Santa Helena. jan/12 Aplicações Financeiro Inicial Aplicação Resgate Rendimento Total

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1 Santa Helena Consultoria de Investimentos TC Consultoria de Investimentos Consultor Responsável: Diego Siqueira Santos Certificado pela CVM, Ato declaratório , de 23 de Julho de 2010 jan/12 Aplicações Financeiro Inicial Aplicação Resgate Rendimento Total CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA ,91 0, ,40 259,49 0,00 CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP , ,06 0, , ,81 CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA ,26 0,00 0, , , , , , , ,35 CONTA CORRENTE FINAL 0,52% TOTAL ,35 fev/12 Aplicações Financeiro Inicial Aplicação Resgate Rendimento Total CAIXA BRASIL IMA-B 5+ TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 0, ,00 0,00 60, ,87 CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP , ,00 0, , ,81 CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA , , , , , , , , , ,28 0,00-0,33% TOTAL ,28

2 Relatório de Movimentações Santa Helena FEV/2013 Fundos Mês Anterior Aplicações Resgates Retorno R$ Mês Atual Retorno % CARTEIRA , , , , ,28-0,33% Renda Fixa , ,28-0,33% Títulos Públicos Federais - SELIC 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI (100% TPF) - IMA ou IDKA , , , , ,28-0,33% CAIXA BRASIL IMA-B 5+ TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 0, ,00 0,00 60, ,87 0,01% CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP , ,00 0, , ,81-0,63% CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA , , , , ,60 1,29% Compromissadas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI Referenciado RF ou RF - IMA ou IDKA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI Referenciado RF ou RF 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Poupança 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FIDC Aberto 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FIDC Fechado 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI Crédito Privado 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Renda Variável 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FIA Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% ETF Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FIA - Fundo de Ações 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI Multimercado - FIM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI em Participações - FIP 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% FI Imobiliário - FII 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Imóveis 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Integralização em Imóveis 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Conta Corrente 0,00 0,00

3 Relatório dos Limites Santa Helena FEV/2013 Fundos Enquadramento % S/PL do RPPS Limite do RPPS* Limite por fundo Limite Cumulativo Disponibilização Observação para Resgate Renda Fixa 100,00% 100% OK Títulos Públicos Federais - SELIC Art. 7º, Inciso I, Alínea A 0,00% 100% OK FI (100% TPF) - IMA ou IDKA Art. 7º, Inciso I, Alínea B 100,00% 100% OK CAIXA BRASIL IMA-B 5+ TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 30,87% / CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 63,61% / CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA 5,52% / Compromissadas Art. 7º, Inciso II 0,00% 15% OK FI Referenciado RF ou RF - IMA ou IDKA Art. 7º, Inciso III 0,00% 80% 20% por fundo OK FI Referenciado RF ou RF Art. 7º, Inciso IV 0,00% 30% 20% por fundo OK Poupança Art. 7º, Inciso V 0,00% 20% OK FIDC Aberto Art. 7º, Inciso VI 0,00% 15% 15% OK FIDC Fechado Art. 7º, Inciso VII, Alínea A 0,00% 5% 15% OK FI Crédito Privado Art. 7º, Inciso VII, Alínea B 0,00% 5% 15% OK Renda Variável 0,00% 30% OK FIA Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 Art. 8º, Inciso I 0,00% 30% 20% por fundo 30% OK ETF Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 Art. 8º, Inciso II 0,00% 20% 30% OK FIA - Fundo de Ações Art. 8º, Inciso III 0,00% 15% 30% OK FI Multimercado - FIM Art. 8º, Inciso IV 0,00% 5% 30% OK FI em Participações - FIP Art. 8º, Inciso V 0,00% 5% 30% OK FI Imobiliário - FII Art. 8º, Inciso VI 0,00% 5% 30% OK Imóveis 0,00% OK Integralização em Imóveis Art. 9º 0,00% OK Conta Corrente 0,00% OK CARTEIRA 100,00%

4 Relatório de Retornos Santa Helena FEV/2013 Fundos mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/ CARTEIRA 1,44% 3,14% 0,55% -0,37% 2,17% 1,35% 1,18% 2,46% 0,68% 1,88% 0,52% -0,33% 0,20% 21,18% - IPCA + 6% 0,70% 1,13% 0,85% 0,57% 0,92% 0,90% 1,06% 1,08% 1,09% 1,28% 1,35% 1,09% 2,46% 12,19% 12,89% Renda Fixa Títulos Públicos Federais - SELIC FI (100% TPF) - IMA ou IDKA CAIXA BRASIL IMA-B 5+ TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 1,81% -1,57% 3,74% 2,65% 1,24% 5,19% 0,29% 2,30% 0,76% 0,00% CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA LP 1,78% 4,33% 1,82% -0,58% 2,94% 1,87% 1,32% 3,97% 0,51% 1,92% 0,52% 0,00% 26,49% 15,60% CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA 0,94% 0,94% 0,83% 0,69% 0,72% 0,67% 0,52% 0,67% 0,54% 0,54% 0,55% 0,00% 9,36% 12,34% Compromissadas FI Referenciado RF ou RF - IMA ou IDKA FI Referenciado RF ou RF Poupança FIDC Aberto FIDC Fechado FI Crédito Privado Renda Variável FIA Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 ETF Referenciado - IBOV ou IBrX ou IBrX-50 FIA - Fundo de Ações FI Multimercado - FIM FI em Participações - FIP FI Imobiliário - FII Imóveis Integralização em Imóveis,,

5 Relatório de Risco Santa Helena FEV/2013 Performance Absoluta % Fundos jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/ RENDIMENTO CARTEIRA 0,52% -0,33% 0,20% RETORNO FINANCEIRO 6.269, ,43 Meta Atuarial 1,35% 1,09% 2,46% Porcentagem da Meta 38,79% -29,83% 8,04% Estatística Ano Meses positivos: 1 Meses negativos: 1 Meses acima da Meta Atuarial: 0 Meses abaixo da Meta Atuarial: 2 Acumulado 0,20% Retorno Mensal Máximo 0,52% jan/13 Retorno Mensal Médio 0,10% Retorno Mensal Mínimo -0,33% jan/13 Sharpe - Volatilidade - VaR - 2,50% 2,00% 1,50% 1,00% 2,46% Carteira Meta IPCA + 6% 2,46% Santa Helena de Goiás Jan - Fev 0,20% 0,50% 0,00% 0,20% 1,40% 1,20% 1,00% 0,80% 0,60% 0,40% Carteira Meta 0,20% 0,00% -0,20% jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 jul-13 ago-13 set-13 out-13 nov-13 dez-13-0,40%

6

7 Evolução PL Santa Helena FEV/2013 EVOLUÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 R$ ,35 R$ ,28 jul-13 ago-13 set-13 out-13 nov-13 dez-13 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ -

8 Indicadores Santa Helena FEV/2013 Selic CDI IMA-B Poupança IPCA INPC Ibovespa Dólar IPCA + 6% jan-12 0,89% 0,89% 1,63% 0,59% 0,56% 0,51% 11,13% -7,29% 1,05% fev-12 0,75% 0,74% 2,17% 0,50% 0,45% 0,39% 4,34% -1,72% 0,94% mar-12 0,82% 0,81% 1,91% 0,61% 0,21% 0,18% -1,98% 6,61% 0,70% abr-12 0,71% 0,70% 4,42% 0,52% 0,64% 0,64% -4,17% 3,83% 1,13% mai-12 0,74% 0,73% 1,97% 0,55% 0,36% 0,55% -11,86% 6,90% 0,85% jun-12 0,64% 0,64% -0,50% 0,50% 0,08% 0,26% -0,25% -0,05% 0,57% jul-12 0,68% 0,68% 2,88% 0,51% 0,43% 0,43% 3,21% 1,41% 0,92% ago-12 0,69% 0,69% 1,81% 0,51% 0,41% 0,45% 1,72% -0,62% 0,90% set-12 0,54% 0,54% 1,44% 0,50% 0,57% 0,63% 3,70% -0,32% 1,06% out-12 0,61% 0,61% 3,80% 0,50% 0,59% 0,71% -3,56% 0,03% 1,08% nov-12 0,55% 0,54% 0,53% 0,50% 0,60% 0,54% 0,71% 3,75% 1,09% dez-12 0,55% 0,53% 1,92% 0,50% 0,79% 0,74% 6,05% -3,03% 1,28% ,49% 8,40% 26,68% 6,48% 5,84% 6,20% 7,40% 8,94% 12,19% jan-13 0,60% 0,59% 0,54% 0,50% 0,86% 0,92% -1,95% -2,70% 1,35% Cenário Econômico - Dezembro 2012 O cenário básico prevê Selic estável por um bom tempo e o risco de elevação dos juros, em um futuro não tão próximo, para combater riscos inflacionários. A possibilidade de surpresas negativas no campo da atividade, entretanto, pode mudar essa previsão. Em sua comunicação com o mercado, o BC tem indicado que pretende manter a Selic estável nos atuais 7,25% a.a. por um longo período. Há muitas especulações, porém, sobre o que deve acontecer com os juros após esse período de estabilidade. Os riscos estruturais para a inflação permanecem no ar, o que faz muitos analistas trabalharem com um cenário de elevação de taxas daqui a alguns trimestres. Por outro lado, no entanto, há dúvidas sobre a sustentabilidade da retomada econômica observada no terceiro trimestre, o que já traz especulações sobre uma eventual redução adicional dos juros nos próximos meses. No comunicado em que informou ao mercado a redução da Selic de 7,50% a.a. para 7,25% a.a., na segunda semana de outubro, o Banco Central afirmou que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear. Essa mesma frase voltou a figurar na ata da reunião, publicada na semana seguinte, o que reforçou a percepção do mercado financeiro de que a Selic permanecerá inalterada por alguns meses. Persiste, no entanto, a dúvida sobre qual será o movimento que sucederá a estabilidade dos juros. Nos últimos meses, a inflação tem se mantido ao redor de 5,0% ao ano, ou ligeiramente acima disso. Esse percentual supera ligeiramente a meta perseguida pelo BC, mas a autoridade monetária afirma que confia na redução gradual ( ainda que de forma não linear ) do indicador para os 4,5%. Ao analisar o comportamento do indicador, no entanto, é possível notar alguns fatores atípicos, que contribuem para que a inflação se mantenha no atual patamar. Em destaque, aparecem a redução nas alíquotas de IPI para os setores automotivo e de linha branca e a intervenção governamental na política de preços praticada pela Petrobras essa intervenção tem por objetivo evitar que a estatal repasse para os consumidores finais o aumento de custos que enfrenta atualmente. Em conjunto com a reponderação promovida pelo IBGE na composição do IPCA no início do ano, esses elementos mais do que compensaram a alta nos custos com alimentação observada no terceiro trimestre. Ou seja, excluídos todos os fatores extraordinários que impactaram a inflação em 2012, muito provavelmente teríamos neste ano uma inflação maior do que os 5,4% que se estima para o fechamento deste ano. Pensando em alguns trimestres adiante, a provável ausência dos fatores extraordinários sugere que a pressão sobre os preços tende a subir. No curto prazo, contudo, deverá haver uma reversão na recente alta dos preços de alimentos. Assim, é razoável supor que esse importante componente na cesta de consumo da população colabore para uma inflação mais bem-comportada nos próximos meses. Pelo lado da atividade, começa a crescer o temor de que os sinais de recuperação observados no terceiro trimestre não se sustentem. De fato, as vendas de veículos, por exemplo, foram impulsionadas pela redução do IPI no terceiro trimestre, mas esse efeito deve ser apenas temporário. Além disso, o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas se mantém em patamar elevado, o que limita o espaço para a tomada de novos empréstimos. Por isso, o impulso da redução de juros sobre a atividade doméstica ainda não está a pleno vapor. Tendo em vista o prazo relativamente curto do endividamento dos brasileiros, é de se esperar que esse comprometimento de renda diminua ao longo de 2013, o que permitiria um aumento dos efeitos do juro baixo sobre a economia. Porém, isso ainda não deve ser visível em Com a inflação mais bem-comportada e diante do risco de uma retomada da atividade em um ritmo um pouco abaixo do esperado no quarto trimestre, há quem especule sobre uma redução adicional da Selic em Sob a ótica dos indicadores ora conhecidos, esse não é o cenário mais provável, mas é necessário reconhecer que suas chances são crescentes.

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