Necessidades Gerenciais. Elementos de um Plano Estratégico. Razões (Necessidades) para a Gestão Estratégica

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1 Razões (Necessidades) para a Gestão Estratégica Necessidades Gerenciais Uma identidade própria consensada e divulgada Um sistema de informações sobre o meio ambiente Um sistema responsável por decisões estratégicas Elementos de um Plano Estratégico IDENTIDADE DA EMPRESA DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

2 IDENTIDADE DA EMPRESA Identidade Define sua razão de existência, suas aspirações e sua cultura. É como uma impressão digital. Por mais similares que sejam duas empresas, irão diferir em alguns destes elementos. MISSÃO VISÃO DE FUTURO CRENÇAS E VALORES

3 Missão Missão Quem somos, o que fazemos, para quem fazemos e de que modo nos propomos a fazer. A razão de existência da Empresa PRODUTO COMO QUEREMOS SER PERCEBIDO MERCADO

4 Considerações na definição da Missão COMPETÊNCIAS TENDÊNCIAS MISSÃO PRODUTOS / CLIENTES

5 OCEANO MERCADO Missão(Analogia) Em que oceano o barco tem melhor navegabilidade BARCO EMPRESA

6 Visão de Futuro Visão de Futuro Uma imagem viva de um futuro desejado, desafiador e estimulante de onde desejamos estar daqui a 5, 10, 30 anos. Um ponto com latitude, longitude e prazo

7 Considerações na Definição da Visão ACIONISTA DONO EQUIPE PESSOA VISÃO SOCIEDADE CLIENTE

8 Visão de Futuro(Analogia) Qual o destino do barco e o que este destino tem para estimular toda a tripulação a alcançá-lo.

9 Crenças e Valores CRENÇAS E VALORES São as referências e os balizadores das ações tomadas pela empresa / colaboradores. São os princípios morais e éticos que refletem a cultura da organização

10 Crenças e Valores Limites éticos de ação do barco de acordo com os Valores da tripulação.

11 Razões (Necessidades) para a Gestão Estratégica Necessidades Gerenciais Uma identidade própria consensada e divulgada Um sistema de informações sobre o meio ambiente Um sistema responsável por decisões estratégicas Elementos de um Plano Estratégico IDENTIDADE DA EMPRESA DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

12 Diagnóstico Estratégico Diagnóstico Estratégico Analisar os principais fatores externos e internos que interferem com os resultados da empresa. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ANÁLISE EXTERNA: OPORTUNIDADES E AMEAÇAS ANÁLISE INTERNA: PONTOS FORTES E FRACOS

13 Diagnóstico Estratégico ANÁLISE EXTERNA Forças ambientais INCONTROLÁVEIS pela empresa que podem facilitar (Oportunidades) ou dificultar (Ameaças) o alcance da VISÃO DE FUTURO

14 Análise Externa Tendências Entrantes Potenciais Fornecedor Empresa Produto ou Serviço Compradores Serviços Substitutos Concorrentes

15 Análise Externa Conhecer o oceano para entender o que ele oferece de vantagens e desvantagens PARA ALCANÇAR O DESTINO.

16 Análise Interna ANÁLISE INTERNA Forças internas CONTROLÁVEIS pela empresa que podem facilitar (Pontos Fortes) ou dificultar (Pontos Fracos) o alcance da VISÃO DE FUTURO

17 Análise Interna

18 Conhecer o barco para saber o que ele possui de vantagens e desvantagens PARA ALCANÇAR O DESTINO. Análise Interna

19 Razões (Necessidades) para a Gestão Estratégica Necessidades Gerenciais Uma identidade própria consensada e divulgada Um sistema de informações sobre o meio ambiente Um sistema responsável por decisões estratégicas Elementos de um Plano Estratégico IDENTIDADE DA EMPRESA DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

20 Estratégias Estratégias Definição de grandes ações mais objetivos (Diretriz) de: Como explorar Pontos Fortes para aproveitar as oportunidades; e como minimizar Pontos Fracos para se proteger das ameaças. DIRETRIZ DE LONGO PRAZO DIRETRIZ DE MÉDIO PRAZO DIRETRIZ DE CURTO PRAZO

21 Análise Externa Estratégias Longo Prazo Médio Prazo Curto Prazo G.R.

22 Estratégias POSTURA ESTRATÉGICA ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS ESTRATÉGIAS DE INVESTIMENTO ESTRATÉGIAS DE SUPORTE ANÁLISE INTERNA X ANÁLISE EXTERNA

23

24

25 Competitividade COMPETÊNCIA x COMPETITIVIDADE GERÊNCIA DA ROTINA COMPETÊNCIA GESTÃO ESTRATÉGICA COMPETITIVIDADE

26

27 GERÊNCIA DA ROTINA GERENCIAMENTO PELAS DIRETRIZES Alinhamento dos INDICADORES da Gerência da Rotina pelo estabelecimento de uma DIRETRIZ prioritária e seu desdobramento pelos diversos níveis da organização Capacita o corpo gerencial objetivando a estabilização dos processos através da padronização e ação corretiva sistemática.

28 O Processo do

29 Identidade IDENTIDADE DA EMPRESA MISSÃO VISÃO DE FUTURO CRENÇAS E VALORES

30 Identidade IDENTIDADE DA EMPRESA MISSÃO VISÃO DE FUTURO CRENÇAS E VALORES

31 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO VISÃO DE FUTURO IDENTIDADE DA EMPRESA MISSÃO CRENÇAS E VALORES DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ANÁLISE EXTERNA: OPORTUNIDADES E AMEAÇAS ANÁLISE INTERNA: PONTOS FORTES E FRACOS ESTRATÉGIAS DIRETRIZ DE LONGO PRAZO DIRETRIZ DE MÉDIO PRAZO DIRETRIZ DE CURTO PRAZO

32 Missão(Mercado x Produto) Estratégias Longo Prazo Médio Prazo Curto Prazo Crenças e Valores G.R.

33 O Processo do O Processo de deve: 1- Ter a participação de todos os dirigentes; 2- Estabelecer uma primeira proposta de um plano estratégico; 3- Capacitar o corpo Diretivo nos conceitos de P.E. 4- Ser uma GRANDE oportunidade para discussão entre os dirigentes; 5- Introduzir o pensamento estratégico; 6- Ter uma liderança forte.;

34 Absorção de um P.E. pela Empresa Elementos do PE Razão Ação Necessária IDENTIDADE DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Norteador Consensado. Parâmetros para decisão. Monitorar o ambiente que afeta os resultados da empresa Difusão, credibilidade, compartilhamento. Sistematizar e priorizar fluxo de informações. ESTRATÉGIAS Planos de ações que permitam enfrentar o ambiente. Delegação e gerenciamento de planos.

35 GESTÃO ESTRATÉGICA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO IDENTIDADE DA EMPRESA VISÃO DE FUTURO MISSÃO CRENÇAS E VALORES DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ANÁLISE EXTERNA: OPORTUNIDADES E AMEAÇAS ANÁLISE INTERNA: PONTOS FORTES E FRACOS ESTRATÉGIAS DIRETRIZ DE LONGO PRAZO DIRETRIZ DE MÉDIO PRAZO DIRETRIZ DE CURTO PRAZO (PARA A EMPRESA) GERENCIAMENTO PELAS DIRETRIZES GERENCIAMENTO INTERFUNCIONAL DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES (CATCH-BALL) DIRETRIZ DE CURTO PRAZO (POR DEPARTAMENTO) GERENCIAMENTO DA ROTINA METAS DE MELHORIA PARA A GERÊNCIA DA ROTINA: SOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOVOS PADRÕES A P INVESTIMENTOS DELEGAÇÃO C D Visão Integrada MONITORAMENTO DO AMBIENTE EXTERNO FORÇAS COMPETITIVAS: FORNECEDORES, COMPRADORES, PRODUTOS SUBSTITUTOS, BARREIRAS DE ENTRADA, CONCORRENTES E TENDÊNCIAS CULTURAIS, SOCIAIS, TECNOLÓGICAS E ECONÔMICAS

36 Visão

37 GESTÃO ESTRATÉGICA - Consolidação da Identidade - Monitoração do ambiente - Grandes melhorias - Integração/direcionamento dos demais sub-sistemas GESTÃO DA QUALIDADE - Prática da garantia da qualidade - Melhoria contínua praticada por todos - Introdução de uma nova filosofia gerencial - Prática de auto gerenciamento > delegação GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS - Comprometimento do colaborador - Efetivo uso de talento/inteligência humana - Integração das necessidades do indivíduo e da organização - Desenvolvimento de lideranças eficazes por toda empresa - Suporte a mudança comportamental GESTÃO DA INOVAÇÃO - Gestão de mudanças tecnológicas do processo e produto - Monitoração de tendências de mercado e de tecnologias - Desenvolvimento do espírito inovador/empreendedor - Utilização de práticas para operacionalização da inovação GESTÃO DA PRODUTIVIDADE - Utilização de técnicas especiais de produção - Racionalização de processos - Redução de custos

38 Missão F u n d a ç õ e s U n i v e r s iid a d e s G e s t ã o C G E Tecnologia Desenvolvimento Relacionamento P rodução P r o d u t o s / S e Cr v l ii ieç no ts e E m p r e s a s Marketing Cultura

39 Crenças & Valores

40 Sistema de Gerenciamento Pelas Diretrizes RELATÓRIO DE REFLEXÃO ANUAL Fonte: FALCONI, 1996 GPD - 54 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO Gerenciamento pelas Diretrizes

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