Relatório Econômico Mensal NOVEMBRO/14

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1 Relatório Econômico Mensal NOVEMBRO/14

2 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 6 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 8

3 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS mês % ano % 2013 Ibovespa Fech ,9% 6,1% (15,5%) IBrX Fech ,9% 5,7% (3,1%) ISE ,3% 2,8% 1,9% S&P ,3% 9,2% 29,6% EUROPA DAX (1,6%) (2,4%) 25,5% FTSE (1,2%) (3,0%) 14,4% CAC (4,1%) (1,5%) 18,0% IBEX (3,2%) 5,7% 21,4% Euro Stoxx (3,5%) 0,1% 17,9% PAN ÁSIA Nikkei ,5% 0,8% 56,7% Hang Seng ,6% 3,0% 2,9% Austrália ,4% 3,3% 15,1% Coréia do Sul (3,0%) (5,8%) 2,2% Índia ,5% 32,0% 6,8% OUTROS MERCADOS MOEDAS mês % ano % 2013 BRL/USD 2,4675 0,6% 4,4% 15,3% BRL/EUR 3,1027 0,4% (4,5%) 20,0% USD/EUR 1,2524 (0,8%) (8,9%) 4,2% YEN/USD 112,3200 2,4% 6,7% 21,4% USD/AUD 0,8798 0,6% (1,3%) (14,2%) JUROS BRASILEIROS out/ Futuro de DI jan/15 Futuro de DI jan/16 Futuro de DI jan/17 Futuro de DI jan/21 11,28 10,58 7,71 12,22 11,62 8,19 12,28 12,28 8,44 11,98 13,07 9,16 COMMODITIES Petróleo 80,54 (11,6%) (18,2%) 7,2% Ouro 1.173,48 (2,9%) (2,7%) (28,0%)

4 Projeções Economia Global INDICADORES MACROECONÔMICOS GLOBAIS Última atualização 4/11/2014 PROJEÇÕES GLOBAL (*) 5,1 5,3 2,6 (0,3) 4,9 3,7 2,9 2,9 3,0 3,3 DESENVOLVIDOS 2,7 2,3 (0,2) (3,9) 2,6 1,4 1,1 1,2 1,6 2,1 ESTADOS UNIDOS 2,7 1,8 (0,3) (2,8) 2,5 1,8 2,3 2,2 2,2 2,8 ZONA DO EURO 3,3 3,0 0,4 (4,4) 2,0 1,6 (0,6) (0,4) 0,9 1,4 ALEMANHA 3,9 3,4 0,8 (5,1) 3,9 3,4 0,6 0,2 1,6 1,7 FRANÇA 2,5 2,3 (0,1) (3,1) 1,7 2,0 0,4 0,4 0,5 1,1 REINO UNIDO 2,8 3,4 (0,8) (5,2) 1,7 1,1 0,3 1,8 3,0 2,8 JAPÃO 1,7 2,2 (1,0) (5,5) 4,7 (0,5) 1,5 1,5 0,8 1,0 EMERGENTES 7,4 8,0 5,3 3,0 7,0 5,7 4,5 4,5 4,2 4,5 ASIA EX-JAPÃO 10,3 11,5 7,3 7,7 9,7 7,9 6,7 6,5 6,7 6,8 CHINA 12,7 14,2 9,6 9,2 10,4 9,3 7,7 7,7 7,3 6,9 AMÉRICA LATINA 5,6 5,8 4,3 (1,3) 6,0 4,6 3,1 2,7 1,2 1,9 BRASIL 4,0 6,1 5,2 (0,3) 7,5 2,7 1,0 2,5 0,0 0,0 (*) Calculado pela paridade do poder de compra (*) As áreas sombreadas são projeções.

5 Projeções Economia Brasileira INDICADORES MACROECONÔMICOS Última atualização 4/11/2014 PROJEÇÕES BRASIL PIB crescimento real (%) 5,2 (0,3) 7,5 2,7 1,0 2,5 0,0 0,0 Inflação (IPCA/IBGE) (%) 5,9 4,3 5,9 6,5 5,8 5,9 6,4 6,5 Inflação (IGPM/FGV) (%) 9,8 (1,7) 11,3 5,1 7,8 5,5 3,2 6,0 Taxa de câmbio média (R$/US$) 1,84 1,99 1,73 1,67 1,95 2,16 2,34 2,69 Taxa de câmbio final (R$/US$) 2,34 1,74 1,67 1,88 2,04 2,34 2,55 2,75 Taxa de juro nominal final do ano (Selic) 13,75 8,75 10,75 11,00 7,25 10,00 11,50 12,00 Taxa de juro real média (deflacionado pelo IPCA) Resultado primário do setor público (% do PIB) (**) 6,1 5,3 4,0 4,8 2,5 2,0 4,0 4,8 3,4 2,0 2,7 3,1 2,4 1,9 0,0 0,7 (*) As áreas sombreadas são projeções. (**) Sem fundo soberano e PPI

6 Cenário externo Aceleração do crescimento global continua O tema de desaceleração da economia global ganhou força ao longo do mês de outubro, devido a alguns fatores: a redução das projeções de crescimento de organismos internacionais como o FMI, a piora do quadro na Eurolândia e o receio de alguns membros do banco central dos EUA (FED) com a fraqueza global e seu impacto possível sobre a economia doméstica. Uma forte queda dos mercados prevaleceu na primeira quinzena do mês, mas o tema de desaceleração global não só permanecia sem grandes evidências, bem como parte das informações obtidas da China e dos EUA acabaram reforçando a ideia de aceleração do crescimento global: (1) os dados nos EUA vieram em linha com um crescimento robusto e a economia chinesa surpreendeu positivamente; (2) os dados de exportações mundiais foram muito bons e não se restringiram apenas aos EUA e China; e (3) o cenário do FED não se alterou, a despeito das preocupações globais, e o fim do programa de compras foi confirmado, assim como foi mantida a sinalização de início de alta de juros em meados de Com isso, na segunda quinzena do mês, os mercados reverteram parte significativa da queda registrada até então. O cenário nos últimos meses do ano depende em grande parte do que vai acontecer na Eurolândia e se vai haver ou não maior respaldo do seu banco central na direção de evitar uma estagnação prolongada da sua economia, com medidas não convencionais mais arrojadas, além das que já foram apresentadas. O problema é que esse arrojo envolve a compra de dívida soberana dos países da região, um tabu para o eleitorado alemão e que explica a resistência da sua chanceler, Angela Merkel, na véspera de futuras eleições. Essa dificuldade pode impedir que o banco central consiga tomar as medidas necessárias lado a lado com uma austeridade fiscal rígida adotada pela Alemanha e imposta principalmente à França e à Itália. Não vemos um risco elevado de recessão na região, mas a simples estagnação (ou às vezes como é referida, "japanização") pode trazer uma polarização entre EUA (com crescimento muito forte) e o resto do mundo, puxado pela Eurolândia mais fraca e com uma China em desaceleração suave, o que levaria a um fortalecimento indesejável do dólar. EUA devem continuar com um crescimento acima do potencial nos próximos trimestres, com um ajuste do mercado de trabalho que explica a normalização da sua política monetária. Apesar da alta de juros, o crescimento americano mais forte deve se disseminar para o resto do mundo, contribuindo para uma economia global mais forte e mais saudável. O menor receio com uma desaceleração acima do esperado da China também é parte importante desse cenário mais benigno para emergentes e para a região asiática. Existe um cenário de crescimento global fatiado entre um lado forte (EUA, Reino Unido, Ásia emergente), com um lado mais fraco (China, Eurolândia, Japão e América Latina), mas dado que os EUA estão do lado mais forte, é mais provável o lado bom contaminar o resto do que o inverso. A expectativa em relação a uma recuperação global sustentada e acima do potencial permanece inalterada. O cenário de desinflação que predominou nas principais economias do mundo esteve muito mais relacionado a fatores de oferta (petróleo, alimentos) do que um reflexo de uma demanda mais fraca. Esse cenário não está contaminando a inflação e as expectativas de longo prazo, nem os núcleos, o que produz dois efeitos positivos: 1) aumenta o poder de compra dos consumidores globais e 2) retira a pressa da elevação dos juros nos EUA e no Reino Unido e ajuda países onde a demanda está fraca a afrouxarem suas políticas.

7 Cenário doméstico Confiança baixa prejudica as perspectivas de crescimento O cenário prospectivo para o crescimento econômico no país permanece bastante fragilizado. Temos observado nos últimos meses um progressivo enfraquecimento dos fundamentos de consumo, com a desaceleração nas concessões de crédito e no mercado de trabalho, que mostra moderação na criação de empregos e no crescimento dos salários. Adicionalmente, a atividade industrial continua debilitada e a baixa demanda tem elevado os estoques do setor. Por fim, os indicadores de confiança se mantêm em tendência de queda, em patamares próximos às mínimas históricas e, além disso, não enxergamos eventos que possam desencadear uma recuperação mais expressiva da confiança de empresários e consumidores. Dessa forma, esperamos que o crescimento do PIB oscile em torno de 0% nesse ano e vemos grandes chances de tal conjuntura se repetir em Em relação à inflação, deveremos observar leituras mensais mais elevadas do IPCA nos próximos meses, graças a preços mais altos de alimentos e passagens aéreas. Isso sustentará o IPCA acumulado em 12 meses em patamares muito próximos ao teto da meta de 6,5%. Para o ano que vem, acreditamos que os preços livres apresentarão alguma desaceleração, na esteira da atividade econômica mais fraca. No entanto, acreditamos que os preços administrados pressionarão para cima a inflação ao consumidor, ainda que seja adotada uma estratégia mais gradual na execução dos reajustes de tarifas públicas que foram adiados nos últimos anos. Logo, a despeito da desaceleração nos preços livres, o IPCA continuará flertando com o teto da meta de inflação no ano que vem. Tendo em vista esse cenário de inflação pouco favorável, o Banco Central brasileiro retomou em sua última reunião o ciclo de alta nos juros, elevando a Selic em 25 pontos base, para 11,25% a.a., decisão que contrariou as expectativas do mercado, que aguardava uma taxa de juros constante até o final do ano. Dada essa surpresa na ação do Banco Central, antecipamos para 2014 metade do ciclo de alta de 100 pontos base na Selic que esperávamos para Assim, agora projetamos mais três altas consecutivas de 25 pontos base na Selic, que encerrará 2014 em 11,5% e 2015 em 12%. Também merece destaque o desempenho ruim dos indicadores fiscais neste ano. Devido a uma forte desaceleração nas receitas e a uma dificuldade em reduzir gastos, o setor público tem entregado déficits consecutivos em suas contas fiscais nos últimos meses. Assim, esperamos que o superávit primário termine esse ano muito abaixo da meta de 1,9% do PIB estabelecida pelo governo. Para que essa situação não se agrave ainda mais no médio e longo prazo, comprometendo a trajetória da dívida brasileira, maiores esforços fiscais serão necessários ao longo dos próximos anos. Em relação à taxa de câmbio, ainda acreditamos que o melhor cenário de crescimento nos EUA, aliado a fundamentos domésticos fragilizados (baixo crescimento, confiança em queda, deterioração fiscal), levará a uma depreciação cambial adicional da moeda local. Assim, o cenário econômico permanece desafiador, ao menos pelo próximo biênio.

8 Mercado Renda Fixa Em outubro, dada a continuidade do bom desempenho da economia norte americana, o Banco Central Americano (FED) decidiu finalizar seu programa de compra de ativos, o que contribuiu para a apreciação do dólar frente ao real. Contudo, o insistente risco de deflação na economia japonesa forçou o Banco Central do Japão a aumentar o volume de seu programa de compra de ativos. Adicionalmente, o crescimento aquém do esperado na zona do euro pressiona o Banco Central Europeu a promover novos estímulos monetários na economia do bloco. Com isso, a liquidez global deve continuar elevada, beneficiando o mercado de renda fixa local. No cenário doméstico, o destaque foi a decisão inesperada do Banco Central do Brasil, que em sua última reunião optou pela alta da taxa Selic em 0,25%. Tal medida foi bem recebida pelos mercados e, consequentemente, trouxe impactos positivos para as curvas de juros de longo prazo. Renda Variável Os mercados globais de renda variável apresentaram elevado grau de volatilidade durante o mês de outubro. Essa maior instabilidade foi desencadeada por um aumento nos temores de um crescimento abaixo do esperado na zona do euro e as possíveis implicações deste sobre a economia global. Ao longo do mês, a divulgação de indicadores mais fortes referentes à atividade econômica nos EUA amenizou as preocupações do mercado com a Eurolândia e o índice S&P500 voltou a atingir seu recorde histórico. Também vale ressaltar que, apesar da volatilidade observada, a liquidez mundial ainda permanece bastante elevada. Devido a essa conjuntura, o Brasil segue despertando interesse do mercado internacional como destino de investimentos. Com isso, o fluxo de entrada de capitais acumulado em 2014 está ao redor de R$ 20 bilhões. CIO Eduardo Castro Departamento Econômico Ricardo Denadai Hugo Penteado Danilo Passos Clayton Calixto ACESSE:

9 DISCLAIMER As informações contidas neste documento são publicadas apenas para auxiliar os usuários, podem não ser adequadas aos objetivos de investimentos específicos, situação financeira ou necessidades individuais dos receptores e não devem ser considerados em substituição a um julgamento próprio e independente do investidor. Por ter sido baseado em informações tidas como confiáveis e de boa fé, não há nenhuma garantia de serem precisas, completas, imparciais ou corretas. As opiniões, projeções, suposições, estimativas, avaliações e eventuais preço (s) alvo(s) contidos no presente material referem-se a data indicada e estão sujeitos a alterações a qualquer tempo sem aviso prévio. Este documento não é, e não deve ser interpretado como, uma oferta de venda ou solicitação de uma oferta de compra de qualquer título ou valor mobiliário. Nem o Santander e nem qualquer sociedade por ele controlada ou a ele coligada podem estar sujeitos a qualquer dano direto, indireto, especial, secundário, significativo, punitivo ou exemplar, incluindo prejuízos provenientes de qualquer maneira, da informação contida neste material. Este material é para uso exclusivo de seus receptores e seu conteúdo não pode ser reproduzido, redistribuído publicado ou copiado de qualquer forma, integral ou parcialmente, sem a expressa autorização prévia do Santander. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos - FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. Para avaliação de performance de fundos de investimentos é recomendada uma análise de 12 meses, no mínimo. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor antes de aplicar seus recursos. Este material foi elaborado em nome da Santander Brasil Asset Management, e de suas sociedades controlada no Brasil, para uso exclusivo no Mercado Brasileiro, sendo destinado a pessoas físicas e jurídicas residentes no País, e está sujeito às regras e supervisão da Comissão de Valores Mobiliários e Banco Central do Brasil.

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