Módulo: Câncer de Bexiga Localizado

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Módulo: Câncer de Bexiga Localizado"

Transcrição

1

2

3 Módulo: Câncer de Bexiga Localizado

4 Caso 1

5 RS, 67 anos, masculino, tabagista Jan/2012: Hematúria e disúria. Sem outras queixas Paciente sem comorbidades Função renal normal Março/2012: Cistoscopia + RTU: uma lesão medindo 2.0cm (assoalho vesical). AP: carcinoma urotelial papilífero superficial de baixo grau. Ausência de carcinoma urotelial in situ. pta grau I

6 RS, 67 anos, masculino, tabagista

7 Conduta?

8 RS, 67 anos, masculino, tabagista 1) QT intravesical peri-operatória como mitomicina C ou epirrubicina 2) QT intravesical adjuvante por 6 ciclos (6 semanasmitomicina C) 3) BCG (indução e manutenção) 4) Observação

9 RS, 67 anos, masculino, tabagista 1) QT intravesical peri-operatória como mitomicina C ou epirrubicina 2) QT intravesical adjuvante por 6 ciclos (6 semanasmitomicina C) 3) BCG (indução e manutenção) 4) Observação

10 Caso 2

11 56 anos, masculino, tabagista Outubro/2011: Hematúria macroscópica, disúria e polaciúria intensa. Paciente com DM tipo II compensada e arritmia revertida Função renal normal Janeiro/2012: USG: lesão em parede vesical lateral D RM a seguir:

12 56 anos, masculino, tabagista

13 56 anos, masculino, tabagista

14 56 anos, masculino, tabagista Paciente com DM tipo II compensada e arritmia revertida Função renal normal Outubro/2011: Hematúria macroscópica, disúria e polaciúria intensa. Janeiro/2012: Cistoscopia + RTU: uma lesão medindo 3.0cm (parede vesical lateral direita). AP: Carcinoma urotelial invasivo de lâmina própria, variante micropapilífero. Camada muscular sem invasão. Ausência de carcinoma urotelial in situ.

15 56 anos, masculino, tabagista

16 Conduta?

17 56 anos, masculino, tabagista 1) QT intravesical peri-operatória como mitomicina C ou epirrubicina 2) Re-RTU 3) BCG (indução e manutenção) 4) Radioterapia externa 5) Cistectomia radical

18 56 anos, masculino, tabagista 1) QT intravesical peri-operatória como mitomicina C ou epirrubicina 2) Re-RTU 3) BCG (indução e manutenção) 4) Radioterapia externa 5) Cistectomia radical

19 56 anos, masculino, tabagista Fevereiro/2012: Cistoprostatectomia radical + linfadenectomia com reconstrução: bexiga ortotópica AP: Carcinoma urotelial invasivo de alto grau variante micropapilífero com invasão da camada muscular profunda e com invasão linfo-vascular. Margens cirúrgicas. Linfonodos livres. pt2bn0

20 56 anos, masculino, tabagista

21 Conduta?

22 56 anos, masculino, tabagista 1) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina 2) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina/paclitaxel 3) QT sistêmica com M-VAC 4) Radioterapia 5) Observação

23 56 anos, masculino, tabagista 1) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina 2) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina/paclitaxel 3) QT sistêmica com M-VAC 4) Radioterapia 5) Observação

24 Caso 3

25 EF, 63 anos, masculino, tabagista Paciente sem comorbidades Função renal normal Novembro/2011: Hematúria macroscópica e anorexia Novembro/2011: Cistoscopia + RTU: extensa lesão em parede posterior de bexiga associado a extensão para parede lateral D e E. AP: Carcinoma urotelial invasivo de alto grau com invasão de camada muscular. Ausência de carcinoma urotelial in situ.

26 EF, 63 anos, masculino, tabagista Rx de tórax: SED TC abdome e pelve e PET/CT:

27 PET INICIAL

28 PET INICIAL FUROSEMIDE

29 PET INICIAL

30 PET INICIAL

31 PET INICIAL

32 PET INICIAL

33 PET INICIAL

34 PET INICIAL

35 Conduta?

36 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) Quimioterapia inicialmente 2) Cistoprostatectomia + dissecção linfonodal pélvica/retroperitoneal 3) Radioterapia externa com ou sem QT 4) Suporte clínico somente

37 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) Quimioterapia inicialmente 2) Cistoprostatectomia + dissecção linfonodal pélvica/retroperitoneal 3) Radioterapia externa com ou sem QT 4) Suporte clínico somente

38 Qual esquema?

39 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina 2) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina/paclitaxel 3) QT sistêmica com M-VAC 4) QT sistêmica com carboplatina/gemcitabina 5) QT sistêmica com carboplatina/paclitaxel

40 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina 2) QT sistêmica com cisplatina/gemcitabina/paclitaxel 3) QT sistêmica com M-VAC 4) QT sistêmica com carboplatina/gemcitabina 5) QT sistêmica com carboplatina/paclitaxel

41 EF, 63 anos, masculino, tabagista Dezembro/2011 a Fevereiro/2012: PCG Paclitaxel, 80 mg/m 2, nos D1 e D8, gencitabina, mg/m 2, nos D1 e D8, e cisplatina, 70 mg/m 2, no D1 a cada 3 semanas por 4 ciclos; Boa tolerância Imagens a seguir:

42 PET CT CONTROLE POS FUROSEMIDE PET INICIAL

43 PET CT CONTROLE

44 PET CT CONTROLE

45 PET CT CONTROLE

46 Conduta?

47 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) Trocar o esquema de quimioterapia 2) Cistoprostatectomia + dissecção linfonodal pélvica/retroperitoneal 3) Radioterapia externa com ou sem QT 4) RTU

48 EF, 63 anos, masculino, tabagista 1) Trocar o esquema de quimioterapia 2) Cistoprostatectomia + dissecção linfonodal pélvica/retroperitoneal 3) Radioterapia externa com ou sem QT 4) RTU

49 Março/2012: EF, 63 anos, masculino Cistoprostatectomia radical + linfadenectomia pélvica e para-aórtica + Bricker AP: Carcinoma urotelial de alto grau. Neoplasia presente na forma de pequenos agrupamentos de células pleomórficas em camada muscular. Linfonodos pélvicos e para-aórticos livres. ypt2 pn0. Adenocarcinoma de próstata Gleason envolvendo ambo os lobos sem invasão de cápsula ou extensão extra-capsular.

50 EF, 63 anos, masculino, tabagista

51 Fim

II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI

II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI T1 ALTO GRAU DOENCA AGRESSIVA 4ª Causa de Óbito oncológico Pouca melhora

Leia mais

Normatização de Condutas Cirúrgicas

Normatização de Condutas Cirúrgicas Normatização de Condutas Cirúrgicas Serviço de Urologia HUWC Julho 2012 Dr. Raphael Farias de Carvalho R3 Urologia HUWC Dr.João Batista Gadelha de Cerqueira-Supervisor Residência Índice 1. Litíase Renal

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CANCEROLOGIA 21. O melhor esquema terapêutico para pacientes com neoplasia maligna de bexiga, os quais são clinicamente inelegíveis para cirurgia radical, é: a) Ressecção

Leia mais

Capítulo 31 Câncer da Bexiga

Capítulo 31 Câncer da Bexiga Capítulo 31 Câncer da Bexiga Marcelo L. Bendhack Introdução Três por cento de todos os tumores malignos são carcinomas da bexiga. Em cerca de 90% a 95% dos casos trata-se de um carcinoma urotelial. Setenta

Leia mais

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Caso 1 Paciente fumante crônico, 61 anos, bom estado geral. Diagnosticado tumor de LSD de 3,7 cm,

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Localizado

Módulo: Câncer de Rim Localizado Módulo: Câncer de Rim Localizado Caso 1 CAL, 56 anos, masculino Paciente médico, obeso (IMC = 41; peso 120 kg) Antecedentes clínicos: nefrolitíase Antecedentes cirúrgicos: Laparotomia mediana por divertículo

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA DA BEXIGA INVASIVO E METASTÁTICO

ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA DA BEXIGA INVASIVO E METASTÁTICO ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA DA BEXIGA INVASIVO E METASTÁTICO (Texto actualizado em Março de 2008) A. Stenzl (Presidente), N.C. Cowan, M. De Santis, G. Jakse, M. Kuczyk, A.S. Merseburger, M.J. Ribal, A.

Leia mais

Carcinoma de Pelve Renal e de Ureter

Carcinoma de Pelve Renal e de Ureter Urologia Fundamental CAPÍTULO 16 Carcinoma de Pelve Renal e de Ureter Antônio Antunes Rodrigues Júnior Rodolfo Borges dos Reis UROLOGIA FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO Tumores uroteliais de pelve renal e de ureter

Leia mais

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital São José São SoPaulo uo Caso 1 Paciente com 70 anos, fumante crônico 20 cig/d/42 anos,,p parou há 11 anos, tosse há 3 meses Rx de tórax: massa em LIE

Leia mais

Câncer de bexiga músculo-invasivo. Limírio Leal da Fonseca Filho

Câncer de bexiga músculo-invasivo. Limírio Leal da Fonseca Filho Câncer de bexiga músculo-invasivo Limírio Leal da Fonseca Filho HSPE-SP HIAE Cistectomia radical + linfadenectomia pelvica é padrão ouro no tratamento dos tumores infiltrativos da bexiga Sobrevida 10 anos

Leia mais

Neoplasias Renais e das Vias Excretoras. Dr.Daniel Bekhor

Neoplasias Renais e das Vias Excretoras. Dr.Daniel Bekhor Neoplasias Renais e das Vias Excretoras Dr.Daniel Bekhor CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Diagnóstico por imagem Neoplasias benignas Neoplasias malignas Sugestão de algoritmo de exames ANATOMIA Gore RM et al. The

Leia mais

GETH REUNIÃO CIENTÍFICA. Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) Tumor desmóide e FAP Dra.Júnea Caris de Oliveira São Paulo 08 de maio de 2015

GETH REUNIÃO CIENTÍFICA. Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) Tumor desmóide e FAP Dra.Júnea Caris de Oliveira São Paulo 08 de maio de 2015 GETH REUNIÃO CIENTÍFICA Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) Tumor desmóide e FAP Dra.Júnea Caris de Oliveira São Paulo 08 de maio de 2015 Caso Caso 1 Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) A.R.P, masculino,

Leia mais

Seminário Metástases Pulmonares

Seminário Metástases Pulmonares Seminário Metástases Pulmonares Tatiane Cardoso Motta 09/02/2011 CASO CLÍNICO Paciente do sexo feminino, 52 anos, refere que realizou RX de tórax de rotina que evidenciou nódulos pulmonares bilaterais.

Leia mais

Câncer de Bexiga Pta, Ptis e Pt1

Câncer de Bexiga Pta, Ptis e Pt1 Urologia Fundamental CAPÍTULO 17 Câncer de Bexiga Pta, Ptis e Pt1 Wagner Eduardo Matheus UROLOGIA FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO Cerca de 70% dos tumores vesicais apresentam-se como tumores PTa, PTis ou PT1 que,

Leia mais

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID Módulo: Câncer de Pulmão de Pequenas Células Caso 1 MRC, femin, 70 anos Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID CT de Torax: nodulo 28 2,8 x 1,9 19 cm junto à pleura base

Leia mais

ADENOCARCINOMA DE SIGMOIDE AVANÇADO: RELATO DE CASO

ADENOCARCINOMA DE SIGMOIDE AVANÇADO: RELATO DE CASO ADENOCARCINOMA DE SIGMOIDE AVANÇADO: RELATO DE CASO Guth, G. Z. 1 ; Martins, J. F. F. 2 ; Lourenço, L. A. 3 ; Ataíde, L. O. 4 ; Richwin, N. J. 5 ; Oliveira, J. M. X. 6 ; 1 Diretor do Departamento de Cirurgia

Leia mais

DIRETRIZES PARA CARCINOMA UROTELIAL DO TRATO URINÁRIO SUPERIOR

DIRETRIZES PARA CARCINOMA UROTELIAL DO TRATO URINÁRIO SUPERIOR DIRETRIZES PARA CARCINOMA UROTELIAL DO TRATO URINÁRIO SUPERIOR M. Rouprêt, R. Zigeuner, J. Palou, A. Boehle, E. Kaasinen, M. Babjuk, R. Sylvester, W. Oosterlinck Eur Urol 2011 Apr;59(4):584-94 Introdução

Leia mais

Módulo: Câncer de Colo de Útero

Módulo: Câncer de Colo de Útero Módulo: Câncer de Colo de Útero Caso 1 TR, 32 anos, médica, sem comorbidades Paciente casada sem filhos Abril/13 Citologia Útero- Negativo para células neoplásicas Abril/14 - Citologia uterina- Lesão alto

Leia mais

WDS, masculino, 57 anos

WDS, masculino, 57 anos Módulo: Câncer de Pulmão Não-Pequenas Células Metastático Caso 1 WDS, masculino, 57 anos FEV/2010: Dor lombar e em quadril E; ausência de tosse com hemoptise; sem sintomas neurológicos Cintilografia óssea:

Leia mais

Câncer de Bexiga Musculo Invasivo. Guilherme de Almeida Prado Costa Médico Assistente do Serviço de Urologia Hospital Amaral Carvalho Jaú/ São Paulo

Câncer de Bexiga Musculo Invasivo. Guilherme de Almeida Prado Costa Médico Assistente do Serviço de Urologia Hospital Amaral Carvalho Jaú/ São Paulo Câncer de Bexiga Musculo Invasivo Guilherme de Almeida Prado Costa Médico Assistente do Serviço de Urologia Hospital Amaral Carvalho Jaú/ São Paulo Epidemiologia 9º câncer mais comum no mundo Média de

Leia mais

Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos

Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos Suspensão de BCG para uso intravesical aspectos farmacotécnicos e de biossegurança Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos Uso intravesical

Leia mais

Câncer Invasivo de Bexiga

Câncer Invasivo de Bexiga Urologia Fundamental CAPÍTULO 18 Câncer Invasivo de Bexiga Marcus Vinícius Sadi David Jacques Cohen UROLOGIA FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO Cerca de 40% dos tumores uroteliais de bexiga são de alto grau, sendo

Leia mais

Módulo: Câncer de Próstata Metastático

Módulo: Câncer de Próstata Metastático Módulo: Câncer de Próstata Metastático Caso 1 WGB, 57 anos, masculino Paciente sem comorbidades 1997: PSA elevado em exame de rotina (sic) 1997: Prostatectomia: adenocarcinoma de próstata comprometendo

Leia mais

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE BEXIGA MÚSCULO INVASIVO E METASTÁTICO

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE BEXIGA MÚSCULO INVASIVO E METASTÁTICO DIRETRIZES PARA O ÂNER DE EXIGA MÚSULO INVASIVO E METASTÁTIO (Texto atualizado em Fevereiro de 2012) A. Stenzl (presidente), J.A. Witjes (vice-presidente), E. ompérat, N.. owan, M. De Santis, M. Kuczyk,

Leia mais

128RMUNIF15_012_12N887734 CESPE CEBRASPE RMUnif Aplicação: 2015 PROVA OBJETIVA. 15 O retransplante e a hemodiálise são fatores de risco para a

128RMUNIF15_012_12N887734 CESPE CEBRASPE RMUnif Aplicação: 2015 PROVA OBJETIVA. 15 O retransplante e a hemodiálise são fatores de risco para a De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o

Leia mais

TUMORES RENAIS. Benignos. Malignos. Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal.

TUMORES RENAIS. Benignos. Malignos. Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal. Benignos Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenoma papilar renal; Fibroma renal ou hamartoma; Malignos TUMORES RENAIS Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal. Prof. Fabricio

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA

ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA (Actualização limitada do texto em Março de 2009) M. Babjuk, W. Oosterlinck, R. Sylvester, E. Kaasinen, A. Böhle, J. Palou Introdução Eur Urol 2002;41(2):105-12

Leia mais

Câncer Avançado de Bexiga Melhores evidências para a decisão clínica

Câncer Avançado de Bexiga Melhores evidências para a decisão clínica Câncer Avançado de Bexiga Melhores evidências para a decisão clínica Francisco Flávio Horta Bretas Marcus Vinicius Sadi Walter José Koff Nelson Rodrigues Netto Jr. Ubirajara Ferreira Antônio Carlos Lima

Leia mais

DIRETRIZES DE TRATAMENTO DO CÂNCER UROLÓGICO

DIRETRIZES DE TRATAMENTO DO CÂNCER UROLÓGICO DIRETRIZES DE TRATAMENTO DO CÂNCER UROLÓGICO DIRETRIZES DE TRATAMENTO DO CÂNCER UROLÓGICO Planmark Editora Ltda. Rua Basílio da Cunha, 891 - V. Mariana - São Paulo - SP - CEP 01544-001 Tel.: (11) 2061-2797

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CANCEROLOGIA 21. Na imunohistoquímica, qual(is) dos marcadores tumorais abaixo, em um paciente com carcinoma metastático de sítio primário desconhecido, sugere primário

Leia mais

Difusão por Ressonância Magnética

Difusão por Ressonância Magnética Difusão por Ressonância Magnética A difusão é definida basicamente como o movimento aleatório pelo qual as moléculas de um soluto migram em direção a um gradiente mais baixo de concentração da solução.

Leia mais

QUIMIOTERAPIA NO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

QUIMIOTERAPIA NO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO INDICAÇÕES 1 Carcinoma Espinocelular 2 Carcinoma da Rinofaringe 3 Carcinoma de Glândulas Salivares 1- CARCINOMA ESPINOCELULAR INDICAÇÕES: a. tratamento adjuvante: concomitante a RXT b. neo-adjuvante (indução)

Leia mais

Tumor Desmoplásico de Pequenas Células Redondas: Relato de um caso.

Tumor Desmoplásico de Pequenas Células Redondas: Relato de um caso. Everton Pereira D. Lopes² Eduardo M Pracucho¹ Ricardo de Almeida Campos² Karla Thaiza Thomal¹ Celso Roberto Passeri¹ Renato Morato Zanatto¹ 1-Departamento de Cirurgia Oncológica Aparelho Digestivo Alto

Leia mais

Exame Físico. Linfonodos nega2vos

Exame Físico. Linfonodos nega2vos CASO 1 Caso Clínico Iden2ficação: AMT, 58 anos; sexo masculino. HDA: Subme2do à postectomia há 7 meses Fimose + bálanopos2te Evidenciada lesão eritematosa e superficial em glande Exame Físico Linfonodos

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas É a neoplasia mais freqüente da cabeça e pescoço 90% dos casos é por Carcinoma epidermóide

Leia mais

29/10/09. E4- Radiologia do abdome

29/10/09. E4- Radiologia do abdome Radiologia do abdome 29/10/09 Milton Cavalcanti E4- Radiologia do abdome INTRODUÇÃO O câncer de colo uterino é uma das maiores causas de morte entre mulheres, principalmente nos países em desenvolvimento.

Leia mais

RONI DE CARVALHO FERNANDES

RONI DE CARVALHO FERNANDES RONI DE CARVALHO RONI DE CARVALHO FERNANDES Definição: - Superficial i /Não músculo invasivoi - Graduação e Classificação de risco - Refratária a BCG Terapias intravesicais - Quimiomoterapia - Imunoterapia

Leia mais

25/11 - SEXTA-FEIRA. Sala/Horário SALA RITZ SALA CC1 SALA CC2

25/11 - SEXTA-FEIRA. Sala/Horário SALA RITZ SALA CC1 SALA CC2 I CONGRESSO SUL-SUDESTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA ONCOLÓGICA VI JORNADA DE ONCOLOGIA DO CEPON 25 e 26 de Novembro de 2016 Centro de Convenções - Majestic Palace Hotel - Florianópolis - SC PROGRAMAÇÃO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO. Médico. Urologista

CONCURSO PÚBLICO. Médico. Urologista CONCURSO PÚBLICO Médico Urologista Leia atentamente as instruções abaixo. 01- Você recebeu do fi scal o seguinte material: a) Este Caderno, com 50 (cinquenta) questões da Prova Objetiva, sem repetição

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Metastático

Módulo: Câncer de Rim Metastático Módulo: Câncer de Rim Metastático Caso 1 RKG, 54 anos, masculino Assintomático Hipertensão arterial e Diabetes controlados Lesão observada em USG de rotina Nov/2009: RM de abdômen a seguir... RKG, 54 anos,

Leia mais

Estadiamento e Follow Up em Melanoma. Rafael Aron Schmerling

Estadiamento e Follow Up em Melanoma. Rafael Aron Schmerling Estadiamento e Follow Up em Melanoma Rafael Aron Schmerling Estadiamento AJCC/TNM - 2009 T0 - Sem evidência do tumor primário (desconhecido) Tis - Melanoma in situ T1 < 1 mm T1a - sem ulceração/mitose

Leia mais

Caso Clínico para Site SBM

Caso Clínico para Site SBM Caso Clínico para Site SBM 18/03/13 Primeira consulta Paciente 35 anos Feminino Parda Casada Brasileira Natural de Pacatuba-CE Queixa Principal: Nódulo doloroso em MAMA DIREITA há 2 meses. Refere Ultrasonografia

Leia mais

O estado da arte da Radioterapia na abordagem de Tumores de Bexiga. Dr. Baltasar Melo Neto R3 - UNIFESP

O estado da arte da Radioterapia na abordagem de Tumores de Bexiga. Dr. Baltasar Melo Neto R3 - UNIFESP O estado da arte da Radioterapia na abordagem de Tumores de Bexiga Dr. Baltasar Melo Neto R3 - UNIFESP Introdução EUA (2014): 6º mais comum 75.000 casos novos; 15.600 mortes. Brasil (2014): 9940 casos

Leia mais

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou?

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Ilka Lopes Santoro EPM - Unifesp Conflito de Interesse Nada a declarar For myself I am an optimist it does not seem to be much use being anything else. Sir Winston

Leia mais

CAPÍTULO Câncer de Próstata

CAPÍTULO Câncer de Próstata CAPÍTULO Câncer de Próstata 6 Ricardo de Almeida Jr. Leandro Koifman Antonio Augusto Ornellas Marcos Tobias-Machado EPIDEMIOLOGIA Ocâncerdepróstata(CP)éaneoplasiamaiscomumemhomens(excluindo o câncer de

Leia mais

Modelagem Fuzzy para Predizer os Riscos de Recidiva e Progressão de Tumores Superficiais de Bexiga

Modelagem Fuzzy para Predizer os Riscos de Recidiva e Progressão de Tumores Superficiais de Bexiga Biomatemática 2 (2), ISSN 679-365X Uma Publicação do Grupo de Biomatemática IMECC UNICAMP Modelagem Fuzzy para Predizer os Riscos de Recidiva e Progressão de Tumores Superficiais de Bexiga Kenia D. Savergnini,

Leia mais

24/02/2016 EXPELIDA DO ORGANISMO RIM. Armazenam e conduzem a urina dos rins para o meio externo. Produzem Urina URETER BEXIGA URETRA

24/02/2016 EXPELIDA DO ORGANISMO RIM. Armazenam e conduzem a urina dos rins para o meio externo. Produzem Urina URETER BEXIGA URETRA Marcelo Marques Soares Prof. Didi ARMAZENAM URINA (BEXIGA) 1 2 3 5 6 7 8 PRODUZEM URINA (RINS) São órgãos pares, com cerca de 11,25cm de comprimento por 5 a 7,5cm de largura e 2,5cm de espessura 9 10 11

Leia mais

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE BEXIGA NÃO MÚSCULO INVASIVO

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE BEXIGA NÃO MÚSCULO INVASIVO DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE BEXIGA NÃO MÚSCULO INVASIVO (Texto atualizado em Dezembro de 21) M. Babjuk, W. Oosterlinck, R. Sylvester, E. Kaasinen, A. Böhle, J. Palou, M. Rouprêt Eur Urol 211 Apr;59(4):584-94

Leia mais

Sumário. Prefácio... XXXI Apresentação...XXXIII

Sumário. Prefácio... XXXI Apresentação...XXXIII Sumário Prefácio... XXXI Apresentação...XXXIII Seção 1 Introdução 1 Epidemiologia 3 2 Diretrizes de rastreamento do câncer de mama na população geral e de alto risco 9 3 Mamografia 17 4 BI-RADS ACR (Breast

Leia mais

- Papel da Quimioterapia Neo e

- Papel da Quimioterapia Neo e Carcinoma Urotelial de Bexiga: Tratamento Sistêmico na Doença Músculo-Invasiva - Papel da Quimioterapia Neo e Adjuvante Igor A. Protzner Morbeck, MD, MSc Prof. Medicina Interna Univ. Católica de Brasília

Leia mais

PELE - MELANOMA PREVENÇÃO

PELE - MELANOMA PREVENÇÃO PREVENÇÃO Use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar

Leia mais

URO-RESUMOS. Brasil Silva Neto. Emanuel Burck dos Santos

URO-RESUMOS. Brasil Silva Neto. Emanuel Burck dos Santos URO-RESUMOS Brasil Silva Neto Doutor em Medicina: Ciências Cirúrgicas Serviço de Urologia Hospital de Clínicas de Porto Alegre Universidade Federal do Rio Grande do Sul Emanuel Burck dos Santos Mestre

Leia mais

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante.

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante. Estudo de sobrevida de mulheres com câncer de mama não metastático tico submetidas à quimioterapia adjuvante Maximiliano Ribeiro Guerra Jane Rocha Duarte Cintra Maria Teresa Bustamante Teixeira Vírgilio

Leia mais

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE PRÓSTATA

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE PRÓSTATA DIRETRIZES PR O ÂNER DE PRÓSTT (Texto atualizado em Fevereiro de 2012). Heidenreich (presidente), P.J. astian, J. ellmunt, M. olla, S. Joniau, T.H. van der Kwast, M.D. Mason, V. Matveev, N. Mottet, T.

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO QUESTÃO 21 Paciente portador de miatenia gravis e timoma, submetido a tratamento cirúrgico. Durante o ato operatório, constatou-se que o

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão Diretrizes Assistenciais Protocolo Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão Versão eletrônica atualizada em Julho - 2012 Protocolo Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Câncer da Tireóide Maia Filho Revisão da Anatomia REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO

Leia mais

PET- TC aplicações no Tórax

PET- TC aplicações no Tórax PET- TC aplicações no Tórax Disciplina de Pneumologia InCor- HCFMUSP Prof. Dr. Mário Terra Filho 1906 1863 Eisenberg 1992 (J. Kavakama) RxTC- Sec XIX-XX Lyons-Petrucelli 1978 Sec XIX PET- Sec XX-XXI PET

Leia mais

vulva 0,9% ovário 5,1%

vulva 0,9% ovário 5,1% endométrio 12,3% ovário 5,1% vulva 0,9% colo uterino 13,3% câncer de mama 68,4% Maior incidência nas mulheres acima de 60 anos ( 75% ) Em 90% das mulheres o primeiro sintoma é o sangramento vaginal pós-menopausa

Leia mais

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE Hospital Municipal Cardoso Fontes Serviço de Cirurgia Geral Chefe do serviço: Dr. Nelson Medina Coeli Expositor: Dra. Ana Carolina Assaf 16/09/04 René Lambert DEFINIÇÃO Carcinoma

Leia mais

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR EM PACIENTE COM PROGRESSÃO DO TUMOR APÓS USO DE SORAFENIBE

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR EM PACIENTE COM PROGRESSÃO DO TUMOR APÓS USO DE SORAFENIBE NT 14/2013 Solicitante: Ilmo Dra JACQUELINE DE SOUZA TOLEDO E DUTRA Juíza de Direito do 2º JESP da Unidade Jurisdicional do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Data: 09/02/2013 Medicamento X Material

Leia mais

FERNANDO PAPP IMPORTÂNCIA DA BIÓPSIA RANDOMIZADA DE BEXIGA PARA AVALIAÇÃO DO CARCINOMA IN SITU

FERNANDO PAPP IMPORTÂNCIA DA BIÓPSIA RANDOMIZADA DE BEXIGA PARA AVALIAÇÃO DO CARCINOMA IN SITU FERNANDO PAPP IMPORTÂNCIA DA BIÓPSIA RANDOMIZADA DE BEXIGA PARA AVALIAÇÃO DO CARCINOMA IN SITU Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina, para a conclusão do Curso de Graduação em Medicina

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

FARINGE. Rinofaringe. Orofaringe. Hipofaringe. Esôfago. Laringe. Traquéia

FARINGE. Rinofaringe. Orofaringe. Hipofaringe. Esôfago. Laringe. Traquéia OROFARINGE Os tumores de cabeça e de pescoço totalizam 4,5% dos casos de diagnósticos de câncer. Uma importante fração dos tumores malignos da região da cabeça e pescoço se localiza primeiramente na orofaringe.

Leia mais

Módulo: Câncer de Próstata Localizado Alto Risco

Módulo: Câncer de Próstata Localizado Alto Risco Módulo: Câncer de Próstata Localizado Alto Risco Caso 1 PFA, 55 anos, masculino Sem comorbidades, pratica tênis 2x/semana PSA = 11 ng/ml (primeiro PSA) TR com nódulo pétreo a E de 2 cm Biópsia Gleason

Leia mais

Autópsia-Carcinoma de Reto

Autópsia-Carcinoma de Reto Autópsia-Carcinoma de Reto RESULTADO DE EXAME ANATOMOPATOLÓGICO N.º PG 163 NOME: PCQ RESID.: CIDADE: São Paulo - SP FONE: ( ) SEXO M IDADE 31 COR P PROFISSÃO: PEDIDO pelo Dr Clínica Cirúrgica TEL. ( )

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009 Medicina - Especialização - TMO Este Caderno contém as questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondentes ao curso descrito acima. Confira se este

Leia mais

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil.

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. F-FDG PET/CT AS A PREDICTOR OF INVASIVENESS IN PENILE CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY André Salazar e Marcelo Mamede Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. 2014 CÂNCER

Leia mais

Câncer de Pulmão. Etiologia

Câncer de Pulmão. Etiologia Câncer de Pulmão Causa mais comum de morte por câncer em ambos os sexos. A maioria dos tumores malignos são carcinomas que surgem a partir do epitélio brônquico. Disseminação regional para linfonodos mediastinais

Leia mais

Câncer de Pulmão: Radioterapia Profilática de Crânio Total. Quais as evidências e os benefícios?

Câncer de Pulmão: Radioterapia Profilática de Crânio Total. Quais as evidências e os benefícios? FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS UNIVERSIDADE DE CAMPINAS Câncer de Pulmão: Radioterapia Profilática de Crânio Total. Quais as evidências e os benefícios? JUMARA MARTINS RADIOTERAPIA UNICAMP 2012 Introdução

Leia mais

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico EMENTA 1. PET/CT com FDG: Conceitos básicos 2. PET/CT-FDG no CA de Pulmão e NPS: a. Indicações aprovadas pela ANS b. Bases científicas

Leia mais

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR NT 34/2013 Solicitante: Des. Vanessa Verdolim Hudson Andrade Número do processo: 1.0000.13.021277-2/000 Reu: Secretaria de Saúde de Minas Gerais Data: 28/03/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura

Leia mais

Assunto: Atendimento a pacientes corn Neoplastia Maligna pelo SUS.

Assunto: Atendimento a pacientes corn Neoplastia Maligna pelo SUS. ESTADO OE SAO PAULO - BRASIL Prefeitura Municipal de Limeira Gabinete do Prefeito A / C"tAh S LA DASASS 0EaJlt/ Limeira, 16 de outubro de 2014. OF. CM. n 2718/2014 A Sua Excelencia o Senhor RONEI COSTA

Leia mais

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar?

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? ESÔFAGO ESÔFAGO - AVALIAÇÃO DO TUMOR PRIMÁRIO ULTRASSONOGRAFIA ENDOSCÓPICA É o método de escolha ESTADIAMENTO TUMORAL extensão do

Leia mais

Caroline Merci Caliari de Neves Gomes

Caroline Merci Caliari de Neves Gomes Caroline Merci Caliari de Neves Gomes Valor prognóstico das escalas de regressão tumoral pós quimiorradioterapia neoadjuvante para câncer de reto distal avançado Dissertação apresentada ao Curso de Pósgraduação

Leia mais

Caso Clínico. Paciente feminina, 80 anos. Quadro Clínico: Diarréia, vômitos, anemia e queda do estado geral.

Caso Clínico. Paciente feminina, 80 anos. Quadro Clínico: Diarréia, vômitos, anemia e queda do estado geral. Reunião de casos Caso Clínico Paciente feminina, 80 anos. Quadro Clínico: Diarréia, vômitos, anemia e queda do estado geral. Avaliação inicial: USG abdominal formações hepáticas nodulares. Solicitado TC

Leia mais

Bula Completa Imuno BCG

Bula Completa Imuno BCG Bula Completa Imuno BCG Mycobacterium bovis BCG Bacilo de Calmette Guérin Cepa Moreau Rio de Janeiro FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES O IMUNO BCG é apresentado em caixas com 1 e 2 ampolas âmbar contendo

Leia mais

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Protocolo de tratamento adjuvante e neoadjuvante do câncer de mama Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2009 Tratamento sistêmico adjuvante A seleção de tratamento sistêmico

Leia mais

Adenocarcinoma de úraco: relato de caso e revisão da literatura

Adenocarcinoma de úraco: relato de caso e revisão da literatura relato de caso Adenocarcinoma de úraco: relato de caso e revisão da literatura José Pio Rodrigues Furtado 1, Henrique Werlang 2, Carlos Daniel Hernandez Antonello 3, Renato de Souza Salim 3, Diego Nicolai

Leia mais

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952.

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952. 1 SPCC - Hospital São Marcos Clínica de Ginecologia e Mastologia UICC União Internacional Contra o Câncer - TNM 6ª edição ESTADIAMENTO DOS TUMORES DE MAMA HISTÓRIA DO TNM O sistema TNM para a classificação

Leia mais

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO HOFFMANN, Martina L. 1 ; MARTINS, Danieli B. 2 ; FETT, Rochana R. 3 Palavras-chave: Carcinoma. Felino. Quimioterápico. Introdução O tumor

Leia mais

Gaudencio Barbosa R4 CCP HUWC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço 02-2012

Gaudencio Barbosa R4 CCP HUWC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço 02-2012 Gaudencio Barbosa R4 CCP HUWC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço 02-2012 Abordagens combinadas envolvendo parotidectomia e ressecção do osso temporal as vezes são necessárias como parte de ressecções

Leia mais

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR os Dez Mandamentos CNAP / SBPT São Paulo, 2013 L u iz F elip e N o b re luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR Def. Opacidade relativamente esférica com diâmetro

Leia mais

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Journal Club 23/06/2010 Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Introdução O câncer gástrico é a mais freqüente das neoplasias malignas do aparelho digestivo e ocupa o segundo

Leia mais

Neoplasias de Cabeça e Pescoço

Neoplasias de Cabeça e Pescoço Neoplasias de Cabeça e Pescoço Dr. Paulo Mora Médico Oncologista do Grupo COI Médico do Serviço de Oncologia Clínica do INCA Mestre em Epidemiologia pela UFRJ Membro da SBOC e ASCO Conceitos É um grupo

Leia mais

Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT

Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT As diretrizes da NCCN foram revisadas em 03/02/2011 para utilização de PET e PET/CT (disponível em: http://www.nccn.org/professionals/physician_

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

Difusão por Ressonância Magnética

Difusão por Ressonância Magnética Difusão por Ressonância Magnética A difusão é definida basicamente como o movimento aleatório pelo qual as moléculas de um soluto migram em direção a um gradiente mais baixo de concentração da solução.

Leia mais

Sérgio Altino de Almeida

Sérgio Altino de Almeida Project and Uses of PET Scan LAS ANS SYMPOSIUM 2005 Sérgio Altino de Almeida Hospital Samaritano - Clínica Radiológica Luiz Felippe Mattoso Rio de Janeiro - Junho - 2005 Geração e Interpretação das Imagens

Leia mais

TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO NO SEMINOMA E NÃO SEMINOMA DE ESTÁGIO I DE ALTO RISCO Daniel Fernandes Saragiotto

TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO NO SEMINOMA E NÃO SEMINOMA DE ESTÁGIO I DE ALTO RISCO Daniel Fernandes Saragiotto TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO NO SEMINOMA E NÃO SEMINOMA DE ESTÁGIO I DE ALTO RISCO Daniel Fernandes Saragiotto Médico Assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) FMUSP Médico Titular

Leia mais

Módulo: Câncer de Próstata Localizado de Risco Baixo e Intermediário

Módulo: Câncer de Próstata Localizado de Risco Baixo e Intermediário Módulo: Câncer de Próstata Localizado de Risco Baixo e Intermediário Caso 1 AAC, 68 anos, masculino Hipertenso, corrida 3x/semana, TR: nódulo não pétreo em base E (volume próstatico 30 cc) 22/10/09: PSA

Leia mais

Hipofracionamento de dose pode ser considerado tratamento padrão para todas as pacientes? NÃO. Robson Ferrigno

Hipofracionamento de dose pode ser considerado tratamento padrão para todas as pacientes? NÃO. Robson Ferrigno Hipofracionamento de dose pode ser considerado tratamento padrão para todas as pacientes? NÃ Robson Ferrigno Estudos fase III Estudo N Período Esquema Seguimento Publicação CNDENSE 1224 1993 1996 16 x

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 06/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 06/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 06/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 26 MÉDICO (Oncologia) 01. A 11. E 21. C 02. C 12. D 22. E 03. D 13. B 23. B 04.

Leia mais

Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar

Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar Diagnóstico diferencial de nódulos pulmonares suspeitos: quando e como investigar Definição Nódulo pulmonar é uma estrutura circular de margens definidas, de 2 a 30 mm de diâmetro. Micronódulo menos de

Leia mais

04/06/2012 OBJETIVOS. Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA

04/06/2012 OBJETIVOS. Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA Biópsia Aspirativa Transbrônquica por Agulha Guiada pela Ultrassongrafia Endobrônquica (EBUS-TBNA) ECOBRONCOSCOPIA Mauro Zamboni, MD, FCCP, MSc Pneumologista, Coordenador do Grupo de Oncologia Torácica

Leia mais

Prostatectomia para doença localmente avançada. José Milfont Instituto de Urologia do Rio de Janeiro

Prostatectomia para doença localmente avançada. José Milfont Instituto de Urologia do Rio de Janeiro Prostatectomia para doença localmente avançada José Milfont Instituto de Urologia do Rio de Janeiro Apesar dos esforços para detecção precoce do câncer de próstata: 10% dos homens ainda são diagnosticados

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar CP Operado

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar CP Operado Diretrizes Assistenciais Protocolo Conduta da Assistência Médico- Hospitalar CP Operado Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais