Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS?"

Transcrição

1 Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS? 1

2 CESTES O Custo dos Estudantes no Ensino Superior Português UIDEF Unidade de I&D em Educação e Formação do Instituto de Educação da U. Lisboa Equipa do projecto 2010/2011 Luisa Cerdeira, IEUL (coord.) Belmiro Cabrito, IEUL Tomás Patrocínio, IEUL Rui Brites, ISEG Lourdes Machado, CIPES 2

3 Os Custo dos Estudantes do Ensino Superior Português no contexto internacional n 3

4 Alguns conceitos Acessibilidade / Accessibility e Acessibilidade Económica / Affordability n 4

5 Acessibilidade A Acessibilidade ao Ensino Superior pode ser aferida através de quatro indicadores : taxa de participação taxa de instrução obtida índice de equidade educacional índice de paridade do género. Usher e Cervenan (2005) 5

6 Acessibilidade Financeira (Affordability Ability to Pay) Though the affordability of education is an important issue, it is important not to confuse affordability with accessibility. The former refers to the ability to pay for education; the latter refers specifically to the ability of people from all backgrounds to obtain the education they desire. Usher e Steele (2006, p. 3) 6

7 Acessibilidade Financeira O conceito da acessibilidade financeira para os estudantes pode ser avaliado através do preço líquido que têm que pagar num ano académico para frequentarem um estabelecimento de ensino superior, versus o seu rendimento ou o da sua família (Hill, Winston e Boyd, 2003). Para além disso, deve ter-se em conta não apenas o preço que cada estudante paga, mas sim o preço deduzido do apoio concedido em bolsas e outros apoios, versus o rendimento da família do estudante. 7

8 EM 2004/2005 8

9 Acessibilidade Financeira 2005 Usou-se a metodologia do estudo de Usher, A. e Cervenan, A. (2005). Global Higher Education Rankings, Affordability and Accessibility in Comparative Perspective, Toronto: EPI, Educational Policy Institute. para comparar os Custos de Educação, Custos de Vida, Custos Totais e Apoio Social com o PIB per capita de Portugal em

10 Australia Austria Belgium (Flemish) Belgium (French)) Canada Finland France Germany Ireland Italy Japan Netherlands New Zealand Sweden United Kingdom United States Portugal 30% 25% Education costs / GDP per capita 29% 26% 20% 15% 10% 5% 13% 5% 3% 3% 14% 1% 6% 8% 4% 8% 7% 16% 3% 12% 11% 0% Usher e Cervenan (2005) Global Higher Education Rankings, (OCDE, 2003 PPP) Portugal - Cerdeira L, (2005), Inquérito aos estudantes do ensino superior 2004/2005, (GDP PPS 2005)

11 Australia Austria Belgium (Flemish) Belgium (French)) Canada Finland France Germany Ireland Italy Japan Netherlands New Zealand Sweden United Kingdom United States Portugal Living Costs/ GDP per capita 40% 35% 30% 36% 32% 25% 20% 15% 23% 19% 19% 20% 22% 15% 16% 16% 16% 16% 17% 13% 20% 17% 17% 10% 5% 0% Note: Living Costs = Housing, Meals and Transportation Usher e Cervenan (2005) Global Higher Education Rankings, (OCDE, 2003 PPP) Portugal - Cerdeira L, (2005), Inquérito aos estudantes do ensino superior 2004/2005, (GDP PPS 2005)

12 Australia Austria Belgium (Flemish) Belgium (French)) Canada Finland France Germany Ireland Italy Japan Netherlands New Zealand Sweden United Kingdom United States Portugal (Education + Living) Total Costs/ GDP per capita 60% 50% 51% 51% 44% 43% 40% 36% 30% 20% 30% 26% 24% 24% 24% 17% 19% 20% 18% 24% 24% 28% 10% 0% Usher e Cervenan (2005) Global Higher Education Rankings, (OCDE, 2003 PPP) Portugal - Cerdeira L, (2005), Inquérito aos estudantes do ensino superior 2004/2005, (GDP PPS 2005)

13 Australia Austria Belgium (Flemish) Belgium (French) Canada Finland France Germany Ireland Italy Japan Netherlands New Zealand Sweden United Kingdom United States Portugal Out-of-Pocket Net Costs after Tax Expenditures/ GDP per capita 45% 40% 44% 35% 33% 30% 25% 20% 15% 22% 15%14% 15%17% 19% 14% 15% 23% 24% 17% 23% 10% 8% 8% 5% 0% 2% Usher e Cervenan (2005) Global Higher Education Rankings, (OCDE, 2003 PPP) Portugal - Cerdeira L, (2005), Inquérito aos estudantes do ensino superior 2004/2005, (GDP PPS 2005) = Total Costs - Grants Bolsas Loans Tax Dedutions

14 Australia Austria Belgium (Flemish) Belgium (French) Canada Finland France Germany Ireland Italy Japan Netherlands New Zealand Sweden United Kingdom United States Portugal Support Total (Grants+Loans+Tax Deduction)/ Total Costs (Education Costs + Living Costs) 100% 90% 80% 93% 70% 60% 58% 67% 60% 50% 40% 40% 38% 42% 40% 35% 44% 30% 20% 22% 19% 28% 16% 15% 18% 10% 4% 0% Usher e Cervenan (2005) Global Higher Education Rankings, (OCDE, 2003 PPP) Portugal - Cerdeira L, (2005), Inquérito aos estudantes do ensino superior 2004/2005, (GDP PPS 2005)

15 EM 2010/

16 Nota metodológica OECD in Growing Unequal? Income Distribution and Poverty in OECD Countries (2008) introduced a new indicator, the median household income: The median household income is commonly used to generate data about geographic areas and divides households into two equal segments with the first half of households earning less than the median household income and the other half earning more. The median income is considered by many statisticians to be a better indicator than the average household income as it is not dramatically affected by unusually high or low values. 16

17 17

18 Accessibility of Portuguese students in HE (public and private)costs versus-mhi Median Household Income in 2010 (Euros) Value % MHI (1) Median Household Income (*) (2) Education Costs ,83 21,9% (3) Life Costs ,62 53,2% (4)= (2)+(3)= Total Costs ,45 75,1% (5) Scholarship by student 2010/2011 (a) ,40 (6)=(4)-(5)= Net Cost ,05 71,2% (7) Tax Deductions 2010 (b) 670,00 (8)= (6)-(7)=Net Cost after tax Deductions ,05 63,6% (9) Loan by Student 2008 (c) 0,00 (10)=(4)-(5)-(9) Total Costs 2010 (out of pocket) 6.283,05 71,2% (11)= (10)-(7) Total Costs after tax Deductions ,05 63,6% Source: Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

19 Education Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Education costs Median Income % ranking Norway ,2% 1º Denmark ,3% 2º France ,8% 3º Sweden ,9% 4º Germany ,2% 5º Finland ,9% 6º Netherlands ,1% 7º New Zeland ,2% 8º England and Wales ,5% 9.º Portugal ,9% 10º Canada ,4% 11º Latvia ,2% 12º Australia ,4% 13º USA ,3% 14º Japan ,1% 15º Mexico ,0% 16º Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

20 Education Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Mexico Japan USA Australia Latvia Canada Portugal England and Wales New Zeland Netherlands Finland Germany Sweden France Denmark Norway 24% 22% 22% 21% 16% 11% 06% 04% 03% 03% 02% 02% 33% 52% 51% 110% 00% 20% 40% 60% 80% 100% 120% Education costs/median Income Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

21 Life Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Living costs Median Income % ranking Latvia ,4% 1º Germany ,1% 2º Netherlands ,8% 3º Canada ,4% 4º Norway ,2% 5º Finland ,1% 6º France ,1% 7º USA ,2% 8º England and Wales ,8% 9º New Zeland ,2% 10º Denmark ,1% 11º Sweden ,8% 12º Australia ,7% 13º Portugal ,2% 14º Japan ,8% 15º Mexico ,7% 16º Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Carito, Patrocínio, Machado & Brites,

22 Life Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Mexico Japan Portugal Australia Sweden Denmark New Zeland England and Wales USA France Finland Norway Canada Netherlands Germany Latvia 42% 41% 39% 39% 36% 36% 32% 28% 26% 26% 24% 21% 57% 53% 51% 66% 00% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Living Costs/Median Income Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

23 Total Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Total costs Median Income % ranking Germany ,4% 1º Norway ,4% 2º Netherlands ,9% 3º Finland ,0% 4º France ,0% 5º Denmark ,2% 6º Sweden ,7% 7º Latvia ,6% 8º Canada ,9% 9º New Zeland ,4% 10º England and Wales ,2% 11º Portugal ,1% 12º Australia ,1% 13º USA ,5% 14º Japan ,8% 15º Mexico ,7% 16º Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

24 Total Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Mexico Japan USA Australia Portugal England and Wales New Zeland Canada Latvia Sweden Denmark France Finland Netherlands Norway Germany 60% 55% 49% 46% 45% 41% 39% 38% 37% 30% 28% 87% 84% 75% 109% 176% 00% 20% 40% 60% 80% 100% 120% 140% 160% 180% 200% Total Costs/ Median Income Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

25 Net Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Net Costs Median Income % ranking Denmark ,8% 1º Norway ,6% 2º Germany ,4% 3º Finland ,8% 4º Netherlands ,9% 5º Sweden ,2% 6º France ,2% 7º Latvia ,5% 8º Canada ,7% 9º New Zeland ,4% 10º England and Wales ,9% 11º Portugal ,6% 12º USA ,6% 13º Australia ,6% 14º Japan ,8% 15º Mexico ,8% 16º Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

26 Net Costs and Median Income (em USA$ ppp) 2010/2011 Mexico Japan Australia USA Portugal England and Wales New Zeland Canada Latvia France Sweden Netherlands Finland Germany Norway Denmark 77% 71% 64% 56% 48% 44% 39% 35% 29% 29% 27% 26% 24% 23% 109% 174% 00% 20% 40% 60% 80% 100% 120% 140% 160% 180% 200% Net Costs/ Median Income Source: Usher & Medow, 2010; OECD, 2008; Cerdeira, Cabrito, Patrocínio, Machado & Brites,

27 Algumas conclusões A acessibilidade financeira dos estudantes portugueses é desfavorável no contexto internacional (affordability/ability to pay) Esta situação acontece em 2004/ 2005 e mantém-se em 2010/2011, qualquer que seja a metodologia Em 2010/2011, os estudantes e as suas famílias usam 22% do valor da mediana do rendimento Português para pagar os custos de educação, 53% para os custos de vida e 75% para os custos totais Quando se considera os apoios sociais concedidos (bolsas) e o valor das deduções fiscais para Educação, vemos que o custo líquido representa cerca de 63,6% do valor da mediana do rendimento Português. Na Alemanha esse valor é de 26,4%, França, 35,2%, na Suécia 29,2%, Letónia 38,5% 27

28 Some Remarks The affordability of Portuguese students in the international context is unfavourable (affordability / Ability to Pay) This happens in 2004/2005 and remains in 2010/2011, whatever the methodology we use In 2010/2011, students and their families use 22% of the income (median of Portuguese earnings) to pay the costs of education, 53% for living costs and 75% for the total costs When one considers the social aid granted (grants) and the value of tax deductions for education, we see that the net cost represents about 63.6% of the median of Portuguese earnings. In Germany this figure is 26.4%, France 35.2%, Sweden 29.2%, and Latvia 38.5% 28

29 Notes Slide pg. 18 (*) Corresponding to USD PPP, value of Median Household Income in Society at a Glance, OECD Indicators, 2011, with 1 = U.S. dollars obtained from the pairing EUR / USD European Central Bank, annual average. (a) Value obtained by considering the value of ,7 entered in the State Budget 2008 to support students and the total number of students enrolled in 1st and 2nd cycles of higher education (public and private, polytechnic and university), 363,308 in 2008/2009 (b) In 2010, the government set family tax deductions in 670 per child to study. (c) The existence of a policy loan to study dates back to 2007 with the Mutual Guarantee Loan that the amounts borrowed in 2008 still did not reach significance values in the real living conditions of students in higher education. 29

30 Foto Foto IEUL: IEUL: Domingos Domingos Fernandes Fernandes Agradecemos a atenção! Equipa do projecto 2010/2011 Luisa Cerdeira, IEUL (coord.) Belmiro Cabrito, IEUL Tomás Patrocínio, IEUL CESTES O Custo dos Estudantes Rui Brites, ISEG no Ensino Superior Português Lourdes Machado, CIPES UIDEF Unidade de I&D em Educação e Formação do Instituto de Educação da U. Lisboa CESTES O Custo dos Estudantes no Ensino Superior Português 2.º fórum de Investigação em Ciências e Políticas da Educação II. A construção social de políticas educativas e cidadanias Coordenação e Moderação: António Magalhães e Fátima Antunes 11 de maio de 2012, FPCEUP UIDEF Unidade de I&D em Educação e Formação do Instituto de Educação da U. Lisboa

OS DESAFIOS DA ACESSIBILIDADE NO ENSINO SUPERIOR: O CASO DOS ESTUDANTES PORTUGUESES NO CONTEXTO INTERNACIONAL

OS DESAFIOS DA ACESSIBILIDADE NO ENSINO SUPERIOR: O CASO DOS ESTUDANTES PORTUGUESES NO CONTEXTO INTERNACIONAL OS DESAFIOS DA ACESSIBILIDADE NO ENSINO SUPERIOR: O CASO DOS ESTUDANTES PORTUGUESES NO CONTEXTO INTERNACIONAL Luisa Cerdeira Universidade de Lisboa, Instituto de Educação Resumo A questão da equidade no

Leia mais

El reparto de los costos y la diversificación de los orígenes de la financiación de la enseñanza superior, en Portugal

El reparto de los costos y la diversificación de los orígenes de la financiación de la enseñanza superior, en Portugal 24 El reparto de los costos y la diversificación de los orígenes de la financiación de la enseñanza superior, en Portugal Belmiro Gil Cabrito Instituto de Educação da Universidade de Lisboa María Luisa

Leia mais

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Portugal na União Europeia 1986-2010 Faculdade de Economia, Universidade do Porto - 21 Janeiro 2011 Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Pedro Teixeira (CEF.UP/UP e CIPES);

Leia mais

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde 1º Encontro Nacional - Desafios do presente e do futuro Alexandre Lourenço www.acss.min-saude.pt Sumário Organizações do Terceiro Sector Necessidade

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável EDUCAÇÃO Base do Desenvolvimento Sustentável 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES Eduardo Augusto Guimarães Maio 2012 Competitividade Brasil 2010: Comparação com Países Selecionados. Uma chamada para a ação África

Leia mais

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL Súmula dos dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional, IPCTN, 2007 I DESPESA 1. Despesa em I&D nacional total

Leia mais

1. OEstudo 2. Portugal como destino de NearshoreOutsourcing (Edição 2012) 3. Conclusões

1. OEstudo 2. Portugal como destino de NearshoreOutsourcing (Edição 2012) 3. Conclusões PORTUGAL COMO DTINO DE NEARSHORE OUTSOURCING EDIÇÃO 2012 Sumário Executivo Índice 1. OEstudo 2. Portugal como destino de NearshoreOutsourcing (Edição 2012) 3. Conclusões Este estudo baseou-se em informação

Leia mais

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação André Portela Souza EESP/FGV Rio de Janeiro 13 de maio de 2011 Estrutura da Apresentação 1. Porque Educação? Educação e Crescimento 2. Educação

Leia mais

Políticas para Inovação no Brasil

Políticas para Inovação no Brasil Políticas para Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho Centro de Políticas Públicas do Insper Baixa Produtividade do trabalho no Brazil Relative Labor Productivity (GDP per Worker) - 2010 USA France UK

Leia mais

Portugal como destino de Nearshore Outsourcing Rogério Carapuça

Portugal como destino de Nearshore Outsourcing Rogério Carapuça Portugal como destino de Nearshore Outsourcing Rogério Carapuça Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portugal Outsourcing 2008/2010 PORTUGAL COMO DESTINO DE NEARSHORE OUTSOURCING EDIÇÃO

Leia mais

SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros

SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros Fabiana Montanari Lapido Projeto SciELO FAPESP, CNPq, BIREME, FapUNIFESP Informação Conhecimento científico pesquisa científica

Leia mais

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise Adalberto Campos Fernandes O Contexto FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE O CONTEXTO A ESPECIFICIDADE DO BEM

Leia mais

Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012

Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012 Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais sobre assistência à saúde da OECD e da Europa Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012 Por que a qualidade do cuidado

Leia mais

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Patrícia Jardim da Palma Professora Universitária no ISCSP Coordenadora do Hélios Directora do INTEC ppalma@iscsp.utl.pt Agenda O empreendedorismo

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento EDUCAÇÃO Base para o desenvolvimento 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais de escolaridade.

Leia mais

COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação

COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação Resumo Como tem sido descrito na literatura (e.g., Johnstone, 1986;

Leia mais

Public Debt Dívida Pública. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Conjuntura Económica. Estado e Governo. Public Debt / Dívida Pública

Public Debt Dívida Pública. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Conjuntura Económica. Estado e Governo. Public Debt / Dívida Pública dossiers Economic Outlook Conjuntura Public Debt Dívida Pública Last Update Última Actualização:08/12/2015 Portugal Economy Probe (PE Probe) Prepared by PE Probe Preparado por PE Probe Copyright 2015 Portugal

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007 FaculdadedeEconomia João Salgueiro João Amador Seminário de Economia Europeia Economia Portuguesa e Europeia Exame de 1 a época 5 de Janeiro de 2007 Atenção:

Leia mais

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal Reflexões e preocupações para o sector dos pequenos ruminantes na PAC-pós 213 -------------------------------------------------------------------- Reunião da SPOC Evolução Recente dos Sistemas de Produção

Leia mais

REAL ESTATE MARKET IN BRAZIL

REAL ESTATE MARKET IN BRAZIL REAL ESTATE MARKET IN BRAZIL JOÃO CRESTANA President of Secovi SP and CBIC National Commission of Construction Industry SIZE OF BRAZIL Population distribution by gender, according to age group BRAZIL 2010

Leia mais

A AUSTERIDADE CURA? A AUSTERIDADE MATA?

A AUSTERIDADE CURA? A AUSTERIDADE MATA? A AUSTERIDADE CURA? A AUSTERIDADE MATA? 29.Nov.2013 Financiamento Sector público é a principal fonte de financiamento de cuidados de saúde. Apenas EUA e México apresentam menos de 50% de financiamento

Leia mais

Associação KNX Portugal

Associação KNX Portugal Associação KNX Portugal Organização KNX e rede de parceiros KNX Association International Page No. 3 Associações Nacionais: Membros Membros KNX Nacionais: Fabricantes: Empresas fabricantes ou representantes

Leia mais

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras Existem muitas empresas e investimentos espanhóis no Brasil. É a hora de ter investimentos brasileiros na Espanha Presidente Lula da Silva,

Leia mais

ICC 111 8. 15 agosto 2013 Original: francês. Conselho Internacional do Café 111. a sessão 9 12 setembro 2013 Belo Horizonte, Brasil.

ICC 111 8. 15 agosto 2013 Original: francês. Conselho Internacional do Café 111. a sessão 9 12 setembro 2013 Belo Horizonte, Brasil. ICC 111 8 15 agosto 2013 Original: francês P Conselho Internacional do Café 111. a sessão 9 12 setembro 2013 Belo Horizonte, Brasil O café na China Antecedentes Consoante os objetivos do Acordo Internacional

Leia mais

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior Headquarters: Rua Senhor da Paciência, 39 6200-158 Covilhã Portugal Telephone: +351 275 319 530 Fax: +351 275

Leia mais

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego:

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Economia Social Pós Parte III: Mercado de Trabalho Ênfase na parte de políticas Profa. Danielle Carusi Prof. Fábio Waltenberg Aula 5 (parte III) setembro de 2010 Economia UFF 1. Políticas macroeconômicas,

Leia mais

A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas.

A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas. A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas. Constança Paúl, 19 Abril 2012, IPO-Porto Health Cluster Portugal: Encontros com a inovação em saúde A procura

Leia mais

DEVELOPMENT: WORKING FOR A BETTER TOMORROW.

DEVELOPMENT: WORKING FOR A BETTER TOMORROW. INTERNATIONAL DEVELOPMENT: WORKING FOR A BETTER TOMORROW. Alguns projectos: Sistema de Gestão de Recursos Humanos da Administração Pública (Governo de Timor-Leste) Sistema de gestão municipal SIGEM (Conselho

Leia mais

Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a

Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a Mobilidade de indivíduos para aprendizagem (KA1) Mobilidade de staff, em particular de pessoal

Leia mais

Relação entre emendas parlamentares e corrupção municipal no Brasil, aplicados à educação

Relação entre emendas parlamentares e corrupção municipal no Brasil, aplicados à educação Relação entre emendas parlamentares e corrupção municipal no Brasil, aplicados à educação Aluno: Julia Wrobel Folescu Orientadores: Sérgio Firpo Introdução Foi feito um estudo de forma a determinar o aumento

Leia mais

ICC 109 8. 14 setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido

ICC 109 8. 14 setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido ICC 109 8 14 setembro 2012 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido Tendências do consumo de café em países importadores selecionados Antecedentes

Leia mais

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 1. Visitações Diárias ( Y ) Visitas ( X ) Dia do mês 1.1) Janeiro 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15

Leia mais

Universidades Europeias diversificam financiamento

Universidades Europeias diversificam financiamento Universidades Europeias diversificam financiamento Maria da Graça Carvalho IST, PE Grupo PPE Manuel Loureiro - ULHT Ensino Superior: avaliação e sustentabilidade 28 de Fevereiro 2011, Lisboa ISG Instituto

Leia mais

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café P CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO RELATÓRIO SOBRE O MERCADO CAFEEIRO

Leia mais

Parte 1 Part 1. Mercado das Comunicações. na Economia Nacional (2006-2010)

Parte 1 Part 1. Mercado das Comunicações. na Economia Nacional (2006-2010) Parte 1 Part 1 Mercado das Comunicações na Economia Nacional (2006-2010) Communications Market in National Economy (2006/2010) Parte 1 Mercado das Comunicações na Economia Nacional (2006-2010) / Part 1

Leia mais

Tecnologia Conectividade

Tecnologia Conectividade Funcionalidade de Alimentos como Ferramenta de Marketing Mª Engª Alexia Hoppe I Mostra de Ciência e Tecnologia TecnoDohms Porto Alegre, Maio 2012 Tecnologia Conectividade Geração Y: valores e atitudes

Leia mais

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA: UM PAÍS QUE SAE DA CRISE 2,00% 1,50% Evolução do PIB espanhol 1,70% 1,00% 1% 0,50% 0,00% -0,50% -0,20% 0,10% 2010 2011 2012

Leia mais

A evolução dos impostos nos países da OCDE, no período de 1990 a 2003: Comparação com Portugal

A evolução dos impostos nos países da OCDE, no período de 1990 a 2003: Comparação com Portugal A evolução dos impostos nos países da OCDE, no período de 1990 a 2003: Comparação com Portugal 0 Sumário e conclusões 1 - O peso das receitas fiscais totais no PIB 2 O peso dos impostos sobre o rendimento

Leia mais

Artemis7. Portfolio and Project Management Solutions. Better decisions. Better results

Artemis7. Portfolio and Project Management Solutions. Better decisions. Better results Artemis7 Portfolio and Project Management Solutions Better decisions. Better results ESCRITÓÓÓORIO BRASIL Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 1410 6o. andar - Morumbi - 05640-003 55 11 3773-9009 REGIONAL

Leia mais

Segurança no transporte para a Indústria da Madeira e Aglomerados

Segurança no transporte para a Indústria da Madeira e Aglomerados Segurança no transporte para a Indústria da Madeira e Aglomerados T E C H N O L O G Y Instalações automáticas Para novas instalações ou para integração em linhas de embalamento existentes Benefícios para

Leia mais

Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem

Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem economicamente? Thomas J Trebat Centro de Estudos Brasileiros Columbia University Junho de 2011 Uma visão mais favorável sobre

Leia mais

Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal

Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal Memorando Complementar ao Relatório de Setembro de 2011 13 de Dezembro de 2012 Carla Sá João Cerejeira Miguel Portela NIPE Núcleo de Investigação em Políticas

Leia mais

Segurança no transporte para a Indústria de Garrafas e Latas

Segurança no transporte para a Indústria de Garrafas e Latas Segurança no transporte para a Indústria de Garrafas e Latas Instalações automáticas Cintagem de garrafas em camadas Cintagem horizontal de camadas individuais de garrafas de vidro em linhas de produção

Leia mais

4 a REUNIÃO DE PESQUISA EM SAÚDE BUCAL COLETIVA

4 a REUNIÃO DE PESQUISA EM SAÚDE BUCAL COLETIVA 4 a REUNIÃO DE PESQUISA EM SAÚDE BUCAL COLETIVA DETERMINANTES SOCIAIS EM SAÚDE: AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS DE REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE Professor Roger Keller Celeste, MSc PhD Departamento

Leia mais

Economia da Educação 2014/2015 Pedro Telhado Pereira 3 de Julho de 2015 (Duração - 120 minutos) (Tópicos de resolução são apresentados exemplos)

Economia da Educação 2014/2015 Pedro Telhado Pereira 3 de Julho de 2015 (Duração - 120 minutos) (Tópicos de resolução são apresentados exemplos) Economia da Educação 2014/2015 Pedro Telhado Pereira 3 de Julho de 2015 (Duração - 120 minutos) (Tópicos de resolução são apresentados exemplos) Nome: Nº: As respostas devem ser dadas na folha de enunciado

Leia mais

José Alexandre Scheinkman

José Alexandre Scheinkman José Alexandre Scheinkman Edwin W. Rickert Professor of Economics Columbia University Brasil: O Desafio da Produtividade Brasil: Problemas O Brasil tem problemas econômicos prementes de curto prazo. Déficit

Leia mais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Forum para a Sociedade da Informação Aveiro, 10 Mar 2006 Luis Magalhães Presidente da UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento,

Leia mais

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web ALGUNS EVENTOS E DADOS IMPORTANTES DA INTERNET NO BRASIL E NO MUNDO NO BRASIL Primeira conexão à redes (Bitnet) => Outubro 88 Domínio.br foi registrado

Leia mais

Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas

Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas Programa Conjunto Ambient Assisted Living - AAL Art. 185º TFUE Margarida Ribeiro Departamento da Sociedade da Informação FCT (NCP e ProxiGA) EXCELÊNCIA

Leia mais

EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006. Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas

EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006. Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006 Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas Junho 2009 1 Amostra O European Social Survey 3 foi aplicado a amostras aleatórias e probabilísticas

Leia mais

www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC

www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC Participamos do processo de escolha da Entidade Aferidora

Leia mais

Maximizando os Incentivos à Inovação

Maximizando os Incentivos à Inovação TAX CIESP Maximizando os Incentivos à Inovação R&D Tax Incentives Proposta para prestação de serviços profissionais Agosto de 2014 Agenda Ambiente de Inovação e Incentivos Incentivos Fiscais à Inovação

Leia mais

Macroeconomia II (1E207)

Macroeconomia II (1E207) Macroeconomia II (1E207) Equipa docente 2010/11 20 Maio 2011 Conceitos e factos Funções económicas do Estado - estabilização macroeconómica O financiamento da despesa pública e a dinâmica da dívida Financiamento

Leia mais

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos Realidade Operacional e Gerencial do Poder Judiciário de Mato Grosso Na estrutura organizacional, existe a COPLAN que apoia administrativamente e oferece

Leia mais

A Direção-Geral do Território disponibiliza aos seus clientes diversas modalidades de pagamento:

A Direção-Geral do Território disponibiliza aos seus clientes diversas modalidades de pagamento: Modalidades de Pagamento A disponibiliza aos seus clientes diversas modalidades de pagamento: Estações de CTT Cheque por Correio Depósito Bancário Transferência Bancária Balcão 'Loja da DGT' Estações dos

Leia mais

Fundos de Pensões. Fernando Isaac Paquete Especialista Independente em Assuntos Regulatórios fisaacpaquete@hotmail.com

Fundos de Pensões. Fernando Isaac Paquete Especialista Independente em Assuntos Regulatórios fisaacpaquete@hotmail.com Fundos de Pensões Fernando Isaac Paquete Especialista Independente em Assuntos Regulatórios fisaacpaquete@hotmail.com 1. Cenário global das pensões 2. Sistema multi-pilar de pensões 3. Desenho e tipos

Leia mais

Com base nesse diagnóstico, a consultoria analisou uma série de determinantes para evidenciar as possibilidades de sucesso no torneio:

Com base nesse diagnóstico, a consultoria analisou uma série de determinantes para evidenciar as possibilidades de sucesso no torneio: Press release Data: 11 de Junho de 2014 Contato: Marta Telles Tel: (11) 3526-4508 marta.telles@imagemcorporativa.com.br Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 marcia.avruch@br.pwc.com Brasil tem vantagem na

Leia mais

A Economia da Saúde como Instrumento de Gestão (Hospitalar)

A Economia da Saúde como Instrumento de Gestão (Hospitalar) UNIFESP A Economia da Saúde como Instrumento de Gestão (Hospitalar) Dr. Marcos Bosi Ferraz Professor Adjunto, Departamento de Medicina e Coordenador do Centro Paulista de Economia da Saúde CPES UNIFESP

Leia mais

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5.

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5. RE: Visto E1 O E2 Visto E1 O E2 Q :Preciso contratar um advogado para solicitar o Visto E2? R: Sim, o visto E2 requer o conhecimento especializado da legislacao migratória e a experiência de um advogado

Leia mais

Conferência do Banco de Portugal

Conferência do Banco de Portugal Conferência do Banco de Portugal Desenvolvimento Económico português no espaço europeu Factores de desenvolvimento e reformas estruturais VÍTOR CONSTÂNCIO Lisboa 11 de Março de 2004 Taxa de crescimento

Leia mais

Gestão Educacional. Ciclo de Debates

Gestão Educacional. Ciclo de Debates Gestão Educacional Ciclo de Debates 2012 Gestão Educacional Ciclo de Debates 2012 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Dialogos sobre a gestão

Leia mais

October, 2013. Um Olhar Estratégico para o Setor de Seguros de Automóvel no Brasil

October, 2013. Um Olhar Estratégico para o Setor de Seguros de Automóvel no Brasil October, 2013 Um Olhar Estratégico para o Setor de Seguros de Automóvel no Brasil AGENDA Visão da Industria de Seguros (Brasil x Mundo) Drivers que movem a Indústria Análise da Penetração da Indústria

Leia mais

FAUBAI 2014 A Educação Superior Brasileira: Construindo Parcerias Estratégicas Joinville, 12 a 16 de Abril

FAUBAI 2014 A Educação Superior Brasileira: Construindo Parcerias Estratégicas Joinville, 12 a 16 de Abril FAUBAI 2014 A Educação Superior Brasileira: Construindo Parcerias Estratégicas Joinville, 12 a 16 de Abril A Internacionalização do Ensino A Experiência Europeia O Ensino Superior Europeu "in a nutshell"

Leia mais

Empreendedorismo em Israel. Gilberto Sarfati

Empreendedorismo em Israel. Gilberto Sarfati Empreendedorismo em Israel Gilberto Sarfati gilberto.sarfati@fgv.br Empreendedorismo O empreendedor é aquele que gera valor através da criação ou expansão da atividade econômica identificando novos produtos,

Leia mais

O FINANCIAMENTO DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUES

O FINANCIAMENTO DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUES MARIA LUISA MACHADO CERDEIRA SUB Hamburg A/529934 O FINANCIAMENTO DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUES A PARTILHA DE CUSTOS Tese orientada por: PROFESSOR DOUTOR BRUCE JOHNSTONE PROFESSOR DOUTOR ANTONIO SAMPAIO

Leia mais

A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal

A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal APDH - CONVERSAS DE FIM DE TARDE O Desempenho Organizacional Hospitalar. Como Obter Ganhos de Eficiência nos Serviços de Saúde 22 de Junho de 2006 João Batista Controlo

Leia mais

NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE. Adalberto Campos Fernandes

NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE. Adalberto Campos Fernandes NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE Adalberto Campos Fernandes O Contexto NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE O CONTEXTO OS OBJECTIVOS DAS POLÍTICAS DE SAÚDE O SISTEMA DE SAÚDE, OS MODELOS DE FINANCIAMENTO,

Leia mais

MOBILIDADE na Rede Federal

MOBILIDADE na Rede Federal MOBILIDADE na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica FÓRUM RNP 2015 MOBILIDADE Brasília Professora Lia Pachalski 1 Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica SETEC/MEC Conselho Nacional

Leia mais

Os padrões de especialização na UE-15. Os padrões de especialização na UE-15. Política Económica e Actividade Empresarial

Os padrões de especialização na UE-15. Os padrões de especialização na UE-15. Política Económica e Actividade Empresarial Política Económica e Actividade Empresarial Política Económica e Actividade Empresarial 2. O Crescimento, a Competitividade e o Desenvolvimento Empresarial 2.1. A evolução da competitividade e da produtividade

Leia mais

Brazilian figures. Territorial area : Km² (USA without Alaska and Hawaii = km²)

Brazilian figures. Territorial area : Km² (USA without Alaska and Hawaii = km²) Brazilian figures Territorial area : 8.515.767 Km² (USA without Alaska and Hawaii = 7.824.535 km²) Population 204,5 million (2015) (USA 321 million) (85% Urban areas) 10 largest States: 75% 10 metropolitan

Leia mais

Programa Mais Médicos

Programa Mais Médicos II ENCONTRO NACIONAL DE MUNICÍPIOS Programa Mais Médicos Brasília- 02/03/16 Lançado em julho de 2013 para atender demanda histórica da insuficiência de médicos no Brasil, em especial, no SUS e na Atenção

Leia mais

A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais

A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais Teachers appreciation in Brazil in global trends context Aline Chalus Vernick Carissimi 1 Rose Meri Trojan 2 Resumo Este trabalho

Leia mais

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios:

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios: CREBi Media Kit Atualmente, somos a mais representativa mídia eletrônica do setor de jóias e afins e também já superamos em muito as maiores médias de outras categorias de mídia. O CREBi oferece três canais

Leia mais

WWW.ADINOEL.COM. Adinoél Sebastião /// Inglês Tradução Livre 61/2013. TEXTO In Ten Years of Bolsa Família, Federal Expenses with Assistance Triple

WWW.ADINOEL.COM. Adinoél Sebastião /// Inglês Tradução Livre 61/2013. TEXTO In Ten Years of Bolsa Família, Federal Expenses with Assistance Triple TEXTO In Ten Years of Bolsa Família, Federal Expenses with Assistance Triple In the ten years of the Bolsa Familia program, completed on Sunday, the biggest change in the federal government's budget was

Leia mais

O Investimento em Protecção Social no Brasil: uma análise comparativa. Ronaldo Alves Nogueira

O Investimento em Protecção Social no Brasil: uma análise comparativa. Ronaldo Alves Nogueira O Investimento em Protecção Social no Brasil: uma análise comparativa Ronaldo Alves Nogueira Resumo do projeto de investigação Pergunta de partida: Quão distante estamos do nível de gasto com a função

Leia mais

January/2013. FipeZap House Asking Price Index

January/2013. FipeZap House Asking Price Index January/2013 FipeZap House Asking Price Index METHODOLOGY 2 Introduction Housing is the most relevant item in household budget (32% in Brasil, according to POF/IBGE) Information on real estate prices is

Leia mais

CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global

CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global Eco-Inovação, EACI, Comissão Europeia Beatriz Yordi, Chefe de Unidade Replicação de Mercado, Eco-Inovação e Energia Inteligente

Leia mais

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica A importância e desafios da agricultura na economia regional Assessoria Econômica A Agricultura é importante para o crescimento e desenvolvimento econômico ou é apenas fornecedora de alimentos? Taxa Média

Leia mais

ufsm partnerships with the armed forces and the relation between the university and companies

ufsm partnerships with the armed forces and the relation between the university and companies ufsm partnerships with the armed forces and the relation between the university and companies prof. tiago bandeira marchesan the higher education in brazil a educação superior no brasil Percentual distribuition

Leia mais

Definição de competitividade

Definição de competitividade TRIBUTAÇÃO E COMPETITIVIDADE VII Jornadas do IPCA 25.11.2006 Claudia Dias Soares Universidade Católica Portuguesa Definição de competitividade EC 2004: a sustained rise in the standards of living of a

Leia mais

Sociedade Portuguesa para o

Sociedade Portuguesa para o Prevalência e Monitorização da Obesidade e do Controlo do Peso Prevalência da Obesidade Índice de Massa Corporal (IMC) Excesso de Peso 25-30 kg/m 2 Obesidade >30 kg/m 2 Exemplo: Mulher com 1,65 m 68-82

Leia mais

Maria João da Cruz Nogueira

Maria João da Cruz Nogueira Maria João da Cruz Nogueira Trabalho elaborado para a Oficina de Formação: A Educação Sexual em Meio Escolar: metodologias de abordagem/intervenção Formadoras: Cândida Ramoa, Isabel Leitão Matosinhos Fevereiro

Leia mais

Foad Shaikhzadeh Presidente Furukawa Industrial SA

Foad Shaikhzadeh Presidente Furukawa Industrial SA Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo

Leia mais

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS 1 RELATÓRIO Nº CCT, DE 2015 AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS Presidente: SENADOR CRISTOVAM BUARQUE Vice-Presidente:

Leia mais

MARLI DA COSTA RAMOS SCATRALHE FAMÍLIA E ESCOLA: DOIS SISTEMAS INTERDEPENDENTES NA COMPREENSÃO DOS SIGNIFICADOS NO PROCESSO ESCOLAR DO FILHO/ALUNO

MARLI DA COSTA RAMOS SCATRALHE FAMÍLIA E ESCOLA: DOIS SISTEMAS INTERDEPENDENTES NA COMPREENSÃO DOS SIGNIFICADOS NO PROCESSO ESCOLAR DO FILHO/ALUNO MARLI DA COSTA RAMOS SCATRALHE FAMÍLIA E ESCOLA: DOIS SISTEMAS INTERDEPENDENTES NA COMPREENSÃO DOS SIGNIFICADOS NO PROCESSO ESCOLAR DO FILHO/ALUNO CENTRO UNIVERSITÁRIO FIEO Osasco 2009 MARLI DA COSTA RAMOS

Leia mais

Segurança no transporte para a Produção, Comércio e Logística

Segurança no transporte para a Produção, Comércio e Logística Segurança no transporte para a Produção, Comércio e Logística Cintagem Envolvimento com filme estirável Instalações automáticas para a Produção, Comércio e Logística Cintagem Strapex Endsealer o sistema

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013. Carlos Souza & Cristina Silva

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013. Carlos Souza & Cristina Silva ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013 Carlos Souza & Cristina Silva Population: 10,6 million. According to INE (National Institute of Statistics) it is estimated that more than 2 million

Leia mais

Teoria e Sistemas da Inovação

Teoria e Sistemas da Inovação A technology gap approach to why growth rates differ FAGERBERG, Jan Trabalho elaborado por: Fernando Machado 1. Introdução (Porque diferem as taxas de crescimento entre países?) Introdução Diferenças do

Leia mais

OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004. Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004. Summary in Portuguese. Sumário em Português

OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004. Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004. Summary in Portuguese. Sumário em Português OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004 Summary in Portuguese Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004 Sumário em Português DESTAQUE Ganhando terreno em ciência, tecnologia e inovação

Leia mais

Perspectivas do consumo mundial de café

Perspectivas do consumo mundial de café Perspectivas do consumo mundial de café 19º Seminário Internacional de Café de Santos 9 e 10 de maio de 2012 Praia de Pernambuco, Guarujá SP Robério Oliveira Silva Diretor Executivo Resumo Produção mundial

Leia mais

Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul

Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul 1 - Introdução Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa A literatura econômica estabelece um consenso

Leia mais

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo ED 2068/09 16 junho 2009 Original: inglês P Obstáculos ao consumo 1. Cumprimentando os Membros, o Diretor-Executivo recorda-lhes que, de acordo com o Artigo 33 do Convênio Internacional do Café de 2001

Leia mais

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014 José António Vieira da Silva 1. A proteção social como conceito amplo a ambição do modelo social europeu 2. O modelo de proteção social no Portugal pós 1974 3. Os desafios

Leia mais

Guião N. Descrição das actividades

Guião N. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: 006 Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO Guião N Intervenientes

Leia mais

Global University Rankings: The strategic issues

Global University Rankings: The strategic issues Las Universidades Latinoamericanas ante los Rankings Internacionales: Impactos, Alcances y Límites 17 y 18 de mayo de 2012 Global University Rankings: The strategic issues Simon Marginson Centre for the

Leia mais

The Indigenous Population of Brazil 1991 Population Census

The Indigenous Population of Brazil 1991 Population Census The Indigenous Population of Brazil 1991 Population Census Authors: Nilza Oliveira Martins Pereira (principal author), Tereza Cristina Nascimento Araujo, Valéria Beiriz, Antonio Florido- IBGE The definition

Leia mais

Education Educação. Bem-Estar. Famílias e. Bem-Estar Families and Well Being. Last Update Última Actualização: 30/06/2014

Education Educação. Bem-Estar. Famílias e. Bem-Estar Families and Well Being. Last Update Última Actualização: 30/06/2014 dossiers Families and Well Being Education Educação Last Update Última Actualização: 30/06/2014 Prepared by PE Probe Preparado por PE Probe Copyright 2014 Portugal Economy Probe PE Probe All rights reserved

Leia mais

Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil

Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil Nelson Barbosa Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 1º de junho de 2015 Cenário Macroeconômico e Reequilíbrio Fiscal O governo está elevando

Leia mais

O Mercado Mundial de Alumínio e os Entraves à Produção Nacional

O Mercado Mundial de Alumínio e os Entraves à Produção Nacional O Mercado Mundial de Alumínio e os Entraves à Produção Nacional Título da apresentação Janeiro de 2008 1. Global Balanço Oferta/Demanda Alumínio; Balanço Oferta/Demanda Alumina; Competitividade 2. Oferta/

Leia mais