ingressar. Na etapa inicial do planejamento estratégico, realiza-se uma análise das perspectivas da empresa, com o qual se identificam tendências, ameaças, oportunidades e descontinuidades singulares que possam alterar as tendências históricas. Assim, não se fica à espera de que o futuro represente um progresso em relação ao passado. Na Segunda etapa do planejamento estratégico, ainda segundo Ansoff & McDonnell (1993:38), faz-se uma análise de competitividade, que identifica a melhoria de desempenho que a empresa poderia conseguir com o aperfeiçoamento das estratégias de competição em suas áreas de negócio. A terceira fase é um processo chamado análise estratégica de carteira, que se refere à comparação das perspectivas da empresa nas diversas áreas de negócio. Aqui, se fixam prioridades e alocam-se recursos estratégicos futuros a estas áreas. Nos passos seguintes analisa-se o potencial corrente do mercado. Se este for aceito como meta, passa-se à elaboração de programas e orçamentos para fins de implantação. Com o aumento da turbulência ambiental, as empresas começaram a usar sistemas em tempo real, ou a administração de questões estratégicas. Introduz-se um monitoramento contínuo das tendências ambientais nas áreas empresarial, tecnológica, econômica, social e política. O impacto e a velocidade das tendências são estimados e apresentados como questões estratégicas fundamentais à alta administração em reuniões freqüentes e sempre que se identifica uma nova ameaça ou oportunidade. Juntamente com o departamento de planejamento, a alta administração classifica as questões em quatro categorias: 1) de grande urgência e efeito importante, que requerem atenção imediata; 2) de urgência moderada e efeito importante, que podem ser enfrentadas no ciclo de planejamento seguinte; 3) não urgentes, mas de efeito importante, que

5 requerem acompanhamento contínuo; 4) de alarmes falsos, que podem passar a ser ignoradas. O Redirecionamento do Planejamento Estratégico Para Leitão (1995:111), os sistemas de informações estratégicas têm obtido um rápido crescimento com os recursos da informática. Porém, os sistemas utilizados pelas organizações são anteriores à gestão estratégica e mais direcionados a informações relativas aos dados de produção, como volume e custos, assim como a informações relativas a novos investimentos. Para Certo & Peter (1993:372), a missão organizacional e a declaração de objetivos fornecem uma estrutura e direção para apontar os objetivos e estratégias de marketing, sendo que, o desenvolvimento de estratégias de marketing inclui funções de administração estratégica, como planejamento, análise, implementação e controle. Concluem que, embora não exista clara distinção entre alguns aspectos de administração estratégica e da estratégia de marketing, o marketing centra-se no conhecimento, ajustando e influenciando os consumidores para que os objetivos organizacionais sejam alcançados. O Redirecionamento Estratégico pela Auditoria de Marketing Para Certo & Peter (1993:411-12), o processo de controle da estratégia de marketing envolve três etapas: 1) medir os resultados da estratégia implantada; 2) comparar os resultados com objetivos da estratégia; 3) determinar se a estratégia está alcançando os objetivos. Após a constatação de que os objetivos foram alcançados, deve-se observar se alguma mudança na estratégia traria melhorias. Quando os objetivos não forem alcançados, recomendam uma análise para decidir se eles são irreais. No caso de ineficácia desta análise, uma nova estratégia deve ser desenvolvida. Kotler & Armstrong (1998), tratando do controle estratégico, que implica na avaliação dos resultados das estratégias e dos planos de marketing e no desenvolvimento de ação corretiva para assegurar que os objetivos sejam alcançados, definem o processo como segue: Uma importante ferramenta para esse controle estratégico é a auditoria de marketing, um exame abrangente, sistemático, independente e periódico do ambiente, objetivos, estratégias e atividades da empresa, para determinar as áreas de problemas e oportunidades. (Kotler & Armstrong, 1998:39). Segundo Cobra (1991:747), o critério de aplicação da auditoria de marketing está mais ligado ao momento de mercado ou ao desafio que o marketing enfrenta, especialmente quando a concorrência ou as mudanças no padrão de consumo revelam fraquezas não percebidas anteriormente e exigem um redirecionamento da

6 ação. Nestes momentos, o conceito de avaliação e controle exercidos pela auditoria ganha importância, e a percepção disto é o que determina a necessidade da auditoria independente do porte econômico ou tamanho físico da organização. Chama atenção para quatro processos básicos no sistema de controle, que garantem sua avaliação: 1) alvos quantificáveis devem ser estabelecidos como parâmetros; 2) todo desempenho deve ser medido com o confronto entre o resultado obtido e o parâmetro fixado. 3) um aspecto a ser freqüentemente analisado é justamente o motivo pelo qual o desempenho é ou não satisfatório; 4) o quarto aspecto ressalta a importância de implementar-se uma linha de ação corretiva a partir da análise dos resultados alcançados. Sistemas de Informação Para Ackoff (1975:78-9), o controle do planejamento, as decisões e os Sistemas de Informações Administrativas SIA estão inter-relacionados, e são subsistemas de um sistema administrativo. Cabe ao SIA fornecer informações relevantes à tomada de decisão. Segundo Manãs (1999:64), as informações podem ser de natureza operacional ou administrativa. As informações operacionais são as procedentes das operações correntes ou das atividades diárias. As informações administrativas são as provenientes do controle das operações; são as que permitem a tomada de decisões. Para Laudon & Laudon (1999:348), os sistemas de suporte gerencial são classificados em três tipos: 1) Sistemas de Informações Gerenciais SIG, que oferecem relatórios consolidados de rotinas sobre o desempenho da empresa; 2) Sistemas de suporte a decisão SSD, que fornecem dados e modelos para a solução de problemas semi-estruturados; e, 3) Sistemas de Suporte Executivo SSE, que geralmente fornecem suporte à função de planejamento estratégico de longo prazo de uma empresa. Explicando esta classificação, mencionam que os sistemas SIG e SSD atendem os gerentes de níveis médios e inferiores, enquanto os sistemas SSE atendem o nível da alta administração ou nível executivo da organização. Estes sistemas, SIG, SSD e SSE recebem outras nomenclaturas por vários autores. Assim far-se-á menção a estas siglas quando ocorrerem tais citações. Desta forma, os sistemas chamados de Sistemas de Suporte Executivo SSE, também são chamados de EIS Executive Information Systems, conforme citações a seguir. Segundo Kotler (1998:111), o Sistema de Informações de Marketing - SIM, "consiste de pessoas, equipamentos e procedimentos para coletar, selecionar, analisar, avaliar e distribuir informações de marketing que sejam necessárias, oportunas e precisas para os tomadores de decisões em marketing". Prosseguindo na explicação desse modelo, Kotler (1998:111) menciona que o SIM deve avaliar, desenvolver e distribuir no momento adequado as informações que o administrador necessita. Essas informações são desenvolvidas através de registros internos das empresas, atividades de

7 inteligência de marketing, pesquisa de marketing e análise de sistemas de apoio às decisões. Para atender às necessidades de informações estratégicas informatizadas, segundo estudos de Turban & Schaeffer, citados por Sprague & Watson (1991:345-6), foi cunhado no MIT Massachusetts Institute of Technologies, no final da década de 1970, o termo Executive Information Systems EIS, também chamado de sistemas de suporte para executivos, conceito que espalhou-se rapidamente por diversas empresas de grande porte. Um estudo elaborado no Centro de Pesquisas do MIT sobre Sistemas de Informação mostrou que, no final da década de 80, um terço das grandes empresas americanas dos EUA possuía ou estava desenvolvendo algum tipo de EIS. Outro estudo indicou que 50% dos EIS eram utilizados diretamente por executivos de alto nível. A Metodologia da Pesquisa Como descrito anteriormente, o propósito principal deste trabalho foi o de observar se as 500 maiores organizações em faturamento estabelecidas no Brasil, segundo a revista EXAME (1998), adotam procedimentos de auditoria de marketing, e também constatar se as informações obtidas por meio de tais procedimentos são utilizadas para o redirecionamento estratégico destas. Também foi de interesse deste estudo observar se as empresas que declaram adotar a auditoria de marketing não o fazem de forma parcial, isto é, auditando apenas as transações relacionadas à área de vendas, sem abranger, portanto, outras áreas de relevância para o cumprimento dos objetivos da organização, tais como política, tecnologia e cultura. Para atingir os objetivos do estudo, foi adotado o modelo de pesquisa descritiva, porque visa descrever as formas pelas quais são estruturadas e utilizadas as técnicas de auditoria de marketing (variável Independente) e seus reflexos no redirecionamento do planejamento estratégico (variável dependente) dentro das organizações. Adotou-se como instrumento de coleta de dados um questionário estruturado em duas partes. A primeira (Quadro 1), estruturada com questões relativas aos aspectos gerais da organização, e a segunda parte (Tabela 1), constituída por uma lista de procedimentos de auditoria de marketing, que são assinalados quando adotados pela organização pesquisada. Classificam-se como sujeitos do presente estudo os executivos responsáveis pelas decisões de nível estratégico nas organizações, sendo escolhido para o envio do questionário desta pesquisa, o ocupante do principal cargo executivo. Para efeito da apuração da quantidade de organizações que declararam haver redirecionado o seu planejamento estratégico em função da auditoria de marketing no item I do quadro 1, somente foram computados os questionários que também informaram possuir planejamento estratégico formal no item B do quadro 1,

8 pois seria considerada subjetiva a hipótese de um planejamento estratégico não formalizado ser redirecionado, sendo mantidos os questionários que satisfaçam a estas condições para efeito das demais análises. Para auxiliar na tabulação, apresentação e análise dos resultados da pesquisa, desenvolveu-se um programa de totalização das incidências por combinação das respostas, aplicado à primeira parte do questionário que trata dos aspectos gerais da organização, apresentado no quadro 1. Resultados Assim, das 500 maiores empresas segundo a revista EXAME (1998), responderam aos questionários da pesquisa 110 empresas. Em função da constatação de inconsistências de informações em alguns questionários, apenas 105 foram considerados válidos. Deste total de 105 organizações, 100 declararam possuir planejamento estratégico (questão A do Quadro 1), sendo que 88% destas 100 organizações elaboram planejamentos formais, isto é, documentados (questão B). As questões C e D foram inseridas no questionário com o propósito de enfatizar a maior abrangência dos conceitos relativos às questões A e B. Quanto a questão E, 55 organizações responderam afirmativamente à questão. Constata-se que 47 dessas 55 organizações também adotam o planejamento estratégico formal, abordado na questão B. Das 88 organizações com planejamento estratégico formal, que são a base para observar-se a ocorrência do redirecionamento do planejamento estratégico, 47 declararam adotar a auditoria de marketing segundo as definições de Kotler & Armstrong. Dessas 47 organizações, 43 declararam ter redirecionado o planejamento estratégico em função dos relatórios ou das recomendações sugeridas pela auditoria de marketing (questão I). Um fato relevante observado, é que, 91,49% das organizações que adotam os procedimentos de uma auditoria de marketing, redirecionaram o seu planejamento estratégico formal por meio desta técnica. ASPECTOS GERAIS A A organização possui um planejamento estratégico? B O planejamento estratégico é formal (documentado)? C A organização possui um plano de marketing em andamento? D O plano de marketing é formal (documentado)? E A organização aplica os conceitos de Auditoria de Marketing, definida da seguinte forma : (...) um exame abrangente, sistemático, independente e periódico do ambiente, objetivos, estratégias e atividades da empresa, para determinar as áreas de problemas e oportunidades (Kotler e Armstrong)?. F A auditoria de marketing é realizada por pessoal interno? G A auditoria de marketing e realizada por pessoal externo? H Os relatórios da auditoria de marketing são encaminhados aos executivos

9 I responsáveis pelas decisões estratégicas? O planejamento estratégico da organização foi revisto em função dos relatórios ou das recomendações sugeridas pela auditoria de marketing? Quadro 1 Questões relativas aos aspectos gerais da organização Das 47 organizações que adotam a auditoria de marketing e planejamento estratégico formal, 11 delas, contrataram estes serviços de pessoal externo (questão G). Já os serviços do pessoal de auditoria interno (questão F), são contratados por 43 organizações, ou seja, 91,49% das 47 que adotam a auditoria de marketing e planejamento estratégico formal. Algumas empresas, portanto, utilizam tanto profissionais de sua estrutura como auditores externos. Cruzando os dados dos questionários, com dados secundários sobre a origem do capital acionário das empresas, elabora-se uma análise sobre os índices de adoção dos procedimentos de auditoria de marketing, segmentando-os pelos países que exercem o controle acionário das organizações. Pode-se observar que 41,79% das organizações brasileiras adotam a auditoria de marketing, porém este índice é inferior a media verificada de 52,38% das organizações pesquisadas, em razão dos índices de adoção das empresas americanas e inglesas constantes da amostra. Outra análise ora apresentada é a totalização dos questionários por área auditada, aplicada às 55 organizações que declararam adotar os conceitos auditoria de marketing segundo Kotler & Armstrong. A Tabela 1 apresenta os índices de utilização das técnicas de auditoria de marketing em cada uma das possíveis áreas auditadas, resultante da segunda parte do questionário de pesquisa. É também de relevante importância observar se a eficiência no desempenho das vendas das organizações pode estar aliada à auditoria de marketing. Para tal tarefa, tomou-se como base de cálculo os índices de crescimento das vendas no exercício base de 1997, comparado com o exercício base de 1996, publicados na revista EXAME (1998) das 105 empresas participantes da pesquisa. Entretanto, em função da falta de alguns dados para esta análise, tornou-se necessária a exclusão de oito organizações do total de 105. A partir da somatória dos índices de crescimento ou decrescimento no faturamento de cada empresa, foram obtidas as médias de dois grupos: das 53 organizações que adotam a auditoria de marketing; e, das 44 que não a adotam, sendo ao final comparadas as duas médias. Portanto, para esta análise, são consideradas 97 organizações. Assim, para as empresas que adotam os procedimentos de auditoria de marketing, obteve-se uma média de 17,43% no incremento das vendas de 1997 em relação a Já, para as empresas que não adotam os procedimentos, obteve-se uma

10 média de 11,45% de incremento nas vendas. Desta forma, observa-se uma vantagem de 5,98% no incremento médio do faturamento das organizações que auditam o marketing. 1 % AUDITORIA DO AMBIENTE DE MARKETING (*) ,3 ECONÔMICO DEMOGRÁFICO Previsões de inflação, materiais, mão de obra, crédito, crescimento populacional, distribuição etária, distribuição geográfica ,4 TECNOLÓGICO Mudanças tecnológicas nos produtos / produção ,7 POLÍTICO / LEGAL Leis e iniciativas do governo que podem afetar os negócios ,9 SÓCIO / CULTURAL Atitudes, mudanças de estilo e valores dos consumidores ,9 MERCADO Tamanho, crescimento, distribuição geográfica, lucros ,0 CLIENTES Prestígio, qualidade, preço ,0 CONCORRENTES Estratégias, pontos fortes e fracos ,3 DISTRIBUIDOR/REVENDEDOR Canais de distribuição ,4 FORNECEDORES Disponibilidade do principais insumos ,2 ATIVIDADES DE APOIO Logística, agências de publicidade etc... 2 AUDITORIA DAS ESTRATÉGIAS DO MARKETING ,7 OBJETIVOS DO MARKETING Planos, diretrizes e desempenho ,6 ESTRATÉGIAS Alocação correta de recursos 3 AUDITORIA DA ORGANIZAÇÃO DO MARKETING ,8 ESTRUTURA FORMAL Autoridade e responsabilidade dos executivos de marketing ,0 EFICIÊNCIA FUNCIONAL Relacionamentos com a área de produtos ,6 EFICIÊNCIA DAS INTERFACES Relacionamentos com demais departamentos 4 AUDITORIA DOS SISTEMAS DE MARKETING ,1 INFORMAÇÃO DO MARKETING Pesquisas, tempo de geração das informações ,9 PLANEJAMENTO DO MARKETING Metas, Previsões de vendas e potencial de mercado ,5 CONTROLE DO MARKETING Controles periódicos de custos/lucros por regiões ,7 DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Capacitação, pesquisas e testes de novos produtos 5 AUDITORIA DA PRODUTIVIDADE DO MARKETING ,1 ANÁLISE DOS LUCROS Rentabilidade por mercados, regiões e canais de distribuição ,7 ANÁLISE DE CUSTOS Custos excessivos do marketing 6 AUDITORIA DAS FUNÇÕES DO MARKETING ,0 PRODUTOS Objetivos por linha de produtos, lançamentos/descontinuidade ,3 PREÇO Critérios de custos, demanda e competitividade ,6 DISTRIBUIÇÃO / FORÇA DE VENDAS Objetivos, estratégias, atribuição de cotas etc... 7 AUDITORIA DO PERFIL PESSOAL/PROFISSIONAL DO MARKETING ,9 ESTILO GERAL Critérios para tomadas de decisões ,4 RELAÇÕES Profissionais interpessoais, sugestões, críticas, individualismo ,1 CLIMA / DEMOGRAFIA INTERNA Satisfação e valorização profissional ,9 ESTILO DE AÇÃO DO MARKETING Arrojado, inovador, demonstração de resultados etc ,3 ÁREAS CRÍTICAS Barreiras, defeitos e problemas na área de marketing

11 Tabela 1 Análise das áreas auditadas pelas organizações (*) do total de 55 empresas Prosseguindo neste tipo análise, compararam-se da mesma forma o desempenho dessas organizações no ano base de 1998, tomando-se como base as informações publicadas na revista EXAME (1999). Tornou-se necessária a exclusão de mais 19 organizações da base de pesquisa, pois estas já não figuravam no rol das 500 maiores no ano base de A saída dessas organizações do ranking, não se deve necessariamente ao desempenho das vendas, pois segundo a revista EXAME (1999:67), 94 empresas listadas no rol de 1998 não faziam parte das 500 maiores em 1997, citando as privatizações como principal responsável para estas alterações. Desta forma, para a análise relativa ao exercício base de 1998, são consideradas 78 organizações, sendo que 43 destas adotam os procedimentos de auditoria de marketing. Para as empresas que adotam os procedimentos de auditoria de marketing, obteve-se uma média de 4,87% de incremento nas vendas de 1998 em

12 relação a Todavia, para as empresas que não adotam os procedimentos, obteve-se uma média de 0,85% de involução nas vendas. Observa-se uma vantagem de 5,72% no incremento médio do faturamento das organizações que implementam uma auditoria de marketing. Para os exercícios de 1997 e 1998 ora analisados, notase a tendência de uma vantagem média para as organizações que adotam os procedimentos de auditoria de marketing. Considerações finais e sugestões para estudos futuros O resultado apreciado na pesquisa demonstrou na compilação dos dados coletados a comprovação de que mais da metade das organizações participantes utilizam procedimentos de auditoria de marketing. Mais de quarenta por cento das empresas respondentes utilizam técnicas de auditoria de marketing para o redirecionamento do planejamento estratégico. A auditoria de marketing é um instrumento eficaz para o redirecionamento estratégico, pois, 91,49% das organizações respondentes que a adotaram, redirecionaram o seu planejamento estratégico. Apenas 42% das brasileiras adotam as técnicas da auditoria de marketing, ficando abaixo da média geral de todas as organizações, que é de 52% de adoção. Nota-se uma tendência das empresas em aplicarem apenas alguns procedimentos da auditoria de marketing, não observando o conceito mais abrangente de Kotler & Armstrong (1998), citados no questionário da pesquisa. Analisando-se o referencial bibliográfico, constata-se que os questionários de auditoria abrangem todas as áreas de interesse do marketing, todavia, verificaram-se variações expressivas entre os índices de aplicação da auditoria entre estas áreas. Constatou-se que algumas áreas, como OBJETIVOS DO MARKETING, são auditadas por quase todas as empresas, entretanto, outras como RELAÇÕES (Profissionais interpessoais etc) do pessoal de marketing são auditadas por menos da metade das organizações. Observa-se a predominância da não utilização dos serviços de uma auditoria contratada externamente, fato que sugere uma tendência das organizações terem suas avaliações de auditoria comprometidas em função da dependência hierárquica dos auditores. Conclui-se também, por meio de uma análise relativa à eficiência das técnicas de auditoria de marketing, que nos exercícios base de 1997 e 1998, em média, houve vantagens em torno de 6% no incremento do faturamento a favor das organizações que adotam os procedimentos de auditoria de marketing. A Tecnologia da Informação que tem passado por admirável evolução transformadora da forma de se realizar negócios, reduzindo as dimensões espaço e tempo, disponibilizando alternativas de softwareconhecidos como EIS Executíve lnformatíon Systems, os quais dispõem de características facilitadoras para a difusão de informações aos gestores. Utilizando estas tecnologias, um novo estudo poderá permitir

13 a visualização das áreas de interesse da auditoria de marketing dentro da organização, pois, partindo-se de uma macroabordagem, aprofundar-se-ia ou não a níveis mais detalhados das atividades relacionadas ao marketing. Bibliografia ACKOFF, R. L. Planejamento empresarial. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, AMAI - AMERICAN MANAGEMENT ASSOCIATION INTERNATIONAL. Effects of global economic conditions on domestic (U.S.) operations. San Francisco: Pesquisa disponível na Internet : htpp://www.amanet.org. [10 jun. 1999] ANSOFF, H. I.; McDONNELL, E. J. Implantando a administração estratégica. Tradução de Antonio Zoratto Sanvicente e Guilherme Ary Plonsky. São Paulo: Atlas, CERTO, S. C.; PETER, J. P. Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. Tradução de Flavio Deni Steffen. São Paulo: Makron Books, COBRA, Marcos Henrique Nogueira. Administração estratégica do mercado. São Paulo: Atlas, DRUCKER, P. F. Administração: tarefas, responsabilidades, práticas. São Paulo: Pioneira, ENIS, B. M. Princípios de marketing. Tradução de Auriphebo Berrance Simões. São Paulo: Atlas, EXAME. As 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Abril, julho p. (Edição Especial).. As 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Abril, julho p. (Edição Especial). INTERCED. Auditoria de marketing. Disponível em htpp://www.ced.com.br>. Acesso em: 30 jun KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, Marketing para o século XX1: como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo: Futura, KOTTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. Rio de Janeiro: Prentice- Hall, 1998 LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, LEITÃO, D. M. Administração estratégica: abordagem conceitual e atitudinal. Rio de Janeiro: SENAI/DN - Petrobrás, MANÃS, A.V. Administração de sistemas de informação. São Paulo: Érica, MAUTZ, R. K. Princípios de auditoria. Tradução e adaptação técnica de Hilário Franco. São Paulo: Atlas, McDONALD, C. R. The marketing audit workbook: englewood cliffs. New Jersey: Prentice-Hall Company, NAYLOR, J.; WOOD, A. Pratical marketing audits. Londres: Associated Business Programmes, 1978.

14 SPRAGUE, R. H. Jr.; WATSON, H. J. Sistema de apoio à decisão: colocando a teoria em prática. Rio de Janeiro: Campus, TURBAN, E.; SCHAEFFER, D. M. Artigo: Uma comparação entre sistema de informação para executivos - D.S.S. e sistemas de informação gerencial. [ s.l.]: [s.n.], [19--]. WILSON, A. Aubrey Wilson s marketing audit check lists. Maidenhead: McGRAW- Hill, [1] Professor Coordenador do Curso de Administração com habilitação em Marketing da Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos; Doutorando em Engenharia de Sistemas Eletrônicos pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; Especialista em Auditoria e Análise de Sistemas pela Universidade Paulista. -

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações Carlos Campello Introdução Nos dias atuais existe a necessidade de constantes modificações das estratégias

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

GAION, Aparecida Vanif; SÉRGIO, Paulo; ALBERTINI, Peter, et. all. A IMPORTÂNCIA DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO.

GAION, Aparecida Vanif; SÉRGIO, Paulo; ALBERTINI, Peter, et. all. A IMPORTÂNCIA DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO. A IMPORTÂNCIA DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO THE COMPUTING IN ADMINISTRATION Heber Ridão Silva * Leônidas da Silva JosuéAmaral Fabio Ferreira Paula Sergio Peter Albertini Aparecida Vanif.Gaion

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira Manual de Sobrevivência dos Gestores, Supervisores, Coordenadores e Encarregados que atuam nas Organizações Brasileiras Capítulo 2 O Gestor Intermediário

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC.

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. César Gomes de Freitas, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Campus Cruzeiro do Sul/Acre, Brasil

Leia mais

Aula 03 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Aula 03 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Aula 03 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Na prática, não existe uma classificação rígida, permitindo aos autores e principalmente as empresas classificar seus sistemas de diversas maneiras. A ênfase

Leia mais

07/06/2014. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados.

07/06/2014. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados. 1 Conceituação, análise, estruturação, implementação e avaliação. 2 Metodologia é sempre válida: Proporcionando aos executivos

Leia mais

Classificação dos Sistemas de Informação

Classificação dos Sistemas de Informação Sistemas de Informação Classificação dos Sistemas de Informação O que veremos? Estaremos examinando o tipo de sistema de informação Gerencial. Veremos também, outras classificações dos sistemas de informação.

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 2 Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Enterprise Resouce Planning ERP O ERP, Sistema de Planejamento de Recursos

Leia mais

A importância da tecnologia da informação nas estratégias das organizações contemporâneas: breve revisão de literatura

A importância da tecnologia da informação nas estratégias das organizações contemporâneas: breve revisão de literatura A importância da tecnologia da informação nas estratégias das organizações contemporâneas: breve revisão de literatura Daniel Reis Armond de Melo armond@ufam.edu.br Universidade Federal do Amazonas Universidade

Leia mais

Prof. JUBRAN. Aula 1 - Conceitos Básicos de Sistemas de Informação

Prof. JUBRAN. Aula 1 - Conceitos Básicos de Sistemas de Informação Prof. JUBRAN Aula 1 - Conceitos Básicos de Sistemas de Informação Conhecimento em Sistemas de Informação Os filósofos tentam há séculos definir dados ou fatores, informação e conhecimento. Seus resultados

Leia mais

UMA ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO CONJUNTO ENTRE A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A CONTROLADORIA NO AMBIENTE ORGANIZACIONAL

UMA ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO CONJUNTO ENTRE A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A CONTROLADORIA NO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UMA ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO CONJUNTO ENTRE A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A CONTROLADORIA NO AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANDRADE, Luís¹ Filipe Veri de VEGGIAN, Viviane¹ Amaro SCARPINELLI,

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

ENDOMARKETING UM RECURSO ESTRATÉGICO NA MELHORIA DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE EXTERNO ENDOMARKETING A STRATEGIC RESOURCE IN THE IMPROVEMENT OF THE

ENDOMARKETING UM RECURSO ESTRATÉGICO NA MELHORIA DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE EXTERNO ENDOMARKETING A STRATEGIC RESOURCE IN THE IMPROVEMENT OF THE 1 ENDOMARKETING UM RECURSO ESTRATÉGICO NA MELHORIA DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE EXTERNO ENDOMARKETING A STRATEGIC RESOURCE IN THE IMPROVEMENT OF THE RELATIONSHIP WITH THE EXTERNAL CUSTOMER Marciana

Leia mais

Planejamento Econômico-Financeiro

Planejamento Econômico-Financeiro Planejamento Econômico-Financeiro São Paulo, Junho de 2011 Esse documento é de autoria da E Cunha Consultoria. A reprodução deste documento é permitida desde que citadas as fontes e a autoria do estudo.

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE MOURA, Adilson Tadeu Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO Flávia SOUZA Mestranda pela Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n 83, CEP 05508-900 São Paulo (SP)

Leia mais

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Habilidades Computacionais 32 h/a Oferece ao administrador uma visão sobre as potencialidades da tecnologia

Leia mais

Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014

Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014 10Minutos Gestão de pessoas HR Analytics Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014 Destaques Menos de 30% dos CEOs recebem relatórios completos e confiáveis sobre sua força de

Leia mais

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA 1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA SIGA: PMBAIE*08/00 Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA As grandes questões emergentes que permeiam o cenário organizacional exigem

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING DESAFIOS PARA O SÉC. XXI A globalização, que obrigará a empresa a comparar-se com o que há de melhor no mundo. A necessidade de educar, treinar, motivar e liderar talentos.

Leia mais

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr,br Profº Dr. Luciano

Leia mais

ASPECTOS DE SISTEMAS GERENCIAIS NO CONTEXTO EMPRESARIAL

ASPECTOS DE SISTEMAS GERENCIAIS NO CONTEXTO EMPRESARIAL ASPECTOS DE SISTEMAS GERENCIAIS NO CONTEXTO EMPRESARIAL ASPECTS OF MANAGEMENT SYSTEMS IN ENTERPRISE CONTEXT Gabriela Concolin Schimidt Centro Universitário Filadélfia UniFil Prof. Rodrigo Duarte Seabra

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS Linha de pesquisa: Sistema de informação gerencial Pâmela Adrielle da Silva Reis Graduanda do Curso de Ciências

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Teoria Básica da Administração. Introdução à pesquisa em Marketing. Professor: Roberto César

Teoria Básica da Administração. Introdução à pesquisa em Marketing. Professor: Roberto César Teoria Básica da Administração Introdução à pesquisa em Marketing Professor: Roberto César Pesquisa de marketing no Brasil e no mundo A pesquisa de marketing, apesar de ser um negócio crescente no Brasil,

Leia mais

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING Sumário Parte um Conceitos e tarefas da administração de marketing CAPITULO I MARKETING PARA 0 SÉCULO XXI A importância do marketing O escopo do marketing 0 que é marketing? Troca e transações A que se

Leia mais

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD)

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) 1 CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) A necessidade dos SAD surgiu em decorrência de diversos fatores, como, por exemplo: Competição cada vez maior entre as

Leia mais

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 1) Conceito e Processo do Planejamento Estratégico Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Origem da Estratégia: Originalmente

Leia mais

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING Mayara Sanches de Souza 1 Hiroshi Wilson Yonemoto 2 RESUMO: O estratégico de marketing é um processo de variáveis controláveis e incontroláveis que afetam as relações

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Hercio M. Ferraro Neto Pós-Graduando em Adm. De Sistemas de Informação Neste artigo iremos tratar de uma ferramenta da administração de sistemas de

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas

A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas Prof. Mestre Renato silva 1 Resumo: Este artigo tem o propósito de apresentar a importância da contabilidade gerencial no contexto da geração

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO CRM NAS GRANDES ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS

A IMPORTÂNCIA DO CRM NAS GRANDES ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS ISSN 1984-9354 A IMPORTÂNCIA DO CRM NAS GRANDES ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS Marcelo Bandeira Leite Santos (LATE/UFF) Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Estratégias e Mudanças

Estratégias em Tecnologia da Informação. Estratégias e Mudanças Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 3 Estratégias e Mudanças Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia

Leia mais

Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE. Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe

Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE. Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe 1 Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Prof. Washington Clay A. Santos Prof. Douglas de Moura Andrade PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Leia mais

Por que utilizar o modelo ITIL

Por que utilizar o modelo ITIL Por que utilizar o modelo ITIL... O que não é definido não pode ser controlado... O que não é controlado não pode ser medido... O que não é medido não pode ser melhorado Empregado para definir, controlar,

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2

MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2 MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2 RESUMO O marketing é uma função da administração que

Leia mais

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Proporciona ao executivo informações básicas b para começar a usufruir das vantagens do planejamento estratégico, através s do tratamento adequado

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

O CRM e a TI como diferencial competitivo

O CRM e a TI como diferencial competitivo O CRM e a TI como diferencial competitivo Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Profº Dr. Luciano Scandelari (UTFPR) luciano@cefetpr.br

Leia mais

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência Sistemas de Informação e o Processo de Gerência É necessário que seja feita uma visão integrada do processo de administrar, para que se possa localizar adequadamente o sistema de informação neste mesmo

Leia mais

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo Mestrado em Gestão estratégicas de Organizações Disciplina: Sistemas de Informação e Novas Tecnologias Organizacionais Professor:

Leia mais

PESQUISA DE MARKETING: FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

PESQUISA DE MARKETING: FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES PESQUISA DE MARKETING: FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Daniele Schneider 1 Débora Wuttke 2 Heinrich Führ 3 Ivanete Schneider 4 RESUMO Este artigo aborda a importância do uso da pesquisa

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI: Uma aplicação referenciada pelo COBIT

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI: Uma aplicação referenciada pelo COBIT Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI: Uma aplicação referenciada pelo COBIT Universidade Federal de Santa Catarina Sistemas de Informação André Luiz Samistraro Santin asantin@inf.ufsc.br

Leia mais

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Ambiente Organizacional voltado a inovação As 6 chaves para o Sucesso Foco Flexibilidade

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de construção da vantagem competitiva em organizações 03/09/2008

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de construção da vantagem competitiva em organizações 03/09/2008 Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia da Informaçao Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL. com ênfase em DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAS

MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL. com ênfase em DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAS PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL com ênfase em DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAS SIGA: TMBAGE Av. Conselheiro Nébias, 159 Bairro Paquetá Santos SP - CEP 11015-001 -

Leia mais

FOZ$DO$IGUAÇU,$2015$!

FOZ$DO$IGUAÇU,$2015$! FOZDOIGUAÇU,2015 XXVIENANGRAD O PLANEJAMENTO E O CONTROLE DE VENDAS REALIZADO POR QUATRO EMPRESAS DE CERRO LARGO - RS: UM ESTUDO MULTICASO Bruna Andres Lara Basso ÁREA:FINANÇAS,FIN OPLANEJAMENTOEOCONTROLEDEVENDASREALIZADOPORQUATROEMPRESASDE

Leia mais

OS SUBSISTEMAS EMPRESARIAIS E A TOMADA DE DECISÃO

OS SUBSISTEMAS EMPRESARIAIS E A TOMADA DE DECISÃO OS SUBSISTEMAS EMPRESARIAIS E A TOMADA DE DECISÃO KELLY REGINA NASCIMENTO SILVA Discente do Curso de Tecnologia em Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS MARCELO HENRIQUE DE ABREU

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Sistemas, Processos e Informações Ao observarmos o funcionamento de um setor

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO Alexandra Lemos Ferraz 1 Evandro Oliveira da Silva 2 Edimar Luiz Bevilaqua 3 Fernando Nobre gomes da silva 4 Matheus Trindade

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

Gestão de processos logísticos Definição compartilhada de objetivos de desempenho

Gestão de processos logísticos Definição compartilhada de objetivos de desempenho Gestão de processos logísticos Definição compartilhada de objetivos de desempenho Carlos Henrique de Mattos Lencioni (Unitau) chlencioni@directnet.com.br Álvaro Azevedo Cardoso, Phd (Unitau) Azevedo@unitau.br

Leia mais

Gestão econômica das empresas e as novas estratégias competitivas

Gestão econômica das empresas e as novas estratégias competitivas Gestão econômica das empresas e as novas estratégias competitivas A APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE GESTÃO ECONÔMICA AOS EVENTOS ECONÔMICOS DE UM BANCO COMERCIAL Antônio Benedito Silva Oliveira Marcelle Colares

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI

Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI Ubiratam de Nazareth Costa Pereira (UNIFEI) upereira@sp.senac.br João Batista Turrioni (UNIFEI) turrioni@unifei.edu.br Edson de Oliveira Pamplona

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO VANTAGEM COMPETITIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DE MÉDIO PORTE EM CATALÃO-GO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO VANTAGEM COMPETITIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DE MÉDIO PORTE EM CATALÃO-GO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO VANTAGEM COMPETITIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DE MÉDIO PORTE EM CATALÃO-GO Resumo Sebastião Carlos dos Santos 1 Lacordaire Kemel Pimenta Cury 2

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO Administração SANTOS, Graziela. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: grazzybella@hotmail.com JOSÉ BARBOSA, Reginaldo. Docente da Faculdade

Leia mais

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais.

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. Elaine Raquel Fernandes carlosadm@bol.com.br SENAC Flávia Cristina Pereira

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com. Conceitos - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação - Dados x Informações Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.br Definição de Sistema Uma coleção de objetos unidos por alguma forma

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA 01. Partindo do princípio de que a estratégia é a definição do melhor futuro para a sua equipe ou organização, o mapeamento da rota para alcançá-lo e a sua clara comunicação,

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE ANÁLISE ESTRATÉGICA COM ENFOQUE EM MARKETING PARA EMPRESAS DE SERVIÇOS

PROPOSTA DE UM MODELO DE ANÁLISE ESTRATÉGICA COM ENFOQUE EM MARKETING PARA EMPRESAS DE SERVIÇOS PROPOSTA DE UM MODELO DE ANÁLISE ESTRATÉGICA COM ENFOQUE EM MARKETING PARA EMPRESAS DE SERVIÇOS Rogério Chimionato Escola de Engenharia de São Carlos - USP - Área de Engenharia de Produção - Av. Dr. Carlos

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG)

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Faculdade de Engenharia - Campus de Guaratinguetá Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Prof. José Roberto Dale Luche Unesp Um SISTEMA DE INFORMAÇÃO é um conjunto de componentes inter-relacionados, desenvolvidos

Leia mais

ORGANIZAR O PRIMEIRO PASSO PARA O CONTROLE EMPRESARIAL

ORGANIZAR O PRIMEIRO PASSO PARA O CONTROLE EMPRESARIAL 1 ORGANIZAR O PRIMEIRO PASSO PARA O CONTROLE EMPRESARIAL ORGANIZATION THE FIRST STEP TO BUSINESS CONTROL Adriane C. Lopes * Elisiane Godoy* Emanuel O. Batista* Sheila C. M. Guilherme* Aparecida Vani Frasson

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA Natália Igreja da Silva Ferreira 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo Cesar Ribeiro Quintairos 3, Edson Aparecida de Araújo Querido Oliveira 4

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais