Rc<V*çai> r O flc ln a a : tu a A n tô n io (. M o r l, 3# I M l I U \ I I M >, 2 " í - l! H í ' i

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1 <0 # i*tf 0**0 -fllxr # *#----- #11#- f l i o r i o S o r o c á a n a Recado Diário 1 Todo o nosso sacrifício em 4 defesa das instituições de-j mocráticas. 4 i \ \ n \ II N o l.<;63 i Diretor Responsável: SALVADOR FERNANDES Rc<V*çai> r O flc ln a a : tu a A n tô n io (. M o r l, 3# I M l I U \ I I M >, 2 " í - l! H í ' i T E L E F O N E : Estados do ceotro-sul unidos em detêsa da democracia Chefes m ilita res exigem saida Jango D e de sexta íe,va da semana p ssada o pais está vivendo m jm e n t 5 de tensão que p re nunciam a exlsténdu dp c lima para a derrubada das ln s- U tu c õ t- democráticas Após c com ício do dia 13 de març'-, quando o sr J ão G oulart, P 'o te f ld o pelas Fórças A rm a das, fo i a praça publica acompanhado de comunistas, p re gar o seu programa de reíorm is nação Inteira despertou para repudiar a sua a liança cem a esquerda to ta litaria P u co s d is d e p tls. c*r_ ca de õoo.ooope&sóa;. d e s fila ra m rn m as de São Paulo protestand: contra a aliança d'1 chefe da nação com c* c m unlatis E em num eres *s cidades do interior, as m a n i festações se repetiram, sem pre m ostr md-i o desrrntentam ento do p 'v o em face das s T c m c t das dos- entusiastas do crcdo verm elho. I A L A M OS G E N E R A IS G ne a - da reserva d iv u l- g i m um manifesto, c r lt l- r ndo a presença dat Fórcas A rm adas no c'm íclo do dia 13, flue c ln s lflc ira m de ostensivo ás Instituições demo. «rática» E m seguida o presi. dentei do C ingresso Nacional, 6en?dor M oura Andradv p ro n unciou-se c e n tra as criv ca s f rm u la d a s pele presid ente ao Pede. L e g rla t vo da R e p u blica. C R IM : n v M A R IN H A Na s e x t -fe ira u ltim a, a M a. rin h a de G u e rra fo i tom ada de p ro fu n d a crise. M a rin h e l- r s. sob a lid e ra n ça de um cabo. realizaram um a assembléia p ro ib id a pelo M in is tro, n o S in d ic a to dos M eta lúrgico s e na q u a l se e n co n tra vam d i- r gentes sin d ica is e d e p u ta d o, com unistas. O m in is tro da M ir in h r a, a lm ira n te S ilv io M eta. elem ento de co n fia n ça do presid ente G o u la rt, d e te r- m n u 1.o vice-a lm ira n te C â n d id o A n g ã c com andante doe Fuzile iro s Navais, que p re n - oe<fe rs m arinheiros que desobedeceram as suas o rd e m A ordem não fo i cu m p rid a. O v c e -a lm iro n te ped iu demissã do c rgo para não e fe tu a r a p risã o dos m a n n h e lro s sublevados U m a p a tru lh a de fuzíleire - l i enviada ao s in d ic a to com ordem de prender es m a rin h e iro -; A p e ta. depuseram as arm as e os capacete- t e n tra ra m no e d ificio. a d e rindo ao m v im e n to de rebeldia. S R N B R B Fábrica de Óleos PIU-:i:i< \ s i m k \ m i o s i: I I M L K IR O S OCULISTA D r F u a d J o s é P e d r o N o p i tio do M ín ls té n da M a rin h a, n o m esm o in s ta n te, desenv lv la.s e o u tra cena de in s u b -rd im ç ã o M a rin h e iro s e fu z ile iro s desobedeceram, a um a ordem de u m c í i r l. l e este. p a ia fa ze r re spatta r a sua e u to rij n ilc f 7 fogo con tra cs soldados in subordin a dos, U m deles c ilu fe rid o, m orrendo depois. E m um n a v io de G u e rra fundeado nas p ro x im id a d e 1 do M in is té rio da M a rin h a, re - g'<st-ou-se um m o tim. O o íí. c n l de dia. re sp *n íá ve! pela crd e m in te rn a do vaso de g ue rra, fez fogo ce n tra os am o tin a d o s e fo i p o r estes atirado ac m ar. P R O T E Ç Ã O UO E X E R C IT O In fo rm a d o do c l m a de in subordinação, o m in istro S ilvio M o ta s o lic ito u o a pólo do E x é rc ito p a ra restabelecer o p rln c fp o da ordem h ie rá rq u i ca m M a rin h a C a rros de c mbate e trepas m ilita re s fo ram enviada-. Im e d ia ta m e n te ao S in d ic a to do> M etalúrgico-, p a ri efetuar a prisão d s m a rin h e iro s sublevados Antes e n tre ta n to, de ser in ic ia d o a p * n ç ã o m il la r, s u rg ira m no I ca l dois o íic i us da Casa M l. llta r da presidência da R e p u blica e deram ordens cm sentid o e r n trá rio Os o fic ia is en. c?rreg?dca do com ando da r pera çã o fic a ra m a tô n ito s, pois observavam que p a rtia da presid ência da R e publica o apóio e in c e n tiv o p a ra a agita ção De um i q u ita n d a p ró xim a ao lo cal da operação, fo i feita um a ligação telefônica com o M in is té rio da G u e rra e ficou a p u ra d o que os toldados sublevados não d eve riam ser presos M l E G A O P R E S ID E N T E A < -a a ltu ra chega a R io o presid ente da R epublica. Tel: (consultorio' (residencia) Para melhor comodidade t conforto marque hora que se encontrava no R io passou a?er interpretada co- G ra n d e do S ul. Logo ao che- m o de com ple ta irre g u la rid a g-.r passa a co n fe re n c ia r sobre de. Q uebrada a d is c ip lin a nas o a s s u n l: E m p rin c 'p io casernas, com apó io d o p ró. m a n té m a o:dem p a ra que o p rio presid ente da R e p u b lica, E xército não prendesse cs não te ria possível m ais cont i o l i r '* situação S A I O M IN IS T R O O m in is tro S ilv io M ota vendo quebrado o p rin c ip io de a u to rid a d e da M a rin h a, pede dem issão de cargo, o que fo i aceito lm cdita m ente pelo pres id e n te da R e publica Para sucedê.lo fo i nom eado o a lm i- te P a u lo M a r i o, q u e n ã o d e s fru ta de n e n h u m a p ó io m s a lto s escalões da M a rin h a. O novo m in is tro decide anis tla r os m a rin h e iro s sublevados, in c lu s iv e o v ic e -a lm ira n - te C â n d id o A ragáo, c u ja p r i são fora decretada pelo a lm i ra n te S ilv io M ota P R O T E S T A O A L M IR A N T A D O Reune-se. então, o a lm ira n. ta d o e p ro te sta c o n tra a a n is. tia, ju stifica n d o que a mesm a fa ria o p rin c íp o da h le - n r q u ia m 'lita r, sem o que a M arin h a de G u e rra do B ra s il não p od eri sobreviver Em o u tra n o ta d ir 'g ld i a novo M in is tro, exige» in sta u ra çã o de In q u é rito e a p unição do' -ublevados. O m in is tro faz blague, ao a n a lis a r diversos aspectes do caso. revelando, in clu sive, d iíe re n ç is de ordem pessoal existentes e n tre ele e o alm lrantado, JAN G O FESTEJA N ' i e g u n d a -fe lra á n a lte. o E x é rc ito e a A e ro n á u tic a já h a v ia m tom a do posição ao la do da M a rln h i, p ir a p ro - te n tn r c o n tra o a to do novo M in is tro. O pre id e n te da Re. pubvca, seguindo a s u i lin h a de provocação, p a rtic ip a de um a festa nu éde rio Clube <"is Sargentos d,i M a rin h a e fa z u m discurso, a p e lando p a ra a solidarie dade dos soldad t ' dlé rndo que p-t ro fó rm a seriam fe ita s pelos oldarlo cib oa, s irg e u tc s e pelo povo Foi im presso á oração p re s l. dcncial o mesmo tom de a g i tação d - i seus pronunciam ento anteriores. E n tv e nb< r v id orcs p o ljt i cos e m ilitares, a.situação M IN A S T O M A PO SIÇÃO O g o v e rn id o r M agalhães Pm to la nça procla m açã o ao país, decla ra n d o o seu apóio á M a. rin h a de G u e rra e aos chefes m il tares que se colocaram c o n tra a in su b o rd in a çã o nas casernas. D iz na sua proclam ação que conta com c apôlc de todas as fórça s p o lític a s m i n e ir i e deg governadores de São P a ulo, G uanaba ra, R io G ra n d e e P a ra n á M o b iliza, em seguida, a F ô rça P u b lica do Estado e convoca o v o lu n ta ria d o p a ra re s is tir em caso de q u a lq u e r am eaça de golpe. N O TIC IAS" A L A R M A N T E S A nação passa a v iv e r, e n tão, sob fo rte onda de bon_ to.s N o ticia s desencontradas 'ã o d 'vu lg a d a s sobre m o v i. in entos re v o lu c io n á rio s em M ine-, e G u a n a b a ra. I n f o r m a va.se na n o ite de segundafe ira, qqe h a v ia g ra n d e co n ce n tra ção de tiop& s m ilita re s em Mina», onde os com andantes das u n dades do E x é rc ito estavam so lid á rio s com o p ro n u n c ia m e n to do gove rnador M a g ilh ã e s P in to. C A D E IA D A L IB E R D A D E Em seguida o rá d io passa a t r a n - m ltlr sob cpnsura. E n tra n o a r a "C a d e ia da L ib e rd a d e ", tendo como estação chave a Rádio T u p i de São Paulo. que passa a tra n s m itir com unica dos dos sr< A dem ar de B a rros, Carlos Lace rda e Udo M e n e g h e ttl F E R IA D O B A N C A R IO Ncvi m eies banca rio d u ie n o tic ia s v ie re m p e rtu rb a r o bom andam ento das tran sações co m e rcia is: a demissão do sr M e d ln a Coeli da p re - i id é n cla do B n c o do B ra s il, p e r d ifr o r d a r das restrltlvaus c o n tia São m edidas Guanabara c Rio G m nde P.iulo. do S u l e a decretação de fe ria d o b an cario, n a n o ite de segund a -fe ira, p o r trê s dias. C A P IT A L D A R K V O L L Ç A O Logo após a proclam ação do g o ve rnador M agalhães P in. to, fo ra m adotadas p ro v id e n cias p a ra in s ta la r, em Ju iz de Fo i. cidade que fic a e n tre G uanabara e Belo H o rizonte, o quartel-general das tro pas re volu cionó ias. O sr. M 1-- g v tiá e s l P in to nom eou u m secetarlad o composto de elem entos de todos cs p a rtid o s com expressão em M ln is e passou a a rtic u la r, com os dema*s governadores a fo r m ação de um govêmo revolu c io n á rio. P R O C L A M A Ç Ã O D E M O U R A O O genera l M c u rá o F ilh o, com ndante das guarnições m i lita re s sediadas em J u iz de F e ra. d iv u lg o u u m m a n ife sto á nação, dizenci 1 que a d e rira ac» m o vim e n to, p o r entender que o «r. João G o u la rt p e r dera as condições para p re s id ir o pais. Disse que d u ra n te d ois anos os in im ig o s da ordem e da dem ocracia, es. cudados na im p u n id a d e que lhes assegura o sr chefe do P o der E xe cu tlv i, vêm desresp e ita n d o ss in stitu içõ e s, enxovalhando as Forças A rm a d a s " e la n çando o povo em te rrív e l de.sespéro D epov de a firm a r que o presid ente da R e publica vem p re stig ia n d o as organizações exp u rla s. o genera l c o n clu iu " O sr P residente da R e p u b lica, que o stensivam e nte sc nega a cu m p rir seus deveres constitu c io n a l» t ' m a n d o.s e, ele me- mo. chefe de govêm o com u n ista. n ã o m erece ser ha_ v d o com o g u a rd iã o da Lei M agna e, p o rta n to, h á de ser afa sta d o do poder de que abu sa, p ara, de acôrdo com a lei. Ip e ra r-s e a sua suceesác m a n tid a a o rd e m ju ríd ic a ". O F IC IA IS D A R E S B R i \ - i APRESEN TA A CL 300 o fic ia is da reserva se a p resen taram o n te m ao gove rn a d o r C a rlos Lacerda, p ro n to s p a ra s e rv ir ao E s ta do d a G uanaba ra, a fim dv e vita r que os serviços essencia is sofra m q u a lq u e r solução de contin u id a d e D E N Y S C O M M P Sepm d o se in fo rm». u m dos es tra tegw a s do- m o vim e n to re v o lu c io n á rio eclodiu cm M in a s, seria o m a re chal O d i- lio D enys, c x.m ln s tro da G uerra do govêmo do sr. Jân io Q uadro» C O M B U S T ÍV E L 0 R E Q U IS IT A D O Os governadores de São P a u lo de M in a s G e ra is re q u i. si ta ra m todo os estoques de gasolina existentes nos postos de d 's trlb u iç ã o. O n te m, por v o lta das 11 horas, a Força P u b lic a re q u isito u os estoques de O u rín h o s A o lo ngo das rodovias, o com bustível ta m bém fo i requisitado. P O R T O E F IT A C IO T O M A D O F ú rte contig e n te da F o rç i Publica tom ou posição ao lo n go da ro d o v ia Presidente P ru. d e n te -P o rto E p itá cto R A D IO S O F IC IA IS D A R E V O L U Ç Ã O Ós ín ío im e s o flc ia 's sõbre c. m o v im e n to re v o lu c io n á rio, do la d o dem ocrático, estão sendo tra n s m itid o s pela R á. d so In c o n fid ê n c ia M in e ira, que está in s ta la d a n o P a lácio da Liberdade, em Belo H o rizonte T u p i de São P a ulo, que está in s ta la d o no G abin ete dc S e c re ta rio oa Segurança, gen. da M anhã, A d e lvio e R a d io D iá rio de Santa C a ta rina. Q u a n d o encerrávam os os tra b a lh o s da presente edição, a R á d io T u p i que está n o co- m ndo d a " Cadeia da D e m o c ra c ia ". s o lic ita v a contatos com as in te rio r d o pais. dem ais em issoras do D u as em issoras, as rádios M a f in q u e Veiga e N a cio n a l do R io estão tra n s m itin d o com unicados de alguns d ir i gentes de associações de classe, decla ra n d o ^lid ariedad e ao sr João G o u la rt. N o m o. m e n to que sintonizamos u m i delas, estava fa la n d o c pre- (C o n clu i na u ltim a página) Bebam água da S. TELEFONE I /

2 P A fllna 2 D i AH 1 0 DA S O R O C A B A NA D i i r l n l i n s, Q n i i i l a - f c i r a, 2 <1 M i l '! «I** 19 F A Z E M A N O S H O J E j<v,é F ra n cisco A q uiles M a n to v a n i I.n e M o rln Y n ra T rc n c h i A n to n lo L u iz Pcrez M a rln C ris tin a O la n te C a rlo s P e re ira M endon ça R u y F e rre ira da S ilv a lo n q u lm A. de S uza N e to A n lo n lo C n rlos C rls p im O rnei Vie*ra EM X A V A N T B S A rlo vnldo N. d "s Santos E M P A L M IT A L Leonlce R a lnho Cesar K M IV D E C A M P O S P a u lo P l-.n tlé r E M P IR A J U V it ria Esteves F A R A O A N O S A M A N H A M ar;a E liza Azevedo D o m ingos C io n l Is ra e l R o drigues S e bastião A n tô n io F lo n lo N a n c l M a ria de F re ita s D a rc y G om es de M oraes A n tv n io M a n o e l S a rm e n to L e o n lce B u e n o D a h le rs y B ra n d ã o S ilv a R M a e l M a ria H e m a n d e z E M P A L M IT A L A lb in o P e d ro C elso Sanches EM I IU ItA lt E M X J u lle ta M a ria V ile la E M S A L T O G R A N D E R o n a ld o M u tic h a n n G. M o u ra D IA 31.1 fio A rt n io Santos Jcâ o M a rtin s Leonlhe S ilveira Santos T h c rc z a M a rtin s EVzeu O ardnn Ana Regina F T -Jciro Berenice M. de S Rodrigues I M X A V A N T E S A p a re c id o P e dro da S ilv a E M IB IR A R E M A S iilg e m l H c r'b e EM B l)e C A M P O S G u ilh tim e A. C a s ta n h o N e to E M M A N D U R I J.s é E u g ê n io H de O liv e ira D IA 1 C la u d i. A B a c c ill Io rlz o T a n a k a E li L o p is G a b r iitl O sório d c O liv e ira F ia n c ls c " E m id io P e re ira A d a lin a P e re ira da S ilva José M a ria S ilv a M a n o e l V ie ira P in to H 'ro s h l T. n o Moyséa M y a G onçalves E lza B irb e sa L im a E M IB IR A R E M A A n ita Sim ões d c Souza D rccu S llv é rio E M P IR A J U E d u a rd o F e rrl Convites de Casamento? Mande faze-los na gráfica do DIARIO j A - Ú q, t a p i c l e ^ e. G o n s p t e ç o s. IN F O R M A 0 PRO G R A M A D A S E M A N A A P R E S E N T A R A H O JE E A M A N H A : V E S P E R A L, AS 14,15 á noite, duas sessões, ás 19,30 e as 21,30 hs. D U A S M U L H E R E S - (> m S o p h ia 1. r u i < R a f VaJone SÁBADO \ esperai, as 14,15 horas, e á noite em duas sessões, ás 19,30 e 21,30 horas \ V IN G A N Ç A D E U IL A D Y Com M yl.-i. Ij * m ru iff"! <r< ra rd B o rra y Kslv film e < f " i i t iiua«;1 d 'OS TR ÊS.M M S M lk T F IR U S j DO M IN G O M a tin a l, ás 10,30 h o ra s da m anhã, e em Vesperal, ás 13,30 h oras X Y IN G A N Ç Y D E M JLA D Y Com M yl. n Danong-i I C -ra r1 B ir r a y Ksl film e < < < n l nuacã d ff)s T R fts M O SQ U ETEIR O S) Á noite em três sessões ás 17.3(1. 20 i* 22 lis. O PASSAG EIRO D E U L T IM A HORA Linda C ris tin a «<). W. Fisch r. Com IC u < ASA P A I L IS T AN A l'n-. um f.,- bul«j-' * «rtim ento em cam isas. Blusas. Calça-,! um a in fin id a d e d<* a rtig o s CASA P A U LIS 7 A M Rua 9 d Ju lh o, ^47 O URINHO S P O S T O Y P I R R N G H Servir Bem, Poro Servir Sempre Rua Duque de Caxias, 265 * OURINHOS SERRILHERIã ARTÍSTICA (.ira iiili' O fic in a dc tisquadvias M c liilirn s F u b rlca çã " d Portas tio A ç i onduladas V iira u x sin ip lo s a rtís tic o s G rad '> o P"i*las para e*slab I cin u ntos Q óm ereiais, Bancos, - lc. Urçamii ntos n i d ia n l croquis ou desenhos Alende-sv a d o m icílio. Geronymo Leide IIii«i C a rdim. R ib irn, 1;,í I-'ii : 2(127 Caixa Postal. 411 O V R I N II O S! >la d " d São Paulo! 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I p k a r m a ç f m -â>. m m - *mi in o n u s. n r - m. n <i t r o c a n m i - I r u m n t 1 ó a da.- I 11tu t ls l i ]. - r l á s s i r o g d*- ó e u l " - p f i. l m - t m ^ d i l i r n d o s, 1 n l 1 la d c m p a r i d m ir ii d a s o u p v d r a s c i i l i l a n l ' A o < m p r a r ó c u lo s n \ -. - lu d u < ii d u d o H a m r r il a a r m a ç ã o i p i I ;a 'p a r a ' I 11 0 d s. i- F a ç a r i i i n q n.(. 1 n d u ii c m io - m i lo.lo. M A IS D E U M Felizm ente, não se usa apenas u m p a r de óculos E m gera l, ccm p ra.e e m a is de um p a ra u m caso de em ergência, (p e rd a tu qu b r \ p a ri. e n x e rg a r de lo nge ou de p erto, para m a r d e n tro de d o a ou n a ru a, ou e n tâ o p a ra tro c a r de fo rm a r que não é d ifíc il p a ra um a pessoa te r um ou m ais pare1" O nde e quando você usa ócul s t m m u lta s im p o rtâ n cia p a ra os e s til s que deve p re fe rir. Se precisa u s a r ô c u. los perm anentem ente mesm o em festas - bailes é p re cl u que te n h a u m p ar m a is fin o d o que aquêlc que c.v tu m a u s a r cm casa e no tra b a lh o. Se usa óculos apenas p a ra v e r de p e rto, le r ou co s tu ra r em e rra. escolha um bem c lo rld o e fe m in in o T e nha cuidado para que as le n tes sejam s u fic ie n te m e n te grandes dc m odo a n ã o d e i x a r 'q u e a a rm a ção a tin ja a b orda do o lh o. As le n te s pequenas não só a fe ta m sua v i são com o a in d a d e fo rm a m a= feíçõc-. Se v cé é de tip e m oreno e v ite os óculos de to n s castanhos e p re fira os de c ó r m ais c la ra, azul, ro sa cu o u tro to m pastel. Se os s us olhos são azuis, verdes, c in za ou castanho c la ro, e seu cabelo é lo iro, a m e lh o r c ó r p a ra sua arm ação será o m a rro m escuro, azul escuro, verde ou d :u ra d a. Se os olhos «ác castanhos escuros e o cabelo cla ro, u m t m de a m b a r ou m a rro m é in d 'c a d o ; o p re to fic a bem se o cabelo possui u m t m d o u rado. As m o re n a s pde m escolher à v ntade: o verm elho, doura d o, ou verde fie- m u ito bem p a ra quem t m olhos pretos. As de c ;b e Í2 ru iv o devem to - m r cuidado, a côres escuras. p rin c ip a lm e n te o castan h o e o prê to. são indicadas. C abel s bro n e s fic a m bem com to n s de pérola, ebonite com postei, b m claros. A m aquu agem deve c m b L n a r com o t po de seus ócu Assuntos F e m in in o s lo *. Se usa óeul p. cure u sar a c is s ó rlfh que lh e déro u m a a p a rência agradável o?, cabelos crespos a ju d im a esconder as h a ^l dos óeul U m a hôm bra bem aplica d a.. nsegue d flr m ais ênfase acs o lhos que as le nte s escondem. U m b in re to q u e nas * b ra n. cclh ds é in d lc a d c ei p e c ia l. - m fite para aqueh r u j f, olhos fic a m In te ira m e n te co- 1 bertos p e la i tentes. M A Q U IL A G E M U m pouco de som bra em c im a da p á lp e b n. p e rto /das sobrance lhas to rn a os olho» m a s cla ros c m o e fe ito do c o n tra ste A p liq u e o ru g : p a rtin d o d l- r f - m e n t e,do ce n i logo a baixo dos olhos o u a :a n d o - e n o fo rm a to dc> óculos Não o use d e n tro d a áre a c o. b e rta pelas lentes. P rcctue to rn a r sua bôea men o r. s usa óculos fre q ü e n te, m ente. P jr a q u seu ro^to seja bem p ro p o rcio n a d o, s a i ba que a bôea deve m e d ir um s vez e m e ia o ta m a n h o d o ô lh o. Com o as le n te s te n - d m a d a r um a a pa rên cia m a io r aos olhos, é im p o rta n te d im in u ir ao m áxim o a bôea. com batom. As le n te s.pre cisa se r de boa q u a lld -d e p a ra p ro te g e r bem seus o lh o -. Use u n ic a m e n te as que sfto de v id ro ótico. ' côncavas s p olida s, m esm o que em opradas sem re ceita m édica Se usa ócu lo s apenas p a ra 0 esporte, p ra ia e passeios, a arm a ção pode ser c o lo rid a e e stam pada, a co m p a n h a n d o in c lu s iv e o te c id o s h o r t" ou chapéu. S.* usa ó e u l s p a ra d ir ig ir carro, p a ra a n la r n a ru a e suas a tivid a d e s em g e ra l p rin c ip a lm e n te re tcr*m receitados pelos m édicos p re f ir a u m e s tilo m a is clà st co e i s mples. F. p a ra as festas. 1 us ó c u - - * 1 - pedem ser ve rd a d e ira s j ó i s com L n d o s e suge stivos ' e nfeites. Seja p a ra o que íò r. fa ça de seus óculos u m co m p le m e n to. ' d sua beleza. Quem disse que o O utono é txiste? Q u a n d o te fa la em outono discretos que im ita m c.s tecidos; a m a rc a de P.ito u é a é h a b ito to m a r-s e u m a r m e la n có lica. a rra n ja r u m a voz c in tu r a e o b u sto s u b lin h a - grave e gestos cem edides c r. m.s ia s t w «K 'J n te s ; mo a com entar o caso de a l fe m in ilid a d e, a co n s ta n te n.i go belo, a perda de algo a le U n h a B a lm a in. c m o m o tivo pre d in ln a n tc des t lilk u r s gre. E n e n ta n to poucas c :_ tações, p rin c ip a lm e n te aqui de veses blus ntes e saiase m nosso m a ra v ilh o s o B r> s il. tu n ic a s ; com L n v ln c d e s ta. se igual m ao out nc na r i <iue nos c in to s in c ru s ta d o -, queza das côres. am enldade íe chad s com fiv e la s ; e, enq u a n to isso, cs it a l anos S L da atm c. fc ra, riqueza na o fe r ta dos fru to s d i b a te rra É m n e t ti e F a b la n l c o n fir n o o u to n o que n m i ju re c c m m a m c ^ucesso d o a n o a n te - n ss3 fru ta s m ais sab"rosas ria r, ccm taileurs veste Ê n o o u to n o que o sol des - I nga. com cas co* blu >nte m aía em ;cas* s m iis longos lip P ie rrô e com cs vestidos ( tépidos. Ê n o c u to n o que as de n o t r sexy e p ro fu n d a m e n - estré ias c ltin ta m m nls liv ie s ic decot-id' A silhuét fe m i n u m céu sem nuvens, ê no n ina nunca fo i tão encantad o ra tá c p.rtu rb a n te e m a u lo n c, ta m b é m, que as íõ - lh s s m o rre m ln c e n d ad s em fe m in in o t a m ed», a lguns r u i v erm e lho, a ta p e ta n d o o chão. dades sc fazem n cccssáilor, E é n o :u tc n o que a m u lh e r p rin c ip a lm e n te apôs o verão pede ser m ais fe m in in a, m ais te m p r id a p t : excelência lu v id n d e. m is m is té rio. Da espi rtlv. M ntrn h a tia elastic id a d e r p lá stica a d q u irid a s v e lh a e sem pre e n ca n ta d o ra E u ro p a cheg am -nv o - r<c - n t p ra ia c u n o cam po d u. m end.içôes p a ra que a b ra s i- i ant» s fé ria s, com m m ln ra - lc 'r a c faça m a is bela en- da- d iá ria s U m p c u q u ln h. <ie q u n to o frio a Unha C apuccl, g itiii.s tic a ta m b é m é im p re s c in jo vem e baseada n a h rm o n i- dível E que m e du: v ré. a zação das côres InsóUdas, tó- m lga In tc r a. de u m a b- s u- d> co n s tru íd a em corte s e encaixe ousados. i rnando.se sauna ou n n -m o b in h o tu r na de q u a n d o em quando delica d a m e n te p oética p a ra a co a ju d a m o e x p e lir a tr tvés n ite ; Já D io r f iz t r iu n f a r o d - pot os im p u re za s que géner id to -e s p o rte O m bros m c u m u la m em n c is n pele. c m b u tld ' - e larn< tc i lcbs lém doa beneficio * que tra clássicos V e stidos de n oite s zem à Ocs-a m d i Av vê-la. leves, bem n o gôste B e lle E p o- toda fv in in tn a, e lâ 'tic a bem que; L a i uche cem seu e s tilo : vevtid». com a q u i flu tu e n d a tollle u rs sóbrios d c, côres paste l. em d e talhes sem pre n o II liiv é» de m m ln h ir. d u v i do que i: m a s fe rre n h o dos céuci ilu d a te n h a coragem ves, em dellcad s ío u rre a u x de a c h a r o o u to n o t r is te : m u para a n oite coin boi dados como. se o ao) está em nóe?

3 O iirm h tx, Q iiin lti-fv ira. 2 <lr X lir I < v 1591»Y I» I X H I O II \ s i i \ i \ x \ 1 PAGIN X f8 4 /tâ to J b o M /r /C O _ (9 <r..xil- nuir d Barro» já >1 c :fliu m ia r w * f- rim 11 IT l.ir ^ g il I Iif 111,11» p xlari'- d * llain» - E N i- - ui inm ln j> rtlu ra r h H r»' lilic u iv plan itnvi nnl. - rã o«mi- r \ a - B n n s a h m i - * r c r r lá r - p a n lis la - \,* (.,, j: r. ' u l" i sutis I liiíd >! p r \. V vii ir i. XPItKKNSIXO g \ rn a d r p n u l «Ia r iilin u t api** i i s i v i na <i < " - i ii - I -enx i 'l \ ii<> t m il' ii a t i J iu il " ' X l< m ar d* Bur - eh g u iiio ii,-.i\ a $ e rl «u l.ir - in a l>a*mmila l <L ral* I I M q i, a n<f r - it»l4 C' n g r - para Sã 1 a u lu. S g iu id o t * l'>* r\ i h r - v h. nl «a v rn a ilo f. o C ongr.* - j» N.i< h b f i u n u a n d m Sã P iu I ú I ;* n v I t l STItM 01 v I ( ONO.VIK X> v r> ^ r «r, -, i v.. s r. J.-ã > i. u l n r t \ m im - H m f n l.i >,i P aul s la r p r n - n t n-h» n m if m a l. 11 ' a in d iis lrin. - lã > ani a r.i.l v, Cil /rçh.i a lg im - sln.l <-al. s-mp T nrins l< inein o il «iii ir i'tf". I n! ii I in i i rla s s - p r «lutoras dc Sã Pai I" *1" «n< - a.. ii n,ia não p.iik pagar p dos ri<* ni. n liin n! < p o lilii-. n l,,..\, m,,r! Bom»...luâ ü u la rt. O XI X X IM < T 0 1)1 XIP (111111,1 1-1' 1 u \ rnad- r M agalhô - P inlo, I arando u ««I d uri «ladr- «I M inas ;l M arinh-i ' <. «m sinal.1- p r i -i, n lra a in l vipl n i. Ivan< i ii g ra m l rp e m i8 > n c m ln ' * 1 r ' *" P1» '1* pu l)l va. i l >r. MagaIIvã - *in-! l ' v. n.p iis ln u jw irle da p siçf, «p,a \ia p d 1 ' «i i ' «uviivia d - ii s ji iiirio fnc a. s ma- nari«>iiai- I Imenli Rua Duque de Caxias. P>5 Fone 13f! Dr. Nelson de Leão < I i \ M X X IÉ D II X i: ( ll t ú l i G H X.M O U S T IX S ) s I M I O R X s Rua A n l' n Pradu. 21 Fone { \ I I ( l S Clínica Santa Luzia J ' " M l *- IA LM IN tte k in INSTALAI) s t a l a d a 1 PARA V U í i I 1 \ t \IKS >, i - 32 TídU-mento e Oi-eraço d s Molés i, OLHO S. O IT V in o>s, s NARIZ. GARGANTA R ROCA 1 I n t - l çâ 'icmple-i de ekrrlcididc médic. l» 1 t p^ra Intei rum nto <1 oper d M td lc O E S P E C IA L IS T A : D R. D K K.K N K H G. R I B E I R f ) Av A lfln o Ar.-Ti 203 F * * ie 53 O I R IN H O H E ^. d, 8S<. P - a lo M a is tlesem p enho Espeloculor, o nóvo moror Tufõo de ljq H F, do SlVCi CHAWBOPD :ufco Super, com 112 HP, nos Rollye e no P té s id e n te ). M o it fórço V oior oceleroçõo Arranque bem mois rápido. Desempenho sempre regular, groços 00 n iv e ro d io d o r Ce o.es que m o n lé m o v is c o s id a d e ideol SI MCA Iép p ^ fe. um mundo de novidades!) 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" e M a rin g á <N- rtc do p., ra n á i sâo talvez e< cidades b ro e ilc lra 1 que m il* crescem nlu Im rn te fs 0 é dev'dc ao p rgresso que alcançe essas rom un trazido pela* g ra n de* rod v l a frdrals <Im pera triz i. M a rin g á. m archa do café. traçada Já p ra se c o n s titu ir num a grande e i- 1'.dc «ao c o n trá rio de L.n * d rln s - to m a.s e. t p u- > es. péc e de c a p ita l d i região n crl rte -p a -anaen-c. e D cu ra d v g do» X W IO - MM I NDF.lt ARTF.h IM X s T K Xf-* O que é cublrm u? E arte concret 9 O íu tu rk m o ilnda é v&l d heje? Q ual a In flu encia dc Pica r na irte c n - } in p r «ii*4 0 S: vr e qm -c r s ib e r -ôbre tude ias-' e m u lta cr. t>* m al*, d lr ij se ao N u - cl"o * A rtls tic c Pi 1 - i n a! C ul tu ra l. em S P a u l r. fu n clo n a n do à rua Augusta. 597 O nucie.' d irig id o per C a rio * J»cc h e ri e Neldv M a t lm S x llc r, er. 1na arte* i/ám Ica*- contando com um c o m e llv.-d re - t ' r *e»rtl.s t - e c r it k coni Cl vis G ra rlxn o Jo*é Gera ld o V ie ira. M á rio S c lie n. berg. Sergi MiL et e W a ltc r Z c iu i A p rim e ira fxp«ir.io dos aluno s d o Nuclec. r e ' 1. /. 1- ^e pre entem ente na de a ir s dn< P lhas O lucro escapou galeria mês o serviço de transporte # ã o deu lucros! Os caminhões a DIESEL estào queimando óleo, sem potência etc. Para tudo Isto há uma solução I procure im poeta áe SERVIÇO BOSCM, onde V. encontrara peças: genuínas e «perfeitâ mststen cia tecnir j BOSCH F a ç a u n n v is ita»0 P, i o ' d f ScixlÇO A u to rizado B 5ch. d.-. R e tific a de M oto res O u rln h o ^. do C L O M S. c v e j1 que ha de m n l* m oderno em m á q u in s e fe rra n ie n U s p a ra te sta r c regular b mbas ln je f ras e bicos D h el. à R u a Duque de C x.a tone 269 Declarações I I I I I X s T I I H ) M t X N M / X I I XPXv f k i 7 e n A A ( K r e % n m i n 1 1 V l *' ' ii :* X I X H A p n S O T.X V.X M I'.'$ s K i P A I L u ^ P A It \ \ \ V I L A M l S A I I I I I I \ I I O S i i p A l l. (» 680 Kls. M a i s M i s i c a Este mês, C ASAS B U R I dedica suas vendas as D O N A S DE CASA, com Espetacular SHO W de ofertas Supr-Econõm i as C A SA S B U R I A L O J A M A IS B A R A T E IR A D A C ID A D E Rua: P raná, OURINHOS Presentes rta Cl N!1EH E U Fino Gosto SE1SH U N G O Y A. bt.< ile l i cisa d o, m o to ris ta, restden- I-- e dom c llla d a á ru a 5 s /n cm C-unb id EmbcIo d c Pa. 'ru im. D E C L A R A p a r i os dev d s fin s c e fc lt de d ire ito e a quem p i - * In te re -s a r que pei«l< 11 sua C.irtelra de M o to ris ta P ro fis s io n a l expedida p t l i Delegoc > de P o lic a de O u rln h c # sob n.o."$734, em C ir tc lr n de Id e n tidade expedida no E w td o d > P arená e sálo» de pagam ento d c IA P I7TC D c c la ri d.» q Sempre Novidades A UNICA ESPECIALIZADA PAKA CRIANÇAS VISITE A PRAÇA M E LO PEIXO TO, 42 OURINHOS t u ie da re fe rid a perda está p r videnc <*ndo Junto a C lrc u n tc rlç fl - dc T re iv -lto de O u. rln h s um a 2.a (M gundai via d.i C a rta de M u tc rls ta Proflsslo n '1, f cand sem e fe ito a 1 i vl.x ca -1 venha a ie r encontrada. O u i n h dc m arço de -. i m i i \ t.o Y A Declaro, para f in * de o ire i- i 1 o b je r i 3 a V ia que fo i exn a v ln d > o C e rtlfu d d r P m - prlcdnde n refe rente :io v -ic u lo m a rra r«rd. m t- r K Í4A A 2S B coi M l P m c V e rm elh o, d r 8 c lh n d r *. de pr p rle d id e d r Cem " e In. d u -tria de B ebida* B e rla g n u - II L U n D rc le r p»r P n d c obtei 2 a V e u fo i < * u «viad í C a rt i d r M to»l-ta P ro fls- I «tal d t DO e x p r lld a p r In 22» Clr<un«crlçâo d r T ra n s ito d r O u ftn lv i a 29 d r N ovem br > de cm nome d r A n l n 'o B in o (na X > T tim t) l l l t i l O

4 Páijiiifà 4 D IA R IO l> \ 8 Ü R 0 L A R W \ O iirin h fs, Q u in ln -frira, 2 d r Xhr I «Ir 1% Convites de Casamento? Mande Faze-los na Gráfica do DIÁRIO A rte Rapidez e Bons Pretos. Auto Peças Ourinhense Ltda. PE Ç A S E ACESSÓRIOS P A R A M ERCEDES. F. N. M. FORD CHEVRO LET. R ua do E x p e d ic io n á rio, 808 Fone 14 A T E N D E -S E Á N O IT E :- R ua do E x p e d ic io n á rio, n.o O U R IN H O S iü M ÍM ti ih i n J f c i «E A V E A R IM IX D E M A N D IO C A. F A R IN H A D E R A S P A r F I R A M IM OSO R u a : A n to n io P rado, 19 C o a n -la r S/C f 'n 175 Ca x.. P ostal, 455 O U R I N H O S F A B R IC A : F IL IA L : F azenda S a n lo A n tu n io S A LTO G R A N D E R ua A m é ric o B ra s ilie a s e, n.o 2 í 1/245 Fone SÃO P A U L O R A Ç Ã O S O C I L A melhor ração do Bras I n G o r n você pode prodozir M AIS LEITE com M ENOS ALIMENTO Este re s u lta d o lh e g a ra n te as novr»s RAÇÕES MELA- ÇADAS DA SOCIL p o rq u e são Mais Nutritivas Mais Saborosas Mais Digeridas lhe oferece as m elhores rações P a r a :- A V E S BO VINOS SUÍNOS Vendas: C oncentrados P O E D IL SUINOS P IN T A 1L S A ÍS M IN E R A IS POLI V IT A M IN A S S U P E R Á V IT A PRODUTOS V E T E R IN Á R IO S ETC Dtmdu os m H h ore s fntôrt*- que p o s s ib ilita rã o á g ra n ja p ro d u z ir sem pre m ais e p o r m enos custo. Mandado de Segurança contra os preços dos telefones da C.T.Q. E xnin. Sr. D r. J u iz ip Dir- ilo da C"-marca de O urinhos JOSÉ DA CRI / THO M É. p o rtu g u '1'-. cn -a d ". com rc in n te, estah h-cido ncsla Cidade á Praçu M T " pn-ixoti. í, piic sru advogado a b a ixo assina- " i (doe. u. I, vem. na lu P im a da R i n d q u e re r a Y. lix e i a. s digm - < im t- I r-u iv m andado de.sefluranço c o n tra a Pr» l ilu r.- M u n ic ip a l <1- Ou ri nh"< «'iilr a a C unpanhin I"1I fô n ic a d O u rin h ' tc.t.o.. aqu la como poder p u b lico concedent'- e 1sla com» d n c s s io - n.iria d s serviços I b -lo n iru s lo ca l, expl dindo-se, r s i" lo drsdc logo, a in d is p nsável m edida l i m i n a r a n l ' d e im l is c u l Í M * OS FATO S - - g u id ''- u rg é n c ii, d. fa l» \ é n ia : 1'imdrim ub-s. RUA A N T Ô N d) CARLOS M ORI, 20 TELEFO N E. 1K4 C A IX A PO S TA L, 300 O URINHO S 1 1 O Im p e tra n te é a s sin a n te d o a p a re lh o te le fô n ic o n que serve á sua lo ja com e rc ia l e. p o r extensão, á sua re sid ê n cia, s itu a d a n o p a v l. m e n to s u p e rio r do p ré d io n. 41 d a p ra ça M e lo P e ix o to. O re fe rid o a p a re lh o fu n c io n a pe lo sistem a m agneto. O equip a m e n to e re s p e c tiv o serviço é da C o m p a n h ia T e le fô n ic a B ra s ile ira, a tu a l p e rm ls s lo n á. ría, que, com a r ncessloná- r!a C T. O.. estâ n m e rca d o das com unicações desta Cidade até que se v e rifiq u e. d e n tro de dias, a sua re tira d a d e fin itiv a desse se- tc r. 2) Sucede que pela le i m u n ic ip a l n. 363, de a C a m a ra M u n ic ip a l de O u - r nhes nutorlzcu o Poder E xec u tiv o a In s ta u ra r, p o r e d ita l, conco rrê n cia p u b lic a p a ra a e xplo ra ção dos serviç~s te le fô n ic o s a u to m á tic o s d o M u n i- cpplo bem com o a ce le b ra r o re spectivo c o n tra ta (doc. n 2 ).. 3> E m fo i p u b ll cado e d ita l de conco rrê n cia, ex g in d o a c a p a c id a ie in lc ii) dc u m m ln lm de lln n a * a u to m á tic a s, p a ra u m a rede e x te rn a de lin h a s. reconhecendo & co n ce ssio n á ria o d ire ito de a d o ta r o sistem a de a u to -íln a n c ia m e n to (doc. n. 3 ). 4» E fe tiv a m e n te E m * P r e fe itu ra celebrou c o n tra to de concessão pelo pe- r í do de 30 snos com a C.T. O. a v ig o ra r depois de 15 me'-es daquela d a ta. te m p o p re v is to para o ln íc i de suas a tiv id a d e s. O c o n tra to em te la fo i celebrad p o r in s tru m e n to p a rtic u la r e le vado ao R e g ls. tro de I m v tis e A n e xo da Ccm arca na m esma data. recebendo c n id cc. n 4) 5 ) P o r m t i vos d iverso s, a conce ssionária obteve v á ria s p r.rrrg a ç ó e s do p ra zo p a ra início dc vigéncif. contratua l. O S F U N D A M E N T O S P R IM E IR O F U N D A M E N T O A le i n. 363 O C ontrato C m p e téncla para fix a r ta- r fa s In ic ia is C o m petência p ira os reajustes Ile g a lidade. G, A le i n 303. d c <cf doc ri 2). n o a rt 2.0, estabeleceu o seguinte: " A lé m de o u tra s clá u sul s c condições Julgadas p rudentes e necessárias a boa execução d s se rviço e que constarão do c o n tra to, e e JU a l de c o n. ci i r é n c li deverá, c b r g a ló rlb m ente, conter os :cgu'ntes: * m ) as i.ir lfa s aer&o f i. x id a f < re v is ta s dc m odo a proporcionar Ju^Li rem uneração ao in v e s tim e n to, em base níi in fe r io r a 10'. n rm supe. r l r a 12\, e de fo rm a a p e r m it ir ao concessionário, a te n - 'T ok nece:sldades dc m e lh o. ra m e n t ; r expansão dos s ir. viço: ". 7 C ^m ' sp vê. a le i n. 363 i lim ito u B u torte r Exccu tiv o a ce le b ra r o c o n tr» t > de c n c r o D e ixou <lo ro que des rf pecltvos c-dllnh de <011. < rrên c 'a deveriam fig u ra r d i verso» rc q u l' It s. o b rlg a to rln - m ente. Entre eles nom e u. esp e cifica m e n te, o d i re trib u iç ã o fi iiv e s tlm c n lo fc f. a rt, 2.o, le tra m ". loc c lt.). Nfto nu- to rlz 11 porém q u a lq u e r rea- Ju» 'ih e n to ta rifá rio Nem p o d e ria fn z é -lo, < m fe rm e se d< m n n s lr n á a seguir Aliás, o p ró p rl E x e c u tiv o não p e r. maheceu Iníenso 11 e se c rité rio, po s lo jç r o tra to r, no contrato, d capitulo d 's T A R IF A S teve o cuidado d e a ce n tu a r: < I.A U S U L A T E R C E IR A - 1 o i Cas 0 lu c ro l i q u id o a n u a l, d e fe rid o nesta clá u sula n ã o a t 'n ja 0 m ín im o e:-t b tlc c ld o de 12'.: poderá a T elefônica a qualquer te m po, m e d ia n te a u to riz a ç ã o da C. n w ra M u n ic ip a l, a u m e n ta r os p re ç rs de seus eervlçcs. a f im de que d to lu c ro alcance a ta x a c o n tr a tu a l ', (c f. doc n. 4 i. 81 Ê cla ro, assim que o E xec u tivo reconheceu expressam ente a com petência exclusiva da C a m ara L e g is la tiv a p.». ra f x a r «a u m in lo do custo dos serv'ços te le fô n ic o s, ou se- J>. em u ltim a análise os reaju s te s U» ifá rto s. É a c o n c lu são que se im põe. d. v é n ia, de m : id a n a cla reza. C o m e fe i- t Para se conh ecer o quan_ tu m " da ta rifa é indispensáv e l re c o rre r, antes, aos c á lcu los r e tr ib u ltiv c, do c a p ita l in vestido. P o r c u tra s palavras, co n h e cid a a re trib u iç ã o do ca- p.ta l pelos servlç s que oferece, cenhece-se. "ip s o -ía c - t o ". q u a l a t r fa ju tu O ra, lendo c. E xecutivo reconhecido que essa fu n ç ã o é do L e g is la tiv o. segue-se daí, neccs- íá ria m e n te, que cs re a ju s ta - m e n to s subsequentes a o c o n. t r ' ao da c m peténcla exc lu s iv a áesse órgão. Como, porém. 0 Legislativo não procedeu qualquer trab alho para : ss-guv r à conce ssionária a ju s ta 1e f(-b u iv ã ') d o seu in v e s V m e n tr, a conclusão que se e x tra i n ã o pede ser o u tra sin á o que os re a ju ste s fe ito s pelo E x e c u tiv o se revestem dc in d e c lin á v e l ile g a h d 'd c, t >n- to qu f ra m concedidos "con. tra -le g e m ". Sendo c o n tra a lei. n ã o gera m d ire ito e nem cria m obrigações. São inopera n te s. p o rta n to. 9) Não se nega, d. vénia. que a le i n. 363 a u to riz o u 0 E x e c u tiv o ce le b ra r o c o n tra to t nele fix a r a t r fa in c ia i p re lim in i r Es a tese é le g íti- m a. M os, d a í c o n c lu ir-s c que cs re a ju s te s fo ra m a u to riz a das, c o iv t lu e m a n ife s ta h e resia e n tra a evid ê n cia do que está expresso 11a clá usu- l i cm seu p a rá g ra fo p r l. m e iio, do c o n t r it o «doc. n. 4». 10) E m verdade, p le i 11 :;63 fo i m u lto sáb a ao p e rm it r que o E x e c u tiv o celebra se o e n tra to e fixa sse a t ir lf a - bsse. E que p a ra d e s in c u m b ir. se des*e m is te r o E x e c u tiv o n ã o e n fre n ta ria a m e n o r d i- flc u ld id e técnic'*. B a s ta ria, com o fez. re c.rre n d o ao m esm o v a lo r de c a d - ação da sociedade a n ô n im a c n s tltu íd a p a ra a e xploração d serviço. Foi 0 c rité rio :id tado. Procedeu com Irre cusáve l acerto. S ln á vejam o s: n ) n o p ró. p r contrato, cláusula 14.a. u n lc. está consignado E-.táu expressam ente Isentei- d r t.ix a irre v is ta n o ite m " d " e da c n trib u iç ã o do ite m *e " fl.s ru b s c rlto re s do c a p ita l In ic ia l c os do a u m e n. to su b se q u e n te "; b» 11 ite m " d " cog ta.se de um a taxa de Cr.# 5 000,00. A contrib u içã o do 1tem " e " re fe re ao p ig n m e n to da o u a n tlu de C r S , la llz in d o C r # (in que é em d e rra d e ira aná lise, a t <- iif» fix a d a p a ra os as Inantcs 11 a p a relhos n u to m á tic s. N cn h u m n d u v ld r 1xls te a rx - > re-ipelto, ou sejo. de que 0 v a lo r da 1 r l f i corresponde v a i r de um a ação do ca. p'-tal su b scrito. C o n f rv-se, n pro p ó sito, d. vê n la o d o c u m ento n.o 7 1lugar n.inalado) 11) D A T A V fcn IA, a c ln -s e p le n im r n te dem n s tra d o que a In rlfn de 20 m il cruzeiros rons i n id n n o c o n tra to. < ns- lltu é exigôncl» p e rfe ita m e n te lc g il, ma» que ou reajustes fu b "quentea, b je to t ia. rc - lu ç ô e s " do E x e c u tiv o 1doc. i* 5. 1; e 71 padecem da eiva < ilegalidade, fe rin d o, p r co n ' c g u in le. d ire to líq u id o e c e r l 1 d o im p e tra n te 12 Nes-e passo é b m a ce n tu a r, m á x im a v ê n la " que, " in c a s u ", n ã o c-.tá cm cvbate a in d a g a çã o acerca da com p e tê n cia p a ra f ix a r cu reaju star tarifas, pelo Executiv o ou pelo L e g is la tiv o, in th c s l". segundo as In te rp re ta. ÇÕc.; J u ris p ru d ê n c ia I s O que c c o g ita, in c o n c re to ", é de se v e rific a r «e o cn rre u ou não expresso re c o n h e c im e n to do pod er E x e c u tiv o em fa v o r da C a m a ra M u n ic ip a l p a ra 0 exe rcício da a trib u iç ã o dos re a ju ste s ta rifá rio s, nes te r. mos da c lá u s u la I3.a, i l.o, tl c o n tra to. I3 i A ssim, peloo fu itia m e n - to s deduzidas é de se conceder. d. vênla. 3 segur nça re qu e rid a. a fim d " g a ra n t*r ao Im p e tra n te 0 d ire ito ln c o n tc 1. te de o b te r a a s s in a tu ra de um a p a re lh o a u to m á tic o pela t <r fa contratua l, r u seja pelo p rcçc de C r $ * * * S E G U N D O F U N D A M E N T O V u ln c ra ç â o à M n. 1. de Resoluções in perantes. Ile g a lid a d e, "m e - r lt u m - c u s a e " A c o lh im e n to. 141 E m é rito Ju lg a d o r. M a l; o u tro fu n d a m e n to se ergue c o n tra as im p e tra d a s. C f m t fe to. S ó m e n tc o c n tra to de conces õo está. d. vénia. re v e rtid o da in d isp e n sá ve l p u. b l o d «de. m ercê d o seu re. u' tro n o c a rtó rio a p ro p r'a d o Ná^. porem, os* pseudes reaju ste s subsequentes.ín sito s em "re s o lu ç õ e s ". De fa to, c n fe rm e se v e rific a pela rela ç ã o " de (dcc. n &. ; 1 im p e tra d a s elevaram rt t a r lf s d- Cr.$ v a lo r d e clarado de cada ação do ( a p ita i scc'8l> p a ra C r $ É 0 que consta de a to assinado pelo sr. P re fe ito M u n ic ip a l, c u ja c e rtid ã o não r- g ls tra h a v e r sid o a f-xa d o n. sede do M u n ic íp io ou le vado á im prensa para d iv u l gação, c o n tra ria m e n te do docum ento seb do qual c n s ta sua p u b lic id a d e pelo Jo rn a l lo cal e do d ocu m en to que fo i registrado e p u blica d o 15) N ã o é só. N o d ia pelo c fíc ío n sr. P re. fe to com unicou á Concession á r ia sua res lu ç á o " de a u to riz a r o in ic io da venda das linhas restantes, que oe p ro lo n g a rá a té a in a u g u ra ç ã o do serviço, ao p re ço de Cr.$ p o r I nha, c m as fa c ilid a d e s de p ra x e " <cf. doc. n. 61 D a peça que re tra ta os te rm o s dessa rcso lu çã -*. n ã o - consta, tam bém, sua afixação.a srde d o M u n ic íp io nem d - sp c h o o rd e n a n d o e m u lt m en s sua p u b lic a ç ã o pela Im prensa. Nem um a, nem outra co'sa O p u b lic o d e la nãc conheceu. 16) C m o n ã c bastassem tíd s resoluções, a Concession á ria resclveu, de m.d o p ró - p r:, p r a tic a r o tos a d m in lsi. tra tlv o s típ 'c o s, p or delegação de poderes in d e le g á ve ls: p r o a rtn d a ta d a de (doc n 71. d irig id a a r r P re fe ito p le ite o u n vo r e iju - t e t f l r f á - rio de 110 m il cru z ivos para 250 m il, a le m da d lla ta ç ã o do p r za par.i vig ora r o respectiv o c o n tra to, f xando a dato te rm o a p a r t 'r do d ia 8 de Dez. dc quando, então, e n tra ria em atividade. 17) T o m 1 n d c o n h e c'm e n to d«ii c a rta, o sr. P re fe ito c-e 1 m lto u a e x a ra r despacho ne- tes te rm o -: " D c p a c h o L v ra r u m te rm o de p ro: r - gaçfio de prazo p a ra in ic io de m t v í ç ) de telefones.aulcnaátl- cf fi <b st aí C fd a d ir\ eob rrya. p o n sa b llld a d e d 1 C T.O. até é de D e z " de 1903" «doc. n ) E fe tiv a m e n te, fo 1 la v ra - do esse term o e 1-slnado pelos D ire to re s da concessloná- rla. Nada m ar- N e n h u m p ro n u n c o m e n ta em ancu do E x e c u tiv o.sobre n p re te n d id a n>'j ra çá ro ta rifá ria «doc. n 8 ). 19) E s p a n t/' 11m onte, pp_ rem. n o dia , a Cnnci-s. «donárla d iv u lg o u b o le p m v - ln n te a n u n cia n d o n In a u g u ra ção d s serviço* n o dè. 8 d r D< zvin h ro e o re a ju s te das t a r lf is n base de 250 m il c ru - ift ro a ta l com o consta da rc. fe ild a ca rta «d c n. 7 i. M ais iln d a a d v e rtiu a população qile '1 p a rtir do dln 26 daquele mês h a ve r'a u m actéscim o de 40 m il cru zeiro n» auto fin a n c ia m e n to. d ife re n ça, T ertou, 1 o Mltue um tu ern a Já n d q u lre n iv ".1 Náu d e 'x o u rne-imo de friz a r que o m crcad de telefones co is - tltu c " u m bom n e g ócio «doc.* n. 9) E m te rm m a i* ou nie- nos semelhantes, ío l o ' A V I S O que d iv u lg o u pelo D IA. R IO D A S O R O C A B A N A em 21,11-63 «doc. n. 11) 20) E m trê i dia» ante do in a u g u ra ção, o m r-,- m i Jornal divulgou, Juxt 'postes. os se g u in te * "c o m u n ic a, doi " U m. d a C T. O.. a v;- a n d ) 0 p u b lic o que n o dia 8 e n tra ria em ov vidadc; O u tro da C T B. a n u n c ia n d o e<s teus assinantes a cessação, m q u e. ia d a ta, des serviços, s lm u lta - ne m ente com o estabelecim e n to do trá fe g o m u tu o com o serv ç? a u to m á tic o d a C.T, O., acrescentando que "lo g o após aquela p r vidêncta, in i c ia ria o re tira d a de seu e q u i p a m e n to e in s ta la ç ã o «doc. n. 10. ao la d o ) A p r s ir desses " c o m u n i cados ", ainda coexiste m nes- to C id de o e rv iç 's de per. m is s io n á ria e o d a concesslo- n á ria. T o d a v ia, d e n tro de breves dias. a C. T B r.e re t ir a r á d e fe n ltv.a m e n te d o m erca do das com unicações ó perm m ecendo a C.T.O. 21«É f '" a dc (iu v id r no enfm td. que nenhum a dessas ) o lu çô e s" podem pre- valecervalece r, por«ue não c b rig a m q u a lq u e r d rn u n L dpe s. De fa to, n a f ma do art d a le i 11 1 de lei crganica d s M u n i cípios. "n e n h u m a le i on r to m u - n c ip a l i rá o b rig a tô ri senão depois de p u b lica d o, p or e d l- al afixado na sede do m u n i cíp io. <m n a im p re n s a l. c 1. se h o u v e r". E m conso nância c m os ca n nes d o d ire to a d m in is tra tiv o, os a to s m u n ic i pais sã a todos aqueles que tè m p d e r de " im p e r lu m, capazes, p o rta n d o, de o b rig a r eus ju rls d lc io n a d c -i. ta l» cem o re solu ções", p o rta ria s, c rle n s. dtspacho-' av'sos etc. Esses atos, com o a s le s. não sendo p u b lica d o s não brigam terceiros O ra, nenhum a das "resoluções aponta d a s «docts. 5, 6 e 7) f ra m afixadas na sede do M u n icíp io, em e d ite is 'u a in d a p u - bl cadcs, depois de a p ro v a dos. D c e rtid õ e s exibidas «d ets. 5, 6 e 7) n ã o constam 0 c u m p rim e n to des e precelo ltg a l. N ã o e sta n d o revestidas dessas c a ra c te rís tic a s essencia is. im p o sta s ta x a tiv a m e n te p o r le i. são atos ineficazes, in te ira m e n te in o p e ra n n s. Ferem. p o r conseqüência, d re í- to liquido e certo do im petra n te, derivados que são da vio la çã o de lite r a l disposição ilegal. 22) C o n fo rm e f cou dem ns tra d o. d. vênla. 0 im p e tra n te c t ã seb a ameaça m in e n te d e fic a r p r iv a d : i z t com unicações telefônica», 1 m cd is para seu e sta belecim ento comc.«i.\l, um a vez que a C T B ra s i le ira deverá, d e n tre de dias re c o lh e r seu e q u ip a m e n to -e ce -sar 0 serviço. d e fin itiv a m ente. P n r c u lro ls d o. a Con_ ce ss'o n á rio só a c e ita rá pedido de a s s in a tu ra d o im p e tra n te m e d P n te o p a g a m e n to d a t i - N r if a de C r.s q u a n tia e 1 p t ela adotada a rb itra ria m e n te, com o s e n te rio r de 250 m l cruzeiros, sem a u to rização d o peder concedente. C o nsequentem ente, só resta a c Im p e tra n te re q u e re r de V Excla. q u e se d ig n e conce- d e r.llie m.indado de segurança, com a expe. lção 1 m e d L l dr. lim in a r ", d ita d a pela u r- génc'a, n o tific a d a s ti s tirm o s j deste a lm p e tr'd a P r c tv l- 1 tu ra M u n ic ip a l de O u rin h o s e C o m p a n h ia T e le íô n ic t de O u - ] rin h o s, S A., nas pessoas de srus re p re senta n te s legais, és- 1 ta estabelecida à Praça M elo 1 Peixoto, ntx tn G d n d e. face a le ã im in e n te de d ire ito II- q u id o e cert. a fim de g a - *7 1 i n t l r ao Im p e tra n te a as^l n a lu rn e c«.msequentc In s ta la ção de u m a p a re lh o a u to m á -? tic o em tu a lo ja c o m e rc ia l e ic s p e c tlv a exti-n ão á p a rte * residene»1, m e d ia n te o paga- S-: avento d ta rifa dc C r S.... $ 2ii m a is n c o n trib u i- t i cão re fe re n te á extensão re - i.; s ld c n d a l, pois c-sa ta r ifa é a f i que fig u ra n c o n tra to de J conces âo c u jo te rm o de ffl vig ê n cia tevi- eu in íc io n o rt'a 8 tlc D ezem bro de ) O Im p e tra n te esclarece, f i u ti sslm. que o p tx le r eonce- 3 dente, pela o lá u tu la 2.1 d o >a c o n tra to, itu p o - w ccnc sto- f i )âv a a o b rig ação le m a n te r, f i perm a n e n te m e n te, d u ra n te.1 f i vig ê n cia do m u n. a d t.p n l- f i b llu la d e de, n o m ln lm o. í> 1 do num ero de Unha* dos ass> f i 1C onclui 11a 5 a página)

5 O tirin h * *. Q iim la -M r». 2 di* X b h l d r 1 % t D IÁ R IO l ) \ S4)!M K.AB \ V \ P á u in n 5 REGISTRO SOCIAL i* ld m íh i 11 \ <i 'luw vr V\ \ i - "*!<' Tn.nnzor < * u r-g is r <ml lie lu a \ S No.. i,,, num in na- ilta> -*i. x ui /< ni l imlicuçu s <lv cargve, títu lo s 1 < buiu* s da- pe»s*'ns» r t n r ut**s á -u a dign " ia fa m ília. NOME Dal a do nasrim rnlo Profissão ^... ü... k! Num 'I a -«n a n t- Rua - Mande faze-los n i gráfica do DIÁRIO j l r l e, r a p i X 2 o l t u s p -cç< \. Octávio M o ralts Moreno C. R. M. S.P. n.o 8024 DERMATOLOGISTA A lriv le casos de Eczema8, micoses, cravos, aj in tiis, va r zes, doenças do couro cabeludo e alergia em geral. H o r á r io : d as 13 às 11 h o r a s c a c e i» à s 5* *. frâ ra e Run A m ando d r Barros, 547 IM IT I < M l P rédio M inetto F uiv l ma \ rz pi 1urliido, queira r-cortar encaminhar a iv -sa r ilação ou e n tre g a r a um d** n - -us i*uli ' gnd' r -. Escrilurário Caixa Precisa-se ID X D I I \T H E 21 \ 27» XNOS CURSO C O M ERCIAL O l E ou lx A LE N TE A i 's n la r-s á Rua R i" d" Jau iro. R>7X d H IM IO S >p \ ) \ m dos (C m clu sio da 4.a pãg.i n in le i. c lrc u n s tin c la que garante- o atendim ento im ediato d " t f i t ", e lim in a n d o qualquer causa o b s titiv» a c i- 10 ln vccavel pelas im petradas. M l I t I T l M. \ i - \ i 1) M M JulZ n hlpóte?e de V E xcla. pe. n e tra r no m é r'to do -re m e jiu m lu r ls ". para e x a m ln a r- Ihe a res d e d u e ta ", o in ip e - t n n te pede vérjti para anote r que. a prevalecer a le galidade dos ates e m a n id o s d a i Im petradas a u n 'c a t a r l f j que corresponde ao a u m ento do ca p i t i l soc ol da concessionária é a que fix o u o re a ju ste das sua-s ações de C r $ p a ra C r $ ,00 (doc n f>. F o 1 precisam ente o c rité rio d r estabelecer a ta rifa de acor. d : cem o v a lo r da ação do c a p ita l subscrito que in spiro u o c o n tra to de concessão e ne. le f 1 acollvdo. conform e f i- r u dem cnstr?do. d vénlo. no ite m n 10 re tro. T >m bem fo i d e n tro desse baliza m e n to que o v a lo r de cada açâo fo i a u - m e n n d v Ê o que a firm a o S r P re fe ito, n» o u to rlz a r o re a ju ste, " I n v c rb ls " : O a d itiv o c o n tra tu a l ( re fe re-se a ecerto C.T.O c a S ta n d a rd E le c trlc j estabelece um prazo de 60 dias p ir a que os a tu iís ac onhtas concordem cu n ã o c 'm aquele re a. Juste de 20 para 56 m il c ru zeiros Os que ná-) viessem a c o n c o rd ir p d e ria m tra n s fe r i! a o u tro s as suas ações p a ra c: m plem ent içã o do preço re a ju s ta d o ou c o n tin u a r como 3 clcn sta da C o m p a n h ia com q u a n tia Já paga, sem d ire i- t \ e n tre ta n to, á in sta la çã o dc apa relho" (C f doc. n 5 1 2i Assim, p a ra se m a n te r a coerência do c rité rio e o tra - c n c o n fu n d ív e l do p rin c ip io M a te rn id a d e D. M a ria P. P. G onçalves H O S P IT A L P R O N T O SO CO RR O C o n sulta * In te m a ç õ ra i vraçôee de C ltrg a n tn, v a ria r s ealbm.igo i.', h e m i i. heinorroldas, inclusive operações dc i i-nhnraa e crianças. M L D IC O S E S P E C IA L IZ A D O S. S A N T A ( R I Z DO R IO PARD O P *.ii» são S' li,ist*ão T r/efone 509 d i lg u a ld id e que caracteriza ' serviço p u b lico concedido, íorçcso será c o n c lu ir que a ta rifa de C r * corresponde á Justa re trib u iç ã o d Investim ento, porque o Bclon sta. além de te r o benefic io do serviço por este cusi goza dos dividendos re tribuídos pela sociedade O re a ju s te dc C r $ não teve a p re s ld l-lo esse c rlté rln u io correspondendo a qualquer acréscim o do v a lo r do c a p ita l subscrito e v l:la o p rin c ip io da Ig u a ld id e do serviço P o r tod- o expôs to. o Im p e tra n te vem requerer a V Exa. a notificação das Im petradas. P re fe itu ra M u n ic ip a l de, O u r nhoe e C ~ m panhia T e - lrtfônlca de O tirinhca. S A D l. s p \< H O contra os nas pe- oas de seus representante s legais, sediada* nesta Cidade, como c f atoraa, í u.spendendo_se. a fin a l, o a to In - cre p a d ) de v lo lid o r a d ire ito liq u id o e ce rto do Im p e tra n te, m edia nte expedição do cem - p fte n te mandado, a fim de se g u ra r-lh e a íx s ln a tu ra de um pare lh o te le fô n ic o pela ta r ía d-, c o n trito de concessão. cu. n a mau desfavorável d a i hipóteses, ao custo correspondente ao re a ju ste de uma ação do c a p ita l s u b s c rit: pei. acionistas, n a fo rm a de. d u z ld i no " m e rltu m c»usae". D e A. dando-se á presente o v a lo r de C r * ccm os d eum entos inclusos, p. def DRA iminc I" ;i lim nar pnra inani r o l i * l n - s*u nm l ria l cm phder d 1 im jy t r t iif t. in.!-. m l" ji.ira g a re n li-lo - b ir "u m a fu ftira»s- -im iíu ra. n s qu file iuslulaçfto d " um ij-cr - lli a u lc im ilic i p i h r p r < " d " C r * ^ h.ih m h k i SiV- incnf lã -úm i i l " " upar lh ii lb«i in > u plxl r. mas não para assegurar a Mia a m in liir a para i aqm siçã dc um apar* llm iv \ " a s r m<hili-dit. (Mu -i ú ' auh ridm ls jip utavlas < niu r al< n i ' ~ l ( ilaml) nfnrm açõ s. O urinhus. 23 «h M arc1 d- t>4. Sensacional Oferta! Lopes Gimenes Lido. 11 J1 0. Caldart & Cia. Lida. Rim B ra-il, N.u flbo Foifi V647 i XMAS TIP O PA TE N TE RELÍCHKS 1 u u ; h õ k > d e c a p i m c h i n a y e u e t a l CADEIRAS COMUNS. REFORMAS DE CA.MAR T IP O PA TEN TE \ l N D X s NO XI X( XDO I X XHI 10 XII I IIO R PREÇO DX PR XI X Labüraiõno lie Ânálises Clinicas QSWALDO CRUZ D im.f.o DR. C LÁ U D IO M O IT A \n X u x iliiir : - JOSÉ D l ( XMARCO M,. i,,!.,, I n.-,.! A pai. lho D o llin s. P iagnóalico p r. -lu i/,\,,p / lu iv.g rim. ofvsl- I "I g lir» Iin-Ii ANTTBIO O HAM AS., *i 1f 11r ii- H íi*. '!<* M achado (lu e rr.s ro - D r term inação dc g ru p j 4üiigulrn*o c E alor Rh Reações s o io ló g iru - M.n le n i- uni p c r R io serviço th IR A N S FU S Ã O DE SAN llu L anexo ao L u h o ra ló r o. Trabalhando sob um por feito runlrcmo técnico In b o n iln rird «dfrcremos a<n m nvwlicos «Ja rcgiã" que nns prezam rom o sun ' referriieit o mais al. pinlrro dc eficiência Xirnid. X llio " A rn n fc v f? : T e le fo n e 217 O l H IM IO S liiasleça seu veiculo no PoStO M i VíSlfl m ^ Raposo Tavares, 373 D [ M 0 H I & MI G LI A RI S/A X N E V I jfe III Kl TU S K R \ (;o DE R E S TA I R A N TE «" M l II A l. I V * I \ < M t 11. I v X I' l'l I.H I " \ I l IIO XI) X Restaurante do Colega F aça seus impressos n a y ifte Giálica espuleg k n e pt«eo# P p p fim m o> p r ih lu io n C1PUS A Entrega a domicilio. Venda a vista e a prazo 10 dias de oferta. V IT IU U X E V ixim i v n r - C R > li,v»n.(mi M TIR M X ItUlxDHI I VI. \ l l l i d M D o PA R A N Á Kil,").<«Mi,<Mi i: XIXA Dl M il V DE im i L I-.l.mNi.OO i : XIX X Dl M il \ D K.;in i I.I,*mmi,imi C A IX A Dl M il X DE úm I I 7 M km m i I XIX X Dl x m X DE R im LI I V */),$ ) i x x i,m r. s 1 'K o i i x i i < i:» m.» TA.NHI r s VIé DIDS olmmlimt T X X i.il ES Dl P l.o s * 7..*><* m I XXII - X DE l i is< \ i himi.ih» IMÃ I VI \ lii! RllMM 1,1Ml XI X X II.II XS, Cailti I2d.no Hiia 12 de Outubí», 1.000

6 PÁ G IN A (i D IÁ R IO D A SOIUK X IIA X t Ourinhos, Q u ln ta -fiiro, 2 th* A b ril <lr lílfii O que há de nóve no Volkswagen 1964? O tamanho do porta-malas dianteiro foi aumentado. Agora v. pode levar uma mala mais. E e só? O estofamento dos bancos agora é dotado de faixa central de tecido, de ótima qualidade. Vantagens: e mais agradável no calor e muito mais bonito com qualquer tempo. E v. vai gostar muito das 5 no as e lindas côres do Sedan Volkswagen e das 6 novas côres do Karmann Ghia. E na Kom bi? Bem, há novos pisca-piscas dianteiros. A tampa do cofre do motor agora tem mola que facilita a ação de abrir, fixar e fechar. E a Kombi Luxo e a Kombi 6 Portas foram equipadas com esguichador de pára-brisa. Quase esquecemos de mencionar que também a linha Kombi tem novas côres: 3 para a Standard e Furgão e 3 combinações de côres para a Luxo (realmente muito bonitas). O Volkswagen muda pouco, mas se aperfeiçoa sempre. Uma questão de bom senso. Faça-nos uma visita. Casa VENDE-SE SiIuada ii Rua I i du Ju lh o, V llu X la rg u rid ii. T íb lu r com 11 S nr. ZÉZO, n o ta rfid.içã " Vende-se 2 Mesas de Snooker. Tratar com o Sr. ZÉZO nesta Redação VENDE - SE l.'m ó lim o B A R r SNOOKER ra la r cem < ZÉZO.n sta R <lnfã<,x ooo x ooo x 0 O0 x ooo x qoo x ooq x qoo x o<>i e 5* Vende-se U m a ó tim a casa no ce n tro da cidade, á f j R ua A n to n io C arlos M "ri. I ra ta r com o sr. ZÉZO, no Ilo le l In te r- n a cio n al, ou nesta redação. ' *0 OxxO OxxO OxxO Oxx^ OxxO OxxO OxxO = C A S A - V E N D E - SE l m a á Rua A n lò n in C arlus M uri. - T ra ta r c "in L l IZ ã R ua B n ja n r m C n slu n t, 307 O l R I X II O S x ooo X 0OQ x ooo X OUQ x - OQ X 0O0 X-^QUO x -se I * 2 casas g rm in e d a s. situadas ;i Rua S!- v i Ja rd im. f T ra ta r com o Sr. ZÉZO? ' OoO x OoO x OoU x -OoO x OoO x OoO x OoO x OoO A tu alid a d es 8 G ente B A R S A F A L A DF. P E L É I. D A F U B O SO BR E K E N N K D V L in ç id a ao p u b lico bi, il< i- io a Enciclopédia B ar < 17 volum es, com 5 m il p a la v r a, 6 a m.iiot in lc ta va n góne. ro, n o p a f. nela te n d U a b a. lin d o, b a d ire çã o do e scrito r A n to n io C a lh d o, r r i d c 250 in te le c tu a is b ra sile rc E u m a e n ciclop édia a tu a liz id i, pois aparecem cm sua- p á g i nas f 3toa sôbre Pelé, E d e r J a. ire, K u b lta c h e k. L a ce rd a. J a - n lo Q uadros, V in íc iu s de Mo_ ra h. < y u la rt e outro-, Tôda a h is tó ria do assassinato de K e n n e d y, bem com o a m o rte do Papa,J ão X X I I I, está c o n t.id a n a Barsa.Q ue custa, flm n c lid a, m ais de :;00 m il cruzeiros. IT A L ÍA A J U D A R Ü 8 S IA N A IN D U S T R IA Q U ÍM IC A N c tic '3 8 d a A N S A In fo rm a que a I tá lia p re s ta.s e a a Júri-<r 3 R u esla n a questão da In d u itr ia q u ím ica. í m e ce n - do ao p a lt sevíete m a q u ln r ía n e cce tsária àquele setor. D esde que C r u c h v reconheceu os f r c i da Russla nes setores a grfcola e q u ím e o, u m a série de m edid as í i to m a d a naq uele pais, vis ndo upe_ r-ç ã o da crise. E m v irtu d e dc- ea fra ca s K ru s c h e v declarou ser o sistem a capita lista, com estim ule s in d v id u a is, o m elh r para as lides agríc o la s ". e n q u a n to os ru to m a vam vodka Im p o r da (a Russia está sem álc < > c pen ic ilin a fabricada no país, seg u n d o a m ostras chegadas em o u tro s países, em v irtu d e da e s ta tiz iç ã o da in d u - tr ia de re médios, era da p io r qualidade. G E N T E F A Z N O T IC IA Eder J fre desist u. d e fin i tiv a m e n te, d o boxe : v a i tra - l i r de n e g ó c o. o D e putado federal Franco M ontcro. professor u n iv e rs itá rio, te n ta rá ser o a n ti- J a n io " nas eleições à P rc fe 'tu r3 P a u lis ta. L e ò n id? s c in V n u a a p u b lic a r, cem sucesso, sua b i g ra fia n u m v e s p e rtin o p a u lis ta n o G u id o F a lc o n l, de Z u riq u e, p e d ia tra de f a m i in te rn a c io n a l. o ra neste país, a ch - que os indices de m rta lid.de in fa n til n o Bra*-!. cem m e lh o res condições de h ig ie n e n a l- gum >s regiões, e 3 ação d s m edica m entos m o d e m e s ia q u i f b ric a d c s ), c a ira m nos u ltl m s anos. Rua Dr. A rlindo Luz, s /n Caixa Postal, Tel: OURINHOS r Neyocios e Oportunidades Vendi! - se I ma O fic in a M 'c a n ca co m p le ta, ú Rua M- nscnhov fjórdova. <í89 T ra ta r com < Sr. ZÉZO, m sla redação. 0 * * 0 0 ** * * 0 0 **0 Vende-se ó tim o sobrado, ii A v. R o d rigu e s A lves, y í onh nd ': 3 d o rm ló rio s, sala e b a n h iro. 5* Parte in f- r d r : < pa, <(.KÍnha c a m p lo salão ç para coracrcif». Q u in ta l: q u a rto para inp r gada, b a n h e iro > g a rag m. * í T ra ta r com ZEZO nesta r* daçã". f *x OxxO OxxO OxxO OxxO OxxO OxxO OxxO- Vendem -se v r sidôiicias á Rua Kuel <1 - da Cunha, C nl ndo L Á in g, S ala ih' Ja n la r. 3 Q uartos s fíid o : ~ o iti a rm á rio em butido, V b a rjh r r 1 um la va b ". C z nhfl - Iu -p o-,i. Q uarto «B a n ir iro para 'in p rfg a d a. O arag m., T ra t-ir ;i Rim Eih lnl- s da Cunha, 045 <t l R I X II C S VENDE-SE ( m a casa na R ua R " d "' Jaiv iro. PREÇO l>i: OI \S IV O CR.S ,00 T ra ta r < m ZEZO nesta r Maçã" C o m p ra se um Terreno n a C id a d e Iiifi-rin a ç iv s, <" in <i Sr. L I IZ, ú Rua Ben-.ini iii G n iisla n l. 307 D l R IN IIO S. Otimo Terreno - VFNDE-SE s fiiu d u ii A v n da A ltin o Ara.nl 's. T r.ila r n u n 1 Sr L I IZ,i Rua R n ja in iiii C 'iis la iil, v.m l OxxO OxxO Oxxv OxxO l'otx Vende-se I irii.su i-loslica 5 5 cuih.' ras í I 1)11IV' I e risln l ira T iíiln r emh " i. ZÉZO, n> sln rfd n çn * v \0 OxxO OxxO OxxO V E N E E -S E T ra ia n sln rif, d : i, <1 is a n d itv s ii Rua 9 dc Ju lh o. r co 397 s in ii I tua T ra la r cmi L l I /. na R ua - O URINHOS. B e n ja m im -se M U > d i R io B ranco, n.o 539 ii Snr. ZÉZO, u sta r alação A C O N T A DO S M A IS E S P E R T O S C o n tin u a o re p e rc u tir o r - t g o do econom teta G era ldo B a n a s sóbre os fu n d o s de in - v e s tim e n fs, A c e rto tre ch o de seu c o m e n tá rio, d iz B a n a s: " A s contas da Crescm co que re v e la m que u m p a rtic ip a n te que depositou na F u n d o Cr.S em 1957 te ria h o je <<e tu d o lo e rè ln v e rt d o o e q u ivale n te de Cr.S N a C a ixa Econômic?.. no mesm o p e rl do e a mesma operação. te ria tra n s fo rm a d o os Cr.S em Cr.S sóm ente. N ã o v :u port. n to m u ito longe ao a fir m a r que c o m p T a d o c m c a m b ie n te pervale.scente, o hom em que a p lic i em títulos, é um esperto. E seria desejável, para o p ró p r o d e se n volvim e n to de nessa e c i r m i a p riv a d a que t seu num ero um entisse. REtNALOO CAVEZALE L I D l. i XNOS (I \ l \ XN1ZADOS CAI CIML-XNTO i l RR( 1 A Z l LKIJO S S A N IT Á R IO S M A T E R IA L ELÉ TR IC O EERRA- IKN S CHARA IIE AÇO. R l \ RAR.XXÁ, N.o íín H I M N.o 2828 : II l R I N II O s EM PIRAJU V I S I T E k.xtn M \G X Z IM. \'" c r iieonlvurn.si'nv]ir" n- u llim a s 1I' \.la tir* III n r li^ is jm ru rrinnç«< j \ ns, s -nhoras t-tivall. ms. Rl \ JOÁO IIA II.I.I R N.o N P I R X.1 O

7 i «h irtn lh X Q iiin la -f» ir». 2 (Ir X h r I th 1964 D IÁ R IO l) X «J R O ra B A N A P á g in a 7 EDITAIS 8 AVISOS a )\X < M XÇ XO E D IT A I. 1)K Associação Profissional dos Trabalhadores nas Industrias da Construção e do Mobiliário de Ourinhos \ > t rm s il s rlig D I I i l " s K -U tu to s. 3<tl - vr. - I g.u - m x g - T, lir n v I" p n - nl, i, \ - i-hii -- associados, n o gozo <i«* * n* d lr i- i > para unm a*s m hlé a x ln m rd ifiá rin. B - r m h /a r-- n ha 5 il \ b r il a.- Iti h ra- 1» S. I 11 V-- i inçfi" da A l i nu nlação, -"tu ú Run Am n/ nas. 540, a f in d ' d liberar* ni fô b r a - - itiiin l rdem do dia:* n L ilu ra, d -ciissâi- aproxaeão* i l i»ta d» a-s m hléia a n l ri "r.* S b C n o v n n e ia <1 - - re q u r i.i o r 1 n h -.< "n i i i ' 1 ' I ' - <» r a c m i ' ' I N I 11Q A IO. XX TO M O X l( I XT1N P I nl * * e Construtora S / O \S M XIRLÉIA (íl ll XI. O R D IN Á R IA < ONXUCXÇAO V i-uiu c iix dad * - srs. acionistas, par i - Bpue r ni in a-s m bl' a g' vai <n lin ú n», ii" dia K ifi> A la - 1 p rõ x mo, a- 15 li - eis. na >vil- - v.ul. ; ru A ntòii Carlos M r i 395, u O u rin lr K *- i,i ii s Paulo, a l m.1 tom arem conhecinv n- I di lih rarem * " b r a s g u nl o y l' 111 d«> d w : I e - L ilura. 3i*eii>-ã<» \"tacu «l- R taur rí>. <,i I» r I a ii ila n ç 1 ra l, d m ri-lraçãu da <lr " lu c r ' pi i da- r *p «Im p a r c r I i:i -ns lho F - riil. r la l v a-- xercício de 1963; I- I! ijjão «I - m -iiib r * du.c -^.-Jlio l -fciil - -m i- supl ní< * para p ró x ni< \" rrk * io. h 'm r iiv i fixação de - ti> hon rnrii>s: H O l l l r - a - - u n i - " IIIt. V d o S "V i.' I e p r l n "n l' s ú matéria. * ( ii111 ' - - m. arham**>- <ti-p - ira ilus s nh - r«- m n -! - n» * i «ocial. - d mim nl ) tae - r f< " o n rtig 99. d 1' c r I d V(1 > I mb? d 19ÍH. < h irin h 16 d M a rc o lím»4. is.) 4 0 X 0 1 1X1 D l C X S T K O T IB IR IÇ A» r I r-p r^sidenl Declarações k Decl-jro. pa a í ns de d)r> m. rm nome de EU* M arias.) U) de obi< r a 2jl V ia. que i i tlu.s d. Slh extraviada a C a rfa de Moto* r v t - Prcfla i nel üp n o 719 O R E S T E 8 T A R L A T O rxpedid^ pela 22.a Clrcunscr;- çâo de Transito de O u r n h ^ ao» 11 de Jane.r de em * «* i me dc AZellno Nardo. Decl ro. p a la fin s de d ire i 1.) A z rlin o X ird to d< o b t-r a 2 o V a oup f i e x tra v ia d o a C > rt» de M oto - r H t i P r fis lu n a l, xpedida p c li 22 a C lrcun-.crlçéo de T r. r u t J d c O urlnhoa. aoe 16- Der 1iro. para f'n s de d ire , rm nome dc ju ll to de obter a 2 1 Via. que l riç a C o rrêa C a r (exira vla d ii C a rta d «fcto- ' Amador n o 4465, <x r ' 'Id3 pel 22 a C lrtu n.ru. *) J u lio C a T lç a C o r iê j de T ra m j de OuUnh 1 de Ju n h o de 1954 m m.me r- j s -b a -i 6, d* * * Andrade Decl iro, para fin e de d re i- 'M -. Joaé SebJ.li.io d#- A n. t, de bk-r o 2.i VI i, que fo i e xtra vio -1#, a C a rta de M o. t o r i ' a Aniad r ;i o 376ti <r. * * D " l - r o. para fim rir d rel- *' Qu»* f m extr vladn 2 V tr.,x de C r c da * * I>«d'd'» pel» 22 i C irru n» c rl- <Ao d T i m ito «! O u rin h o s a (a a ) Telrsphor. Tuplná X S S I X IH L É IA G I R A I Clube De Caça e Pesca i r 1' '! >r l i l ^ ' ' J l i V '!.i V * ;i - r. i l i l n * p í la i 1 l,,lir ri1 11 if ln lil'1a ib rafl Ittln ia r.liu á rjp l. uj.-n, A 1 v i n l Iiu w ih, p u n i I r i i l u r <1 L ' 1 1,1 1 U lll ll ifl I VÒ- < ( -IIV Í <l,. * A e m j»i f ia * ii if in s a li d o d * 'a 't a n if ií» fiiií» in ln, «o jn i i q u a l u p ru v m l ig n a lfirin - 1 iied dn d Ma iixtaniçã' não- roa«rdaraur: t l a r t * h C ra ii-r r«n«' a d qu *l n c ' i i I r ii - i i n l i s d n l r r - * $ d.i o i i - Observação importante:- Estatutos Sociais Xr l. 7 SA ( l i r i h s diis -ó ri- - I. ir.; < \'n la r - r viilq d uu- A m- il ) li ra - tal *3 c ll s l"ja qu - U V* m ira ria. I h iriu h Vi 1 d M a I' 11H.Í I n e d it o r ia is I X X III P r > dvnk I I I 1 M 0 M Adversidades (: nh < in-< s h im*ns <'s ani gué. pvinv 1 ;il;n t i i l \ n ->4 n v iiiim ih s i l i f i r i*. p - ' tapinhn nas «-ln q iâ» in l" 3 ip u ih ju r IM P XCTd L.Xldi ; i in.xi.. nft v - h n m ani iii/.a - - pr»'hbtu8' l inanc^vua. ÍHz " «liitvl' p p u la r <pi um» «1 graça \ r m - n ip rv a e m p a n h a d a. i* x r<lu«i. llil iv i p r n- c ip a is çnnlim l u i ' - fo r r i- l > il s I* iilh r " u ll mo I av<i <ii. alguns j*'i tl«< n lr t inv nlo puhl \ IiiI «I m >.lo n rflua < mi sucv li - «I hvj i,i a spoc e, n > n tiito ihi luçã " 11 -eguro. i inlòm ia qm s arrasta há 8 n u '^ ", qm- 1 i i i i i h i n - q u e m i» n a l u m l «ia b u r o r n e i» m s ói*.-"i IC l».' I in» «In- seguradoras p r o n iv iii quiva r-sn a 1 -p iis'iliilr< lail qu - 1h11\ «- - xi i em ' itrtjiiu n - r. iu u J il «J«v m imiõ s a nu i»us u m h la n l il s \a lu e s si'gura<h>< - m of nlnv eii- Ir i\ e eriaulo n m iom n lo i u pr-eessu jiu ilo ao 1. R. H. S na husla?»- ai lida. as fé ri» ' I «i ns s i r in m i MM.1mz il i (lo in a ro ii. n n lr bu - i a in para qu. a Ir aqui não fô*s arq u iva d o in q ilit ito il liú B lu.i" v iiflu íf!'», '> '111 o q u 1* li - ijliu n i pagaui ut* - i.ã 1 d " i C,<]< Svguva- E nquanto is-. -I -vai viza-» im «Ia num rjü o hc ltu jíl,. jtiiiy ralando, em d r rrè n e ia. " i nsto I i< u lilijh u l - : ' s c r d r < - im p a r iita m com V!,./»i. a lg im -»lé p r 'eslíun lilu l - <1 ves- I n s v liil <1 d d m / fir iu n ;. im d u v iil».q u a n l e i r )> in niv 1u n ã " 'lo - giv Rara < m pl la r - d - spéru, um v ia ja n l <lv- -. par < u <lvsf i "iitu h i" u l l 'm.1 v a m l" «pia- (]v-< V NiVl.OiMi iii), ilin h iv à f*v' qu ni sh iritt il safuga n d " íris u p e ilu ra s «twénv-ticas, qm lèm sulo ali-< ln h in i n l e rílie is -«111 I "» qu m r c r v v pois 11esIa> c,:rc u ii>1 finei»s < bancos fecham s/ p.rias i - i - ni ^ - s afi-slum. com hoiirns.is ra 1i-s im fi1- x c c õ Vffo fúr» p?*«e i im n lo <1 3tias re p re - ulu* da- <pi» n t '- já Ira m ovo ni o t ilp f m u il " <1 nv firiiw '. p a ri o qu f u la ra m c m o n cin rtp licia nienl «luiii * \ - lii' I r. qu» Ir i i n x rgofih -» c ri m in -mini. p««i ria eslar lu p-!'»/. nflo. p - I m* n s. p ir a ns «I» sp -,is 3 u tó s iifh s ilus fam í- hil 3 I 3 r t'llll lll -. I. qu 3 p. snm r p ira causar -p á c a o t 1 ilès-e lll >11111 \- 3 r I V, qtii sujofl II" prali. que < mi u. pr* sl *«h > r 3 -in ascu i^ih ". I r iilr.h u 3o pura qm m / < nceilo fòss uhuholo nu prut nu r g.fi1ond* u3 firm a u liv.ii xlu n u i- l 9 aiu n* c iiliv fis. A x rtlu3c «pu rf h m u Ira, v ir á á huiu n<> m eni nl oporfflii%. I i". par lip li l.iiqo r l I nlx i*» I.. i -i i I - i ii 3 i i ' I r qfi r e a l»l< n ia 3 uv firm a, cu.p» u u ir ubi liv c vingança do * / g r n l qu. -lá send" p r < - odn c rlm l- nalim nl i e qu ipv r dar. lum hém, um», i porfnn huli* p ara qu * / "Nl I u s o r - reilim a 3 - iiisu s- - nnl rio r *. fio u v a (h f -«p ré via, i Ia* 3 p u h l ' nó IH A R IU HA S()RO«: XRANA 3n, '. 3 lia :K)/1/ 196í-, «11 não m w c u qu.h p le i' conl laçã.. ii ut i l l ii ai p»ra um v ntuul reçim 3a 3 aholicu < Is liiu n la i ii f n rã o 3 m a it m o a r n r i 3 < - mi rc íiln ie n l*. nh inu a< lam olo u >s p?- as r - calcada- n -údica* m rila i-, Agora \*m i alc fim, e u fi o qm* custar, pura l ifilo h i 3 me vai r das p re rro g a liv a * p r v -L i* m I i, 3 ixa m lo qu a «p nlão p u h iic m u ilg iie ir * (fia* nlu ii - v u n l u r Agiuinl" m. p 1r'e n lo, - u r n l > im n ti \ ã " 3 v 3 i \ a r 3 t < nh r o«prést m 3 IH A R IU i \ SURUCXR X \ X. -amparo 3 m / i r< uh i no nl Uxn I.! c nl i nu in de ml lll t - s c r 3*" sf Im nhéiii qu c nv lu ra iii - «té h!1- «le m / f ruifi * in iuc iivh I.i - a, 3 x" aqui o / i- - nh o um ii*- i I x a h! «111111ueut «I; n 1 mi um x h 3* c nfiança. 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