Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

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1 Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

2 Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado na Ciência Objectivo da UE para o Ensino Superior e a Ciência Agenda de Modernização das Universidades Orçamento UE para a Educação e Ciência Próximo Quadro Estratégico Europeu Conclusões

3 Investimento público e privado no E.S. Despesas públicas p no Ensino Superior: UE: 1,13% Japão: 0.65% EUA: 1.32 % Despesas privadas no Ensino Superior: UE: 0.23 % Japão: 0.76% EUA: 1.91 %

4 Investimento público e privado no E.S. Eslováquia Itália 0,6 0,7 0,3 0,2 Espanha Alemanha 0,9 0,9 0,2 0,2 Rep. Checa 1 0,2 Hungria 0,9 0,3 Estónia 1,1 0,2 Eslovénia Polónia Bélgica Reiro Unido Irlanda 1 0,9 1,2 0,7 1,1 0,3 0,4 0,6 0,3 0,1 Investimento no Ensino Superior público e privado em percentagem do PIB em 2007 Áustria 1,3 0,1 França 1,2 0,2 Países Baixos 1,1 0,4 Portugal 1,1 0,5 Suécia 1,4 0,2 Finlândia Dinamarca 1,6 1,6 0,1 0,1 0 0,5 1 1,5 2 Fonte: OCDE

5 Investimento público e privado em I&D Investimento total em I&D: EU: 1,9% Japão: 3,4% Coreia do Sul: 3,23% EUA: 2,62% Investimento privado em I&D: EU: 1,25% Japão: 2,7% Coreia do Sul: 2,45% EUA: 2%

6 Investigação Científica Os Estados Membros e a Comissão têm de continuar a trabalhar para atingir o objectivo dos 3% do PIB em I&D. Na UE os valores variam entre 0.4% em Chipre e 3.8% na Suécia. Em Portugal este valor é de 0.9% (o OCES apresenta o valor provisório de 1.18% para 2007). A Finlândia e a Suécia foram os únicos Estados Membros a ultrapassar o objectivo dos 3% da Estratégia de Lisboa.

7 Objectivos UE Investir 3% do PIB em investigação e desenvolvimento até 2020 Investir 2% do PIB em ensino superior até 2020.

8 Modernização das Instituições de E.S. Mobilidade Parcerias das Universidades com a comunidade empresarial para promover a excelência Aptidões e competências para o mercado de trabalho Financiamento Interacção com a Sociedade Estratégia Autonomia e responsabilidade Governação

9 Orçamento UE para Proposta da Comissão Europeia, apoiada pelo Parlamento Europeu: Aumento de 68% na área da educação Aumento de 46% na área da ciência e inovação

10 Quadro Estratégico Comum O Quadro Estratégico Comum será um dos instrumentos mais importantes para enfrentar os principais desafios de desenvolvimento de Portugal e da implementação da Estratégia Europa Os cinco fundos comunitários que integram o Quadro Estratégico Comum devem ser considerados em conjunto e deve ser assegurada a sua utilização coordenada a fim de concretizar objectivos comuns. Entre outras condições, os fundos deverão ser objecto de uma abordagem integrada do desenvolvimento territorial.

11 Quadro Estratégico Comum O país s precisa de investir em ciência, inovação, educação e formação, de modo a desenvolver as capacidades necessárias ao mercado de trabalho, de modo a criar o conhecimento que se traduzirá mais tarde em bens e serviços mais inovadores e em melhor qualidade de vida para os cidadãos. As instituições de saber, Universidades, Institutos Politécnicos, Centros de Investigação, PMEs inovadoras deverão estar no centro da elaboração e persecução dos programas

12 Recomendações (1) No QEE criar um programa ou sub programa ciência/inovação/ensino superior Manter o nível actual das propinas para alunos portugueses e da UE Criação de legislação que possa permitir diferenciação de propinas para alunos não europeus Maior autonomia para as instituições de E.S. e maior flexibilidade nas regras para facilitar o aumento de recursos próprios

13 Recomendações (2) É necessária uma restruturação e modernização das Instituições de Ensino Superior para fazer face à competição global na educação, investigação e inovação. É urgente desenvolver novos modelos de governação e unir os actores no triângulo do conhecimento. As Instituições de Ensino Superior têm de fazer opções estratégicas a fim de: alargar a sua base de financiamento reforçar as suas áreas de excelência melhorar a sua posição competitiva

14 Conclusões O sistema de ensino superior é fundamental na transição da Europa para uma economia baseada no conhecimento No entanto, é necessário uma reestruturação em profundidade e uma modernização do sector para enfrentar a concorrência global em educação, investigação e inovação e para aumentar o crescimento sustentável, reforçando a capacidade de inovação da UE.

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