Planejamento Estratégico de Uma Pequena Empresa do Ramo de Panificação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planejamento Estratégico de Uma Pequena Empresa do Ramo de Panificação"

Transcrição

1 Planejamento Estratégico de Uma Pequena Empresa do Ramo de Panificação Bruno da Costa Feitosa Resumo Este documento apresenta o planejamento estratégico de uma pequena empresa do ramo de panificação localizada na região metropolitana de Belém. A análise proposta permitiu sistematizar a abordagem estratégica da empresa, buscando adaptá-la às características do mercado. Sinteticamente, buscou-se mostrar de que maneira os fatores organizacionais podem afetar o posicionamento da empresa. O estudo foi realizado no período compreendido entre setembro e novembro de Os dados foram coletados através de observações, entrevistas com os administradores e pesquisas mercadológicas. Assim, foram utilizados diversos mecanismos com o intuito de garantir a coerência metodológica do estudo. Palavras-chave: Planejamento estratégico, Panificação, organização. 1- INTRODUÇÃO O planejamento estratégico vem se consolidando como um importante instrumento de gestão utilizado pelas empresas na busca de crescimento e solidez em seus negócios. Assim, pretende-se realizar o planejamento estratégico de uma empresa do ramo de panificação localizada na região metropolitana de Belém-PA, objetivando estudar aspectos como determinantes estruturais, posicionamento e mercado onde a empresa está inserida. 2- DETERMINANTES ESTRUTURAIS Ameaças: - Aumento do preço do trigo (mat. prima);

2 - Intensidade da concorrência no setor; - Alterações na política governamental, de forma a atingir o setor; - Pressão das redes varejistas sobre a venda de pães, doces e substitutos. Oportunidades: - Localização próxima aos fornecedores; - Posicionamento em ambientes de grande circulação de pessoas - Possibilidade de expansão no mercado regional. 2- AUDITORIA DE POSIÇÃO Pontos Fortes: - Variedade de pães, doces e salgados; - Flexibilidade de serviços, como entrega a domicilio; - Produtos feitos na hora, com reposição constante; - Produção sob os mais rígidos padrões de higiene. Pontos Fracos: - Preço; - Desperdício em função do prazo de validade dos produtos; - Difícil acesso a canais de distribuição. 3 - ESTRUTURA DE MERCADO A estrutura que mais se adequa ao mercado do setor é a concorrência monopolística, já que é caracterizada a produção diferenciada, com a presença de substitutos próximos, além de um número elevado de empresas do ramo.

3 4- ANÁLISE DAS FORÇAS COMPETITIVAS: a) Substitutos: Destacam como elementos desta categoria os supermercados oferecendo salgados, bolachas e doces em geral das mais variadas naturezas e sabores, além dos produtos de outros produtos não convencionais vendidos em tabernas e estabelecimentos alimentícios, mas que exercem pressão sobre as vendas tais qual, tapiocas e salgadinhos, mingaus e etc. b) Novos Entrantes: Podemos destacar como principais entrantes potenciais que podem afetar as vendas e faturamento, bem como a estrutura deste mercado, temos: os mercadinhos e tabernas de esquina, bem como os próprios supermercados que desejam diversificar seus serviços e lojas de conveniência que exercem pressão sobre vendas de doces e salgados. c) Fornecedores: A iniciação de um empreendimento sempre requer perdas no que tange a poder de compra com fornecedores, visto esses apenas fornecem descontos para altos volumes de compras, e um empreendimento iniciando normalmente não apresenta tal volume, logo buscar estabelecer parcerias bem como uma fidelização nas compras podem representar uma saída para a empresa conseguir descontos e diminuir a pressão que os fornecedores podem exercer. d) Compradores: Os clientes são o público alvo que está destinado nosso empreendimento. Considerando o mercado paraense como altamente ligado a raízes regiões, os consumidores exercem diversas pressões no que tange a doces com características regionais, salgados ao estilo regional, outros inovadores e que estão bastantes presentes na vida cotidiana do paraense.

4 5- PROCESSO ADMINISTRATIVO a) Planejamento Estratégico: Missão: oferecer produtos que estejam sempre de acordo com desejos e necessidades do cliente investindo-se constantemente nos processos e produtos da empresa e visando sempre agregar valor no que tange a qualidade ao consumidor Visão: oferecer ao cliente produtos diferenciados, frescos e de qualidade. Objetivos Permanentes: ser referência no mercado. Objetivos Estratégicos: em três anos aumentar a quantidade de postos de venda para quatro unidades e aumentar a parcela de mercado para 3%. Políticas: políticas de diferenciação do produto, de redução de custos operacionais e logísticos e de atendimento ao consumidor. Diretrizes: aperfeiçoar a qualidade dos produtos a partir da preferência do consumidor e trabalhar uma rígida relação com fornecedores, compradores e colaboradores, afim de que se possa minimizar as despesas com desperdícios e transporte. b) Planejamento Tático: Departamento Administrativo: Supervisiona todos os setores e tem por meta manter a missão da empresa, solucionando e interagindo com todos os departamentos e responsável por processos internos tais quais, operações gerais de RH, administrativos e Jurídicos, além de responsável

5 pelas análises das decisões de compras da empresa, e marketing da empresa. Responde juridicamente pela empresa. Departamento Financeiro: Controle geral das finanças da empresa, bem como comprar os insumos. Mantém relações transparentes com os fornecedores para conseguir descontos e vantagens de preços. Departamento de Qualidade e Operações: Responde pela logística de suprimento ao processo de produção, manutenção e produção direta dos produtos. Além de promover análise da qualidade, satisfação no que tange a clientes, reestruturação de processos, e todos os elementos gerais ligados à operação/ produção; exemplo: mudança de layout e inovações para o desenvolvimento de produtos. E informática. c) Planejamento Operacional; Procedimentos: Os procedimentos terão os seguintes critérios de desempenho: Flexibilidade de serviços / Produtos; onde a empresa terá que ser capaz de reagir de forma rápida a eventos repentinos e inesperados com apresentação de novos serviços / produtos ou promoções e produção de produtos/serviços com desempenho de qualidade melhor que a concorrência. Métodos: os métodos utilizados serão a eliminação de desperdícios, satisfação das necessidades dos clientes e melhoramento contínuo dos produtos e serviços. Regras: Os procedimentos e métodos serão sempre supervisionadas por uma por pessoa treinada onde será analisado os índices estabelecidos pela empresa tais como: qualidade e produtividade. Regulamento: Cumprir os procedimentos, métodos e regras estabelecidas pela empresa.

6 6- ORGANIZAÇÃO a) Organização Estratégica: Diretoria Administrativa Diretoria de Qualidade e Operações Diretoria Financeira b) Organização Tática: Gerente Auxiliar Administrativo Contador Auxiliares de produção c) Organização Operacional: Gerente Supervisor administrativo Auxiliar administrativo PRODUÇÃO Atendentes (Confeiteiros /Padeiros) (Caixas/Balconistas) 7- DIREÇÃO: a) Direção Tática: Diretoria Administrativa:

7 - Diretor administrativo: Gerencia a empresa e todos os seus recursos - Auxiliar Administrativo (Caixas/Balconistas): Executam atividades relacionadas a procedimentos rotineiros, tais como levantamento de vendas, atendimento ao cliente, arquivamento de materiais diversos, limpeza, identificação de treinamentos, verificação de estoque e anotações sobre número de produtos, além de controle de vendas e notas fiscais emitidas. Diretoria Financeira: - Auxiliar Financeiro: Executam atividades de contagem e contabilização de vendas, além de manter o contrato e controle do contador para assinatura de balanço. Diretoria de Qualidade e Produção: - Auxiliar de Produção: Confeiteiros: Responsáveis pela área de produção doce da empresa; Padeiros: Responsáveis pela área de salgados e pães da empresa; b) Direção Operacional: Será conduzida de forma democrática, em que o gerente discutirá com colaboradores a decisões a serem tomadas. Além disso, a gerência deve travar um compromisso pele participação das pessoas, desenvolvendo treinamento contínuos em atividades de equipe de trabalho. É importante deixar claro que as pessoas, e não a tecnologia, representam a prioridade número um da empresa.

8 8- CONTROLE O controle será de correlação no qual objetiva adequação aos padrões préestabelecidos de qualidade dos produtos e serviços onde primeiramente serão estabelecidos padrões critérios de qualidade e satisfação dos clientes e posteriormente observações e comparações de desempenho dos produtos/serviços e concretizando com ações preventivas ou corretivas. 9- CONSIDERAÇÕES FINAIS O Planejamento estratégico, que atualmente se sobressai como uma importante fonte de estudo mercadológico, apresenta-se no ramo da panificação como um mecanismo de análise das variações do mercado, das oscilações competitivas e dos modelos organizacionais. Portanto, nota-se que este instrumento de gestão é uma importante ferramenta para o atingimento de metas e consolidação das organizações. 10- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual do Planejamento Estratégico. 2ª ed. Ver. São Paulo: Atlas, CARVALHO, Marli Monteiro; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para a competitividade. São Paulo: Futura, HUNGER, J. D.; WHEELEN, T. L. Gestão Estratégica Princípios e Práticas. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, PORTER, M. E. Estratégia competitiva empresarial. Rio de Janeiro: Campus, SEBRAE. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresa. Idéias de Negócios Padaria. Disponível em Acesso em out/2004.

9

10

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) EVOLUÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ONTEM (MERCADO FECHADO E PROTEGIDO): CUSTOS + LUCRO = PREÇO DE VENDA A PROTEÇÃO AMBIENTAL é vista como um fator de

Leia mais

Relatório de Estágio Supervisionado II Diagnóstico organizacional da Empresa Criativa Publicidade

Relatório de Estágio Supervisionado II Diagnóstico organizacional da Empresa Criativa Publicidade Faculdade Luciano Feijão Luís Gustavo de Andrade Frederico Relatório de Estágio Supervisionado II Diagnóstico organizacional da Empresa Criativa Publicidade Sobral/2015 Faculdade Luciano Feijão Luís Gustavo

Leia mais

Estudo do Mercado do Leite Público: Canais. Sebrae/DF UAM Dezembro 2009

Estudo do Mercado do Leite Público: Canais. Sebrae/DF UAM Dezembro 2009 Estudo do Mercado do Leite Público: Canais Sebrae/DF UAM Dezembro 2009 INTRODUÇÃO 2 A atuação dos diversos setores da economia será bem sucedida uma vez que se tenha informações suficientes acerca do ambiente

Leia mais

I I Simpósio de Iniciação Científica - SICFIC' 2015

I I Simpósio de Iniciação Científica - SICFIC' 2015 A Importância do Plano de Negócios para a Abertura de uma Loja de Roupas Femininas GOMES DE OLIVEIRA, ROSIANE S. (IC) 1 ; PONCHIO, JOÃO ADOLFO de R. (O) 2 1. Acadêmica de Administração de Empresas Faculdade

Leia mais

MODELAGENS. Modelagem Estratégica

MODELAGENS. Modelagem Estratégica Material adicional: MODELAGENS livro Modelagem de Negócio... Modelagem Estratégica A modelagem estratégica destina-se à compreensão do cenário empresarial desde o entendimento da razão de ser da organização

Leia mais

AMBIENTE COMPETITIVO

AMBIENTE COMPETITIVO Objetivo AMBIENTE COMPETITIVO Entender como as forças ambientais influenciam a competitividade das empresas. Ser capaz de analisar o ambiente competitivo e formular estratégias empresariais Sumário Ambiente

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE APOIO PORTUÁRIO

GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE APOIO PORTUÁRIO ISSN 1984-9354 GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE APOIO PORTUÁRIO Luciana Costa da Silva Alves (LATEC/UFF) Resumo As organizações modernas precisam estar preparadas para lidar com

Leia mais

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA 21/03/2011 UNIVERSIDADE GAMA FILHO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

GESTÃO ESTRATÉGICA 21/03/2011 UNIVERSIDADE GAMA FILHO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE GAMA FILHO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA Prof. Marcelo Lisboa Luz VISÃO Aonde a empresa quer chegar Explicitação do que se idealiza Envolve desejos, valores, vontades, sonhos e

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

PLANO DE CARREIRA CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR (CONT.) CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR. Tripé: Sustentação conceitual;

PLANO DE CARREIRA CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR (CONT.) CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR. Tripé: Sustentação conceitual; CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR (CONT.) Consultoria Organizacional Prof. Ms. Carlos William de Carvalho CONSOLIDAÇÃO DO PROFISSIONAL COMO CONSULTOR 2.2 FORMA DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL: EMPRESA

Leia mais

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão CERTIFICAÇÃO Sistema de Gestão A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) tem implementados e certificados os Sistemas de Gestão da Qualidade, Segurança Alimentar e Ambiente, em alinhamento com as

Leia mais

Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial

Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial Hospital de Clínicas de Porto Alegre Responsável: Sérgio Carlos Eduardo Pinto Machado, Presidente Endereço: Ramiro Barcelos,

Leia mais

Aula 2 Estágios de Uso Estratégico dos Sistemas de Informaçã

Aula 2 Estágios de Uso Estratégico dos Sistemas de Informaçã Aula 2 Estágios de Uso Estratégico dos Sistemas de Informaçã ção Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Agenda Histórico da

Leia mais

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área Visão por meio das atividades de valor) Preço Prazo Assistência Técnica Modelo de gestão Análise de aspectos políticos governamentais, econômicos e legais Planejamento estratégico Orçamento empresarial

Leia mais

Função. Funções já auditadas no Salário BR - www.salariobr.com

Função. Funções já auditadas no Salário BR - www.salariobr.com Administrador de Empresas Advogado Ajudante da Indústria de Alimentos Ajudante de Agronegócios Ajudante de Armazenamento Ajudante de Construção Ajudante de Eletrônicos Ajudante de Energia Ajudante de Forças

Leia mais

ADMINISTRAÇãO DE RECURSOS HUMANOS para farmácias

ADMINISTRAÇãO DE RECURSOS HUMANOS para farmácias ADMINISTRAÇãO DE RECURSOS HUMANOS para farmácias ADMINISTRAÇãO DE RECURSOS HUMANOS para farmácias SUMÁRIO 1. Introdução/ prefácio...9 2. O que faz o Gerente quando administra bem os Recursos Humanos da

Leia mais

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação CEA439 - Gestão da Janniele Aparecida Posicionamento Estratégico Segundo Michael Porter Uma empresa precisa seguir seis princípios fundamentais para estabelecer e manter um posicionamento estratégico diferenciado.

Leia mais

Ambiente de Negócios: percepções da indústria e varejo de materiais de construção

Ambiente de Negócios: percepções da indústria e varejo de materiais de construção Ambiente de Negócios: percepções da indústria e varejo de materiais de construção Objetivos do estudo Radiografar as percepções da indústria e do varejo de material de construção em diversos aspectos que

Leia mais

Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER

Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER UNIBAN Instituto de Comunicação Curso de Tecnologia em Marketing Unidade Tatuapé SP Disciplina Estratégias de Marketing Prof. Me. Francisco Leite

Leia mais

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a 16 1 Introdução Este trabalho visa apresentar o serviço oferecido pelas administradoras de cartões de crédito relacionado ao produto; propor um produto cartão de crédito calcado na definição, classificação

Leia mais

Introdução. Paulo C. Masiero

Introdução. Paulo C. Masiero Informação Sistemas de Introdução Paulo C. Masiero DADOS vs INFORMAÇÃO CONHECIMENTO? O que é um SI? Um conjunto inter-relacionado de componentes que coletam (ou recuperam), processam, armazenam e distribuem

Leia mais

Plano de Negócios fevereiro-2003

Plano de Negócios fevereiro-2003 Plano de Negócios fevereiro-2003 Goiabadas Maria Amália Ltda. Este documento pertence à Goiabadas Maria Amália Ltda. e as informações nele contidas são de caráter confidencial, não estando autorizada sua

Leia mais

Equipe. Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição. Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino

Equipe. Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição. Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino Equipe Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino Diretoria Administrativo e Financeira Diretor: Vitor Bahia Apresentação

Leia mais

PCP Planejamento de Controle da Produção. Aula 04 14/3/2011. Planejamento Estratégico da Produção. Planejamento Estratégico da Produção

PCP Planejamento de Controle da Produção. Aula 04 14/3/2011. Planejamento Estratégico da Produção. Planejamento Estratégico da Produção Para que serve o Planejamento Estratégico? PCP Planejamento de Controle da Aula 04 Profº. Ronaldo Oliveira contato@ronaldooliveira.com.br O planejamento estratégico busca maximizar os resultados das operações

Leia mais

Tendências em Sistemas de Informação

Tendências em Sistemas de Informação Prof. Glauco Ruiz Tendências em Sistemas de Informação Os papéis atribuídos à função dos SI têm sido significativamente ampliados no curso dos anos. De 1950 a 1960 Processamento de Dados Sistemas de processamento

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Atividades do Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Sistemas produtivos: abrange produção de bens e de serviços; Funções básicas dos

Leia mais

Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL

Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL Nutricionista. Mestre em ciência dos alimentos e especialista em qualidade. Consultora

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO DO COMÉRCIO VAREJISTA: INOVAÇÃO

PESQUISA DE OPINIÃO DO COMÉRCIO VAREJISTA: INOVAÇÃO PESQUISA DE OPINIÃO DO COMÉRCIO VAREJISTA: INOVAÇÃO Inovação Em um ambiente altamente competitivo como o setor do comércio, o diferencial de um estabelecimento pode garantir aos negócios sobrevivência

Leia mais

Modelo de Forças Competitivas de Porter

Modelo de Forças Competitivas de Porter Modelo de Forças Competitivas de Porter O modelo de forças competitivas de Porter pressupõe a existência de cinco forças para a análise da competitividade dos setores da economia. O modelo também pode

Leia mais

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade...

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade... ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS Folha 1/8 ÍNDICE 1. Objetivo...2 2. Abrangência...2 3. Definições...2 4. Diretrizes...3 5. Materialidade...7 Folha 2/8 1. Objetivos 1. Estabelecer as diretrizes que devem orientar

Leia mais

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula MBA em Gerenciamento de Projetos Teoria Geral do Planejamento Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula SOBRAL - CE 2014 O que é Planejamento É um processo contínuo e dinâmico que consiste em um

Leia mais

Unidade: Planejamento de Marketing. Unidade I:

Unidade: Planejamento de Marketing. Unidade I: Unidade: Planejamento de Marketing Unidade I: 0 Unidade: Planejamento de Marketing Planejar é definir procedimentos de atuação com o objetivo de atingir determinada situação. No caso de um planejamento

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA (RSC)

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA (RSC) RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA (RSC) Caroline Pinto Guedes Ferreira ANTECEDENTES Revolução industrial Processo rápido r e intenso de urbanização Uso intenso e indiscriminado dos recursos naturais

Leia mais

2.6 Conceito de controle de processo...47 2.6.1 Manutenção de equipamentos e processo gerencial...48 2.7 GQT e atividades de manutenção de

2.6 Conceito de controle de processo...47 2.6.1 Manutenção de equipamentos e processo gerencial...48 2.7 GQT e atividades de manutenção de Sumário Prefácio à 2ª edição...11 Prefácio...13 1 Visão geral da manutenção de equipamentos...17 1.1 Introdução...19 1.2 Conceito de manutenção...19 1.3 Abrangência das atividades de manutenção...21 1.4

Leia mais

Vantagem Competitiva com SI

Vantagem Competitiva com SI Vantagem Competitiva com SI CEA145 Teoria e Fundamentos de Sistemas de Informação Universidade Prof. Federal George de H. G. Ouro Fonseca Preto DECEA / João Monlevade Universidade Federal

Leia mais

DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação

DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação Profa. Msc. Cláudia Brazil Marques PLANO DE AULA 5 01.01. PROBLEMA Identificar as tendências em SI 01.02. CONHECIMENTOS (DCN, artigo 5º) Os papéis atribuídos

Leia mais

MELHORIAS OPERACIONAIS

MELHORIAS OPERACIONAIS MELHORIAS OPERACIONAIS Implantação de novos equipamentos e novos Objetivo Redução de custo operacional Redução do custo de mão de obra Satisfação do cliente Melhoria da qualidade dos produtos e do atendimento

Leia mais

APLICAÇÃO DE ecr EFFICIENT CONSUMER RESPONSE À REDE SUBWAY COM BASE NA LOGISTICA DE SUPRIMENTO

APLICAÇÃO DE ecr EFFICIENT CONSUMER RESPONSE À REDE SUBWAY COM BASE NA LOGISTICA DE SUPRIMENTO UNIVERSIDADE DE BRASILIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTAÇÃO LOGISTICA EMPRESARIAL APLICAÇÃO DE ecr EFFICIENT CONSUMER RESPONSE À REDE SUBWAY COM BASE NA LOGISTICA DE SUPRIMENTO GRUPO 19Z ARTHUR BIOCALTI ILO

Leia mais

Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof.

Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof. Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof. Marlon Marcon Estratégia A palavra estratégia vem do grego strategos e está intimamente

Leia mais

CURRÍCULO ELIANA PESSOA

CURRÍCULO ELIANA PESSOA CURRÍCULO ELIANA PESSOA FORMAÇÃO ACADÊMICA 2008 Universidade Católica de Brasília Mestrado em Educação Dissertação: Educação Empreendedora: Concepções e Práticas Pedagógicas em Instituições de Ensino Superior

Leia mais

Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil

Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil Agenda Objetivos da G. Desempenho Conceitos estruturantes O Modelo concebido para o grupo Águas do Brasil Relato da Experiência e dos Resultados

Leia mais

Exercícios 2ª Avaliação

Exercícios 2ª Avaliação Exercícios 2ª Avaliação Resposta dos exercícios realizados em sala 1 O gerenciamento moderno da qualidade e o gerenciamento moderno de projetos estão alinhados em relação a: A. Satisfação do cliente B.

Leia mais

ABEGÁS. Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado

ABEGÁS. Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado ABEGÁS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado ABEGÁS - Histórico Associação que representa os interesses do setor de distribuição de gás canalizado, visando garantir o suprimento

Leia mais

Fiber SISTEMA DE FRANQUIAS

Fiber SISTEMA DE FRANQUIAS Fiber SISTEMA DE FRANQUIAS Apresentação Primeiramente, agradecemos seu interesse em se tornar um franqueado Fiber, uma rede em franca expansão com conceito inovador no ramo de piscinas. Tenha certeza que

Leia mais

Valéria Salgado Gerente de Projeto Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Valéria Salgado Gerente de Projeto Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Reforma do Estado Principais Aspectos Valéria Salgado Gerente de Projeto Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ideal de Estado que orienta as políticas de gestão do Governo

Leia mais

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa

Leia mais

QUER VENDER POR QUANTO?

QUER VENDER POR QUANTO? QUER VENDER POR QUANTO? Guia para definição de preços e sobre como realizar promoções. 1 QUER VENDER POR QUANTO? Guia para definição de preços e sobre como realizar promoções. 3 ÍNDICE Introdução 5 Capítulo

Leia mais

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua;

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; QUEM SOMOS A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; Especializada em Vida e Previdência, possui portfólio completo para assegurar nossos clientes e seus familiares dos

Leia mais

PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS ADMINISTRATIVOS PCA

PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS ADMINISTRATIVOS PCA PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS ADMINISTRATIVOS PCA APRESENTAÇÃO O Plano de Cargos, Carreiras e Salários Administrativos PCA da Faculdade Atenas Maranhense FAMA faz parte da política de atração e

Leia mais

PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS

PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS EMENTA O presente estudo tem por finalidade abordar o comportamento recente das pequenas empresas na

Leia mais

Apresentação. Ideograma japonês que significa ser humano;

Apresentação. Ideograma japonês que significa ser humano; Apresentação Ideograma japonês que significa ser humano; Apresentação As barras significam a necessidade de se construir uma sociedade mais justa com cidadãos conscientes das suas obrigações. Não devemos

Leia mais

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS Profa. Cleide de Freitas Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS O que vimos na aula anterior Ideias e Oportunidades Oportunidades x Experiência de mercado O que é um plano de negócios? Identificação e análise de

Leia mais

AGENDA DESEMPENHO FINANCEIRO NOSSO NEGÓCIO VANTAGENS COMPETITIVAS OPORTUNIDADES

AGENDA DESEMPENHO FINANCEIRO NOSSO NEGÓCIO VANTAGENS COMPETITIVAS OPORTUNIDADES Dezembro de 2015 1 DISCLAIMER Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA A Socioambiental (PRSA) substitui a Política Corporativa pela Sustentabilidade (2011), e incorpora a contribuição das partes interessadas

Leia mais

Pré-requisitos Para integrar o Programa MACAL de Estágio Supervisionado, o candidato precisa atender os seguintes requisitos:

Pré-requisitos Para integrar o Programa MACAL de Estágio Supervisionado, o candidato precisa atender os seguintes requisitos: Prezados Senhores: A MACAL - Soluções em Nutrição, desde 2003 desenvolve o programa de Estágio Supervisionado que consiste em um intensivo programa para a preparação de novos profissionais, tendo como

Leia mais

Introdução a Gerencia de Projetos

Introdução a Gerencia de Projetos MBA EM GERENCIA DE PROJETOS Introdução a Gerencia de Projetos Rogério Santos Gonçalves 1 Agenda 1. Introdução ao Curso de Gerencia de Projetos 2. Conceitos Básicos sobre Gerenciamento de Projetos. 1. O

Leia mais

Oportunidade de Negócio: BOUTIQUE DE CARNES SUÍNAS

Oportunidade de Negócio: BOUTIQUE DE CARNES SUÍNAS Oportunidade de Negócio: BOUTIQUE DE CARNES SUÍNAS Maio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Comércio - Agronegócio DESCRIÇÃO: Boutique de Carnes especializada em cortes suínos, com balcão

Leia mais

Palestra Virtual Como Fazer um Planejamento Estratégico. Maicon Putti Consultor Empresarial CRA/PR 19270

Palestra Virtual Como Fazer um Planejamento Estratégico. Maicon Putti Consultor Empresarial CRA/PR 19270 Palestra Virtual Como Fazer um Planejamento Estratégico Maicon Putti Consultor Empresarial CRA/PR 19270 Definição Planejamento Estratégico Podemos definir planejamento estratégico como o método pelo qual

Leia mais

Planejamento estratégico. de pessoas

Planejamento estratégico. de pessoas Planejamento estratégico de pessoas PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL X PLANEJAMENTO DE RH O QUE É GESTÃO POR RESULTADOS? A cada nível hierárquico, o líder reúne-se com os líderes que lhe são imediatamente subordinados

Leia mais

PRECISA MELHORAR O SEU NEGÓCIO?

PRECISA MELHORAR O SEU NEGÓCIO? PRECISA MELHORAR O SEU NEGÓCIO? PROGRAMAÇÃO 1º Trimestre - e Região PARA MICROEMPREENDEDORES INDIVIDUAIS, MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Importante! As vagas para cada evento são limitadas A

Leia mais

Planejamento Estratégico Aula 1

Planejamento Estratégico Aula 1 ORGANIZAÇÃO Estratégico Aula 1 Prof. Dr. James Luiz Venturi Administração UNIFEBE 2008/II MODERNA TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES Organização éum Sistema Aberto ORGANIZAÇÃO MEIO AMBIENTE 2 ORGANIZAÇÃO Conceito

Leia mais

Auxiliar empresários dos mais variados segmentos a encontrar soluções para gerir seus negócios nas áreas administrativa, financeira e de custos.

Auxiliar empresários dos mais variados segmentos a encontrar soluções para gerir seus negócios nas áreas administrativa, financeira e de custos. NOSSO OBJETIVO Auxiliar empresários dos mais variados segmentos a encontrar soluções para gerir seus negócios nas áreas administrativa, financeira e de custos. CONSULTORIA EMPRESARIAL Assessoria Quando

Leia mais

Alimentos Júnior Sociedade Civil em Tecnologia e Consultoria da Universidade Federal de Viçosa Departamento de Tecnologia de Alimentos II (DTA II)

Alimentos Júnior Sociedade Civil em Tecnologia e Consultoria da Universidade Federal de Viçosa Departamento de Tecnologia de Alimentos II (DTA II) Assessor Estratégico O Assessor Estratégico tem como função a elaboração do Planejamento Estratégico, análise e controle de indicadores e metas gerenciais e estratégicas, controle e acompanhamento dos

Leia mais

Cinco maneiras de transformar a experiência do cliente conectado

Cinco maneiras de transformar a experiência do cliente conectado Cinco maneiras de transformar a experiência do cliente conectado EXPERIÊNCIA DE MARCA ENTREGA FIDELIDADE BIG DATA MOBILIDADE DA LOJA A solução multicanal Uma Loja, Uma Experiência,da Zebra, trabalha para

Leia mais

Psicoespaço comunica 63 vagas abertas na semana

Psicoespaço comunica 63 vagas abertas na semana Vitória (ES), 22 de agosto de 21 Psicoespaço comunica 63 vagas abertas na semana A Psicoespaço Consultoria em Gestão de Pessoas comunica que está com 63 vagas de emprego abertas para esta semana, dentre

Leia mais

PORTFÓLIO. Alimentos

PORTFÓLIO. Alimentos Alimentos QUEM SOMOS? Entidade privada que promove a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequeno porte aqueles com faturamento bruto anual de até R$ 3,6 milhões.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO

Leia mais

ANEXO I MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS

ANEXO I MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS ANEXO I MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS 1. Resumo Executivo (Síntese das principais informações que constam em seu PN. É a principal seção do Plano de Negócios, pois através dele é que o leitor decidirá se

Leia mais

NOSSA SOLUÇÕES VALORES Solidez: Buscar crescimento sustentável com geração de valores.

NOSSA SOLUÇÕES VALORES  Solidez: Buscar crescimento sustentável com geração de valores. Escritório Paulista Soluções Contábeis, Empresariais e Tributárias, localizado à Avenida dos Ferroviários, 596 - Vila Xavier (Próximo a Caixa Econômica da Alameda Paulista), empresa de prestação de serviços

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS PEQUENAS EMPRESAS NO COMÉRCIO VAREJISTA DA CIDADE DE GUARULHOS COMO PREPARAÇÃO PARA OS FUTUROS EVENTOS ESPORTIVOS.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS PEQUENAS EMPRESAS NO COMÉRCIO VAREJISTA DA CIDADE DE GUARULHOS COMO PREPARAÇÃO PARA OS FUTUROS EVENTOS ESPORTIVOS. Anais do IV Seminário Eniac 2012 IV Encontro Da Engenharia Do Conhecimento Eniac IV Encontro De Iniciação Científica Eniac PROJETO DE PESQUISA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS PEQUENAS EMPRESAS NO COMÉRCIO

Leia mais

Prof.º Marcelo Mora

Prof.º Marcelo Mora ANÁLISE DAS 5 FORÇAS COMPETITIVAS NA INDÚSTRIA Análise Estrutural da Indústria ENTRANTES POTENCIAIS Ameaças de novos entrantes Poder de negociação dos fornecedores FORNECEDORES Concorrentes na Indústria

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Prof. Marcelo Mello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Gerenciamento de serviços Nas aulas anteriores estudamos: 1) Importância dos serviços; 2) Diferença entre produtos x serviços; 3) Composto de Marketing

Leia mais

O Papel do Macroambiente

O Papel do Macroambiente O Papel do Macroambiente Ambiente Político e Legal Competidores Potenciais Ambiente Tecnológico Poder dos Fornecedores Rivalidade entre os os Competidores Poder dos Compradores Ambiente Demográfico Ambiente

Leia mais

TQM Total Quality Management

TQM Total Quality Management TQM Total Quality Management Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT O que é TQM? Administração da Qualidade Total total quality management (TQM) Pode ser visto como uma extensão lógica da maneira como a

Leia mais

Ricardo Augusto Bordin Guimarães Auditoria Administrativa Hospitalar ricardo@rgauditoria.com.br (51) 9841.7580 www.rgauditoria.com.br www.twitter.com/ricardorgaud Qualidade e Gestão em Saúde através da

Leia mais

Qualidade Conceitos Fundamentais

Qualidade Conceitos Fundamentais Qualidade Conceitos Fundamentais Qualidade significa satisfação dos usuários: produtos ou serviços que satisfazem as necessidades e expectativas dos usuários J. R. Tony Arnold Qualidade e política de

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento SUMÁRIO 1. Propósito 2. Abrangência 3. Política 3.1 Princípios Fundamentais 3.2 Diretrizes Socioambientais

Leia mais

Palestrante: Sebastião Barroso Felix. Como aumentar as vendas da loja em 33%

Palestrante: Sebastião Barroso Felix. Como aumentar as vendas da loja em 33% Palestrante: Sebastião Barroso Felix Como aumentar as vendas da loja em 33% 03 Macro Estratégias Fluxo de Clientes em + 10% Aumentar a Conversão de Vendas em + 10% Tíquete Médio de Vendas em + 10% Aumentar

Leia mais

CONTROLADORIA. Gabriele KLOH¹ Vanessa MALLMANN² Odir Luiz FANK³

CONTROLADORIA. Gabriele KLOH¹ Vanessa MALLMANN² Odir Luiz FANK³ CONTROLADORIA Gabriele KLOH¹ Vanessa MALLMANN² Odir Luiz FANK³ Palavras-chave: Controller. Gestão. Estratégia e Planejamento. INTRODUÇÃO A alta necessidade de manter uma empresa exige uma certa competitividade

Leia mais

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS 13/5/2016 Informação Pública ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 PRINCÍPIOS... 4 5 DIRETRIZES... 5 6 RESPONSABILIDADES... 6 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 8 13/5/2016 Informação

Leia mais

Visão Geral. Compras

Visão Geral. Compras Compras Sumário Sumário... 2 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 Objetivos Instrucionais... 3 2 Compras... 3 3 Gerenciamento de Compra... 4 4 Integrações... 4 5 Macrofluxo... 5 6 Conclusão... 5 2 TOTVS - Visão

Leia mais

Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional

Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - QUALIDADE, MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Empresa: Cristal Raidalva Rocha OBJETIVO Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos

Leia mais

Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial

Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial Marlene Silva YPÊ Curitiba 05/12/12 Quem Somos Marca líder no segmento de higiene e limpeza no Brasil, a Ypê possui uma linha

Leia mais

TGM Tecnologia de Gestão Martins

TGM Tecnologia de Gestão Martins 1 O Que é TGM Tecnologia Gestão Martins? 2 Rentabilidade - 3 Central de Atendimento TGM O que é TGM? Tecnologia de Gestão Martins. É uma área da UMV Universidade Martins do Varejo, através do uso de tecnologia,

Leia mais

The Industry-based view

The Industry-based view V Simpósio Internacional de Administração e Marketing VII Congresso de Administração da ESPM MULTINACIONAIS EMERGENTES SOB MÚLTIPLAS LENTES: The Industry-based view Prof. Gilmar Masiero gilmarmasiero@gmail.com

Leia mais

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AÇÕES ESTRATÉGICAS Ações que objetivam, basicamente, o aproveitamento das oportunidades, e potencialidades, bem como a minimização do impacto das ameaças e fragilidades.

Leia mais

O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO?

O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO? O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO? É UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DOS FATORES DE PRODUÇÃO, MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PROCESSOS E RECURSOS HUMANOS, VOLTADOS PARA A SOBREVIVÊNCIA DA EMPRESA, ATRAVÉS DA BUSCA CONSTANTE

Leia mais

As Inteligências: arsenal de competitividade e conhecimento para vencer a guerrilha empresarial

As Inteligências: arsenal de competitividade e conhecimento para vencer a guerrilha empresarial As Inteligências: arsenal de competitividade e conhecimento para vencer a guerrilha empresarial Daniela Ramos Teixeira A Inteligência vem ganhando seguidores cada vez mais fiéis, sendo crescente o número

Leia mais

Mercado. Franchising. Principais clientes e serviços. Franqueado. - Perfil. - Vantagens. - Treinamento. Parcerias. Taxa de Franquia e Royalties

Mercado. Franchising. Principais clientes e serviços. Franqueado. - Perfil. - Vantagens. - Treinamento. Parcerias. Taxa de Franquia e Royalties 1 AGENDA História Mercado Franchising Principais clientes e serviços Franqueado - Perfil - Vantagens - Treinamento Parcerias Taxa de Franquia e Royalties Plano de negócios 2 História Jhonathan Ferreira

Leia mais

Gestão de sistemas em energia:

Gestão de sistemas em energia: MESTRADO EM ENERGIA Gestão de sistemas em energia: - Planejamento da Operação - Projeto de sistemas de energia Prof. Manuel Jarufe manueljarufe@ceunes.ufes.br Disciplina: Gestão de sistemas em energia

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM ANEXO À PD.CA/BAK-37/2010 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM Aprovada pelo Conselho de Administração da Braskem S.A. em 29 de Novembro de 2010 1 XX/XX/10 RAE Inventimentos LE Braskem Revisão Data da

Leia mais

TENDÊNCIAS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INDÚSTRIA

TENDÊNCIAS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INDÚSTRIA TENDÊNCIAS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INDÚSTRIA No relatório Science, Technology and Industry Outlook, publicado em dezembro de 2002, a OCDE afirma que os investimentos em ciência, tecnologia e inovação

Leia mais

SISTEMA CORPORATIVO DE GESTÃO CÁLCULO DE COMISSÕES/INCENTIVOS ÀS VENDAS A&B

SISTEMA CORPORATIVO DE GESTÃO CÁLCULO DE COMISSÕES/INCENTIVOS ÀS VENDAS A&B 1. OBJETIVO SISTEMA CORPORATIVO DE GESTÃO 1 de 7 Definir padronização nos cálculos e controle das comissões e incentivos às vendas oferecidas pelo Grupo Prive ao A&B nas vendas de produtos existentes nos

Leia mais

Aplicação do método de custeio ABC em uma microempresa

Aplicação do método de custeio ABC em uma microempresa Aplicação do método de custeio ABC em uma microempresa Resumo: A eficiente gestão de custos tem seu objetivo fundamental na maximização dos lucros, para que uma empresa alcance certa liderança e permaneça

Leia mais

Reduções de Custos Logísticos na Cadeia de Suprimentos

Reduções de Custos Logísticos na Cadeia de Suprimentos Reduções de Custos Logísticos na Cadeia de Suprimentos Ricardo Amadeu Da Silva Coordenador Comitê de Logística CEISE Br Diretor Presidente - TransEspecialista 1 Gestão de Suprimentos A gestão da cadeia

Leia mais

Aula 01. Administração de Sistemas de Informação. Sistemas de Informação

Aula 01. Administração de Sistemas de Informação. Sistemas de Informação Administração de Aula 01 Decisões eficazes são baseadas na análise de dados e informações. (NBR ISO 9000 29/01/2001). Sistema de Informações pode ser considerado como centro de inteligência ou o cérebro

Leia mais

Conheça a. rede de franquia em faturamento

Conheça a. rede de franquia em faturamento Conheça a 1 rede de franquia em faturamento 2 Sumário O setor supermercadista e o mercado de franquia 5 A Rede DIA no mundo 7 DIA no Brasil 9 Marca própria fidelizando clientes 10 Líder em marca própria

Leia mais

MENSAGEM DO PRESIDENTE

MENSAGEM DO PRESIDENTE MENSAGEM DO PRESIDENTE A Ética sempre se fez historicamente presente no ambiente corporativo da Schulz S/A, gerando relações exitosas e, por isso, duradouras entre clientes e fornecedores. A elaboração

Leia mais

GV em Novos olhares por Prof. Adm. Luciano Nicoletti Jr admfreework

GV em Novos olhares por Prof. Adm. Luciano Nicoletti Jr admfreework GV em Novos olhares por Prof. Adm. Luciano Nicoletti Jr admfreework 2 Luciano Nicoletti Jr Administrador de Empresas CRA SP 123340 MBA Gestão Administrativa e Marketing Pós Graduado em Logística Empresarial

Leia mais