José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde"

Transcrição

1 Inclusivo, equitativo, sustentável José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde Auditório do Instituto para a Investigação Interdisciplinar 24 Abril de 2015

2 Estado Social: Relação entre Pensionistas e Ativos e Empregados Fonte: Pordata,

3 Estado Social: Beneficiários de Pensões e Subsídios Fonte: Pordata,

4 OCDE Public Spending on health and long term care Estud o d a OCDE sobre a Despesa Públic a em Saúd e id entific a os fac tores que mais influenc iam o c resc imento d a d espesa.

5 Determinantes da despesa em saúde Longo prazo Despesa em Saúde Demografia Rendimento Outros Estrutura Etária Estado de Saúde por faixa etária Preços dos serviços de saúde Tecnologias de Saúde Políticas de Saúde Contribuição anual para o acréscimo de despesa (%) Média OCDE Portugal Média OCDE Portugal Média OCDE Portugal 0,5% 0,6% 1,8% 1,5% 2,0% 2,4% 5

6 Mais de 50% dos portugueses estão isentos de Taxas Moderadoras na utilização do SNS

7 Seguros de Saúde Um milhão e setecentos mil portugueses têm seguro de Saúde Do total de pessoas seguradas, 38% são individuais e 62% são seguro de grupo 7

8 Subsistema de Saúde ADSE Quase um milhão e trezentos mil portugueses beneficiários 8

9 Taxa de cobertura da população Segmentos de População População Residente Beneficiários da ADSE Seguros de Saúde Dimensão % 100,0 % 12,3 % 15,6 % População Target do SNS ,0% 9

10 Factores de sustentabilidade Actuar sobre o lado dos proveitos: Diversificar fontes de financiamento (28% cobertura dupla...) Política Fiscal proactiva Taxação indirecta Actuar sobre o lado dos custos: Melhorar a literacia em saúde Promoção da saúde Inovação nos processos de prestação de cuidados Melhorar os níveis de serviço Melhorar os níveis de eficiência da rede do SNS Uso intensivo das Tecnologias de Informação 10

11 obrigam a repensar o papel e o modelo de Serviço Nacional de Saúde existente 3 Foco nos Outcomes 2 Foco nos Outputs 1 Foco nos Inputs Mudança de paradigma 2000 Melhoria no acesso Redução das listas de espera Atenuar a deficiente cobertura do território Garantir um aumento do nível de serviço Melhoria da qualidade na prestação de cuidados Partilha de risco com os operadores Medicina personalizada Sustentabilidade Foco no cliente Oferta integrada ao longo do ciclo de cuidados 11

12 Imperativo da mudança: Aposta na promoção da saúde e prevenção da doença Cluster da Doença Cluster da Saúde PREVENÇÃO Associado à Medicina Curativa Mal Necessário Associado à Medicina Preventiva Bem Estar 12

13 Reforma Hospitalar. Iniciativas Estratégicas _1. Rede hospitalar mais coerente _2. Política de financiamento sustentável _3. Acesso e integração de cuidados 1. Diagnóstico 3. Medidas _4. Hospitais mais eficientes _5. A qualidade como trave mestra da reforma hospitalar _6. As tecnologias e informação como investimento e factor de sustentabilidade _7. Melhorar a governação _8. Reforço do papel do cidadão 2. Onde Queremos Chegar Desenho e Implementação do Programa Eficiência e permanente Avaliação de Resultados 13

14 Informação na saúde: implementação da Visão QUATRO PROJECTOS ESTRUTURAIS Mobilizar as energias e os recursos disponíveis para uma concretização prioritária SP - RSE SIMAG GETS PORTIS Serviço Público do Registo de Saúde Electrónico Sistema Descentralizado de Arquivo e Partilha de Imagens Médicas Gestão de Transacções do SNS Portal de Informação de Saúde Simplificar a circulação da informação sobre a actividade desenvolvida no sistema de saúde, agilizar os processos que melhoram o acesso por parte dos cidadão ao sistema de saúde se fomentar uma cultura de responsabilidade e transparência.

15 Separação do financiamento da prestação de saúde Financiamento money follows the patient Prestação de Cuidados Liberdade de Escolha do Prestador Assegurar funções essenciais de saúde Autoridades de Saúde Orçamento Estado Saúde Capitação global para prestação de cuidados Compradores Operadores Públicos e Privados Cuidados Primários Futuro Alargar contratualização a privados e social Orientação por Programas de Saúde Investigação & Desenvolvimento Serviço Nacional de Saúde Cuidados Hospitalares Contratos de gestão/exploração Hospitais PPP Centros universitários Linha de Saúde 24 ADSE e outros subsistemas Cuidados Continuados Alargar contratualização ao sector privado e social Rede de Urgência e Emergência médica Comparticipação Universal Medicamentos Incentivos Fiscais, Mútuas, Seguros complementares Rede Convencionada Adesão automática de prestadores Enabler s Plataforma Registo de Saúde electrónico Tabela de preços (GDH) única Simplificação do licenciamento Certificação/acreditação de unidades 15

16 Uma nova Arquitectura Ministério da Saúde Regulador global do Sistema de Saúde Regulação Financiamento Administração Central do SNS Saúde Pública e Programa de Saúde Direcção Geral de Saúde INSA Investigação & Desenvolvimento Entidade Reguladora da Saúde INFARMED Instituição Financiadora da Saúde Função Comprador Função Financiador Regula SNS Regula ADSE Outras Regulações Comparticipação Medicamentos Rede Convencionada Plataforma de registo electrónico Prestação Cuidados Cuidados Primários Cuidados Hospitalares Cuidados Continuados Supervisão Regional Região Norte e Sul Serviços Partilhados Rede Urgência e Emergência 16

17 A liberdade de escolha pode constituir o elemento fulcral da dinamização da mudança A LIBERDADE DE ESCOLHA é o melhor motor de mudança para estimular a competição pela qualidade e pela eficiência Saúde, a Liberdade de Escolher, José Mendes Ribeiro, Setembro

Inovação no Financiamento

Inovação no Financiamento Inovação no Financiamento José Mendes Ribeiro Covilhã,18 de Maio de 2007 UBI_JMR_Maio 2007 Três perguntas simples...... de resposta muito complexa! Quem financia, hoje, a SAÚDE? Onde é gasto o dinheiro?

Leia mais

A Saúde dos Portugueses que caminhos?

A Saúde dos Portugueses que caminhos? A Saúde dos Portugueses que caminhos? APRESENTAÇÃO Universidade A da [CLIENTE] Beira Interior Covilhã, 19.Maio.2007 PAGE 1 AGENDA Serviço Nacional de Saúde Financiamento privado: o caso MultiCare MultiCare

Leia mais

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Seminário internacional: Inclusão dos cidadãos em políticas públicas de saúde A participação dos cidadãos no sistema de saúde português Mauro Serapioni Centro de

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Sérgio Gomes Saúde 24

Sérgio Gomes Saúde 24 Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Sérgio Gomes Saúde 24 Patrocínio: Patrocinadores Globais Centro de Atendimento

Leia mais

Serviço Nacional de Saúde

Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 São muitas e variadas as soluções e medidas de apoio à competitividade empresarial. Na intervenção de abertura o Presidente da

Leia mais

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O e-gov em Portugal Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O Plano Tecnológico é uma estratégia de mudança da base competitiva através do conhecimento, tecnologia e inovação 2 Conhecimento

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão e Objectivos O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., estabelecimento de referência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desempenha funções diferenciadas na prestação de

Leia mais

Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009

Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009 Conclusões da Conferência Anual do INFARMED, I.P. 2009 Conferência de abertura Medicina Genómica: Impacto na Eficácia e Segurança dos Medicamentos O cada vez mais reduzido número de novos medicamentos

Leia mais

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO Janeiro 2004 INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO 1 - OBJECTIVOS O Conhecimento é fonte de Desenvolvimento. A criação e transmissão do Conhecimento

Leia mais

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Painel: Desafio Demográfico na Europa (11h45-13h00) Auditório da Assembleia da República, Lisboa,

Leia mais

Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação

Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação Tópicos da Intervenção do Senhor Ministro da Economia e da Inovação 24 de Novembro de 2005 Plano Tecnológico - Inovação e Crescimento

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE Comisionada de la CNPD Novas Tecnologias na Saúde Perigos potenciais do uso da tecnologia: Enorme quantidade de informação sensível agregada Aumenta a pressão económica

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Desafios da saúde em Portugal

Desafios da saúde em Portugal www.pwc.pt/saude Desafios da saúde em Portugal 2013 Duas agendas simultâneas: cortes e reformas, com sentido Agenda 16.15h Abertura José Alves, Territory Senior Partner 16.15h 16.55h Apresentação do estudo

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

Os Serviços Partilhados do SUCH

Os Serviços Partilhados do SUCH Os Serviços Partilhados do SUCH ONI e-powered: 1ª Conferência sobre Soluções Integradas para o Sector Público 8 de Abril de 2008 Serviço de Utilização Comum dos Hospitais 7 áreas de negócio Todas operando

Leia mais

Reforço da sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde: Modelos de Financiamento e Alternativas

Reforço da sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde: Modelos de Financiamento e Alternativas Reforço da sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde: Modelos de Financiamento e Alternativas Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa http://ppbarros.fe.unl.pt Outra vez?

Leia mais

DIRECÇÃO REGIONAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E COMUNICAÇÔES

DIRECÇÃO REGIONAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E COMUNICAÇÔES DIRECÇÃO REGIONAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E COMUNICAÇÔES Missão : Dinamizar a investigação científica e promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação para consolidar a Sociedade do Conhecimento na

Leia mais

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise Adalberto Campos Fernandes O Contexto FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE O CONTEXTO A ESPECIFICIDADE DO BEM

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

A política do medicamento: passado, presente e futuro

A política do medicamento: passado, presente e futuro A política do medicamento: passado, presente e futuro Barcelos, 27 de março de 2015 Ricardo Ramos (Direção de Avaliação Económica e Observação do Mercado) INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento

Leia mais

Simplificação nas PMEs

Simplificação nas PMEs Simplificação nas PMEs Aproveitamento das Novas Tecnologias DGITA Portal Declarações Electrónicas Dezembro 2007 Simplificação nas PMEs - Aproveitamento das Novas Tecnologias 1 Agenda O que é a DGITA? Estratégia

Leia mais

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Junho de 2013 ARTIGO. Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Junho de 2013 ARTIGO. Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde ARTIGO CAP Luís Pereira Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde Cada país da Europa desenvolveu, ao longo de décadas ou de séculos, um modelo de sistemas de saúde que assenta em características

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL Exposição de motivos Nos últimos seis anos conseguiu-se um verdadeiro take-off da I&D empresarial reflectido nos resultados

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

SEMINÁRIO «ESTRATÉGIA, CONHECIMENTO E PESSOAS»

SEMINÁRIO «ESTRATÉGIA, CONHECIMENTO E PESSOAS» T TätÄ t ûé wx WxáxÅÑxÇ{É ÇÉá [ÉáÑ àt á XcX Coimbra, Fevereiro de 2011 COMO SURGEM OS HOSPITAIS EPE A reforma da gestão das organizações hospitalares verificou-se em finais do século XX e início do século

Leia mais

Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos?

Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos? Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos? Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 18 de Novembro Maria Margarida Corrêa de Aguiar margaridacorreadeaguiar@gmail.com TÓPICOS DEFINIÇÕES

Leia mais

hospi tais um novo modelo de gestão hospitalar Adalberto Campos Fernandes 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? Augusto Brázio

hospi tais um novo modelo de gestão hospitalar Adalberto Campos Fernandes 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? Augusto Brázio hospi tais 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? um novo modelo de gestão hospitalar A reflexão sobre um novo modelo de gestão hospitalar não pode deixar de ter em conta a enorme complexidade do sistema em que

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

Desafios e Sustentabilidade do Sistema de Saúde. Adalberto Campos Fernandes, ENSP UNL

Desafios e Sustentabilidade do Sistema de Saúde. Adalberto Campos Fernandes, ENSP UNL Desafios e Sustentabilidade do Sistema de Saúde Adalberto Campos Fernandes, ENSP UNL Enquadramento O Sistema de Saúde Português A Crise e o Sistema de Saúde Sustentabilidade e Valor em Saúde Desafios do

Leia mais

Visita Técnica Equipa de Florianópolis

Visita Técnica Equipa de Florianópolis Visita Técnica Equipa de Florianópolis AGENDA I Reforma Cuidados Saude Primarios II Sistema de Informação III BI das USFs Dispositivo de gestão do conhecimento José Luis Biscaia Médico de Familia USF S

Leia mais

A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO

A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO MODERAÇÃO PEDRO BEJA AFONSO Para além de Presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital da Figueira

Leia mais

3º Programa de Saúde 2014-2020

3º Programa de Saúde 2014-2020 2014-2020 INFARMED, 25 de junho de 2014 1. Enquadramento estratégico 2. Apresentação 3. Objetivos 4. Prioridades temáticas 5. Ações 6. Beneficiários 7. Tipos de subvenção 8. Regras de financiamento 9.

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS 04-06-2008 Índice A. NOVO PERÍODO DE PROGRAMAÇÃO 2007-2013. B. ACÇÃO INTEGRADA DO IDE-RAM NO PERÍODO 2007-2013. C. APOIOS À ACTIVIDADE

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Seminário. Apresentação das Conclusões. Promotor

Seminário. Apresentação das Conclusões. Promotor Seminário Apresentação das Conclusões Promotor Reuniões Técnicas Planos Estratégicos Ciclo de Debates Mobilidade e Transportes Saúde, Apoio Social, Segurança Social e Proteção Civil (Março, 2012) Educação,

Leia mais

Centro de Mar em Portimão Apresentação do Estudo Preliminar

Centro de Mar em Portimão Apresentação do Estudo Preliminar Centro de Mar em Portimão Apresentação do Estudo Preliminar 24.Julho.2009 Auditório do Museu de Portimão Sumário (I) 2 Introdução I. As questões teóricas de enquadramento 1. O contexto económico e social

Leia mais

2103 CONFERÊNCIA RESPONSABILIDADE SOCIAL. RS vs Stakeholders. Pensões de reforma: um olhar sobre a responsabilidade social da empresa

2103 CONFERÊNCIA RESPONSABILIDADE SOCIAL. RS vs Stakeholders. Pensões de reforma: um olhar sobre a responsabilidade social da empresa 2103 CONFERÊNCIA RESPONSABILIDADE SOCIAL RS vs Stakeholders Pensões de reforma: um olhar sobre a responsabilidade social da empresa Instituto Português de Corporate Governance 27 de Novembro de 2013, Lisboa

Leia mais

EDITAL Nº5/2015 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

EDITAL Nº5/2015 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EDITAL Nº5/2015 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Para os efeitos convenientes torna-se público que se encontra aberto, a partir do

Leia mais

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS REFORMAS FISCAIS A CIP lamenta que a dificuldade em reduzir sustentadamente a despesa pública tenha impedido que o Orçamento do Estado

Leia mais

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade O Futuro da Política Europeia de Coesão Inovação, Coesão e Competitividade 20 de Abril de 2009 António Bob Santos Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Desafios

Leia mais

EDITAL Nº2/2014 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

EDITAL Nº2/2014 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EDITAL Nº2/2014 MEDIDA II - INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL EM FORMAÇÃO CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Para os efeitos convenientes torna-se público que se encontra aberto, a partir do

Leia mais

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO?

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão contribuinte entenda? Os Medicamentos e o Orçamento José A. Aranda da Silva Auditório da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS Planificação Anual Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência Direcção Regional de Educação do Centro Equipa de Apoio às Escolas - Leiria ANO LECTIVO - 2010/ 2011 ÁREA DISCIPLINAR DE ECONOMIA E

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO Carta de Serviço O MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO, órgão central do Estado que superintende a área da Indústria e Comércio. ATRIBUIÇÕES São

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020. Prioridades do FEDER

EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020. Prioridades do FEDER EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020 Prioridades do FEDER Dina Ferreira, Vogal do Conselho Diretivo - Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional Os novos contornos

Leia mais

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude O Governo a apostar nos Cabo-verdianos Incentivos Fiscais Principais Beneficiários: Empresas /Juventude Ganhos do Orçamento Geral do Estado 2010 Incentivos Fiscais A Política de Investimento para 2010

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações

Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações M ensagens que devem permanecer A pobreza não se combate apenas com caridade ou medidas de emergência. Queremos que a situação melhore

Leia mais

Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões. O que foi feito?

Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões. O que foi feito? Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões Ultraperiféricas e Cabo Verde: O que foi feito? O que está a ser fit? feito? Resolução do Conselho do Governo nº41/2008,

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 "O S.N.S. engloba um conjunto de instituições e serviços que dependem do Ministério da

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, que aprova os critérios de determinação do vencimento dos gestores públicos, estabelece

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão-contribuinte entenda?

Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão-contribuinte entenda? Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão-contribuinte entenda? Do Orçamento da Saúde ao Orçamento das Instituições de Saúde Luís Viana Ministério da Saúde - ACSS 12 de Julho de 2011 workshop organizado

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

UMA NOVA POLÍTICA DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL:

UMA NOVA POLÍTICA DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL: MANUEL DUARTE LARANJA PhD, Professor, ISEG UMA NOVA POLÍTICA DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL: A justificação, o modelo e os instrumentos ALMEDINA índice Prefácio 5 1. A importância da tecnologia, da inovação e

Leia mais

A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional. Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt)

A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional. Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt) A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt) Complexo Agroflorestal em Portugal Complexo agro-florestal: território, economia e sociedade 70% do

Leia mais

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de e um compromisso político Apresentação ao Conselho Consultivo do Plano Tecnológico 19 de Julho de 26 Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1)

SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1) SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.2015 Página 1 de 13 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTOS

Leia mais

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 Formação APRESENTAÇÃO Graduada em Planeamento e Desenvolvimento do Turismo ULHT Lisboa Portugal Pós-graduada e especialista

Leia mais

Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português

Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português Objectivos: Construir participativamente e partilhar amplamente uma visão dos determinantes da evolução do sistema de saúde português,

Leia mais

Processo Clínico. O próximo passo

Processo Clínico. O próximo passo Processo Clínico Electrónico: O próximo passo Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo

Leia mais

Minhas Senhoras e meus senhores

Minhas Senhoras e meus senhores Cerimónia de entrega de Certificados de Qualidade ISO 9001 Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga 30 de junho de 2015 Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Dr. Emídio Sousa

Leia mais

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012 Competitividade, Emprego e Investimento 17 de outubro de 2012 Introdução O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos centrais da presente legislatura; Contudo,

Leia mais

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções Documento de trabalho Para pedir às pessoas que colaborem activamente na sustentabilidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR. Palestrante: Manuel Moreira

A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR. Palestrante: Manuel Moreira A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR Palestrante: Manuel Moreira OBJECTIVOS DA SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem o fim primordial de libertar os membros da sociedade das preocupações

Leia mais

Seminário Financiar, pagar, contratualizar em saúde. Das actividades aos resultados Principais Conclusões

Seminário Financiar, pagar, contratualizar em saúde. Das actividades aos resultados Principais Conclusões Seminário Financiar, pagar, contratualizar em saúde. Das actividades aos resultados Principais Conclusões Financiar Pagar Contratualizar Cidadão Actividades Resultados ÍNDICE MODELO DE FINANCIAMENTO HOSPITALAR

Leia mais

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer?

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? 15º Congresso Português De Gerontologia Social Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? Dia: 28/11/13 Envelhecimento em Portugal Portugal, de acordo com os Censos 2011, apresenta um quadro

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 86/X/1 CONSAGRA A INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE E A CARREIRA DOS MÉDICOS DENTISTAS

PROJECTO DE LEI N.º 86/X/1 CONSAGRA A INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE E A CARREIRA DOS MÉDICOS DENTISTAS PROJECTO DE LEI N.º 86/X/1 CONSAGRA A INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE E A CARREIRA DOS MÉDICOS DENTISTAS Exposição de motivos O presente projecto de lei consagra a integração

Leia mais

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 1 / 1 A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 ... os recursos petrolíferos devem ser alocados à constituição de reservas financeiras do Estado que possam ser utilizadas, de forma igualitária e equitativa,

Leia mais

SIFIDE II. Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II

SIFIDE II. Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II PORTAL DOS INCENTIVOS Dez 2014 Índice Índice... 1 1 O Que é?... 2 2 Beneficiários... 2 3 Condições dos Beneficiários... 2 4 Despesas Elegíveis...

Leia mais

I - Exposição de motivos

I - Exposição de motivos Projeto de Resolução n.º 14/XIII/1ª Recomenda ao Governo a criação de um programa de desenvolvimento social I - Exposição de motivos «Nos últimos quatro anos, Portugal viveu uma situação excecional e venceu-a;

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Candidatura aprovada ao Programa Política de Cidades - Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação Síntese A cidade de S.

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, E. P. E. rege-se pela legislação e demais normativos aplicáveis às Entidades

Leia mais

Serviços Partilhados em Saúde. Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita

Serviços Partilhados em Saúde. Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita Serviços Partilhados em Saúde Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita Lisboa, 22 de Maio de 2007 Unidades de Serviços Partilhados Processos A divisão dos processos entre actividades locais e actividades

Leia mais

III Congresso de Direito Fiscal

III Congresso de Direito Fiscal III Congresso de Direito Fiscal A REFORMA DO SISTEMA FISCAL ANGOLANO Rui Dinis Nascimento Advogado / Consultor Fiscal 25 e 26 de Outubro de 2012 A origem da Reforma Fiscal em Angola resulta de vários factores

Leia mais

Assistência Médica e Saúde

Assistência Médica e Saúde Assistência Médica e Saúde O Governo da RAEM define e prossegue as linhas de acção governativa de Tratamento seguro e adequado com prioridade para a prevenção em correspondência à directriz de elevar a

Leia mais

Modelos de Gestão Hospitalar da administração direta dos hospitais públicos (SPA) aos SA, EPE e PPP. Artur Vaz

Modelos de Gestão Hospitalar da administração direta dos hospitais públicos (SPA) aos SA, EPE e PPP. Artur Vaz Modelos de Gestão Hospitalar da administração direta dos hospitais públicos (SPA) aos SA, EPE e PPP Artur Vaz Lisboa, 20 a 22 de Novembro de 2014 Sumário Principais reformas e estratégias do SNS nos últimos

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação: Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 FCT - A articulação das estratégias regionais e nacional - Estratégia de Especialização Inteligente para a Região

Leia mais

III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas

III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas Começo por cumprimentar os membros deste painel, Professor João Carvalho das Neves,

Leia mais

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007 POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP 11 Setembro 2007 Durante o 1º trimestre de 2007, o PIB cresceu 2,0% Crescimento do PIB 2,5% 2,0% 1,5% 1,5% 1,7% 2,0% 1,0% 1,1% 1,0% 0,9% 0,5% 0,5% 0,5% 0,0%

Leia mais

Prova de Conceito Saúde

Prova de Conceito Saúde Prova de Conceito - Saúde Impacto estrutural na economia e sociedade portuguesas Saúde e ass. social Segurança e Justiça Educação Administração Pública Mobilidade e Logística Comércio e Retalho Turismo

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais