Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes

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1 Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise Adalberto Campos Fernandes

2 O Contexto FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE

3 O CONTEXTO A ESPECIFICIDADE DO BEM SAÚDE OS OBJECTIVOS DAS POLÍTICAS DE SAÚDE O CONTROLO DA DESPESA, O ACESSO E A EQUIDADE O SISTEMA DE SAÚDE E OS MODELOS DE FINANCIAMENTO

4 Na saúde as condições de concorrência são imperfeitas; O consumidor não está adequadamente informado e não paga directamente o consome; Não há discriminação entre os prestadores; As características da prestação não são homogéneas; Concentra-se nos hospitais um forte poder de quasi-monopólio; Não existe tendência para o ajustamento dos preços; O Estado é frágil na regulação, na organização e no controlo. A complexidade do Sistema de Saúde: ( Peter Drucker ) é agravada pelos seguintes factores: Unidades com diferentes práticas, valores e culturas; - Assimetrias geográficas com implicações na resposta às necessidades; - Tendência para centralização e burocratização da gestão; - Baixos índices de motivação com implicações no desempenho e na responsabilização da gestão.

5 A Prestação de Cuidados de Saúde caracteriza-se por ser um processo, em permanente mudança, em consequência dos constantes avanços tecnológicos, das modificações sociais e políticas e dos constrangimentos económicos. O impacto económico global, da prestação de cuidados de saúde, tem sido condicionado por: Envelhecimento Incorporação de Novas Tecnologias Repartição dos Recursos por um número, cada vez, maior de Prestadores e de Consumidores A Dimensão Económica e Social da Saúde Health expenditure byfunction Current health expenditure byfunction ofhealth care, 2005 Countries are ranked by medical services as a share of current expenditure on health

6 A Dinâmica da Despesa em Saúde O Crescimento da Despesa na Saúde é superior ao do Produto Interno Bruto CRESCIMENTO PERCENTUAL ANUAL REAL PER CAPITA ( ) A manter-se o actual crescimento na despesa com a Saúde... Despesa em Medicamentos 1 Despesa em Saúde 2 Produto Interno Bruto ( Europa ) 4, , ,1 2.1 A Despesa em Saúde: 8,4% do PIB em ,2% em ,3% em 2020 O Gasto Médio per capita em Saúde: 2070 Euros em Euros em 2010 Total da Despesa em Saúde na Europa: 1 Média para 12 países Europeus 2 Excluindo Eslováquia e Turquia. Os valores de 2001 incluem dados de 2000 em relação ao Luxemburgo 3 Valores para 18 países Europeus 4 Excluindo Eslováquia e Turquia. Valores de 2000 relativos à Áustria e Bélgica e valores de 1999 relativos ao Luxemburgo Fonte: OCDE, McKinsey 640 biliões Euros em biliões Euros em biliões Euros em 2020

7 % PIB Despesa Total em % do PIB Despesa Total em Saúde em % do PIB PORTUGAL PORTUGAL Bélgica Itália Suíça Alemanha Portugal Reino Unido França Espanha EUA Fonte: OCDE Health Data 2007

8 DESPESA EM SAÚDE EM PERCENTAGEM DO PIB FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE

9 United States Norway Switzerland Luxembourg (2006)1 Canada Netherlands Austria France Belgium Germany Denmark Ireland Sweden Iceland Australia (2006/07) United Kingdom OECD Finland Greece Italy Spain Japan (2006) New Zealand2 Portugal (2006) Korea Czech Republic Slovak Republic Hungary Poland Mexico Turkey (2005) FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE Despesa em Saúde per capita (pública/privada) Total Private expenditure on health Public expenditure on health Despesa em saúde na população não coberta e não da população residente. 2. Despesa corrente em saúde Fonte: OECD Health Data, 2009.

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11 A Dinâmica da Despesa em Saúde A Despesa em Saúde representa uma % crescente do PIB nos países da OCDE. Esta situação ocorre, num contexto em que a Despesa Privada, é cada vez mais importante e os sistemas de saúde vêem crescer os seus custos de forma exponencial Financing of health care Out-of-pocket and private health insurance spending as a share of total health expenditure, 2005 Health expenditure per capita Annual average growth rate in real health expenditure per capita,

12 Fraco Investimento em Promoção da Saúde Health expenditure in relation to gross domestic product (GDP). Total health expenditure as a share of GDP, 2005 Health expenditure by function. Share of public expenditure allocated to public health and prevention, 2005

13 O Impacte da Despesa em Medicamentos Pharmaceutical expenditure as a share of GDP 2005 Pharmaceutical expenditure Pharmaceutical expenditure per capita, 2005

14 OS SISTEMA DE SAÚDE MANTÊM UM REGIME DE FINANCIAMENTO PREDOMINANTEMENTE PÚBLICO EM MÉDIA 73 % DOS CUIDADOS DE SAÚDE SÃO FINANCIADOS POR RECURSOS PÚBLICOS Financing of health care. Public share of total expenditure on health, 2005

15 Peso da Despesa Total em Saúde e no IRS cobrado Fonte: JA, M Ribeiro, APS

16 Estrutura do Financiamento das Despesas do SNS Fonte: JA, M Ribeiro, APS O peso médio da Despesa em Saúde, no total da Despesa, é de 26,4 % entre 2002 e 2007 O crescimento médio da Despesa em Saúde foi de 5,3 %

17 Mortalidade Bruta e Mortalidade Infantil Tendência para redução progressiva da Taxa de Mortalidade Redução consistente da Taxa de Mortalidade Infantil Fonte: JA, M Ribeiro, APS

18 Evolução da Esperança Média de Vida Fonte: WMTSS (2006) Relatório Técnico sobre a Sustentabilidade da Segurança Social

19 A Mudança

20 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO NORUEGA Responsabilização dos Utentes e alargamento da sua liberdade de escolha ( livre escolha dos hospitais por parte dos Utentes ) SUÉCIA Aumento da Eficácia dos Hospitais Limitação dos Benefícios ( limitação do tipo de patologias coberto ) INGLATERRA Gestão da Informação sobre Utentes ( 8 biliões de libras investidos em tecnologias de informação ) HOLANDA Melhoria da Qualidade dos Cuidados Prestados PORTUGAL Controle da despesa com Fármacos ( genéricos, preços de referência para medicamentos de marca ) ALEMANHA Aumento da Competitividade ao nível dos Financiadores e Prestadores ( competição entre financiadores públicos ) Fonte: McKinsey

21 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO OS SISTEMAS FINANCIADOS POR IMPOSTOS E OS SISTEMAS FINANCIADOS POR SEGUROS ESTÃO A CONVERGIR MAIOR EFICIÊNCIA NA GESTÃO DOS RECURSOS RACIONALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS E DOS PROCESSOS INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COORDENAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE COMPARAÇÕES NOS DIFERENTES NÍVEIS DEUTILIZAÇÃO CONDICIONANTES OS RESULTADOS DAS DIFERENTES REFORMAS INICIADAS NA EUROPA E EM PORTUGAL PERMANECEM INCERTOS AS NOVAS FORMAS DE FINANCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE ESTÃO AINDA NUMA FASE DE CONSOLIDAÇÃO É PREVISÍVEL QUE SUBSISTA, NOS PRÓXIMOS ANOS, UMA TENDÊNCIA PARA A PERSISTÊNCIA DE SISTEMAS MISTOS COM FORTE COMPONENTE DE FINANCIAMENTO PÚBLICO

22 RISCO ASSOCIADO AO DESINVESTIMENTO NO SECTOR DA SAÚDE

23 A Mudança Mudança no Padrão de Procura Mudança no Padrão Demográfico e de Longevidade Mudança nos Factores de Risco Novas Expectativas do Cidadão Repensar o Sistema de Saúde Mudança no Paradigma Assistencial Transformação do Conhecimento Técnico e Clínico Potencial do Capital Humano e Mercado de Trabalho Inovar a Gestão e Revitalizar o Capital Humano Mudança na Envolvente Social e Económica Exigências Económicas e Novos Sistemas de Financiamento Mercado Global de Inovação e Desenvolvimento Incorporar a Inovação e as Novas TI

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26 Indice de Fecundidade Fonte: WMTSS (2006) Relatório Técnico sobre a Sustentabilidade da Segurança Social

27 Indice de Dependência Fonte: WMTSS (2006) Relatório Técnico sobre a Sustentabilidade da Segurança Social

28 Evolução Demográfica Portugal - População por faixa etária, sexo, em 2000 e 2050, em percentagem da população total em cada grupo Homens Source: OECD Demographic and Labour Force database, (2007) Mulheres

29 Tendências Evolutivas

30 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO SNS SECTOR SOCIAL E PRIVADO CONVENCIONADO SECTOR PRIVADO SUBSISTEMAS E REGIMES COMPLEMENTARES Cerca de 19 subsistemas 1,8 milhõesde pessoas BASE XII ( LEI 48/90 DE 4 AGOSTO ) O SISTEMA DE SAÚDE COMPREENDE: SNS - TODAS AS ENTIDADES PÚBLICAS QUE DESENVOLVEM ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E TRATAMENTO NA ÁREA DA SAÚDE - TODAS AS ENTIDADES PRIVADAS E TODOS OS PROFISSIONAIS LIVRES QUE ACORDEM COM O SNS A PRESTAÇÃO DE TODAS OU ALGUMAS DAQUELAS ACTIVIDADES SEGUROS DE SAÚDE 10 % POPULAÇÃO - FORA DO SISTEMA FICA O SECTOR PRIVADO NÃO CONVENCIONADO

31 A Busca da Eficiência Exemplo: Alemanha Biliões de Euros INTERVALO DE EFICIÊNCIA % VALOR TOTAL DAS INEFICIÊNCIAS 60 BILIÕES DE EUROS Estimativa conservadora: 10% Eficiência na Europa DESPESA TOTAL AMBULATÓRIO HOSPITALIZAÇÃO MEDICAMENTOS OUTROS DESPESA INEFICIÊNCIAS EFICIENTE Fonte: McKinsey

32 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO É EXPECTÁVEL O AUMENTO DO PESO DOS FINANCIADORES PRIVADOS NA DESPESA COM A SAÚDE CAGR 6% 2380 Sector Público 1795 Utente Seguros de Saúde Privados 39% % Fonte: WEFA WMM, WIDI; Relatórios Medistat, análise efectuada pela McKinsey Biliões de dólares

33 RELAÇÃO FINANCIADOR-PRESTADOR Entre o Estado e os Privados? Qual o Grau de Partilha de Risco? O Risco deve ser partilhado? Entre os Privados E os Cidadãos? Devem existir Incentivos a uma maior assunção de Risco?

34 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO Modelos de Financiamento Novos Modelos de Organização e Prestação de Cuidados Clarificação das Áreas de Intervenção Provisão de Direitos e Regulação

35 O SISTEMA DE SAÚDE EM TRANSIÇÃO O PAPEL DO ESTADO GARANTIR O ACESSO AOS CUIDADOS DE SAÚDE A TODOS OS CIDADÃOS ASSEGURAR A EQUIDADE ATRAVÉS DE ADEQUADAS MEDIDAS DE REDISTRIBUIÇÃO SOCIAL PÚBLICO PRIVADO DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS FINANCIAMENTO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS REGULAÇÃO DA PRESTAÇÃO E DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS

36 1 A TRANSFORMAÇÃO DA REDE HOSPITALAR - EPE, SPA, CENTROS HOSPITALARES, ULS, PPP S 2 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS - USF S, ACE S 3 A REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS 4 A COMBINAÇÃO PÚBLICO-PRIVADO SECTOR CONVENCIONADO, SUB-SISTEMAS 5 CAPITAÇÃO, PARTILHA DE RISCO, GESTÃO INTEGRADA DA DOENÇA, INTEGRAÇÃO DE CUIDADOS

37 O Papel dos Sistemas de Informação Diminuição do recurso a processos administrativos Menores custos de relacionamento Menor assimetria de informação Factor Crítico de Mudança Fonte de conhecimento e de suporte à decisão Informação de gestão credível, atempada e auditável Processo Clínico Electrónico

38 Um Novo Modelo de Sistema de Saúde Contratos de Gestão pluri-anuais Gestão descentralizada (CRI s e USF s) Gestão por objectivos e de responsabilização pelos resultados (autonomia e responsabilização, contratualização externa e interna, monitorização e publicação regular da informação) Envolvimento e a responsabilização da Gestão Intermédia Desenvolvimento dos profissionais apostando na qualificação profissional e no primado das carreiras de enquadramento e hierarquia técnico-científica Avaliação baseada em parâmetros objectivos. Incentivos de desempenho com discriminação positiva dos profissionais pela qualidade e eficiência Melhoria da qualidade e da eficiência operacional Nivelamento com as melhores práticas de gestão Racionalidade e optimização na gestão dos recursos sem comprometer a Equidade

39 Um Novo Modelo de Sistema de Saúde Universalidade, Equidade, Integração de Cuidados Transparência e Responsabilidade Social Envolvimento dos Profissionais Desenvolvimento dos Recursos Humanos Reengenharia de Processos Descentralização da Gestão Melhoria Contínua da Qualidade Gestão favorável à criação de um clima organizacional inovador e dinâmico Conciliar Políticas de Gestão com Desenvolvimento Pessoal Eficiência na Gestão dos Recursos - Melhoria Contínua da Qualidade SUSTENTABILIDADE

40 Muito Obrigado Adalberto Campos Fernandes

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